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MVC lança novos processos para produção de componentes para o setor eólico

10/05/2016

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A MVC desenvolveu um novo processo para a fabricação de peças de aerogeradores para atender ao setor eólico. Segundo a empresa, o processo inovador, denominado RTM Skin, permite a produção de componentes de grande porte (as maiores peças em compósitos produzidas pela empresa) com melhor produtividade, acabamento e menor impacto no meio ambiente.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o novo processo, assim como os processos de infusão e RTM Light, estão sendo utilizados para a produção de conjuntos de aerogeradores do modelo G114 2.1 MW (conversores de energia eólica em elétrica) para a Gamesa Eólica Brasil, na Bahia. “O projeto da nova peça foi elaborado pela engenharia da Gamesa, na Espanha. Com o auxílio da equipe da MVC, foram desenvolvidos métodos e processos para ser fabricada no Brasil, atendendo aos requisitos de qualidade e disponibilidade de materiais do mercado nacional”, explica.

Os materiais utilizados nas peças são tecidos de fibra de vidro, núcleos, resina ortoftálica e gel coat isoftálico. Por se tratar de um produto em gel acabado, a peça deixa o molde já com acabamento final, sem nenhuma necessidade de pintura. Também são utilizados componentes metálicos e fixadores que fazem parte da montagem posterior.

“A grande vantagem destes processos é que permitem fabricar um aerogerador de dimensões maiores, com menor impacto ambiental, e com qualidade excepcional”, avalia Gilmar Lima. “Estamos nos antecipando e atendendo à nova tendência existente no mercado de criação de máquinas cada vez maiores. A carcaça da nova Nacelle (palavra utilizada para definir o corpo do aerogerador) que estamos produzindo para Gamesa é a maior peça em compósitos já fabricada pela MVC”.

A carenagem do rotor dos aerogeradores (Spinner) – local onde há o acoplamento das pás – é desenvolvida e produzida pelo processo de infusão, apropriado para peças grandes – cada spinner possui mais de 4 m de altura – e alto teor de fibra. O procedimento de fabricação da MVC permite a obtenção de componentes que oferecem padrões de desempenho mais elevados e acabamento superficial, maior resistência a intempéries e melhores propriedades mecânicas (resistência e durabilidade).

Fonte: MVC

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MVC exporta casas para abrigar refugiados na Alemanha

17/11/2015
Simulação no computador de uma casa da MVC

Simulação no computador de uma casa da MVC

MVC Plásticos, do Paraná, pretende enviar 1.200 unidades pré-fabricadas ao país europeu, num negócio de até 65 milhões de reais. Primeiro kit será montado em Bremen

A MVC, empresa do Grup Artecola e Marcopolo, que atua no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia, está desenvolvendo um projeto de residências com a tecnologia Wall System para a Europa, principalmente com objetivo de atender aos refugiados que chegam àquele país. O projeto terá várias etapas, que começarão com a homologação da primeira unidade na Alemanha, passando, em seguida, pela produção de um lote-piloto de 40 unidades, até chegar ao pedido de 100 kits por mês.

A primeira unidade foi entregue por via aérea em função da urgência, no dia 12 de novembro. A casa deverá estar montada para apresentação em Bremen, no noroeste da Alemanha, até o final de novembro. O plano prevê que operários alemães sejam treinados para montar as unidades que serão exportadas em 2016. Após o período de testes, que deve durar 15 dias, a previsão é que seja exportado um lote inicial de 40 casas, cujo prazo de entrega será até final de fevereiro/2016.  A partir de março, cem casas por mês deverão ser enviadas do Brasil para a Alemanha.

A empresa espera que, em 2016, o total de casas exportadas chegue a 1.200 unidades, num negócio que deve render 65 milhões de reais.

