Posts Tagged ‘Pesquisa’

Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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PICPlast divulga nova pesquisa sobre o perfil do transformador de plástico

15/03/2019

Interesse por capacitação em sustentabilidade cresce entre os players do mercado, que apontam fatores externos como o principal desafio para o crescimento do setor

A prioridade para os transformadores de plástico em 2019 é crescer. É o que aponta a nova pesquisa do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, realizada em novembro de 2018. Dos 353 players ouvidos, 39,4% disseram que querem expandir seus negócios e fatores externos são os principais desafios neste sentido. A análise indica que, em 2017, 54,5% dos empresários entre responsabilizavam a gestão interna como aspecto determinante para o crescimento e apenas 23,7% sinalizavam o impacto de movimentações externas. Em 2018, ainda há um olhar atento para dentro das empresas (53,4%), porém os números mostram que questões extrínsecas, como concorrência e cenário político-econômico, preocupam muito mais, indicadas como responsáveis por dificultar o desenvolvimento das empresas de acordo com 82% dos participantes do estudo.

O estudo também mostrou que aumentou o interesse dos transformadores de plástico por capacitação com foco em sustentabilidade. O percentual de entrevistados que demonstraram interesse pelo tema dobrou de 2017 para 2018, atingindo 10%. A busca por desenvolvimento nas áreas de gestão e inovação continuam no topo do ranking de demandas em relação à capacitação, citados por quase 40% dos participantes da análise.

O foco de quem atua na cadeia, assim como ocorreu na pesquisa de 2017, se mantém: abrir novos mercados (55,2%) por meio de produtos (46,7%). O investimento em renovação tecnológica vem logo na sequência, surgindo como prioridade para 39,9% dos ouvidos no estudo, que contou com a participação de 3.613 players do mercado. Outro destaque é o interesse em participar de iniciativas voltadas à eficiência operacional. Ações que promovam a redução de perdas atraem 75,4% dos envolvidos com o setor enquanto 68,3% querem ter mais produtividade.

Desafios para o crescimento – Para 39,4% dos entrevistados a prioridade para os próximos 12 meses é crescer. Ao contrário da amostra do ano anterior, os números de 2018 mostram que fatores externos são as maiores preocupações da indústria de transformação. A análise indica que, em 2017, 53,4% dos entrevistados apontavam questões extrínsecas como responsáveis por dificultar o crescimento de suas empresas. Em 2018, este número saltou para 82%. Preço dos insumos (30,9%), concorrência (30,2%) e cenário político-econômico brasileiro (30,2%) são os principais pontos de atenção para este público.

De acordo com os dados da pesquisa, o perfil do transformador de plástico presente na amostra é masculino (79,3%), com mais de 35 anos (85,7%) e com escolaridade superior à graduação (83%). As empresas que esses transformadores conduzem são familiares em sua maioria (67,7%), possuem de 50 a 500 funcionários (65,3%) e estão localizadas em quase a metade no estado de São Paulo (48,4%).

A extrusão de filmes é o ramo mais citado entre os empresários participantes da pesquisa, com 39,1%, seguido por injeção (29,2%) e sopro (15,3%). Empresas que produzem embalagens ou tampas para o segmento de alimentos e bebidas estão entre as mais ouvidas pelos pesquisadores (28,3%). Também foram entrevistados transformadores que atuam na construção civil (11,3%), bobinas (11,3%), produtos para agronegócios (11,1%), peças para setor automotivo (9,4%) e embalagens para cosméticos (8,8%). Outros segmentos como fármacos, brinquedos e descartáveis aparecem com menor participação.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

As frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Cobertura de solo com filme plástico reduz custos em cafezais

09/11/2015
Mulching de Polietileno

Mulching de Polietileno

Pesquisa demonstra que uso de mulching nas lavouras de café geram benefícios no controle de ervas daninhas e no consumo de água

O filme plástico para cobertura de solo (mulching) é uma solução bastante consolidada na agricultura, principalmente no plantio de hortifrútis, por trazer benefícios no controle de plantas daninhas, na otimização do uso de água e na melhoria da produtividade. Por essas vantagens, a tecnologia tem, aos poucos,  ganho espaço em culturas perenes. Para comprovar os impactos positivos desta tecnologia no café arábica, a Braskem promoveu uma pesquisa de campo em parceria com Electro Plastic e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Monte Carmelo.

