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Plastivida lança a campanha “Recicla Isopor®” durante conferência em São Paulo

21/09/2015

A ação tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da reciclagem do produto e será lançada na 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas

A Plastivida, em parceria com a Comissão de EPS da Abiquim, lançará, no dia 22 de setembro, durante a 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, a campanha “Recicla Isopor®”. A ação tem o objetivo de informar à sociedade que o EPS (popularmente conhecido no Brasil como IsoporR, marca registrada pela empresa Knauf Isopor) é um plástico 100% reciclável.

A campanha pretende também estimular os participantes do evento a levarem embalagens de EPS para reciclagem. Um ponto de coleta será instalado na conferência para receber o material levado pelo público.

No stand da campanha, haverá uma degasadora em funcionamento para mostrar aos visitantes o processo de compactação do EPS e sua preparação para ser transformado em um novo produto. As embalagens compactadas durante o evento serão doadas para a Cooperativa Coopervivabem, que as comercializará, gerando assim renda para os cooperados.

“Nosso objetivo maior é estimular a prática do consumo responsável e do descarte adequado, com base na disseminação do conhecimento sobre a reciclabilidade do material, além de ser uma ação de sustentabilidade, que gera benefícios ambientais, sociais e econômicos”, explica Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

Além de conhecer o processo de compactação, os participantes receberão um brinde produzido com EPS reciclado e poderão ver na prática o resultado da transformação de resíduos plásticos em novos produtos.

A 14a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas traz este ano o tema “Água e Energia – Crise e superação sustentável” e tem como objetivo promover um amplo debate com a iniciativa privada, administração pública, terceiro setor, instituições de ensino, associações e entidades patronais e profissionais, mídia e sociedade civil organizada sobre experiências e práticas da sustentabilidade nas empresas do setor público e privado, indústrias, comércio e serviços, órgãos públicos, universidades e ONGs. Além das palestras, será realizada uma exposição de produtos e serviços que proporcionam benefícios ambientais para disseminar seu uso e promover a inovação e boas iniciativas. O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser feitas no endereço eletrônico http://anggulo.com.br/p+l/inscr.html

Serviço: 14o. Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas
Data: 22 de setembro
Horário: das 8h30 às 17h
Local: Sede da APCD (Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana, São Paulo/SP)

Fonte: Plastivida

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Plástico, ciência e sociedade foram temas abordados pela Plastivida e Instituto do PVC na Plastech 2015

31/08/2015

As entidades apoiaram as iniciativas de coleta seletiva e reciclagem realizadas nos dias do evento, além de palestras para a discussão da relação entre as pessoas e os plásticos

Miguel_PlastividaA relação das pessoas com os plásticos, a importância das informações técnicas e científicas no esclarecimento de mitos e fatos sobre os produtos plásticos e suas características, assim como a importância da educação ambiental na disseminação das boas práticas de consumo e descarte, foram temas que a Plastivida e o Instituto do PVC abordaram na edição 2015 da Plastech Brasil, feira da cadeia petroquímica de transformação,  realizada de 25 a 28 de agosto, em Caxias do Sul (RS).

As entidades foram Patrocinadoras Ouro do Recicla Plastech Brasil, que envolve conhecimento, educação ambiental e valorização dos benefícios dos plásticos na vida das pessoas. A iniciativa levou conceitos de descarte correto e reaproveitamento de materiais para além da feira, buscando a conscientização da sociedade sobre a forma correta de descarte dos plásticos.

Uma das inciativas do Recicla Plastech Brasil foi promover a educação ambiental. Para incentivar as crianças a levarem até suas escolas embalagens recicláveis de plásticos (garrafas de água, potes de produtos de higiene e limpeza, de alimentação, etc.), foram distribuídos gibis que contam a história da reciclagem e da coleta seletiva. Esses produtos foram coletados no mês de agosto em durante a Plastech, foram reciclados e transformados em aproximadamente em 1.200 lixeiras que serão doadas às mesmas escolas.

As três escolas com maior volume de resíduos recolhidos, a maioria na forma de embalagens plásticas,  serão premiadas com aparelhos retroprojetores (datashow): Geny Adélia Dalle Molle (bairro São Cristóvão), com 764,66 quilos; Dolaimes Stédile Angeli (bairro Centenário), com 514,11 quilos; e Vovó Phelomena (bairro Serrano), com 440,02 quilos. A entrega, tanto das lixeiras, quanto dos prêmios, ocorrerá nos próximos dias, após o encerramento da Plastech Brasil 2015. A escola com maior volume de material coletado receberá um prêmio especial para seus alunos: além do retroprojetor, em reconhecimento ao esforço e ao trabalho dos alunos, as entidades entregarão a essa escola o “Troféu Plastivida 2015 – Plástico, Ciência e Sociedade”.

O projeto promoverá, também, após a Plastech 2015, ações de educação ambiental junto às escolas da região, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com o envolvimento das crianças, de professores e familiares.

Além disso, os visitantes do stand do Recicla Plastech Brasil puderam saber mais sobre a importância dos plásticos no desenvolvimento da sociedade, por meio da exposição virtual “Plasticidade – História e Arte do Plástico”, realizada pelas entidades.

Os visitantes também participaram de ações de reciclagem e conscientização sobre descarte correto de plásticos com a coleta das credenciais,  feitas de PVC, nas máquinas no Papa Cartão®, para serem transformadas em novos produtos.

A sociedade e os plásticos

Miguel Bahiense (foto), presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, apresentou palestra para os visitantes da Plastech 2015 sobre a relação fundamental entre plástico, ciência e sociedade.

Os plásticos fazem parte da vida das pessoas, desde a hora em que acordam, até o momento em que vão dormir. Estão presentes em quase todos os itens do cotidiano, protegendo os alimentos, nas roupas, no ambiente de trabalho, no lazer, nos meios de transportes e de comunicação.

A busca constante da harmonia entre o consumo, o descarte, o bem-estar social e a preservação ambiental é o trabalho que a Plastivida e o Instituto do PVC realizam. As entidades acreditam que a chave para essa equação está nas pessoas.

