Posts Tagged ‘Plástico Biodegradável’

Danimer Scientific cria canudinho plástico biodegradável à base de PHA

14/09/2018

Canudos feitos com polihidroxialcanoato (PHA) são biodegradáveis ​​em aterros sanitários, instalações de tratamento de resíduos e oceanos

A Danimer Scientific (www.DanimerScientific.com), desenvolvedora e fabricante de produtos plásticos biodegradáveis, anunciou no dia 11/09 ter criado o primeiro canudinho plástico totalmente biodegradável usando seu material Nodax™, à base de polihidroxialcanoato (PHA).

“O impacto ambiental dos canudos e outros itens descartáveis de plástico se tornou uma questão crítica para as cidades e empresas em todo o país”, disse Scott Tuten, diretor de marketing da Danimer Scientific. “O desafio é que há disponibilidade de poucas alternativas duráveis, mas ecologicamente corretas. Felizmente, pesquisas descobriram que o PHA efetivamente se biodegrada em ambientes que vão desde as instalações de tratamento de resíduos até aterros sanitários e oceanos. Com esse selo de aprovação, estamos empolgados em poder introduzir no mercado resinas para canudos verdadeiramente biodegradáveis, oferecendo-as a empresas que estão procurando substituir canudos de plástico derivado da petroquímica em restaurantes, parques de diversões e vários outros locais”.

Segundo informação da empresa, um estudo de 2018 da Universidade da Geórgia (Estados Unidos) comparou a biodegradação do Nodax ™ PHA da Danimer Scientific a pó de celulose, resíduos alimentares, pellets de plástico convencional e outros materiais, tanto em condições aeróbicas como anaeróbicas. Em um ambiente adequado de gerenciamento de resíduos, o Nodax ™ PHA é biodegradado a uma taxa semelhante ao pó de celulose ou polpa de madeira. O estudo também constatou que o Nodax ™ PHA poderia ser efetivamente processado junto com os restos de alimentos e outros resíduos orgânicos em um aterro sanitário. Além disso, os pesquisadores verificaram que o Nodax ™ PHA começará a se biodegradar ao longo de seis meses na água do oceano, enquanto os plásticos tradicionais permanecem intactos e inalterados no mesmo ambiente.

A Danimer afirma que o seu Nodax ™ PHA da Danimer Scientific possui sete certificações e declarações de compostabilidade industrial e doméstica da TUV AUSTRIA, é biodegradável em ambientes anaeróbicos, solo, água doce e marinha e tem origem 100% biológica. Todos os biopolímeros da Danimer Scientific, incluindo o Nodax ™ PHA, são aprovados pela FDA para contato com alimentos.

A Danimer Scientific, empresa com sede em Bainbridge, na Geórgia (EUA), tem desenvolvido e fabricado, por mais de uma década, biopolímeros renováveis ​​e sustentáveis que ​​ajudam a criar produtos plásticos biodegradáveis ​​e compostáveis. Aplicações para os biopolímeros incluem aditivos, revestimentos aquosos, fibras, filamentos, filmes, adesivos hot-melt e artigos moldados por injeção, entre outros. A empresa detém 125 patentes em quase 20 países para uma série de processos de fabricação e formulações de biopolímeros.

Fonte: Danimer Scientific

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Thyssenkrupp desenvolve processo próprio de produção do bioplástico PLA e constrói primeira planta na China

09/01/2017

thyssenkrupp

Para reduzir a dependência de plásticos derivados de petróleo, a Thyssenkrupp desenvolveu o seu próprio processo de fabricação para o bioplástico PLA – Ácido Polilático. Agora, a empresa está construindo em Changchun, na China, a primeira planta comercial baseada em sua tecnologia patenteada de nome PLAneo®. O cliente é a COFCO Corporation, um fornecedor líder de produtos agrícolas que oferece uma ampla gama de produtos alimentícios e serviços. Uma vez concluída, a nova fábrica produzirá cerca de 10.000 toneladas de PLA por ano. O comissionamento está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

O Ácido Polilático (PLA) é um plástico 100% derivado de fontes biológicas e também compostável, sendo adequado, entre outras fins, para a produção de materiais de embalagem, filmes e plásticos de engenharia, podendo, portanto, substituir polímeros derivados de petróleo em muitas áreas. A matéria-prima para a produção do PLA é o ácido lático, que é produzido a partir de recursos renováveis, como açúcar, amido ou celulose. O ácido polilático é, portanto, tanto bio-baseado como bio-degradável.