Apesar de o Brasil ser o maior produtor e exportador do café, a cultura ainda enfrenta desafios, principalmente em relação aos altos custos de produção, sendo a prevenção da matocompetição um dos fatores mais onerosos. Nesse contexto, o mulching dupla-face (branco e preto) pode ser adotado como uma opção para tornar a lavoura mais eficiente, de acordo com estatísticas preliminares.

Os testes com a cobertura de solo no cafezal tiveram início em janeiro de 2014 na Fazenda Juliana, em Monte Carmelo, uma das principais regiões exportadoras de café. Após um ano e meio de plantio, a pesquisa concluiu que as lavouras com cobertura de solo tiveram resultados superiores àquelas com amostras de controle, por impedir o desenvolvimento de plantas daninhas, o que reduz os custos com capina e aplicação de herbicidas pré-emergentes. “A face do mulching que fica em contato com o solo é preta, impedindo a passagem de luz e o crescimento de ervas daninhas”, afirma Ana Paiva, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

No estudo também foi avaliado o uso do filme em diferentes regimes hídricos (manejos de irrigação). Como a solução reduz a evaporação de água, fazendo com que a área permaneça com a umidade mais constante, a necessidade de aplicação de água foi menor em relação à parcela de lavoura sem o plástico. A pesquisa concluiu, portanto, que o mulching favorece a redução de recursos. “A partir do segundo ano, a plantação com mulching teve um custo menor em R$ 2.850 por hectare”, afirma Gleice Aparecida de Assis, professora da UFU e tutora do Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Na avaliação de Cristiano Rolla, gerente de Contas da Braskem, a redução de custos tem significativo impacto na gestão do cafezal. “A redução nos custos de controle de ervas daninhas e água foi de 38% e 28%, respectivamente.

Além disso, a cobertura de solo também favorece o desenvolvimento das plantas, já que não precisam mais disputar água e nutrientes. Apesar de o café arábica apresentar sua primeira produção significativa aos dois anos e meio após o plantio, há a expectativa de aumento de produtividade.

Fonte: Braskem

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Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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PolyOne participará de Projeto de Inovação em Materiais Avançados com o Instituto de Pesquisa da Universidade de Dayton

08/08/2012

A PolyOne Corporation, uma provedora global de materiais poliméricos especializados, serviços e soluções, irá participar de um projeto de colaboração de três anos com especialistas de universidades e da indústria para desenvolver materiais avançados e peças de produção utilizando a tecnologia de impressão 3D, também conhecida como “additive manufacturing”.

O projeto se tornou possível através de uma subvenção da Ohio Third Frontier de quase US $ 3 milhões para o Instituto de Pesquisa da Universidade de Dayton, que vai colaborar com a PolyOne e outras empresas para desenvolver e produzir formulações de polímeros que serão utilizados em aplicações especiais para as indústrias aeroespacial e automotiva . Outros participantes do projeto incluem a GE Aviation, Rapid Prototype & Manufacturing Inc. (RP+M) e Stratasys.

“Estamos honrados em fazer parte deste projeto de colaboração e fornecer a nossa experiência em formulação para desenvolver essas aplicações especiais”, disse Dr. Christopher Murphy, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento e principal executivo de Inovação da Corporação PolyOne. “Estamos ansiosos para trabalhar com os outros participantes do projeto em Ohio para trazer estas inovações para o mercado.”

A Ohio Third Frontier é uma iniciativa de desenvolvimento econômico baseada em tecnologia que fornece financiamento à inovação aberta, apoio empresarial, o desenvolvimento da cadeia de valor e expansão de massa crítica de talentos qualificados para apoiar o crescimento econômico baseado em tecnologia.

A PolyOne Corporation teve receita de US $ 2,9 bilhões em 2011. Para mais informações, visite http://www.polyone.com.

Fonte: Polyone

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69% dos paulistanos querem sacolinha de volta aos supermercados, segundo Datafolha

22/05/2012

De acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha na cidade de São Paulo, entre os dias 2 e 3 de maio, 69 % dos consumidores paulistanos são a favor de que os supermercados voltem a distribuir gratuitamente as sacolas plásticas para transporte das compras realizadas nesses estabelecimentos. A pesquisa entrevistou 612 consumidores e foi encomendada pela Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos).