As casas, que têm 64m² e dois dormitórios, são baseadas em chapas de compósitos. A ideia inicial é construir casas para atender às necessidades atuais da Alemanha.  Elas serão adquiridas pelo consórcio alemão AMD, baseado em Bremen, que pretende revendê-las para empresas alemãs interessadas em doar as unidades para prefeituras e governos estaduais. Futuramente, a AMD espera negociar diretamente com as autoridades a venda das casas pré-fabricadas. A AMD também pretende expandir o negócio para outros países, em outros formatos, para atender ao mercado em geral.

No momento atual, trata-se de uma solução de emergência para acomodar famílias que chegam à Alemanha como refugiadas. As pessoas que vão habitar as residências não desembolsarão nada por elas, que deverão ser custeadas por prefeituras e doações. O material usado é semelhante ao de trailers e turbinas eólicas.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, a primeira casa exportada servirá de “cobaia” para avaliar a necessidade de eventuais modificações. Segundo ele, o projeto é uma das maiores conquistas da empresa e representa a consolidação internacional da tecnologia Wall System – a mesma utilizada no Brasil para a construção de escolas e creches. “O mercado europeu é muito exigente e já conhecia o produto e a qualidade MVC. A casa que produzimos hoje e fornecemos no País já tem padrão internacional e, em alguns requisitos, até superior. No caso especifico deste projeto, as mudanças são nas janelas e nas portas para atender as especificações de conforto térmico, em razão das baixíssimas temperaturas do inverno europeu. Tivemos que modificar algumas coisas, como reforçar o teto por causa do acúmulo de neve e adequar o layout ao gosto dos alemães”, destaca Gilmar Lima. “As casas serão montadas com nossa orientação e acompanhamento. Enviaremos dois profissionais para acompanhar a montagem e capacitar a equipe local. Mas o projeto prevê, em uma segunda fase, o fornecimento para outros países, como França, Áustria, Hungria e Turquia”, explica o executivo.

Os principais pontos que determinaram a escolha e aprovação do produto da MVC foram a velocidade de implantação, as características de conforto térmico e acústico, a durabilidade e a possibilidade de serem exportadas em módulos (desmontadas) e montadas de maneira rápida e eficaz.

Entre as novidades das casas, estão a aplicação da tecnologia de perfis pultrudados (em compósitos) na estrutura – o que dispensa a utilização de estrutura metálica (sem aço) -, a produção das portas  pelo processo de Compressão a Quente (SMC – Sheet Moulding Compound) e o uso de vidros duplos para garantir o conforto térmico e acústico. “Existe a possibilidade também das telhas serem em compósitos (SMC), que têm excelente desempenho térmico e acústico. O cliente gostaria que a casa fosse toda em compósitos, mas vamos fazer isto com decorrer do tempo”, comenta Lima.

“Como prevemos que a demanda para casas de refugiados não deve diminuir tão cedo, estamos estudando aumentar a capacidade para eventualmente exportar até 400 casas por mês”, afirma Lima, da MVC.

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Planta da casa pré-fabricada

Cada unidade vai custar 13.800 dólares (cerca de 52 mil reais) na fábrica brasileira. Além de paredes, forro e teto, os kits já incluem as instalações hidráulicas e elétricas. O acabamento final, que inclui janelas, portas e outros itens, vai ser fornecido por empresas alemãs, o que deve elevar o valor de cada unidade para 25 mil dólares (95 mil reais). A empresa afirma que as unidades são capazes de resistir por anos sem muita manutenção.

Segundo o diretor da MVC, o interesse pelas unidades brasileiras na Alemanha surgiu em parte devido à alta do dólar, que tornou o produto mais competitivo perante concorrentes da Turquia e da China.

O negócio envolvendo os refugiados é visto como um alívio para a empresa, que teve receitas de 670 milhões de reais em 2014, mas espera registrar pouco menos da metade disso em 2015 por causa da retração do mercado brasileiro de componentes automotivos e da construção de unidades para programas como o Minha Casa, Minha Vida, que vem sofrendo cortes.

Segundo Gilmar Lima, em que pese o baixo desempenho da economia brasileira em 2015, este contrato de exportação, assim como o crescimento no setor eólico, deve compensar em parte a queda de receita da empresa em 2015 e 2016. “A intenção é, no primeiro ano, entregar 1.200 unidades (100 casas por mês), mas a nossa meta é levar a tecnologia Wall System para toda a Europa e chegar à receita anual de R$ 200 milhões em novos contratos até o 2020”, salienta o executivo.

