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Total Corbion dá partida em sua planta de PLA na Tailândia

21/12/2018

A Total Corbion PLA, uma joint venture 50/50 entre a Total e a Corbion, anunciou a entrada em operação de sua fábrica de bioplásticos PLA (Ácido Polilático) de 75.000 toneladas por ano em Rayong, Tailândia (foto). A planta já produziu com sucesso as resinas Luminy® PLA, plástico de base biológica e biodegradável.

A Total Corbion explica que as novas instalações irão produzir uma ampla gama de resinas Luminy® PLA a partir de cana-de-acúcar renovável, não geneticamente modificada, adquirida localmente na Tailândia. A gama de resinas compreenderá desde o PLA padrão até o PLA e PDLA de alta temperatura. Os produtos poderão atender às necessidades dos clientes em uma variedade de mercados, tais como embalagens, bens de consumo, impressão 3D, fibras e no mercado automotivo, e são otimizados para processos de extrusão, termoformagem, moldagem por injeção e fiação de fibra.

No final da sua vida útil, os produtos de PLA podem ser mecanicamente ou quimicamente reciclados ou, em alguns casos, compostados e devolvidos ao solo como fertilizante.

A Total Corbion PLA se beneficiará da integração com sua planta de Lactide, necessário para a produção de PLA, que foi simultaneamente expandida para 100.000 toneladas por ano de capacidade de produção. Além disso, a planta piloto de PLA de 1.000 toneladas por ano, que está em operação desde o final de 2017, está localizada no mesmo local e será usada para desenvolvimento de produtos.

A partida da planta é um marco importante para a joint venture e o mercado de bioplásticos. Com essa unidade adicional de 75.000 toneladas por ano, a produção global de bioplásticos de PLA aumentará em quase 50%, para 240.000 toneladas por ano. O PLA corresponde a um mercado de polímeros de crescimento rápido com uma taxa de crescimento anual estimada de 10% a 15%.

“A partida desta fábrica de última geração estabelece a Total Corbion PLA como uma produtora de bioplásticos de PLA de escala mundial, idealmente localizada para atender mercados expansão desde a região da Ásia-Pacífico até a Europa e as Américas”, diz Stephane Dion, CEO da empresa. “O aumento subsequente na capacidade global de PLA permitirá que fabricantes e proprietários de marcas se movam na direção da economia circular e produzam produtos de base biológica com pegadas de carbono mais baixas e opções de fim de vida múltiplas.”

“Estou muito satisfeito que a joint venture tenha dado partida na segunda maior fábrica de bioplásticos de PLA do mundo. Essa conquista está totalmente alinhada à nossa estratégia de expansão em petroquímicos e, ao mesmo tempo, de inovar em soluções de baixo carbono. Os bioplásticos são um ótimo complemento para os nossos produtos petroquímicos mais tradicionais, atendendo à crescente demanda por polímeros ao mesmo tempo em que contribuem para reduzir as preocupações com o fim da vida ”, afirma Bernard Pinatel, Presidente de Refinação e Produtos Químicos da Total.

A Corbion, que fornece o ácido láctico à planta, está feliz com a notícia: “O sucesso da partida desta planta de PLA de última geração é o resultado de um impressionante trabalho de uma equipe de muitos. Esta é uma boa notícia para os consumidores e produtores que querem fazer uma escolha consciente para melhorar sua pegada de carbono e fazer sua contribuição para uma economia circular. Um mundo de oportunidades de inovação e negócios se abriu”, afirma Tjerk de Ruiter, CEO da Corbion.

Fonte: Total Corbion

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Thyssenkrupp desenvolve processo próprio de produção do bioplástico PLA e constrói primeira planta na China

09/01/2017

thyssenkrupp

Para reduzir a dependência de plásticos derivados de petróleo, a Thyssenkrupp desenvolveu o seu próprio processo de fabricação para o bioplástico PLA – Ácido Polilático. Agora, a empresa está construindo em Changchun, na China, a primeira planta comercial baseada em sua tecnologia patenteada de nome PLAneo®. O cliente é a COFCO Corporation, um fornecedor líder de produtos agrícolas que oferece uma ampla gama de produtos alimentícios e serviços. Uma vez concluída, a nova fábrica produzirá cerca de 10.000 toneladas de PLA por ano. O comissionamento está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

O Ácido Polilático (PLA) é um plástico 100% derivado de fontes biológicas e também compostável, sendo adequado, entre outras fins, para a produção de materiais de embalagem, filmes e plásticos de engenharia, podendo, portanto, substituir polímeros derivados de petróleo em muitas áreas. A matéria-prima para a produção do PLA é o ácido lático, que é produzido a partir de recursos renováveis, como açúcar, amido ou celulose. O ácido polilático é, portanto, tanto bio-baseado como bio-degradável.

