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Fábrica da LANXESS em Triunfo completa 25 anos de existência e comemora abrindo as portas aos colaboradores e seus familiares

20/12/2013

Lanxess_KEL_eventoA LANXESS comemorou os 25 anos do início de operação da planta de Triunfo KEL no dia 07/12, sábado, reunindo os colaboradores e seus familiares em uma “Integração Familiar”.

A unidade gaúcha, produtora de borracha sintética de EDPM possui cerca de  110 funcionários,  está em operação desde 1988 e tem uma área construída de 16.700 m2, em um total de 200.000 m2 para todo o site. A planta possui a certificação ISO 9001 e ISO 14001.

A programação especial de aniversário contou com um café da manhã de boas vindas  e,  logo após, todos participaram de um tour guiado por áreas como, Laboratório, Produção e Armazenagem e Sala de Controle.

Os familiares puderam ver e tocar a borracha sintética EPDM, produzida em Triunfo KEL, e conferiram amostras de produtos nos quais a borracha é utilizada, como peças automotivas, construção civil e isolamento de cabos elétricos. “A exposição de EPI’s fez muito sucesso entre as crianças, que ficaram curiosas e quiseram experimentar as roupas de segurança para tirar fotos. Foi um momento de integração e celebração”, conta Abigail Polesello, colaboradora do site.

“Este tipo de evento é muito importante, pois é uma oportunidade de repartir com nossas famílias o orgulho que sentimos em fazer parte da LANXESS. Pude ver o brilho no olhar das crianças, dos pais e dos cônjuges de nossos colaboradores, que estão conosco há meses, anos, décadas, ou até mesmo todos os 25 anos de nossa história”, comentou Egon Filter, gerente da fábrica.

Fonte: Lanxess

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Lanxess apresenta produtos na K 2013

30/08/2013

Entre os dias 16 e 23 de outubro, a multinacional alemã LANXESS participará, em Dusseldorf, na Alemanha, da K2013,  evento internacional voltado para o segmento de plásticos e borrachas.

k_2013A LANXESS focalizará suas soluções inovadoras para a mobilidade verde na K 2013. “Em todo o mundo existem mais de um bilhão de carros nas ruas e estradas, e até 2050 este número deverá subir para 2,5 bilhões. Portanto, a mobilidade sustentável está se transformando em uma megatendência global. Com inúmeros produtos e tecnologias, a LANXESS já é pioneira em mobilidade verde”, afirma o Dr. Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS. Entre outras coisas, a LANXESS utilizará a feira para focalizar na sua borracha de alta performance e nos produtos químicos de borracha para os pneus verdes com baixa resistência à rolagem, em termoplásticos de alta tecnologia para redução de peso e na sua borracha com base em matéria-prima sustentável.

Cultura de inovação voltada para a aplicação

Em 2012, a empresa de especialidades químicas LANXESS gerou quase 20% das vendas do grupo com produtos de mobilidade verde. “A nossa cultura de inovação está se concentrando sistematicamente nas necessidades de nossos clientes e trabalhamos em estreita colaboração com eles para desenvolver soluções inovadoras que podem ser lançadas no mercado de forma mais rápida e econômica possível”, afirma Breuers. No ano passado, a LANXESS investiu €192 milhões – cerca de 2,1% de suas vendas – em pesquisa e desenvolvimento, cerca de 33% a mais do que no ano anterior. “Em especial, a nossa cultura de inovação tem como objetivo o pagamento de dividendos nos mercados em crescimento na China, Índia, Rússia e Brasil, onde estamos fortalecendo nossa presença significativamente”, complementa o executivo. Por exemplo: uma fábrica de borracha butílica, com uma capacidade anual de 100 mil toneladas métricas foi inaugurada em Cingapura há um mês.

EPDM – foco na tecnologia ACE e nos mercados em crescimento

A LANXESS está buscando captar nova participação de mercado no mundo com mundial em elastômeros de etileno-propileno de alto desempenho (EPDM) Keltan com tecnologias avançadas de produção, investimento em mercados de crescimento e um portfólio focalizado. Segundo a empresa, a inovadora tecnologia ACE desempenha um papel-chave neste aspecto, produzindo EPDM sem o uso de cloro em um processo de elevada pureza e com uma composição que pode ser controlada com um grau de detalhamento que dificilmente teria sido possível no passado. “Sete grades no portfólio de EPDM têm um desempenho superior graças à tecnologia. Ela também nos permite adicionar novas grades de EPDM ao nosso portfólio”, completa o Dr. Torsten Derr, head da unidade de negócio Keltan Elastomers. Seus investimentos incluem a maior planta do mundo de EPDM em Changzhou, na China, com uma capacidade anual de até 160 mil toneladas. O início da produção está previsto para 2015.

Grades de borracha técnica – solucionando problemas muito específicos

A Lanxess afirma que a unidade de negócios High Performance Elastomers, um dos principais fornecedores do mundo de borracha técnica, está empenhada em desenvolver especialidades inovadoras como soluções para problemas muito específicos. Ela está seguindo uma estratégia de quatro vertentes em borracha nitrílica de butadieno (NBR). Além de grades de NBR com custo-benefício e diversificação do portfólio através de materiais específicos para clientes, por exemplo, o foco também são os grades inovadores de NBR e novos grades de pó de NBR, Baymod. Um passo inovador de composição na produção de policloropreno amplia a gama de aplicações para esta borracha. “Isso ajudou-nos a desenvolver duas novas famílias de produtos, Baypren HP e GF. Baypren HP inclui produtos com propriedades que ainda não estão disponíveis no mercado”, afirma Jan Paul de Vries, chefe de High Performance Elastomers. Entre os materiais Levapren de poliacetato de vinila (EVM) em desenvolvimento, um grade para a modificação da resistência ao impacto de ácido poliláctico é altamente promissor, afirma a empresa. O ponto de foco das atividades de investimento da unidade de negócios é a Ásia. Por exemplo, uma planta de borracha nitrílica com uma capacidade anual de 30 mil toneladas foi inaugurada em Nantong na China, em maio de 2012, em conjunto com um parceiro.

Termoplásticos de alta tecnologia – redução de peso na indústria automotiva

A unidade de negócios High Performance Materials (HPM) pretende exibir na K 2013 sua posição global em construção automotiva leve, com base em poliamidas de alta tecnologia e poliésteres Durethan e Pocan. Isto foi recentemente reforçado por meio da aquisição da Bond-Laminates, um fabricante e fornecedor de compostos contínuos de termoplástico de performance reforçado com fibra comercializados sob a marca TEPEX. “Somos hoje um dos poucos fabricantes de termoplásticos no mundo que podem fornecer compostos e compostos de performance reconhecidos, em produção de grande escala com o know-how de aplicações correspondentes para o volume de produção de componentes leves “, afirma o Dr. Michael Zobel, diretor da HPM. A empresa vai aproveitar principalmente sua posição única em construção leve para ampliar ainda mais o negócio nos mercados de crescimento e continuar o processo de globalização com novas instalações de produção. Entre os exemplos de expertise de HPM para construção leve citada por Zobel estão as primeiros dianteiras que consistem inteiramente de poliamida 6 e o primeiro pedal de freio para carros feito com poliamida reforçada com fibras de vidro contínuas e adequado para produção em série em grande escala.

Fonte: Lanxess / Virta

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LANXESS abre inscrições para Programa de Estágio 2014

06/08/2013

Vagas são para nível superior e técnico e os candidatos podem se inscrever entre 1 de agosto e 23 de setembro

A LANXESS, empresa líder no segmento de especialidades químicas e a principal produtora de borracha sintética do mundo, acaba de abrir as inscrições para seu Programa de Estágio 2014. As vagas são para as cidades de São Paulo(SP), Porto Feliz (SP), Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ) e Cabo de Santo Agostinho (PE), e contemplam tanto cursos técnicos como de graduação.

Para os cursos técnicos, podem se inscrever estudantes acima de 18 anos das seguintes áreas: Química, Segurança do Trabalho, Mecânica, Eletromecânica, Elétrica, Eletricidade, Eletrônica, Eletrotécnico, Instrumentação e Mecatrônica.

Já os estudantes de graduação devem ter inglês avançado e estar cursando a partir do 4º semestre dos seguintes cursos: Ciências Contábeis, Administração,  Direito, Economia, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Engenharia Química, Psicologia e Química.

A LANXESS oferece bolsa-auxílio, além de benefícios como auxílio-transporte, auxílio-refeição, assistência médica e seguro de vida.  Para mais informações e inscrições acesse o site – http://www.lanxess.com.br

Sobre a LANXESS: A LANXESS é líder em especialidades químicas, com volume de vendas de 9,1 bilhões de euros em 2012. Atualmente conta com cerca de 17.400 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 50 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.  No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 14 unidades de negócio, possui mais de 1.100 funcionários, 5 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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Lanxess produz PBT a partir de matéria-prima renovável pela primeira vez em uma planta industrial

25/06/2013
Lanxess_PBT

Planta industrial em Hamm-Uentrop, na Alemanha, usada pela Lanxess para converter bio-BDO em PBT.