Sistema seguro e confiável

Desde 2004, a MVC já construiu, pelo sistema Wall System, cerca de 250 mil metros quadrados de conjuntos de escolas, casas, creches e edificações de usos diversos no Brasil e no exterior, em países como Angola, Moçambique, Paraguai, Uruguai e Venezuela, entre outros. Em vez dos materiais tradicionais, as construções com o sistema Wall System são compostas de estrutura de perfil pultrudado (compósito reforçado com fibra de vidro), painel sanduíche de lâminas em compósitos reforçados (similar ao utilizado em aviões, trailers e barcos, entre outros) e núcleo especial, que garante o desempenho térmico, acústico e resistência a fogo.

Segundo a empresa, as características do sistema construtivo Wall System da MVC proporcionam sensíveis ganhos no tempo na construção, padrão de acabamento de elevada qualidade e maior durabilidade e vida útil. Além disso, podem ser totalmente acessíveis, desenvolvidas especialmente para portadores de deficiência.

Entre as vantagens em relação ao processo tradicional, o sistema oferece maior velocidade de construção, durabilidade, resistência, flexibilidade, conforto térmico e acústico, obra limpa e desperdício zero, assegura a MVC. O sistema construtivo foi homologado sob a norma NBR 15.575/2013, que define os requisitos de desempenho da construção no Brasil, obtendo classificação superior na maioria dos parâmetros avaliados.

Refugiados na Europa

Oficialmente, o governo alemão espera receber 800 mil solicitantes de asilo em 2015, principalmente refugiados que fogem das guerras na Síria e no Iraque e imigrantes que deixam seus países por razões econômicas, especialmente pessoas originárias dos Bálcãs.

A maioria dos que fogem do Oriente Médio tem grande chances de conseguir o documento de permanência. Já os imigrantes econômicos têm poucas chances de ficar na Alemanha – só que, até que seus casos sejam analisados (o que costuma demorar semanas), eles têm uma permissão temporária para permanecer no país.

Várias prefeituras e governos estaduais afirmam que estão sobrecarregados com as tarefas de abrigar e alimentar os recém-chegados. Algumas cidades estão tendo que improvisar abrigos e instalações. Em Berlim, um terminal do antigo aeroporto de Tempelhof foi convertido num dormitório para mil pessoas. Outras cidades, como Hamburgo, armaram barracas para abrigar famílias.

O temor é que, com a chegada do inverno, muitas dessas instalações provisórias se revelem inadequadas. Segundo um levantamento realizado em outubro pelo jornal Die Welt, pelo menos 42 mil refugiados estão abrigados em barracas instaladas em acampamentos improvisados por prefeituras e governos estaduais da Alemanha.

Algumas empresas alemãs já entraram no negócio de fornecer casas e alimentação para refugiados. Entre elas está a European Homecare, que fechou contratos com prefeituras e fornece abrigo e comida para 15 mil refugiados. O governo alemão estima que vai gastar 6 bilhões de euros (24 bilhões de reais) com os refugiados em 2015.

Fonte: Assessoria de Imprensa – MVC / Deutsche Welle

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MVC destaca novos investimentos durante PlastechBrasil 2013

06/08/2013

Empresa investirá R$ 40 milhões na construção de três unidades novas e ampliação das nove já existentes em 2013

Com sede em São José dos Pinais (PR), a empresa possui unidades em Catalão (GO), Sete Lagoas (MG), Caxias do Sul (RS), Camaçari (BA) e Maceió (AL). No total são nove plantas fabris que somam 1 mil colaboradores. A MVC tem uma perspectiva ousada de dobrar a receita da empresa e atingir os R$ 300 milhões neste ano. Um dos principais motivos para o otimismo foi a conquista de cinco grupos dos pregões eletrônicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (MEC-FNDE) para construção de 1,4 mil creches com o sistema construtivo Wall System em nove Estados brasileiros.

