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Termotécnica lança tecnologia com ação antimicrobiana para embalagens de Poliestireno expandido (EPS)

19/08/2020

Segundo a empresa, solução de biossegurança reduz o tempo e a carga de atividade viral nas embalagens em EPS fabricadas pela companhia para os segmentos de fármacos, agro, conservação de alimentos e embalagens e componentes para linhas branca, marrom e automotivo.

Atendendo às novas demandas do consumidor por biossegurança em tempos de pandemia por Covid-19, a Termotécnica lançou o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano com desenvolvimento inteiramente nacional. Segundo a Termoténica, o Safe Pack utiliza nanotecnologia patenteada para reduzir o tempo e a quantidade dos agentes virais e de bactérias nas embalagens em EPS produzidas pela companhia. “Acredito que é na crise que surgem as melhores oportunidades de inovar. Em uma pesquisa nacional com consumidores em março, 80% dos participantes relataram preocupação com a segurança dos alimentos. Vimos nessa mudança de comportamento dos consumidores diante deste ‘novo normal’, uma demanda importante e agregamos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado essa solução inovadora em tempo recorde”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Com o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano, a Termotécnica afirma ser a primeira empresa a realizar a aplicação desta formulação em embalagens de EPS. Segundo a empresa, a tecnologia fornece proteção por toda estrutura do EPS e, desta forma, inibe o crescimento e a permanência de vírus e bactérias. O aditivo integrado ao Safe Pack foi desenvolvido pela catarinense TNS, de Florianópolis.

O objetivo é oferecer uma atividade antiviral em uma ação conjunta contra vírus envelopados que podem causar doenças como hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), influenza A (H1N1), ebola e herpes (HSV). Sua eficácia foi comprovada em testes realizados em laboratórios independentes com laudos que apresentam a redução da atividade viral, de acordo com a norma internacional ISO 21702:2019, e antibacteriana conforme JIS Z 2801:2000, assegura a Termotécnica.

De acordo com a emprsa, as suas embalagens em EPS com nanotecnologia Safe Pack contribuem para reduzir o risco e a velocidade de contaminação e transmissão destes inimigos invisíveis, proporcionando mais segurança aos produtos acondicionados. Isso porque os vírus tendem, de forma geral, a permanecer na superfície onde tenham contato, afirma o fabricante.

Para o seu desenvolvimento, a Termotécnica partiu da idéia de como atender à demanda e adequar-se aoo novo comportamento dos consumidores, que buscam por maior segurança e higiene ao adquirir alimentos, refeições e medicamentos, entre outros produtos. Em pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Saúde da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, os vestígios de vírus do tipo envelopado permaneceram por até 72 horas em superfícies plásticas, por exemplo. Então, como oferecer embalagens que auxiliem na prevenção da transmissão desses vírus e bactérias de forma rápida e eficaz ? Essa foi a premissa para a inovação do Safe Pack.

De acordo com os testes realizados pelo laboratório Núcleo Vitro e pelo laboratório de virologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), seguindo a norma internacional ISO 21702:2019, a nanotecnologia inovadora do Safe Pack proporciona desativação de até 99% dos herpes vírus simples humano (HSV-1) e de 90% dos coronavírus da cepa VR-809, gênero alfacoronavírus (pertencente à mesma família dos vírus SARS-CoV-1, Sars-CoV-2 e MERS), além de até 99,9% de eficácia antibacteriana, informa a Termotécnica. Além disso, segundo a empresa, a tecnologia Safe Pack auxilia ainda na inibição e replicação de bactérias que também funcionam como hospedeiros para vírus (bacteriófagos).

Desta forma, afirma a Termotécnica, se uma pessoa contaminada manipular ou espirrar sobre uma embalagem em EPS Safe Pack, ao invés dos vírus permanecerem por dias sobre a superfície, eles podem ser reprimidos em um curto espaço de tempo. Vale ressaltar que esses conclusões foram alcançadas em experimentos conduzidos apenas com os tipos de vírus testados pelo laboratório da UFSC, já mencionados. Os mesmos testes confirmaram a eficácia do nível de proteção antiviral após 60 dias da fabricação das embalagens. “Pensando em toda a cadeia de produção, transporte, armazenamento e consumo de alimentos, vacinas e até das embalagens de eletrodomésticos que são entregues nas casas das pessoas, essa ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano tem inúmeras e importantes aplicações no mercado”, afirma Albano Schmidt.

