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Alliz lança embalagem termoformada para linha de frango fresco fabricada com material rico em polietileno da Dow

30/09/2021

Segundo fabricante, a solução mantém o produto fresco para consumo por até 15 dias, sendo inviolável, resistente e hermética, além de eliminar vazamentos e odores, danos e perdas do produto.

A embalagem termoformada a vácuo e rica em polietileno desenvolvida com a linha Phormanto, da Dow, para cortes de frangos frescos e refrigerados da Alliz, empresa de processamento de aves do Grupo Zanchetta, recebeu troféu prata no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria ‘Estratégica – Soluções para varejo e e-commerce’. Em sua 21ª edição, a premiação tem como objetivo principal eleger as embalagens que se destacam no mercado brasileiro.

“A nossa proposta foi desenvolver uma embalagem otimizada e tecnicamente reciclável, à prova de vazamentos e odores, a partir de polietilenos de alto desempenho, e que permite porcionamento do produto. O resultado gera menos resíduo para o consumidor, afinal, caso seja descartado corretamente, o material pode entrar na cadeia de reciclagem existente após a higienização adequada e separação dos restos orgânicos”, explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Segundo a empresa, a embalagem também é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até 15 dias, oferecendo confiabilidade, higiene e segurança. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola em embalagem sustentável que pode contribuir para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Já o consumidor tem uma experiência de ‘mãos limpas’, pois não tem vazamento e cheiro no pacote, além de conseguir levar o produto embalado ao preparo em porções adequadas para sua necessidade.

Para a Alliz, a proposta possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa é referência nacional na tecnologia de processamento de aves há mais de duas décadas. “Nossa missão é ser uma empresa inovadora, que oferece soluções sustentáveis e que busca excelência para oferecer produtos de qualidade, a fim de atender os mercados, clientes e consumidores finais. Essa parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor a toda a cadeia”, afirma Carlos Augusto Zanchetta, Diretor de Operações da Alliz.

A Dow afirma que, além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução de 35% das emissões de CO2 por causa da otimização de 50% dos materiais utilizados na sua produção, quando comparada à embalagem referência de mercado. Em comparação a novas tecnologias já implementadas no mercado de proteínas, a redução de impacto é ainda maior, assegura a empresa. Outro diferencial da embalagem está na apresentação na gôndola e em sua cor diferenciada, o que melhora a visualização no PDV. Além disso, segundo a Dow, o design permite comunicação clara, objetiva, deixando em destaque as informações importantes para o consumidor.

Para a Zanchetta, os varejistas ganham com a tecnologia Phormanto ao oferecer carne de frango mais confiável, fresca e refrigerada, “pois a respirabilidade controlada foi projetada para essa proteína e, como resultado, temos um aumento de shelf life (vida de prateleira) de 25% em relação às embalagens de bandejas convencionais. Consumidores ganham, como vimos, uma experiência de compra de ‘mãos limpas’ e reduzem também o desperdício, pois o frango embalado com essa solução tem um prazo de validade maior ou também pode ser congelado, se adequando à necessidade do consumo”, enfatiza o executivo da Alliz.

Pesquisa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revela que 98,5% dos lares brasileiros consomem algum tipo de proteína animal, sendo que carne de frango, com 94%, perde apenas para o ovo, com 96% do consumo. “Neste cenário, fica evidente a importância de se ter no mercado de embalagens uma solução inovadora para garantir maior qualidade do produto, avançando mais na questão da sustentabilidade. Isso foi possível graças a um trabalho de colaboração com toda a cadeia, reunindo a fabricante de máquinas ULMA Packaging, da Plaszom Indústria de Plásticos, empresa produtora de embalagens do ramo de flexíveis, a Alliz, do Grupo Zanchetta, e a Dow. Esse case reforça que é parte do nosso comprometimento de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis”, finaliza Sabine Rossi.

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Plaszom negocia implantação de fábrica de embalagens em Alagoas

22/07/2010

Oferecendo incentivos  para a indústria da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, a política de industrialização alagoana atrai mais um empreendimento para o estado. Os empresários da Plaszom Embalagens conversaram, nesta quarta-feira (14), com o secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, sobre a implantação de uma nova fábrica de embalagens.

Com unidade industrial da Plaszom na cidade Orleans, em Santa Catarina, os empresários Gleb e Michel Berger Zomer estavam estudando há algum tempo a implantação de uma nova fábrica, já que as regiões Nordeste e Norte correspondem a aproximadamente 30% do consumo da produção.

Nesta primeira etapa, segundo os executivos, para a implantação da unidade em Alagoas serão investidos R$ 3 milhões, com a geração de 50 empregos diretos, e para o segundo momento o valor aumentará para R$ 20 milhões, correspondendo a construção civil e aquisição de novos equipamentos, gerando 150 empregos diretos.

“Dos incentivos observados nos outros estados nordestinos, Alagoas apresenta dois atrativos: o diferimento do ICMS no gás natural e energia elétrica, insumos essenciais da indústria de plástico”, disse o empresário Gleb Berger Zomer. Ele detalhou que na fase inicial serão produzidas em Alagoas embalagens rígidas, ou seja, que conservam alimentos como margarina, doces, copos, no futuro serão embalagens flexíveis – sacos para armazenar cereais e biscoitos, sacolas plásticas.

Na ocasião, o secretário Luiz Otavio Gomes reforçou que o setor químico-plástico possui um cenário favorável de consolidação e crescimento em Alagoas, onde o poder público age em sinergia com o setor produtivo na construção de projetos.

Luiz Otavio explicou que o governo do Estado oferece toda a estrutura necessária para a fase de implantação das empresas, colocando a disposição o gerente de Projetos da Sedec, Glifson Magalhães, para orientar e acompanhar os processos.

“Com o trabalho sério, o governo de Alagoas tem atraído grandes empreendimentos e também garantido a consolidação dos negócios de pequeno porte”, destacou o secretário, citando nomes de empresas como o Estaleiro Eisa Alagoas, a nova planta industrial de PVC da Braskem, entre outros.

Fonte: Agência Alagoas