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Nova empresa do RadiciGroup focalizará em Pesquisa, Inovação e Sustentabilidade

15/09/2020

As atividades de P&D da nova empresa, marcadas pela sustentabilidade, reunirão as habilidades de todos os segmentos do RadiciGroup

Garantindo a continuidade dos negócios, aumentando a competitividade das empresas e gerando valor no território: com esses objetivos, o RadiciGroup anuncia o nascimento da Radici InNova, uma empresa de consórcio sem fins lucrativos que visa desenvolver novos projetos de pesquisa e inovação para os setores da química, dos polímeros de alto desempenho e das soluções têxteis avançadas, alinhadas à estratégia de sustentabilidade do Grupo.

Segundo a empresa, a Radici InNova confirma e relança o compromisso do RadiciGroup em promover um modelo de desenvolvimento capaz de manter um equilíbrio entre rentabilidade econômica, proteção ambiental e equidade social. A nova empresa aprimora e torna mais sinérgicas as atividades de P&D que o Grupo vem realizando há algum tempo nas áreas de negócios de Specialty Chemicals, High Performance Polymers e Advanced Textile Solutions.

“A criação de Radici InNova representa um marco importante para todo o grupo e faz parte de um caminho iniciado há muito tempo” -disse Angelo Radici, presidente do RadiciGroup. “A inovação, de fato, é um elemento-chave que nos distingue ao longo dos anos, permitindo-nos expandir em vários setores e oferecer ao mercado produtos e soluções competitivos e de ponta. Ao combinar o know-how e as habilidades das diversas áreas de negócio do Grupo, será possível desenvolver projetos integrados de pesquisa avançada, alinhados à nossa estratégia de sustentabilidade e, portanto, inspirados nos princípios de respeito ao meio ambiente e à economia circular, garantindo uma crescimento constante e um futuro melhor para as próximas gerações”, complementa Angelo Radici.

Utilizando as habilidades internas e relacionamentos focados com terceiros, a Radici InNova gerenciará e coordenará todas as atividades de pesquisa que desempenham um papel estratégico para o Grupo, com o objetivo de consolidar a inovação como propulsora do desenvolvimento para o RadiciGroup, com atenção à melhoria contínua dos produtos e dos processos, otimizando o uso de recursos e reduzindo o impacto ambiental das suas atividades.

Especificamente, existem cinco macro-áreas nas quais se concentrarão as atividades de pesquisa de Radici InNova: desenvolvimento de polímeros a partir de fontes biológicas com impacto ambiental reduzido – com aplicações em diversos setores, incluindo o automotivo e o do vestuário; produção de produtos químicos derivados de fontes naturais, utilizados na produção de nylon, poliésteres e poliuretanos e, por sua vez, utilizados em uma ampla gama de produtos para uso diário; desenvolvimento de soluções para a economia circular, a fim de prolongar ao máximo a vida útil dos produtos, reciclando-os no final da vida útil para novos usos (design ecológico); novas oportunidades de negócios, também para produtos existentes, como, por exemplo, o não tecido produzido pelo Grupo, que durante o lockdown se tornou o ingrediente básico na criação de um novo setor Made in Italy para produzir aventais e máscaras e, assim, lidar em muito pouco tempo com a emergência de saúde; otimização de processos industriais, na direção de uma maior sustentabilidade e melhoria do desempenho.

Segundo a empresa, agora mais do que nunca, em uma fase delicada como a que estamos passando, é necessário pensar em um sistema industrial inovador para revitalizar a economia, que saiba aproveitar as oportunidades associadas a mudanças repentinas, implementando soluções sustentáveis com a mesma rapidez para que se permaneça competitivo.

“A Radici InNova trabalhará em estreita colaboração com centros de pesquisa públicos e privados, universidades, clientes e fornecedores do Grupo” -destacou Stefano Alini, na liderança da nova empresa- “tentando contribuir de forma proativa para o reinício da indústria, , especialmente nesta fase marcada pela inovação e pela sustentabilidade, componentes fundamentais da visão do nosso Grupo”.

