Posts Tagged ‘Plástico’

Total Corbion dá partida em sua planta de PLA na Tailândia

21/12/2018

A Total Corbion PLA, uma joint venture 50/50 entre a Total e a Corbion, anunciou a entrada em operação de sua fábrica de bioplásticos PLA (Ácido Polilático) de 75.000 toneladas por ano em Rayong, Tailândia (foto). A planta já produziu com sucesso as resinas Luminy® PLA, plástico de base biológica e biodegradável.

A Total Corbion explica que as novas instalações irão produzir uma ampla gama de resinas Luminy® PLA a partir de cana-de-acúcar renovável, não geneticamente modificada, adquirida localmente na Tailândia. A gama de resinas compreenderá desde o PLA padrão até o PLA e PDLA de alta temperatura. Os produtos poderão atender às necessidades dos clientes em uma variedade de mercados, tais como embalagens, bens de consumo, impressão 3D, fibras e no mercado automotivo, e são otimizados para processos de extrusão, termoformagem, moldagem por injeção e fiação de fibra.

No final da sua vida útil, os produtos de PLA podem ser mecanicamente ou quimicamente reciclados ou, em alguns casos, compostados e devolvidos ao solo como fertilizante.

A Total Corbion PLA se beneficiará da integração com sua planta de Lactide, necessário para a produção de PLA, que foi simultaneamente expandida para 100.000 toneladas por ano de capacidade de produção. Além disso, a planta piloto de PLA de 1.000 toneladas por ano, que está em operação desde o final de 2017, está localizada no mesmo local e será usada para desenvolvimento de produtos.

A partida da planta é um marco importante para a joint venture e o mercado de bioplásticos. Com essa unidade adicional de 75.000 toneladas por ano, a produção global de bioplásticos de PLA aumentará em quase 50%, para 240.000 toneladas por ano. O PLA corresponde a um mercado de polímeros de crescimento rápido com uma taxa de crescimento anual estimada de 10% a 15%.

“A partida desta fábrica de última geração estabelece a Total Corbion PLA como uma produtora de bioplásticos de PLA de escala mundial, idealmente localizada para atender mercados expansão desde a região da Ásia-Pacífico até a Europa e as Américas”, diz Stephane Dion, CEO da empresa. “O aumento subsequente na capacidade global de PLA permitirá que fabricantes e proprietários de marcas se movam na direção da economia circular e produzam produtos de base biológica com pegadas de carbono mais baixas e opções de fim de vida múltiplas.”

“Estou muito satisfeito que a joint venture tenha dado partida na segunda maior fábrica de bioplásticos de PLA do mundo. Essa conquista está totalmente alinhada à nossa estratégia de expansão em petroquímicos e, ao mesmo tempo, de inovar em soluções de baixo carbono. Os bioplásticos são um ótimo complemento para os nossos produtos petroquímicos mais tradicionais, atendendo à crescente demanda por polímeros ao mesmo tempo em que contribuem para reduzir as preocupações com o fim da vida ”, afirma Bernard Pinatel, Presidente de Refinação e Produtos Químicos da Total.

A Corbion, que fornece o ácido láctico à planta, está feliz com a notícia: “O sucesso da partida desta planta de PLA de última geração é o resultado de um impressionante trabalho de uma equipe de muitos. Esta é uma boa notícia para os consumidores e produtores que querem fazer uma escolha consciente para melhorar sua pegada de carbono e fazer sua contribuição para uma economia circular. Um mundo de oportunidades de inovação e negócios se abriu”, afirma Tjerk de Ruiter, CEO da Corbion.

Fonte: Total Corbion

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PICPlast leva experiência interativa para a Interplast

17/08/2018

Visitantes da feira podem participar da Promoção Plástico Premiado, ação que estimula o conhecimento sobre a indústria da transformação.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, reforça sua participação na Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que está acontecendo em Joinville, Santa Catarina, até hoje, dia 17/08. A iniciativa leva para o evento a ativação da Promoção Plástico Premiado, ação que está em sua segunda edição e estimula o setor a testar seus conhecimentos concorrendo a prêmios.

Três totens estão instalados no pavilhão da feira com acesso diretamente à tela inicial do Quiz, onde é possível responder às questões. Os colaboradores da indústria que participarem da ação na Feira, além de concorrerem a um smartphone, também ganharão um brinde exclusivo do Movimento Plástico Transforma.

A Promoção Plástico Premiado é uma realização do Movimento Plástico Transforma – ação pertencente ao PICPLast – e é voltada para as indústrias de transformação e reciclagem do plástico. O objetivo da ativação é levar, de forma didática, informações aos colaboradores do setor como forma de torná-los embaixadores desse versátil material.

