Posts Tagged ‘Plástico Reforçado’

Setor de compósitos faturou R$ 850 milhões no 1º trimestre

03/06/2014

Empresas representadas pela ALMACO produziram 53,7 mil toneladas no período

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 850 milhões no primeiro trimestre de 2014, alta de 11,2% em comparação a igual período do ano passado e 0,5% acima do resultado dos últimos três meses de 2013. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

De janeiro a março deste ano, foram produzidas no país 53,7 mil toneladas de compósitos, volume 8% superior ao registrado no primeiro trimestre de 2013, mas 1,2% abaixo do montante transformado entre outubro e dezembro passados.

“A redução notada agora é consequência da má fase vivida por praticamente todos os segmentos em que os moldadores de compósitos atuam, como transportes, implementos rodoviários, agronegócio e náutico. Os únicos mercados que estão se mantendo estáveis são o eólico e a construção civil”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Com uma fatia de 49%, a construção civil liderou em 2013 o ranking brasileiro dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (17%), corrosão (11%) e saneamento (6%), entre outros – total de 154.000 toneladas. Já a geração de energia eólica respondeu por 89% das 56.000 toneladas de compósitos de epóxi. Com 6%, o mercado de petróleo apareceu em segundo lugar.

Para 2014, a Maxiquim estima uma elevação de 5,1% na receita do setor representado pela ALMACO, totalizando R$ 3,415 bilhões. Em termos de produção, a expectativa é de 212 mil toneladas (+1,1%).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Para mais informações, acesse http://www.almaco.org.br

Fonte: SLEA / Almaco

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Bairro dos Compósitos movimentou R$ 26 milhões na Feicon

04/04/2014

Participação especial da ALMACO na Feicon possibilitou a venda de 611 casas de compósitos

       Almaco_Bairro_Compositos_FeiconA participação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) na Feicon Batimat, salão da construção civil promovido em São Paulo, na semana passada, gerou R$ 26 milhões em negócios.

 Ao longo dos cinco dias de feira, 611 casas de compósitos fabricadas pela paranaense MVC foram vendidas por R$ 17 milhões. Os R$ 9 milhões restantes referem-se às matérias-primas necessárias para construí-las, a exemplo de resinas, fibras de vidro, catalisadores e adesivos estruturais.

“A participação na Feicon superou totalmente as nossas expectativas e das empresas que nos ajudaram a criar esse novo marco na indústria dos compósitos. Trata-se de um evento dinâmico e objetivo, com uma diversificação de público bastante interessante. Acredito que todas as feiras setoriais deveriam ter esse mesmo foco na geração de negócios”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

O Bairro dos Compósitos contou com dezenas de itens comuns ao nosso dia a dia, como casa, escola, posto de saúde, ponto de ônibus, loja, área de lazer, caixa d´água, pia, banheira, portas e escadas. Todos produzidos por empresas brasileiras, caso da MVC, responsável pelo fornecimento da casa e da escola. Os sistemas construtivos adotados em ambas foram homologados, respectivamente, pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação.

“Toda a exposição foi baseada no material. Dos postes de energia, minigerador eólico e estação de tratamento de esgoto até as placas de trânsito e itens de decoração”, observa Lima, lembrando que as portas internas da casa e os pilares do pátio da escola foram produzidos com resíduos de materiais compósitos.

O Bairro dos Compósitos foi inspirado no conceito da bem-sucedida Compocity, minicidade construída pela ALMACO em 2012.

Construção civil lidera o consumo

As aplicações na construção civil responderam por quase a metade das 210.000 toneladas de compósitos fabricadas no Brasil em 2013. Ano passado, o setor representado pela ALMACO faturou R$ 3,250 bilhões, alta de 8,9% em comparação a 2012. Para este ano, a previsão é de crescimento de 11,5%, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo projetado de 216.000 toneladas (+2,9%).

Fonte: Almaco

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Arkema lança linha de termoplásticos líquidos que podem ser processados como compósitos de termofixos

18/03/2014

Arkema_liquid_thermoplasticsA Arkema está lançando sua primeira família de resinas termoplásticas líquidas sob a marca Elium ® , que é transformada usando-se os mesmos processos empregados na moldagem de compósitos termofixos. A empresa afirma que a nova tecnologia, que ganhou um prêmio em 2013 na feira JEC Composites, vem sendo usada por apresentar propriedades como leveza, reciclabilidade e custos reduzidos. As resinas Elium ® polimerizam-se rapidamente e podem ser usadas no projeto de peças estruturais, bem como de elementos estéticos, em uma série de aplicações nas indústrias automotivas, de transporte, de energia eólica, equipamentos esportivos e setor da construção.

Peças leves de compósitos

“O nome Elium é um símbolo que representa uma marca inovadora na comunidade de redução de peso do material. As resinas Elium são multifuncionais, leves e fáceis de usar na manufatura e alto desempenho”, diz o gerente do produto, Sébastien Taillemite . “Elas são baseadas em tecnologias convencionais e processos que os transformadores já estavam usando. Os sistemas Ellium compreendem vários monômeros, oligômeros , aditivos, catalisadores e , eventualmente, cargas. Em termos de química, elas são efetivamente consideradas como uma resina acrílica”

As peças de compósitos feitas a partir de Elium ® são de 30 a 50 % mais leves do que as mesmas peças feitas de aço, mas oferecem a mesma resistência, segundo a Arkema. A densidade dos compostos varia de 1,55 com fibra de carbono ( de volume de 60 % ) para 1,9 com fibra de vidro ( 50 % em volume). Quando combinadas com iniciadores peróxido fornecidos pela Arkema, as resinas Elium ® podem ser moldadas em formas de projeto complexas  para peças em compósitos, misturando-se perfeitamente com fibras de vidro ou carbono. As resinas Ellium, segundo a Arkema, são também compatíveis com as tecnologias convencionais de transformação de resinas termofixas ( Resin Transfer Molding (RTM), Infusão, Flex- molding ), o que reduz os custos de transformadores. “Nosso objetivo é atingir um tempo de ciclo de 2-3 minutos para o setor automotivo usando RTM rápida e 20-30 minutos para peças de ônibus e caminhões, usando RTM Leve”, afirma Taillemite.

Tecnologia projetada para as peças de alto desempenho, recicláveis e fáceis de serem termoformadas

Ao contrário dos poliésteres insaturados, as resinas Elium ® não contém estireno . E por causa das suas propriedades termoplásticas, elas podem ser utilizadas no projeto de peças de compósitos que são facilmente termoformadas e recicláveis, com o desempenho mecânico comparável a peças de epóxi. Segundo a Arkema, peças feitas de Elium ®  são montadas facilmente por solda e/ou cola.

Peças custam menos para serem fabricadas do que com outras tecnologias de termoplásticos

De acordo com a Arkema, a tecnologia Elium ® reduz o custo de peças de compósitos termoplásticos de fibra longa. Três fatores atraentes contribuem para esta vantagem de custo-benefício: as resinas são fáceis de usar em processos de resinas termofixas convencionais, elas são transformadas à temperatura ambiente e não contém quaisquer produtos fabricados, como organo-sheets.

A partir de um interesse crescente em biomateriais e reciclagem e para atender à demanda insaciável dos fabricantes de compostos por maior desempenho, a Arkema tem desenvolvido resinas e polímeros que oferecem a solução perfeita na busca de materiais mais leves. A linha Ellium é uma solução nesse sentido.

Fonte: Arkema

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Faturamento do setor de compósitos cresceu 9% em 2013

05/03/2014

Empresas representadas pela ALMACO movimentaram R$ 3,250 bilhões

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O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 3,250 bilhões em 2013, alta de 9% em comparação ao ano anterior. No período, foram processadas 210.000 toneladas, volume 1,7% superior ao registrado em 2012. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Segundo Gilmar Lima, presidente da ALMACO, o crescimento em 2013 foi garantido basicamente pelos mercados de energia eólica, agrícola e construção civil. “Por outro lado, segmentos importantes para a cadeia produtiva dos compósitos, como o de transporte pesado e implementos rodoviários, não foram tão bem quanto esperávamos”, ele observa.

Com uma fatia de 49%, a construção civil permaneceu em 2013 na liderança do ranking dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (17%), corrosão (11%) e saneamento (6%), entre outros – total de 154.000 toneladas. Já a geração de energia eólica respondeu por 89% das 56.000 toneladas de compósitos de epóxi. Com 6%, o mercado de petróleo apareceu em segundo lugar.

Para 2014, a Maxiquim estima um elevação de 11,5% na receita do setor representado pela ALMACO, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo de 216.000 toneladas de matérias-primas (+2,9%). “A projeção desse significativo crescimento é sustentada principalmente pela performance da construção civil”, comenta. No primeiro trimestre, o estudo ainda aponta para um faturamento de R$ 859 milhões, 1,5% acima dos primeiros três meses de 2013.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: Almaco

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Setor de compósitos faturou R$ 831 milhões no terceiro trimestre

07/11/2013

Resultado é 3% superior ao registrado no período anterior 

         O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 831 milhões no terceiro trimestre, alta de 3% em comparação aos três meses anteriores e 8,1% superior a igual período de 2012. Foram processadas 53.600 toneladas de matérias-primas de julho a setembro, volume 2,3% maior do que o registrado anteriormente – frente ao terceiro trimestre do ano passado, houve um aumento de 4,4%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

        Agronegócio, construção civil e energia eólica foram os segmentos responsáveis pelo resultado positivo, avalia Gilmar Lima, presidente da ALMACO. “Esses mercados tendem a permanecer aquecidos no próximo trimestre, inclusive devem compensar a queda da demanda das montadoras de ônibus e caminhões causada pelas incertezas do cenário econômico em 2014”, observa.