Com aproximadamente 3.100 funcionários, um faturamento de 1.092 milhões de euros em 2019 e uma rede de fábricas e escritórios comerciais localizados na Europa, América do Norte e do Sul e Ásia, o RadiciGroup é hoje um líder mundial na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros de alto desempenho e soluções têxteis avançadas, incluindo fios de nylon, fios de poliéster, fios provenientes da recuperação e de fontes biológicas, não tecidos e dispositivos de proteção no setor da saúde. Com integração vertical no setor da poliamida, os produtos da Radici encontram aplicações em múltiplos setores industriais entre os quais: Automotivo -Elétrico/Eletrônico -Bens de consumo -Vestuário -Mobiliário -Imobiliário -Eletrodomésticos -Esporte.

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UBE América e Michigan State University anunciam parceria para pesquisa inédita sobre embalagem de e-commerce para alimentos

21/04/2020

A UBE America, subsidiária da japonesa UBE nos EUA, anunciou uma parceria com a Escola de Embalagem da Michigan State University (MSU SoP) no projeto ‘Estudo de mercado de embalagens de alimentos para e-commerce’. A proposta é unir a expertise da Universidade com a experiência de um dos principais players globais de nylon para avaliar as necessidades da cadeia de suprimentos de alimentos e bebidas e desenvolver soluções em embalagem que atendam às especificidades do e-commerce. “Ao combinarmos os recursos da universidade com o grande alcance de nossa indústria, estamos prontos para enfrentar o desafio de mudar o paradigma da embalagem nos canais digitais de vendas”, sintetiza Daniel Hernandes, Gerente de Vendas UBE Latin America.

Assim, o estudo coletará informações relevantes para a otimização das embalagens para e-commerce, sendo os principais tópicos:

  • pesquisa sobre os formatos e materiais atuais de embalagem usados no e-commerce e nas cadeias de suprimento tradicionais;
  • quantificação e categorização dos impactos da e-supply chain nos formatos tradicionais de embalagem;
  • identificação de deficiências específicas e de áreas para melhoria;
  • estabelecimento de oportunidades para mudanças de materiais e de design;
  • estudos de shelf life para validar o desempenho dos novos materiais na cadeia de suprimento do e-commerce.

A primeira fase do estudo inclui uma pesquisa desenvolvida especificamente para empresas envolvidas na produção/distribuição de embalagens para e-commerce (varejo, convertedores, fabricantes, end users, etc). Os resultados, que incluem as embalagens flexíveis mono e multi material, serão fundamentais para reduzir as falhas e aumentar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos, levando à segunda etapa do estudo. Esta etapa avaliará as mudanças de cenário da embalagem. Com isto em mente, o nylon será pesquisado como o material para o desenvolvimento de embalagens otimizadas para este crescente canal de distribuição.

Os resultados do estudo deverão ser anunciados ainda no primeiro semestre de 2020.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%. Ao todo são três plantas de nylon – no Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

A Escola de Embalagem da Michigan State University, que figurou como #1 no Best Colleges 2017, se dedica à geração de conhecimento, ciência e tecnologia de embalagem desde 1952. Pioneira na disciplina de embalagem e a única instituição dos EUA com programa de doutorado (Ph.D.) em embalagem, a Escola tem preparado líderes nesta área em todo o mundo, com uma reputação destacada e com a criação de uma comunidade com excelência em pesquisa e educação. A Escola acredita que a embalagem é uma área interdisciplinar que integra ciência, engenharia, tecnologia e gestão para proteger e identificar produtos para distribuição, armazenagem, comercialização e uso. Ela abrange ainda os processos de design, avaliação e produção das embalagens. Trata-se de um sistema integral para a cadeia de valor que impacta na qualidade do produto, satisfação do usuário, eficiência na distribuição e segurança.