Para concorrer aos 50 smartphones Galaxy S8 Edge, os participantes devem acertar, no mínimo 10 das 15 questões propostas. Quem não estiver na Feira mas quiser participar da Promoção basta acessar: www.plasticotransforma.com.br/plasticopremiado

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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Thyssenkrupp desenvolve processo próprio de produção do bioplástico PLA e constrói primeira planta na China

09/01/2017

thyssenkrupp

Para reduzir a dependência de plásticos derivados de petróleo, a Thyssenkrupp desenvolveu o seu próprio processo de fabricação para o bioplástico PLA – Ácido Polilático. Agora, a empresa está construindo em Changchun, na China, a primeira planta comercial baseada em sua tecnologia patenteada de nome PLAneo®. O cliente é a COFCO Corporation, um fornecedor líder de produtos agrícolas que oferece uma ampla gama de produtos alimentícios e serviços. Uma vez concluída, a nova fábrica produzirá cerca de 10.000 toneladas de PLA por ano. O comissionamento está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

O Ácido Polilático (PLA) é um plástico 100% derivado de fontes biológicas e também compostável, sendo adequado, entre outras fins, para a produção de materiais de embalagem, filmes e plásticos de engenharia, podendo, portanto, substituir polímeros derivados de petróleo em muitas áreas. A matéria-prima para a produção do PLA é o ácido lático, que é produzido a partir de recursos renováveis, como açúcar, amido ou celulose. O ácido polilático é, portanto, tanto bio-baseado como bio-degradável.

Ao desenvolver a tecnologia PLAneo®, a Uhde Inventa-Fischer, uma subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, aproveitou a experiência adquirida com a construção de mais de 400 fábricas de polimerização e uma vasta experiência no scale-up de novas tecnologias. Segundo a Thyssenkrupp, a tecnologia PLAneo® converte o ácido láctico em PLA de uma forma particularmente eficiente e amigável aos recursos. Outra vantagem é a possibilidade de sua transferência para plantas de grande porte com capacidade de até 300 toneladas por dia (100.000 t/ano). Graças à sua grande flexibilidade, o processo permite a produção de tipos de PLA sob medida com diferentes graus de cristalinidade e viscosidade para uma variedade de aplicações, afirma a Thyssenkrupp.

Sami Pelkonen, CEO da Unidade de Negócio de Eletrólise & Tecnologia de Polímeros da Thyssenkrupp Soluções Industriais afirmou: “Com a nossa tecnologia, queremos ajudar a consolidar os bioplásticos no mercado. Eles reduzem o uso de matérias-primas fósseis e diminui significativamente as emissões de CO2. Com isso, nós habilitamos nossos clientes a produzir bioplásticos de alta qualidade com propriedades sob medida – e a um preço cada vez mais competitivo em relação aos plásticos petroquímicos convencionais”. A Thyssenkrupp está fornecendo engenharia básica e de detalhamento, componentes-chave da planta e supervisão de montagem e comissionamento para a nova planta de PLA.

A área de negócios de Soluções Industriais da Thyssenkrupp atua no segmento de engenharia, construção e manutenção de instalações e sistemas industriais. Com base em mais de 200 anos de experiência, a empresa fornece plantas turnkey sob medida para clientes industriais, químicos, fertilizantes, cimentos, mineração e siderurgia. É parceiro de sistemas para os setores automotivo, aeroespacial e naval e conta com cerca de 19.000 funcionários em mais de 70 sites ao redor do mundo.

A Uhde Inventa-Fischer, subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, é uma empresa de engenharia localizada em Berlim, Alemanha, e Domat/ Ems, na Suíça. Seu escopo de serviços inclui o desenvolvimento, engenharia e construção de plantas industriais para a produção de poliésteres, poliamidas e ácido polilático.

Fonte – Thyssenkrupp

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DSM Dyneema anuncia novo acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat

04/12/2013

Luvas Promat serão fabricadas com Dyneema® para uma resistência superior a cortes, conforto e eficiência de custos

promatA DSM Dyneema LLC (DSM Dyneema), fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular), comercializada como Dyneema®, e líder mundial em materiais de cuidados pessoais e fibras de alto desempenho, anunciou um acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat, produtora líder de luvas de proteção com sede em São Paulo. A Promat é a primeira empresa brasileira de fabricação de luvas do mercado a tornar-se parceira licenciada da DSM Dyneema. O acordo permite a Promat comercializar seus produtos usando a marca comercial Dyneema®. A Promat fabrica luvas que protegem os trabalhadores do setor de construção civil, automotivo, metalúrgico, químico, de máquinas e equipamentos, alimentício e de ciências da vida.

