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Polinox fortalece presença no setor eólico

17/09/2015

Este ano, cerca de 10% da produção de peróxidos orgânicos da empresa têm sido absorvidos pelos fabricantes de pás e nacelles

Líder em peróxidos orgânicos na América Latina, a Polinox é a única empresa brasileira do seu segmento a fazer parte da rede de fornecedores dos fabricantes de pás e componentes para a geração de energia eólica instalados no país.

Ao longo deste ano, cerca de 10% da produção da Polinox foram absorvidos pelo segmento eólico, um dos poucos representantes da indústria brasileira a atravessar um bom momento – seja por causa das exportações ou em função dos contratos locais firmados antes da crise. “Os fabricantes de componentes para geração eólica estão com encomendas até o final de 2016, além do que há uma previsão de crescimento anual da demanda de 30% até 2018”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox.

Do portfólio da empresa – lista formada por mais de 40 tipos de peróxidos orgânicos –, os preferidos dos fabricantes de pás e componentes, como as nacelles, são o Brasnox MCP® e o Brasnox MCP 45 CR®. “São blendas de metil-etil-cetona e cumeno caracterizadas pela baixa exotermia, gel time longo e excelente cura final”, detalha.

Segundo Pontifex, fornecer para o setor de energia eólica atesta a qualidade e a performance dos produtos da Polinox. “Foram meses de testes muito rigorosos feitos aqui e lá fora até que conseguíssemos as homologações. É um mercado que opera com o que há de melhor em termos de matérias-primas para a moldagem de compósitos”.

As pás e diversos componentes das turbinas eólicas são feitos de compósitos e os peróxidos orgânicos da Polinox atuam como agentes de polimerização (cura) desses polímeros.

Fundada em 1960, a Polinox mantém um complexo industrial em Itupeva (SP) com capacidade para produzir, por mês, 300 toneladas de peróxidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Polinox

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