Em pesquisa realizada em janeiro junto a 1.090 entrevistados, 57 % indicavam ser favoráveis ao fim da distribuição das sacolas.

As embalagens deixaram de ser distribuídas junto à população em abril deste ano. 75% dos entrevistados na última pesquisa relataram não haver percebido mudanças nos preços das mercadorias depois do fim da distribuição das sacolinhas.

Mais informações no link  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/44248-69-querem-sacolinha-de-volta-aos-supermercados.shtml

 

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Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

Braskem amplia parcerias e pesquisa na área de biotecnologia.

13/09/2010

A intenção é desenvolver tecnologias para a produção de polímeros a partir de matérias-primas renováveis com competitividade, economia e eficiência na absorção de CO2 da atmosfera

A Braskem assinou em 01/09 acordo de parceria com o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, no interior de São Paulo, para instalação de um laboratório a ser utilizado pela equipe de pesquisadores da empresa. Além de suas instalações, a Braskem terá complementarmente acesso aos equipamentos de ponta do LNBio.

O objetivo, segundo o diretor de Competitividade e Inovação da Divisão Polímeros da Braskem, Antonio Queiroz, é realizar pesquisas na área de biotecnologia, buscando o desenvolvimento de produtos que sejam ao mesmo tempo economicamente competitivos e sustentáveis, visando sempre ao uso de matérias-primas de fontes renováveis.

O diretor do LNBio, Kleber Franchini, ressalta a importância do apoio a iniciativas da indústria em que a pesquisa científica é necessária para promover inovação na cadeia produtiva.

Essa não é, porém, a primeira experiência com parcerias em tecnologia e inovação da Braskem nesta área. Em 2008, a companhia firmou convênio de cooperação com a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), envolvendo cerca de 9 milhões de reais, para o desenvolvimento de pesquisas em biopolímeros. Por razões estratégicas, no projeto atual a empresa não revela o investimento destinado.

Prestes a inaugurar a primeira fábrica de eteno verde em escala industrial do mundo, que permitirá a produção de polietileno de fonte renovável, a Braskem caminha agora para o desenvolvimento de uma rota inovadora para produção do polipropileno verde. Em 2008 a companhia já produziu em seus laboratórios este produto e vem intensificando as pesquisas para melhorar a competitividade em escala industrial.

O polipropileno é uma das resinas que mais crescem no mundo em consumo e aplicações. Entre suas características estão o baixo custo, a alta resistência ao impacto e à fratura por flexão ou fadiga, e a facilidade de coloração e moldagem. É encontrado em produtos da linha branca, em partes internas e externas de carros, material de construção civil, brinquedos, copos descartáveis, canetas esferográficas, recipientes para alimentos e remédios, carpetes, além de outros usos.

A parceria com o LNBio prevê a utilização de uma área inicial de 50 m2 que será expandida para 200 m² já no início do próximo ano, e envolverá no curto prazo aproximadamente 40 pesquisadores da Braskem. Entre as vantagens da nova operação destaca-se o acesso dessa equipe à sólida infraestrutura laboratorial, que é ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e dispõe de avançados equipamentos em biotecnologia e pesquisadores altamente qualificados. Essa integração traz benefícios importantes para ambas as partes, na medida em que propicia o ambiente ideal para o desenvolvimento do trabalho científico e a inovação aplicada, conclui Queiroz.

Fonte: Braskem

Centro de Pesquisas da Petrobrás recebe premiação do CNPq

21/05/2010

O Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, é uma das instituições premiadas na cerimônia de comemoração do aniversário de 59 anos do CNPq. A Menção Especial de Agradecimento é concedida a instituições com significativa contribuição para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país.

O Cenpes é um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. Desde a sua criação, trabalha de forma integrada com diferentes instituições nacionais e estrangeiras.

No Brasil, a Petrobras é a empresa que mais investe em ciência e tecnologia. Por meio da formação e implementação de 50 redes em temas relacionados aos seus objetivos de negócio, a companhia investiu, nos últimos quatro anos, em média R$ 400 milhões por ano em projetos de pesquisa e de infraestrutura laboratorial em cerca de 100 universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Esse modelo de parceria tecnológica tem como objetivo a construção de capacidade local de desenvolvimento tecnológico na área de petróleo, gás e energia.

Fonte: Petrobrás