  • PBT (polibutileno tereftalato) é produzido em uma planta de escala mundial com 1,4-butanodiol (BDO) obtido da fermentação de acúcares   
  • 20 toneladas de bio-BDO obtido através de processo da Genomatica foram convertidos em PBT   
  • PBT obtido a partir de BDO de origem renovável tem mesma qualidade que o mesmo material derivado de petróleo.

A Lanxess e a Genomatica anunciaram que a Lanxess operou com sucesso uma campanha de produção de PBT em um planta industrial da Lanxess com 20 toneladas de BDO (1,4-butanodiol) obtido através de um processo da Genomatica já comercialmente comprovado. Este BDO atendeu às exigentes especificações da Lanxess para o BDO derivado de petróleo, permitindo uma alimentação direta de 100% do bio-BDO  no processo de produção contínua.

As propriedades e a qualidade do PBT de base biológica resultante são totalmente equivalentes às do PBT convencional derivado de petróleo com relação a todos os parâmetros testados. A planta industrial de PBT, em escala mundial, com uma capacidade de 80.000 toneladas métricas por ano, está localizada em Hamm-Uentrop, na Alemanha, e operou como uma joint venture na qual a LANXESS tem uma participação de 50%.

A tecnologia de processo da Genomatica converte açúcares – uma matéria-prima renovável –  em BDO através de um processo de fermentação  “direta”,  que foi patenteado.

“Nós estávamos entusiasmados para validar o BDO de base biológica feito com o processo da Genomatica como um substituto integral para o BDO derivado de petróleo na produção de nosso PBT”, disse Hartwig Meier, chefe global de Desenvolvimento de Produtos e Aplicações da Unidade de Negócios da LANXESS de Materiais de Alto Desempenho . “Este é um forte sinal para o mercado e um enorme passo à frente em nossos planos futuros para oferecer o nosso plástico de alta tecnologia Pocan também em uma versão de base biológica. Devido às suas propriedades inalteradas, os compostos Pocan derivados do bio-PBT podem ser usados diretamente em campos de aplicação estabelecidos, como a área automotiva ou de eletro-eletrônicos. Isso se encaixa muito bem na nossa estratégia de ‘Mobilidade Verde’. “

“O sucesso da LANXESS prova a rapidez com que os monômeros de base biológica podem ser integrados em unidades de produção de polímeros de escala industrial quando você pode oferecer exatamente o mesmo desempenho de uma “commodity” química já existente”, disse Christophe Schilling, Ph.D., CEO da Genomatica . “Esta é uma prova adicional de que conseguimos os detalhes certos.”

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 9,1 bilhões em 2012 e cerca de 17.400 funcionários em 31 países. A empresa está atualmente representada em 50 unidades de produção em todo o mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, produtos intermediários e produtos químicos especiais.

A Genomatica é uma fornecedora líder de processos para a indústria química, oferecendo novos processos de fabricação de produtos químicos a partir de matérias-primas renováveis, de forma econômica e sustentável, em comparação com processos tradicionais baseados em petróleo. O primeiro processo de Genomatica – para a produção de BDO – agora está disponível comercialmente. A Genomatica também está desenvolvendo processos para outros produtos químicos de alto volume, incluindo butadieno.

Fonte: Lanxess

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LANXESS anuncia investimento de 80 milhões de Euros em fábrica no Rio Grande do Sul

05/03/2013

Lanxess_Pneu_VerdeApós  a realização de um estudo de viabilidade, a empresa alemã de especialidades químicas LANXESS decidiu converter a produção de borracha de estireno butadieno em emulsão (E-SBR), utilizada em pneus padrão, para borracha de estireno butadieno em solução (S-SBR), utilizada nos ‘pneus verdes’ de alto desempenho, em seu site em Triunfo (Rio Grande do Sul), no sul do Brasil. A LANXESS é a primeira empresa a realizar essa conversão.

A futura capacidade de S-SBR em Triunfo será de 110 mil toneladas métricas por ano, exatamente o mesmo que a atual capacidade de E-SBR. A troca na tecnologia de produção representa um investimento de € 80 milhões, que serão financiados com o fluxo de caixa da empresa. Até 500 trabalhadores temporários serão necessários durante a fase de conversão. A fábrica vai produzir as borrachas sintéticas de S-SBR no final de 2014. Um fornecimento regular de E-SBR para os clientes será mantido na planta da empresa em Duque de Caxias (Rio de Janeiro), no Brasil, com capacidade produtiva suficiente para atender a toda a demanda do mercado brasileiro por E-SBR. A borracha sintética de E-SBR é utilizada principalmente na fabricação e reforma de pneus de caminhão, o que significa que as carcaças de pneus podem ser reutilizadas várias vezes, economizando assim matéria-prima para a produção de pneus.

A LANXESS é a maior produtora do mundo de borrachas de alta performance, incluindo S-SBR e borracha de polibutadieno com catalisador de neodímio (Nd-PBR), vendida sob a marca Buna. O crescimento global para ambos os tipos de borracha é estimado em cerca de 10% ao ano até 2017, à medida que os consumidores mudam para os “pneus verdes”, com maior eficiência de combustível e ecologicamente corretos.

“Estamos satisfeitos em anunciar mais um grande investimento de borracha sintética no Brasil, o que reforça o nosso compromisso com nossas plantas e funcionários aqui”, disse o Membro do Conselho de Administração da LANXESS, Werner Breuers, em uma coletiva de imprensa, em São Paulo, hoje. “Queremos oferecer aos nossos clientes a melhor tecnologia que eles merecem, a fim de cumprir seus planos de expansão neste mercado importante”.

Novas capacidades para atender à forte demanda por “Pneus Verdes”

A demanda por “Pneus Verdes” está sendo motivada pela megatendência de mobilidade, sobretudo nas regiões da Ásia e América Latina, à medida que aumenta o poder aquisitivo da classe média. Além disso, a demanda vai acelerar, pois a rotulagem de pneus continua a ser introduzida em todo o mundo.

Em novembro de 2012, a rotulagem obrigatória dos pneus foi lançada na União Europeia (UE), similar às etiquetas de consumo encontradas em geladeiras e máquinas de lavar. Os pneus são classificados de A (melhor desempenho) a G, de acordo com sua eficiência de combustível, e de A a F de acordo com a sua aderência em piso molhado. O ruído de rolagem também é medido. Portanto, a nova legislação prevê uma maior transparência para os consumidores, destacando o valor agregado dos “Pneus Verdes”.

O Japão e a Coreia do Sul foram os primeiros países no mundo a introduzir um sistema de rotulagem. Depois de um rótulo voluntário de pneus ter sido introduzido no Japão, em janeiro de 2010, a Coreia do Sul lançou o seu programa voluntário de rotulagem em novembro de 2011 e introduziu um rótulo obrigatório em dezembro de 2012. O governo brasileiro pretende implementar a rotulagem de pneus, seguindo o modelo das normas da UE, a partir de Outubro de 2016, enquanto que na China o assunto está tomando forma, como parte do atual plano de cinco anos do país.

Estudos mostram que de 20% a 30% do consumo de combustível de um veículo e 24% das emissões de CO2 de um veículo, nas estradas, estão relacionados com os pneus. Os “Pneus Verdes” podem reduzir o consumo de combustível em 5% a 7% e têm um período de amortização mais curto do custo, em comparação com outras tecnologias de economia de combustível em carros, como sistemas automáticos de partida e parada e unidades híbridas.

“Isto significa que o consumidor pode economizar dinheiro em tempos de aumentos vertiginosos nos preços da gasolina”, disse Breuers.

Borracha sintética estimula os “Pneus Verdes”

Os “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo S-SBR e Nd-PBR. S-SBR é utilizada principalmente na composição da banda de rodagem dos “Pneus Verdes”, e Nd-PBR é usada na banda de rodagem e laterais. Embora ambas as borrachas ajudem a aumentar a eficácia de combustível de um pneu, através da redução da resistência à rolagem, S-SBR ajuda a melhorar a aderência em pisos molhados, enquanto que a Nd-PBR é altamente resistente à abrasão, fazendo com que os pneus durem mais.

“Estamos passando agora da época da concepção dos pneus para a época dos materiais de pneus que farão a diferença no desempenho”, disse Joachim Grub, Chefe da unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS,. “E aqui a LANXESS está desempenhando um papel importante no desenvolvimento de materiais de alto desempenho para os pneus do futuro”.

No ano passado, a LANXESS apresentou um pneu conceito de “classificação AA”, que foi desenvolvido pela empresa na Alemanha e testado pela TÜV SÜD, uma das principais organizações independentes de serviços técnicos do mundo. O pneu conceito compreende a tecnologia de última geração de Nd-PBR e S-SBR, bem como aditivos de borracha, para atingir uma classificação “A”, tanto para resistência à rolagem quanto para aderência em piso molhado, de acordo com as novas regras de rotulagem de pneus da UE. Este é um dos primeiros pneus do mundo a alcançar uma classificação AA.

