Posts Tagged ‘Laminados’

Volume produzido pela indústria brasileira de embalagens flexíveis ultrapassa 1 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2020

08/09/2020

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) acaba de divulgar os dados de sua pesquisa setorial feita com exclusividade pela W4Chem. De acordo com o levantamento, o setor produziu 1,026 milhão de toneladas, com um consumo aparente de 1,003 milhão de ton. Neste período a importação de embalagens plásticas flexíveis ficou na casa das 31 mil toneladas e as exportações chegaram a 54 mil toneladas.

Chama a atenção na pesquisa o desempenho da indústria de alimentos como principal cliente do setor. Do total de embalagens produzidas no semestre, 38% foram absorvidas pelo setor alimentício. O segundo principal cliente são as aplicações industriais (18%), seguidas pelos descartáveis, com 13%. A indústria de bebidas e o setor de agropecuária tiveram desempenho semelhante, 9% cada, assim como higiene pessoal e limpeza doméstica, com 5% cada. Pet food começa a ganhar mais espaço e já responde por 2% do consumo de embalagens plásticas flexíveis produzidas no país.

Esta é a primeira vez que o estudo da W4Chem, feito para a ABIEF, traz a segmentação pelo tipo de estrutura utilizada nas embalagens. O resultado mostra que as estruturas multicamadas – stretch, shrink, BOPP, coextrudados, laminados e embalagens barreira – ainda são dominantes, com uma participação de 33% no total produzido. Na sequência vem monocamada com 28% (stretch, shrink e bobina); shrink com 13%; sacolas de varejo e sacos de lixo também com 13%; stretch com 10% e outros (lonas e filmes agrícolas) com 3%.

“A partir deste relatório também foi incluído no dimensionamento do mercado o volume de poliolefinas recicladas utilizadas em embalagens flexíveis. Por isso, os volumes totais dos dois primeiros trimestres de 2020 também foram revisados”, explica Rogério Mani, empresário e Presidente da ABIEF. Segundo ele, este ajuste foi necessário para refletir de forma fidedigna a realidade do mercado. “As resinas recicladas são uma realidade e já tem uma participação importante no mercado nacional.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Cipatex investe em controle de qualidade e avança na produção de laminados sem ftalatos

12/09/2017

Medida visa atender a diversos segmentos de atuação da empresa, com destaque para calçadista e moveleiro

O Centro de Pesquisa e Inovação da Cipatex passa a contar com equipamentos que vão garantir mais eficiência no controle dos níveis de ftalatos. A medida atende às exigentes especificações internacionais. De acordo com o gerente de inovação, pesquisa e tecnologia da Cipatex, Fernando Brandão, a aquisição de um cromatógrafo a gás acoplado com espectômetro de massa de última geração permite a identificação de compostos do início ao fim da produção, desde as matérias primas até o produto acabado. “O equipamento amplia a sensibilidade na análise de traços, aumenta a precisão e exatidão dos resultados, trazendo mais eficiência ao processo e garantindo que os níveis de ftalatos fiquem bem abaixo do permitido”, destaca Brandão.

​A medida visa atender a diversos segmentos de atuação da Cipatex, com destaque para o calçadista e moveleiro. No Brasil, a empresa possui a maior capacidade produtiva para materiais sem ftalato. Agora, com o novo equipamento, a companhia poderá atender com maior controle de qualidade. “A aquisição do cromatógrafo significa um grande avanço tecnológico e um importante passo para aumentar a capacidade da empresa de atender às necessidades de clientes nacionais ou internacionais”, destaca.

​​O​ gerente explica que os ftalatos são uma família de compostos, ésteres do anidrido ftálico com álcoois de baixo peso molecular. Alguns destes compostos são utilizados como plastificantes para as resinas de PVC para torná-las flexíveis e macias. No setor calçadista, os ftalatos são usados para conferir maleabilidade e flexibilidade ao cabedal e forro. Conforme Brandão, em alguns casos as substâncias são aceitas por determinado país, mas encontram barreiras no cliente/comprador. Também existem situações em que produtos aceitos por continentes podem ser proibidos pela legislação de um único país, criando um cenário complexo. A lista de restrições é dinâmica e talvez o mercado mais rígido seja o europeu, que segue o Reach, regulamento relativo ao registro, avaliação, autorização e restrição de produtos químicos.

