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Plastivida questiona medida contra as sacolas plásticas, pede diálogo ao governo paulista e alerta que consumidor será penalizado.

02/05/2011

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos afirma ter se surpreendido com  a notícia sobre o posicionamento do Governo de São Paulo e da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que anunciaram um acordo com vistas ao banimento de sacolas plásticas no Estado até o final do ano. Segundo o anúncio, cada nova sacola seria cobrada do consumidor a R$ 0,19.

Há poucos dias, no entanto, o Governo do Estado havia anunciado a constituição de um Grupo de Trabalho para em 45 dias anunciar medidas em relação às sacolas plásticas. O anúncio falava em ouvir todos os setores envolvidos, inclusive a indústria, o que não aconteceu.

A preocupação da Plastivida, que representa a cadeia produtiva dos plásticos até seu descarte no pós-consumo, é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que preservam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha de cada um.

A Plastivida deseja apresentar ao Secretário Bruno Covas o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado e que pode proporcionar uma redução do consumo de pelo menos 30% do volume total de sacolas. Já há resultados concretos neste sentido, que levaram à redução de 4 bilhões de sacolas desde que o Programa foi implementado em 2007 até hoje. Este Programa, inclusive, foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.

Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), e segue com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

É necessário equilíbrio ao tratar das questões ambientais

A Plastivida reforça que as ações de preservação ambiental devem ser equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízos ao consumidor.  A população utiliza a sacola plástica para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo? Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O estudo verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções. Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacola de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação.

Pergunta-se: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

O banimento de qualquer produto, seja ele uma sacola plástica ou outro qualquer, não é a solução. Na sociedade contemporânea, que consome livremente, não apenas as sacolas, mas também a água, combustíveis, etc, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos tem direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

A Plastivida acredita que a responsabilidade compartilhada por todos (indústria, população, varejo e governo) aliada à educação, consumo responsável e descarte adequado é a solução para que a população seja beneficiada, assim como o meio ambiente. A solução adotada pelo Estado de São Paulo vai na contramão do equilíbrio das soluções verdadeiramente sustentáveis e a Plastivida quer dialogar com o Governo de São Paulo, no sentido de contribuir para que as soluções definidas sejam realmente amigas do meio ambiente – e, também, do consumidor.

Fonte: Plastivida

Estudo de Agência Ambiental britânica mostra menor impacto ambiental comparativo de sacolas plásticas usadas no transporte de compras.

19/04/2011

Sacolas plásticas são as mais sustentáveis

Análise de Ciclo de Vida comparativa realizada pela Agência Ambiental do Reino Unido mostrou que as sacolas plásticas utilizadas para transportar as compras trazem impacto menor ao meio ambiente que as de papel e algodão.

A proporção de matéria prima utilizada nas sacolinhas plásticas e as inúmeras possibilidades de reutilização que elas oferecem as tornam mais sustentáveis que as outras.

Segundo o estudo, as ecobags de outros materiais teriam que ser reutilizadas mais de 100 vezes para compensar a quantidade de material que levam em sua produção. As de papel, cerca de três vezes mais, porém a fragilidade do material não o permite. Já a sacola plástica comum apresenta resistência para ser reutilizada diversas vezes e, depois disso, ainda serve para embalar o lixo residencial, promovendo a saúde pública.

Pesando menos que as demais embalagens, a sacola plástica gera menos CO2 e provoca os menores impactos ambientais em oito das nove categorias de avaliação de desempenho pesquisadas.

Leia o sumário executivo do estudo

Conheça o estudo na íntegra (em inglês)

Fonte: Plastivida

CBN entrevista diretor da Plastivida sobre consumo de sacolas plásticas no Brasil.

22/03/2011

Mini-usina de reciclagem transforma resíduos em madeira plástica durante Grande Prêmio de Fórmula 1 em São Paulo.

19/11/2010

Plastivida registrou crescimento de 27% na coleta e na triagem dos plásticos

A exemplo do sucesso obtido em 2009, a coleta seletiva e a triagem dos resíduos sólidos do Grande Prêmio 2010 de Fórmula 1, que aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de novembro de 2010, foram feitas sob coordenação da Plastivida.

 

Triagem de resíduos e Mini-usina de reciclagem

No projeto idealizado pela associada Braskem, a triagem dos resíduos plásticos foi efetivada pela Cooperativa Coopercaps e a empresa Plásticos Suzuki foi a responsável pela reciclagem desses resíduos, transformando-os em madeira plástica numa mini-usina, instalada no Autódromo de Interlagos.

O evento recebeu 155.213 pessoas e foram recolhidas 36 toneladas de resíduos recicláveis, que correspondem a 80% dos resíduos totais. Daquele montante, 12 toneladas (33%) foram de plásticos.

A estrutura utilizada para a coleta e separação dos resíduos plásticos foi de:

• 135 trabalhadores da Coopercaps
• 7 veículos utilitários
• 9 caminhões
• mais de 300 pontos de coleta distribuídos pelo Autódromo

Na comparação com o material coletado no GP 2009, registrou-se aumento de 28% nos recicláveis e de 27% nos plásticos.