Base global de ativos para borracha de alta performance

Nos últimos dois anos, a LANXESS aumentou suas capacidades globais para borrachas de alta performance S-SBR e Nd-PBR em 70 mil toneladas métricas por ano. A empresa conseguiu isso através de medidas para acabar com o gargalo em suas plantas em Dormagen, na Alemanha, em Orange, nos EUA, e em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco), no Brasil. Além disso, a empresa produz S-SBR em sua unidade em PortJérôme, na França.

Além disso, em setembro de 2012, a empresa iniciou a construção de uma nova planta de Nd-PBR em escala mundial em Cingapura, para atender, sobretudo, a indústria asiática de pneus em crescimento. A planta, que representa um investimento total de € 200 milhões, terá uma capacidade de 140 mil toneladas métricas por ano e iniciará suas operações no primeiro semestre de 2015.

S-SBR e Nd-PBR pertencem à unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS. Juntamente com os pneus, as borrachas de butadieno são usadas para a modificação de materiais plásticos na fabricação de poliestireno de alto impacto (HIPS) para aplicações de moldagem por injeção. Outras aplicações incluem bolas de golfe, tênis e correias transportadoras. PBR faz parte do segmento Performance Polymers da LANXESS, que obteve um faturamento total de € 4 bilhões nos primeiros nove meses de 2012.

Fonte: LANXESS

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Borracha sintética da Lanxess é usada em cozinhas de aeronaves

31/01/2013

Lanxess_LevaprenRevestimentos para piso usados em aviões de longo alcance devem atender a uma ampla gama de exigências rigorosas, inclusive por razões de segurança. Isto, naturalmente, aplica-se em particular aos produtos que precisam ser instalados nas cozinhas de aeronaves. Com seus novos revestimentos para piso Duroflex e Durofloor, os engenheiros da renomada especialista em borracha Metzeler Technical Rubber Systems GmbH, com sede em Edingen-Neckarhausen, na Alemanha, e uma subsidiária do fornecedor norte-americano de autopeças Cooper Standard, de Novi, nos Estados Unidos, desenvolveram alternativas inovadoras e duradouras para os revestimentos de silicone, muitas vezes utilizados até agora. Os novos produtos antiderrapantes e de fácil aderência caracterizam-se, por exemplo, pela resistência à abrasão e propriedades de proteção contra incêndios e baseiam-se, entre outros materiais, na matéria-prima de borracha Levapren, livre de halogêneo e com alta capacidade de preenchimento, da pioneira em borracha sintética LANXESS.

”Você pode imaginar que as cozinhas, onde refeições quentes e bebidas são preparadas para os passageiros de aviões de grande porte, sejam pequenas, mas eles não são”, diz Joachim Bormuth, responsável pela gestão da qualidade na Metzeler entre outras funções. “Em um Airbus A320, por exemplo, a cozinha ocupa uma área de cerca de 24 metros quadrados, e em aviões maiores, como o Boeing 747 ou o Airbus A380, ela pode até mesmo ser superior a 100 metros quadrados.” Portanto, fica evidente que estas instalações têm de ser protegidas principalmente com eficácia contra os riscos de incêndio, devido à presença de aparelhos elétricos, tais como micro-ondas e máquinas de café e o grande volume de cabos elétricos colocados em um espaço extremamente limitado. Além disso, há outras exigências, como baixa abrasão, baixa tendência de acúmulo de sujeira, como por exemplo, vinho tinto, e uma boa aderência ao substrato para ajudar a evitar os riscos de queda. A instalação fácil e tranquila também deve ser assegurada.

“As companhias aéreas, portanto, aplicam uma especificação funcional rígida que exige a aprovação em testes rigorosos de chama, por exemplo; isto muitas vezes está de acordo com os requisitos estipulados pelo FAR 25.853 da Administração Federal da Aviação (FAA) dos EUA que também contém especificações precisas com relação às características antiderrapantes”, continua Bormuth. Os fabricantes de equipamentos originais frequentemente acrescentam suas próprias especificações em relação a estabilidade dimensional, ondulações e abrasão. Testes de impacto, por exemplo, verificam o quanto os revestimentos para pisos sofrem quando os objetos caem sobre eles. Também é importante que a resistência à tração do material seja suficiente para impedir que ele se rasgue ao ser colocado. “Nós ainda ter a certeza de que os materiais utilizados não formam pequenas bolhas, quando a pressão da cabine é reduzida”, acrescenta Bormuth. “Como você vê, o campo da aviação tem suas próprias exigências muito especiais.”

Até o momento, as exigências mais importantes eram frequentemente cumpridas por revestimentos flexíveis ou laminados rígidos com uma camada superior de borracha de silicone. Entretanto, estes revestimentos frequentemente têm a desvantagem de uma dureza Shore baixo, o que pode resultar em desgaste comparativamente rápido e pode tornar o pavimento sensível à queda de objetos pontiagudos. E para muitos clientes preocupados com o custo, eles nem sempre eram a primeira escolha por razões financeiras. “Por isso, em 2002, nós começamos a procurar por materiais alternativos e fizemos um grande esforço de desenvolvimento no projeto”, diz Bormuth. O material que finalmente convenceu sua companhia era um grade especial da borracha sintética de EVM Levapren da LANXESS.

Uma boa escolha, de acordo com Michael Herrmann, especialista de produtos da unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers: “De muitas maneiras o Levapren é um material ideal: a borracha não contém halogênios e, portanto, não liberta quaisquer gases acídicos corrosivos, em caso de incêndio; equipamentos de resgate mantêm-se intactos por mais tempo e a vida humana e os materiais são poupados. Em combustão, o Levapren tem uma densidade baixa de gás de fumaça, deixando as rotas de fuga livres por mais tempo, se o pior acontecer. Mas para que isto não aconteça, o Levapren pode ser complementado com grandes quantidades de preenchimento inorgânico retardante de chama, mas o seu processamento ainda continua fácil”.

Como os engenheiros da Metzeler decidiram escolher um grau relativamente polar do material, que está disponível em diferentes graus de polaridade, a contaminação da superfície, com óleos e outros produtos alimentares, pode ser geralmente removida com facilidade e mesmo os agentes de limpeza agressivos têm pouco impacto sobre o material. Apesar do elevado teor de preenchimento, ele é capaz de atender à demanda rigorosa por baixa densidade que é típica das aplicações de aviação. Além disso, o custo-benefício de matérias-primas de borracha é bem alto com suas propriedades de aderência boas, que não só permitem uma colocação segura e duradoura dos pisos flexíveis Duroflex da Metzeler, mas também permitem uma produção com custo-benefício dos laminados Durofloor mais rígidos, ao mesmo tempo em que mantêm um alto padrão de qualidade.

“Isso não é nenhuma surpresa, afinal o Levapren também é usado como uma matéria-prima adesiva”, diz o colega de Herrmann na unidade de negócios da LANXESS High Performance Elastomers, Frank Taschner. O material é processado na Metzeler numa calandra especial conhecida como um AUMA em que o material é vulcanizado em uma etapa. Neste processo incomum, que requer uma quantidade considerável de ajuste fino, a equipe da Metzeler demonstra a sua longa experiência no processamento de borrachas sintéticas.

O Levapren passou em seu primeiro batismo de fogo nos revestimentos para pisos Duroflex e Durofloor da Metzeler: estes pisos são utilizados em duas aeronaves pertencentes a uma companhia aérea importante há cerca de um ano e meio. “Estamos muito satisfeitos com os resultados do teste de voo”, diz Joachim Bormuth, “após este teste tão severo, o piso parece muito melhor do que muitos produtos de silicone.”

Fonte: Lanxess

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Lanxess divide sua unidade de negócios de Produtos de Borrachas Técnicas

16/01/2013

Antiga unidade de negócios Technical Rubber Products é dividida em Keltan Elastômeros (KEL) e High Performance Elastomers (HPE)

Lanxess_divisao_unidadesA unidade de negócios Technical Rubber Products (BU TRP) foi dividida em duas unidades de negócios separadas. Desde 1º de janeiro de 2013, Keltan Elastômeros (cujo produto principal é o monômero de etileno-propileno-dieno – EPDM) iniciou a sua atividade como uma unidade de negócios independente, sob o nome de Keltan Elastômeros (KEL). O restante do portfólio de produtos de TRP (NBR, HNBR, EVM e CR) faz parte agora da unidade de negócios High Performance Elastomers (HPE).

Com a aquisição dos negócios Keltan da DSM em maio de 2011, a unidade TRP ampliara significativamente sua linha de negócios EPDM para criar, de longe, a maior de todas as linhas de negócios. A LANXESS também fortaleceu sua posição como uma fornecedora líder de borrachas para fins especiais. “O sucesso no desenvolvimento estratégico de EPDM para nos transformar em um líder global de mercado e as características específicas de todos os negócios da ex-TRP exigiram esta divisão em duas unidades de negócios”, diz o líder global da antiga BU TRP, Guenther Weymans.