        O consumo de matérias-primas no quarto trimestre, projeta a Maxiquim, será de 54.100 toneladas, o que vai representar uma receita de R$ 846 milhões. No ano, os indicadores apontam para um faturamento do setor de compósitos de R$ 3,249 bilhões (+8,9%) e uma produção de 210.000 toneladas (+1,6%).

        “Mantemos a visão de um ano com crescimento, só que marcado pela perda de competitividade e rentabilidade de toda a cadeia produtiva, devido à desvalorização do real e ao aumento do custo Brasil”, comenta Lima.

        Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco / SLEA

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DSM une-se ao grupo LIPA para desenvolvimento de peças leves com compósitos termoplásticos avançados

31/10/2013

A Royal DSM anunciou que se juntou ao LIPA-Team (http://www.lipa-series.com/en/), grupo formado para desenvolver um processo industrial para a produção de peças de compósitos termoplásticos avançados, reforçados com fibras contínuas. LIPA significa “Lightweight Integrated Process Application” – pode ser traduzido para português com, “Aplicação de Processo Integrado para Produtos Leves”.  A DSM vai contribuir com know-how sobre materiais e seu conhecimento sobre aplicações de poliamida 6.

Christian Götze, chefe de desenvolvimento da Georg Kaufmann Formenbau, o parceiro líder do LIPA, diz: “Com a participação da DSM como parceiro de apoio para o LIPA-Team, podemos ampliar nossa competência existente para aplicações de poliamida 6. A DSM vai apoiar com know-how específico de aplicação em relação à seleção de materiais, desenvolvimento de peças, engenharia e processamento de material. Estamos convencidos de que, com a participação da DSM, podemos dar mais um passo à frente importante na tecnologia que combina moldagem por injeção com compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua”.

A chave para o sucesso de compósitos termoplásticos avançados em aplicações automotivas produzidas em grandes volumes são os processos automatizados de fabricação. A equipe do projeto LIPA desenvolveu um processo integrado em várias etapas, que compreendem o pré-aquecimento de uma chapa orgânica (uma pré-forma de fibras contínuas impregnadas com termoplásticos), o transporte robotizado dessa chapa para um molde LIPA em uma máquina injetora e a sobre-injeção (back-injection) da chapa com termoplástico para criar a peça final. Todas as etapas do processo total -aquecimento primário, manipulação, reformatação e injeção – devem estar perfeitamente coordenadas entre si, com o molde, bem como com o sistema de manipulação. Os vários parceiros de desenvolvimento podem contar com mais de 20 anos de experiência em sobre-injeção (back-injection) e prensagem de materiais flexíveis, como têxteis ou chapas de termoplásticos.

A participação da DSM no LIPA-Team complementa outras iniciativas importantes que a empresa recentemente realizou no desenvolvimento colaborativo de compósitos termoplásticos avançados para aplicações automotivas com produtos leves de alta resistência.

A DSM também é parceira no projeto ENLIGHT, patrocinado pela União Europeia, que visa acelerar o desenvolvimento tecnológico de um portfólio de materiais com alto potencial para reduzir o peso e a pegada de carbono em veículos elétricos de médio a alto volume. Além disso, a DSM é um dos sócios fundadores da AZL, o Centro Aachen para Produção Leve Integrativa, que irá desenvolver tecnologias de produção automatizada de componentes leves otimizados em termos de carga e custo, adequados para a produção em massa e cadeias de processos versáteis no design de compósitos e multimateriais.

A DSM está lançando uma linha de compósitos reforçados com fibra de carbono com base na sua poliamida 4.10 EcoPaXX®, poliamida 6 Akulon® e poliamida 4.6 Stanyl®  para reduzir significativamente o peso de peças na corpo do automóvel e no seu chassis. Os compósitos reforçados com fibra de vidro terão como objetivo reduzir o peso de componentes semiestruturais.

Fonte: DMS / LIPA

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Almaco divulga materiais compósitos em feira do setor de energia eólica

26/08/2013

Materiais compósitos são largamente empregados na construção de aerogeradores

 A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) participa pela primeira vez da Brazil Windpower, Feira e congresso que acontecem no Rio de Janeiro, entre os dias 03 e 05/09.

“A geração de energia a partir do vento é um dos maiores consumidores globais de compósitos. No Brasil, há um volume considerável de pás e demais componentes sendo fabricados para os mercados interno e externo”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

O setor eólico consumiu 53.000 toneladas de compósitos em 2012, o que representou um faturamento de R$ 713 milhões, ou 24% de toda a receita da cadeia produtiva representada pela ALMACO. “Trata-se de um mercado em franca expansão, tanto que foi um dos responsáveis pelo aumento da demanda de compósitos no primeiro semestre deste ano”.

Na Brazil Windpower, a ALMACO vai apresentar um gerador eólico de 2,2 m de altura construído no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), organismo dirigido pela associação em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Também fará parte do estande o spinner de um aerogerador fabricado pela paranaense MVC e fornecido para a Gamesa, companhia espanhola especializada em sistemas para geração de energia eólica.

A participação da ALMACO na Brazil Windpower contou com o apoio das seguintes empresas: CPIC, Dow, LORD, Metalparts, Morquímica, MVC e Owens Corning.

Fonte: Almaco / SLEA

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Fibermaq projeta crescimento de 20% em 2013

20/08/2013

Primeiro semestre aquecido e dólar alto sustentam a previsão

Líder em equipamentos para a moldagem de compósitos e poliuretano (PU), a brasileira Fibermaq fechou o primeiro semestre contabilizando um crescimento de 11% nas vendas em comparação à primeira metade de 2012. A boa fase, acredita Christian Andrade, diretor, tende a permanecer até o final do ano, tanto por conta dos negócios já encaminhados quanto pela pressão que o câmbio vem exercendo sobre a concorrência que fornece máquinas importadas.

“Esperamos terminar o ano com um resultado cerca de 20% melhor do que o obtido em 2012”, ele prevê. Laminadoras para o processo de spray-up, equipamentos para a aplicação de gelcoat, máquinas de enrolamento filamentar para fabricação de tubos e postes de compósitos , além de injetoras de PU adesivo são os produtos da Fibermaq mais procurados no momento.

O cenário, contudo, poderia ser ainda melhor. Responsável por 70% das vendas da Fibermaq, o mercado de compósitos tem sofrido com a redução das margens de lucro – houve sucessivos aumentos nos custos dos insumos desde o início do ano. “Em vez de adquirir linhas novas, vários clientes estão optando por trocar as peças e aumentar a vida útil do equipamento”, observa Mirele Andrade, irmã e sócia de Christian.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de equipamentos para a moldagem de compósitos, PU, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 3.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: SLEA

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ALMACO organiza encontro regional em Joinville

15/08/2013

4º Encontro Regional de 2013 terá debates, palestras e visita à fábrica da Tecnofibras

A cidade de Joinville (SC), um dos maiores polos de moldagem de compósitos do país, receberá no próximo dia 21 o 4º Encontro Regional promovido este ano pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Na parte da manhã, haverá uma rodada de debates com diversos especialistas sobre matérias-primas, processos, moldes e aplicações. “É uma maneira de prestar consultoria gratuita àqueles que, de alguma forma, se relacionam com os compósitos”, afirma Erika Bernardino, gerente de marketing da associação.

As palestras terão início às 13h30. Representantes das empresas 3A Composites, Ashland, Owens Corning, Purcom, Reichhold, Tecnofibras e Toho Tenax apresentarão trabalhos sobre diversos temas relacionados à manufatura e ao caráter sustentável do material.

Também fará parte do evento uma visita, no dia 20, à fábrica da Tecnofibras, uma das principais moldadoras de compósitos do país – as vagas para conhecer a unidade já estão esgotadas.

Os interessados em participar do 4º Encontro Regional ALMACO devem ligar para (11) 3719-0098. As vagas são limitadas.

Para mais informações, acesse http://www.almaco.org.br

Serviço:
4º Encontro Regional ALMACO
Quando: 21/08 – 10h/18h
Onde: Bourbon Hotéis & Resorts, Rua Visconde de Taunay, 275, Joinville (SC).

Fonte: Almaco

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Faturamento do setor de compósitos cresceu 5,5% no segundo trimestre

02/08/2013

A despeito do resultado positivo, presidente da ALMACO ressalta a diminuição das margens de lucro

O setor brasileiro de compósitos faturou R$ 807 milhões no segundo trimestre, alta de 5,5% frente aos primeiros três meses do ano e 9,9% superior a igual período de 2012. Foram processadas 54.600 toneladas de matérias-primas entre abril e junho, volume 5,4% maior do que o registrado na soma dos três meses anteriores – frente ao segundo trimestre de 2012, houve um aumento de 3,9%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, a melhora dos índices deve-se principalmente ao aquecimento da demanda oriunda de três áreas: agronegócio, em grande parte representado pelos fabricantes de tratores, geração de energia eólica e transportes, com destaque às montadoras de caminhões.

A cadeia produtiva do material, no entanto, tem sofrido com o sucessivo achatamento das margens de lucro. “Absorvemos uma série de reajustes nos principais insumos, bem como nos serviços e no custo de captação de recursos para capital de giro e investimentos. E, infelizmente, a velocidade de repasse para os grandes consumidores é lenta, burocrática e muito difícil”, ele lamenta.

