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Mercado de chapas acrílicas cresce 14% em relação a 2017

20/12/2018

O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) acaba de divulgar levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8.000 toneladas vendidas em 2017, e chegará às 9.100 toneladas. Isso equivale a um crescimento de 14%.

Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas.

Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado chegue as 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 2013. Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram neste ano mil toneladas comercializadas.

Já o desempenho das importações é o que preocupa produtores de chapas nacionais. Não é para menos. Neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas. 700 toneladas a mais no que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.

Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. “Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12”, conclui.

Com mercado mais aquecido, o INDAC confirma a continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cosi di Acrilico. O curso ganha neste ano edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e a outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.

Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas funcionalidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura –,  também continua em 2019.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 18 anos por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.
A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Indac

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Pesquisa indica que África do Sul é um grande mercado para fabricantes de plásticos brasileiros.

10/08/2011

O Programa Export Plastic encomendou uma pesquisa de mercado à consultoria sul-africana Whitehouse & Associates com o intuito de mapear e identificar oportunidades de negócios na África do Sul, segunda maior economia do continente, nas áreas de utilidades domésticas e flexíveis. Os resultados foram apresentados durante a recepção à comitiva nacional na Embaixada Brasileira na África do Sul. “Estes dados nortearam a discussão que tivemos sobre as possibilidades da indústria brasileira de transformados plásticos no país”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Segundo o estudo, o mercado de plásticos na África do Sul é de cerca de US$ 5 bilhões. A indústria local de transformação representa cerca de US$ 3,5 bilhões e há aproximadamente 850 transformadores, que empregam mais de 30 mil pessoas.

Este setor sofreu com a crise de 2008, no entanto acumulou um crescimento de 27%, entre 1998 e 2009. O consumo anual de plásticos no país, em 2009, atingiu 1,25 mil toneladas, o que representa um consumo per capita de 25 kg/habitante. No Brasil, este índice totalizava 27,94 kg/habitante no mesmo ano. “O consumo de plásticos na África do Sul ainda é considerado baixo se comparado com países desenvolvidos, o que demonstra uma grande oportunidade para os exportadores brasileiros”, afirma Marco Wydra.

O setor de embalagens, de acordo com o levantamento, domina a demanda por plásticos no país, com 52%, seguido de setores como construção (7%) e eletroeletrônicos (6%). A indústria de embalagens no país é competitiva e sofisticada, sendo altamente automatizada com maquinários de última geração, para suprir a demanda interna. De acordo com pesquisas, o mercado local valoriza as inovações, o que pode beneficiar os fornecedores brasileiros que investem continuamente em novas tecnologias.

Outra oportunidade para os exportadores brasileiros está nos flexíveis, em especial nos filmes e nas sacolas plásticas. Apesar de o preço ser o grande fator decisório na hora da compra desses itens, a qualidade e o design do produto brasileiro são pontos fortes neste mercado, que é largamente dominado por produtos asiáticos. Segundo Wydra, este pode ser um caminho para que o produto brasileiro volte a ocupar um espaço significativo no mercado sul-africano.

Em 2006, o Brasil ocupava a 11ª posição como fornecedor de transformados plásticos ao país africano, quando repentinamente caiu para o 32° lugar, em 2007. Uma das razões para queda brusca das exportações pode ser o aumento do preço dos produtos brasileiros e a consequente perda de competitividade nos anos seguintes. Atualmente, o maior exportador é a China, com 66% do valor declarado e 74% do volume, seguida de outros países asiáticos. Em 2010, a África do Sul importou itens de utilidades domésticas de plásticos no valor de US$ 69,7 milhões e volume total de 19,3 mil toneladas. Isso representou um aumento de 44%, se comparado com 2006.

Outra área na qual existem possibilidades para o produto brasileiro é no mercado de utilidades domésticas voltado para produtos de médio e alto padrão, a chamada linha Premium, devido à qualidade e design únicos. Segundo a pesquisa, os fabricantes que atuam nesse segmento devem estar atentos às inovações tanto tecnológicas como de moda, estilo e qualidade para ganhar cada vez mais espaço nas lojas sul-africanas. Segundo Wydra, o estudo ressalta que a África do Sul está aberta para a importação de produtos brasileiros. “Temos grandes chances de retomar um forte relacionamento com este mercado”, completa.

Fonte:  Boletim Export Plastic


Feira House & Gift Fair recebe Projeto Comprador do Programa Export Plastic.