Exigências específicas de negócios

Weymans assumiu o comando da BU Keltan, que tem sede em Geleen, na Holanda. Cerca de 600 funcionários sediados lá e também em Marl (Alemanha), Orange (Estados Unidos), Triunfo (Brasil) e Changzhou (China) vão trabalhar para a BU com seus produtos de elastômero EPDM. As principais aplicações de EPDM são mangueiras, vedações, cintos e aditivos de polímeros.

Jan Paul de Vries, que estava no comando da linha de negócios Advanced Materials EMEA da unidade de negócios High Performance Materials (BU HPM), agora é o líder global da BU HPE, que terá sede em Colônia *. Cerca de 900 funcionários com base em Dormagen e Leverkusen (Alemanha), La Wantzenau (França), Orange (Estados Unidos) e Nantong (China) focarão em borrachas de especialidades e alto desempenho.

Ao contrário da BU KEL, cujo negócio se concentra exclusivamente em um único produto, EPDM, a BU HPE é responsável por quatro grades diferentes de borracha e um portfólio de produtos muito mais diversificado. “A reorganização nos permitirá atender às demandas muito específicas para ambas as unidades de negócios de forma muito mais eficaz”, explica Weymans.

Para aproveitar ainda melhor o uso de sinergias no futuro, cerca de 100 funcionários existentes de TRP do Centro de Serviços Técnicos em Dormagen e no Centro de Testes de Polímeros em Leverkusen – com suas subunidades em Qingdao (China) e Geleen (Holanda) – passaram para função de grupo de Inovação e Tecnologia (GF INN), também em 1º de janeiro de 2013.

Fonte: Lanxess

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Inmetro publica portaria que regulariza a certificação de pneus no Brasil, entrando em vigor a partir de outubro de 2016

26/11/2012

O Inmetro (Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) publicou no Diário Oficial da União, no final de outubro, uma portaria que regulamenta a certificação de pneus no Brasil a partir de outubro de 2016, quando todos os pneus produzidos e importados no país deverão ter um rótulo que especifica sua qualidade em três critérios: consumo de combustível, segurança e emissão de ruídos.

“Tenho certeza que a publicação da portaria do Inmetro é mais um avanço para os consumidores brasileiros. Com a certificação dos pneus no mercado nacional, o Brasil se iguala a mercados mais maduros como o europeu, por exemplo”, afirma Marcelo Lacerda, presidente da LANXESS no Brasil.

O PBE-Pneus (Programa Brasileiro de Etiquetagem de Pneus), como vem sendo chamada a certificação de pneus nacional, é resultado de uma parceria do Inmetro com a LANXESS e todo o setor da cadeia pneumática.

Certificação no dia a dia

Assim como existem selos de qualidade para determinar o consumo de energia em eletrodomésticos ou aparelhos de ar-condicionado, o Inmetro definiu uma padronização para os pneus no Brasil.

O selo de qualidade dos pneus vai mostrar aos consumidores a eficiência de combustível (consumo de combustível), aderência em piso molhado (segurança) e as emissões de ruído que o produto provoca. Veja alguns exemplos:

A resistência à rolagem dos pneus da categoria A (melhor qualidade) será cerca de 40% menor do que dos pneus da categoria F (pior qualidade). Um carro com pneus da categoria A precisará de uma distância de frenagem de cerca de 20 metros menor (a uma velocidade de 80 km/h), do que um carro com pneus da categoria F, por exemplo.

Os pneus de alta performance serão um pouco mais caros no ato da compra, mas reduzirão o consumo de combustível em até 7% – o que o tornará mais vantajoso no médio prazo.

Fonte: Lanxess

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Pneus de alta performance reduzem consumo de combustível e emissão de CO2

18/11/2012
  • UE lançou rotulagem de pneus em 1º de novembro de 2012
  • Novo estudo comprova que pneus de alta performance são “investimento verde” para motoristas
  • Motoristas podem reduzir custos de combustível e as emissões de CO2 significativamente com os pneus de alta qualidade

Os pneus de alta performance – também chamados “pneus verdes” – são um dos métodos mais eficientes para os motoristas reduzirem o custo do uso de automóveis e proteger o meio ambiente, segundo estudo recente da Universidade Técnica de Munique, encomendado pela LANXESS,  um destacado fabricante mundial de borracha sintética.

Segundo o estudo, o “retorno verde” nestes pneus com baixa resistência à rolagem e de alta qualidade é excelente. O investimento dos motoristas se paga muito mais rápido do que os sistemas de parada e partida automáticos e unidades híbridas, por exemplo. Isso se deve graças ao seu baixo consumo de combustível e seus baixos custos adicionais. Ao mudar para pneus verdes, os motoristas também conseguem reduções maiores de CO2 por cada euro adicional investido do que em outros “investimentos verdes”.

O estudo foi motivado pela rotulagem obrigatória de pneus novos, que passou a vigorar na União Européia desde 1º de novembro de 2012. A rotulagem classificará todos os pneus novos saindo da linha de produção em três categorias: de resistência à rolagem (consumo), aderência ao piso molhado (segurança), em uma escala de A (melhor) a G (pior) e, também, o volume de ruído emitido. Os pneus verdes obtêm as melhores avaliações na certificação, que os consumidores já conhecem em uma forma similar em refrigeradores e máquinas de lavar.

“O estudo da Universidade Técnica de Munique confirma que os pneus verdes oferecem inúmeros benefícios para um pequeno encargo financeiro”, diz Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS AG. “A partir de agora, os consumidores podem usar o novo rótulo para identificar no momento da compra se estão comprando pneus de alta performance. Nossas borrachas inovadoras desempenham um papel fundamental, possibilitando que estes pneus tenham baixa resistência à rolagem e economizem combustível”.

Pneus verdes se pagam  mais rápido

Um exemplo simples da Universidade Técnica de Munique mostra o quanto a resistência à rolagem otimizada reduz os custos de combustível de um veículo. Um carro que consome seis litros de combustível por 100 km e cobre uma distância de 12.500 km por ano, com um preço de combustível a €1,40 por litro pode poupar até € 100 por ano, graças aos pneus verdes.

Os sistemas de parada e partida automáticos reduzem o consumo quase no mesmo nível – cerca de 6%, mas a compra e instalação desta tecnologia é muito mais cara do que a troca por pneus verdes. Os custos adicionais para os pneus de qualidade também são recuperados mais rapidamente – pneus verdes pagam a si próprios, depois de apenas 20 mil km, em média, enquanto os sistemas de parada e partida automáticos não chegam a este ponto antes dos 60 mil km. Os pneus também têm um bom desempenho em termos de retorno verde – com economia de 4,7 kg de CO2 por cada euro investido, o valor da eficiência é 50% maior do que para os sistemas de parada e partida automáticos e até 150% maior do que para as unidades híbridas.

Aplicativo da LANXESS mostra o potencial de poupança individual

A calculadora de economia de combustível da LANXESS mostra quanto dinheiro todos os motoristas podem economizar e que reduções de emissões de CO2 eles podem alcançar, graças aos pneus verdes. Apenas alguns detalhes são necessários para executar o cálculo – a quilometragem anual, o consumo do carro e, claro, o preço do combustível. O programa foi desenvolvido em conjunto com a Universidade Técnica de Munique. A TÜV Rheinland testou e certificou a calculadora. Cerca de 60 mil usuários já acessaram o programa ou fizeram o seu download diretamente. O software está disponível desde setembro como um aplicativo gratuito na App Store e como uma versão móvel e para a web em http://www.app.green-mobility.com.

Fonte: LANXESS

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LANXESS inaugura primeira planta para produção de compostos de poliamidas e PBT nos EUA

04/10/2012
  • Unidade situa-se no centro do pólo automotivo do sul dos EUA
  • Tendência mundial de veículos mais leves
  • EUA são o maior mercado para plásticos de alta tecnologia

O grupo de especialidades químicas  LANXESS abriu a sua primeira unidade de produção de plásticos de alta tecnologia nos Estados Unidos. Com a nova unidade em Gastonia, no estado da Carolina do Norte, EUA, a empresa vai ajudar a atender à crescente demanda por plásticos leves premium.

A LANXESS investiu 20 milhões de dólares (15 milhões de euros) na sua nova fábrica em Gastonia e está criando 45 novos empregos. A nova fábrica vai operar inicialmente com uma capacidade de 20.000 toneladas métricas por ano.

Na nova fábrica de compostos, polímeros básicos tais como poliamidas e tereftalato de polibutileno são misturados e refinados com aditivos especiais e fibra de vidro, de acordo com as necessidades do cliente, para obtenção de produtos das marcas Durethan e Pocan. Devido às suas excelentes propriedades, ambos os plásticos possuem uma grande variedade de aplicações, incluindo componentes da carroceria de veículos, reservatórios de óleo, tubos de arrefecimento, caixas de baterias, barras de direção, pedais e suportes de pedal.

Estes materiais inovadores são úteis para a fabricação de peças de plástico muito mais leves que podem substituir componentes metálicos em veículos automotores, ajudando a reduzir o consumo de combustível e emissões. Além disso, esses materiais permitem que os fabricantes de automóveis e fornecedores tenham mais liberdade no design e economia considerável na produção.