Ao desenvolver a tecnologia PLAneo®, a Uhde Inventa-Fischer, uma subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, aproveitou a experiência adquirida com a construção de mais de 400 fábricas de polimerização e uma vasta experiência no scale-up de novas tecnologias. Segundo a Thyssenkrupp, a tecnologia PLAneo® converte o ácido láctico em PLA de uma forma particularmente eficiente e amigável aos recursos. Outra vantagem é a possibilidade de sua transferência para plantas de grande porte com capacidade de até 300 toneladas por dia (100.000 t/ano). Graças à sua grande flexibilidade, o processo permite a produção de tipos de PLA sob medida com diferentes graus de cristalinidade e viscosidade para uma variedade de aplicações, afirma a Thyssenkrupp.

Sami Pelkonen, CEO da Unidade de Negócio de Eletrólise & Tecnologia de Polímeros da Thyssenkrupp Soluções Industriais afirmou: “Com a nossa tecnologia, queremos ajudar a consolidar os bioplásticos no mercado. Eles reduzem o uso de matérias-primas fósseis e diminui significativamente as emissões de CO2. Com isso, nós habilitamos nossos clientes a produzir bioplásticos de alta qualidade com propriedades sob medida – e a um preço cada vez mais competitivo em relação aos plásticos petroquímicos convencionais”. A Thyssenkrupp está fornecendo engenharia básica e de detalhamento, componentes-chave da planta e supervisão de montagem e comissionamento para a nova planta de PLA.

A área de negócios de Soluções Industriais da Thyssenkrupp atua no segmento de engenharia, construção e manutenção de instalações e sistemas industriais. Com base em mais de 200 anos de experiência, a empresa fornece plantas turnkey sob medida para clientes industriais, químicos, fertilizantes, cimentos, mineração e siderurgia. É parceiro de sistemas para os setores automotivo, aeroespacial e naval e conta com cerca de 19.000 funcionários em mais de 70 sites ao redor do mundo.

A Uhde Inventa-Fischer, subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, é uma empresa de engenharia localizada em Berlim, Alemanha, e Domat/ Ems, na Suíça. Seu escopo de serviços inclui o desenvolvimento, engenharia e construção de plantas industriais para a produção de poliésteres, poliamidas e ácido polilático.

Fonte – Thyssenkrupp

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Projeto piloto em Joinville realiza tratamento de resíduos sólidos orgânicos em sacos compostáveis de plástico biodegradável da BASF

05/03/2014
  • Sacos de ecovio® – polímero compostável certificado da BASF, com conteúdo parcialmente de fonte renovável – juntamente com resíduos orgânicos, transformam-se em adubo de valor
  • Processo automático utilizando composteira JORA Brasil demonstra forma alternativa e eficiente para a compostagem de resíduos orgânicos com sacos de ecovio®

ecovio_BasfA BASF implementou um projeto piloto em Joinville/SC com o objetivo de demonstrar a compostagem automática de resíduos orgânicos urbanos com sacos de ecovio®. Essa tecnologia de compostagem se adapta com facilidade às necessidades residencial e comercial, pois trata o resíduo orgânico no próprio local onde foi gerado.    Isso oferece  um modelo de gestão alternativo ao  apresentado em 2013 pela BASF em Mogi Mirim (mais informações  em: http://wp.me/pDBte-1sO.

O projeto foi implementado em parceria com o condomínio Joinville Country Club, com a Jora Brasil – fabricante da composteira automática, com a Romapack – fabricante dos sacos de ecovio® e a consultoria Inambi. Os resultados demonstram a eficácia de um método alternativo de compostagem de resíduos orgânicos com sacos ecovio® que podem ser implementados em locais privados com grande quantidade de geração de resíduos, como shoppings, restaurantes, clubes, empresas, escolas e até bairros.

