Posts Tagged ‘Logística’

Dow inaugura seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades

31/05/2017

  • Com incremento de 60% na capacidade de armazenagem em polietileno no Brasil, o empreendimento está localizado em Itajaí (SC) e dará suporte ao aumento de volume produzido na Costa do Golfo dos Estados Unidos
  • Projeto irá gerar empregos e receita para a região e foi desenvolvido em parceria com a Log-In, que será o operador logístico.

A Dow colocou em operação seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades produtivas. Localizado em Itajaí (SC), trará incremento de 60% na capacidade de armazenagem da empresa para polietileno e produtos das áreas de especialidades plásticas. Este aumento de capacidade dará suporte à maior produção de polietileno proveniente das novas unidades de produção da Dow na Costa do Golfo dos Estados Unidos e que deverá ser embarcada para a América Latina.

Um aspecto importante do projeto é a eliminação da capacidade ociosa, uma vez que os produtos são estocados diretamente em contêineres. A operação logística do terminal está a cargo da Log-In, empresa de soluções em logística porta a porta, e a expectativa é que o novo projeto logístico gere 55 empregos, além de receita para a região de Itajaí.

“Esse projeto marca a segunda etapa de ações que a Dow tem desenvolvido desde 2011 para aprimorar sua eficiência logística no Brasil, trazendo benefícios para toda a cadeia”, afirma Leonardo Feltrinelli, diretor de Supply Chain da Dow América Latina. ”Esse terminal logístico está alinhado à estratégia de crescimento da área de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, armazenando produtos vindos, principalmente, de unidades na Argentina e Estados Unidos”.

O desenho do projeto do novo terminal logístico começou em 2015, quando foram definidas as estratégias para o volume adicional de polietileno. Como parte desta produção adicional seria enviada ao Brasil, houve a necessidade de adequação da cadeia logística da companhia para absorver e gerenciar todo o volume envolvido. Diante deste cenário, a Dow optou pela transferência do terminal existente em São Francisco do Sul, também em Santa Catarina, para o novo local em Itajaí, que passaria a ter capacidade de absorver a crescente demanda.

O terminal logístico, desenvolvido pela Log-In, possui 44 mil m2 de área total (sendo 5,2 mil m2 apenas para cross docking) e oferece ferramentas planejadas para o projeto da Dow, como empilhadeiras de até 41 toneladas de capacidade, porta paletes, sistema inteligente de rastreamento e circuito interno de TV para monitoramento. De acordo com João Correia, gerente de Operação de Terminais da Log-In, o empreendimento demonstra a capacidade da empresa em fornecer soluções logísticas customizadas de acordo com as necessidades dos clientes. “O projeto foi desenvolvido para proporcionar um acréscimo de 23% em ganhos de produção operacional, levando em consideração o aumento de demanda previsto pela Dow”, afirma Correia.

Atualmente, grande parte do volume da Dow destinado ao Brasil chega ao país pelos portos de Itajaí, Navegantes e Itapoá, todos em Santa Catarina. A Dow iniciou a operação em Santa Catarina em 2001 e, durante estes anos, desenvolveu parceria com fornecedores e, assim, manteve a operação na região e numa localização próxima ao terminal que garante segurança na retirada dos produtos dos portos, na sua distribuição e entrega aos clientes.

A partir da mudança para Itajaí, a capacidade de carregamento passará de 85 para 110 veículos em 15 horas. “Por se tratar de uma área industrial, há possibilidade da Log-In operar em uma escala noturna, o que pode tornar ainda maior nossa capacidade de expedição no terminal”, destaca o gerente da Log-In.

A mudança de São Francisco do Sul para Itajaí também impactará positivamente na otimização operacional e nas metas de sustentabilidade da empresa. Com o novo projeto, o acesso ao porto de Navegantes pela Dow terá uma redução de 76km no trajeto percorrido – dos 80 km atuais para apenas 10km. “Essa redução de 87% no trajeto percorrido entre o porto e nosso terminal trará importantes benefícios à operação como otimização nos tempos de operação impactados diretamente pela distância e a redução de perdas por excesso de manuseio das cargas”, afirma Alexandre Magno, gerente de Logística para Embalagens e Plásticos de Especialidades no Brasil. “Outro aspecto importante é a diminuição significativa nas emissões de CO2 na atmosfera, já que estão diretamente conectadas à distância que é percorrida pela movimentação da carga. Esta nova operação será mais um avanço em relação aos já conquistados pela companhia em projetos anteriores de aprimoramento logístico”.

Em 2011, a Dow foi pioneira na adição de uma camada extra de sacos em cada pallet de polietileno em cada contêiner, o que ampliou sua capacidade de transporte em quase 10%. Além dessa mudança, a empresa também passou a armazenar os produtos diretamente nos contêineres, trazendo como benefício a redução de 10% na movimentação de carga, na época.

Além de Santa Catarina, a Dow possui um segundo terminal logístico em Juiz de Fora (MG), com capacidade de 15 mil toneladas e abastecido a partir do porto do Rio de Janeiro, que possui os mesmos critérios de otimização operacional de Santa Catarina.

Fonte: Dow

Curta nossa página no

COIM Brasil anuncia melhoras na logística em meio à crise econômica

17/09/2015

Empresa italiana sente reflexos positivos do galpão inaugurado em agosto de 2014
Multinacional planeja a introdução de novos segmentos de poliuretano nos próximos anos

O setor químico fechou o primeiro semestre de 2015 com déficit de US$ 12,5 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), divulgados em julho. As importações totalizaram US$ 18,9 bilhões, 10,9% a menos que o mesmo período do ano passado. Em volume, o Brasil adquiriu 15,7 milhões de toneladas de produtos químicos, o que representa queda de 13,3% sobre o mesmo semestre de 2014.