Pelo regulamento, existem restrições em relação a alguns tipos de ftalatos, como DEHP, BBP e DBP. Para exportar para Europa, por exemplo, o nível de DEHP presente no produto final deve ser abaixo de 0.1 %.

Há 53 anos o Grupo Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Criada em 1964, a companhia hoje conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Cipatex lança linha de laminados de PVC para pisos de veículos

22/03/2016

Cipatex-autolinea-passA Cipatex lançou uma nova linha de produtos para atender ao mercado automotivo. Desenvolvido para pisos de veículos de passeio, ônibus, kombis e vans, o Autolinea Pass conta com estrutura compactada com cristal de proteção que confere durabilidade, alta resistência ao desgaste das estampas e facilidade de limpeza, afirma a empresa.

O laminado de PVC plastificado reforçado com tela mista de poliéster e algodão (Tela Mandragoa) foi desenvolvido nas cores preto, cinza e branco, além de contar com diversas opções de estampas, como Tuffing e Gravier. De acordo com a Cipatex, o produto atende a resolução número 498 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) de 2014, que estabelece que os materiais empregados nos revestimentos internos de veículos nacionais ou importados fabricados, transformados ou adaptados deverão apresentar velocidade de propagação de chama de, no máximo, cem milímetros por minuto.

A nova linha complementa o portfólio da Cipatex para o segmento automotivo. A empresa já produz o Autocron, revestimento para bancos e laterais de veículos, além de laminados para tetos e porta pacotes.

De acordo com o gerente comercial automotivo da Cipatex, Everton Thomaz, o mercado automotivo é estratégico para empresa e o objetivo com a desenvolvimento de novos materiais é oferecer aos fabricantes de veículos o maior número de opções de produtos. “Uma das principais perspectivas com o lançamento da nova linha é consolidar a atuação da empresa no segmento de ônibus”, comenta Thomaz.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos, contando com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, o grupo conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Cipatex

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Cipavinil® lança nova coleção de laminados para piscinas

18/11/2012

A Cipavinil® lançou novas estampas de laminados para revestimento de piscinas: Tartaruga 3D, Lisboa e Madri. Com as novas estampas a linha passa a contar com 17 opções de temas e combinações de cores, favorecendo os mais diversos projetos paisagísticos e possibilitando inúmeras criações para piscinas residenciais e de uso coletivo, como academias, clubes, escolas, clínicas terapêuticas entre outras.

Toda a linha conta com alta resistência aos raios UV, a variações de temperatura e aos produtos para tratamento da água. Além disso, o Cipavinil® possui a proteção antimicrobiana Microban®, que é incorporada durante o processo de fabricação, inibindo o crescimento de microorganismos e oferecendo proteção eficaz contra bolor, evitando manchas e mau odor.

As piscinas de vinil oferecem várias vantagens frente aos modelos convencionais. Dentre eles, a relação custo x benefício, que pode chegar a uma economia de até 60%. Outro diferencial é que são mais fáceis de limpar, reduzem a possibilidade de vazamento, oferecem maior facilidade de manutenção e são 100% recicláveis. Além disso, a durabilidade é excelente e caso haja interesse em reformar a piscina, basta trocar o bolsão substituindo por uma nova cor e estampa.

Sobre o Grupo Cipatex®

Criada em 1964, o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções confiáveis e inovadoras em laminados sintéticos e não-tecidosa. A empresa se diversificou e hoje conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual.  Ao todo, o grupo conta com mais de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte:  Alfapress Comunicações

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Vulcan lança materiais em PVC para texturização de paredes.