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Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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PICPlast divulga nova pesquisa sobre o perfil do transformador de plástico

15/03/2019

Interesse por capacitação em sustentabilidade cresce entre os players do mercado, que apontam fatores externos como o principal desafio para o crescimento do setor

A prioridade para os transformadores de plástico em 2019 é crescer. É o que aponta a nova pesquisa do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, realizada em novembro de 2018. Dos 353 players ouvidos, 39,4% disseram que querem expandir seus negócios e fatores externos são os principais desafios neste sentido. A análise indica que, em 2017, 54,5% dos empresários entre responsabilizavam a gestão interna como aspecto determinante para o crescimento e apenas 23,7% sinalizavam o impacto de movimentações externas. Em 2018, ainda há um olhar atento para dentro das empresas (53,4%), porém os números mostram que questões extrínsecas, como concorrência e cenário político-econômico, preocupam muito mais, indicadas como responsáveis por dificultar o desenvolvimento das empresas de acordo com 82% dos participantes do estudo.

O estudo também mostrou que aumentou o interesse dos transformadores de plástico por capacitação com foco em sustentabilidade. O percentual de entrevistados que demonstraram interesse pelo tema dobrou de 2017 para 2018, atingindo 10%. A busca por desenvolvimento nas áreas de gestão e inovação continuam no topo do ranking de demandas em relação à capacitação, citados por quase 40% dos participantes da análise.

O foco de quem atua na cadeia, assim como ocorreu na pesquisa de 2017, se mantém: abrir novos mercados (55,2%) por meio de produtos (46,7%). O investimento em renovação tecnológica vem logo na sequência, surgindo como prioridade para 39,9% dos ouvidos no estudo, que contou com a participação de 3.613 players do mercado. Outro destaque é o interesse em participar de iniciativas voltadas à eficiência operacional. Ações que promovam a redução de perdas atraem 75,4% dos envolvidos com o setor enquanto 68,3% querem ter mais produtividade.

Desafios para o crescimento – Para 39,4% dos entrevistados a prioridade para os próximos 12 meses é crescer. Ao contrário da amostra do ano anterior, os números de 2018 mostram que fatores externos são as maiores preocupações da indústria de transformação. A análise indica que, em 2017, 53,4% dos entrevistados apontavam questões extrínsecas como responsáveis por dificultar o crescimento de suas empresas. Em 2018, este número saltou para 82%. Preço dos insumos (30,9%), concorrência (30,2%) e cenário político-econômico brasileiro (30,2%) são os principais pontos de atenção para este público.

De acordo com os dados da pesquisa, o perfil do transformador de plástico presente na amostra é masculino (79,3%), com mais de 35 anos (85,7%) e com escolaridade superior à graduação (83%). As empresas que esses transformadores conduzem são familiares em sua maioria (67,7%), possuem de 50 a 500 funcionários (65,3%) e estão localizadas em quase a metade no estado de São Paulo (48,4%).

A extrusão de filmes é o ramo mais citado entre os empresários participantes da pesquisa, com 39,1%, seguido por injeção (29,2%) e sopro (15,3%). Empresas que produzem embalagens ou tampas para o segmento de alimentos e bebidas estão entre as mais ouvidas pelos pesquisadores (28,3%). Também foram entrevistados transformadores que atuam na construção civil (11,3%), bobinas (11,3%), produtos para agronegócios (11,1%), peças para setor automotivo (9,4%) e embalagens para cosméticos (8,8%). Outros segmentos como fármacos, brinquedos e descartáveis aparecem com menor participação.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

As frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Cobertura de solo com filme plástico reduz custos em cafezais

09/11/2015
Mulching de Polietileno

Mulching de Polietileno

Pesquisa demonstra que uso de mulching nas lavouras de café geram benefícios no controle de ervas daninhas e no consumo de água

O filme plástico para cobertura de solo (mulching) é uma solução bastante consolidada na agricultura, principalmente no plantio de hortifrútis, por trazer benefícios no controle de plantas daninhas, na otimização do uso de água e na melhoria da produtividade. Por essas vantagens, a tecnologia tem, aos poucos,  ganho espaço em culturas perenes. Para comprovar os impactos positivos desta tecnologia no café arábica, a Braskem promoveu uma pesquisa de campo em parceria com Electro Plastic e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Monte Carmelo.

Apesar de o Brasil ser o maior produtor e exportador do café, a cultura ainda enfrenta desafios, principalmente em relação aos altos custos de produção, sendo a prevenção da matocompetição um dos fatores mais onerosos. Nesse contexto, o mulching dupla-face (branco e preto) pode ser adotado como uma opção para tornar a lavoura mais eficiente, de acordo com estatísticas preliminares.