Ao desenvolver a tecnologia PLAneo®, a Uhde Inventa-Fischer, uma subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, aproveitou a experiência adquirida com a construção de mais de 400 fábricas de polimerização e uma vasta experiência no scale-up de novas tecnologias. Segundo a Thyssenkrupp, a tecnologia PLAneo® converte o ácido láctico em PLA de uma forma particularmente eficiente e amigável aos recursos. Outra vantagem é a possibilidade de sua transferência para plantas de grande porte com capacidade de até 300 toneladas por dia (100.000 t/ano). Graças à sua grande flexibilidade, o processo permite a produção de tipos de PLA sob medida com diferentes graus de cristalinidade e viscosidade para uma variedade de aplicações, afirma a Thyssenkrupp.

Sami Pelkonen, CEO da Unidade de Negócio de Eletrólise & Tecnologia de Polímeros da Thyssenkrupp Soluções Industriais afirmou: “Com a nossa tecnologia, queremos ajudar a consolidar os bioplásticos no mercado. Eles reduzem o uso de matérias-primas fósseis e diminui significativamente as emissões de CO2. Com isso, nós habilitamos nossos clientes a produzir bioplásticos de alta qualidade com propriedades sob medida – e a um preço cada vez mais competitivo em relação aos plásticos petroquímicos convencionais”. A Thyssenkrupp está fornecendo engenharia básica e de detalhamento, componentes-chave da planta e supervisão de montagem e comissionamento para a nova planta de PLA.

A área de negócios de Soluções Industriais da Thyssenkrupp atua no segmento de engenharia, construção e manutenção de instalações e sistemas industriais. Com base em mais de 200 anos de experiência, a empresa fornece plantas turnkey sob medida para clientes industriais, químicos, fertilizantes, cimentos, mineração e siderurgia. É parceiro de sistemas para os setores automotivo, aeroespacial e naval e conta com cerca de 19.000 funcionários em mais de 70 sites ao redor do mundo.

A Uhde Inventa-Fischer, subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, é uma empresa de engenharia localizada em Berlim, Alemanha, e Domat/ Ems, na Suíça. Seu escopo de serviços inclui o desenvolvimento, engenharia e construção de plantas industriais para a produção de poliésteres, poliamidas e ácido polilático.

Fonte – Thyssenkrupp

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Plástico biodegradável da BASF será usado em projeto de compostagem de resíduos orgânicos domésticos em Mogi Mirim-SP

17/09/2013
  • BASF, Prefeitura Municipal de Mogi Mirim, Construrban, Inambi, Romapack e Visafertil iniciam projeto piloto para coleta e compostagem de resíduos sólidos orgânicos no município
  • Matéria prima utilizada na confecção dos sacos para coleta seletiva será o ecovio® da BASF, polímero compostável certificado, com conteúdo parcialmente de fonte renovável
  • Cerca de 240 toneladas de resíduos orgânicos serão geradas durante o projeto e transformados em 120 toneladas de adubo para plantas

A BASF e a Prefeitura de Mogi Mirim, juntamente com seus parceiros, lançaram no dia 16/09 um projeto piloto de compostagem de resíduos sólidos orgânicos gerados no município, por meio da introdução da coleta seletiva domiciliar. A primeira coleta será iniciada na próxima quarta-feira (18.09).

É a primeira vez que um projeto desenvolvido na América do Sul vai demonstrar o uso de sacos plásticos produzidos com ecovio®, um polímero biodegradável, assim como a eficiência do processo de compostagem como contribuição para a gestão de resíduos sólidos urbanos.

Os sacos feitos com o ecovio® da BASF serão produzidos pela Romapack, indústria de embalagens. “Confeccionamos cerca de 200 mil sacos para serem distribuidos a uma amostragem de 1.770 unidades residenciais e mais duas escolas, o correspondente a cerca de 5.300 moradores”, afirma Gisele Barbin, Gerente Comercial da Romapack.

Os bairros selecionados para o desenvolvimento desse trabalho foram o Jardim Paulista e Jardim Silvânia, que possuem características representativas dos hábitos da comunidade no município. Para conscientizar os moradores envolvidos no projeto, a BASF, Fundação Espaço Eco e consultoria Inambi – responsável pelo monitoramento e elaboração do relatório final do projeto – desenvolveram um programa de treinamento sobre todo o processo de coleta seletiva de resíduos orgânicos para compostagem.

“Estamos desenvolvendo programas de educação ambiental para que os moradores possam, por si próprios, serem capazes de diferenciar cada tipo de resíduos e destinar os orgânicos de forma correta para a compostagem, participando de forma ativa e consciente no desenvolvimento desse modelo de reciclagem”, afirma Marcos Badra, diretor da consultoria Inambi.

