Posts Tagged ‘Paraná’

ALMACO apresenta plano de logística reversa para a Secretaria do Meio Ambiente do Paraná

14/07/2015

Previsto para entrar em operação no 1ºT de 2016, programa terá início no segmento de ônibus

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) cumpriu o edital de chamamento da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná (SEMA) e apresentou um plano para implantar a logística reversa pós-consumo de peças de compósitos na área que abrange Curitiba e mais 29 munícipios – trata-se da Região 19, que concentra 64% de toda a população urbana do Estado.

Após a análise do plano pela SEMA e a seleção do parceiro logístico, que será responsável pela coleta, processamento e destinação final do resíduo, a ALMACO assinará o Termo de Compromisso com o órgão governamental paranaense. O programa deve entrar em vigor no primeiro trimestre de 2016.

“A ALMACO compreendeu que o governo do Paraná busca o entendimento com os setores produtivos, para que eles possam atender às exigências da lei dentro da viabilidade econômica, gerando benefícios socioambientais”, comenta Vinício Bruni, coordenador de resíduos sólidos da SEMA. Hoje em dia, há 18 Termos de Compromisso assinados no Paraná pelos setores de embalagens, pneus, medicamentos, construção civil e alimentos.

Liderado por Paulo Camatta, gerente executivo da ALMACO, o projeto de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos conta com a participação das empresas Ashland, CPIC, Jushi, LORD, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, MVC, Neobus, O-tek, Owens Corning, Reichhold, Royal Polímeros e Tecnofibras.

“São fabricantes de matérias-primas e moldadores de compósitos que estão, de fato, comprometidos com a questão da sustentabilidade”, afirma Camatta. A iniciativa da ALMACO também tem o apoio da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “Destaque igualmente para o excelente trabalho de orientação que recebemos de Marco Simon, diretor da Masimon, consultoria especializada em logística reversa”, observa Camatta.

Peças de ônibus

Ainda que a ideia seja contemplar todos os segmentos produtivos de artefatos de compósitos, o programa de logística reversa se concentrará inicialmente nas empresas que atuam na área de transportes, mais especificamente nas que fabricam peças de ônibus, como tetos, para-choques e grades frontais e traseiras.

“A nossa pesquisa apontou que, por ano, os ônibus que circulam na Região 19 do Paraná geram cerca de cinco toneladas de resíduos de compósitos, basicamente em função das colisões. Portanto, a meta do programa é, ao longo dos primeiros doze meses, efetuar a logística reversa desse volume”, detalha o gerente executivo da ALMACO.

No primeiro momento, a destinação final será o coprocessamento dos resíduos em fornos de cimenteiras e siderúrgicas, alternativa reconhecida como ambientalmente amigável. A seguir, o objetivo da ALMACO é criar mecanismos que habilitem a reciclagem, o que aumentará ainda mais o valor agregado do material.

“A responsabilidade pelo pós-consumo passará a ser dos fabricantes das peças. Caso eles não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas, a exemplo do que aconteceu nos segmentos de pneus e filtros de óleo”, alerta Camatta. Já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram o acordo de logística reversa.

Programa Nacional de Reciclagem

Em 2012, a ALMACO, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), concluiu o Programa Nacional de Reciclagem. Com um investimento de R$ 2 milhões e a participação de um consórcio formado por 23 empresas, o programa apontou soluções para a reutilização de resíduos de compósitos no próprio processo produtivo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

Curta nossa página no

Sudoeste do Paraná terá primeira fábrica brasileira de bioplásticos derivados de milho

04/10/2012

A primeira fábrica de biopolímeros derivados de milho da América do Sul vai ser construída em Pato Branco (PR), segundo anúncio feito em 29/08 pela Limagrain Guerra do Brasil, joint venture formada pela empresa brasileira Sementes Guerra e o grupo francês Limagrain.

A fábrica – de 2.000 metros quadrados – deverá ser inaugurada dentro de um ano, e terá uma capacidade anual de produção de 8.000 toneladas e é beneficiado pelo programa Paraná Competitivo, do governo do Estado.

“BIOLICE”

O  biopolímero “biolice” é  obtido a partir de farinha de milho e serve, por exemplo, para fabricação de sacolas de plástico 100% biodegradáveis. Além da sua utilização na fabricação de sacolas, o “biolice” também pode ser usado como cobertura de solo na agricultura e na fabricação de produtos extrudados ou termoformados, tais como canudos, hastes, potes, copos e bandejas para sementes, segundo Ricardo Guerra, diretor executivo da Limagrain Guerra do Brasil.

O “biolice” é resultado de mais de dez anos de pesquisas em novas tecnologias que visam utilizar cereais, agregando valor à matéria prima para transformá-los em produtos sustentáveis. O “biolice” é produzido através de um processo único no mercado de bioplásticos, a partir de grãos de cereais inteiros e de um número específico de variedades de milho Limagrain Guerra.

Após a sua utilização e eliminação, os produtos fabricados com “biolice” são degradados por micro organismos. Este processo produz húmus de boa qualidade, apropriado para uso em jardinagem e agricultura. É um processo natural de reutilização de resídos.