“Com a nossa nova fábrica em Gastonia, estamos agora muito perto de nossos clientes norte-americanos do setor automotivo e podemos apoiá-los ainda mais que antes no desenvolvimento de veículos leves e econômicos”, disse o CEO da LANXESS, Axel C. Heitmann, na cerimônia de abertura da planta.

O novo site da LANXESS em Gastonia está nas proximidades do chamado “cinturão automotivo” do sul dos EUA. Numerosos fabricantes de carros e fornecedores automotivos se instalaram nos estados das Carolinas do Norte e do Sul. E cerca de um quarto de fornecedores automotivos norte-americanos – incluindo muitos clientes da LANXESS – operam plantas fabris na Carolina do Norte.

A demanda por plásticos de alta tecnologia está sendo impulsionada, sobretudo, pela tendência em direção a automóveis mais leves e pela crescente produção de automóveis. Espera-se que a demanda global por plásticos de alta tecnologia aumente em cerca de sete por cento ao ano até 2020. Além disso, o conteúdo de plástico de qualquer carro pode chegar a 20 por cento – um número que está mostrando uma tendência ascendente.

Os EUA são o maior mercado de plásticos de alta tecnologia, com a indústria automobilística em posição de destaque. É aqui que os padrões de eficiência de combustível CAFE estão impulsionando a demanda por esses materiais avançados. As regulamentações da CAFE (Corporate Average Fuel Economy) visam melhorar a média de economia de combustível de carros e caminhões leves vendidos nos Estados Unidos.

Fonte: Lanxess

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LANXESS construirá na China a maior fábrica de EPDM do mundo

11/09/2012

  • Investimento de €235 milhões
  • Capacidade de 160 mil toneladas métricas por ano
  • Início de produção em 2015
  • Maior investimento da LANXESS na China até o momento
  • Até 200 novos empregos criados
  • Produção com base na tecnologia sustentável Keltan ACE
  • LANXESS realiza primeiro ” Mobility Day ” em Xangai

A LANXESS está construindo a maior planta do mundo para borracha sintética de EPDM na China. A empresa alemã de especialidades químicas está investindo €235 milhões na fábrica em Changzhou (província de Jiangsu). Este é o maior investimento que a empresa fez na China até o momento.

A planta terá uma capacidade de 160 mil toneladas métricas por ano e o investimento vai criar até 200 novos empregos. A usina está prevista para entrar em operação em 2015. Todas as autorizações necessárias foram obtidas junto às autoridades locais.

A LANXESS é líder mundial no fornecimento de EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno), após a aquisição e integração bem sucedida da DSM Elastômeros em 2011. A empresa comercializa seus produtos sob a marca Keltan. A demanda global por EPDM deverá aumentar em mais de 4% ao ano nos próximos anos, enquanto a demanda na China deverá crescer em cerca de 8%, impulsionada, sobretudo pelas indústrias de construção e automotiva. A China continuará a ser o maior importador líquido de EPDM nos próximos anos.

“Estamos fortalecendo nossa base global de ativos de EPDM com uma planta em escala mundial na China, para atender nossos clientes locais com ainda mais rapidez e produtos premium”, disse o CEO da LANXESS, Axel C. Heitmann na cerimônia de lançamento da pedra fundamental hoje.

“Esta planta também representa o terceiro maior investimento da nossa empresa em borracha na Ásia e fortalece nossas credenciais como o principal fornecedor do mundo em borracha sintética”, acrescentou Heitmann.

A LANXESS iniciará a produção na planta de borracha butílica em escala mundial, na Ilha de Jurong em Cingapura, no primeiro trimestre de 2013 e vai iniciar a construção de uma planta vizinha de borracha de butadieno baseada em neodímio em 11 de setembro deste ano.

A nova planta de EPDM estará localizada no reconhecido Changzhou Yangtze Riverside Industrial Park, com acesso a instalações excelentes de armazenamento e descarregamento de remessas. A LANXESS receberá as principais matérias-primas de etileno e propileno de uma planta de metanol para olefinas (MTO, em inglês), atualmente em construção no local. O processo de MTO é uma nova forma de produzir essas importantes matérias-primas, que são produzidas de forma convencional nas refinarias. Durante a fase de construção, cerca de 2.000 pessoas trabalharão no local.

A LANXESS já atua em Changzhou, com a construção de uma fábrica de produtos químicos de couro. A unidade de até 50 mil toneladas métricas de capacidade por ano representa um investimento de €30 milhões e deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2013. Ela irá produzir, para o mercado local chinês, produtos químicos Premium para couro da LANXESS usados em várias aplicações, como curtimento, tingimento e acabamento de couro. Cerca de 100 empregos estão sendo criados.

Tecnologia sustentável Keltan ACE

A LANXESS usará a tecnologia Keltan ACE para possibilitar a produção sustentável em sua nova fábrica. Em comparação com a tecnologia convencional, a tecnologia catalisadora Keltan ACE reduz as exigências de energia para a produção e não requer a extração do catalisador, como resultado da elevada eficiência do catalisador. Além disso, o processo permite a fabricação de novos grades de borracha EPDM, como EPDM expandido com óleo e EPDM especial de elevado peso molecular. A nova fábrica vai produzir um total de 10 grades superiores de EPDM sob medida para as necessidades dos clientes chineses.

A LANXESS já opera unidades de produção de EPDM em Geleen, na Holanda, Marl, na Alemanha, Orange, nos EUA e Triunfo, no Brasil, com uma capacidade combinada de 320 mil toneladas métricas por ano. A LANXESS planeja converter 50% da sua capacidade total de produção na unidade de Geleen para a tecnologia Keltan ACE em 2013.

A borracha de EPDM é utilizada, sobretudo, na indústria automotiva como vedação de portas ou limpadores de para-brisas. De acordo com estimativas da LANXESS, cerca de sete quilos de EPDM são utilizados em todos os carros. O produto também é usado nas indústrias de modificação de plásticos, cabos e fios, construção, e aditivos de óleo. As suas propriedades incluem densidade muito baixa, boa resistência ao calor, oxidação, produtos químicos e intempéries, bem como boas propriedades de isolamento elétrico.

Desde o final do ano passado, a LANXESS produz comercialmente a borracha de EPDM de base biológica de etileno, sob a marca Keltan Eco. A LANXESS está usando etileno fornecido pela Braskem S.A. Em comparação com o etileno baseado no petróleo, o etileno da Braskem é produzido através da desidratação do etanol da cana de açúcar.

China estrategicamente importante para a LANXESS

A China é um dos pilares da estratégia de crescimento global da LANXESS. A empresa tem como objetivo atingir vendas de mais de um bilhão de euros na Grande China (China continental, Hong Kong, Taiwan e Macau) em 2012. Todas as 13 unidades de negócio da LANXESS estão representadas em 10 sites na Grande China, com cerca de 1.000 funcionários no total.

A LANXESS vai realizar seu primeiro ” Mobility Day ” em Xangai, no dia 6 de setembro. Sob o lema “Tecnologias sustentáveis para o futuro da China”, a empresa apresentará seus mais recentes produtos voltados para “Mobilidade Verde”.

Cerca de 400 participantes da indústria, comunidade acadêmica e associações vão trocar ideias e discutir temas como “pneus verdes”, plásticos leves, gestão sustentável de couro, borrachas técnicas e tecnologia de baterias.

A LANXESS alcançou vendas de cerca de €1,5 bilhão – cerca de 17% do total de vendas – com produtos e tecnologias para a “Mobilidade Verde” em 2011. E a empresa espera que este número aumente em 80%, para cerca de €2,7 bilhões em 2015.

Fonte: LANXESS

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Interplast 2012: Lanxess leva para a feira sua linha de Poliamida 6 reforçada

19/08/2012

Em sua primeira participação na feira, multinacional da área química apresenta o alojamento de estepeproduzido com o plástico Durethan

A LANXESS, líder em especialidades químicas, participa pela primeira vez da feira Interplast 2012, evento que ocorrerá entre 20 e 24 de agosto, no Complexo Expoville, em Joinville/SC. A empresa apresentará a sua linha de plásticos de engenharia produzidos pela unidade HPM – High Performance Materials.

 A principal atração do stand será a apresentação de um Alojamento de Estepe (peça de carro) produzida com a poliamida 6 Durethan BKV 60 H2.0 EF (Easy Flow), altamente reforçada pela LANXESS com 60% de fibra de vidro.

Segundo Anderson Maróstica, especialista técnico da unidade HPM, um dos diferenciais da poliamida 6 é que o material permite uma moldagem por injeção precisa mesmo quando se trata de uma peça de geometria complexa, como é o caso do alojamento de estepe. Isso não ocorre, por exemplo, quando se utiliza na produção da peça uma chapa de metal, devido ao espaço disponível limitado e a complexidade do produto.

O Durethan também permite a integração direta de inúmeras funções. A produção da cavidade do estepe, por exemplo, é feita em um processo de moldagem por injeção de uma única fase. “Incorporar essas funções a um design de metal exigiria um grande número de etapas de produção e montagem separadas, com todos os custos associados”, completa Maróstica.