Moradores do Joinville Country Club  (22 residências) participaram de um workshop de educação ambiental com foco na coleta seletiva de seus resíduos orgânicos domésticos em sacos de ecovio®. Os resíduos foram coletados durante seis semanas e depositados diretamente em uma composteira automática no próprio condomínio. Foram coletados 720 quilos de resíduos das residências e também do restaurante do clube local, os quais foram transformados em 360 quilos de adubo orgânico de qualidade que serão utilizados no campo de golfe do próprio condomínio. A qualidade do adubo produzido foi avaliada pelo laboratório Unithal.

“Em média, resíduos orgânicos demoram 30 dias para se compostar, ao serem coletados em sacos de ecovio®  o processo torna-se fácil e mais higiênico, pois  evita a necessidade de lavagem de recipientes. Os sacos plásticos convencionais não são adequados porque não se degradam em processo de compostagem”, compara Karina Daruich, gerente de biopolímeros da BASF.

A BASF já está utilizando um modelo automático de composteira similar no restaurante da fábrica da BASF, em Ludwigshafen, na Alemanha, onde foi demonstrada a mobilidade e simplicidade do uso do equipamento. O mesmo modelo também foi empregado com  sacos de ecovio® na feira K de 2013, principal feira global do segmento de plásticos.

“Nossas composteiras são as únicas que transformam os resíduos orgânicos em adubo de valor e funcionam a um baixo custo de energia – 10 a 15 vezes menor que equipamentos desidratadores, ou seja, que apenas reduzem volume e não transformam o resíduo em adubo pronto para fertilizar as plantas”, afirma Eduardo Schreiber diretor da Jora Brasil.

“A preocupação com o meio ambiente e com a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos – lei federal número 12.305/10) nos fez pensar em uma alternativa viável para a destinação do lixo que coincide com os propósitos dos parceiros”, comenta Pierre Richter síndico do condomínio Joinville Country Club.

Para a BASF, o resultado do projeto e o conceito de circuito fechado demonstram oportunidades que podem beneficiar a sociedade e serem implementadas, por exemplo, em grandes eventos, como o campeonato mundial de futebol deste ano.

Fonte: BASF

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Empresa catarinense produz copo compostável a partir de Ácido Polilático

12/02/2014

Minaplast começa a distribuir em março produto que se decompõe em 90 dias

Minasplast_coposA empresa catarinense Minaplast começa a inserir no mercado de descartáveis plásticos o primeiro copo descartável compostável de fabricação brasileira. O produto, chamado de Green by Minaplast, usa como matéria-prima o ácido polilático (PLA), fabricado a partir de plantas como o milho e que, em usina, se decompõe totalmente em um prazo de 90 a 120 dias.

Só no primeiro semestre deste ano serão produzidos 10 milhões de copos com capacidade para 200ml e 300ml.  A distribuição do produto será gradativa, iniciando em março pelas grandes redes varejistas do sudeste do Brasil. A matéria-prima empregada no Green é da marca Ingeo, importada dos Estados Unidos e com todas as certificações internacionais de compostabilidade exigidas também pela Europa e Japão, e que não utiliza petróleo em sua composição. Como o ácido polilático não tem resistência ao calor os copos compostáveis só poderão ser utilizados para servir bebidas frias ou geladas.

O diretor da empresa, Hemerson De Villa, acredita que mesmo dependendo de matéria-prima com custo até 40% maior que a necessária para a produção de copos descartáveis comuns, o produto é viável e representará uma nova fase para a Minaplast, com foco na inovação. “Quando iniciamos os testes em 2008 esta mesma matéria-prima custava o dobro do valor da matéria-prima tradicional”, compara. “Em 2012 retomamos os testes e fizemos as adaptações necessárias nos equipamentos para a produção do Green. O processo levou um ano e meio e como não há no Brasil uma máquina específica para a produção deste tipo de copo, um dos diferenciais competitivos está justamente no know how da Minaplast, que começou sua trajetória como fabricante de máquinas e até hoje mantém dentro da empresa conhecimento técnico para implantar inovações em seu parque fabril sem precisar de investimentos mais impactantes”, explica De Villa.