Outro grande investimento da MVC é a ampliação das nove unidades existentes e a abertura de três novas até 2014, o que vai custar um total de R$ 40 milhões. Além disso, a empresa lança um inédito conceito de fabricação de carrocerias automotivas. Batizado de Projeto Sofia, o produto utiliza vários materiais revolucionários e processos combinados que proporcionam redução de peso entre 30 e 40%, quando comparado com o sistema tradicional de fabricação de carrocerias.

Todas essas novidades e a excelência do trabalho da MVC serão apresentadas na Plastech Brasil 2013. A expectativa da empresa é de um evento que agregue conhecimento e quebra de paradigmas dos profissionais participantes. Para o diretor geral da empresa, Gilmar Lima, assim como a Plastech pode proporcionar novos clientes, negócios e conhecimento à empresa, a MVC também tem muito a oferecer ao evento.

“Nós estamos participando da Plastech para apresentar soluções em plásticos de engenharia diferenciados e inovadores para o mercado. Estamos lançando novos processos e produtos que poderão contribuir com produtos mais competitivos, leves, sustentáveis e com acabamento superficial classe “A”. Estas novas tecnologias e conhecimentos  gerarão diferenciais competitivos para os segmentos de transporte, automotivo, eólico, implementos rodoviários e construção civil”, garante Lima.

Fonte: PlastechBrasil 2013

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MVC anuncia abertura de nova unidade em Camaçari.

12/09/2011

Agendada para partir em janeiro de 2012, fábrica atenderá apenas o mercado de energia eólica, produzindo  peças de compósitos para a Gamesa.

A MVC vai inaugurar em janeiro de 2012 uma fábrica em Camaçari (BA). A unidade, voltada ao mercado de energia eólica, abastecerá inicialmente a filial brasileira da espanhola Gamesa, companhia especializada em aerogeradores que, em julho, abriu uma planta na mesma cidade.

“A partir de 2013, pretendemos expandir a carteira de clientes desse segmento”, comenta Gilmar Lima, diretor geral da MVC. Com cerca de 2.000 m², a fábrica da MVC em Camaçari partirá com um potencial para processar 1.000 toneladas/ano de materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance que dá forma a diversas peças dos aerogeradores, como nacelles, bicos (noses) e coberturas. “A nova unidade terá capacidade para chegar a até 3.000 toneladas/ano, mas tudo vai depender da demanda”. De início, serão 60 funcionários, número que pode chegar a 200 em 2015.

 Produzir as gigantescas pás eólicas, também feitas de materiais compósitos, não faz parte da estratégia da MVC. “Queremos nos especializar nos outros componentes dos aerogeradores, tendo como diferencial o uso de processos mais automatizados e de melhor desempenho, como RTM e infusão”.

 O mercado de energia eólica deve gerar cerca de R$ 10 milhões em receitas para a MVC em 2012 – 6% do total projetado para o período. “A meta é que responda por 15% de uma receita estimada em R$ 400 milhões em 2015”, afirma o diretor geral.

Fonte: SLEA Comunicação

MVC firma parceria com Espanhola Gamesa e ingressa no segmento de energia eólica

28/03/2011

Contrato prevê inicialmente o fornecimento de 150 conjuntos por ano.

A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, fechou parceria com a fabricante espanhola de sistemas para energia eólica Gamesa. Inicialmente, a MVC fornecerá para a Gamesa Eólica Brasil o bico (nose) de aerogeradores (conversores de energia eólica em energia elétrica). Em uma segunda etapa, será desenvolvido também o corpo do gerador, parte integrada ao bico.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o fornecimento, com previsão para gerar receita de R$ 5 milhões a partir de 2012, marca a entrada da MVC em um novo segmento. “A nossa participação neste segmento se deu em razão do seu alto crescimento em todo o mundo e de utilizar materiais e tecnologias de alto desempenho. Outro fator importante para esta decisão é que acreditamos que possamos contribuir com soluções inovadoras e diferenciadas para este mercado”, explica o executivo.