“Ao darmos uma destinação mais adequada ao resíduo orgânico, também contribuímos para melhorar a qualidade da coleta seletiva de recicláveis em geral, eliminando a contaminação pelo resíduo orgânico“, complementa Ubiratan S. de Carvalho, Diretor da Construrban Logística Ambiental.

Os resíduos orgânicos domésticos serão coletados todas as segundas, quartas e sextas-feiras por um caminhão da Construrban. Esses resíduos serão destinados à Visafértil, que opera uma usina de compostagem em Mogi Mirim.

O projeto terá três meses de duração com estimativa de gerar cerca de 240 toneladas de resíduos orgânicos, os quais serão transformados em cerca de 120 toneladas de adubo rico em nutrientes essenciais para as plantas. Esse processo de transformação do resíduo junto com o saco produzido com ecovio compostável e certificado é estimado em cerca de 90 dias.

“A Visafértil se orgulha em participar desse projeto com técnicas inovadoras, transformando os resíduos orgânicos domésticos de Mogi Mirim em um composto nobre e sustentável, juntamente com os sacos de ecovio®, comenta Ulisses Giradi, diretor da Visafértil

“A BASF já conduziu outros projetos piloto de compostagem semelhantes na Alemanha, Canadá, Tailândia, Índia e Austrália, com resultados previstos alcançados. A coleta de resíduos orgânicos realizada de forma higiênica, com sacos plásticos compostáveis produzidos com ecovio® da BASF contribuiu para reduzir a quantidade de resíduos orgânicos destinada a aterros, para aumentar sua vida útil e diminuir a emissão de gases de efeito estufa”, afirma Karina Daruich, gerente de biopolímeros da BASF para América do Sul.

O projeto poderá se transformar num modelo de sucesso baseado nas premissas da Lei 12.305/2010 (PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos) e ser seguido por outros municípios brasileiros.  “É uma enorme satisfação fazer parte dessa iniciativa pioneira e podermos ser os incentivadores de uma ampla conscientização da população quanto aos benefícios ao meio ambiente e de um futuro sustentável”, comentou o prefeito de Mogi Mirim, Luís Gustavo Antunes Stupp.

Fonte: BASF

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BASF promove utilização de plástico biodegradável em sacos plásticos e copos descartáveis

12/06/2013
  • BASF realiza, mais uma vez, evento lixo zero e transforma resíduo orgânico em adubo
  • Copos revestidos e sacos de lixo feitos com ecovio® possibilitam a transformação de resíduo sem a separação

O ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, é o protagonista do projeto envolvendo copos descartáveis e biodegradáveis e sacos de lixo compostáveis que acontecerá durante o  evento de apresentação da primeira casa de eficiência energética da BASF no Brasil, a CasaE localizada na zona sul de São Paulo.

Durante o evento, a empresa Lia Tulmann, encarregada do serviço de buffet do evento, orientada pela Inambi, coletará todo o resíduo orgânico utilizado na preparação dos alimentos em sacos de lixo confeccionados com ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, com conteúdo renovável.

Além disso, os copos descartáveis usados no evento também serão coletados. Eles não são feitos de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de ecovio® PS1606. Todo material será enviado para a Visafértil Indústria e Comércio de Fertilizantes Orgânicos, especializada em produção de insumos orgânicos agrícolas a partir de resíduos industriais, que opera uma usina de compostagem em Mogi Mirim.

“A solução inovadora permite que os copos descartáveis de papel revestidos com uma fina camada de ecovio® PS1606 não precisem ser destinados a aterros sanitários após o uso. Ao invés disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico e com os sacos de lixo para produzir um adubo de alta qualidade”, explica Karina Daruich, Gerente do Negócio de Biopolímeros da BASF para a América do Sul.

Uso, coleta e compostagem

Além dos resíduos pré consumo, gerados durante a preparação dos alimentos para o evento, todo o resíduo orgânico gerado pós consumo no evento será compostado e se transformará em adubo orgânico. O Grupo Visafértil coletará os copos, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo compostáveis de ecovio®, e os transportará para a usina de compostagem em Mogi Mirim, onde o comportamento de degradação é monitorado e controlado periodicamente.

“Este projeto, realizado na CasaE, serve não só para destacar o compromisso ativo da BASF com a eficiência de recursos, mas também para estudar o ciclo fechado na gestão de resíduos, um conceito que já testamos em outros projetos no Brasil e no mundo”, diz Gislaine Rossetti, Diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul.