Segundo Bahiense, são as pessoas que avaliam os benefícios de um produto para seu bem-estar, sua saúde, prevenção de doenças, proteção, qualidade de vida, assim como para a preservação do meio ambiente no momento da compra. “É nosso papel atuar para que informações com base científica sejam divulgadas e para que haja diálogo com a sociedade, contribuindo, assim, para que as pessoas possam decidir de forma consciente na hora de escolher determinado produto”, afirma Bahiense. E completa: “promovemos e apoiamos ações de educação ambiental para que as boas práticas de consumo e descarte sejam disseminadas e para que a sustentabilidade – a partir do benefício econômico, social e ambiental – seja perene. ”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida – Instituto do PVC / Foto: Estefânia Uchoa/CMADS, divulgação

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Mais de 10 toneladas de plásticos foram coletadas e doadas para reciclagem na Feiplastic 2015

20/05/2015

A ação de educação ambiental fez parte da Operação Reciclar coordenada pela Plastivida e pelo Instituto do PVC

Reciclagem_Plastivida_1Mais de 10 toneladas de plásticos de 27 empresas foram coletadas para reciclagem, entre os dias 4 e 8 de maio, na Feiplastic 2015, a maior feira do setor do plástico da América Latina, realizada no Anhembi, em São Paulo. A Plastivida coordenou, em parceria com o Instituto do PVC, a terceira edição da Operação Reciclar, iniciativa que conta com a organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado. Trata-se de um projeto de educação ambiental que tem como objetivo levar informações técnicas sobre os plásticos, mostrar a viabilidade da sua reciclagem e benefícios práticos para a sociedade sobre a importância dos plásticos e suas contribuições para o desenvolvimento social.

Durante os dias do evento, todos os resíduos plásticos gerados, desde a montagem até a desmontagem dos estandes dos apoiadores da ação, foram coletados na Operação Reciclar. Um modelo de usina de reciclagem esteve em funcionamento durante a feira para que os visitantes acompanhassem o processo de preparação dos resíduos plásticos para serem transformados em novos produtos. Todos os tipos de plásticos coletados foram doados para a ONG Reciclázaro – Cooperativa Butantã, entidade responsável pela triagem e comercialização de resíduos para reciclagem, e toda geração de renda foi revertida para os cooperados.

De acordo com a ONG Reciclázaro, 15 famílias foram beneficiadas com a Operação Reciclar 2015. Cada cooperado recebeu em média R$ 587,69 além da renda padrão da Cooperativa. Este número significou um impacto de 50% de aumento na renda mensal dos cooperados. A venda dos materiais coletados na ação alcançou o valor de R$ 8.815,38.

Além da demonstração prática, a Operação Reciclar apresentou a exposição Plasticidades, que mostrou o ciclo de vida dos plásticos e de que modo ele participa do dia a dia das pessoas promovendo desenvolvimento, economia, saúde e bem estar.

Os visitantes puderam conhecer, também, maneiras de se descartar corretamente e reciclar plásticos como o EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como Isopor®), o PVC, aparas de PE e de PP etc. Uma ação específica coletou e encaminhou para a reciclagem cerca de 10 mil credenciais da feira, feitas em PVC e coletadas nas máquinas papa cartão®.

Reciclagem_Plastivida_2Palestras técnicas, desfiles de roupas confeccionadas com PVC e modelos produzidos a partir da reutilização de produtos plásticos, como polietileno e polipropileno, mostraram a versatilidade dos plásticos na moda. Exposição de produtos reciclados e a participação dos plásticos em novas tecnologias como a impressão 3D foram algumas das atrações do estande das entidades.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, as entidades cumpriram seu papel, levando informação sobre as boas práticas de uso e descarte dos plásticos, assim como sua reciclabilidade. “É sempre importante ressaltar os benefícios sociais e ambientais oferecidos pelos plásticos e promover a correta informação para que a sociedade possa fazer o melhor uso desses materiais”, afirma o executivo. E completa: “durante a Feiplastic 2015, toda a tecnologia oferecida nas diversas aplicações dos plásticos, assim como sua reutilização e seus benefícios quando reciclados foram evidenciados, ressaltando a relevância desse produto no desenvolvimento socioambiental”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Desfile de moda com vestidos feitos a partir de material reciclado deram cor e forma inusitada à Feiplastic

11/05/2015

Feiplastic_ModaAlém da criação de novos produtos plásticos a partir do material coletado durante a Feiplastic, também chamou a atenção dos visitantes um desfile de moda inusitado. Durante todos os dias do evento, três modelos exibiram vestidos confeccionados exclusivamente com plásticos reutilizados. O design das roupas é assinado pela estilista Consuello Matroni.

A ideia foi parte da Operação Reciclar, coordenada pelo Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Além das vestimentas, o espaço teve a proposta de coletar todo o resíduo plástico gerado na feira, da montagem à desmontagem. O material então foi coletado e armazenado em quatro contêineres, sendo a seguir granulado, injetado e soprado na forma de novos produtos. O público pôde conferir, ao vivo, todo o ciclo de reciclagem / reutilização do plástico e transformação do material reciclado em novos produtos. Em todas as edições da Feiplastic, a Operação Reciclar também recebe uma exposição com produtos desenvolvidos com plástico reciclado.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; Foto: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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Reciclagem de EPS será destaque na Feiplastic 2015

01/05/2015

Mais conhecido como Isopor®, marca registrada da empresa Knauf, o EPS é um plástico 100% reciclável e com diversas aplicações voltadas para a construção, embalagens entre outros segmentos.

Plastivida_Isopor_ReciclavelO EPS (poliestireno expandido, mais conhecido por Isopor®,  marca registrada da  empresa Knauf), é um plástico e é 100% reciclável. Durante a Feiplastic 2015, a maior feira do setor do plástico da América Latina, que será realizada em maio, na cidade de São Paulo, a reciclagem do EPS será um dos temas em destaque pela Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer mais sobre o processo de preparação do EPS para reciclagem e os produtos resultados dessa transformação.

O EPS é um plástico que em seu processo de fabricação tem seu volume aumentado por gases. O produto final tem até 98% de ar e apenas 2% de poliestireno. Nesse processo não é utilizado o gás CFC ou qualquer um de seus substitutos. Os produtos de EPS são inertes e não contaminam o solo, água e ar. São 100% reaproveitáveis e recicláveis e podem, inclusive, voltar à condição de matéria-prima.

De acordo com pesquisa encomendada pela Plastivida, o Brasil recicla 35,5% do EPS e a Construção Civil é o maior mercado para o EPS reciclado, com cerca de 80% (misturado em argamassa, concreto leve, lajotas, telhas termoacústicas, rodapés e decks de piscinas). Outras aplicações são verificadas para a indústria de calçados (solados, chinelos), móveis (preenchimento de puffs, por exemplo), na fabricação de utilidades domésticas (vasos de flor, floreiras, molduras de quadro), entre outros produtos.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, os números da reciclagem do EPS  podem crescer com informação adequada sobre a coleta seletiva do produto e com a valorização dos processos de reciclagem. “Em suas aplicações, o EPS apresenta inúmeras vantagens, como capacidade de isolamento térmico, leveza, resistência química, mecânica, versatilidade e outras que fazem com que ele seja cada dia mais utilizado como uma opção que promove sustentabilidade e desenvolvimento”, afirma o executivo. E completa: “a reciclagem do EPS fecha o ciclo de sustentabilidade do produto, resultando em ganhos econômicos, sociais e ambientais.”

