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Matéria-prima da Basf para componentes automotivos de poliuretano proporciona menos emissões no interior de veículos

14/08/2017

  • Material  permite que as montadoras atendam às regulamentações e aos padrões da indústria, afirma a empresa;
  • Potencial de redução médio de até 20% nas emissões de aldeído

Segundo a BASF, o seu processo de fabricação do Lupranol® (poliol poliéter) foi aprimorado a fim de que os componentes de veículos fabricados a partir dos sistemas de poliuretano da empresa emitam, em média, 20% a menos de aldeído, um Composto Orgânico Volátil (VOC). Assim, os fornecedores automotivos que fabricam, por exemplo, peças acústicas, assentos e volantes ou painéis de instrumentos e portas com espuma de poliuretano, conseguirão atender às crescentes exigências das montadoras na redução de emissões de VOCs no interior dos veículos.

Após a mudança no processo nas plantas de produção da BASF na Ásia, no início de 2017, a modificação está agora sendo feita na Europa e ocorrerá também nos Estados Unidos ao longo do ano. Junto com o isocianato, o poliol é o produto básico para os sistemas de espuma de poliuretano.

As emissões foram otimizadas com a melhoria dos processos de limpeza e acabamento na produção do Lupranol®, de modo que as propriedades mecânicas do material permanecem inalteradas durante os estágios seguintes de espumação e processamento nos clientes. Com isso, os grades de Lupranol® atualmente em uso podem ser substituídos imediatamente, sem necessidade de testes ou novas aprovações dos sistemas de PU que são baseados nesses grades de Poliol. A BASF comercializa sistemas de PU para espuma flexível, semi-rígida e integral sob as marcas Elastoflex® W, Elastoflex® E e Elastofoam® I.

Com os grades melhorados de Lupranol®, as emissões dos componentes automotivos fabricadas com o produto serão cada vez menores. As autopeças produzidas com esses sistemas PU são testadas tanto internamente como também por laboratórios certificados, como o Imat-Uve e o Institut Fresenius. A melhoria dos valores de emissão varia de peça para peça. É possível obter uma redução média de 20%, medida segundo os métodos de teste de câmara comumente aceitos como, por exemplo, o VDA276 e o BMW GS 97014-3, afirma a BASF.

Autoridades governamentais em todo o mundo estão continuamente exigindo emissões cada vez mais baixas no interior de veículos para reduzir o potencial impacto de substâncias voláteis sobre a saúde dos motoristas, mas também para diminuir o cheiro característico de carro novo. Atualmente o foco está em aldeídos como o formaldeído, acetaldeído e propionaldeído, além de aromáticos oriundos dos poliuretanos. A BASF tem trabalhado no desenvolvimento de sistemas de PU que possibilitem componentes automotivos com menores emissões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – BASF

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BASF lança nova classe de poliol que reduz emissões de Compostos Orgânicos Voláteis no interior de automóveis

08/12/2016

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  • Redução das emissões de formaldeído em 5-10% e de acetaldeído e acroleína em 30-40%
  • Novo poliol auxilia OEMs a cumprir com exigentes padrões regulatórios do governo e da indústria

Segundo a BASF, a qualidade do ar no interior dos automóveis pode ser melhorada a partir de uma menor emissão de compostos orgânicos voláteis (VOCs), conferida pelo seu novo poliéter poliol. O Lupranol® é utilizado na produção de aplicações automotivas, como peças de poliuretano muito resistentes, flexíveis e semirrígidas. Este poliol, com baixo grau de VOC, demonstrou reduzir significativamente as emissões de VOC, principalmente de aldeído, sendo uma alternativa sustentável na produção de espuma de poliuretano para aplicações no interior de automóveis, como assentos, forro do teto e volantes, assegura a empresa.

Melhoria do “cheiro de carro novo”

“Os OEMs automotivos na Ásia, especialmente na China e Coréia, estão buscando soluções para melhorar a qualidade do ar no interior do veículo e esta nova classe irá ajudá-los a cumprir com os padrões regulatórios para as emissões de VOC, que estão cada vez mais rigorosos”, disse Andy Postlethwaite, vice-presidente sênior de Materiais de Performance Ásia-Pacífico da BASF. “Os VOCs podem ser efetivamente reduzidos através de mudanças nos processos de fabricação. Assim, desempenhamos um papel importante na contribuição para a sustentabilidade ambiental e para a saúde.”

Segundo a BASF, o baixo teor de VOC do Lupranol é o resultado de melhorias no processo de fabricação. Ele possui um dos níveis mais baixos de emissões de aldeídos – principalmente formaldeído, acetaldeído e acroleína – em soluções de poliuretano disponíveis no mercado para aplicações automotivas. A empresa firma que, nos testes realizados pelo Center Testing International Group Co Ltd, um dos principais órgãos de testes na China, o novo Lupranol demonstrou uma redução nas emissões de aldeídos: 5-10% para formaldeídos, 30-40% para acetaldeídos e 30-40% para acroleína. Nos testes realizados pela Korea Conformity Laboratories, a principal agência de testes na Coréia, o novo Lupranol demonstrou uma redução de mais de 50% nas emissões de acetaldeído.

O Lupranol é adequado para aplicações automotivas, pois produz espumas de poliuretano altamente resistentes, como o Elastoflex®, possui boas propriedades físicas e apresenta menos odor, afirma a BASF. Comparado com as espumas convencionais, o Elastoflex® proporciona maior conforto, maior elasticidade e melhores propriedades para suporte de carga.

Fonte: BASF

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