“Estamos muito satisfeitos de ter uma parceria com a DSM Dyneema para fornecer, sob a marca comercial Dyneema, o conforto e desempenho inigualáveis da fibra Dyneema® no mercado brasileiro”, disse Márcio Ribeiro Leal, diretor-geral da Promat. “Essa fibra excepcional melhora a qualidade, a durabilidade e o valor global das nossas luvas, ajudando-nos a satisfazer as necessidades de nossos clientes e a nos destacarmos da concorrência. Esta parceria também vai nos ajudar a criar produtos novos e inovadores que possam ajudar os nossos clientes a melhorar a segurança dos trabalhadores”, completa Márcio Leal.

Há mais de 20 anos que luvas resistentes a cortes fabricadas com a fibra Dyneema® têm sido usadas com sucesso em aplicações tais como processamento de alimentos, manuseio de folhas de metal e peças estampadas e na fabricação de vidro. Segundo a empresa, além da excelente resistência ao corte, a fibra Dyneema® fornece uma sensação de frescor, destreza elevada e toque macio para um maior conforto, incentivando os trabalhadores a usar as luvas consistentemente. Afirma a DSM Dyneema que a fibra proporciona excelente resistência à abrasão e desempenho consistente ao longo do tempo, aumentando sua vida útil, de forma que as luvas feitas com Dyneema proporcionam uma elevada eficiência de custos.

“Damos as boas-vindas à Promat como um valioso parceiro de licenciamento”, afirmou Olivier Boubeaud, diretor do segmento global, Têxteis de Proteção Elevada, DSM Dyneema. “Juntos, vamos estender os benefícios das luvas de alto desempenho resistentes a cortes a mais trabalhadores brasileiros, fortalecendo ao mesmo tempo a liderança de ambos no mercado e os esforços de colaboração para desenvolver produtos de próxima geração usando nossa fibra Dyneema®. Esta nova parceria está associada diretamente com nossa estratégia de crescimento global para expandir a nossa presença na América Latina e reforça nosso compromisso com nossos clientes da região através de uma das tecnologias de materiais mais resistente e avançada do mundo”, complementa Olivier Boubeaud.

O programa de licenciamento da marca comercial estabelece padrões elevados para luvas resistentes a abrasão e cortes. Um protótipo é testado independentemente e, se estiver em conformidade, as luvas podem ser comercializadas com Dyneema®. Os parceiros licenciados da DSM Dyneema incluem somente empresas qualificadas e autorizadas a exibir o logotipo e a marca Dyneema®.

A DSM Dyneema é a inventora e fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular) comercializada como Dyneema®. A empresa afirma que a fibra Dyneema® oferece máxima resistência combinada com um peso mínimo, é até 15 vezes mais resistente que o aço de qualidade e até 40% mais resistente do que fibras de aramida, ambos com base na comparação do peso. Segundo a DSM Dyneema, a fibra Dyneema® flutua na água e é extremamente durável e resistente a umidade, raios UV e produtos químicos, possuindo aplicações quase ilimitadas. Dyneema® é um componente importante em cordas, cabos e redes para as indústrias de pesca, naval e offshore. A fibra Dyneema® também usada em luvas de segurança para a indústria metalúrgica e em fios finos para aplicações em equipamentos esportivos e no setor médico. Além disso, a fibra Dyneema® também é usada em coletes à prova de balas para a polícia e veículos militares.

A fibra UHMWPE da DSM Dyneema é produzida em Heerlen (Holanda) e em Greenville, Carolina do Norte (E.U.A.). A DSM Dyneema é também uma parceira em um empreendimento conjunto de fabricação de HMPE (High Modulus Polyethylene) no Japão.

Fonte: DSM Dyneema

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Bayer MaterialScience apresenta soluções sustentáveis durante a feira Feiplar Composites & Feipur 2012

18/11/2012

Durante o evento, a empresa também comemorou o 75º aniversário do Poliuretano

Sempre focalizada em oferecer ao mercado soluções ligadas à Sustentabilidade, a Bayer MaterialScience levou à Feiplar Composites & Feipur 2012 suas iniciativas voltadas à preservação do meio ambiente. Durante a feira, que aconteceu entre 6 e 8 de novembro, no Expo Center Norte (SP), a multinacional alemã apresentou produtos como o Baytherm® Microcell e o RIM Bayflex® Lightweight, além de seus esforços para a produção “verde” de poliuretanos – projeto que recebeu o adequado nome de “Produção dos Sonhos”.