Serviço: Visite a Plastivida na Feiplastic 2015
Localização: Rua D, estande 010
Data: 4 a 8 e maio
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo/SP)
Horário da exposição: 11h às 20h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Reciclagem mecânica de plásticos no Brasil é superior a 20%

28/05/2014
  • Maior parte das empresas de reciclagem está localizada no estado de São Paulo; em seguida, estão os estados da Região Sul
  • Entre os resíduos plásticos pós-consumo gerados no Brasil, polietilenos, o PET e o PP estão entre os mais coletados
  • Cada vez mais o produto reciclado plástico conta com maior valor agregado, é destinado a segmentos com maior exigência técnica e de qualidade, o que resulta em maior valor comercial no mercado.

Reciclagem_logoPesquisa aponta que a indústria brasileira de reciclagem mecânica de plásticos (IRmP) recicla 21% do total dos plásticos pós-consumo no país, ou seja são recicladas aproximadamente 684 mil toneladas do total de 3,26 milhões de toneladas de  plástico pós-consumo gerado em 2012. Esta indústria faturou R$ 2,5 bilhões em 2012, um crescimento de 4,3% do verificado em 2011(R$ 2,4 bilhões). Os dados apontam que o setor é formado por 762 recicladoras, com capacidade instalada de 1,7 milhões de toneladas e que juntas empregam diretamente 18,7 mil pessoas. A pesquisa, com base em 2012, foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial.

A maior parte das empresas de reciclagem está localizada no estado de São Paulo. São 298, representando 39% do total no Brasil. Em seguida, estão os estados da Região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, respectivamente, totalizando 36% para a região. As demais empresas estão distribuídas de forma pulverizada pelo país, com baixa incidência nas regiões Norte e Nordeste. A vocação das Regiões Sul e Sudeste para a reciclagem mecânica de plásticos é natural pela maior concentração da população e maior poder de consumo, além da presença da indústria em geral. Mesmo assim, se observa nos últimos anos crescimento de indústrias recicladoras nas Regiões Norte e Nordeste, acompanhando o aumento do poder aquisitivo nestas regiões e também refletindo a evolução da consciência ambiental.

Entre os resíduos plásticos pós-consumo gerados no Brasil, os polietilenos, o PET e o PP estão entre os mais coletados. Isso porque geralmente estão em aplicações de duração curta, como embalagens. Já o PVC, por exemplo, apesar do grande volume de demanda da matéria prima virgem, é um dos que menos geram resíduos, pois a maior parte das aplicações é de vida-longa (tubos e conexões, por exemplo). Atualmente, as aplicações dos produtos plásticos reciclados são bastante diversificadas no Brasil, relacionadas a diversos setores. Outro ponto a se considerar é que cada vez mais o produto reciclado plástico conta com maior valor agregado, é destinado a segmentos com maior exigência técnica e de qualidade, o que resulta em maior valor comercial no mercado. Os produtos feitos de plásticos reciclados são utilizados pela indústria automotiva, de construção, moda, calçados, entre outros.

O índice de 21% do total dos plásticos pós-consumo reciclado mecanicamente no Brasil coloca o país entre os grandes recicladores do mundo. Para se ter uma ideia, a média da União Europeia em 2011 foi de 25,4% de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo. O Brasil está à frente de países como Reino Unido (20%), França (19%), Finlândia (18%) e Grécia (17,6%). “Vale lembrar que tais países já tem a questão do lixo resolvida, diferente do Brasil que ainda está em fase de estruturação do real gerenciamento de seus resíduos através da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS e ainda deve investir em coleta seletiva”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. Ele completa: “o número de municípios com coleta seletiva estruturada no país vem crescendo – eram 443 em 2010 e 766 em 2012, porém esse índice ainda é muito aquém do que se espera de um país com as dimensões do Brasil.”

Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem dos plásticos foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Em 2012, houve um recenseamento das empresas recicladoras, a fim de aferir o cadastro que envolve recicladores de todo o Brasil.

Há 10 anos a Plastivida vem acompanhando a evolução da Indústria de Reciclagem Mecânica de Plásticos no Brasil, na busca de informação qualificada sobre o setor, através do monitoramento dos índices de reciclagem mecânica de plástico pós-consumo. Segundo Miguel Bahiense, o objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda ao Brasil e que compõe o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos.

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Brasil reduz desperdício em mais de 800 milhões de sacolas plásticas em 2012

27/03/2013

Segundo levantamento das entidades responsáveis pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, a redução do desperdício dos últimos cinco anos foi de 32,4%, o que significa 5,8 bilhões a menos de sacolinhas desperdiçadas no varejo brasileiro

Mais de 800 milhões de sacolas plásticas deixaram de ser desperdiçadas no varejo brasileiro, em 2012. O levantamento foi realizado pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) e Instituto Nacional do Plástico (INP), entidades responsáveis pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas.

O levantamento mostra que o Programa permitiu uma redução acumulada de 5,8 bilhões de sacolas plásticas no Brasil, nos últimos cinco anos, quando foi criado. A marca representa 32,4% de redução em comparação com o volume de sacolas plásticas produzidas em 2007, ou seja, maior que a meta estipulada pelo Programa, que era de 30% em cinco anos.

O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas tem como proposta a educação ambiental e o consumo responsável. Seu objetivo é de uma aliança voluntaria, liderada pela indústria e envolvendo grandes redes varejistas, em um grande esforço conjunto, para oferecer gratuitamente ao consumidor sacolas plásticas mais resistentes e com qualidade, em conformidade com a Norma ABNT 14.937/2010. Além disso, contempla ações para que se multipliquem os conceitos de educação ambiental no varejo, uso consciente e descarte adequado dessas embalagens.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do INP, esse tipo de iniciativa é eficiente no combate ao desperdício, na preservação ambiental e no respeito ao consumidor. “Estamos extremamente satisfeitos com os sólidos resultados do Programa, pois além das metas alcançadas, conseguimos abrir o diálogo com a sociedade e promover a educação ambiental, o que traz resultados perenes”, afirma Bahiense.

Os resultados do Programa são perceptíveis desde sua implementação, em 2008. Hoje, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Recife, Blumenau, Florianópolis e o Distrito Federal, entre outras,  contam com o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas e têm mostrado grande evolução na redução do desperdício e na educação ambiental no varejo, em parceria com a indústria. Segundo o monitoramento da efetividade do Programa de Qualidade, em 2007, o Brasil consumia 17,9 bilhões de sacolinhas e encerrou 2012 consumindo 12,1 bilhões, o que mostra uma retração da ordem de 5,8 bilhões no desperdício de sacolinhas, resultando numa redução de 32,4%.