10/08/2011

O Brasil estará no centro das atenções do mercado de utilidades domésticas em agosto, quando sediará a 43ª House & Gift Fair South America, feira destinada à cadeia produtiva de artigos para casa e decoração. O evento, que será realizado em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de agosto, receberá a 27ª edição do Projeto Comprador, realizado pelo Programa Export Plastic.

 O Programa trará doze compradores internacionais, que devem se reunir com cerca de 50 associadas, fabricantes de utilidades domésticas plásticas, para a realização de reuniões de negócios, sondagens de mercados e apresentação de inovações.

 Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado para Utilidades Domésticas do Programa, afirma que os produtos brasileiros têm um grande destaque internacional, especialmente pelo design e qualidade das peças. Para ele, o Projeto Comprador é uma vitrine na qual é possível mostrar seus produtos para todo o mundo e concretizar vendas. “Este ano, as associadas terão grandes oportunidades de realizar bons negócios durante a House & Gift Fair, pois o Programa irá proporcionar encontros com alguns dos maiores compradores de utilidades domésticas do mundo”, afirmou Agrello.

 Projeto Imagem – Além do Projeto Comprador, o Programa Export Plastic também realizará o Projeto Imagem, que patrocinará a vinda ao Brasil de dois jornalistas estrangeiros, interessados em conhecer a atuação dos fabricantes brasileiros, seus produtos e a tecnologia nacional aplicada à produção de plásticos.

 O Projeto Imagem abre espaço para as associadas ao Programa em mídias internacionais, o que amplia a visibilidade dos produtos, serviços e empresas e contribui com o trabalho de promoção externa, realizado pelo Export Plastic.

 Segundo Marco Wydra, gerente executivo do Programa, o conjunto de iniciativas auxilia a implantação de uma cultura exportadora nas empresas. “O nosso objetivo é tornar a exportação uma estratégia contínua nas companhias brasileiras”, concluiu o executivo.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic planeja ações de promoção de exportações para 2011

12/01/2011

A indústria do plástico transformado inicia 2011 com a perspectiva de aumentar em 10% os volumes exportados, com relação às 310 mil toneladas comercializadas em 2010, segundo dados estimados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Com esse crescimento, o setor espera chegar a dezembro com 340 mil toneladas exportadas, o equivalente a US$ 1,75 bilhões. O Programa Export Plastic contribui ativamente com esse cenário e, para seus especialistas, os principais desafios do ano estão no aumento da quantidade de empresas brasileiras exportadoras, na qualificação de seus profissionais, na adequação de sua comunicação e dos produtos e na conquista e permanência em novos mercados.

Para isso, o Export Plastic vai fomentar a participação das empresas associadas nas feiras internacionais mais representativas para cada setor da indústria de plásticos. Vai também desenvolver ações como o Projeto Comprador e o ++Leads, que visam formar um banco de dados de clientes qualificados para os associados.

O foco das ações do Programa estará voltado para a África do Sul, Espanha, Chile, Colômbia, EUA, Panamá e Peru, para a realização de ações comerciais estratégicas. Esses mercados prioritários foram selecionados após pesquisas quantitativas e qualitativas, em uma iniciativa do Programa, juntamente com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com a participação de representantes de empresas associadas ao Programa.

Com relação aos plásticos flexíveis, Cristina Sacramento, especialista em Desenvolvimento de Mercado – flexíveis do Programa Export Plastic, diz que a África do Sul e a América Latina estão no centro da atuação do Programa. Outro destaque será para a Europa, por meio da participação na Interpack, feira considerada um ponto de difusão de produtos brasileiros no mercado europeu, que será realizada em maio, na Alemanha. Para participar deste evento, o Programa já tem cadastradas 15 empresas brasileiras.

Uma delas é a Braspack, fabricante de embalagens. “A participação em feiras é a melhor ferramenta de prospecção de novos clientes e o apoio do Export Plastic é fundamental para isso”, afirma Sidney Moreira, gerente de Comércio Exterior da empresa, que comercializa cerca de 50% da sua produção com as Américas e o Oriente. A Braspack registrou um aumento de 20% em suas exportações em 2010, com relação ao volume comercializado em 2009 e pretende manter essa taxa em 2011.