Um dos destaques da Bayer MaterialScience no evento, o Baytherm® Microcell é um sistema de poliuretano para a produção de espuma rígida usada como isolante térmico em refrigeradores. A novidade pode ser processada utilizando as tecnologias já existentes e cumpre as demandas do mercado por maior eficiência energética.

A espuma obtida com o Baytherm® Microcell possui células 40% menores que as soluções convencionais, o que resulta na redução na condutividade térmica em até 10%. A solução pode beneficiar não somente os consumidores finais por conta da economia de energia, mas também aumentar a produtividade dos fabricantes de refrigeradores e reduzir o custo por unidade devido à sua excelente capacidade de desmoldagem e fluidez.

Já o novo sistema de poliuretano RIM Bayflex® Lightweight é processado utilizando a tecnologia PU RRIM possibilitando a redução em até 30% o peso das peças externas dos veículos. Com uma densidade de apenas 0,9kg por litro, o material é mais leve que a água e sua utilização permite uma redução considerável no consumo de combustível e nas emissões de CO². Além dos automóveis, o RIM Bayflex® Lightweight também pode ser aplicado em peças para caminhões, ônibus, trens, aviões e navios.

Outro destaque foi a “Produção dos Sonhos”, projeto que utiliza o dióxido de carbono (CO2) como matéria-prima para a produção de poliuretanos e dá finalidade para o resíduo que é um dos principais causadores do efeito estufa. Em cooperação com parceiros da indústria e do meio acadêmico, a empresa desenvolveu um método de utilização do CO2 para o processo de síntese e para a sua incorporação na espinha dorsal do polímero. Isto resulta nos polióis policarbonatos poliéteres que a empresa agora também desenvolveu para o uso em produtos de espuma flexível, como colchões. O uso do dióxido de carbono como matéria-prima abre novas possibilidades para a redução do uso de petróleo e seus derivados.

Poliuretano: 75 anos de inovação

O 75º aniversário da invenção do Poliuretano, uma das criações mais inovadoras do século XX, também será lembrado pela Bayer MaterialScience em seu estande. Durante os três dias da feira, os visitantes que passarem pelo espaço da empresa conhecerão um pouco mais sobre a história do Poliuretano e suas aplicações no mundo moderno.

Sobre a Bayer MaterialScience

Com vendas de 10,8 bilhões de Euros em 2011, a Bayer MaterialScience está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônicos, construção e as indústrias de lazer e esportes. No final de 2011, a Bayer MaterialScience tinha 30 fábricas, reunindo 14.800 colaboradores em todo o mundo. A Bayer MaterialScience é uma divisão de negócios do Grupo Bayer.

Fonte: Jeffrey Group / Bayer Material Science

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Novas resinas automotivas da Braskem chegam ao mercado

15/10/2012

Novo polietileno é destinado para produção de tanques de combustível

 Atenta às tendências e necessidades de seus clientes, a Braskem desenvolveu novas resinas para o setor automotivo. O aprimoramento de seu portfólio tem como objetivo ampliar a oferta de produtos de alta qualidade e que estão em linha com o mercado internacional. Os novos grades de polietileno que acabam de chegar aos clientes são destinados à aplicação em sistemas de armazenamento de combustíveis. A novidade fica por conta das resinas HS4506 e HS4506A.

“O uso de polietileno na produção de tanques de combustível possibilita aliar alta segurança, redução de peso e maior grau de liberdade no design em relação ao de metal, o que possibilita um melhor aproveitamento do espaço disponível no veículo para a instalação dos tanques. Atualmente, 67% dos tanques automotivos já são produzidos com polietileno no Brasil”, destaca Claudia Arruda, diretora comercial da Braskem.

Nos novos grades da Braskem, a combinação única de processo produtivo, catalisador e comonômeros utilizados permitiu alcançar um produto com estrutura molecular distinta dos encontrados atualmente. Como resultado, as novas resinas possuem melhor processabilidade, resistência química e à corrosão, peso reduzido, durabilidade, melhor compatibilidade com outras resinas e baixa condutividade térmica.

A resina HS4506 foi desenvolvida para produção de tanques de combustível automotivos, bem como para fabricação de tubos de enchimento e de reservatórios de partida a frio. Também é indicada para produção de tanques fluoretados e coextrudados.