As embalagens em EPS da Termotécnica com a ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano atendem as normas brasileiras de qualidade e podem ter aplicações diversas, com o objetivo de aumentar a segurança das embalagens.

Setor de fármacos

Por já atuar fortemente no segmento Fármaco com as conservadoras térmicas para armazenar e transportar materiais e medicamentos, esta área deve se beneficiar desta nova tecnologia. Atuando no mercado Fármaco há mais de 20 anos, a Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, com conservadoras térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

A empresa possui um portfólio para esse mercado contando com cerca de 30 itens, com capacidades que variam de 0,5 a 170 litros, contemplando caixas para transporte de ampolas, amostras de sangue, vacinas e até órgãos para transplantes. São térmicas, inertes e resistentes à umidade, proporcionando higiene e garantindo os prazos de validade dos produtos fármacos acondicionados.

Agronegócio

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compras de uma só vez. As soluções de conservadoras em EPS mantêm uma atmosfera propícia para prolongar a vida útil das FLVs (frutas, legumes e verduras), mantendo o seu frescor e qualidade do campo à mesa do consumidor. Segundo a Termotécnica, a ação do Safe Pack, aliada às propriedades das suas conservadoras DaColheita, permite que estes produtos frescos permaneçam mais protegidos de vírus e bactérias.

A empresa afirma que a formulação exclusiva das suas conservadoras DaColheita atrasa efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibindo a decomposição microbiana e preservando a qualidade e o valor nutricional das FLVs embaladas. Desta forma, o prazo de consumo é ampliado, evitando-se ainda o desperdício de alimentos. Por isso, são amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

De acordo com a Termotécnica, as embalagens em EPS podem estender a vida de prateleira de produtos frescos em até 30%, ajudando a enfrentar questões logísticas. A linha da Termotécnica conta com mais de 20 itens no portfólio, com capacidade entre 1 quilo a 16 quilos, com conservadoras para diversos tipos de frutas, legumes e verduras.

Conservação de Alimentos

Com a segurança sanitária no topo das prioridades dos consumidores em tempos de pandemia, as embalagens em EPS com ação antimicrobiana podem garantir mais higiene no transporte e armazenamento de alimentos, como os pescados, afirma a Termotécnica. Os alimentos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

As conservadoras em EPS da Termotécnica permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Isso representa também dias a mais com os alimentos saudáveis e frescos nas gôndolas.

Embalagens e Componentes

A maior parte dos produtos industrializados que chegam à casa dos consumidores, principalmente os mais frágeis e de alto valor agregado, como louças, bebidas finas e eletrodomésticos, está protegida por uma embalagem ou berço de EPS. Com a agregação da nanotecnologia Safe Pack, o consumidor terá maior segurança de que estas embalagens auxiliam no combate de vírus e bactérias, assegura a Termotécnica.

Para o segmento de embalagens e componentes que atendem à Linha Branca, Linha Marrom, Automotivo e Embalagens Especiais, a Termotécnica desenvolveu o conceito iPack – tecnologia patenteada –, que apresenta uma solução inovadora. A partir de um trabalho junto aos fabricantes, há a possibilidade de embalar vários produtos e modelos com apenas um molde. Isso acontece por que as embalagens iPack são projetadas para serem flexíveis, adaptando-se a vários itens de uma mesma linha.

Em relação às questões logísticas, as embalagens e componentes em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o material é one-way e pode ser 100% reciclado no pós-consumo. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

A Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). O EPS é formado por 98% de ar e é 100% reciclável. Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que, após o uso e reciclagem, foram usados como matéria-prima para outras aplicações. A Termotécnica afirma que o desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

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Cromex aborda a nanotecnologia na 7ª edição da PlastShow

04/04/2014

Plastshow_menorA Cromex, empresa líder no mercado brasileiro de masterbatches com atuação também no mercado de distribuição de resinas termoplásticas, está levando os conceitos e desenvolvimentos da nanotecnologia aplicada aos masterbatches e aos plásticos para a PlastShow 2014. O evento  está sendo realizado entre os dias 1 e 4 de abril, em São Paulo.

O gerente de Assistência Técnica, Claudio Marcondes, é especialista em nanotecnologia, ciência que estuda a manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, para agregar a essa matéria propriedades específicas. A exemplo prático, um plástico que leva nanotecnologia em sua composição ganha propriedades como a ação bactericida e a capacidade de detectar se o produto embalado estragou, entre outras.