A MVC estuda o mercado de energia eólica desde 1998 quando, com apoio do FINEP e da Pôle de Plasturgie de l’Est (centro de tecnologia francês), desenvolveu um novo conceito para a fabricação, em compósitos, das pás e dos demais componentes. “Desenvolvemos todo o projeto, materiais, processos, ensaios, controles e no final fabricamos uma peça do conjunto em escala. O que faltava para este projeto estar completo era o cliente e agora, com a Gamesa, o encontramos”, finaliza Lima.

Os bicos para aerogeradores levaram três meses para serem desenvolvidos e serão produzidos na unidade de São José dos Pinhais, pelo processo de infusão com moldes fechados, apropriado para peças grandes – cada bico possui 4,2 m de altura – e alto teor de fibra. O procedimento de fabricação da MVC permite a obtenção de componentes que oferecem padrões de desempenho mais elevados e acabamento superficial, maior resistência a intempéries e melhores propriedades mecânicas (resistência e durabilidade).

“Faz cerca de seis anos que a MVC e a Gamesa “vêm construindo” esta parceria. Neste período, ambas as empresas se prepararam para o início da produção no Brasil. Investimos em treinamentos no exterior e em novas tecnologias para produzir as peças e atender a Gamesa. O objetivo inicial do projeto é abastecer o mercado interno, principalmente os parques eólicos da região Nordeste, com uma produção de 150 peças até março de 2012. Posteriormente, ampliaremos o nosso fornecimento para outras regiões e países”, ressalta Lima.

Sobre a Gamesa

Com mais de 15 anos de experiência, a Gamesa é uma das líderes mundiais no mercado de projeto, fabricação, instalação e manutenção de turbinas de vento, com 21.000 MW instalados em 30 países em quatro continentes e mais de 13.600 MW em manutenção.

A Gamesa tem 30 fábricas na Europa, Estados Unidos, China e Índia, e mais de 7.200 empregados no mundo inteiro. A empresa também é uma referência mundial no mercado de construção, desenvolvimento e venda de parques eólicos, com mais de 4.000 MW, e tem 22.600 MW instalados em parques eólicos na Europa, América e Ásia.

A produção anual equivalente a cerca de 21.000 MW, representa mais de 5 milhões de toneladas de petróleo (TEP) por ano e evita a emissão na atmosfera de cerca de 31 milhões de toneladas de CO2/ano.

Em 2010, a Gamesa anunciou a construção de uma fábrica no Brasil, em Camaçari, na Bahia. A unidade deve começar a operar no próximo mês de abril, vai gerar 100 postos de trabalho e terá capacidade produtiva de 300 MW.

Fonte : Secco Consultoria de Comunicação / ABMACO

MVC fornece caixa de rancho para a Randon

03/03/2011

Por normalmente ser em aço, a caixa de rancho, que armazena os alimentos de motoristas de implementos rodoviários, enferruja com facilidade e não mantém a temperatura das refeições, prejudicando a conservação dos alimentos. Pensando nisso, no final de 2008 a Randon lançou uma missão para a MVC: desenvolver uma caixa com um material mais durável em relação ao aço, que impossibilitasse a entrada de pó e água e que tivesse resistência térmica. Todas essas características deveriam estar unidas em um produto com design diferenciado e funcional.

Após meses de testes, a missão foi cumprida com sucesso pela MVC, que desenvolveu uma caixa de polipropileno com núcleo de poliuretano que proporciona ao produto durabilidade maior, isolamento térmico e duplo sistema de vedação, impedindo a entrada de pó e água.

Destacam-se também os componentes internos, como ralo para limpeza, labirinto que impede a condensação, utensílios para refeições, mesa termo-resistente para manuseio de alimentos e sistema de abertura ergonômico. Todas essas vantagens tornam o produto mais durável e funcional, diferenciado em relação ao que já existe no mercado de implementos rodoviários.

Fonte: MVC

MVC apresenta em Simpósio Internacional na França inédita tecnologia RTM-S para fabricação de compósitos.