Dessa forma, Lima avalia com cautela as perspectivas apresentadas pela pesquisa da Maxiquim. Segundo o levantamento, o mercado brasileiro de compósitos deve faturar R$ 3,264 bilhões em 2013, ou seja, 9,4% acima do aferido no ano passado. “A obtenção desse resultado depende do ritmo de investimentos do governo em construção civil, infraestrutura e mobilidade urbana. Fora que continuaremos tendo dificuldades para repassar os novos aumentos. Por isso, o nosso setor deve priorizar a gestão e a inovação, além de escolher com mais critério os mercados, processos e produtos nos quais deseja seguir investindo”, completa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: SLEA Comunicação / ALMACO

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Joinville tem pós-graduação em materiais compósitos

16/06/2013

Curso é resultado da parceria entre ALMACO e Universidade Positivo

Começaram as aulas de pós-graduação em materiais compósitos poliméricos na cidade de Joinville (SC). Fruto da parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e a Universidade Positivo, o curso terá carga horária de 460 horas e contará com o mesmo corpo docente das turmas de Curitiba (PR), formada em março, e de Caxias do Sul (RS).

“A educação é uma das nossas principais bandeiras, tanto que pretendemos ter cem profissionais pós-graduados até 2015”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO. Ao longo dos últimos quatro anos, a associação promoveu mais de 200 cursos e workshops em toda a América Latina – contaram com a participação de, aproximadamente, 5.000 pessoas. Nesse período, a ALMACO também editou seis livros técnicos.

A partir de julho, terão início as aulas da segunda turma de pós em Curitiba. E, em breve, o curso também deve ser ministrado em São Paulo.

Para mais informações, acesse http://www.almaco.org.br

Fonte: Almaco

BASF expande linha de poliamidas para tecnologia de injeção com água

27/03/2013

Ocos, mas robustos: novos graus da linha de produtos Ultramid

Injecao_com_aguaA BASF está expandindo sua variedade de tipos de poliamida que foram otimizados para o uso da tecnologia de injeção com água (WIT) na moldagem por injeção. Os novos grades WIT são Ultramid® A3HG6 WIT Balance e Ultramid® A3WG7 WIT. Graças à tecnologia de injeção com água,  peças ocas de plástico que requerem uma superfície interior muito boa podem ser produzidas através da moldagem por injeção. Estes dois materiais estão agora disponíveis em quantidades comerciais.

Resistente à água, óleo e sal

Devido à sua resistência à hidrólise melhorada, a poliamida (PA)  Ultramid® A3HG6 WIT Balance é particularmente bem adequada para os componentes que transportam líquido refrigerante ou que entram em contato com a água. Ao mesmo tempo, o teor de PA 6.10 neste material também se traduz em alta resistência a rachaduras por estresse provocadas por cloreto de cálcio, o que atende aos requisitos mais rigorosos em termos de resistência ao sal nas estradas. Particularmente na Ásia, o cloreto de cálcio é,  muitas vezes, espalhado em estradas  com gelo.

Em contraste, a BASF recomenda a sua nova Ultramid® A3WG7 WIT – reforçada com 35% de fibras de vidro – especialmente para tubos que transportam  óleo, tais como os utilizados para sondas, ou ainda para outros componentes que têm que satisfazer elevadas exigências em termos de resistência ao óleo, rigidez e estabilidade dimensional. Ambos materiais se adequam muito bem para a injeção com água. Ao mesmo tempo, o produto básico resistente à hidrólise da série WIT, a saber, o Ultramid A3HG6 WIT, tornou-se o material de escolha para várias aplicações WIT, como tubos de água para arrefecimento.

Fonte: BASF

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Poliamida da BASF é usada pela primeira vez em suporte de motor automotivo

26/03/2013

Primeiro suporte plástico de motor do mundo no novo Mercedes GL Class

BASF_Suporte-do-MotorA Daimler está instalando o primeiro suporte plástico do mundo no motor a diesel de seis cilindros utilizado no novo GL Class. Em comparação com o suporte de alumínio anterior, a peça de plástico oferece melhores propriedades acústicas, características superiores de isolamento térmico e uma vantagem positiva de peso, ao mesmo tempo em que é capaz de resistir à mesma carga. A peça, que dá suporte ao motor com a ajuda de sua base, é moldada a partir da Ultramid® A3WG10 CR, uma especialidade de poliamida altamente reforçada da BASF, que foi otimizada para elevadas cargas mecânicas. A Joma-Polytec assumiu a responsabilidade pela concepção do molde de injeção e produção do suporte plástico do motor.

Funções e requisitos do suporte do motor: carga estática, carga contínua e queda

Os suportes de torque que já são utilizados por vários fabricantes de automóveis em versões de Ultramid transmitem apenas o momento de inclinação do motor. Entretanto, os suportes de motor estão sujeitos a uma carga permanente – peso do motor – enquanto absorvem também todo torque do motor. Até agora, eles sempre foram feitos de alumínio.

Acústica, transmissão de calor e peso

Para substituir o alumínio nesta aplicação desafiadora e de alta relevância, o plástico deve cumprir exigentes requisitos mecânicos: enquanto Ultramid® A3WG10 CR é muito rígida; era também necessário demonstrar que o material exibe tendência suficientemente baixa para se mover no espaço confinado do compartimento do motor quando sujeita a uma carga contínua. Além disso, dependendo das condições de instalação no compartimento do motor, o suporte plástico do motor deve também resistir a momentos de flexão elevada. As características acústicas boas são o principal benefício do suporte do motor de Ultramid sobre o seu homólogo de alumínio. Graças ao específico comportamento de amortecimento do plástico, o novo suporte de motor contribui para um melhor equilíbrio acústico.

Uma vantagem adicional é de que a condução de calor do plástico é consideravelmente menor do que a do alumínio. Como consequência, o suporte do motor de Ultramid proporciona uma melhor proteção contra o calor do motor transmitido para os suportes de borracha ligados a ele, aumentando a sua vida útil. No contexto da discussão sobre CO2, uma redução de peso de mais de 30% para a peça de plástico em relação à versão de alumínio é um ganho complementar.

Simulação para otimização do comportamento de colisão e acústico

O conjunto de testes que a parte plástica deve passar com sucesso inclui a chamada colisão de reparação, que replica falhas menores, e colisão de neutralização intensa (colisão frontal de neutralização). No primeiro caso, o suporte tem de permanecer intacto; no segundo caso, ele pode falhar rapidamente e de uma forma específica para evitar que o motor entre no compartimento de passageiros.

Além de verificar esses requisitos em testes de colisão, a BASF já incorporou ambos os casos para a fase muito precoce de desenvolvimento do suporte do motor de modelo complexo através do uso de sua ferramenta de simulação  e previu o comportamento da peça: cargas máximas (ruptura), fortes valores sob cargas pulsantes dinâmicas e cargas de colisão combinam muito bem com os resultados dos testes realizados e atingem os valores necessários para o predecessor de alumínio. Foi, então, possível incorporar reforços para suportar as cargas elevadas e satisfazer requisitos acústicos no início e reduzir o número de protótipos.

Fonte: BASF

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BASF apresenta novidades em compósitos no JEC Composites Show em Paris

05/03/2013
  • Leveza automotiva: novo epóxi e resinas de poliuretano
  • Turbinas de energia eólica: nova espuma PET para pás de rotor

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Com suas muitas novas exposições, a BASF estará presente no “JEC Composites Show” que será realizado de 12 a 14 de março de 2013 em Paris. Uma turbina de energia eólica e um perfil de pá, um paralama, um spoiler e um módulo de teto irão ilustrar o amplo espectro de compostos inéditos. Os novos materiais incluem uma espuma à base de PET (tereftalato de polietileno) com o nome comercial Kerdyn®, bem como novos sistemas de epóxi e PU (poliuretano) que podem ser usados para produzir peças de compósito por meio de processos de moldagem de transferência de resina (RTM). Além disso, os especialistas da BASF apresentarão revestimentos de pás de rotor da turbina de energia eólica.

Módulo de teto, paralama, spoiler – Novos materiais para leveza automotiva

Com a ajuda de sua equipe de materiais compósitos leves, a BASF está investigando intensamente novos compósitos para o corpo e chassis de veículos motorizados. Os três sistemas-matriz de plástico com base em resina epóxi, PU e poliamida, em conjunto com o reforço de fibra contínua, bem como o processamento de grandes volumes por meio de métodos de injeção de resina, especialmente RTM, fornecem a base. Utilizando um componente de teste sob a forma de um demonstrador de paralamas reforçado com fibra de carbono, a BASF irá expor a nova resina epóxi Baxxodur®  System2220, que foi desenvolvida especificamente para a alta pressão RTM. O aspecto de poliuretano será representado por um spoiler com inserção RTM produzido a partir da nova Elastolit® R 8800. Ambas resinas termoconsolidantes empregam novos mecanismos de cura, permitindo-lhes formar ligações cruzadas rapidamente. A resina epóxi transparente Baxxodur System 2220 oferece um tempo de desmoldagem de apenas 2,5 minutos a 120° C, ao mesmo tempo que proporciona uma resistência elevada da resina. O sistema de poliuretano de formulação customizada RTM Elastolit R 8800 é compatível com todos os calibres de fibra estabelecidos e oferece excepcional resistência à fadiga. A sua tolerância para danos é também muito elevada. Esses novos sistemas de resina têm uma ampla janela de processamento e podem ser facilmente desmoldados, através do apoio combinado de processamentos compatíveis.