A discussão cada vez mais frequente em torno da sustentabilidade, de acordo com o diretor, reforça a necessidade de apostar no produto compostável. “O Green é uma alternativa para atender esta demanda por produtos mais sustentáveis. É uma mudança gradual de comportamento e a Minaplast saiu na frente ao contemplar este público que não quer abrir mão da praticidade dos descartáveis, mas se preocupa com sua participação na preservação do planeta”, declara o diretor.

Mais sobre a Minaplast – Fundada em 1977 em Urussanga, sul de Santa Catarina, a Minaplast está entre as primeiras indústrias de descartáveis instaladas no Brasil e é referência no setor na produção de copos, pratos, potes e tampas descartáveis. Com distribuição em todos os estados brasileiros com as marcas Minaplast e Brasileirinho, tem produção anual de 8 mil toneladas de poliestireno transformado. A empresa registrou em 2013 faturamento de R$ 73 milhões.

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BASF realiza projeto piloto com uso de plástico biodegradável em evento esportivo

28/08/2012
  • Resíduo orgânico do fim de semana de corrida para ser transformado em adubo
  • Lausitzring e BASF lançam projeto piloto com talheres descartáveis e compostáveis no ADAC Masters Weekend

O Ecovio® FS Paper, plástico biodegradável da BASF, assumiu o centro do palco em um projeto piloto envolvendo talheres descartáveis e biodegradáveis durante o evento de automobilismo ADAC Masters Weekend, realizado entre 24 e 26 de Agosto na pista de corrida Lausitzring. Durante o fim de semana do evento, a empresa Polster® Catering, encarregada do serviço de buffet na Lausitzring, usou apenas bandejas de papelão e pratos de papel que são compostáveis. Os copos seguirão o exemplo na próxima temporada.

Os talheres descartáveis, fabricados pela empresa Hosti, não são feitos a partir de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de Ecovio® FS Paper. Isto cria talheres descartáveis cuja camada de plástico garante não fiquem impregnados e que não precisem ser incinerados – como é o caso geralmente – depois de usados. Em vez disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico a fim de produzir um composto valioso. Este composto de alta qualidade é utilizado novamente na Lausitzring para melhorar o solo que foi salientado pela mineração a céu aberto no passado. Graças a este sistema de circuito fechado, os parceiros do projeto deram vida a um projeto que é único no continente europeu. Lausitzring é o primeiro local para eventos de grande escala na Europa a introduzir tal sistema. Este projeto faz parte do “Green Lausitzring”, no qual a administração da empresa EuroSpeedway Verwaltungs GmbH, na sua qualidade de operadora da pista de corrida Lausitz, está apoiando e testando tecnologias ambientalmente amigáveis.

Usando – Coletando – Compostando

Para certificar-se que os visitantes retornariam os talheres compostáveis usados aos estandes do serviço de buffet e não os descartariam nas latas de lixo comum, os organizadores cobraram o depósito de um euro por item. Os fornecedores recolheram os talheres descartáveis, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo também compostáveis e os transportaram para a usina de compostagem Hörlitz. Os operadores da usina de compostagem têm reservado um espaço dedicado à compostagem do lixo orgânico da Lausitzring, onde o comportamento de degradação pode ser precisamente monitorado e controlado. Consequentemente, este projeto piloto serve não só para destacar o compromisso ativo com a economia de recursos na esfera do automobilismo, mas também para estudar o comportamento de degradação de grandes quantidades de bandejas e pratos que foram revestidos com Ecovio® FS Paper. Este estudo está sendo conduzido pelo Departamento de Gestão de Resíduos e Fluxo de Material da Universidade de Rostock, na Alemanha.

Projeto piloto: talheres compostáveis e descartáveis em eventos de grande escala

Numerosos projetos pilotos já foram possibilitados pela BASF para demonstrar que as sacolas de resíduos orgânicos feitas de Ecovio® FS degradam dentro de um curto período de tempo em usinas de compostagem industriais. Ecovio® é um plástico que satisfaz às rigorosas exigências legais da norma européia EN 13432 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. A experiência piloto na Lausitzring é a primeira de seu tipo para testar como talheres descartáveis com uma camada de Ecovio® FS Paper podem ser compostados em grandes quantidades. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF tem a intenção de expandir este conceito de circuito fechado para talheres biodegradáveis e descartáveis ao longo de toda cadeia de valor para que possa ser implantado em grandes eventos em estádios e em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: Ecovio® e Ecoflex®