Ano Consumo* Redução
2007 17,9
2008 16,4 8,4%
2009 15,0 16,2%
2010 14,0 21,8%
2011 12,9 27,9%
2012 12,1 32,4%

* bilhões de unidades
Fonte: ABIEF

Ainda segundo Bahiense, há meios de ampliar essa iniciativa com o envolvimento de todos. “Acreditamos na conscientização e não na proibição, no uso responsável e não em banimento, e que indústria, varejo, associações de defesa do consumidor e do meio ambiente e governo devem atuar em conjunto para benefício da sociedade e do meio ambiente, completa.

Fonte: Plastivida

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Brasil reciclou cerca de 22% dos plásticos pós-consumo em 2011

09/11/2012

Pesquisa da Maxiquim, consultoria especializada no segmento de petroquímica/plásticos, aponta que em 2011 foram reciclados 21,7% dos plásticos pós-consumo no Brasil.  Ou seja, 736 mil toneladas de plástico que se destinariam ao lixo foram transformadas em novos produtos. Em 2010 a marca foi de 19,4%. A pesquisa é anualmente encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos e desenvolvida de acordo com metodologia do IBGE.

A pesquisa aponta que no ano, o Brasil registrou 815 recicladoras de plásticos, 52,4% delas no Sudeste, 34,2% no Sul, 8,8% no Nordeste, 3,9% no Centro-oeste e 0,6% no Norte do país. Essas empresas faturaram juntas, em 2011, R$ 2,4 bilhões, frente aos R$ 1,95 bilhão faturados em 2010, ou seja, um crescimento de 23%. Essas empresas geraram 22,7 mil empregos diretos.

O estudo mostra também que a região Sudeste foi a que mais reciclou material plástico em 2011 (55,5%), seguida das regiões Sul (27,7%), Nordeste (9,9%), Centro-Oeste (5,4%) e Norte (1,5%).

Os segmentos que mais consumiram plásticos reciclados no ano passado foram Utilidades Domésticas, Agropecuária, Industrial, Têxtil, Construção Civil, Descartáveis, Infraestrutura, Limpeza Doméstica, Eletroeletrônicos, Indústria Automobilística, Móveis e Calçados.

O nível operacional médio da indústria brasileira de reciclagem de plásticos em 2011 foi de 63% da capacidade instalada, que é de 1,7 milhão de toneladas. A pesquisa mostra que esse fator é um reflexo da falta de sistemas de coleta seletiva no Brasil, já que dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 443 (8%) contam com algum tipo de coleta seletiva e que não necessariamente atendem à demanda necessária para o incremento da reciclagem de materiais como um todo.

Outros fatores que ainda limitam um aumento expressivo na atividade foram: aumento do preço do material reciclado e consequente queda na competitividade em relação à resina virgem, altos custos de utilidades, como energia elétrica, que impedem o crescimento das recicladoras, a baixa qualidade do material que é coletado, a informalidade das empresas, entre outros.

O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, acredita que a educação – a disseminação dos conceitos de consumo responsável, reutilização dos produtos e destinação adequada dos resíduos, entre eles os plásticos – é o canal mais eficaz para que toda a sociedade – população, indústria, poder público – compreenda seu papel em prol da sustentabilidade. “É por meio da educação e do empenho de todos – poder público indústria (produtos e serviços) e população – que vamos conseguir aproveitar melhor os recursos, gerar economia e garantir a preservação ambiental”, afirma Bahiense.

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Decisão do MP abre espaço para retorno das sacolas plásticas aos supermercados de São Paulo

20/06/2012

Com decisão, supermercados devem voltar a distribuir sacolas plásticas em respeito ao Código de Defesa do Consumidor

O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu por unanimidade nesta terça-feira, 19 de junho, que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que limitava o direito do consumidor em receber gratuitamente as sacolas plásticas, não é válido. Com a decisão, os estabelecimentos devem voltar a distribuir as sacolinhas em cumprimento ao Código de Defesa do Consumidor.

A petição contra a homologação do TAC foi uma ação movida pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idecon) e pelo terceiro interessado SOS Consumidor.

Com isso em vista, os estabelecimentos comerciais que deixarem de distribuir as sacolas gratuitamente, pelas quais a população já paga e têm o preço embutido nos produtos, correm o risco de serem acionados pelos órgãos de defesa do consumidor, mediante denúncia. “As pessoas que se sentirem lesadas devem procurar os órgãos de defesa do consumidor e o próprio Ministério Público”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

“O Conselho Superior do MP entendeu que existe um descompasso muito grande e que o ônus na não distribuição das sacolas plásticas está recaindo apenas sobre os consumidores. Na visão do órgão, essa situação precisa ser revertida o quanto antes”, finaliza Jorge Kaimoti Pinto, advogado da Plastivida.

Fonte: Plastivida

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69% dos paulistanos querem sacolinha de volta aos supermercados, segundo Datafolha

22/05/2012

De acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha na cidade de São Paulo, entre os dias 2 e 3 de maio, 69 % dos consumidores paulistanos são a favor de que os supermercados voltem a distribuir gratuitamente as sacolas plásticas para transporte das compras realizadas nesses estabelecimentos. A pesquisa entrevistou 612 consumidores e foi encomendada pela Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos).

Em pesquisa realizada em janeiro junto a 1.090 entrevistados, 57 % indicavam ser favoráveis ao fim da distribuição das sacolas.

As embalagens deixaram de ser distribuídas junto à população em abril deste ano. 75% dos entrevistados na última pesquisa relataram não haver percebido mudanças nos preços das mercadorias depois do fim da distribuição das sacolinhas.

Mais informações no link  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/44248-69-querem-sacolinha-de-volta-aos-supermercados.shtml

 

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Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

08/12/2011

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

Casa de PVC será montada a cada três horas durante a Feira da Providência, no Rio de Janeiro.

29/11/2011

As aplicações dos plásticos em projetos sustentáveis como em perfis construtivos, assim como a sua reciclabilidade, serão abordados nos cinco dias do evento.

Uma casa feita com perfis construtivos de PVC será montada e desmontada a cada três horas, durante a Feira da Providência, que acontece entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro, no Rio Centro, Rio de Janeiro. Esta será uma das atrações do estande das entidades ligadas ao setor dos plásticos, que vão discutir a sustentabilidade desses produtos, assim como sua reutilização e reciclagem. Uma máquina que retira o ar do Isopor® para que seja reciclado, um telão eletrônico que aborda os mitos e fatos sobre os plásticos, além de um processo de coleta dos resíduos descartados na feira para serem destinadas à reciclagem, tudo isso fará parte do evento.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC e da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, é importante que a população conheça a utilidade dos plásticos e sua capacidade de promover economia, bem estar e sustentabilidade. “Não é possível imaginar a vida moderna sem os plásticos e, para que possamos usufruir de seus benefícios sem prejudicar o meio ambiente, é necessário levar à sociedade informações sobre uso responsável e descarte adequado”, afirma o executivo.