O módulo de teto conversível em exposição serve para demonstrar os novos conceitos e os materiais versáteis da BASF para o processo RTM, como: o componentes-sanduíche, desenvolvido em conjunto com EDAG GmbH, que é constituído por um núcleo de espuma de poliuretano de células fechadas entre duas camadas de revestimento reforçadas com fibras de carbono. Com um peso total de 2,9 kg, o segmento de teto atinge uma redução de peso de 40% em comparação a um equivalente de alumínio e mais de 60% em relação a um correspondente de aço. As possíveis aplicações para tais materiais e combinações de processamento incluem, além de peças anexas, tais como portas, porta-malas e módulos do teto, componentes estruturais de veículos sujeitos a cargas elevadas também.

Pás de rotor da turbina eólica: processamento eficiente e versátil

  • Nova espuma estrutural PET

Na JEC, a BASF irá apresentar, pela primeira vez, uma espuma estrutural com base em PET (tereftalato de polietileno). O novo material com o nome comercial Kerdyn® é uma espuma de alta performance fornecida sob a forma de paineis que são usados dentro de pás de rotor, proporcionando estabilidade adicional. Como material importante, as espumas de PET oferecem excelentes propriedades mecânicas e têm uma ampla gama de compatibilidade em termos de processamento. Com a sua capacidade de suportar temperaturas muito elevadas e a sua resistência química muito boa, Kerdyn é extremamente bem adequada para utilização em compósitos. Como parte do espectro de materiais de leveza para compósitos, os paineis de espuma de PET de alta qualidade também estão em demanda nos setores de transporte, marítimo e construção.

Como uma das suas exibições mais atraentes na JEC, a BASF irá apresentar o corte transversal de uma pá de rotor da turbina de vento, que foi fabricada usando a ampla gama de produtos da BASF disponíveis para produção de pás de rotor: as fibras de vidro são incorporadas em um sistema de resina epóxi Baxxodur®, a espuma estrutural Kerdyn® proporciona estabilidade, o revestimento de tinta é baseado em um sistema gelcoat RELEST® e o adesivo de poliuretano semi-estrutural Elastan® vem da linha de produtos da BASF, também.
Além das soluções da BASF representadas no demonstrador de rotor, a empresa apresentará desenvolvimentos adicionais para os clientes envolvidos na indústria de energia eólica:

  • Nova infusão e sistemas adesivos estruturais

Para infusão a vácuo de pás de rotor cada vez maiores, a BASF desenvolveu o Baxxodur® System 5100, consistido da resina Baxxores® ER 5100 e o endurecedor Baxxodur® CE 5120. Este novo sistema de baixa viscosidade não só resulta na impregnação rápida e completa das fibras, mas também oferece um tempo de processamento consideravelmente mais longo do que os sistemas convencionais. A empresa também vai lançar um nova sistema de adesivo estrutural baseado em resina epóxi em Paris: o sistema Baxxodur 4100 consiste em resina adesiva Baxxores ER 4100 e endurecedor padrão Baxxodur CE 4110 ou, alternativamente, Baxxodur CE 4105 para a ligação rápida. O sistema foi certificado para a produção de pás de rotor pelo alemão Lloyd.

  • Proteção contra vento e condições metereológicas

Quando se trata de revestir as pás de rotor para energia eólica, a resistência à erosão e à radiação UV são essenciais. Esta protecção é proporcionada por dois Wind In-mold Gelcoats da BASF. Os materiais de pintura de dois componentes semi-transparentes são muito fáceis de usar graças a um componente endurecedor colorido com função de controle de mistura. Os absorvedores de UV integrados na nova geração evitam danos no substrato pela luz UV.

O Wind Gelcoat transparente pode ser aplicado a uma espessura de filme de até 400 µm. O RELEST® Wind ProcessCoat oferece todos os benefícios de um gelcoat em molde de utilização consideravelmente mais baixa. Ambos produtos são compatíveis com compostos orgânicos voláteis (em inglês, VOC – Volatile Organic Compounds) e fáceis de processar. Esta inovação é apenas uma parte da extensa variedade de revestimentos disponíveis da BASF para pás de rotor das turbinas eólicas.

Fonte: BASF

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TenCate e BASF firmam acordo sobre aliança estratégica para compósitos automotivos termoplásticos

26/11/2012
  • Potencial de mercado significativo para termoplásticos reforçados com fibras contínuas
  • Objetivo: disponibilidade rápida de novos materiais para a produção automotiva em massa

A TenCate Advanced Composites e a BASF firmaram uma aliança estratégica para cooperar no desenvolvimento, produção e comercialização de materiais compósitos termoplásticos adequados para a produção de veículos en larga escala.

O principal objetivo da parceria é oferecer aos fabricantes de carros soluções de engenharia personalizadas para estruturas compostas de alto desempenho, que permitem que esta indústria reduza ainda mais peso e emissão de dióxido de carbono. A necessidade crescente da indústria automotiva por materiais compósitos utilizados na produção em massa requer um desenvolvimento rápido de materiais e processos de fabrico.

A TenCate Advanced Composites tem uma posição de liderança no mercado de compósitos termoplásticos reforçados com fibras contínuas com o portfólio de produtos TenCate Cetex®, utilizado principalmente para estruturas e interiores de aeronaves. Atualmente, as novas aeronave, como o Airbus A380, A350 e Boeing 787, são as principais usuárias desse material. A BASF é a empresa química líder com uma extensa rede na indústria automotiva. Ao combinar as capacidades da BASF e da TenCate em soluções automotivas compostas, os desenvolvimentos necessários serão acelerados.

Aliança estratégica

Nesta aliança estratégica, a BASF irá contribuir com o seu vasto know-how na produção e formulação de resinas termoplásticas, de modo a desenvolver variantes especiais das suas linhas de produtos Ultramid® (PA), Ultradur® (PBT) e Ultrason® (PESU). A TenCate Advanced Composites se associa com sua experiência em fabricação de compósitos. Juntas, as duas empresas são dedicadas a materiais compósitos automotivos (UD-tapes, pré-impregnados e laminados) com base nestes sistemas de resinas especiais.

“O próximo grande avanço em construções automotivas leves não será possível sem uma redução dramática dos custos de processamento. Isto pode ser conseguido pela contínua utilização de compósitos termoplásticos reforçados com fibras. O avanço dos compósitos para a produção em massa, no entanto, ainda não foi feita. Ao trabalhar em conjunto com TenCate, pretendemos alcançar em conjunto essa conquista”, explica Melanie Maas-Brunner, sucessora de Willy Hoven-Nievelstein e nova head da unidade de negócios de Plásticos de Engenharia da Europa para BASF na Alemanha.

“Os laminados e pré-impregnados TenCate Cetex® têm sido aplicados em construções de aeronaves comerciais, e são cada vez mais utilizados em processos de produção industrial. Agora, a TenCate pretende expandir suas atividades na indústria automotiva. Esperamos que este esforço conjunto gere novos materiais para a rápida disponibilidade para a produção automotiva em massa”, diz Frank Meurs, diretor do grupo da TenCate Advanced Composites EMEA.

Vantagens de materiais compósitos termoplásticos

Em comparação com as peças de metal, os compósitos plásticos reforçados com fibras podem ser de 30 a 50% mais leves. Os compósitos termoplásticos ajudam os fabricantes a diminuirem o consumo de combustível de automóveis e permitem que a indústria reduza custos. Devido à facilidade de processamento dos termoplásticos, os materiais avançados vão reduzir drasticamente os tempos de ciclo de produção, não têm limitações em seus períodos de vida útil e podem ser reciclados. Assim, a produção em massa se torna acessível. Muita experiência tem sido construída ao longo das últimas décadas em conexão com tecnologias de solda para ligar materiais compósitos em estruturas complexas e integrar estes componentes e peças estruturais em produtos finais de múltiplos materiais. As aplicações possíveis são peças semi-estruturais, bem como estruturas primárias em carrocerias e chassis.

Os laminados termoplásticos com reforço de fibras contínuas são tecidos ou não-tecidos impregnados com resinas e formados em folhas, que são extremamente leves, mas muito fortes. UD-tapes, uma outra classe de produto, fazem pleno uso da natureza anisotrópica de fibras impregnadas orientadas uni-direcionalmente (UD). Em uma segunda etapa, estes produtos semi-acabados podem formar peças mais complexas e serem moldados por meio de injecção. Esta combinação resulta em componentes que são reforçados por um alto grau de integração funcional.

Fonte: BASF

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BASF apresenta novidades na feira Fakuma na Alemanha

15/10/2012
  • Termoplásticos em aeronaves e em teto solar
  • Reforço de fibra de vidro para ferramentas de jardim
  • Componentes compostos para automóveis: na produção e no laboratório
  • Completamente novo: PBT em injeção de embalagens de alimentos
  • Poliuretanos e masterbatches

Plásticos de engenharia, masterbatches e poliuretanos são novamente os principais tópicos deste ano da exposição da BASF na Fakuma, a exposição internacional para processamento de plásticos em Friedrichshafen. De 16 a 20 de outubro, a empresa estará mostrando seus novos produtos para a indústria de processamento de plásticos.