Entre as contribuições do uso da poliamida 6, o destaque fica para a alta rigidez do componente. Seu módulo de elasticidade de aproximadamente 19.000 MPa à temperatura ambiente (condicionado: 13.000 MPa) é o dobro do uma poliamida 6 padrão reforçada com 30% de fibras de vidro. Conforme exigido por algumas montadoras para componentes próximos do sistema de escapamento, a poliamida também mantém a sua rigidez a temperaturas elevadas. Esta rigidez e resistência são importantes porque o alojamento do estepe suporta vários acessórios e anexos com um peso total de cerca de 70 kg.

Outro benefício importante da poliamida 6 “EF – Easy Flow” é o fato de que seus resultados impressionantes de fluidez resultam em um desgaste de molde semelhante aos observados quando se utiliza uma poliamida 6 padrão com 30% de fibras de vidro.

Sobre a LANXESS

A LANXESS teve um volume de vendas de 8,8 bilhões de euros em 2011. Atualmente conta com cerca de 16.900 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 48 unidades de produção ao redor do mundo. O principal negócio da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.

No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio, possui aproximadamente 1.100 funcionários, 5 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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LANXESS abre inscrições para Programa de Estágio 2013

08/08/2012
  • Vagas são para nível superior e técnico
  • Candidatos podem se inscrever a partir de 06 de agosto até 10 de setembro

 A LANXESS, líder mundial no segmento de especialidades químicas e a principal produtora de borracha sintética do mundo, acaba de abrir as inscrições para seu Programa de Estágio 2013. As vagas são para os estados de Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, e contemplam tanto cursos técnicos como de graduação. O programa busca jovens profissionais que tenham autoconfiança, coragem para ousar, flexibilidade, visão arrojada e vontade de aprender.

Para os cursos técnicos, podem se inscrever estudantes acima de 18 anos nas seguintes áreas: Química, Segurança do Trabalho, Mecânica, Eletromecânica, Elétrica, Eletrônica e Mecatrônica.

Já os estudantes de graduação devem ter inglês avançado e estar cursando a partir do 4º semestre das seguintes faculdades: Ciências Contábeis, Jornalismo, Relações Públicas, Administração, Administração com ênfase em Marketing, Marketing, Publicidade, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Química Industrial e Engenharia Mecânica.

A LANXESS oferece bolsa-auxílio, além de benefícios como auxílio-transporte, auxílio-refeição, assistência médica e seguro de vida. As inscrições vão até 10 de setembro e podem ser feitas por meio do site: http://www.vivatalentos.com.br/lanxess ou http://www.lanxess.com.br.

Confira abaixo mais detalhes das vagas.

Vagas disponíveis por localidade – Nível Técnico:

– Duque de Caxias (RJ): Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Química e Mecânica.

– Cabo de Santo Agostinho (PE): Técnico em Química, Técnico em Segurança do Trabalho e Técnico em Mecânica e Eletromecânica.

– Triunfo (RS): Técnico em Química, Técnico em Mecânica, Técnico em Elétrica, Eletrônica e Mecatrônica.

– São Leopoldo (RS): Técnico em Curtimento

Duração do programa: 1 ano.

Início das atividades: Novembro de 2012.

Vagas disponíveis por localidade – Nível Superior:

– São Paulo (SP): Contabilidade, Comunicação, Engenharia Química, Química e Administração.

– Duque de Caxias (RJ): Engenharia Química, Engenharia de Produção e Mecânica.

– Cabo de Santo Agostinho (PE): Engenharia Química, Engenharia de Produção e Química Industrial.

– Triunfo (RS): Engenharia Química e Engenharia Mecânica.

Duração do programa: 2 anos.

Início das atividades: Janeiro de 2013.

Fonte: Lanxess / Virta Comunicação

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LANXESS introduz novos retardantes de chamas livres de halogênios para aplicações plásticas.

26/10/2011

A LANXESS  desenvolveu dois novos produtos sem halogênios para proteção contra incêndios: os retardantes de chamas para plásticos Levagard e Disflamoll®.

Por meio dos retardantes de chama, a resistência ao fogo é elevada, prevenindo a ignição dos materiais ou reduzindo, desacelarando a combustão e a formação da fumaça de um incêndio. “Os retardantes agem diretamente da fase sólida da reação de queima”. Quando submetidos a altas temperaturas, os retardantes base fósforo presente no plástico, reagem gerando a forma polimérica do ácido fosfórico. Este ácido carboniza o material formando uma camada protetora e inibindo a reação de pirólise”, explica Roberta Maturana – gerente regional da BU Funcional Chemical da LANXESS.

Os retardantes de chamas da LANXESS – Levagard e Disflamoll® – são substâncias a base de fósforo e livres de halogênios, o que significa que são fabricados sem bromo ou cloro. Os produtos são utilizados na formulação dos seguintes plásticos: poliuretano (PU), PVC, ABS/PC, HIPS/PPO, além de elastômeros. Estes plásticos são encontrados em inúmeros materiais como, por exemplo, em placas para isolamento térmico e acústico, estofados, pisos, borrachas de isolamento de portas (metrôs e trens), em espumas flexíveis de poliuretano presentes em colchões e estofados, dentre outras aplicações.

“Além da qualidade LANXESS, as bases químicas dos produtos são seguras e sem toxidade. Em geral, o plástico é um material altamente combustível. Como o próprio nome já diz, os retardantes, ao serem utilizados na fabricação de artigos plásticos, retardam a propagação de chamas em caso de incêndios”, afirma Maturana.

Números do fogo

– De acordo com pesquisas internacionais adquiridas pela LANXESS, 3% das residências (aproximadamente 1 em cada 30) passam por incidentes relacionados ao fogo anualmente;
– Nos Estados Unidos, anualmente, cerca de 4 mil mortes são causadas pelo fogo, enquanto que na Europa são mais de 4 mil e 200 mortes;
– 70 grandes incêndios industriais causados na Inglaterra – entre as décadas de 80 e 90 – custaram mais de 275 milhões de libras;

Tempo de combustão

O tempo entre o início do fogo e o incêndio propriamente dito, de 1975 para os dias atuais caiu drasticamente. “Segundo levantamento da NIST – US National Institute for Science and Technology – em 1975 eram 17 minutos, aproximadamente. Hoje em dia demora menos de 3 minutos”, aponta Roberta.

Segundo a Fire Safety Considerations of Correctional Facilites, em um teste de flamabilidade realizado na Austrália, 8 diferentes camas foram submetidas a pequenas chamas em maquetes de celas de prisão – em que somente um dos colchões possuía retardantes de chamas em seu tecido de cobertura e também na espuma. Em temperatura de 100º C a 0,51m, o incêndio se alastrou em menos de 5 minutos, exceto no colchão que não excedeu 40º Ca 0,7m acima do piso – este colchão era o que possuía retardantes.

No Brasil, ainda com diversas estatísticas que apontam benefícios relacionados aos retardantes de chamas, a recente Portaria do Inmetro (número 79 e implementada em 3 de fevereiro de 2011) para colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano ainda não tornou a utilização dos retardantes de chamas uma obrigatoriedade.

Fonte: LANXESS

LANXESS reforça compromisso com setor automotivo brasileiro

16/10/2011

A LANXESS está reforçando seu compromisso com o Brasil, com três grandes novos investimentos, totalizando cerca de 30 milhões de Euros – ou aproximadamente R$ 75 milhões -, e que criarão mais de 100 postos de trabalho. Os investimentos apoiarão a crescente tendência em direção à mobilidade verde nos países da América Latina. Os materiais de alta tecnologia da LANXESS oferecerão soluções inovadoras para o crescente mercado automotivo local.

 “Estamos fazendo grandes investimentos que garantirão nossa participação no sucesso atual e futuro da economia brasileira”, disse o Chairman do Conselho de Administração da LANXESS, Axel C. Heitmann, que está liderando o primeiro AUTOMOTIVE DAY BRASIL. Segundo ele, o Brasil desempenha um papel fundamental na estratégia do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para a empresa e “contribuirá com nossa meta de atingir 1,4 bilhão de Euros em EBITDA pré-excepcionais em 2015″, afirmou.

Indústria brasileira automotiva em expansão

Os três investimentos incluem a construção de duas novas unidades produtivas na planta da LANXESS em Porto Feliz, no interior do Estado de São Paulo. Uma delas é para a produção dos plásticos de engenharia de alta tecnologia Durethan e Pocan – usados principalmente pela indústria automotiva para fazer carros mais leves e mais eficientes em termos de combustível. A nova planta, que será operada pela unidade de negócios Semi-Crystalline Products, terá uma capacidade inicial de 20 mil toneladas por ano e entrará em operação em meados de 2013.