27/01/2011

Será a primeira vez que uma empresa brasileira apresenta processo patenteado e desenvolvido 100% no Brasil na fabricação de peças plásticas.

A MVC, empresa nacional líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, participará do 7º Simpósio Internacional RTM & Infusão 2011 (PPE – Pôle de Plasturgie de l’Est). Pela primeira vez na história do evento, um fabricante brasileiro foi convidado para apresentar uma tecnologia inédita para o mercado mundial. Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, fará palestra sobre o novo processo para a fabricação de peças em compósitos, o RTM-S (Resin Transfer Molding – Surface).

Um dos principais eventos mundiais sobre materiais compósitos, o 7º Simpósio International RTM & Infusão 2011 acontecerá nos próximos dias 9 e 10 de fevereiro, em Saint-Avold, na França. Realizado a cada dois anos, o evento desempenha um papel importante de inovação tecnológica para as empresas e as pessoas envolvidas no desenvolvimento do setor de compósitos no mundo todo.

Segundo Gilmar Lima, o novo processo, patenteado pela empresa, reúne as propriedades dos termoplásticos, como acabamento superficial de alta qualidade, e as dos termofixos, como maior resistência mecânica, durabilidade e menor custo de fabricação. “Além de todas as vantagens em acabamento e qualidade, com a utilização do RTM-S é possível reduzir o custo de produção da peça entre 15% e 20%.”

O RTM-S consiste na moldagem do componente termofixo pelo processo RTM Light, tecnologia também desenvolvida pela MVC, sobre uma peça ou película termoplástica, previamente moldada pelo sistema Vacuum Forming. O resultado é um produto que alia maior resistência mecânica e superior acabamento superficial. Este novo processo permite a fabricação de peças coloridas com acabamento final de alto desempenho e durabilidade, dispensando a pintura final.

“A tecnologia RTM-S permite redução do ciclo da tecnologia RTM, com vantagem significativa nos custos e no impacto ambiental, eliminação ou diminuição do processo de preparação de pintura, da aplicação do Gel Coat, ampliação da vida útil dos moldes e maior facilidade para a reciclagem desses componentes”, explica Gilmar Lima.

“Por duas vezes as tecnologias apresentadas pela MVC foram premiadas no Simpósio International RTM & Infusão. Na primeira vez, o processo RTM automatizado desenvolvido para a produção de componentes para a Volvo conquistou o Prêmio de Melhor do Mundo. Depois foi o Sistema Wall System recebeu o Prêmio de Melhor Sistema Construtivo Modular em Compósitos. Esperamos novamente nos destacar neste evento”, comenta o executivo.

Sobre o PPE

O PPE (Pôle de Plasturgie de l’Est) foi criado em 1990 para ser um centro de sustentação ao serviço dos industrialistas de Plasturgie. Especializou-se rapidamente no campo dos compostos. O PPE é agora um centro internacional de transferência tecnológica especializado na execução dos compostos reforçados com fibras longas, termofixos e termoplásticos.

O PPE é formado por uma equipe de profissionais especializados no campo do projeto, desenvolvimento, industrialização, análises e treinamento, para a utilização de termofixos e termoplásticos, soldadura e conjunto. Seu laboratório de análise de materiais, com oficina de produção e centro de cálculo, dispõe de informações de seus estudos para todas as empresas do setor de compósitos da França e do exterior, principalmente nos segmentos de construção civil, transporte, aeroespacial, construção naval, energia eólica e lazer.