Casa de PVC – Ideal para a construção de habitações com rapidez, limpeza e segurança, a casa que será montada durante a feira é feita de painéis de PVC preenchidos com concreto. Durante o evento, os participantes vão ver que esses perfis são montados como ‘lego’: os painéis são acoplados entre si por meio de encaixes nas laterais e podem ser usados em construções de até cinco pavimentos.

O sistema construtivo em PVC facilita a gestão da obra e dos materiais necessários, uma vez que o kit vem pré-estabelecido. Outro benefício desse tipo de construção é que não demanda acabamento, uma vez que o PVC cumpre essa função. A maior vantagem para o morador é a durabilidade e a baixa manutenção do sistema em PVC. A durabilidade da edificação chega a 50 anos, com garantia de 15 anos. Além disso, com água e sabão neutro se faz a limpeza das paredes, sem necessidade de pintura freqüente. E o conforto ambiental fica assegurado pelo alto desempenho termoacústico do material.

Segundo Bahiense, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, gerando economia e, ainda, podendo ser reciclado. “Hoje o Brasil tem uma taxa de 15% de reciclagem de PVC, índice expressivo, se levarmos em conta que grande parte desse material é usado em aplicações de longa duração”, lembra o executivo.

Parceria com a Eccovida – Os plásticos são 100% recicláveis. Para reforçar esse conceito e promover junto aos visitantes da feira ações de responsabilidade no consumo e no descarte dos produtos, a Plastivida, em parceria com a ONG Eccovida, que atua no Rio de Janeiro, realizarão a coleta de todo o resíduo gerado no evento para a reciclagem. “A Eccovida realiza um trabalho de promoção à coleta seletiva no Rio de Janeiro e pretende, com esse projeto, incentivar a comunidade a participar cada vez mais”, afirma Edson Freitas, diretor da entidade. Diariamente serão divulgados boletins sobre a quantidade do material coletado na feira, que será doado a entidades assistenciais para reciclagem.

Isopor® é plástico e é reciclável – Também será demonstrado como é feito o processo de reciclagem do Isopor®, que poucos sabem que é um plástico 100% reciclável e que pode se tornar rodapés, molduras para quadros, pranchetas e réguas escolares, por exemplo. “O Isopor® também pode ser reutilizado na construção como revestimento acústico, como no preenchimento das paredes da própria casa de PVC”, explica Miguel Bahiense.

Os visitantes do evento também poderão verificar seus conhecimentos sobre os plásticos e tirar dúvidas em um painel eletrônico que as entidades levarão até o pavilhão. “Todas essas ações têm a mesma finalidade, chamar a atenção da população para a importância dos plásticos em nosso cotidiano e para as boas práticas que garantem a sustentabilidade”, completa Bahiense.

Serviço:

Feira da Providência

Rio Centro – 30/11 a 04/12

http://www.feiradaprovidencia.org.br/

Fonte:  Instituto do PVC

Indústria mundial de plásticos lança plano de ação para soluções para o lixo marinho.

22/11/2011

Nos dias 16 e 17 de novembro, representantes das indústrias de plásticos do mundo se reuniram em Dubai para criar um plano de ação visando soluções para o lixo marinho, com cronograma de implantação e acompanhamento previstos para 2012. Além das ações globais apoiadas por todos os signatários, foram selecionados 92 projetos abrangendo 32 países. Levando em consideração que as soluções para o lixo marinho demandam cooperação global, a indústria de plásticos promoverá discussões para envolver outros segmentos da indústria interessados em aderir a essas e a outras ações que visam minimizar e até evitar a formação de lixo marinho. Para o presidente do Conselho da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, Frank Alcantara, a indústria mundial de plásticos está determinada a fazer sua parte e a desempenhar um papel construtivo. “Nesse desafio será de grande importância a parceria com demais setores para solucionar o problema do lixo marinho”, completa Alcantara. A “Declaração para Soluções em Lixo Marinho”, adotada por 54 organizações ligadas à indústria de plásticos, inclusive a Plastivida no Brasil, traça uma estratégia para o desenvolvimento e implementação de soluções no ambiente marinho. Hoje, a indústria do plástico já participa de iniciativas como Vacances Propres na França, Keep America Beautiful nos Estados Unidos, Cool Seas no Reino Unido e International Beach Cleanup na África do Sul, que servirão como catalisador para futuras ações em outras regiões. Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, que esteve em Dubai, o encontro foi “um avanço dos representantes da indústria de plásticos que oficialmente se comprometerem proativamente com essa causa, propondo ações, não só regionais, mas globais, para solucionar os impactos do lixo marinho”. Bahiense conta que a Plastivida estuda, no Brasil, parceria com o Instituo de Oceanografia da USP. “Estamos realmente orgulhosos em nos juntarmos à iniciativa do GESAMP como parte de nossos esforços para melhor entender e impedir o lixo marinho”, afirma o executivo. As atividades dirigidas pela indústria mundial de plásticos vão ser publicadas no site http://www.marinelittersolutions.org. O conteúdo será traduzido para o português em breve.

Fonte: Redação do Boletim Leia (Siresp)

Datafolha comprova preferência por sacolas plásticas

13/09/2011

Pesquisa nacional feita pelo Datafolha em maio, a pedido da Plastivida, do INP e da Abief, mostrou hábitos e opiniões relevantes sobre o uso de sacolas plásticas. Veja alguns resultados:

  • 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras.
  • 50% indicaram as sacolas plásticas como o melhor meio para transportar as compras.
  • 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las. Destes, 96% para lixo.
  • 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.
  • 64% entendem que seria uma obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras, caso as sacolas fossem banidas.

Outras informações sobre a pesquisa são relatadas pelo presidente da Plastivida e INP, Miguel Bahiense Neto, em artigo a seguir:

“Uma abrangente pesquisa feita pelo Datafolha em maio revela que a grande maioria dos consumidores prefere as sacolas plásticas para transportar suas compras e cuida de não desperdiçá-las, reutilizando-as e dando-lhes uma destinação ambientalmente correta após o uso.

Dos consumidores entrevistados em uma mostra qualificada de 1.123 pessoas na Região Metropolitana de São Paulo e nas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras. Sacolas de pano e nylon são usadas por 11%, carrinhos de feira por 3%, e caixas de papelão por 2%.