Considerando que os primeiros produtos Ecovio® foram baseados no clássico da BASF, à base do poliéster Ecoflex®, Ecovio® FS Paper é um novo desenvolvimento. Este material agora é feito parcialmente de Ecoflex FS e PLA (ácido poliláctico), o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos talheres descartáveis consiste em mais de 50% de matérias-primas renováveis e, de fato, o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Como os resíduos biodegradáveis em si, as moléculas de Ecovio® são quebradas por microorganismos com o auxílio de enzimas. O único fator decisivo para o processo de degradação é a estrutura da molécula e não a origem das matérias-primas. No final do processo de compostagem, os microorganismos converterão completamente os pratos de papelão com o revestimento de Ecovio® em dióxido de carbono, água e biomassa. Esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os talheres. Pelo contrário, o material simplesmente se torna o composto valioso juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

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Interplast 2012: Cromex leva especialidades para plásticos e produtos sustentáveis

07/08/2012

A Cromex, empresa brasileira líder no mercado nacional de masterbatches de cores e aditivos para plásticos, levará, entre os dias 20 e 24 de agosto, à Interplast 2012, produtos desenvolvidos com foco na performance e sustentabilidade. Entre os produtos voltados à performance, a Cromex vai mostrar sua linha de masterbatches brancos com antifibrilante e aditivo UV, desenvolvida para melhorar o processo de fabricação da ráfia. Vai expor, também, os novos concentrados de cores para fabricação de multifilamentos, filamentos contínuos e não-tecidos (PP e PET).

Com foco na melhoria do desempenho dos polímeros na transformação, a empresa apresentará a linha de cargas minerais, aditivos que proporcionam vantagens ao transformador, como melhoria de propriedades mecânicas, melhor estabilidade dimensional e melhor taxa de troca térmica.

De olho nos eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, a Cromex, que atua neste segmento há mais de cinco anos com masterbatches especiais e se faz presente em diversos estádios brasileiros e arenas poliesportivas cobertas, vai mostrar seus produtos específicos para este mercado. A empresa desenvolveu, em parceria com a Braskem, compostos de cores a base de PE Verde (resina de fonte renovável proveniente do etanol da cana-de-açúcar) para assentos desportivos, atendendo à normativa ABNT NBR 15925/2011.

Ainda com foco na inovação e sustentabilidade, a Cromex também conta com uma série de masterbatches desenvolvidos em PLA (plásticos biodegradáveis), os quais já atendem a diversos segmentos.

Quem passar pelo estande da Cromex também vai conferir seus aditivos e cores com nano partículas de prata, que conferem aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias) e bacteriostática (impede sua proliferação) e podem ser aplicados em PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação. Os visitantes da feira vão conhecer ainda a linha completa para BOPP, que inclui brancos puros e com carga, compostos para cavitados e aditivos de performance.

Todos os produtos tem fornecimento local, oferecendo além do suporte técnico de equipes especializadas, uma assessoria completa para suas diversas aplicações.

Sobre a Cromex

Líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos, a Cromex conta com duas unidades (São Paulo e Bahia) com capacidade de produção de 132 mil toneladas/ano. Em suas fábricas, a empresa gera mais de 500 empregos diretos e conta com certificações ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001. Seu portfólio conta com mais de 13 mil cores e aditivos, desenvolvidos em laboratórios próprios, para atender 18 segmentos diferentes no setor de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens, tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza), construção civil, automotivo e agrobusiness.

Fonte: MesseBrasil

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Pesquisa busca produzir plásticos a partir de fontes alternativas, entre elas resíduos da agroindústria de açúcar e laticínios

27/09/2011

Com apoio da FAPESP e da Braskem/Ideom, estudo da Unesp propõe produção de plásticos biodegradáveis com uso de ácido lático proveniente de fontes alternativas

Processos químicos sustentáveis, que minimizem a geração de resíduos e possam ser incorporados na formulação de plásticos biodegradáveis. Com esse objetivo, pesquisadores do Laboratório de Microbiologia Industrial do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro estão desenvolvendo um estudo que envolve a produção e extração de ácido lático por fermentação a partir de subprodutos de fontes alternativas, levando a uma síntese polimérica para a obtenção de um ácido polilático (PLA). O material apresenta um potencial para ser utilizado na produção de bioplásticos e poderia ser empregado na fabricação de diversos produtos, da indústria de embalagens para a indústria alimentícia, de fármacos e cosméticos e até o uso em aplicações biomédicas, como cápsulas para medicamentos e em implantes ortopédicos.