A outra nova unidade produtiva em Porto Feliz vai produzir os aditivos de borracha Rhenogran, bem como os bladders Rhenoshape. Os aditivos de borracha pré-dispersos Rhenogran podem melhorar significativamente a qualidade e a durabilidade de um produto de borracha, enquanto os bladders Rhenoshape são usados pela indústria pneumática para dar aos pneus a sua forma e propriedades finais. A planta será operada pela unidade de negócios de uma subsidiária da LANXESS, Rhein Chemie, baseada em Mannheim, na Alemanha. A fábrica, que entrará em operação no quarto trimestre de 2012, produzirá 2 mil toneladas por ano de aditivos para borrachas e 170 mil bladders por ano.

“Vamos transformar nosso site em Porto Feliz em um grande centro de especialidades químicas com as últimas tecnologias para os nossos clientes no Brasil e na América Latina”, disse Heitmann.

Primeira borracha EPDM no mundo feita de base biológica

O terceiro investimento envolve um movimento pioneiro para o uso de matéria-prima de base biológica na produção de borracha sintética. A LANXESS está reprojetando sua planta em Triunfo, no Rio Grande do Sul, a fim de produzir a borracha de EPDM com etileno de base biológica. A empresa brasileira Braskem fornecerá o etileno derivado da cana-de-açúcar através de um gasoduto, a partir de novembro de 2011. Esta é a primeira produção mundial de borracha de EPDM de base biológica, que será chamada de Keltan Eco. Um quarto da capacidade de 40 mil toneladas anuais da fábrica de Triunfo será destinado para a Keltan Eco.

“O uso de matérias-primas de base biológica para a produção de borracha sintética na planta de Triunfo está de acordo com o compromisso contínuo da LANXESS com a química verde”, disse Heitmann.

Capacidade extra de borrachas de alto desempenho para “Pneus Verdes”

A LANXESS é líder em borrachas sintéticas de alto desempenho para “Pneus Verdes” – o setor que mais cresce na indústria pneumática, com uma taxa de crescimento anual de cerca de 10%. A demanda está sendo impulsionada pela megatendência mobilidade, bem como pelos motoristas que estão requerendo cada vez mais altos padrões ambientais e de segurança. Além disso, a demanda será acelerada pela legislação de pneus na União Europeia, que visa reduzir as emissões de CO2 e de ruído por meio da promoção de “Pneus Verdes”, que não comprometam a segurança. Legislação correspondente também foi adota na Coréia do Sul.

A fim de atender a essa demanda, a LANXESS está expandindo as suas capacidades globais para borrachas de alto desempenho usadas em “Pneus Verdes”, o que inclui uma unidade produtiva no Brasil. A LANXESS está expandindo da capacidade de sua unidade de produção de borracha de polibutadieno de neodímio (Nd-PBR), em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. A expansão estará completa até o final de 2011, dobrando a capacidade para 40 mil toneladas por ano. Além disso, a LANXESS está atualizando a tecnologia na fábrica de Cabo para os mesmos níveis utilizados em suas fábricas de Nd-PBR na Alemanha e nos EUA.

A borracha de Nd-PBR é usada na banda de rodagem e nas paredes laterais dos “Pneus Verdes”. Ela ajuda a reduzir a resistência ao rolamento de um pneu, bem como o consumo de energia. A Nd-PBR também reduz a abrasão, desempenhando assim um papel significativo em tornar os pneus mais duráveis.

Atualização tecnológica para borrachas de alto desempenho em Triunfo

Ao mesmo tempo, a LANXESS já iniciou um estudo de viabilidade para implementar uma nova tecnologia a fim de mudar a produção de emulsão de estireno-butadieno (ESBR) utilizados em pneus padrão para solução de borracha de butadieno estireno (SSBR) utilizadas nos “Pneus Verdes”, em sua planta em Triunfo (RS). A capacidade atual para ESBR em Triunfo é 110 mil toneladas por ano e a troca iria requerer um investimento de dois dígitos em milhões de euros. A decisão final será tomada em meados de 2012.

A SSBR é usada principalmente na composição das bandas de rolagem dos “Pneus Verdes”, onde ela ajuda a reduzir a resistência ao rolamento e a melhorar a aderência em pisos molhados. “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo tanto SSBR como Nd-PBR.

História de crescimento bem-sucedido no Brasil

Estes últimos investimentos fazem parte da crescente presença da LANXESS no Brasil. A empresa alemã, que comprou a Petroflex em 2008, começou com mais de 400 funcionários no Brasil há sete anos. Hoje, emprega mais de mil colaboradores e é uma das maiores empresas químicas do país.

O Brasil também é um dos mercados mais bem sucedidos e de crescimento mais rápido para os produtos da LANXESS. O país respondeu por menos de um por cento das vendas globais da LANXESS em 2005. Atualmente é responsável por aproximadamente 10% das vendas globais. Além disso, as vendas no Brasil atingiram o recorde de 701 milhões de Euros em 2010. “E estamos no caminho certo para outro recorde em 2011”, ressaltou Heitmann.

Em reconhecimento ao seu compromisso com a mobilidade verde no Brasil, no dia 6 de outubro, a LANXESS será a anfitriã do primeiro AUTOMOTIVE DAY BRASIL em São Paulo – uma conferência durante todo o dia com muitos dos líderes das indústrias automotiva e de pneus do Brasil e da América Latina. Cerca de 400 pessoas participarão do evento.

Fonte:  LANXESS

LANXESS irá produzir no Brasil a primeira borracha de EPDM bio-derivada do mundo.

27/09/2011

A LANXESS está reforçando o seu compromisso em produzir borrachas sintéticas “premium” a partir de matérias-primas derivadas de fontes biológicas. A empresa alemã de especialidades químicas pretende produzir comercialmente EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno) a partir de eteno bio-derivado até o final do ano. Será a primeira forma de borracha de EPDM bio-derivada no mundo.

O EPDM é convencionalmente produzido usando-se as matérias primas eteno e propeno, ambas derivadas do petróleo. A rota alternativa planejada pela LANXESS usará eteno derivado unicamente de cana-de-acúcar, que é um recurso renovável. Esta forma de eteno bio-derivada é produzida a partir da desidratação do etanol, obtido da cana-de-acúcar brasileira. A Braskem S.A irá fornecer o eteno bio-derivado, através de tubulações, para a planta de EPDM da LANXESS já existente em Triunfo, no Brasil.

“A procura de alternativas para os combustíveis fósseis atualmente empreendida pela LANXESS demonstra o seu compromisso em reduzir emissões de CO2 através de produção sustentável”, afirma Guenther Weymans, líder da unidade de negócios de Produtos de Borrachas Técnicas da LANXESS. “Nós estamos muito entusiasmados pelo fato de que nossa planta no Brasil será a pioneira na produção de EPDM bio-derivado.”

 “A LANXESS irá contribuir para ampliar o nosso portfólio de clientes de produtos químicos renováveis . Este acordo levará os benefícios de eteno verde para outros mercados e aplicações importantes. A LANXESS tem uma extensa experiência no setor automotivo e uma excelente reputação nesse mercado, o que a torna um parceiro ideal”, afirma Marcelo Nunes, Diretor de Produtos Químicos Renováveis da Braskem.

 A planta de Triunfo atualmente produz 40.000 toneladas métricas por ano de borracha de EPDM convencional e espera-se que as primeiras bateladas do produto Keltan Eco correspondam a várias centenas de toneladas métricas. As outras unidades de produção de EPDM da LANXESS situam-se em Geleen (Holanda), Marl (Alemanha) e Orange, Texas (EUA). Todos os grades de EPDM serão vendidos, no futuro, sob o nome de marca Keltan.

 A borracha de EPDM é usada principalmente na indústria automotiva, mas também nas indústrias de fios e cabos, construção, modificações de plásticos e aditivos de óleos. As suas propriedades incluem uma densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e ao meio ambiente, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. A LANXESS apresentou o Keltan Eco pela primeira vez durante o Dia da Borracha na Alemanha, no dia 21 de setembro, em Duesseldorf.

Além disto, a LANXESS já está pesquisando fontes alternativas para produzir a borracha sintética premium butílica, a qual é usada predominantemente na indústria de pneus. Juntamente com a firma Gevo Inc., do Colorado, a LANXESS está desenvolvendo isobuteno a partir de recursos renováveis, começando com o milho. O isobuteno é uma material-prima chave necessária na manufatura de borracha butílica.

No ano passado, a LANXESS deu partida em uma nova planta de geração de energia na sua unidade brasileira de Porto Feliz, a qual produz pigmentos de óxido de ferro. Esta planta de cogeração para a produção de eletricidade e vapor, inovadora e altamente eficiente, é alimentada com bagaço de cana, um componente fibroso da cana-de-acúcar que é sub-produto da obtenção de açúcar. Graças ao uso desta material-prima renovável e amigável ao meio ambiente, pode-se produzir energia para a planta em uma base neutra em termos de CO2.

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, tendo registrado vendas de 7.1 bilhões de Euros em 2010 e possuindo atualmente 15.800 funcionários em 30 países e 46 unidades de produção ao redor do mundo. O negócio-núcleo da LANXESS é o desenvolvimento, produção e marketing de plásticos, borracha, produtos intermediários e especialidades químicas.