Outra empresa que participará das feiras juntamente com o Programa é a Sanremo, associada há um ano e meio. A América Latina é o maior mercado externo da empresa fabricante de utilidades domésticas, que exporta 12% de sua produção para 46 países e registrou um crescimento de 34% em suas exportações em 2010, comparado com o ano anterior. “Esse crescimento é resultado da nossa atuação com o Programa Export Plastic na obtenção de contatos e participação em eventos, juntamente com a política comercial brasileira e o fortalecimento do comércio da América do Sul”, diz Thiago Vanin, gerente de Comércio Exterior da empresa.

No segmento de utilidades domésticas (UDs) e embalagens rígidas, além da escolha de mercados específicos a serem trabalhados por meio da participação em feiras e missões comerciais, serão trabalhadas a adequação dos produtos brasileiros às demandas e tendências internacionais. “Especialmente no que diz respeito a materiais sustentáveis, design e cor”, afirmou Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado – utilidades domésticas e embalagens rígidas do Programa.

Outro objetivo do Programa Export Plastic para este ano será ampliar ainda mais as ações de capacitação para os exportadores brasileiros. Segundo Aleksander Richard de Assis, especialista em Comércio Exterior do Programa, a busca de profissionais de ponta para trocarem experiências com os exportadores brasileiros, assim como a seleção dos mais especializados cursos, continuará a ser uma atividade permanente do Programa.

“Com esse conjunto de atividades, esperamos alcançar, em 2011, um novo patamar de exportações para o Brasil”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic. “E esperamos poder contar com o empenho das empresas em estarem cada vez mais qualificadas e pró-ativas para crescerem globalmente”, completa.

O Programa Export Plastic trará uma série de novidades para seus associados este ano, a fim de sustentar o esforço do comércio exterior brasileiro e incentivar a cultura exportadora das empresas. “As novas ações contribuirão com o aumento da articulação internacional das empresas brasileiras, colocando o país como uma alternativa competitiva e inovadora de fornecimento de produtos da cadeia do plástico”, disse Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

Entre essas iniciativas, está a criação de um escritório avançado de negócios nos Estados Unidos, com a atuação de um representante do Programa, prevista para o segundo semestre de 2011. O objetivo é reforçar a articulação internacional dos associados e dar suporte às ações do Export Plastic no país, como os Projetos Vendedor e Comprador, feiras, ações no ponto de vendas (PDV) e branding.

O Programa também apoiará ações voltadas ao melhor aproveitamento dos PDVs nos Estados Unidos e na Colômbia. Além de levar aos associados informações e dicas sobre o assunto, o Export Plastic irá avaliar suas propostas, podendo financiar parte de cada ação.

As atividades de comunicação e branding, os Projetos Comprador e Vendedor, Projeto Imagem, cursos de capacitação, workshops, entre outros, serão mantidos e reforçados pelo Programa durante todo o ano de 2011.

O Export Plastic também possibilitará aos seus associados parcerias com institutos tecnológicos e centros de pesquisa. O objetivo é promover a adequação de produtos à exportação, bem como treinamentos, informações sobre demandas e regulamentações internacionais e, assim, munir os empresários brasileiros de ferramentas para ampliarem suas atividades de exportação.

Fonte: Boletim Export Plastic

 

Braskem reforça sua presença internacional com novos escritórios no exterior.

06/10/2010

Escritório da Colômbia abre suas portas na próxima quinta-feira. Para 2010, estão previstos novos escritórios em Cingapura e Peru

Em reforço à estratégia de internacionalização, a Braskem inaugura na próxima quinta-feira, dia 7/10, o novo escritório da Colômbia que, juntamente com o de Cingapura, que deverá entrar em funcionamento ainda em 2010, serão os núcleos comerciais da companhia no Exterior. E também neste ano a empresa se prepara para inaugurar sua sucursal em Lima, no Peru, responsável pelo desenvolvimento de novos e importantes projetos petroquímicos na região.

A Braskem estuda desenvolver no Peru um projeto petroquímico para produção de polietileno, que será o maior complexo petroquímico integrado da Costa Oeste das Américas. O escritório de Lima, que será inaugurado até o final deste ano, vai facilitar os trâmites de desenvolvimento do futuro projeto. Além disto, o escritório também vai coordenar ações da Braskem em países vizinhos como Bolívia e Venezuela.