Os testes com a cobertura de solo no cafezal tiveram início em janeiro de 2014 na Fazenda Juliana, em Monte Carmelo, uma das principais regiões exportadoras de café. Após um ano e meio de plantio, a pesquisa concluiu que as lavouras com cobertura de solo tiveram resultados superiores àquelas com amostras de controle, por impedir o desenvolvimento de plantas daninhas, o que reduz os custos com capina e aplicação de herbicidas pré-emergentes. “A face do mulching que fica em contato com o solo é preta, impedindo a passagem de luz e o crescimento de ervas daninhas”, afirma Ana Paiva, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

No estudo também foi avaliado o uso do filme em diferentes regimes hídricos (manejos de irrigação). Como a solução reduz a evaporação de água, fazendo com que a área permaneça com a umidade mais constante, a necessidade de aplicação de água foi menor em relação à parcela de lavoura sem o plástico. A pesquisa concluiu, portanto, que o mulching favorece a redução de recursos. “A partir do segundo ano, a plantação com mulching teve um custo menor em R$ 2.850 por hectare”, afirma Gleice Aparecida de Assis, professora da UFU e tutora do Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Na avaliação de Cristiano Rolla, gerente de Contas da Braskem, a redução de custos tem significativo impacto na gestão do cafezal. “A redução nos custos de controle de ervas daninhas e água foi de 38% e 28%, respectivamente.

Além disso, a cobertura de solo também favorece o desenvolvimento das plantas, já que não precisam mais disputar água e nutrientes. Apesar de o café arábica apresentar sua primeira produção significativa aos dois anos e meio após o plantio, há a expectativa de aumento de produtividade.

Fonte: Braskem

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Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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PolyOne participará de Projeto de Inovação em Materiais Avançados com o Instituto de Pesquisa da Universidade de Dayton

08/08/2012

A PolyOne Corporation, uma provedora global de materiais poliméricos especializados, serviços e soluções, irá participar de um projeto de colaboração de três anos com especialistas de universidades e da indústria para desenvolver materiais avançados e peças de produção utilizando a tecnologia de impressão 3D, também conhecida como “additive manufacturing”.

O projeto se tornou possível através de uma subvenção da Ohio Third Frontier de quase US $ 3 milhões para o Instituto de Pesquisa da Universidade de Dayton, que vai colaborar com a PolyOne e outras empresas para desenvolver e produzir formulações de polímeros que serão utilizados em aplicações especiais para as indústrias aeroespacial e automotiva . Outros participantes do projeto incluem a GE Aviation, Rapid Prototype & Manufacturing Inc. (RP+M) e Stratasys.

“Estamos honrados em fazer parte deste projeto de colaboração e fornecer a nossa experiência em formulação para desenvolver essas aplicações especiais”, disse Dr. Christopher Murphy, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento e principal executivo de Inovação da Corporação PolyOne. “Estamos ansiosos para trabalhar com os outros participantes do projeto em Ohio para trazer estas inovações para o mercado.”

A Ohio Third Frontier é uma iniciativa de desenvolvimento econômico baseada em tecnologia que fornece financiamento à inovação aberta, apoio empresarial, o desenvolvimento da cadeia de valor e expansão de massa crítica de talentos qualificados para apoiar o crescimento econômico baseado em tecnologia.

A PolyOne Corporation teve receita de US $ 2,9 bilhões em 2011. Para mais informações, visite http://www.polyone.com.

Fonte: Polyone

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69% dos paulistanos querem sacolinha de volta aos supermercados, segundo Datafolha

22/05/2012

De acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha na cidade de São Paulo, entre os dias 2 e 3 de maio, 69 % dos consumidores paulistanos são a favor de que os supermercados voltem a distribuir gratuitamente as sacolas plásticas para transporte das compras realizadas nesses estabelecimentos. A pesquisa entrevistou 612 consumidores e foi encomendada pela Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos).

Em pesquisa realizada em janeiro junto a 1.090 entrevistados, 57 % indicavam ser favoráveis ao fim da distribuição das sacolas.