Coletor de lixo, floreiras e bancos produzidos com madeira plástica - em exposição no Autódromo (a madeira plástica resultante da reciclagem é uma viga que, depois de cortada, pode ser utilizada para fabricar bancos de jardins, guias para calçamento público e dormentes, entre outros produtos).

Fonte: Plastivida

Fórum gaúcho mostra importância da Reciclagem Energética

04/10/2010

Entidades e órgãos públicos obtêm consenso sobre o tema em Porto Alegre

Cerca de 150 pessoas, entre empresários, gestores públicos e estudantes, participaram do 1° Fórum Gaúcho de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos, que a Plastivida e o SINPLAST realizaram no dia 23 de setembro, no Plenário Mercosul da FIERGS, em Porto Alegre.

Ao abordar a Reciclagem Energética – processo de queima do lixo urbano com geração de energia – o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, destacou a importância dos plásticos nesse processo, por substituírem o óleo diesel ou o óleo combustível. Na prática, isso significa mais uma utilidade para os plásticos que são descartados.

O diretor superintendente da ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, afirmou que o processo de convencimento de parte dos gestores públicos para a adoção de sistemas de Reciclagem Energética é necessário, mas difícil, devido à concorrência desleal dos lixões irregulares. “É inadmissível que um país como o Brasil ainda tenha depósitos completamente inadequados e irregulares de lixo que, além de toda a poluição que representam, inviabilizam a implantação de projetos sérios”, disse.

Houve consenso entre as entidades em que a geração de energia a partir de resíduos sólidos é um dos itens integrantes de uma solução ampla para o lixo urbano, que inclui Redução, Reutilização e Reciclagem Mecânica dos plásticos. Também houve concordância em que a Reciclagem Energética é complementar ao trabalho dos catadores, e não o substitui.

O evento teve ampla repercussão na grande mídia local e deverá se repetir em outras capitais.

Fonte: Plastivida

Plastivida e Prefeitura de São Paulo inauguram Ponto de Entrega Voluntário de materiais recicláveis.

24/09/2010

A Plastivida e a Prefeitura de São Paulo inauguraram um PEV-M – Ponto de Entrega Voluntária Monitorado na praça Buenos Aires, no bairro de Higienópolis. A inauguração aconteceu em 18 de setembro, em comemoração ao 97º aniversário daquela tradicional praça da cidade, idealizada pelo paisagista francês Bouvard.

Situado em local acessível, de grande visibilidade e intensa movimentação de veículos e pedestres (defronte à av. Angélica, entre as ruas Alagoas e Piauí), o PEV-M logo atraiu a curiosidade dos exigentes frequentadores da praça e foi bastante elogiada a ação para o estímulo à prática da coleta seletiva.

Com a iniciativa, a Plastivida inaugurou a sistemática de pontos de coleta seletiva itinerantes. Depois de um ano, o PEV-M deverá seguir para outro bairro da cidade.

Projetado como se fosse uma banca de jornal, o PEV-M destina-se a conscientizar e a estimular a população a praticar a coleta seletiva. Ele é monitorado porque um agente especialmente treinado permanece no local, orientando a população.

O PEV-M tem compartimentos separados para o descarte de plásticos, papel, metal, vidro e óleo de cozinha, que são diariamente encaminhados para os Centros de Triagem da Prefeitura. Todo o material coletado é doado à Coopercica, uma cooperativa de trabalho sem fins lucrativos, que vende os recicláveis gerando trabalho e renda.

Ao mesmo tempo, continuam em funcionamento os dois PEV’s-M fixos, um no “Pelezão” , na Lapa, e outro no Centro Escola Oswaldo Brandão, na Vila Brasilândia, os quais também participarão do sistema de itinerância.

Fonte: Plastivida

Sinplast e Plastivida promovem evento sobre Reciclagem Energética em Porto Alegre

10/09/2010

Fórum abordará o papel dos plásticos nesta solução inovadora para a destinação dos resíduos sólidos urbanos.

A Plastivida e o SINPLAST (Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul) realizarão o 1º Fórum Gaúcho de Reciclagem Energética de Resíduos Sólidos com Ênfase em Plásticos, no dia 23 de setembro, das 8h30 às 16h00, no Plenário Mercosul da FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre.

O presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, realizará palestra sobre Reciclagem Energética de Plásticos: Solução para o Lixo Urbano. Por indicação da Plastivida, Carlos R. V. Silva Filho, da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), traçará um Panorama da Gestão de Resíduos no Brasil e no Mundo; e Carlos Alberto Rodrigues da Silva, da EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), abordará os Fatores de Influência na Tomada de Decisão para Destinação de Resíduos.

Outras palestras versarão sobre temas como a coleta seletiva de lixo, os fatores de sucesso na recuperação de resíduos sólidos urbanos e as linhas de financiamento para o setor. O evento conta com o apoio da FIERGS, FECOMERCIO-RS, ABRELPE, EMAE, Braskem e Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.

A entrada é franca e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3364-4503 ou pelo e-mail sinplast@sinplast.org.br.