O projeto de pesquisa Estudo da recuperação e purificação do ácido lático do meio de cultivo produzido por microrganismos isolados para produção de plásticos biodegradáveis, parte do Programa Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da FAPESP, foi selecionado em chamada de propostas do Acordo de Cooperação FAPESP-Braskem/Ideom, voltada para o desenvolvimento de materiais com características físico-químicas similares aos derivados do petróleo, porém menos prejudiciais ao meio ambiente. De acordo com Jonas Contiero, professor do Instituto de Biociências da UNESP de Rio Claro e coordenador da pesquisa, trata-se de um estudo bastante complexo sobre um processo ainda caro de recuperação e purificação do ácido lático. Para diminuir esses custos, o pesquisador busca aumentar a produção do material com o uso de fontes alternativas de nitrogênio adicionadas a fontes alternativas de carbono, no caso, aos substratos gerados no processo da indústria sucroalcooleira e de fabricação de queijo.

Embora as características de resistência e cristalinidade do PLA permitam seu uso também na produção de fibras e filmes, o processo de obtenção deverá manter as características de biodegradabilidade do material. Dados fornecidos pelo pesquisador indicam tratar-se de uma alternativa mais barata aos processos atualmente em desenvolvimento nos Estados Unidos e na Bélgica, que obtêm o polilactato a partir do uso do amido de milho e do açúcar de beterraba, respectivamente, o que poderia garantir sua viabilidade de produção. “A quantidade de fibras lignocelulósicas dos resíduos ou subprodutos da agroindústria da cana-de-açúcar, representada pelo bagaço e pela palha, dá a ela uma vantagem competitiva inigualável em relação às outras fontes de carbono, uma vez que este resíduo pode ser utilizado para geração de energia para a operação da planta de produção”, afirma o pesquisador.

Pesquisa e aplicação

O projeto é continuidade da pesquisa Isolamento e seleção de microrganismos e desenvolvimento de tecnologia para produção de ácido lático, também apoiada pela FAPESP, na qual foram selecionados potenciais microrganismos produtores de um dos isômeros do ácido lático, e aperfeiçoados os parâmetros para produção, com o início da extração, purificação e polimerização do material.

O grau de pureza necessário para o uso do PLA depende da aplicação a que se destina. Como exemplo, para fins médicos, o insumo deve ter especificações máximas residuais de umidade, solventes, estanho e monômeros, entre outros. Após a obtenção do polímero são feitas análises químicas para verificar a existência desses resíduos e determinar seu grau de pureza, o que garante a qualidade final do material e sua aplicabilidade na indústria de transformação.

Fonte: Braskem

Dow lança nova geração de modificadores de impacto para PLA.

27/05/2011

O PARALOIDTM BPM 520 apóia o crescimento de produtos bioplásticos mais sustentáveis.

A Dow Plastics Additives, uma unidade de negócios da The Dow Chemical Company , anuncia o novo modificador de impacto na área de bioplásticos, o PARALOIDTM BPM 520, voltado para fabricantes que desejam ingressar no mercado de embalagens com soluções mais sustentáveis.

O PARALOIDTM BPM 520 melhora a resistência ao impacto de artigos opacos e moldados por injeção à base de Ácido Polilático (PLA), com mínimo efeito sobre a temperatura de distorção de calor e rigidez.

Quando misturado com PLA, o modificador PARALOIDTM BPM-520 amplia as opções para os proprietários de marcas que buscam utilizar polímeros sustentáveis em aplicações diversas, tais como embalagens opacas para alimentos e sorvetes, e aplicações semiduráveis, como embalagens para cosméticos e suportes para laptops e celulares.

À base de milho, a pegada de carbono do PLA é menor comparada a de muitos outros polímeros, porém, dada sua natureza quebradiça, são necessários modificadores capazes de melhorar sua resistência ao impacto. O PARALOIDTM BPM 520 à base de MDS foi especificamente projetado para ser utilizado com resinas de PLA moldadas por injeção a fim de oferecer alta resistência ao impacto em temperatura ambiente e temperaturas negativas. Também proporciona benefícios para blendas de PLA como, por exemplo, PLA/PC.