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação / Abmaco

MVC lança compromisso com a sustentabilidade e apresenta novas tecnologias na Feiplar 2010

10/11/2010

A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, participará da Feiplar Composites & Feipur 2010. A empresa lança compromisso ambiental e com a sustentabilidade até 2015 e apresenta novas tecnologias para o setor de transporte e construção civil. A 6ª edição da Feiplar acontece entre os dias 10 e 12 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Tendo como foco a melhoria contínua, a MVC determinou alguns compromissos com o meio ambiente para 2015, com a consciência de que estas ações contribuirão para o futuro das próximas gerações. Entre as ações, destacam-se eliminar o envio de resíduos para aterros; implantar processo de reciclagem de termofixos (fibra de vidro); ter todos os processos gerando produtos 100% recicláveis; ampliar para 50% a utilização de polímeros de fontes renováveis; aumentar o uso de fibras naturais; reduzir significativamente o consumo de energia elétrica, água e gás, e a geração de resíduos; desenvolver 30% da receita em produtos com conceito sustentável; e disseminar a sustentabilidade nas comunidades em que estamos inseridos”, ressalta Gilmar Lima.

Resinas de fontes renováveis e nova tecnologia

Todas as peças expostas pela MVC na Feiplar terão apelo ambiental em função do processo de fabricação ou dos materiais utilizados. A empresa demonstrará, no próprio estande, a fabricação de peças feitas pelo novo e revolucionário processo de RTM-S (Resin Transfer Molding – Surface), como o capô do motor e a blenda de caminhão. As apresentações acontecerão todos os dias em dois horários (16h e 19 h) e o público poderá acompanhar em tempo real, cada etapa. A nova tecnologia além de aliar maior resistência mecânica e acabamento superficial superior, permite reduzir o ciclo do processo RTM, com a diminuição significativa nos custos e no impacto ambiental, eliminar ou reduzir as fases de preparação de pintura e da aplicação do Gel Coat e facilitar a reciclagem dos componentes.

Com foco na sustentabilidade, na preservação ambiental e na reciclagem, a MVC irá expor peças com revestimento de fibras naturais, materiais que proporcionam alto desempenho mecânico, térmico e acústico, além de serem 100% recicláveis. O componente é fornecido para indústria automotiva, para o revestimento interno de teto de colheitadeiras e veículos de passeio. A utilização de resinas de fontes renováveis, desenvolvidas sobretudo para construção civil e para a CasaPrática, também será um dos destaques da MVC.

Também serão apresentados produtos fabricados com os processos de RTM Light, que utiliza moldes fechados, que contribuem para reduzir o desperdício de materiais nos processos produtivos e emissão de compósitos orgânicos voláteis no ar; Vacuum forming, totalmente reciclável, e VFC Light/ Natural, tecnologia que combina vacuum forming e compressão a baixa pressão.

“O processo VFC Light/Natural requer baixo investimento em ferramental e possibilita rápido desenvolvimento, isolamento acústico e excelente relação peso x resistência mecânica. Outra vantagem do processo é que ele permite que as aparas do material processado sejam reaproveitadas como componentes em outros materiais compósitos. Neste processo pode ser utilizado reforço de fibra de vidro ou de fibra natural”, explica Gilmar Lima.

A MVC contará, ainda no seu estande, com a participação da Artecola, que apresentará uma máquina  de laminação plana, que proporciona colagem com a linha Artefilm (filmes adesivos). O equipamento  permite a laminação de tecidos, espumas e sintéticos, além dos materiais compósitos.

Palestras MVC

Durante a Feiplar 2010, serão realizados Painéis Setoriais, com o objetivo de apresentar as mais recentes soluções e benefícios dos compósitos, poliuretano e plásticos de engenharia para 18 setores industriais diferentes, com total estimado de 1.700 participantes. Estes painéis acontecerão paralelamente à feira e contarão com duas participações da MVC nos eventos para o mercado automotivo e para o de construção civil.

No dia 11 de novembro, Renan Holzmann apresentará, às 8h10, no Painel Automotivo a palestra RTM-S – Um novo conceito de superfície classe A para compósitos. Já no Painel de Construção Civil, Erivelto Mussio, fará a exposição sobre os Sistemas construtivos em compósitos com alta velocidade de implantação, às 9h30.

Feiplar 2010

A Feiplar é considerada a principal feira de plástico reforçado da América Latina. Tem por objetivo mostrar a variedade de produtos para as indústrias da construção civil, química e petroquímica e outras, além de apresentar as novas tecnologias em matérias-primas e equipamentos para os fabricantes de peças de plástico.