Especialidades termoplásticas em toda parte: nas aeronaves, energia fotovoltaica, produtos de lazer e jardinagem

  • O mais leve trem de pouso de avião

É dispensável dizer que a redução de peso também é importante fora da indústria automotiva. O termoplástico de alta temperatura Ultrason® E tem agora uma nova aplicação no setor de serviços para aeronaves. Ele está sendo usado no mais leve trem de pouso de avião do mundo, que pesa apenas 10 kg. A espuma de Ultrasom E dentro das paredes do trem de pouso pesa apenas 40 kg/m³. Características adicionais incluem a sua força de alta temperatura, estabilidade, propriedades isolantes, retardante de chama inerente e absorção de umidade baixa.

  • Fotovoltaica – para telhados e espaços abertos

Poliamidas da BASF são fortemente encontradas em novas aplicações na energia fotovoltaica sob a forma de suportes de montagem e acessórios para instalação em telhados e em espaços abertos. O AIXTRALIGHT CLIP da Aixtra Solar é um suporte de montagem de plástico que é pré-instalado no telhado. As grades de montagem nas quais o módulo fotovoltaico é posteriormente instalado podem ser inseridas fácil e rapidamente a este suporte. O grade extremamente rígido da poliamida Ultramid® A3WG10 que é usada para produzir o suporte é um dos plásticos de engenharia da BASF para o qual um tempo de vida útil de 20 anos pode ser verificado conforme a norma ISO 4892-2 Ciclo 1. Outro tema a ser abordado é a utilização de plásticos para as montagens em espaços abertos: na Fakuma, a BASF também apresentará componentes de suporte feitos de plásticos de engenharia para os painéis fotovoltaicos instalados em campos abertos. O conceito será ilustrado sob a forma de um protótipo produzido em colaboração com Joma-Polytec.

  • Ferramentas de jardim com reforço de fibra de vidro

A estrutura de Ultramid® tem sido usada como um material estrutural não apenas nos primeiros protótipos de um aro de roda totalmente termoplástico: o novo sistema de ferramenta de jardim plug-in da empresa Freund Victoria Gartengeräte também está se beneficiando dela. Ela emprega uma peça de ligação feita a partir desta poliamida reforçada com fibras de vidro de alta resistência – especialidade da BASF.

Automotivo: especialidades termoplásticas e compostos

  • Primeira aplicação de alto volume de Ultramid Endure resistente ao calor

O Ultramid® Endure de alta estabilidade térmica, que é adequado para uso em motores equipados com turbo, é interessante para a indústria automotiva. A primeira aplicação de alto volume deste plástico de engenharia estará em exposição no estande da BASF: esta especialidade de poliamida agora está sendo usada para a produção em massa de uma aplicação de admissão de ar em uma grande família de motores. Nesta aplicação, a resistência ao envelhecimento por temperatura do Ultramid Endure é um benefício importante: o material tem uma temperatura de serviço contínua de 220° C e pode resistir a picos de temperaturas de 240° C.

  • A todo vapor: Compostos

Eficiente, designs leves para o corpo estrutural e os componentes de chassis no futuro requerem o uso de materiais compostos e de peças de compósitos. Neste campo, a BASF estará expondo duas aplicações automotivas que mostram os níveis de utilização diferentes: o assento de banco usado no Opel Astra OPC já está em produção: é o primeiro assento do mundo usado em um veículo de produção e é fabricado a partir de laminados termoplásticos com fibra de reforço contínua. Dois graus de Ultramid (PA) da BASF entram no jogo aqui, um como o material de impregnação, o outro como o material de sobremolde. Com suas paredes rígidas apesar de finas, o assento é de cerca de 45% mais leve que seu antecessor.

Um módulo de teto conversível ilustra uma abordagem diferente que só está disponível na forma de um estudo de conceito no presente: a BASF ea EDAG desenvolveram em conjunto para explorar as possibilidades oferecidas pela moldagem de transferência de resina (RTM) com materiais da BASF. A camada central da estrutura “sanduíche” do demonstrador é uma espuma estrutural de célula fechada PU com base no Elastolit® D. Ele funciona como um espaçador entre as camadas de laminados de fibra de carbono, proporcionando rigidez na parte alta e conferindo boas propriedades de isolamento ao módulo do telhado. O módulo do telhado é mais do que 35% mais leve do que a sua contraparte de alumínio.

Em tempo perfeito para a Composite Europe e as exposições Fakuma, a BASF anunciou um esforço de cooperação com o fabricante de fibra de carbono SGL Group, com o objetivo de desenvolver conjuntamente compósitos reforçados por fibras de carbono baseadas em novas poliamidas reativas.

  • Intercooler integrado

A empresa ETM em Saalburg-Ebersdorf está produzindo um interessante tubo de admissão de ar a partir do plástico de engenharia da BASF, o Ultramid B3WG6, para a VW. Com base na sua função, o módulo, constituído por três bombas, é melhor designado como um tubo de carga de ar, ao invés de um módulo de admissão, e requer exposição do plástico com exceção de estabilidade dimensional. Através das suas atividades CAE, a BASF foi capaz de ajudar o cliente a alcançar a rigidez necessária na forma de nervuras otimizadas para a seção central, que é aberta em três lados e apoia o intercooler de metal. Isto proporcionou não só a função de integração desejada, mas também resultou numa redução de peso considerável.

Completamente novo: PBT para embalagens de alimentos injetadas

As características únicas do plástico de engenharia PBT (tereftalato de polibutileno), preferido para caixas eletrônicas até agora, concedem oportunidades de aplicação para embalagens rígidas de alimentos de moldagem por injeção: o material proporciona, ao mesmo tempo, excelentes propriedades de vapor de água, oxigênio e de barreira de óleo mineral sem a necessidade de camadas adicionais. A BASF já acrescentou um grau especial para tais requisitos para sua linha Ultradur ®-FC (FC: contato com alimentos). Este grau de facilidade de escoamento do PBT também oferece os benefícios clássicos do material, tais como a estabilidade térmica, resistência química, solidez e rigidez. É ideal para embalagens de alimentos e cosméticos de paredes finas e moldadas por injeção que têm de ser esterilizadas. Aplicações adicionais incluem cartuchos de café, embalagens para microondas bem como componentes internos para bastões de cosméticos. Os protótipos de embalagem primeiro podem ser visto na Fakuma.

  • PBT transparente a Laser em aplicação de alto volume de produção

A BASF também estará apresentando seu grau de PBT de Ultradur® LUX, que fez sua estréia na K 2010. Este material apresenta duas vezes a transparência do laser de graus convencionais de PBT e abre novas oportunidades para a soldagem a laser de partes de PBT confiável, um processo não possível até agora. O desenvolvedor do motor Precision Motors Deutsche Minebea (PM DM) emprega a alta transparência do laser deste plástico de engenharia na tampa da caixa para o seu novo módulo de controle. Este módulo controla o fluxo de ar necessário para arrefecer motores de automóveis modernos, de forma eficiente. No frio, um atuador fecha abas de ar ajustáveis por trás da grade do radiador, permitindo que o motor atinja a temperatura de funcionamento mais rapidamente. A propriedade essencial do Ultradur LUX é a sua transparência enormemente melhorada no contínuo comprimento de onda do infravermelho de 800 a 1100 nm, o intervalo necessário para a soldagem a laser. Graças ao aumento da transparência a laser neste intervalo, o material pode ser soldado mais rapidamente do que outros graus de PBT no mercado e a janela do processo é consideravelmente mais larga, reduzindo o risco de degradação do material de forma significativa.

Poliuretano (PU)

Na área de PU da exposição, os visitantes vão encontrar soluções customizadas para os clientes da linha Elastollan® (TPU) de poliuretanos termoplásticos, bem como selecionadas aplicações automotivas com base em sistemas de poliuretano. Elas incluem produtos inovadores de ambas linhas de produtos e cobrem uma ampla variedade de setores do mercado.

Masterbatches

BASF Color Solutions será mais uma vez representada no estande da BASF este ano com uma ampla gama de aplicações masterbatch para coloração e estabilização de plásticos, por vezes em conjunto com outras unidades de negócios da BASF. Pintura de polímeros de engenharia será o tema principal. Estabilidade térmica em temperaturas extremas de processamento de até 350° C está especialmente na demanda.

Com base em seus muitos anos de experiência, a BASF Color Solutions está apresentando possibilidades de coloração de longa duração de compostos de madeira-plástico para o setor de construção, enquanto o foco nos segmentos de embalagens e esporte & lazer é sobre os efeitos atraentes. Quer seja através da combinação de pigmentos de efeito especial brilhante para vários materiais de embalagem, quer seja através do uso de nanofibras luminosas para têxteis. A variedade de cores de líquido na linha de produtos Liqui-Kolor® também abre oportunidades estilo inovador e proporciona mudanças rápidas de cor juntamente com coloração eficiente de objetos transparentes.

Fonte: BASF

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Almaco apresenta “Cidade dos Compósitos” durante feira em São Paulo

04/10/2012
  • Compocity vai reunir centenas de exemplos de aplicação do material
  • Compocity: 3.000 m² para exposição de produtos consumidos pelos setores de infraestrutura, transporte, energia, habitação e lazer

Um material tão versátil que dá para construir uma cidade inteira com ele? Sim, isso é possível e poderá ser conferido em São Paulo no dia 06/11, data de inauguração da Compocity, a cidade dos compósitos .  Construída pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), a Compocity será a maior atração da Feiplar, feira que reúne a cada dois anos as principais empresas desse setor no Expo Center Norte.

