Posts Tagged ‘Logística Reversa’

Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Almaco participa de seminário sobre logística reversa organizado pela FIEP

19/10/2017

Gilmar Lima (foto), presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), apresentou palestra no 1º Seminário Paranaense de Logística Reversa, evento que a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) promoveu no dia 18, em Curitiba.

Intitulado “A realidade e desafios da logística reversa dos compósitos”, o trabalho de Lima baseia-se na experiência do programa de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos criado pela Almaco. Em operação há cerca de um ano na cidade de Curitiba, a iniciativa contempla inicialmente a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques.

“Ainda que vigore por enquanto apenas no Paraná, a logística reversa é um caminho sem volta para as empresas do setor brasileiro de materiais compósitos. E sempre vale a pena lembrar que as multas aos que não aderirem são bem pesadas”, comenta Lima.

O programa de logística reversa elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de dez empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning, Reichhold e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Compósitos: programa de logística reversa no Paraná começa em agosto

10/07/2016

Projeto da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos contempla inicialmente o trabalho com peças de ônibus

Criado no final de 2014 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o programa de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos entrará em operação no início de agosto. A iniciativa acontece no Paraná, numa área que abrange Curitiba e mais 29 municípios, e contempla inicialmente componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. A expectativa ao longo do primeiro ano é de efetuar a logística reversa de cinco toneladas de compósitos, cujo destino final será o coprocessamento em fornos de cimenteiras.

“A partir de agosto, a responsabilidade pelo pós-consumo passará a ser dos fabricantes das peças. Caso eles não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas, a exemplo do que acontece nos segmentos de pneus e filtros de óleo”, alerta Paulo Camatta, gerente executivo da ALMACO. Já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram o acordo de logística reversa. A ALMACO, informa Camatta, também orientará os seus associados a adquirir matérias-primas apenas dos fabricantes cadastrados no programa.

Os aspectos práticos do projeto ficarão a cargo da Geoquímica, empresa que será responsável por recolher as peças pós-consumo de compósitos em oficinas de ônibus e garantir a correta destinação. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

O plano elaborado pela ALMACO conta com o apoio da consultoria Masimon e de doze empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, MVC, Neobus, Owens Corning, Reichhold, Royal Polímeros e Tecnofibras. Também apoiam o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE).

“Os trabalhos relacionados à logística reversa baseiam-se em comitês tripartites. Além de uma associação de classe, como a ALMACO, é necessária a participação de órgãos governamentais. No nosso caso, a Secretaria do Meio Ambiente do Paraná (SEMA) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP)”, detalha Camatta.

Programa Nacional de Reciclagem

Em 2012, a ALMACO, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), concluiu o Programa Nacional de Reciclagem. Com um investimento de R$ 2 milhões e a participação de um consórcio formado por 23 empresas, o programa apontou soluções para a reutilização de resíduos de compósitos no próprio processo produtivo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Setor plástico assina Acordo Setorial para Sistema de Logística Reversa de Embalagens

25/11/2015

Nesta quarta feira, 25 de novembro, a Abiplast participa, juntamente com outras entidades de classe de âmbito nacional que representam os Produtores de Embalagens, Usuários de Embalagens, Distribuidores e Comerciantes de Produtos, de reunião no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília (DF), para a assinatura do Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis.

Desde a criação da coalizão empresarial, a Abiplast é personagem ativa nas discussões e elaboração da proposta do Acordo Setorial, que foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente em dezembro de 2012. Desde então, com o suporte de seus especialistas em Meio Ambiente e Sustentabilidade, a Abiplast vem apresentando sua proposta de acordo e de adesão aos diversos sindicatos a ela filiadas, e também, conduzindo diversas negociações com os entes governamentais. Esses esforços culminam agora, na aprovação da proposta.