Os convertedores irão se surpreender com as propriedades de fluxo e retenção de rigidez das peças, e os proprietários de marcas, com a colorabilidade e excelente acabamento de superfície. O PARALOIDTM BPM 520 está em conformidade com a Norma 10/2011 da União Europeia para uso em materiais plásticos que têm contato com alimentos, e também com os requisitos da FDA ( Food and Drug Administration), agência norte-americana de alimentos e medicamentos.

“Os proprietários de marcas estão sempre buscando produtos que apresentam melhor desempenho ambiental a fim de atender à demanda dos consumidores – no entanto, não querem comprometer o desempenho de uso final e precisam manter um processo produtivo eficiente e competitivo em termos de custos”, explicou Robin Madgwick, gerente de marketing para a Dow Plastic Additives.

“Trabalhamos de perto com fabricantes líderes de resinas de base biológica a fim de oferecer um modificador de impacto eficaz, que possa ser disponbilizado em formatos simples de usar e pré-dispersos e que sejam capazes de ampliar ainda mais o uso de resinas de PLA sustentáveis e de base biológica em artigos duráveis moldados por injeção e embalagens opacas, o que representa um grande avanço para o setor”, concluiu Madgwick.

O PARALOIDTM BPM 520 é a nova oferta entre uma série de materiais da Dow Plastic Additives voltados a apoiar os usuários de PLA.

Fonte: Dow

Empresas brasileiras buscam soluções sustentáveis para garantir mercado externo

02/03/2011

Bioplásticos, plásticos à base de etanol e resinas biodegradáveis. Esses termos estão se tornando cada vez mais comuns no universo das empresas, especialmente daquelas que atuam em nível internacional.

“A cada feira que participamos, percebemos que o interesse mundial por produtos sustentáveis se torna maior, o que mostra a necessidade das empresas desenvolverem um novo portfólio, voltado a essa demanda”, afirma Cristina Sacramento, especialista em filmes flexíveis do Programa Export Plastic.

Seguindo essa tendência, algumas empresas associadas ao Programa já disponibilizam para seus clientes opções de materiais sustentáveis. A Cromex, fabricante de masterbatches, é uma delas. A empresa desenvolveu linhas de cores e de aditivos para serem usados em polietileno (PE) verde – de fonte renovável, e para resinas biodegradáveis fabricadas a partir de uma base de ácido poliláctico (PLA), derivado de plantas.

O PE Verde é uma resina produzida a partir do etanol de cana-de-açúcar, desenvolvido pela fabricante brasileira de resinas Braskem. Além de renovável, cada tonelada de PE Verde produzida contribui com a absorção de 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera. Já o PLA é um bioplástico que, em condições de compostagem (umidade de 80% e temperatura constante maior que 60ºC), se decompõe num período de três a quatro meses.

Esses insumos são destinados especialmente às indústrias automobilística, de brinquedos, cosméticos e higiene pessoal, embalagens, entre outras. Essas indústrias demandam cada vez mais produtos com reduzido impacto ambiental, tanto em seu processo produtivo quanto em seu descarte.

Além de inovação para gerar menos impactos na produção, o mercado da sustentabilidade também pede que os materiais possam ser reaproveitados, reduzindo o volume de matérias-primas necessário para o próprio processo produtivo e a quantidade de resíduos descartados. Neste sentido, a Vitopel desenvolveu um papel sintético fabricado a partir de diversos tipos de plásticos reciclados, coletados no pós-consumo – embalagens, rótulos, tampas de garrafas e sacolas plásticas, por exemplo. Com 850 quilos de plásticos retirados do lixo, a empresa fabrica uma tonelada do papel sintético.

O resultado é um material de alta qualidade visual, de textura agradável ao toque e extremamente resistente (não rasga e nem molha). Além disso, é 100% reciclável no final de sua vida útil.

Com a atenção mundial voltada às questões de sustentabilidade, produtos que atendam requisitos como uso de matérias primas renováveis e recicladas, geração de menos impactos ambientais em sua produção e disposição e possuir um bom potencial de reciclabilidade têm obtido um maior espaço no mercado e os transformadores brasileiros estão de olho na nova tendência.