Indagados especificamente sobre qual seria o melhor meio para transportar as compras, 50% indicaram as sacolas plásticas, 27% as de pano, nylon e de feira, 12% os carrinhos de feira, 6% as caixas de papelão, 3% as sacolas de papel e 2% outros meios.

Os que optaram pelas sacolinhas plásticas relataram como razões para essa escolha a resistência dessas embalagens e sua reutilização.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las, 7% as descartam e 6% as remetem para reciclagem. Este dado é duplamente relevante. Primeiro, porque demonstra que a grande maioria dos consumidores dá novo uso à sacola ou as recicla; assim, não as desperdiça.

Segundo por mostrar que ainda há um trabalho educacional a ser feito em relação aos 7% que descartam, conscientizando-os sobre o potencial de reuso e reciclagem das sacolinhas. Com isso, daremos mais um passo para a preservação ambiental.

Em questão com múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram que o fazem para acondicionamento de lixo (96%), recolhimento de sujeira de animais (51%), utilização para transportar outros objetos (66%), separação do lixo a ser levado à reciclagem (39%), armazenamento de mantimentos (26%), preservação de roupas (17%) ou utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Essa resposta é bastante interessante por mostrar a importância das sacolinhas para a saúde pública (acondicionando o lixo de forma segura e higiênica), para a economia (protegendo as roupas ou transportando outros produtos) e para o meio ambiente (acondicionando os descartes recicláveis para levá-los à reciclagem, ou reciclando-as para fabricar novos produtos).

O Datafolha mostra ainda que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas. Em resposta que permitia escolhas múltiplas, 81% concordaram em que a cobrança pelas sacolinhas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

Neste último caso, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras. Somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. No entanto, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Equivocadamente, 45% opinaram que as sacolas não são recicláveis. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. E 17% não souberam responder.

Todos esses resultados levam a duas conclusões. Os consumidores preferem as sacolas plásticas e portanto não querem seu banimento. E a educação é o caminho para garantir o direito de os consumidores escolherem a melhor embalagem para transportar suas compras e contribuírem para a preservação do meio ambiente, mediante o uso consciente das sacolas plásticas e seu descarte correto”.

Fonte: Plastivida

Reunião-Janta do Simplás destaca sustentabilidade das sacolas plásticas

08/09/2011

Evento contou com a presença do Presidente da Plastivida e INP

 O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho realizou na noite desta segunda-feira, dia 5 de setembro, a terceira reunião-janta, no Restaurante Tulipa, no Complexo dos Pavilhões da Festa da Uva. O presidente da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos) e do INP (Instituto Nacional do Plástico), Miguel Bahiense, apresentou a palestra “Sustentabilidade das Sacolas Plásticas”.

A apresentação expôs os resultados de um estudo britânico, concluindo que, dentre nove categorias analisadas, em oito as sacolinhas tiveram melhor desempenho ambiental que suas substitutas. “Nunca havia sido divulgado um estudo científico sobre sacolas, este foi o primeiro”, disse ele. Miguel também falou sobre uma pesquisa feita pela Braskem sobre a ecoeficiência dos produtos, no qual foram analisados os mitos e as verdades em relação ao uso de sacolas plásticas e de papel, de algodão, retornáveis ou oxidegradáveis. A sacola plástica apresentou vantagens sobre as demais. Conforme o presidente da Plastivida, “existem cenários em que as sacolas descartáveis são melhores do que as retornáveis. À medida que aumentamos o volume de descarte do lixo, melhor será para o meio ambiente utilizarmos as sacolas descartáveis.

Assim, pode-se facilmente deduzir que o vilão não é a sacola ou o plástico em si, mas sim o desperdício e o descarte inadequado. Todos os tipos de sacola têm impacto, mas todas também apresentam modos de melhor utilizá-las. Dessa forma, criou-se o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, cuja meta é reduzir em 30% o consumo de sacolas descartáveis. Também foi criado o selo de qualidade para uma sacola mais resistente, o que aumenta a sua durabilidade e capacidade de reutilização. “Educação é a saída. É através dela que conseguiremos resolver a situação”, afirmou Miguel. Para um uso consciente e descarte correto, é preciso “reduzir, reutilizar e reciclar”, disse ele.

No evento também palestrou o Coordenador Comercial da Proamb – Soluções Ambientais, Eclair Rossato, falando sobre “Cooprocessamento de Resíduos Sólidos Industriais e a Portaria 16 da FEPAM”.  Além dele palestraram os diretores da Faculdade de Tecnologia (Ftec), Claudio Meneguzzi e Mauricio Sebastião de Barros, sobre a história da entidade e sobre o núcleo de Caxias do Sul.

Fonte:  Núcleo Comunicação e Marketing

Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

Campanha de rádio reforça importância da educação ambiental.

21/07/2011

Destaque da semana: problema não está nas sacolas plásticas, mas no desperdício e descarte incorreto

No último spot da campanha de esclarecimento sobre o uso de sacolas plásticas promovida pela Plastivida, INP e Abief, veiculado na semana do dia 18, a campanha enfatiza a importância da educação para o combate ao desperdício e para o descarte correto das sacolinhas plásticas, como também reforça o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada a suas necessidades.

Com duração de 30 segundos, as mensagens estão sendo veiculadas nas rádios Band News FM, Bandeirantes AM/FM São Paulo e CBN FM (esta em Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife).

Fonte: Plastivida

Campanha de rádio questiona o porquê de se acabar com o uso das sacolas plásticas.

14/07/2011

O melhor desempenho ambiental das sacolas plásticas em comparação a outras como as de pano e papel, demonstrado por estudo do governo britânico, é o tema desta semana da campanha de rádio que Plastivida, INP e Abief veiculam desde 27 de junho.

“Das 9 categorias ambientais pesquisadas, as sacolinhas vencem em 8. Durante seu ciclo de vida, emitem menos CO2. Usam menos matéria-prima em sua fabricação e são 100% reutilizáveis e recicláveis. Por que acabar com a embalagem mais sustentável?”, questiona a mensagem desta semana.

Clique no vídeo a seguir para ver a mensagem.

Fonte: Plastivida

Campanha de rádio destaca Selo de Qualidade de Sacolas Plásticas

06/07/2011

“Por que penalizar a população, tentando acabar com as sacolas plásticas, se a solução é combater o desperdício das sacolinhas e o seu descarte incorreto?”

Com esta indagação, Plastivida, INP e Abief colocam no ar, na semana de 4 a 8 de julho, o segundo spot da campanha de rádio idealizada para valorizar as sacolas plásticas e esclarecer os consumidores sobre o equívoco cometido por aqueles que buscam acabar com sua disponibilização pelo varejo.