O Acordo Setorial para a Implementação do Sistema Para Logística Reversa de Embalagens Contidas na Fração Seca dos Resíduos Sólidos Urbanos ou Equiparáveis deve ser entendido como um instrumento útil para que as empresas fabricantes de embalagens plásticas possam atender à Lei 12.305/2010, regulamentada pelo Decreto nr. 7404/2010.

Para participar do Acordo Setorial, a empresa deve ser associada ao Sindicato patronal de sua localidade. Este encaminhará o “Termo de Adesão” para a Abiplast que, por sua vez, providenciará a inclusão da empresa no Acordo, cumprindo-se desta forma todas as exigências legais.

Em 2016, a Abiplast retomará suas apresentações aos sindicatos, conforme estes solicitarem, e também estará aberta as novas adesões.

Fonte: Abiplast

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ALMACO apresenta plano de logística reversa para a Secretaria do Meio Ambiente do Paraná

14/07/2015

Previsto para entrar em operação no 1ºT de 2016, programa terá início no segmento de ônibus

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) cumpriu o edital de chamamento da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná (SEMA) e apresentou um plano para implantar a logística reversa pós-consumo de peças de compósitos na área que abrange Curitiba e mais 29 munícipios – trata-se da Região 19, que concentra 64% de toda a população urbana do Estado.

Após a análise do plano pela SEMA e a seleção do parceiro logístico, que será responsável pela coleta, processamento e destinação final do resíduo, a ALMACO assinará o Termo de Compromisso com o órgão governamental paranaense. O programa deve entrar em vigor no primeiro trimestre de 2016.

“A ALMACO compreendeu que o governo do Paraná busca o entendimento com os setores produtivos, para que eles possam atender às exigências da lei dentro da viabilidade econômica, gerando benefícios socioambientais”, comenta Vinício Bruni, coordenador de resíduos sólidos da SEMA. Hoje em dia, há 18 Termos de Compromisso assinados no Paraná pelos setores de embalagens, pneus, medicamentos, construção civil e alimentos.

Liderado por Paulo Camatta, gerente executivo da ALMACO, o projeto de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos conta com a participação das empresas Ashland, CPIC, Jushi, LORD, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, MVC, Neobus, O-tek, Owens Corning, Reichhold, Royal Polímeros e Tecnofibras.

“São fabricantes de matérias-primas e moldadores de compósitos que estão, de fato, comprometidos com a questão da sustentabilidade”, afirma Camatta. A iniciativa da ALMACO também tem o apoio da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “Destaque igualmente para o excelente trabalho de orientação que recebemos de Marco Simon, diretor da Masimon, consultoria especializada em logística reversa”, observa Camatta.

Peças de ônibus

Ainda que a ideia seja contemplar todos os segmentos produtivos de artefatos de compósitos, o programa de logística reversa se concentrará inicialmente nas empresas que atuam na área de transportes, mais especificamente nas que fabricam peças de ônibus, como tetos, para-choques e grades frontais e traseiras.

“A nossa pesquisa apontou que, por ano, os ônibus que circulam na Região 19 do Paraná geram cerca de cinco toneladas de resíduos de compósitos, basicamente em função das colisões. Portanto, a meta do programa é, ao longo dos primeiros doze meses, efetuar a logística reversa desse volume”, detalha o gerente executivo da ALMACO.

No primeiro momento, a destinação final será o coprocessamento dos resíduos em fornos de cimenteiras e siderúrgicas, alternativa reconhecida como ambientalmente amigável. A seguir, o objetivo da ALMACO é criar mecanismos que habilitem a reciclagem, o que aumentará ainda mais o valor agregado do material.

“A responsabilidade pelo pós-consumo passará a ser dos fabricantes das peças. Caso eles não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas, a exemplo do que aconteceu nos segmentos de pneus e filtros de óleo”, alerta Camatta. Já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram o acordo de logística reversa.