26/04/2012

Fazer texturização nas paredes ou apenas em uma parede da casa ou do escritório pode deixar o proprietário inseguro quanto aos resultados do trabalho do profissional ou até mesmo o tempo que vai demorar, a sujeira no local, entre outras questões que podem adiar a decoração do ambiente utilizando essa solução.

Por conta disso é que cada vez mais produtos chegam ao mercado com o objetivo de facilitar a decoração dos ambientes e, consequentemente, a vida do dono. Uma delas é justamente em relação à texturização.

A Vulcan, líder na fabricação de laminados plásticos no Brasil, acaba de lançar uma novidade no mercado de arquitetura e decoração: o Vulcatex. Feito à base de PVC, o material tem 7 tipos de texturas que imitam pátina e podem ser aplicadas de forma simples e rápida nas paredes. Utilizando uma cola especial, feita à base de água e sem cheiro, as folhas do material vão sendo coladas, tomando-se cuidado apenas para não ficarem “amarrotadas” ou tortas.

Segundo a superintendente de Marketing da companhia, Luiza Cairo, o produto é inovador e terá uma grande receptividade no mercado, já que pode ser aplicado em diversas superfícies, como gesso, alvenaria, madeira, azulejo e concreto. “A aplicação do produto é rápida, não faz sujeira e o proprietário, escolhendo as texturas, tem a exata noção de como sua parede vai ficar, evitando surpresas” – afirma.

Além disso, o material é apropriado para receber qualquer tipo de tinta, o que permite ao dono pintar a parede de uma cor diferente. “Tem pessoas que gostam de pintar a parede com texturização de uma cor diferente da do resto do ambiente para realçar. Fica lindo e o bom é que o material permite” – finaliza.

Fonte: Vulcan & Instituto do PVC

Fabricante de laminados de PVC investe na reciclagem

25/02/2011

A fabricante carioca de laminados de plásticos, Vulcan, deu um novo passo rumo aos seus compromissos voltados à sustentabilidade. Além de reciclar 100% das aparas de laminados do próprio processo industrial, a empresa está iniciando um projeto para recolher os rejeitos produzidos pelos clientes, como é o caso das indústrias farmacêutica e automobilística.

Com essa iniciativa, a Vulcan entrou para o rol de empresas que estão realizando ações de logística reversa, atividade defendida pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com essa atitude, as empresas recolhem e destinam os resíduos de produção derivados de seus produtos, usados como matérias primas por outros segmentos da indústria brasileira. Hoje, a empresa vende, por exemplo, bobinas de PVC para a indústria farmacêutica, que as utiliza para produzir embalagens de medicamentos. A idéia é recolher a sobra de plástico dessa atividade e levá-lo para a usina de reciclagem instalada dentro da fábrica da Vulcan em Irajá, Rio de Janeiro, que tem capacidade de processamento de 200 toneladas de rejeitos por mês, dando origem a uma nova linha de produtos a partir da reciclagem.

O Instituto do PVC, representante da cadeia produtiva do PVC, apoia ações como esta, que contribuem com o tripé do desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, a preservação ambiental e a economia de recursos naturais e insumos de sua cadeia produtiva. O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso têm como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza. Adicione-se a isso o fato de que o Brasil detém tecnologia de ponta para substituir os 43% de petróleo que o compõe por cana-de-açúcar, ou seja – o PVC 100% derivado de recursos naturais inesgotáveis. Outro aspecto que mostra a sustentabilidade do PVC é o fato de ser 100% reciclável. Os índices de reciclagem do PVC beiram os 20% no Brasil.

A indústria, por sua vez, está fazendo sua parte, desenvolvendo soluções e tecnologias que ajudem neste equilíbrio, conscientizando-se de que os processos de melhorias dependem de um todo. “A cadeia produtiva do PVC, por exemplo, tem dado sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e tecnológico do Brasil, pois queremos que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, utilização de recursos naturais com tecnologia e sustentabilidade.” ressalta Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC

Foto: Gustavo Stephan