Já a resina HS4506A é especialmente aditivada para garantir maior resistência à radiação ultravioleta e às intempéries. A resina é destinada à produção de tanques de combustível para caminhões e para o segmento de reposição automotiva. Um dos seus destaques é aparência homogênea, ideal para tanques aparentes, como no caso dos caminhões.

Fonte: Braskem

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Grandes empresas da indústria do plástico confirmam presença na Feiplastic 2013

04/10/2012

Grandes marcas da indústria plástica nacional e internacional já confirmaram presença na FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 20 a 24 de maio do próximo ano, em São Paulo. A lista é formada por empresas importantes da cadeia produtiva, como Basf, Bayer, Braskem, Deb’ Maq, Dow, Dupont, Romi, Rhodia Poliamidas, Furnax, SEW, Sumitomo, Tupahue, Villares Metals e Wortex, Arkema, BY, entre outros. A Feira, que ocupará 85 mil m² do Pavilhão de Exposições do Anhembi, deve reunir 1.400 marcas expositoras e público estimado de 70 mil visitantes, entre fabricantes, técnicos, engenheiros, profissionais do setor e transformadores de produtos plásticos.

A nova concepção da Feira, organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, traz a credibilidade e tradição de mais de 20 anos, agora com um grande enfoque internacional e novos pilares como Negócios, Sustenbilidade e Tecnologia. Novidades, soluções e tendências em produtos, serviços e equipamentos serão apresentados por empresas dos setores de matérias-primas; máquinas, equipamentos e acessórios; moldes e ferramentas; transformadores e resinas sintéticas. O evento também oferecerá outras plataformas de intercâmbio comercial como Rodadas de Negócio, Club Premium e e-business e ferramentas de divulgação on line.

Segundo Liliane Bortoluci, diretora de feiras da empresa, a FEIPLASTIC “deve estimular ainda mais a geração de negócios e oportunidades para o crescimento do setor, reunindo marcas importantes, profissionais de diversas áreas e compradores qualificados.” As principais entidades setoriais, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e o Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp), apoiam o novo formato do evento.

Fonte: Feiplastic

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Solvay aumenta em 70% a sua capacidade de produção de especialidades poliméricas na Índia

19/09/2012

Aceitação de mercado e demanda são movidos por qualidade e alto desempenho

A Solvay anunciou um aumento de 70% na capacidade de sua planta em Panoli, na Índia, para a produção de seus polímeros de alto desempenho KetaSpire poliéter-éter-cetona (PEEK) ® e AvaSpire ® poliaril-éter-cetona (PAEK). Panoli é a maior fábrica da Solvay mundial para esses dois inovadores polímeros de ultra-desempenho que se situam no topo da pirâmide de desempenho dos plásticos. Quase metade deste aumento de capacidade já foi implementado e colocado em operação com sucesso. A segunda fase do projeto será concluída em meados de 2013 e irá permitir que a planta continue a satisfazer o crescimento da demanda.

O altíssimo desempenho do KetaSpire poliéter-éter-cetona (PEEK) ® e do AvaSpire ® poliaril-éter-cetona (PAEK), juntamente com as suas facilidades de processamento, oferecem um valor substancial para engenheiros de projeto. Os produtos são usados em uma ampla gama de aplicações de várias indústrias, incluindo a aeronáutica, automotiva (por exemplo, componentes mecânicos em automóveis), saúde (equipamentos médicos e dispositivos médicos reutilizáveis), eletrônicos, exploração e produção de óleo & gás e indústrias de processo tais como a fabricação de semicondutores (teste de chips e de processamento de wafer).

“A Solvay está satisfeita com o crescimento de sua linha de materiais policetona e nós estamos muito entusiasmados em adicionar capacidade para este negócio que nós lançamos apenas alguns anos atrás”, comentou Augusto Di Donfrancesco, Gerente Geral da Unidade Global de Negócios de Polímeros Especiais. “Nosso foco desde o início foi o de oferecer produtos com alta qualidade e desempenho consistentes e nós acreditamos que isto tem sido um fator-chave para a rápida aceitação no mercado de nossas resinas KetaSpire ® PEEK. Com a AvaSpire ® PAEK, nós estamos impressionados com a forma como engenheiros de design inovadores estão tirando proveito das dimensões de desempenho inteiramente novas oferecidas por esses materiais “, acrescentou Chris Wilson, vice-presidente para o negócio de Polímeros Spire Ultra.