O escritório em Bogotá, na Colômbia, começará a operar no dia 7 de outubro deste ano e será responsável por negociar resinas com os mercados da América Central e Região Andina. A localização é estratégica, pois é onde há a maior concentração de mercados e zonas francas, que facilitam o negócio. Além disso, a economia estável na região contribui para um cenário favorável. A Braskem pretende ampliar sua participação naqueles mercados, trabalhando mais próximo dos Clientes através da oferta local de resinas e de serviços de desenvolvimento de aplicações e assistência técnica.

Cingapura foi escolhido por ser o maior e mais importante ponto logístico da Ásia. O escritório vai facilitar a comunicação da Braskem com o mercado asiático para a estruturação de futuras operações da empresa. Também vai permitir o atendimento mais próximo de Clientes da própria Cingapura, China, Índia, Indonésia, Coréia e Japão. Focado inicialmente em produtos petroquímicos básicos, o escritório proporcionará suporte comercial mais próximo e ágil.

O primeiro escritório comercial que a Braskem abriu fora do Brasil foi na Argentina, em 2002. Desde então, foram abertos também nos Estados Unidos, Holanda e Venezuela, entre outros. A proximidade com os Clientes permite conhecer melhor as suas necessidades e as peculiaridades dos mercados onde eles atuam.

Com base nesse conceito, a Braskem ampliou o escritório localizado em Roterdã, na Holanda, que comercializava resinas termoplásticas, e que passou a negociar também produtos petroquímicos básicos, como ETBE, olefinas e aromáticos. Dessa forma, ampliam-se a atuação local na Europa e a gama de produtos aos Clientes. O mesmo aconteceu com o escritório comercial localizado em Houston, nos Estados Unidos, dedicado a atender todo o mercado norte-americano.

Fonte: Braskem

K 2010: Uma vez mais, em torno de 3.100 expositores estarão participando deste Mercado Global para a indústria de plásticos e borracha.

07/09/2010

O site k-online.de, com ferramentas variadas, simplifica as preparações para a feira.

Na K 2010 em Düsseldorf, de 27 de Outubro a 3 de Novembro, em torno de 3.100 expositores estarão novamente apresentando as suas últimas novidades para todos os setores da indústria. Empresas de 57 países já se inscreveram para a feira.

A área de exposição total vendida atinge 164.100 metros quadrados, sendo 60 % deste total ocupado por empresas cuja sede é fora da Alemanha. O número de expositores alemães inscritos totaliza atualmente 1.058, com uma área de 65.740 metros quadrados.

A Itália é tradicionalmente a nação mais fortemente representada entre os expositores não-alemães, sendo que mais de 400 empresas italianas sozinhas reservaram um espaço líquido de 27.400 metros quadrados para exibir seus produtos. Também fortemente representados entre os países europeus estão a Áustria (8.100 metros quadrados), Suíça (6.100 metros quadrados), França (5.000 metros quadrados) e Holanda (4.200 metros quadrados). 113 empresas dos Estados Unidos também participarão, ocupando aproximadamente 4.500 metros quadrados de espaço da exibição – um aumento em relação à K 2007. Além disto, os contingentes da China (6.700 metros quadrados), Índia (4.500 metros quadrados) e Turquia (2.800 metros quadrados) cresceram consideravelmente. Com 5.300 metros quadrados, Taiwan está tão fortemente representado como estava em 2007. Aparecendo pela primeira vez estão expositores da Armênia, Chile, Indonésia, Paquistão e Vietnã.

Para permitir que os visitantes da K 2010 efetuem buscas e encontrem soluções antes de visitar a feira, durante os seus preparativos para a exibição, as empresas estão fazendo um uso intensivo da plataforma de comunicação oferecida no Portal da Feira, no endereço www.k-online.de. Sob o título “Companies & Products”, os visitantes do portal podem procurar por expositores, produtos/serviços e notícias das empresas. Com a opção “extended search”, é também possível localizar empresas de acordo com o país de origem ou código postal. Além disso, os usuários podem obter listas de expositores que oferecem um produto ou serviço específico. Os “Online Showrooms” de empresas individuais contém folhas de dados dos expositores, informação de produtos, links para os seus sites, atividades do stand durante a feira, assim como o perfil e dados das empresas. E se alguma pergunta ainda permanecer sem resposta, a ferramenta “Matchmaking” permite aos usuários “postar” solicitações específicas ou encontrar produtos capazes de atender a demandas muito particulares.