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação

MVC apresenta nova tecnologia RTM-S para segmento de plásticos na Serra Gaúcha.

20/09/2010

Processo proporciona superior acabamento superficial e maior resistência mecânica.

A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, apresentará o inédito processo de fabricação de peças em compósitos, o RTM-S (Resing Transfer Molding – Surface) no 3º. Encontro Regional ABMACO 2010, que acontecerá dia 21 de setembro, no Hotel Laje de Pedra, em Canela, na Serra Gaúcha (RS).

Durante o evento, Renan Holzmann, executivo da MVC, ministrará a palestra “Um Novo Conceito de Superfícies ‘Classe A’ para Compósitos”, sobre o novo processo. Desenvolvido e patenteado pela MVC, o RTM-S reúne o acabamento superficial de alta qualidade oferecido pelos termoplásticos, com a durabilidade, maior resistência mecânica e menor custo de fabricação dos produtos termofixos.

O RTM-S consiste na moldagem do componente termofixo pelo processo RTM Light, também desenvolvido pela MVC, sobre uma peça ou película termoplástica, previamente moldada por Vacuum Forming. A tecnologia diminui custos e o impacto ambiental, elimina ou reduz o processo de preparação de pintura e da aplicação do Gel Coat, amplia a vida útil dos moldes e facilita a reciclagem.

O processo RTM-S destina-se inicialmente para a fabricação de peças externas com elevada exigência de acabamento superficial – com ou sem pintura – e resistência estrutural, como carenagens externas de ônibus e caminhões, e componentes internos texturizados e/ou estruturais. O resultado é um produto que alia maior resistência mecânica e superior acabamento superficial.

Em sua 3ª. edição, o Encontro Regional ABMACO procura disseminar novas tecnologias de compósitos no mercado brasileiro. Os assuntos abordados no evento serão os processos de SMC, RTM, Infusão, Injeção de PU e moldagem com fibras naturais, além da apresentação dos mais novos materiais e aplicações.

Fonte: Abmaco /Secco Consultoria de Comunicação

MVC investe R$ 1 milhão e abre nova unidade de produção em Sete Lagoas (MG).

30/08/2010

A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, vai inaugurar uma unidade produtiva em Sete Lagoas (MG) para atendimento à Iveco. Com investimento inicial de R$ 1 milhão, a fábrica está localizada no distrito industrial, será inaugurada ainda neste segundo semestre de 2010 e produzirá componentes externos (tetos e defletores) e internos (revestimentos e acabamentos) para a montadora.

Segundo o diretor-geral da MVC, Gilmar Lima, a expectativa é produzir, em 2011, 5.000 tetos externos para o caminhão Stralis, da Iveco. “O processo logístico e a pequena distância entre a nossa unidade e a montadora – apenas oito quilômetros – representam importantes diferenciais para ampliar os nossos negócios com esse cliente” analisa o executivo.

Com 3,5 mil m2 de área construída em terreno de 5.000 m2, a nova unidade foi projetada para ter capacidade de produção flexível e atender às novas demandas previstas pela Iveco ou novos clientes em potencial. O investimento inicial destina-se à preparação da unidade, aquisição de equipamentos e máquinas e treinamento e qualificação de profissionais. “Priorizamos a formação e o  desenvolvimento dos futuros funcionários da própria comunidade. Para isso, contamos  com o apoio do SINE/UAI (Unidade de Atendimento Integrado) e do Programa Usina do Trabalho, da secretaria estadual de desenvolvimento social, que promoveu, por intermédio do SENAI, um treinamento intensivo para a formação profissional”, enfatiza Gilmar Lima.

De acordo com o executivo, o  desenvolvimento dos futuros profissionais é uma das prioridades da MVC. “Além de treinar as pessoas para atuarem na nova unidade da empresa,  possibilitaremos a qualificação de outras para as oportunidades que deverão surgir no mercado de trabalho”.

Fonte: ABMACO / Secco Consultoria de Comunicação.