Fonte: LANXESS

Lanxess apresenta novas linhas de produtos para o segmento de Plástico na BrasilPlast 2011

14/03/2011

Durante a feira, a companhia lançará novas linhas de produtos para o setor

A LANXESS, líder em especialidades químicas, participará da Brasilplast 2011 e contará com a participação de cinco – de suas treze –unidades de negócios (Functional Chemicals, Inorganic Pigments, RheinChemie e Semi-Crystalline Products) para levar ao mercado as principais novidades do setor.

Por meio da unidade de negócios Inorganic Pigments (IPG), a LANXESS apresentará na feira a linha de pigmentos Bayferrox® voltados para o mercado de plástico. Eles foram desenvolvidos para a utilização em embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e bebidas, bem como laminados e master batch, aplicados em produtos que necessitam ser moldados ou injetados. A linha encontra-se disponível nas cores vermelho, preto, amarelo, marrom e verde.

Segundo Lothar Schwarz, gerente de marketing da unidade IPG para a América Latina, estes pigmentos apresentam alto grau de fineza e dispersabilidade. “Isso facilita o processo de moagem e principalmente atendem aos requisitos de qualidade e pureza exigidos pelo Ministério da Saúde na Resolução 105 da ANVISA”, ressalta.

A unidade de negócios Functional Chemical (FCC), por sua vez, terá como destaque os corantes orgânicos, base solvente, para coloração de plásticos de engenharia sob a marca Macrolex®, que apresentam fácil solubilidade e possuem também aprovação para contato alimentício em diversos países. Uma das principais utilizações da linha Macrolex® é a coloração de garrafas PET e bandejas de PS expandido (isopor).

A unidade apresentará também as linhas de plastificantes isentos de ftalato, já conhecidas como Ultramol®, Adimol®, Unimoll® e Mesamoll®, destacando-se o plastificante Unimoll® AGF, que é produzido apenas com matérias-primas renováveis. O produto, que já conta com a aprovação da ANVISA, pode ser utilizado para produção de filmes estiráveis de PVC e brinquedos, justamente por ser permitido para fins alimentícios em diversos países, entre eles, o Brasil.

Ainda pela unidade FCC será apresentado ao público da feira a linha Levagard® de agentes retardantes de chamas, adequada para a utilização em espumas de poliuretano e materiais thermoset.

Outra unidade de negócios da LANXESS a participar da feira, a RheinChemie (RCH) levará à Brasilplast a linha de aditivos para poliuretanos Addocat® e Addovate®. A linha de produtos reticulantes Adollink® terá como novidade o Addolink® TT, um reticulante base isocianato bloqueado que aumenta o grau de reticulação, melhorando a adesão entre PVC/PET e também para outros tipos de plásticos.

Complementando o portfólio, a unidade de negócios apresentará também a linha Stabaxol, aditivos anti-hidrólise também utilizados como melhoradores de propriedades mecânicas, modificador de viscosidade para PA 6 e 6.6, além de controlador de peso molecular.

Já a unidade Semi-Crystalline Products (SCP) focará sua participação na feira nas linhas Durethan® C (copoliamidas para filmes extrudados) e Durethan® DP BKV 60EF H 2.0. Este último produto apresenta rigidez e propriedades mecânicas que proporcionam redução de custos pela substituição de materiais mais caros, como por exemplo, metais.

As linhas Easy Flow e Xtreme Flow Durethan® e Pocan®, Pocan® T 7331 (produto que apresenta rigidez e capacidade de absorção de cargas mecânicas em qualquer condição climática, características superiores ao de uma poliamida 6.6, e baixa tendência ao empenamento) também farão parte dos lançamentos da unidade.  Além disso, os novos grades Durethan® e Pocan®, retardantes à chama não-halogenados também serão expostos no evento.

Fonte: Brasilplast / Reed Alcântara Machado

LANXESS fecha acordo para compra da DSM Elastômeros

15/12/2010

Negócio envolve a incorporação de uma fábrica em Triunfo (RS), com capacidade de 40 mil toneladas/ano

A LANXESS e a holandesa Royal DSM N.V. firmaram um acordo para a venda da DSM Elastômeros para a LANXESS por 310 milhões de euros, à vista e livre de dívidas. A aquisição será financiada pela LANXESS a partir da liquidez existente e deverá ser acretiva como EPS (lucro por ação) a partir de 2011.

O negócio envolve a incorporação de duas fábricas da DSM Elastômeros, sendo uma localizada em Triunfo (RS), com capacidade anual de 40 mil toneladas, e outra, em Sittard-Geleen (sede da empresa), na Holanda, com capacidade produtiva de 160 mil toneladas/ano.

A DSM Elastômeros produz borracha sintética de monômeros de etileno propileno dieno (EPDM), sob a marca Keltan. Possui aproximadamente 420 funcionários em todo o mundo e deverá obter um faturamento de cerca de 380 milhões de euros em 2010.

Os contratos serão finalizados após a conclusão do processo de consulta com os representantes dos trabalhadores da DSM na Holanda. A transação ainda está sujeita à aprovação pelas autoridades antitruste e deve ser concluída nos primeiros meses de 2011.

“Estamos ansiosos para dar as boas vindas aos profissionais da equipe de EPDM da DSM, bem como para receber seus ativos em nossas principais atividades de borracha sintética”, disse Axel C. Heitmann, presidente mundial da LANXESS. “A transação também será um passo importante rumo à nossa meta de atingir cerca de 1,4 bilhão de euros em EBITDA pré-excepcionais em 2015”.

Feike Sijbesma, CEO/Chairman do Conselho de Administração da DSM disse: “A venda da DSM Elastômeros completa a nossa estratégia Vision 2010, para nos tornarmos uma empresa focada em Life Sciences e Materials Sciences. Essa transformação foi alcançada de acordo com o nosso cronograma e em condições favoráveis para nossos acionistas e funcionários. A DSM entrou agora em uma nova era, focada no estímulo ao crescimento e no retorno com maior rendimento, qualidade e confiança para cumprir nossas metas em médio prazo.”

O negócio será integrado à unidade de negócios Technical Rubber Products (TRP) da LANXESS, chefiada por Guenther Weymans, que comercializa EPDM sob a marca Buna PE®, com produções em Marl, na Alemanha, e em Orange, nos Estados Unidos; uma capacidade anual combinada de 120 mil toneladas.

Segundo Marcelo Lacerda, Presidente da LANXESS no Brasil, a empresa deu mais um importante passo para impulsionar suas atividades no país, onde já opera com suas 13 unidades de negócios e quatro fábricas. “Esta aquisição reforça nossa presença e amplia nossa base de produção no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que ratifica o comprometimento da LANXESS em crescer nos países do BRIC”, disse o executivo.

Com cerca de mil funcionários em todo o mundo, a unidade de negócios TRP faz parte do segmento Performance Polymers da  LANXESS, que registrou um faturamento de 2,4 bilhões de euros em 2009. Outros produtos do portfólio da unidade TRP incluem a borracha de policloropreno (CR), borracha nitrílica hidrogenada (HNBR), borrachas de etileno vinil acetato (EVM) e borracha nitrílica (NBR).

Produção sustentável e aplicações variadas

Com a transação, a LANXESS pretende fortalecer a sua base tecnológica por meio do acesso à tecnologia ACE, que, em comparação aos processos convencionais, reduz os custos com energia e produção de EPDM, ao mesmo tempo em que amplia as possibilidades de aplicação da borracha. A DSM está em processo de implementação desta tecnologia em uma escala maior em seu site em Sittard-Geleen.

“Nossos clientes serão beneficiados com uma vasta gama de produtos Premium de EPDM”, ressaltou Werner Breuers, membro do Conselho da LANXESS. A LANXESS avaliará a implementação da tecnologia ACE em suas fábricas existentes.

A borracha sintética de EPDM é utilizada, sobretudo, na indústria automobilística, mas também nas indústrias de modificação de plásticos, cabos e fios, construção e óleos aditivos. Suas propriedades incluem densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e a intempéries, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. O mercado global prevê um crescimento percentual de um dígito por ano, nos próximos dez anos, desse tipo de borracha, impulsionado pelo aumento das demandas no Brasil e na China.

A LANXESS é líder em especialidades químicas, com volume de vendas de 5.06 bilhões de euros em 2009. Atualmente conta com cerca de 14.500 funcionários distribuídos em 23 países. A companhia está presente em 42 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários. No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio e possui unidades produtivas, laboratórios e escritórios nas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

A Royal DSM N.V. cria soluções que fomentam, protegem e melhoram o desempenho. Seus mercados finais incluem nutrição e saúde humana e animal, cuidado pessoal, produtos farmacêuticos, automotivos, revestimentos e pintura, elétrica e eletrônica, proteção da vida e habitação. A DSM tem um faturamento anual líquido de cerca de € 8 bilhões e emprega aproximadamente 22.700 pessoas em todo o mundo. A empresa tem sede na Holanda, e possui unidades em cinco continentes. A DSM está listada na Euronext Amsterdam. Mais informações: www.dsm.co.

Fonte: Virta