Marcondes vai levar à PlastShow um estudo das propriedades mecânicas do compósito com carbonato de cálcio nano e microparticulado em polipropileno e mostrar os benefícios dessa tecnologia de ponta para a indústria brasileira da transformação. “Cada vez mais a cadeia de transformação de plásticos tem acesso a novos produtos e novas tecnologias que estão ao alcance das empresas e que podem agregar o diferencial que elas precisam para ganhar destaque no mercado”, afirma Marcondes. O painel da Cromex será realizado no dia 4 de abril.

Os visitantes da PlastShow 2014 terão contato com mais de 120 empresas dos segmentos de máquinas, resinas, aditivos e compostos, moldes e matrizes, sistemas de câmara quente e software, entre outras soluções para transformação de plástico utilizadas nas indústrias de automóveis, autopeças, eletroeletrônicos, telecomunicações, construção civil, utilidades domésticas, embalagens e outros setores. A expectativa da organização do evento, que é realizado a cada dois anos, é que, em 2014, a feira alcance a marca de 10 mil visitantes, 15% a mais que o registrado na edição anterior.

Sobre a Cromex – Na produção dos masterbatches, a Cromex conta com unidades em São Paulo (SP) e em Simões Filho (BA). Na distribuição, conta com CDs em São José dos Pinhais (PR), São Paulo (SP) e Itajaí (SC) e opera em todo o Brasil. Possui em São Paulo, um moderno e bem equipado laboratório para masterbatches. A Cromex é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001 e seus produtos obedecem as rigorosas normativas internacionais como REACH, FDA, entre outras. Entre as soluções que desenvolve estão as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sustentável para os biopolímeros de fontes renováveis (PE Verde) e para biodegradáveis. São produtos que atendem, desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas e são desenvolvidos para 18 segmentos da economia.  A empresa atua fortemente no exterior e comercializa seus produtos para mais de 60 países, em trabalho constante de abertura de mercado e participação em eventos internacionais.

Fonte: Cromex

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Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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Governo alemão e BASF lançam projeto de pesquisa de longo prazo sobre a segurança de nanomateriais.

16/05/2012

O Ministério Federal alemão do Meio Ambiente, Preservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMU), o Instituto Federal para a Segurança e Saúde Ocupacional (BAuA) da Alemanha e a BASF lançaram um projeto conjunto de pesquisa sobre a segurança de nanomateriais.Estudos de longo prazo estão sendo planejados para investigar potenciais efeitos crônicos de nanopartículas no pulmão. Os estudos deverão ocorrer durante quatro anos e atenderão as diretrizes de teste da OECD (Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento). O valor total do financiamento do projeto é de 5 milhões de Euros.

“Nenhum estudo de longo prazo comparável, com este escopo, foi realizado até o momento para determinar o impacto dos nanomateriais. Como empresa, queremos aproveitar as enormes oportunidades oferecidas pela nanotecnologia. Por isso, também consideramos que é nosso dever esclarecer questões em aberto e preencher as lacunas em nosso conhecimento. Desta forma, nós assumimos a responsabilidade por nossas ações e para com a sociedade “, explicou o Dr. Andreas Kreimeyer, Membro do Conselho Executivo de Administração e Diretor Executivo de Pesquisas da BASF.

Para ler o artigo completo (em inglês), clique no link a seguir:

http://www.brazilianplastics.com/edicao00/wr03_may_16_2012

Fonte: BASF / BMU

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Cores, aditivo com nanotecnologia e as novas linhas para o Plástico Verde são apresentados pela Cromex na Brasilplast 2011.

15/05/2011

Novidades em soluções para os plásticos, diferenciais competitivos, tecnologias inovadoras e os valores da empresa líder do mercado brasileiro e com forte atuação global são destaques da Cromex no evento.

A Cromex, empresa líder no mercado brasileiro de masterbatches,  apresentou as novas linhas de cores e aditivos para o Plástico Verde, os masterbatches com nanotecnologia aplicada, além de outras soluções na 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico – Brasilplast 2011, o principal evento do setor na América do Sul.

Quem visitou o evento, entre os dias 9 e 13 de maio, pôde  conhecer as novas linhas de produtos, seus diferenciais competitivos, a tecnologia aplicada e os valores de empresa líder no mercado brasileiro e com forte atuação global. Tudo isso dentro do conceito “Além do Possível”,  mote da atuação da Cromex na feira.