Programa Nacional de Reciclagem

Em 2012, a ALMACO, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), concluiu o Programa Nacional de Reciclagem. Com um investimento de R$ 2 milhões e a participação de um consórcio formado por 23 empresas, o programa apontou soluções para a reutilização de resíduos de compósitos no próprio processo produtivo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Programa de Logística Reversa da Termotécnica promove reciclagem de EPS

06/07/2015

Termotécnica disponibiliza pontos de coleta e usinas de reciclagem, atendendo à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos)

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Ao sair da fábrica, eletrodomésticos, refrigeradores e fogões são embalados em EPS –  sigla para poliestireno expandido, conhecido como isopor®. Ao comprá-los, o consumidor recebe um volume grande deste produto, que protege seu transporte. Mas na hora do descarte, muitas vezes fica a dúvida sobre qual o destino correto para o EPS. Vai para o lixo comum ? É reciclável ?

A Termotécnica – uma das maiores indústrias mundiais de transformação de EPS (isopor®), líder no mercado brasileiro deste segmento – detalha e orienta a comunidade a partir do Programa Reciclar EPS.

O EPS é um material 100% reciclável. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-ambiental dos Plásticos, foram reciclados 34,5% do EPS pós-consumo no Brasil em 2013. A partir de um trabalho de Logística Reversa, 13.570 toneladas do produto utilizadas para embalagem deixaram de ir para aterros e voltaram para o mercado com valor agregado.

Engajamento pela reciclagem

Com a implantação da logística reversa de embalagens, já atendendo às diretrizes da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Termotécnica liderou todos os envolvidos na cadeia de consumo do EPS, agregando clientes, varejistas, concorrentes, fornecedores, importadores, catadores e consumidores. A empresa afirma que, desde 2007, já reciclou mais de 30 mil toneladas de EPS, o que correspondente a 30% de todo o EPS que é reciclado no país.

O Programa Reciclar EPS da Termotécnica inclui a fase do recolhimento do EPS pós-consumo, a partir de mais de 1.200 pontos de coleta e da parceria com 370 cooperativas de reciclagem em todo o país. O EPS recolhido é encaminhado para as usinas de reciclagem mantidas pela empresa, onde é produzida a nova matéria-prima, que será reintroduzida no mercado a partir de novos produtos, como molduras para quadros e rodapés de parede.

Portal orienta e facilita

Com o objetivo de fortalecer a divulgação do Programa, a Termotécnica lançou o Portal Reciclar EPS (www.reciclareps.com.br). Consultando o portal, qualquer pessoa ou empresa em todo o Brasil pode encontrar o ponto de coleta e reciclagem mais próximo.

Com estas iniciativas, a sustentabilidade ganhou relevância no modelo de negócio da empresa e passou a ser considerada um objetivo estratégico .

Números da reciclagem de EPS da Termotécnica

– Mais de 30 mil toneladas de EPS reciclado pela empresa desde 2007
– Empregos gerados: 100 empregos diretos/ano e 5000 famílias envolvidas.
– Eficiência energética: Redução de 1/3 em energia e insumos
– Pontos de Coleta de EPS: Mais de 1.200
– Cooperativas envolvidas: 370
– Utilização de matéria prima: Redução de 20% de matéria prima virgem substituída por EPS pós-consumo.
– Beneficiadas: estudantes, comunidade e organizações comunitárias

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Abiplast divulga comunicado sobre acordo setorial para implementação do sistema de logística reversa de embalagens de produtos não perigosos

14/03/2014

A Abiplast divulgou ontem (13/03/14) sobre a implementação do sistema de logística reversa de embalagens, a qual é transcrita a seguir:

“Comunicamos que no dia 10 de março de 2014 foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente – MMA, proposta do ACORDO SETORIAL adequada à negociação ocorrida em dezembro de 2013, que após análise pela equipe técnica do MMA será apresentada ao Comitê Orientador (CORI) e levada à Consulta Pública.