“A Compocity mostrará a nossa capacidade de desenvolver soluções para todos os segmentos, de infraestrutura e energia a transporte, habitação e lazer”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Distribuída num espaço de 3.000 m², a Compocity terá casas homologadas pelo Minha Casa, Minha Vida e escolas construídas de acordo com os padrões do FNDE. Na área dedicada às aplicações em energia, pás eólicas, postes de transmissão e um posto de combustível; no “bairro” focado em soluções para o setor de transporte, ônibus, veículos off road, carros e um avião bimotor; na área de lazer, pista de skate, piscina, píer, jet ski e uma lancha; na praça central, quiosques, lojas, caixa eletrônico e orelhão. Fora as placas de sinalização das ruas, pontos de ônibus, outdoors e demais itens comuns a uma cidade real.

“Os compósitos fazem parte do nosso dia a dia, embora muitas pessoas não saibam. E a Compocity ainda servirá para mostrar que podemos auxiliar o Brasil a se desenvolver cada vez mais, a partir do fornecimento de produtos que combinam alta tecnologia, leveza, resistência e viabilidade econômica”, comenta Lima.

Posto de reciclagem

A ALMACO também reservou um espaço na Compocity para a operação de uma usina de reciclagem. O sistema de reaproveitamento do material – os compósitos são 100% recicláveis – foi desenvolvido pela associação em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Além de reaproveitar os resíduos, o nosso setor utiliza frequentemente resinas derivadas de fontes renováveis e fibras naturais, como juta e sisal”.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, entre elas, tanques, tubos, banheiras e pára-choques. Em 2012, a ALMACO calcula que o consumo brasileiro de compósitos será de 206.000 toneladas, o que deve gerar um faturamento de R$ 3,123 bilhões, 9,5% acima do registrado no ano passado.

Para mais informações, acessar www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação / Almaco

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ALMACO apresentará ao governo federal programa de investimentos para aumentar a competividade do setor de compósitos

24/09/2012

Iniciativa da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos visa à isonomia tributária e ao acesso a linhas de crédito governamentais

Aumentar a competitividade do setor de compósitos, dar condições para que as empresas realizem seus planos de investimento e, em decorrência, gerem mais empregos. São esses os principais objetivos do Programa Investindo no Brasil, que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) apresentará, no dia 27/09, a Márcio Holland de Brito, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Também participará da audiência o presidente do Sindicato da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), José Antonio Fernandes Martins.

“Quanto mais competitiva for a indústria de compósitos, mais condições o governo terá de cumprir as suas metas de infraestrutura”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO. Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os compósitos estão presentes em milhares de aplicações, como tubos, postes, casas, pás eólicas, ônibus e aviões.

Lima explica que a audiência em Brasília servirá para alertar o governo sobre a falta de isonomia tributária entre os compósitos e os outros materiais. “Pleitearemos o mesmo regime especial de tributação que incide sobre as demais matérias-primas consumidas pelas indústrias de construção civil, saneamento, distribuição de energia elétrica, geração de energia eólica e automotiva”.

O presidente da ALMACO também ressalta a importância da revisão das alíquotas do PIS, PASEP e COFINS incidentes sobre o fornecimento e distribuição de energia elétrica e gás natural usados como insumos para a fabricação dos compósitos. “Solicitaremos ainda a desoneração da folha de pagamento e a criação de mecanismos que facilitem o nosso acesso a linhas de crédito governamentais, assim como acontece com outros setores”, observa.

Cadeia produtiva 100% nacional

Ano passado, as empresas representadas pela ALMACO empregaram 75 mil pessoas e produziram 210.000 toneladas de compósitos, o que correspondeu a um faturamento de R$ 2,852 bilhões. A construção civil liderou o consumo, com 45% do total transformado, à frente de transporte (18%), corrosão (12%) e saneamento (7%). “A nossa cadeia produtiva é autossuficiente, formada por empresas 100% nacionais ou por companhias que mantêm fábricas no país. Portanto, todos os investimentos são feitos sempre localmente”, completa Lima.

Fonte: Almaco / SLEA

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Interplast 2012: Lanxess leva para a feira sua linha de Poliamida 6 reforçada

19/08/2012

Em sua primeira participação na feira, multinacional da área química apresenta o alojamento de estepeproduzido com o plástico Durethan

A LANXESS, líder em especialidades químicas, participa pela primeira vez da feira Interplast 2012, evento que ocorrerá entre 20 e 24 de agosto, no Complexo Expoville, em Joinville/SC. A empresa apresentará a sua linha de plásticos de engenharia produzidos pela unidade HPM – High Performance Materials.

 A principal atração do stand será a apresentação de um Alojamento de Estepe (peça de carro) produzida com a poliamida 6 Durethan BKV 60 H2.0 EF (Easy Flow), altamente reforçada pela LANXESS com 60% de fibra de vidro.

Segundo Anderson Maróstica, especialista técnico da unidade HPM, um dos diferenciais da poliamida 6 é que o material permite uma moldagem por injeção precisa mesmo quando se trata de uma peça de geometria complexa, como é o caso do alojamento de estepe. Isso não ocorre, por exemplo, quando se utiliza na produção da peça uma chapa de metal, devido ao espaço disponível limitado e a complexidade do produto.

O Durethan também permite a integração direta de inúmeras funções. A produção da cavidade do estepe, por exemplo, é feita em um processo de moldagem por injeção de uma única fase. “Incorporar essas funções a um design de metal exigiria um grande número de etapas de produção e montagem separadas, com todos os custos associados”, completa Maróstica.

Entre as contribuições do uso da poliamida 6, o destaque fica para a alta rigidez do componente. Seu módulo de elasticidade de aproximadamente 19.000 MPa à temperatura ambiente (condicionado: 13.000 MPa) é o dobro do uma poliamida 6 padrão reforçada com 30% de fibras de vidro. Conforme exigido por algumas montadoras para componentes próximos do sistema de escapamento, a poliamida também mantém a sua rigidez a temperaturas elevadas. Esta rigidez e resistência são importantes porque o alojamento do estepe suporta vários acessórios e anexos com um peso total de cerca de 70 kg.

Outro benefício importante da poliamida 6 “EF – Easy Flow” é o fato de que seus resultados impressionantes de fluidez resultam em um desgaste de molde semelhante aos observados quando se utiliza uma poliamida 6 padrão com 30% de fibras de vidro.

Sobre a LANXESS

A LANXESS teve um volume de vendas de 8,8 bilhões de euros em 2011. Atualmente conta com cerca de 16.900 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 48 unidades de produção ao redor do mundo. O principal negócio da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.

No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio, possui aproximadamente 1.100 funcionários, 5 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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Setor brasileiro de compósitos faturou R$ 733 milhões no primeiro trimestre

08/05/2012

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 733 milhões no primeiro trimestre, alta de 1,6% em comparação ao último trimestre de 2011. Frente a igual período do ano passado, o crescimento foi de 2,5%. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Em termos de volume de matérias-primas consumidas, houve um recuo de 6,9%, totalizando 55.400 toneladas, mas um aumento de 18,3% se levado em conta o primeiro trimestre de 2011. “Os moldadores de compósitos viraram o ano com estoques elevados, daí porque esse descompasso entre faturamento e consumo”, avalia Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

A demanda de matérias-primas, aliás, também foi afetada pelo crescimento dos processos automatizados, que apresentam índices de desperdício bem menores do que os manuais. Segundo o levantamento da Maxiquim, a participação da moldagem manual no Brasil caiu de 55% em 2010 para 51% no ano passado. “É uma tendência global e irreversível, sustentada basicamente por questões econômicas e ambientais”, comenta.

A pesquisa prevê ainda um salto de 5,4% na receita do setor no segundo trimestre, chegando a R$ 773 milhões. No ano, a expectativa é de faturamento de R$ 3.189 bilhões, alta de 11,8% – em volume, 224.000 toneladas (+7,9%). “Os principais responsáveis por esse crescimento serão os setores agrícola e de transporte”, detalha Lima.

Em 2011, a construção civil liderou o consumo brasileiro de compósitos, com 45% do total transformado, à frente de transporte (18%), corrosão (12%) e saneamento (7%). As aplicações em energia eólica – são empregados compósitos especiais, baseados em resinas epóxi – consumiram 44.700 toneladas e movimentaram R$ 625 milhões.

Resultantes da combinação entre resinas termofixas e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os materiais compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 40 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água e tubos a peças de barcos e aviões.

Fonte: Almaco

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Meccano do México introduz forma para concreto fabricada com composto reforçado com fibra de vidro da SABIC.

24/10/2011

Durante a Plastimagen México 2011,  a unidade de negócio da Innovative Plastics da SABIC anunciou  uma nova forma para concreto, feita em peça única e reutilizável a partir do composto reforçado com fibra de vidro longa LNP* Verton*. A nova forma resistente à corrosão foi desenvolvida pela SABIC e a empresa Meccano do Mexico, uma das principais empresas no fornecimento de materiais e equipamentos para construção civil, para substituir as formas de aço de várias peças tradicionalmente pesadas, reduzindo o peso em até 40 por cento, bem como os tempos de ciclo de fabricação destas formas de três horas para apenas alguns minutos, ajudando também a reduzir os custos dos projetos de construção. O anúncio de hoje é um marco na indústria de edificações e construção para a Meccano e para a SABIC que demonstra o compromisso da empresa de trabalhar lado a lado com seus clientes para ajudá-los a alcançar o sucesso empresarial.