Segundo Sérgio Wajsbrot, presidente da Cromex, a ideia foi reforçar que todas as atividades e investimentos da companhia visam promover as melhores soluções para o mercado. “Estamos investindo na modernização de nossas plantas, visando aumentar a capacidade produtiva para atender o crescimento do setor plástico”, afirma o executivo.

A Cromex vai ampliar sua capacidade produtiva de 132 mil toneladas/ano para 150 mil toneladas, até 2012. A empresa espera a chegada de oito extrusoras para a planta de São Paulo, para a fabricação de masterbatches coloridos e especialidades. Na planta da Bahia, a empresa deu partida em abril de 2010 em uma extrusora para a produção de corantes pretos e, para este ano, adquiriu mais uma, esta para a fabricação de brancos.

Foco nas inovações sustentáveis – A Cromex tem atuado fortemente no desenvolvimento de cores e aditivos voltados aos plásticos verdes (de fontes renováveis e biodegradáveis). Na Brasilplast, a empresa mostrou sua nova linha de produtos voltados para os plásticos feitos com o polietileno (PE) verde, de fonte renovável, proveniente do etanol da cana-de-açúcar e desenvolvido pela fabricante brasileira de resinas Braskem, parceira da empresa.

O objetivo com esse lançamento é atender os mercados, como a indústria automobilística, de brinquedos, cosméticos e higiene pessoal, embalagens, entre outras, que demandam cada vez mais produtos com baixo impacto ambiental, tanto no processo produtivo, quanto no descarte. “Nossos desenvolvimentos estão em sintonia com o que há de mais atual em soluções que aliam inovação com sustentabilidade para que possamos dar respostas globais”, afirma Cesar Ortega, diretor Comercial da Cromex.

O plástico verde da Braskem é conhecido mundialmente como uma inovação relevante à sociedade. A Cromex já desenvolve para este produto diversos tipos de cores com efeitos especiais e metalizado. Produz também concentrados de aditivos que conferem ao plástico verde características como anti-bloqueio, barreira aos raios UVs, antiestáticos e anti-fog, respeitando as propriedades fundamentais de sustentabilidade do produto. A Cromex já atende mais de 10 empresas com esta inovação.

E, ainda na linha sustentável, a Cromex levou para ao evento produtos desenvolvidos para melhorar a reciclagem, como os aditivos que eliminam a água residual, o que facilita o processo.

Nanotecnologia – A Cromex também apresentou aos visitantes da Brasilplast os novos aditivos e cores com nanopartículas de prata. A nanotecnologia aplicada aos masterbatches confere aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias) e bacteriostática (impede sua proliferação) e podem ser usados em vários plásticos, como PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação.

A empresa também se destaca por criar soluções que otimizam processos de fabricação. Entre eles, a nova linha composta de branco com antifibrilante e aditivo UV, elaborada para melhorar o desenvolvimento da ráfia, além dos novos masterbatches para fabricação de multifilamentos, filamentos contínuos e não-tecidos (PP e PET).

Com foco na melhoria no desempenho dos polímeros na transformação, a empresa expôs a linha de cargas minerais, aditivos que proporcionam vantagens ao transformador, como melhoria de propriedades mecânicas, melhor estabilidade dimensional, melhor taxa de troca térmica.

Sobre a Cromex – A Cromex é líder brasileira na produção de masterbatches de cores e aditivos para plásticos. Há mais de 30 anos no mercado, a empresa tem capacidade produtiva de 132 mil toneladas anuais e faturamento médio anual de R$ 300 milhões. Com atuação global, a Cromex comercializa seus produtos em mais de 60 países da América da Latina, América do Norte, Europa Ocidental, Leste Europeu, entre outros. Em suas duas fábricas, uma na cidade de São Paulo e outra em Simões Filho (BA), a empresa gera mais de 500 empregos diretos e conta com certificações ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001.  Seu portfólio conta com mais de 13 mil cores e aditivos, desenvolvidos em laboratórios próprios, para atender 18 segmentos diferentes no setor de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens e tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza), construção civil, automotivo e agrobusiness.

Fonte: Assessoria de Imprensa (Brasilplast) / M.Free Comunicação

Nanotecnologia é tema de palestra na Conferência BRASILPLAST 2011

13/05/2011

A nanotecnologia, utilizada na pesquisa e produção em escala nano, ou atômica, está na pauta dos temas mais pesquisados por cientistas no mundo todo. Para falar mais sobre os avanços da nanotecnologia e suas aplicações em polímeros, a Conferência BRASILPLAST 2011 recebeu o professor titular e coordenador do laboratório de nanotecnologia da Universidade de São Paulo (USP), Henrique Toma.