Com este investimento, o Grupo Solvay atinge um novo patamar para galgar seu obejtivo de dobrar suas vendas na Índia até 2015. Na semana passada, a Solvay anunciou que está adquirindo uma participação controladora na Sunshield Chemicals, uma empresa indiana especializada em surfactantes, e alguns meses atrás, a empresa abriu um centro de inovação importante em Savli (Estado de Gujarat). O Grupo Solvay vem fazendo negócios na Índia desde 2000, por meio das atividades da Novecare, Plásticos de Engenharia e Especialidades Poliméricas. Com sete sites de produção e cerca de 900 funcionários, o Grupo Solvay gerou vendas líquidas de 180 milhões de euros na Índia em 2011.

Fonte: Solvay

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Paraná ganha Escola do Plástico do SENAI

19/08/2012

Professores Celso Prosdócio e Valdir da Silva, gerente do Senai Marcos Marcondes, Presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias e presidente da FIEP Edson Luiz Campagnolo

Com a finalidade de preparar profissionais para a indústria do plástico, o Senai, em parceria com o SIMPEP -Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná- inaugurou no dia 13 de agosto a Escola do Plástico, em São José dos Pinhais. Além de atender à demanda do setor, que sofre pela falta de mão de obra especializada, a escola será uma oportunidade aos jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho ou aos que buscam uma nova área de atuação.

A primeira turma, que iniciou no dia 13, está realizando o curso “Operador em Processos de Transformação de Plástico e Polímeros”, com carga horária de 160 horas.

Aline Alves, com apenas 25 anos, trabalha há dois meses na empresa Madeplast e conta que ficou surpresa com a oportunidade de especialização. “Nunca trabalhei em indústria antes e este curso é uma realização pessoal, porque acho que pode me ajudar a crescer na empresa”, afirma a jovem que promete continuar buscando o seu aprimoramento profissional nos cursos da escola.

Para a presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias, a escola também vai contribuir com o crescimento do setor no Paraná. “O nosso estado já foi líder nacional com relação ao volume de produção de plástico, mas hoje ocupamos a 4ª posição. Com esta escola, estaremos dando um grande passo rumo à liderança novamente”.

O setor de transformação do plástico conta com 950 empresas no Paraná e emprega 25 mil pessoas, sendo que metade das indústrias do estado estão concentradas em Curitiba e Região Metropolitana.

O presidente da FIEP, Edson Luiz Campagnolo, destacou o plástico como um material transversal, que se faz necessário em quase todos os tipos de indústria. “Utilizamos o plástico em quase tudo, até mesmo no zíper ou no botão de nossas roupas, por isso, vamos continuar estudando e aprimorando modelos de cursos para atender todas as necessidades deste setor”.

Fonte: WBC COMUNICAÇÃO – Simpep

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Feira Internacional do Plástico, com novo nome, ocorrerá em São Paulo em Maio de 2013.

11/07/2012

Com nova marca, a Feira Internacional do Plástico acontece em maio de 2013 e já movimenta o setor com a presença maciça de parceiros e entidades apoiadoras na noite de lançamento.

Uma trajetória de mais de duas décadas na organização da Feira Internacional do Plástico brasileira está prestes a ganhar um novo capítulo. Agora renovada, a FEIPLASTIC – FEIRA INTERNACIONAL DO PLÁSTICO já nasce como a principal feira no Brasil para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos do setor do plástico e geração de networking. Fortalecido, o evento tem a marca da organização Reed Exhibitions Alcantara Machado e o apoio das principais entidades do setor como a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e o Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp).

Durante o evento de lançamento, Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, destacou o trabalho da Abiplast, que propôs à promotora o desafio de renovar a feira. “Foram meses de trabalho e testes para definirmos o novo produto. Firmamos por mais 20 anos o contrato com a associação e agora temos o grande desafio de inovar e fazer do Brasil o melhor lugar de negócios para todos”, afirmou. Com investimentos na casa de R$ 5 milhões para ampliar a divulgação para o mercado sobre a nova marca, a Feiplastic será maior também em área física. A área de exposição dentro do Pavilhão de Exposições do Anhembi cresceu. Dos 78 mil m² de 2011, em 2013 o evento terá 85 mil m², abordando os mais variados e importantes setores da indústria do plástico, divididos nos pilares do evento: Negócios, Sustentabilidade e Tecnologia, nos quais se incluem empresas de Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos.