Nesta semana, a campanha convida o ouvinte a exigir do supermercado a sacolinha com o Selo de Qualidade do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que mostra o peso que ela pode suportar, evitando assim o seu uso em duplicidade.

 

Fonte: Plastivida

Plastivida, Abief e INP promovem campanha de rádio para valorização de sacolas plásticas.

28/06/2011

Mensagens serão transmitidas para as principais capitais do país.

A partir de 27 de junho, Plastivida, INP e Abief colocarão no ar uma campanha de rádio para valorizar as sacolas plásticas e esclarecer os consumidores sobre o equívoco cometido por aqueles que buscam acabar com sua disponibilização pelo varejo.

Serão quatro spots no período de um mês veiculados diariamente, sendo um diferente a cada semana. A veiculação ocorrerá de 27 de junho a 26 de julho.

As mensagens abordarão a importância do uso, reuso e reciclagem das sacolinhas; a atuação da indústria na fabricação de sacolas dentro da norma técnica e na articulação com o varejo e os consumidores por meio do Programa de Qualidade e Consumo Responsável; a sustentabilidade das sacolas comprovada por estudo da Agência Ambiental do Governo Britânico; e o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada a suas necessidades.

A veiculação, em spots com duração de 30 segundos, será feita nas seguintes rádios:

  • Band News FM – 88 inserções.
  • Bandeirantes AM/FM São Paulo – 52 inserções.
  • CBN FM (Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife) – 47 inserções em cada praça.

Ouça abaixo a mensagem desta semana no YouTube:

Fonte: Plastivida

Entidades ligadas à indústria do plástico se posicionam contra proibição de sacolas plásticas pela Câmara Municipal de São Paulo.

19/05/2011

Posicionamento frente ao PL, aprovado pela Câmara de São Paulo, que visa o banimento de sacolas plásticas no município

• No dia 17 de maio, a Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 496/2007, que dispõe sobre a proibição da distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas aos consumidores em todos os estabelecimentos comerciais da capital. O PL define que os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis, confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.

• São Paulo é o maior centro consumidor do país e sofrerá com a penalização: perda de movimentação no comércio, empregos em risco na cadeia produtiva, além da penalização da população em si e do meio ambiente.

• As sacolas plásticas são apontadas incorretamente como sendo causadoras de impacto ambiental, quando na verdade o problema não reside nelas e sim no desperdício, no descarte incorreto e na falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo.

• Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis. Pesquisa do Ibope confirma que 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo.

• Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações. A sacola plástica é reutilizada pelo consumidor para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa higiene, economia e atitude ambientalmente responsável. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo, o que irá gerar custo adicional às famílias.

• Ambientalmente, as sacolas plásticas são comprovadamente as mais amigáveis. Estudo encomendado pelo governo britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas mostrou que a sacolinha de plástico tem melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias avaliadas. Outro importante dado é que ela apresenta a menor geração de CO2 em seu processo produtivo, além de consumir menor quantidade de matéria-prima frente às outras opções.

• Com isso em vista, acreditamos que o combate ao desperdício a partir da educação: conscientização sobre o uso correto, reutilização e descarte responsável das sacolas plásticas é o caminho adequado.

• Defendemos que as sacolas plásticas sejam utilizadas sim, porém fabricadas com a qualidade exigida pela Norma Técnica ABNT NBR-14937. Isso porque as sacolas mais resistentes inibem a prática de se colocar uma sacola dentro da outra para transportar produtos mais pesados ou utilizar somente a metade de sua capacidade, além, de poderem ser usadas mais vezes, mesmo para as compras em supermercados.

• Essas sacolas mais resistentes são a base do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), para envolver indústria, varejo e população na questão da melhoria na qualidade das sacolas e nas boas práticas de uso e descarte dessas embalagens.

• Com uma sacola dentro da norma e com a educação da população para o uso e descarte adequados dessas embalagens o desperdício é combatido. O consumidor pode levar sua sacola plástica mais de uma vez ao supermercado, depois disso dar a ela outras finalidades (embalar alimentos, carregas produtos molhados na bolsa, recolher as fezes de animais domésticos ou mesmo usar como saco de lixo)

• Presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), o Programa traz resultado notório: 4 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas de 2007 a 2010. Mesmo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) reconhece o esforço como inovador, consistente e equilibrado. O Programa segue em 2011 com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

• Na capital paulista, as redes de varejo signatárias do Programa, como o Pão de Açúcar, por meio da educação do consumidor, já reduziram significativamente o desperdício, graças a distribuição de sacolas dentro de normas e do trabalho de educação do consumidor.

• As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

O Banimento é um caminho ou uma falta de visão sistêmica?

• Perguntamos: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

• Na sociedade contemporânea, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos temos direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

• A sacola plástica é 100% reciclável e, quando feita dentro de norma, mais resistente, pode e deve ser reutilizada – até mesmo para novas compras em supermercado – sem onerar o consumidor. Hoje, o Brasil conta com uma indústria de reciclagem de plásticos ociosa em mais de 30% uma vez que o país não conta com processos de coleta seletiva adequados para que menos materiais que podem ser reutilizados acabem nos lixões e aterros.

• Acreditamos que a população não pode ser penalizada – seja com cobranças extras, com a geração de novas despesas com sacos de lixo, ou mesmo com a perda e empregos na cadeia produtiva das sacolas plásticas (que hoje garante em São Paulo cerca de 6 mil empregos diretos).

• A saída está na educação e na responsabilidade compartilhada – indústria, varejo, população e governo fazendo sua parte para adequar a questão do consumo e do descarte.

Fonte:  ABIEF

Operação Reciclar na Brasilplast destaca aspectos sócio-ambientais do Plástico.

09/05/2011

Uma equipe de cooperados da Associação Reciclázaro será encarregada de fazer a coleta de plástico produzido pelas empresas parceiras expositoras da BRASILPLAST (13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico). A Associação é uma das apoiadoras da Operação Reciclar, iniciativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado com apoio  da Plastivida. Cerca de dez colaboradores da Cooperativa Recicla Butantã, projeto da Associação Reciclázaro, se encarregarão da  coleta nos estandes e transporte do material até o espaço da Operação Reciclar, na entrada do Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Os materiais serão separados por tipo de matéria prima plástica, em seguida serão triturados para o processamento em forma de grãos, sendo então soprados ou injetados. A unidade de demonstração possibilitará ao visitante da Brasilplast conhecer ao vivo o processo c ompleto de reciclagem e fabricação de novos produtos à partir de plástico reciclado. Serão usadas máquinas de reciclagem da Wortex, de injeção da ROMI e de sopro da Pavan Zanetti.