Segundo o professor, a nanotecnologia seria muito bem aproveitada na indústria do plástico. “Ao agregar nanopartículas aos compostos plásticos, é possível dar ao produto maior resistência, flexibilidade, possibilidade de reciclagem etc”, diz.

Para Toma, a indústria do plástico tem potencial para aperfeiçoar seus produtos com a nanotecnologia, mas esse investimento ainda é baixo. “Outra fator é que os estudos desenvolvidos com nanotecnologia são, em sua maioria, realizados, em campo acadêmico. Um caminho para ampliar o debate é ter o espaço em feiras como a BRASILPLAST, para receber universidades e centros de pesquisa que apresentem novas soluções. Assim, a ponte entre acadêmicos e a indústria seria consolidada”, completa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Brasilplast

Nanotecnologia é abordada em Palestra durante Conferência Brasilplast.

05/05/2011

A nanotecnologia aliada ao plástico. É isso que o público vai poder ver e entender durante a BRASILPLAST (13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico).  Essa tecnologia consiste em manipular átomos e moléculas para modificar ou criar novos materiais, fazendo com que estes tenham características diferentes como maior resistência, maior durabilidade, resistência ao fogo, vedação mais eficiente, entre outros benefícios.

Usada em diversos segmentos, na indústria do plástico é possível encontrar a nanotecnologia em embalagens, materiais usados na indústria automotiva, entre outras. Os “Avanços da Nanotecnologia e sua Aplicação em Polímeros” é um dos temas que será apresentado pelo professor Dr. Henrique Toma, do Departamento de Química Fundamental do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), durante a Conferência BRASILPLAST 2011, no dia 11 de maio.

Segundo Henrique Toma, a Nanotecnologia já está em sua segunda fase. “Na primeira etapa, os pesquisadores desenvolveram os Nanocompósitos, que são plásticos mais resistentes, de fácil moldagem e com características sustentáveis. Estamos na segunda etapa, onde estão sendo desenvolvidos materiais funcionais, que podem virar condutores elétricos, extremamente resistentes, bloquear chamas, gases, ajudando até a aumentar o tempo de prateleira ou validade dos alimentos. A próxima etapa será o desenvolvimento de materiais inteligentes, capazes de se regenerar e reagir de acordo com funções determinadas. Na quarta e última etapa, esses materiais não serão mais polímeros, e sim materiais biológicos, próximos a outros encontrados na natureza”, explica o professor.

A Nanox, empresa que atua nos mercados de aditivos antimicrobianos, lançará com exclusividade na BRASILPLAST, um produto antimicrobiano o NANOXClean, um pó que é incorporado em qualquer tipo de plástico e torna o material antimicrobiano, bactericida, fungicida e acaricida. É o primeiro produto desenvolvido e fabricado no Brasil com a nanotecnologia e certificado pela ANVISA. O produto foi criado pela empresa com o financiamento da FAPESP, FINEP e CNPq, ou seja, tecnologia 100% nacional.

Além dos avanços da Nanotecnologia, a Conferência traz temas como Sustentabilidade na Cadeia do Plástico, tendências e novas tecnologias, como a Aplicação Estrutural de Materiais Compósitos; Desempenho e Eficiência em Injetoras; e Utilização e Aplicação de Injetores Híbridos e Elétricos. Também estará em pauta ampla análise do cenário econômico nacional com foco na competitividade para o mercado de plástico, importação de matérias primas, tendências de preços, investimentos e gestão de parques industriais de transformadores.

Fonte: Reed Alcântara Machado

Abief realiza evento “Inovação e Sustentabilidade”

08/07/2010

A Abief vai realizar, no dia 22 de julho, o evento Inovação e sustentabilidade. Serão abordados os temas “Nanotecnologia como solução para embalagens ativas e inteligentes” , palestra que será ministrada por Adair Rangel, pesquisador da Braskem; e “Vitopaper, o papel sintético revolucionando o segmento de embalagens sustentáveis”, ministrado por Patricia Gonçalves, gerente de Produto da Vitopel. O evento acontece na sede da Abief, em São Paulo. Informações pelos telefones (11) 2966-9742/ 2021-7095 ou pelos e-mails itp.itp@uol.com.br/itp@institutodoplastico.com.br.

Fonte: SIRESP