“São novos conceitos e propostas. O Brasil está cada vez mais forte na América Latina, abre portas para outros mercados, e a Feiplastic vem ao encontro dessa nova realidade”, disse José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast, ressaltando a importância da renovação. A indústria do plástico é o terceiro maior empregador industrial do Brasil. Só em São Paulo, ocupa a segunda colocação em número de empregos gerados – até o final de 2011, só no estado de São Paulo a indústria do plástico empregou cerca de 190 mil pessoas. Nacionalmente, mantém cerca de 380 mil empregos diretos e, indiretamente, cria emprego para 600 mil pessoas. Com a discussão da sustentabilidade, reciclagem e renovação cada vez mais em pauta, a FEIPLASTIC 2013 deve promover ainda mais a economia e tecnologia do setor, reunindo marcas importantes, profissionais de diversas áreas e partes do mundo e público comprador qualificado. Novidades e tendências em produtos, serviços e equipamentos estarão em um só lugar.

A expectativa para 2013 é de 1.400 marcas expositoras, entre nacionais e estrangeiras, com a presença de 70 mil visitantes/compradores. Para Renato Endres, diretor de Relações Institucionais da Abiquim, também presente à cerimônia de lançamento da Feiplastic, a cadeia do plástico é tão importante que merece uma feira como essa. Ele destacou ainda a representatividade do segmento de resinas termoplásticas e a iniciativa do governo federal em criar o Conselho de Competitividade para o setor químico, que trata de temas como o custo da matéria-prima, capacitação dos recursos humanos, ampliação dos centros de pesquisa e desenvolvimento e o aumento das energias renováveis.

Pelos corredores da nova edição da feira, empresários, engenheiros, técnicos e estudantes de áreas como automóveis, construção civil, embalagens, farmácia, alimentos e bebidas, utilidades domésticas, eletroeletrônica e agronegócios estarão no melhor local para atualização profissional, efetivação de bons negócios e troca de conhecimento. “O projeto Feiplastic é muito bem-vindo”, finalizou Carlos Padovan, vice-presidente da Abimaq, também durante a cerimônia. Segundo ele, a nova feira terá um papel importante como força agregadora do setor do plástico em prol de condições mais favoráveis à indústria brasileira.

Mais Informações:

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico 2013

Data: 20 a 24 de maio de 2013

Horário: Segunda a sexta das 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil

http://www.feiplastic.com.br

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Plástico Verde da Braskem será usado nos assentos do Amsterdam ArenA

11/11/2011

Acordo com petroquímica brasileira prevê fornecimento de matéria-prima para 2 mil bancos feitos de plástico de origem 100% renovável no estádio holandês

A Braskem, líder em produção de resinas termoplásticas nas Américas e maior produtora mundial de biopolímeros, fechou uma parceria com o Amsterdam ArenA e vai fornecer o seu Plástico Verde para a fabricação dos assentos do estádio multifuncional holandês. Já nos próximos meses serão instalados 2 mil bancos feitos com plástico de etanol da Braskem, em adição aos 52 mil existentes. Ao final dos próximos dois anos, todos os 54 mil assentos serão de plástico feito com matéria-prima 100% renovável e tecnologia brasileira. O anúncio está sendo feito nesta sexta-feira, dia em que a Holanda comemora nacionalmente o Dia da Sustentabilidade.

A instalação dos “sugar seats”, como estão sendo chamados os assentos, faz parte da estratégia de fazer do Amsterdam ArenA o cartão de visitas da capital mais sustentável do mundo. O estádio foi inaugurado em agosto de 1996 e passa por obras de melhoria na parte destinada ao público, sem prejuízo para os espetáculos como o amistoso de hoje entre as seleções de futebol da Holanda e Suíça. Toda a reforma é norteada por diretrizes de sustentabilidade. Em 2015, o estádio será ecologicamente neutro, sem qualquer emissão de gás carbônico.

A Braskem fabrica o Plástico Verde desde setembro de 2010, quando inaugurou em Triunfo (RS) a maior unidade industrial de eteno derivado de etanol do mundo, com capacidade de produção de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano. Ao contrário do plástico de origem fóssil, o Plástico Verde apresenta um balanço ambiental positivo: para cada tonelada produzida, são retirados até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera.

“A presença do Plástico Verde no Amsterdam ArenA está totalmente alinhada com a estratégia da Braskem de tornar-se líder global da química sustentável”, disse Marcelo Nunes, diretor de Negócios de Químicos Verdes da Braskem. “A parceria da Braskem com a Station Amsterdam se soma a outras já consolidadas nos últimos meses, que reuniram empresas empenhadas em iniciativas sustentáveis”, afirma.