As embalagens deixaram de ser distribuídas junto à população em abril deste ano. 75% dos entrevistados na última pesquisa relataram não haver percebido mudanças nos preços das mercadorias depois do fim da distribuição das sacolinhas.

Mais informações no link  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/44248-69-querem-sacolinha-de-volta-aos-supermercados.shtml

 

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Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

Braskem amplia parcerias e pesquisa na área de biotecnologia.

13/09/2010

A intenção é desenvolver tecnologias para a produção de polímeros a partir de matérias-primas renováveis com competitividade, economia e eficiência na absorção de CO2 da atmosfera

A Braskem assinou em 01/09 acordo de parceria com o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, no interior de São Paulo, para instalação de um laboratório a ser utilizado pela equipe de pesquisadores da empresa. Além de suas instalações, a Braskem terá complementarmente acesso aos equipamentos de ponta do LNBio.

O objetivo, segundo o diretor de Competitividade e Inovação da Divisão Polímeros da Braskem, Antonio Queiroz, é realizar pesquisas na área de biotecnologia, buscando o desenvolvimento de produtos que sejam ao mesmo tempo economicamente competitivos e sustentáveis, visando sempre ao uso de matérias-primas de fontes renováveis.

O diretor do LNBio, Kleber Franchini, ressalta a importância do apoio a iniciativas da indústria em que a pesquisa científica é necessária para promover inovação na cadeia produtiva.

Essa não é, porém, a primeira experiência com parcerias em tecnologia e inovação da Braskem nesta área. Em 2008, a companhia firmou convênio de cooperação com a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), envolvendo cerca de 9 milhões de reais, para o desenvolvimento de pesquisas em biopolímeros. Por razões estratégicas, no projeto atual a empresa não revela o investimento destinado.

Prestes a inaugurar a primeira fábrica de eteno verde em escala industrial do mundo, que permitirá a produção de polietileno de fonte renovável, a Braskem caminha agora para o desenvolvimento de uma rota inovadora para produção do polipropileno verde. Em 2008 a companhia já produziu em seus laboratórios este produto e vem intensificando as pesquisas para melhorar a competitividade em escala industrial.

O polipropileno é uma das resinas que mais crescem no mundo em consumo e aplicações. Entre suas características estão o baixo custo, a alta resistência ao impacto e à fratura por flexão ou fadiga, e a facilidade de coloração e moldagem. É encontrado em produtos da linha branca, em partes internas e externas de carros, material de construção civil, brinquedos, copos descartáveis, canetas esferográficas, recipientes para alimentos e remédios, carpetes, além de outros usos.

A parceria com o LNBio prevê a utilização de uma área inicial de 50 m2 que será expandida para 200 m² já no início do próximo ano, e envolverá no curto prazo aproximadamente 40 pesquisadores da Braskem. Entre as vantagens da nova operação destaca-se o acesso dessa equipe à sólida infraestrutura laboratorial, que é ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e dispõe de avançados equipamentos em biotecnologia e pesquisadores altamente qualificados. Essa integração traz benefícios importantes para ambas as partes, na medida em que propicia o ambiente ideal para o desenvolvimento do trabalho científico e a inovação aplicada, conclui Queiroz.

Fonte: Braskem

Centro de Pesquisas da Petrobrás recebe premiação do CNPq

21/05/2010

O Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, é uma das instituições premiadas na cerimônia de comemoração do aniversário de 59 anos do CNPq. A Menção Especial de Agradecimento é concedida a instituições com significativa contribuição para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país.

O Cenpes é um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. Desde a sua criação, trabalha de forma integrada com diferentes instituições nacionais e estrangeiras.

No Brasil, a Petrobras é a empresa que mais investe em ciência e tecnologia. Por meio da formação e implementação de 50 redes em temas relacionados aos seus objetivos de negócio, a companhia investiu, nos últimos quatro anos, em média R$ 400 milhões por ano em projetos de pesquisa e de infraestrutura laboratorial em cerca de 100 universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Esse modelo de parceria tecnológica tem como objetivo a construção de capacidade local de desenvolvimento tecnológico na área de petróleo, gás e energia.

Fonte: Petrobrás