Projeto piloto: ciclo fechado para resíduos orgânicos

O plástico ecovio® atende às  exigências legais das normas européia EN 13432 e norte americana ASTM 6400 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF está expandindo este conceito de ciclo fechado ao longo de toda cadeia de valor; assim ele pode ser implantado em eventos de grande escala em estádios ou em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: ecovio® e ecoflex®

O material ecovio® PS1606é um novo desenvolvimento da BASF. Ele agora é produzido com ecoflex® FS (parcialmente de fonte renovável) e PLA (ácido poliláctico) o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos copos descartáveis consiste em mais de 75% de matérias-primas renováveis, sendo que o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Afirma a BASF que, como os resíduos orgânicos em si, as moléculas de ecovio® são digeridas por micro-organismos com o auxílio de enzimas durante o processo de compostagem. No final do processo de compostagem, os micro-organismos terão convertido completamente o resíduo orgânico, os copos com ecovio® PS1606 e os sacos de lixo compostáveis, em dióxido de carbono, água e biomassa. Segundo a BASF, esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos, já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os copos e sacos. Pelo contrário, o material simplesmente se torna um composto  juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

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Sudoeste do Paraná terá primeira fábrica brasileira de bioplásticos derivados de milho

04/10/2012

A primeira fábrica de biopolímeros derivados de milho da América do Sul vai ser construída em Pato Branco (PR), segundo anúncio feito em 29/08 pela Limagrain Guerra do Brasil, joint venture formada pela empresa brasileira Sementes Guerra e o grupo francês Limagrain.

A fábrica – de 2.000 metros quadrados – deverá ser inaugurada dentro de um ano, e terá uma capacidade anual de produção de 8.000 toneladas e é beneficiado pelo programa Paraná Competitivo, do governo do Estado.

“BIOLICE”

O  biopolímero “biolice” é  obtido a partir de farinha de milho e serve, por exemplo, para fabricação de sacolas de plástico 100% biodegradáveis. Além da sua utilização na fabricação de sacolas, o “biolice” também pode ser usado como cobertura de solo na agricultura e na fabricação de produtos extrudados ou termoformados, tais como canudos, hastes, potes, copos e bandejas para sementes, segundo Ricardo Guerra, diretor executivo da Limagrain Guerra do Brasil.

O “biolice” é resultado de mais de dez anos de pesquisas em novas tecnologias que visam utilizar cereais, agregando valor à matéria prima para transformá-los em produtos sustentáveis. O “biolice” é produzido através de um processo único no mercado de bioplásticos, a partir de grãos de cereais inteiros e de um número específico de variedades de milho Limagrain Guerra.

Após a sua utilização e eliminação, os produtos fabricados com “biolice” são degradados por micro organismos. Este processo produz húmus de boa qualidade, apropriado para uso em jardinagem e agricultura. É um processo natural de reutilização de resídos.

PEDRA FUNDAMENTAL

Durante o lançamento da pedra fundamental do empreendimento, o governador Beto Richa destacou a importância da parceria entre a empresa paranaense e a francesa, com apoio de incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo. “A indústria de plástico biodegradável atrairá novos investimentos para a região, gerando empregos e impacto positivo no agronegócio paranaense, além de propiciar a transferência da tecnologia utilizada na produção das sacolas” afirmou Richa.

A matéria-prima para a fabricação do biopolímero em Pato Branco será fornecida pelos produtores rurais da região sudoeste do Paraná.

JOINT-VENTURE

O grupo Limagrain tem volume de negócios anual de 1,5 bilhão de euros e emprega, em 38 países, mais de 7.200 pessoas, incluindo 1.400 pesquisadores.

A Sementes Guerra, da família Guerra, de Pato Branco, atua na produção de milho no Brasil e no Paraguai e vendeu para a Limagrain 70% de sua divisão de milho.

A criação da nova empresa, denominada Limagrain Guerra do Brasil, possibilitou à Limagrain ter acesso a terras agricultáveis disponíveis no estado do Paraná, e à Guerra possibilitou encontrar quem pudesse fornecer-lhe biotecnologia avançada para enfrentar os concorrentes internacionais. Segundo o diretor-executivo da Sementes Guerra, Ricardo Guerra, a parceria foi de mútuo interesse, pois as parcerias com empresas internacionais são fundamentais para o crescimento do setor. “Não existe um meio de você concorrer com as grandes multinacionais aqui instaladas se não tiver um respaldo biotecnológico grande”, afirmou Ricardo.

O controle administrativo da Limagrain Guerra do Brasil ficará com os brasileiros, que esperam um faturamento de R$ 10 milhões no primeiro ano de funcionamento da usina de plástico. Além da união das duas corporações, será criado o primeiro Centro de Pesquisa de Biotecnologia, na cidade de Londrina, no Norte do Paraná. O projeto ainda poderá ser expandido para os municípios de Guarapuava, que receberá outro empreendimento do grupo Limagrain, e Cascavel.