Fonte: Boletim Export Plastic

Cromex lança mundialmente os masterbatches para Plástico Verde e resinas biodegradáveis na Feira K 2010

01/10/2010

A empresa levará para a maior feira do plástico mundial suas linhas voltadas ao desenvolvimento sustentável e as novas cores e aditivos voltados a melhorar a performance dos plásticos, desde sua fabricação, até a reciclagem.

A Cromex, empresa líder no mercado brasileiro de masterbatches, fará o lançamento mundial de suas linhas voltadas aos plásticos com características de sustentabilidade, durante a Feira K 2010, que acontecerá na Alemanha, entre os dias 27 de outubro e 03 novembro. A empresa, que exporta para mais de 60 países, vai mostrar na maior feira mundial da cadeia do plástico, suas novas linhas de compostos de cores e aditivos desenvolvidas para os plásticos feitos com o polietileno (PE) Verde, de fonte renovável, e com as resinas biodegradáveis à base de ácido poliláctico (PLA), derivado de plantas.

O PE Verde é uma resina de fonte renovável, proveniente do etanol da cana-de-açúcar, desenvolvido pela fabricante brasileira de resinas Braskem. Já o PLA é um bioplástico que  leva de 3 a 4 meses para se decompor, desde que esteja em condições de compostagem (umidade de 80% com temperatura constante maior que 60ºC). A Cromex desenvolveu linhas de cores especiais e de aditivos para serem aplicados nesses dois tipos diferentes de plásticos, condizentes com suas características específicas.

O objetivo com esses lançamentos  é atender os mercados, como a indústria automobilística, de brinquedos, cosméticos e higiene pessoal, embalagens, entre outras, que demandam cada vez mais produtos que reduzem impacto ambiental, tanto no processo produtivo, quanto no descarte. “Nossos desenvolvimentos estão em sintonia com o que há de mais atual em soluções que aliam inovação com sustentabilidade”, afirma Sergio Wajsbrot, presidente da Cromex.

Produtos com tecnologia e performance – Além da linha sustentável, a Cromex também vai apresentar para os visitantes da feira K os novos aditivos e cores com nanopartículas de prata. A nanotecnologia aplicada aos masterbatches confere aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias) e bacteriostática (impede sua proliferação) e podem ser aplicados em PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação.

A empresa também se destaca por criar soluções que otimizam processos de fabricação. Entre eles, a nova linha composta de branco com antifibrilante e aditivo UV, elaborada para melhorar o desenvolvimento da ráfia, além dos novos masterbatches para fabricação de multifilamentos, filamentos contínuos e não-tecidos (PP e PET). Com foco na melhoria no desempenho dos polímeros na transformação, a empresa vai expor a linha de cargas minerais, aditivos que proporcionam vantagens ao transformador, como melhoria de propriedades mecânicas, melhor estabilidade dimensional, melhor taxa de troca térmica.

E, ainda na linha sustentável, a Cromex levará para ao evento produtos desenvolvidos para melhorarem a reciclagem, como os aditivos que eliminam a água residual, o que facilita o processo.

Presença mundial – As duas unidades fabris da Cromex no Brasil contam juntas com uma capacidade produtiva de 132 mil/toneladas e a empresa vem trabalhando em seus desenvolvimentos para estar cada vez mais presente em mercados internacionais. “A Feira K nos proporciona o contato com importantes players desse mercado, nos possibilita mostrar nossos novos produtos, além de nos atualizar sobre o que há de mais moderno em tecnologia voltada para os plásticos”, afirma Cesar Ortega, diretor Comercial da Cromex.

Para reafirmar essa presença mundial, a empresa investe na qualificação de seus colaboradores, na melhoria dos processos produtivos e organizacionais e em tecnologia para crescer. Exemplo disso é a nova máquina destinada à unidade da empresa em Simões Filho, na Bahia. Trata-se de uma extrusora com capacidade para produção de 16 mil toneladas/ano de matéria-prima, que foi adquirida para ampliar a capacidade produtiva da empresa de masterbatches pretos.

A Cromex conta com um portfólio com mais de 13 mil cores e aditivos, desenvolvidos em laboratórios próprios, para atender 18 segmentos diferentes no setor de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens e tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza), plásticos da construção civil, do setor automobilístico e do agrobusiness.

Fonte: Yellow Comunicação