Além da questão ambiental, o principal objetivo desta ação é a valorização humana, com a geração de renda e inclusão social dentro do próprio evento”, afirma Marcos Moreira Vaz, coordenador de comunicação da Reciclázaro.

Além da participação da Associação Reciclázaro, a Operação Reciclar conta com o apoio e patrocínio de outras cinco entidades: Abiquim, Plastivida, Abiplast, Abimaq e Siresp, além de 10 empresas: Ampacet, Braskem, Fortymil, Hece, Pavan Zanetti, Radici, Romi, Sun Chemical, Stäubli e Wortex, que contribuirão com a doação de 100% de seus materiais produzidos durante a feira.

Fonte: Brasilplast

Foto (crédito): Getty Images

OPERAÇÃO RECICLAR reprocessará material plástico coletado durante a Brasilplast

05/05/2011

Maior feira da América Latina da indústria do plástico, BRASILPLAST terá um “reciclometro” para medir a quantidade de material reciclado

Uma equipe de reforço foi convocada para fazer a coleta de todo o material processado pelos 1390 expositores da BRASILPLAST 2011, que será destinado para reciclagem. Batizada de Operação Reciclar, a ação é uma iniciativa da Reed Exhibitions Al-cantara Machado e conta com a coordenação da Plastivida, que tem concentrado esforços no  desenvolvimento de estudos e práticas socioambientais sobre os benefícios da reciclagem dos plásticos. No Brasil, o maior mercado é o da reciclagem primária, que consiste na regeneração de um único tipo de resina separadamente. Este tipo de reciclagem absorve 5% do plástico consumido no país e é geralmente associada à produção industrial (pré-consumo).

Em uma área de 204 metros quadrados, localizada na entrada do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes poderão acompanhar, de 9 a 13 de maio, algumas atividades e obter mais informações sobre o processo de reciclagem, produtos diferenciados feitos a partir de plástico reciclado, o lado humano da reciclagem e mecanismos para desenvolvimento da qualidade e consumo responsável. Um “reciclometro” irá mostrar em tempo real tudo que é reciclado durante a Feira.

Fonte:  Reed Alcântara Machado

Wortex apresentará na Brasilplast sistema de reciclagem com dupla degasagem.

05/05/2011

Em 2010, a produção de lixo no Brasil chegou a 195 mil toneladas de resíduos sólidos por dia. Se comparado a 2009 que produziu 182.728 toneladas houve, no ano passado, um aumento de 6,8% na geração de lixo. Os dados são do “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2010”, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Mas o que fazer com todo esse material, que, muitas vezes, não é reciclado, e acaba indo para lixões a céu aberto?

Em um lançamento inédito no Brasil, a Wortex desenvolveu um sistema que torna a reciclagem do plástico mais eficaz. A empresa lançará, durante a 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico (BRASILPLAST), a linha Challenger Recycler dupla degasagem. A máquina é capaz de reciclar plásticos de diversas densidades, sem a necessidade de aglutinar, que já foram utilizados para embalar, armazenar ou proteger materiais e alimentos. A linha retira os gases provocados pela pigmentação e tintas aplicadas no produto e prepara o material para ser reutilizado.

 O grande diferencial da linha está no sistema de degasagem, ou retirada de gases. No processo para reciclar os materiais plásticos, há geração de gases, que se não forem extraídos com rapidez, podem contaminar o material e inutilizá-lo. Com a dupla degasagem o equipamento também remove a umidade gerada no processo.

A Wortex também terá em exposição no espaço da Operação Reciclar, a Linha Challenger Compounder modelo WEX-105-38D dupla degasagem, que, como a Challenger Recycler, remove gases e umidades dos produtos de plástico. O diferencial do aparelho é que ele é capaz de reciclar materiais mais densos, como garrafas, frascos, entre outros.

A Operação Reciclar é uma iniciativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado e conta com a coordenação da Plastivida. Em uma área de 204 metros quadrados, localizada na entrada do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes poderão acompanhar, de 9 a 13 de maio, algumas atividades e obter mais informações sobre o processo de reciclagem, produtos diferenciados feitos a partir de plástico reciclado, o lado humano da reciclagem e mecanismos para desenvolvimento da qualidade e consumo responsável.As máquinas estarão em funcionamento, durante todos os dias da feira, no estande da Wortex e da Operação Reciclar.

Fonte: Wortex / Reed Alcântara Machado

Plastivida questiona medida contra as sacolas plásticas, pede diálogo ao governo paulista e alerta que consumidor será penalizado.

02/05/2011

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos afirma ter se surpreendido com  a notícia sobre o posicionamento do Governo de São Paulo e da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que anunciaram um acordo com vistas ao banimento de sacolas plásticas no Estado até o final do ano. Segundo o anúncio, cada nova sacola seria cobrada do consumidor a R$ 0,19.

Há poucos dias, no entanto, o Governo do Estado havia anunciado a constituição de um Grupo de Trabalho para em 45 dias anunciar medidas em relação às sacolas plásticas. O anúncio falava em ouvir todos os setores envolvidos, inclusive a indústria, o que não aconteceu.

A preocupação da Plastivida, que representa a cadeia produtiva dos plásticos até seu descarte no pós-consumo, é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que preservam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha de cada um.

A Plastivida deseja apresentar ao Secretário Bruno Covas o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado e que pode proporcionar uma redução do consumo de pelo menos 30% do volume total de sacolas. Já há resultados concretos neste sentido, que levaram à redução de 4 bilhões de sacolas desde que o Programa foi implementado em 2007 até hoje. Este Programa, inclusive, foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.

Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), e segue com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

É necessário equilíbrio ao tratar das questões ambientais

A Plastivida reforça que as ações de preservação ambiental devem ser equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízos ao consumidor.  A população utiliza a sacola plástica para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo? Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O estudo verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções. Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacola de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação.

Pergunta-se: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

O banimento de qualquer produto, seja ele uma sacola plástica ou outro qualquer, não é a solução. Na sociedade contemporânea, que consome livremente, não apenas as sacolas, mas também a água, combustíveis, etc, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos tem direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

A Plastivida acredita que a responsabilidade compartilhada por todos (indústria, população, varejo e governo) aliada à educação, consumo responsável e descarte adequado é a solução para que a população seja beneficiada, assim como o meio ambiente. A solução adotada pelo Estado de São Paulo vai na contramão do equilíbrio das soluções verdadeiramente sustentáveis e a Plastivida quer dialogar com o Governo de São Paulo, no sentido de contribuir para que as soluções definidas sejam realmente amigas do meio ambiente – e, também, do consumidor.

Fonte: Plastivida