Fonte: Plastivida

Ministra do Meio Ambiente recebe a Plastivida

06/09/2010

Isabella Teixeira anuncia que a entidade será convidada a participar da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

O presidente do Conselho Diretor da Plastivida, Marcelo Lyra, o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo e o diretor da Braskem Jorge Soto foram recebidos em 27 de agosto em Brasília pela ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira.

Na ocasião, a Plastivida colocou-se à inteira disposição do governo para ser fonte de referência e diálogo nas questões referentes aos plásticos, dada sua expertise nos procedimentos estratégicos e operacionais desse setor produtivo, contribuindo assim com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sobretudo no que refere aos Acordos Setoriais.

A ministra afirmou ser esse o procedimento adequado e que em setembro convidará a Plastivida para participar dessas discussões. Orientou a entidade a manter contato com a diretora de Sustentabilidade do Ministério, o que foi feito após a reunião, sendo-lhe solicitado que dê prioridade ao setor dos plásticos.

Isabella destacou os principais pontos que deverão ser contemplados/valorizados na fase de regulamentação dessa Política:

  • Os segmentos contemplados deverão ser ouvidos em setembro para o estabelecimento dos Acordos Setoriais. A ministra declarou que espera contribuições efetivas e não teóricas dos setores.
  • Enfatizou a necessidade da redução dos resíduos sólidos.
  • Tem plena consciência do desafio para a implantação da PNRS e, por  isso mesmo, conta com o apoio de todos os segmentos envolvidos.
  • A Reciclagem Energética é uma alternativa complementar para a redução dos resíduos sólidos urbanos, bem como as outras alternativas previstas na PNRS.
  • Demonstrou preocupação com os catadores e declarou que eles têm um papel importante nesse processo.
  • Ressaltou a importância da inclusão dos catadores e cooperativas nas próximas reuniões.

As linhas gerais dessa regulamentação deverão ser divulgadas até 2 de novembro, podendo contudo serem antecipadas para 2 de outubro. A Plastivida se manterá atenta e informará a evolução desse processo.

Fonte: Plastivida

Plastivida defende complementaridade da Coleta Seletiva e Reciclagem Energética dos plásticos

27/08/2010

Essas ações são indispensáveis para uma gestão sustentável dos resíduos sólidos urbanos

A Plastivida defende a coleta seletiva, a reciclagem mecânica e a Reciclagem Energética como solução integrada para a gestão de resíduos sólidos urbanos, principalmente pela importância das cooperativas que geram renda e inclusão social dos catadores, beneficiando a preservação ambiental.

Conforme preconizam as Políticas Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos é fundamental que os municípios incrementem a coleta seletiva para possibilitar que a reciclagem mecânica cresça continuamente e assim possamos obter os benefícios ambientais e sociais decorrentes dessa iniciativa.

Por outro lado, é preciso que sejam instaladas unidades de Reciclagem Energética, pois esta tecnologia permite reduzir em até 90% o volume dos resíduos transformando-os em energia, solucionando a atual realidade dos lixões e aterros superlotados.

O processo de Reciclagem Energética é também uma solução para os restos de plásticos que por qualquer razão não possam ser reciclados por estarem sujos, engordurados, contaminados etc. A função desses resíduos no processo é fundamental, uma vez que 1 quilo de plástico produz a mesma energia que 1 litro de óleo combustível. Vamos valorizá-los!

Para melhor entendimento,  a Plastivida recomenda que se assista à  matéria abaixo sobre o modelo de Reciclagem Energética adotado pelo Japão – edição da série especial sobre o lixo veiculada pela Rede Globo – Bom Dia Brasil.

Fonte:  Plastivida

Empresas consultam a Plastivida sobre o uso sustentável dos plásticos

05/08/2010

A Plastivida é reconhecida pela sociedade como legítima e confiável fonte de referência nas questões socioambientais relativas ao plástico.

Um número crescente de empresas líderes, universidades e entidades têm consultado a Plastivida sobre a sustentabilidade das embalagens confeccionadas com plásticos.

Destacam-se a Lorenzetti/Fortti, Natura, Faculdade Uninove, Editora Moderna, Sabesp, Metrô de SP, Nestlé Waters, dentre várias outras.

Todas têm solicitado os estudos técnicos, os posicionamentos e a expertise da Plastivida em relação a temas como coleta seletiva, destinação correta de resíduos, reutilização, consumo responsável, reciclagem mecânica e energética e oxidegradação, sendo esses os assuntos mais demandados.

A título de exemplo, recentemente a Lorenzetti/Fortti usou como fonte o conteúdo  do site da Plastivida para elaborar a campanha de lançamento de sua nova linha em plástico, no que se refere à sustentabilidade (http://www.fortti.ind.br/respeito.asp).

Além destas consultas, vale também ressaltar a procura da mídia: TV, rádios, portais, jornais e revistas, que utilizam a Plastivida para divulgar informações e esclarecimentos à população.

A Plastivida se coloca à disposição da sociedade para continuar prestando informações e contribuindo para que ações socioambientais sejam implementadas, e aproveita para cumprimentar todas as empresas que valorizam e priorizam – efetivamente – as questões referentes à sustentabilidade dos plásticos.

Fonte: Plastivida