PEDRA FUNDAMENTAL

Durante o lançamento da pedra fundamental do empreendimento, o governador Beto Richa destacou a importância da parceria entre a empresa paranaense e a francesa, com apoio de incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo. “A indústria de plástico biodegradável atrairá novos investimentos para a região, gerando empregos e impacto positivo no agronegócio paranaense, além de propiciar a transferência da tecnologia utilizada na produção das sacolas” afirmou Richa.

A matéria-prima para a fabricação do biopolímero em Pato Branco será fornecida pelos produtores rurais da região sudoeste do Paraná.

JOINT-VENTURE

O grupo Limagrain tem volume de negócios anual de 1,5 bilhão de euros e emprega, em 38 países, mais de 7.200 pessoas, incluindo 1.400 pesquisadores.

A Sementes Guerra, da família Guerra, de Pato Branco, atua na produção de milho no Brasil e no Paraguai e vendeu para a Limagrain 70% de sua divisão de milho.

A criação da nova empresa, denominada Limagrain Guerra do Brasil, possibilitou à Limagrain ter acesso a terras agricultáveis disponíveis no estado do Paraná, e à Guerra possibilitou encontrar quem pudesse fornecer-lhe biotecnologia avançada para enfrentar os concorrentes internacionais. Segundo o diretor-executivo da Sementes Guerra, Ricardo Guerra, a parceria foi de mútuo interesse, pois as parcerias com empresas internacionais são fundamentais para o crescimento do setor. “Não existe um meio de você concorrer com as grandes multinacionais aqui instaladas se não tiver um respaldo biotecnológico grande”, afirmou Ricardo.

O controle administrativo da Limagrain Guerra do Brasil ficará com os brasileiros, que esperam um faturamento de R$ 10 milhões no primeiro ano de funcionamento da usina de plástico. Além da união das duas corporações, será criado o primeiro Centro de Pesquisa de Biotecnologia, na cidade de Londrina, no Norte do Paraná. O projeto ainda poderá ser expandido para os municípios de Guarapuava, que receberá outro empreendimento do grupo Limagrain, e Cascavel.

Fonte: Limagrain / Governo do Estado do Paraná

Curta nossa página no

Paraná ganha Escola do Plástico do SENAI

19/08/2012

Professores Celso Prosdócio e Valdir da Silva, gerente do Senai Marcos Marcondes, Presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias e presidente da FIEP Edson Luiz Campagnolo

Com a finalidade de preparar profissionais para a indústria do plástico, o Senai, em parceria com o SIMPEP -Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná- inaugurou no dia 13 de agosto a Escola do Plástico, em São José dos Pinhais. Além de atender à demanda do setor, que sofre pela falta de mão de obra especializada, a escola será uma oportunidade aos jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho ou aos que buscam uma nova área de atuação.

A primeira turma, que iniciou no dia 13, está realizando o curso “Operador em Processos de Transformação de Plástico e Polímeros”, com carga horária de 160 horas.

Aline Alves, com apenas 25 anos, trabalha há dois meses na empresa Madeplast e conta que ficou surpresa com a oportunidade de especialização. “Nunca trabalhei em indústria antes e este curso é uma realização pessoal, porque acho que pode me ajudar a crescer na empresa”, afirma a jovem que promete continuar buscando o seu aprimoramento profissional nos cursos da escola.

Para a presidente do SIMPEP, Denise Dybas Dias, a escola também vai contribuir com o crescimento do setor no Paraná. “O nosso estado já foi líder nacional com relação ao volume de produção de plástico, mas hoje ocupamos a 4ª posição. Com esta escola, estaremos dando um grande passo rumo à liderança novamente”.

O setor de transformação do plástico conta com 950 empresas no Paraná e emprega 25 mil pessoas, sendo que metade das indústrias do estado estão concentradas em Curitiba e Região Metropolitana.

O presidente da FIEP, Edson Luiz Campagnolo, destacou o plástico como um material transversal, que se faz necessário em quase todos os tipos de indústria. “Utilizamos o plástico em quase tudo, até mesmo no zíper ou no botão de nossas roupas, por isso, vamos continuar estudando e aprimorando modelos de cursos para atender todas as necessidades deste setor”.

Fonte: WBC COMUNICAÇÃO – Simpep

Curta nossa página no

Sulbrás focaliza em ampliação de presença em Santa Catarina e Paraná.

05/08/2010

A Sulbrás, especializada em soluções para fabricação de peças técnicas e sub-conjuntos de plástico moldadas por injeção, participa da Interplast 2010 com a estratégia de fortalecer a marca na região e ampliar a presença nos mercados do Paraná e Santa Catarina. A empresa atua com projeto e construção de moldes, injeção de peças plásticas, serviços de pós-injeção. Atende os mercados automotivo, ônibus e caminhões, ar condicionado, eletroeletrônico, linha branca, informática, telecomunicações, entre outros.

Sobre a Sulbras
A Sulbras foi fundada em 1984 e conta com três unidades fabris localizadas em Caxias do Sul/RS, em Sapucaia do Sul/RS e em Salto/SP. O parque de máquinas dispõe de injetoras de 50 a 1100 toneladas de força de fechamento, além de ferramentaria própria para projeto e confecção de moldes. A Sulbras Moldes e Plásticos é especializada em soluções para a fabricação de peças técnicas e sub-conjuntos de plástico moldadas por injeção.

Fonte: Messe Brasil