“A SABIC forneceu a tecnologia e a expertise técnica em plásticos de alto desempenho com presença local, o que nos permitiu desenvolver e comercializar com sucesso este produto inovador para nossos clientes”, disse Salvador Jalife Lozano, diretor chefe de inovação e desenvolvimento da Meccano do México. “Usando o composto de LNP Verton, nossa nova forma de concreto pode dar aos contratados vantagens excepcionais, como uma significativa economia de tempo, facilidade de manuseio e durabilidade para na reutilização destes produtos. Esses moldes oferecem a possibilidade de mudar a maneira como são formados os painéis de concreto no local de trabalho, o que ajuda a dinamizar a construção e fornecer vantagem competitiva para Meccano e seus clientes. Esta cooperação com a SABIC reforça a nossa missão:  ‘Construção da Inovação’.”

As novas formas da Meccano são usadas para moldar painéis de concreto para casas, sendo que em média 500 painéis são necessários para a construção de uma típica casa geminada. As formas estão disponíveis em uma ampla gama de tamanhos e configurações: a altura média é de 1100 mm (3,7 pés) com diferentes larguras disponíveis (200 mm (0,8 pés), 300 mm (1 pé) e 600 mm (2 pés)).

Construindo para o futuro

“Substituir as formas de metal pelo nosso material composto LNP Verton é um grande avanço na indústria de construção civil, pois ele atende demandas e requisitos das principais indústrias como materiais mais resistentes, aumento de produtividade, redução de custos e maior facilidade de uso”, disse James LeGacy, gerente geral para as Américas da Innovative Plastics. “Esta cooperação com a Meccano do México demonstra os vários recursos que a SABIC pode oferecer aos seus clientes localmente, desde as etapas iniciais de identificação do material mais apropriado para a aplicação até o desenvolvimento final dos produtos. Estamos muito satisfeitos por ser parte do sucesso desta nova aplicação e acredito que será um verdadeiro divisor de águas para a indústria mundial de construção”.

O composto estrutural de LNP Verton da SABIC, com reforço de fibras de vidro longas, pode reduzir os custos do sistema, o tempo de ciclo e peso em relação ao metal, além de proporcionar excepcional desempenho mecânico, inclusive estabilidade dimensional, força e resistência à umidade necessários para atender aos requisitos de trabalho em concreto. A fabricação convencional de formas de metal requer a montagem de até 30 componentes diferentes e pode demorar até três horas. Ao eliminar a necessidade de montagem graças ao projeto de peça única, as formas da Meccano ficam prontas em minutos, aumentando a produção e, possivelmente, permitindo que mais contratados construam moradias com mais rapidez e com custos reduzidos em todo o sistema. Isto é particularmente importante para a construção de moradias subsidiadas pelo governo ou ainda de outros projetos em que contenção de custos seja uma preocupação especial.

Além disso, a leveza dos compostos de LNP Verton em relação ao metal (20 por cento mais leve que o alumínio e 40 por cento mais leve que o aço carbono) permite que as formas sejam transportadas e manobradas no local com mais facilidade e sem a necessidade de equipamentos especializados ou guindastes.

Fonte: SABIC-IP

BASF cria equipe para desenvolvimento conjunto com a indústria automotiva na área de compósitos leves de epóxi, poliuretano e poliamidas.

14/09/2011

· A BASF estabeleceu uma equipe para compósitos leves para cooperação rápida e eficiente com a indústria automotiva.

· Novo laboratório de projeto de peças leves inicia suas atividades.

· Soluções de cura rápida em epóxi, poliuretano e poliamidas para novas tecnologias de compósitos reforçados com fibra.

· Investimentos na casa dos dois dígitos de milhões de Euros para o desenvolvimento de novos sistemas.

Para demonstrar o seu comprometimento com a crescente importância de peças leves na indústria automotiva, a BASF formou uma equipe para trabalhar com compósitos leves, em meados deste ano. O grupo focalizará o desenvolvimento de materiais e tecnologias comercializáveis que sejam apropriadas para a fabricação de peças para aplicações automotivas de alto desempenho, reforçadas com fibras. Mais metal pode ser substituído somente através do uso de peças e materiais compósitos leves e simultaneamente resistentes, reduzindo ainda mais – independentemente do sistema de propulsão do veículo – o consumo de energia e as emissões de CO2.

Através do seu amplo portfolio de produtos, a BASF é capaz de investigar três diferentes sistemas de matrizes plásticas simultaneamente e pretende desenvolver formulações específicas em cooperação estreita com clientes. “Nós podemos realizar desenvolvimentos a partir do know how da BASF nas areas da química de epóxis, poliuretanos e poliamidas, queremos explorar as sinergias da equipe e realizaremos um investimento na casa dos dois dígitos de milhões de Euros em desenvolvimento nos próximos anos “, explicou Willy Hoven-Nievelstein, Líder da unidade de negócios de Plásticos de Engenharia da Europa da BASF.

RTM e compósitos reforçados com fibra: escoamento fácil e cura rápida.

A tecnologia de processamento por trás dos novos materiais é chamada de RTM (“Resin Transfer Molding” ou Moldagem por Transferência de Resina), a qual pode ser usada para produzir componentes grandes e complexos de compósitos em uma única operação de conformação. Isto envolve a colocação de multicamadas de estruturas de fibras em um molde aquecido, o qual é colocado em uma prensa. Uma resina líquida é então injetada no molde, umedecendo completamente as fibras e sendo curada de uma maneira controlada. No novo laboratório de RTM em Ludwigshafen e na unidade de pesquisa de Poliuretanos em Lëmforde, os especialistas da BASF estão trabalhando nos desafios químicos e técnicos apresentados pelas novas soluções de matrizes. Os componentes automotivos a serem produzidos a partir desses materiais no futuro serão capazes de resistir a altas cargas, a despeito de serem leves.

Além do desempenho mecânico da peça acabada de compósito reforçado com fibra, são também desafios primários com os três sistemas de materiais a obtenção de boas características de fluxo e, acima de tudo, um curto tempo para cura . A BASF já oferece soluções à base de sistemas de epóxi e poliuretano sob os nomes comerciais de Baxxodur® e Elastolit® R, respectivamente. Sistemas de resina epóxi da BASF são usados hoje para as lâminas de rotores de turbinas eólicas. Ambas soluções empregam novos mecanismos de cura: graças às suas baixas viscosidades iniciais, eles impregnam muito bem as estruturas de fibras e então se curam dentro de poucos minutos. Assim, eles atendem a um dos problemas que previamente representavam um obstáculo para o uso de compósitos de alta performance na produção do setor automotivo. Eles são auto-desmoldantes e podem ser processados em equipamentos existentes, tanto de alta como de baixa pressão. Além disso, os novos sistemas de poliamidas que estão atualmente sob desenvolvimento podem ser soldados rapidamente e também reciclados como termoplásticos. Dependendo do perfil de especificações do cliente, uma ou outra solução resolverá o problema. A BASF está devotando um esforço significativo para obter uma cura acelerada dos três sistemas de matrizes plásticas e, portanto, uma redução adicional do tempo de ciclo.

Fibras sem-fim para components estruturais: fibras de vidro e carbono

Componentes estruturais do chassi ou do corpo do automóvel só podem ser fabricados a partir de materiais compósitos baseados em fibras sem-fim de vidro ou carbono e requerem um conteúdo de fibra de aproximadamente 65 % em peso. Fibras sem-fim já estão em uso hoje em aplicações de aeronáutica e energia eólica, na construção de plantas, na construção de protótipos e em aplicações automotivas de curto prazo. Fibras de carbono proporcionam uma alta rigidez como material de reforço e são, portanto, de interesse especial. A fim de interagir com engenheiros de aplicação e usuários finais em um estágio inicial dos trabalhos, a BASF recentemente se tornou membro da Carbon Composites e.V. (CCeV), uma rede de competência na área de fibras de carbono e tecnologia de compósitos reforçados com fibra que foi criada em 2007 e que tem hoje mais de 120 associados. Além do seu desempenho como material de reforço, o preço e a disponibilidade são importantes para uma rápida introdução de sistemas de matrizes no mercado. Fibras de vidro mostram um grande potencial neste aspecto. Os limites da sua resistência mecânica ainda estão longe de serem alcançados.

 Sistemas Multimateriais

O sistema global consistindo de uma matriz plástica e de reforço com fibras deve ser processável de forma confiável e prontamente adotável para produções em larga escala. Comparados com componentes convencionais de metal, eles irão contribuir para uma redução de peso de cerca de 50 %. Tecnologias já dominadas que embutem no plástico insertos metálicos – ou placas termoplásticas reforçadas com fibras sem-fim e fita UD (reforço com fibra unidirecional) – complementam a nova abordagem. Além disso, camadas finas de material reforçado com fibras sem-fim podem ser combinadas com núcleos de espuma leve para a obtenção de estruturas em sanduíche de alta qualidade, resultando em uma rigidez específica excepcional e em boas características de isolamento, tudo isso combinado com baixo peso. Os sistemas de espumas de Poliuretano desenvolvidos para tais peças pela BASF são caracterizados por alta resistência à compressão e resistência à temperatura, em conjunto com uma baixa densidade. “Sem tais sistemas multimateriais, os próximos avanços significativos em aplicações automotives não serão possíveis”, afirma Volker Warzelhan, Chefe de Pesquisa de Termoplásticos da BASF.