Fonte: Limagrain / Governo do Estado do Paraná

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BASF realiza projeto piloto com uso de plástico biodegradável em evento esportivo

28/08/2012
  • Resíduo orgânico do fim de semana de corrida para ser transformado em adubo
  • Lausitzring e BASF lançam projeto piloto com talheres descartáveis e compostáveis no ADAC Masters Weekend

O Ecovio® FS Paper, plástico biodegradável da BASF, assumiu o centro do palco em um projeto piloto envolvendo talheres descartáveis e biodegradáveis durante o evento de automobilismo ADAC Masters Weekend, realizado entre 24 e 26 de Agosto na pista de corrida Lausitzring. Durante o fim de semana do evento, a empresa Polster® Catering, encarregada do serviço de buffet na Lausitzring, usou apenas bandejas de papelão e pratos de papel que são compostáveis. Os copos seguirão o exemplo na próxima temporada.

Os talheres descartáveis, fabricados pela empresa Hosti, não são feitos a partir de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de Ecovio® FS Paper. Isto cria talheres descartáveis cuja camada de plástico garante não fiquem impregnados e que não precisem ser incinerados – como é o caso geralmente – depois de usados. Em vez disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico a fim de produzir um composto valioso. Este composto de alta qualidade é utilizado novamente na Lausitzring para melhorar o solo que foi salientado pela mineração a céu aberto no passado. Graças a este sistema de circuito fechado, os parceiros do projeto deram vida a um projeto que é único no continente europeu. Lausitzring é o primeiro local para eventos de grande escala na Europa a introduzir tal sistema. Este projeto faz parte do “Green Lausitzring”, no qual a administração da empresa EuroSpeedway Verwaltungs GmbH, na sua qualidade de operadora da pista de corrida Lausitz, está apoiando e testando tecnologias ambientalmente amigáveis.

Usando – Coletando – Compostando

Para certificar-se que os visitantes retornariam os talheres compostáveis usados aos estandes do serviço de buffet e não os descartariam nas latas de lixo comum, os organizadores cobraram o depósito de um euro por item. Os fornecedores recolheram os talheres descartáveis, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo também compostáveis e os transportaram para a usina de compostagem Hörlitz. Os operadores da usina de compostagem têm reservado um espaço dedicado à compostagem do lixo orgânico da Lausitzring, onde o comportamento de degradação pode ser precisamente monitorado e controlado. Consequentemente, este projeto piloto serve não só para destacar o compromisso ativo com a economia de recursos na esfera do automobilismo, mas também para estudar o comportamento de degradação de grandes quantidades de bandejas e pratos que foram revestidos com Ecovio® FS Paper. Este estudo está sendo conduzido pelo Departamento de Gestão de Resíduos e Fluxo de Material da Universidade de Rostock, na Alemanha.

Projeto piloto: talheres compostáveis e descartáveis em eventos de grande escala

Numerosos projetos pilotos já foram possibilitados pela BASF para demonstrar que as sacolas de resíduos orgânicos feitas de Ecovio® FS degradam dentro de um curto período de tempo em usinas de compostagem industriais. Ecovio® é um plástico que satisfaz às rigorosas exigências legais da norma européia EN 13432 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. A experiência piloto na Lausitzring é a primeira de seu tipo para testar como talheres descartáveis com uma camada de Ecovio® FS Paper podem ser compostados em grandes quantidades. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF tem a intenção de expandir este conceito de circuito fechado para talheres biodegradáveis e descartáveis ao longo de toda cadeia de valor para que possa ser implantado em grandes eventos em estádios e em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: Ecovio® e Ecoflex®

Considerando que os primeiros produtos Ecovio® foram baseados no clássico da BASF, à base do poliéster Ecoflex®, Ecovio® FS Paper é um novo desenvolvimento. Este material agora é feito parcialmente de Ecoflex FS e PLA (ácido poliláctico), o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos talheres descartáveis consiste em mais de 50% de matérias-primas renováveis e, de fato, o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Como os resíduos biodegradáveis em si, as moléculas de Ecovio® são quebradas por microorganismos com o auxílio de enzimas. O único fator decisivo para o processo de degradação é a estrutura da molécula e não a origem das matérias-primas. No final do processo de compostagem, os microorganismos converterão completamente os pratos de papelão com o revestimento de Ecovio® em dióxido de carbono, água e biomassa. Esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os talheres. Pelo contrário, o material simplesmente se torna o composto valioso juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

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