 O projeto da fábrica de eteno verde, concebido com tecnologia própria da Braskem, teve investimentos de R$ 500 milhões. O produto tem importantes clientes no Brasil e no mundo, como Procter & Gamble, Nestlé, Toyota Tsusho, Natura, Tetra Pak, Danone e Chanel, entre outros.

 Fonte: Braskem

Chiang colocará em funcionamento na Plastech Brasil 2011 a maior máquina já exposta em feiras na América Latina.

12/08/2011

A Chiang Máquinas e Equipamentos, distribuidora exclusiva dos produtos Golden Eagle para o Brasil e demais países da América Latina, irá apresentar, na Plastech Brasil 2011, a maior máquina já exposta em feiras na América Latina. A injetora de termoplástico tem 16 metros de comprimento e 1,8 mil toneladas de fechamento, pesando 110 toneladas. A empresa caxiense atua na comercialização e importação de máquinas e equipamentos chineses, tendo como objetivo, fornecer soluções mecânicas para a indústria de transformação do plástico e alumínio.

A máquina já foi comercializada para a empresa de Caxias do Sul, a Plasmosul. A Chiang também irá apresentar seus demais produtos, que contam com a melhor integração tecnológica existente para injeção de termoplásticos com componentes reconhecidos mundialmente.

A terceira edição da Plastech Brasil acontece de 16 a 19 de agosto, no Complexo dos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul – RS. A feira é organizada e realizada pelo Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, e conta com apoio do Sinplast/RS – Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul, e do Simplavi – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos, de Bento Gonçalves.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PlastechBrasil 2011

Núcleo de Tecnologia do Plástico do SENAI Alagoas servirá de modelo para núcleo pernambucano

28/07/2011

Wander Lobo ressalta crescimento da CPQP em Alagoas

O Núcleo de Tecnologia do Plástico (NTPlás) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Alagoas (Senai/AL) vai servir de modelo para a implantação de uma unidade profissionalizante e prestadora de serviços para os setores da Química e do Plástico do Estado de Pernambuco.

 Na tarde de terça-feira (19), uma missão pernambucana formada por empresários, engenheiros e representantes do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itepe) veio à capital alagoana para conhecer o Núcleo instalado no Centro de Educação Profissional Napoleão Barbosa, unidade do Senai localizada no Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante, no Tabuleiro do Martins.

 Eles também conheceram os mecanismos de incentivos fiscais e outros atrativos que o Estado de Alagoas oferece para a consolidação da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico (CPQP). “É o segmento que mais cresceu no Estado. Só a duplicação da planta de PVC da Braskem, um investimento superior a R$ 1 bilhão, já revela o nosso dinamismo”, afirmou Wander Lobo, presidente do Sindicato da Indústria de Tintas e Plásticos de Alagoas (Sinplast/AL).

 Segundo o empresário, o nosso Estado dá um exemplo de governança, que ajudou a consolidar a CPQP por meio da atração de novas indústrias e da ampliação das já existentes. “Nós temos o Sindicato, a Federação das Indústrias, o Sistema S, grandes empresas e o governo alagoano agindo em sinergia. Como resultado, deixamos de ser produtores de uma commodity (PVC) e hoje fabricamos produtos de maior valor agregado”, explica.

 A cadeia produtiva alagoana conta com 55 empresas que geram, juntas, cerca de 5,5 mil empregos diretos. O NTPlás, além de oferecer serviços tecnológicos, capacita mão de obra para o setor. Inaugurado no dia 18 de outubro de 2010, o Núcleo já certificou 314 pessoas e outras 208 serão formadas até o final deste ano.

 O presidente do Sindicato das Indústrias de Materiais Plásticos do Estado de Pernambuco (Simpepe), Fernando Pinheiro, participou da Inauguração do Núcleo de Tecnologia de Plástico do Senai. Ele conta que o desejo de implantar uma unidade profissionalizante no Estado dele é antigo. Agora, com a verba garantida, a ideia é ver como funciona um núcleo que ele considera como “modelo” para adquirir experiência.

 PERNAMBUCO

 Em Pernambuco, o setor gera, aproximadamente, 22 mil empregos diretos e indiretos e conta com 489 empresas de diversos segmentos da indústria de transformação de plástico, das quais  292 empresas são formais e as demais informais.

 O setor consome cerca de 12 mil toneladas por mês de matéria-prima de polietileno (resina plástica) e, em 2010, faturou R$ 600 milhões, segundo informações do Simpepe. Com a primeira fábrica de embalagens fundada há 50 anos, Pernambuco é um dos estados pioneiros no ramo de transformação de plástico no País.

Fonte:  Senai -Alagoas