Ao mesmo tempo, a BASF está expandindo as potencialidades do ULTRASIM™, a sua nova ferramenta universal de simulação via computador, com o objetivo de ter também a capacidade de prever o comportamento de de compósitos complexos reforçados com fibra.

 Fonte: BASF

MVC anuncia abertura de nova unidade em Camaçari.

12/09/2011

Agendada para partir em janeiro de 2012, fábrica atenderá apenas o mercado de energia eólica, produzindo  peças de compósitos para a Gamesa.

A MVC vai inaugurar em janeiro de 2012 uma fábrica em Camaçari (BA). A unidade, voltada ao mercado de energia eólica, abastecerá inicialmente a filial brasileira da espanhola Gamesa, companhia especializada em aerogeradores que, em julho, abriu uma planta na mesma cidade.

“A partir de 2013, pretendemos expandir a carteira de clientes desse segmento”, comenta Gilmar Lima, diretor geral da MVC. Com cerca de 2.000 m², a fábrica da MVC em Camaçari partirá com um potencial para processar 1.000 toneladas/ano de materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance que dá forma a diversas peças dos aerogeradores, como nacelles, bicos (noses) e coberturas. “A nova unidade terá capacidade para chegar a até 3.000 toneladas/ano, mas tudo vai depender da demanda”. De início, serão 60 funcionários, número que pode chegar a 200 em 2015.

 Produzir as gigantescas pás eólicas, também feitas de materiais compósitos, não faz parte da estratégia da MVC. “Queremos nos especializar nos outros componentes dos aerogeradores, tendo como diferencial o uso de processos mais automatizados e de melhor desempenho, como RTM e infusão”.

 O mercado de energia eólica deve gerar cerca de R$ 10 milhões em receitas para a MVC em 2012 – 6% do total projetado para o período. “A meta é que responda por 15% de uma receita estimada em R$ 400 milhões em 2015”, afirma o diretor geral.

Fonte: SLEA Comunicação

SABIC IP apresenta Peugeot moderno com materiais automotivos de alto desempenho e suporte local em seu novo sedan 408 Griffe

30/05/2011

O novo Peugeot 408 Griffe, um sedan compacto médio, apresenta quatro aplicações que usam materiais de alto desempenho da SABIC Innovative Plastics: para-lamas dianteiros e tampa do tanque de combustível moldados com a resina Noryl GTX*; um módulo frontal usando a resina de polipropileno de fibra de vidro longa SABIC® STAMAX®; a resina Cycoloy* para uso em aplicações interiores e lanternas e a resina Cycolac* para aplicações externas. Esses quatro materiais de alto desempenho foram selecionados pela Peugeot para seu novo sedan por sua liberdade de design excepcional e outras vantagens, como resistência, redução de peso, qualidade e segurança. A Peugeot também escolheu os materiais da SABIC Innovative Plastics por sua capacidade comprovada de auxiliar OEMs automotivos a atender as demandas do mercado em constante mudança e normas regulatórias ambientais cada vez mais rígidas.

 “Nosso trabalho com a Peugeot nesse veículo abrangeu os centros de desenvolvimento de indústrias automotivas na Argentina, Brasil China e França, e demonstra a capacidade da SABIC Innovative Plastics de fornecer recursos locais e globais que otimizam a eficiência e o valor da fabricação automotiva”, declarou Edson Simielli, gerente geral da divisão automotiva para a América do Sul da SABIC Innovative Plastics. “Os dez anos de sucesso da Peugeot no Brasil são um marco significativo e esperamos continuar nosso estreito relacionamento com esse cliente, ajudando-o a expandir seus negócios por aqui.”

 Tecnologia de materiais que visam preferências locais e requisitos globais

 Os materiais da SABIC Innovative Plastics para aplicação automotiva apoiam OEMs e linhas, pois buscam atender as necessidades de mercado locais e também as exigências ambientais e de segurança globais. A SABIC Innovative Plastics trabalhou em conjunto com a Peugeot em muitas aplicações importantes para o sedan 408:

  • Para-lamas dianteiros e tampa do tanque de combustível: A resina leve Noryl GTX é uma importante contribuição para melhor eficiência do combustível e um nível mais baixo de emissões no sedan 408. Quando usada para substituir metais, a resina Noryl GTX consegue diminuir o peso em até 50% e oferece uma liberdade de design bem maior. Pode ser pintada online juntamente com o Body-In-White (BIW) de metal, o que dispensa operações secundárias e garante a perfeita combinação de cores. Essa resina condutiva não exige uma demão de primer antes da pintura. A Peugeot escolheu a resina Noryl GTX* devido ao bom resultado anterior em outros veículos, incluindo os para-lamas dianteiros Peugeot 307, fabricado na Argentina.
  • Módulo frontal: O polipropileno de fibra de vidro longa STAMAX® permitiu aos designers da Peugeot criar um módulo frontal leve, que oferece excelente resistência estrutural e boa resistência térmica. Um dos principais benefícios foi a consolidação da peça, que agiliza a montagem.
  • Painel central e  carcaça de lanterna: A resina de policarbonato/acrilonitrilo-butadieno-estireno (PC/ABS) Cycoloy* XCY oferece excelente desempenho térmico e mecânico, resistência hidrolítica superior em comparação com outros materiais PC/ABS, excelente acabamento de superfície e facilidade no processamento.
  • Frisos externos: Essas peças decorativas cromadas usam a resina MG37EP Cycolac*, resultando em peças de excelente acabamento superficial e com adequada resistência térmica e ap impacto.

Fonte: SABIC IP

Indústria de compósitos projeta elevação de 8,2% na receita de 2011

05/05/2011

Faturamento do primeiro trimestre cresceu 16,3%. Nova pesquisa contratada pela ABMACO separa poliéster e epóxi

Fonte: Maxiquim

A indústria brasileira de materiais compósitos faturou R$ 715 milhões no primeiro trimestre, alta de 16,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. O consumo de matérias-primas, porém, recuou 8,7%, totalizando 46.900 toneladas. A diferença entre os dois indicadores deve-se principalmente aos sucessivos aumentos nas cotações dos insumos petroquímicos – os compósitos são resultantes da combinação entre resinas termofixas (um tipo de plástico) e reforços, como as fibras de vidro. Os números fazem parte do último levantamento da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO).

O estudo da Maxiquim também projeta uma elevação de 8,2% na receita total do setor em 2011, alcançando R$ 2,796 bilhões – no ano passado, o faturamento foi de R$ 2,584 bilhões. Em relação ao consumo de matérias-primas, a consultoria estima que o Brasil processe 214.000 toneladas, volume 4,8% maior que o de 2010 (205.000 toneladas). Já o crescimento esperado do número de empregos é de 1,8%, perfazendo 75 mil vagas.

“Todos os segmentos que consomem os materiais compósitos devem crescer este ano, mas acreditamos que construção civil, geração de energia eólica e transportes serão responsáveis por índices ainda mais expressivos”, afirma Gilmar Lima, presidente da ABMACO. No caso da área de transportes, Lima destaca o impacto positivo que a antecipação das compras de caminhões e ônibus promoverá no resultado do último trimestre de 2011, por conta da entrada em vigor da norma Euro 5 no início de 2012 – os veículos ajustados à nova regulamentação, que controla a emissão de poluentes, são mais caros.

“Por outro lado, nos preocupa a escassez de mão de obra qualificada no nosso setor, bem como o aumento descontrolado dos preços dos principais insumos, a valorização excessiva do real e a crônica falta de investimentos governamentais em infraestrutura”, comenta.

Estudo separa poliéster e epóxi

Fonte: Maxiquim

Dessa vez, a pesquisa contratada pela ABMACO abordou de forma separada os compósitos de resina poliéster e os baseados em resina epóxi. No primeiro caso – 162.000 toneladas, ou 79% do total processado em 2010 –, a construção civil manteve o posto de maior consumidora do material, com 46%. A seguir, apareceram as montadoras, sobretudo as que fabricam veículos pesados e agrícolas, com 16%. Os mercados de corrosão (11%), saneamento (7%), energia elétrica (4%), náutico (3%), petróleo (1%) e outros (11%) completaram a lista.

As principais posições no ranking do consumo de matérias-primas se mantiveram quando o assunto foi participação no faturamento – no ano passado, os compósitos de poliéster geraram uma receita de R$ 2,011 bilhões. Mudaram, no entanto, os percentuais: construção civil (37%), transportes (24%), corrosão (15%) e saneamento (8%). O setor náutico, devido ao maior valor agregado das embarcações, respondeu por 6% da receita, ultrapassando o segmento de energia elétrica (2%). As demais aplicações ficaram com 7%.

Quanto aos processos de transformação, as tecnologias manuais (Hand Lay-up e Spray-up) apareceram bem à frente, como de costume, com 54,8%, seguidas por RTM (16,1%), Enrolamento Filamentar (9,8%), Laminação Contínua (6,2%), Pultrusão (4,6%), BMC/SMC (2,8%) e outros (5,6%).

Em relação aos compósitos cuja matriz polimérica é o epóxi, a geração de energia eólica deteve 87,7% de um faturamento total de R$ 573 milhões. Bem atrás, apareceram os setores de petróleo (5,9%), eletroeletrônico (2,1%) e outros (4,3%). O processo de infusão, que é empregado, por exemplo, na fabricação das pás eólicas, foi o mais usado pelos transformadores (92,3%). Ao todo, o país processou 43.000 toneladas de compósitos de epóxi em 2010.

Fonte: SLEA Comunicação – ABMACO