Mesmo com esse cenário não muito favorável, a COIM, empresa italiana fabricante de especialidades químicas localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, contabiliza diversos ganhos desde a construção do seu novo galpão de logística, inaugurado em agosto do ano passado. Segundo Sinval Zanquetta, gerente de logística da COIM Brasil, a empresa reduziu em 10% os custos dos fretes, otimizando a separação de cargas e entregas.

O gerente ainda reforça que o centro logístico contribui para a preservação dos produtos fabricados, além de manter o site organizado. “Crescemos muito com o novo galpão, aumentamos muito nossa eficiência de controle dos produtos armazenados e, com isso, reduzimos o tempo de movimentação de materiais. Tivemos redução de processos manuais e redução de erro humano, permitindo que os funcionários se dediquem a atividades de maior valor agregado”, conta Zanquetta.

A inauguração do centro logístico foi parte de um plano de investimentos realizados pela COIM Brasil na ordem de 25 milhões de reais. O galpão foi instalado com a capacidade de 1.710 posições (paletts) para área de produtos não inflamáveis e mais 672 posições para área de inflamáveis – totalizando duas mil toneladas armazenadas. O projeto também possibilitou a implantação de um novo sistema contra incêndios, do qual foram investidos 1.600 milhões de dólares.

Apesar das perspectivas negativas para o mercado, a COIM Brasil segue confiante. “Estamos otimistas, pois o mercado brasileiro já figura entre os sete maiores do mundo, com o consumo equivalente a 130 bilhões de dólares em produtos químicos por ano. Não há outra tendência, senão a de crescimento a médio e longo prazo”, declara José Paulo Victorio, presidente da COIM Brasil. Para ele, o otimismo tem origem no baixo consumo per capita de poliuretano no Brasil e América Latina, o que motiva a empresa italiana a apostar no crescimento de suas linhas, assim como na introdução de novos segmentos de poliuretano para diversas aplicações nos próximos anos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Coim Brasil

Curta nossa página no

Rhodia se engaja em projeto mundial para ampliar sustentabilidade na logística da Indústria Química

20/05/2014

Iniciativa dos principais “players” do setor químico mundial busca aumentar a transparência e promover melhorias na cadeia de fornecimento

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, já deu início no Brasil, entre seus fornecedores, à fase de piloto de implantação do projeto Juntos pela Sustentabilidade (Together for Sustainability – TfS), cujo objetivo final é o de alavancar a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do setor químico. A iniciativa mundial, lançada nesta semana, reúne as indústrias químicas AkzoNobel, Basf, Bayer, Clariant, Evonik Industries, Henkel, Lanxess e Solvay.

O programa Juntos pela Sustentabilidade pretende desenvolver e implementar um programa global de engajamento de fornecedores, que avalia e fomenta as práticas de sustentabilidade na cadeias de fornecimento, incluindo aspectos ambientais e sociais. Está baseado em melhores práticas e princípios reconhecidos – como Pacto Global das Nações Unidas e o Programa Global Atuação Responsável®, assim como princípios desenvolvidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Internacional para a Padronização (ISO) e Responsabilidade Social Internacional (SAI).

Até ao momento, os membros da TfS iniciaram com sucesso cerca de 2.000 avaliações e auditorias.. No decorrer de 2014, a iniciativa pretende expandir as suas atividades aos mercados emergentes de crescimento elevado, incluindo o Brasil, China e Índia.

A Rhodia iniciou o trabalho junto a um universo de 100 dos seus principais fornecedores. “O objetivo final da TfS no horizonte  a partir de 2016 é estabelecermos alguns padrões na cadeia de fornecimento, abrangendo todos os pilares da sustentabilidade, o que permitirá ganhos de longo prazo tanto para as empresas quanto para os seus fornecedores”, diz Nelson Costa Junior, Diretor de Compras & Supply Chain do grupo Solvay na América do Sul.

Avaliações e Auditorias de Terceiros – A iniciativa TfS integra avaliações e auditorias de fornecedores realizadas por peritos independentes. As avaliações serão feitas pela empresa EcoVadis, líder mundial em avaliação de Responsabilidade Social Corporativa. Os resultados das avaliações,  são compartilhados em forma de scorecards num portal acessível às empresas e fornecedores.

Em relação às auditorias, a TfS colobora com empresas de auditoria independentes para analisar o desempenho de sustentabilidade de um fornecedor em relação a um conjunto de critérios pré-definidos adequados às exigências da indústria química, incluindo temas de gestão; saúde, segurança e meio ambiente; e de governança. A auditoria consiste numa avaliação no local, por exemplo, em instalações de produção, armazéns e escritórios.

Os benefícios para os fornecedores que participam da iniciativa são diversos. A troca de informação com múltiplos clientes reduz o número de avaliações e auditorias necessárias, reduzindo, por sua vez, tempo, recursos e custos globais. Isto permitirá que as empresas e os fornecedores envolvidos nesse projeto disponibilizem os recursos de forma mais eficiente e melhorem mutuamente os padrões de sustentabilidade na cadeia global de fornecimento da indústria química.

Fonte: Rhodia

Curta nossa página no