Esclarecemos que de acordo com a Lei nº 12305 de julho de 2010, regulamentada pelo Decreto nº 7404 de dezembro de 2010, é de responsabilidade dos fabricantes de embalagens, usuários de embalagens, importadores, distribuidores e comerciantes, a estruturação e implementação de sistemas de logística reversa para propiciar o retorno das embalagens após o uso pelo consumidor para reciclagem ou destinação ambientalmente adequada, de forma independente do serviço público.

Durante o ano de 2013 a Abiplast esteve em todos os Sindicatos Estaduais que solicitaram, apresentando o modelo de Acordo Setorial desenvolvido pela COALIZÃO EMPRESARIAL, da qual é participante, explicando os termos do Acordo e como a empresa produtora de embalagem plástica para produtos não perigosos, pode aderir e participar.

Neste momento, em que o Acordo Setorial caminha para a sua finalização, convocamos as empresas produtoras de embalagens plásticas para produtos não perigosos, que ainda não aderiram, que providenciem a sua ADESÃO ao Acordo por meio do Sindicato Estadual do qual são associadas.

Convocamos também as indústrias recicladoras de material plástico a contatarem o Sindicato ao qual estão filiadas/associadas a fim de conhecerem as ações do Sindicato e da Abiplast para a organização e valorização da indústria de reciclagem, pois com a implementação do Acordo Setorial acreditamos que esta indústria passará por grande modificação devido ao volume de material que será disponibilizado para a reciclagem.

Por fim, lembramos que a Adesão ao Acordo Setorial pelas empresas não é obrigatória, mas é obrigatório o cumprimento da Lei nº 12305/2010 e do Decreto nº 7404/2010 e o que os Sindicatos Estaduais e a Abiplast oferecem é uma forma de cumprir a legislação de forma mais simples, rápida, objetiva e com segurança jurídica.

José Ricardo Roriz Coelho
Presidente”

Fonte: Abiplast

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Recicla Plastech Brasil terá stand com mais de 200m2 em Caxias do Sul

20/08/2013

Projeto demonstrará logística reversa em plena feira e promoverá ações na rede pública de ensino. Plastech ocorre em Caxias do Sul de 27 a 30 de agosto.

Recicla_PlastechO Recicla Plastech Brasil, projeto de educação sócio ambiental exclusivo no sul do país, instalado em 220m² na Plastech Brasil 2013 e com ações de continuidade previstas além do evento, contará com área três vezes superior à do similar realizado na maior feira do segmento plástico na América Latina, que teve 70m2.

“Na verdade, o alcance do Recicla Plastech Brasil vai ainda além. Haverá uma verdadeira usina de reciclagem em operação durante a feira, no próprio pavilhão de exposições e posteriormente, estenderemos a ação de sustentabilidade para a rede pública municipal da cidade. Vamos trabalhar a conscientização das crianças para provocar uma mudança de comportamento dentro de casa”, explica a coordenadora do projeto Célia Marin.

Como vai funcionar: o plástico reaproveitado a partir do descarte de materiais da própria Plastech Brasil será transformado em 5,7 mil bancos plásticos que serão doados a escolas de educação infantil da rede pública municipal de Caxias do Sul. Até a robótica será demonstrada, pois os banquinhos já sairão com estamparia pronta. Com o processo, a feira se tornará parcialmente sustentável.

“Uma das informações a serem trabalhadas, por exemplo, é o fato de que 100% do plástico é passível de reciclagem. Basta separar adequadamente”, observa Célia.

As petroquímicas Braskem e Innova e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) já se engajaram com patrocínios na iniciativa.

O Recicla já contabiliza o apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), do Instituto Nacional do Plástico (INP), do Instituto do PVC, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast), do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi) e da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

O estande de 220m2, que funcionará como uma verdadeira usina de reciclagem, tem a parceria do Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), da Prefeitura de Caxias do Sul, da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) e das empresas Meggaplastico (Grupo Megga), e Seibt – Soluções para a indústria do plástico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastech Brasil

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Sindiplast-SP promove 5o. Workshop sobre Sistema de Logística Reversa

05/07/2013

 Abiplast_Logistica-Reversa

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