Usando o “login” rápido e fácil ao portal da feira – a seção de “login” está no lado direito da home page – o usuário pode compilar seu catálogo personalizado de Informações de Produto ou planejar a sua visita à feira usando a ferramenta “MyOrganizer”. Para tornar mais fácil um planejamento prévio da visita à feira, qualquer número de compilações pode ser feito, repetindo-se buscas com diferentes critérios. Para aqueles que querem se familiarizar com os layouts dos halls de exposição antes de viajar a Düsseldorf, existe uma planta em flash interativo.

A pesquisa também pode ser feita com celulares e outros dispositivos móveis. Os bancos de dados de expositores e produtos podem ser acessados via  PDAs e outros dispositivos móveis. A URL para a versão móvel é : http://mobile.k-online.de.

Fonte: Messe Dusseldorf

Lista do número de Expositores e área de exposição

País Número de

Expositores

Área (Metros

quadrados)

Egito 3 172
Argentina 2 33
Armênia 1 0
Austrália 4 97
Bélgica 53 3.109
Brasil 14 1.433
Bulgaria 3 30
Chile 1 21
China 249 6.737
Dinamarca 17 896
Finlândia 8 263
França 126 5.016
Grécia 6 251
Hong Kong 43 971
Índia 122 4.543
Indonésia 1 18
Irã 6 554
Irlanda 3 68
Israel 20 591
Itália 408 27.445
Japão 23 1.413
Canadá 19 962
Catar 1 100
Croácia 1 14
Kuwait 1 200
Luxemburgo 1 723
Malásia 16 174
México 2 20
Nova Zelândia 1 33
Holanda 44 4.200
Noruega 3 72
Áustria 87 8.142
Paquistão 2 90
Polônia 16 485
Portugal 25 631
Romênia 3 65
Russia 14 425
Arábia Saudita 3 101
Suécia 14 796
Suíça 86 6.094
Servia 1 25
Singapura 10 116
Eslováquia 1 24
Eslovênia 3 36
Espanha 51 2.116
África do Sul 1 0
Coréia do Sul 28 847
Taiwan 140 5.332
Tailândia 9 806
República Tcheca 11 341
Turquia 70 2.785
Estados Unidos 113 4.465
Hungria 15 340
Reino Unido 102 3.909
Emirados Árabes Unidos 11 252
Vietnã 1 20
Total Internacional 2.020 98.401
Alemanha 1.058 65.737
Total Global 3.078 164.138

Setor de compósitos deve crescer 11% em 2010

26/08/2010

Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO) projeta faturamento de R$ 2,49 bilhões

O setor brasileiro de materiais compósitos deve fechar 2010 contabilizando um faturamento de R$ 2,49 bilhões, cifra 11% maior que a do ano passado. Em volume consumido, a expectativa é de 210.000 toneladas, contra 183.000 em 2009 (aumento de 14,7%). Os números fazem parte da última pesquisa de mercado contratada pela Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO) – divulgados trimestralmente, esses levantamentos são feitos desde 2008.

No primeiro semestre, a indústria representada pela ABMACO faturou R$ 1,23 bilhões. Frente a igual período de 2009, o crescimento foi de quase 20%. Já em relação ao segundo semestre do ano passado, a evolução não passou de 1%. “Isso mostra que conseguimos manter o bom patamar em que fechamos o segundo semestre de 2009, mas temos ainda muito a melhorar e crescer”, analisa Gilmar Lima, presidente da ABMACO.

Os dados trimestrais não contemplam a divisão de consumo por segmento – é consolidada somente no final de cada ano –, mas Lima acredita que construção civil, transportes e energia eólica permaneçam liderando a demanda. “Há projetos importantes acontecendo nessas três áreas, e os materiais compósitos são vistos como primeira opção em muitos deles”, afirma.

Em 2009, a construção civil respondeu por 41% do total de compósitos transformados no país. Energia eólica ficou em segundo lugar, com 36%, enquanto as montadoras – sobretudo as que fabricam ônibus, caminhões e veículos agrícolas –, tiveram participação de 11%. Sob o ponto de vista do faturamento, contudo, o setor de transportes ficou em primeiro lugar, com 31%, sucedido por energia (27%) e construção civil (16%). Isso se deve ao maior valor agregado das peças usadas em veículos – pára-choques, tetos e capôs, por exemplo – bem como das pás eólicas, em contraste às caixas d água, telhas e banheiras, principais representantes dos compósitos nas lojas de material de construção.

Fonte:  SLEA Comunicação / ABMACO