Posts Tagged ‘Instituto do PVC’

UFSCar realiza nova edição do curso Tecnologia do PVC, em conjunto com o Instituto do PVC

21/08/2019

Foi iniciada no dia 20 de agosto a quarta edição do curso “Tecnologia de PVC”, como disciplina optativa para alunos dos cursos de graduação em Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

A iniciativa é realizada desde 2016 em parceria com o Instituto Brasileiro do PVC. O objetivo é aproximar os futuros profissionais, que logo estarão atuando no mercado, do mundo do PVC, apresentando conhecimento técnico sobre o material. São informações sobre as propriedades, características, versatilidade e possibilidades de aplicação sobre um dos plásticos mais utilizados mundialmente.

As aulas serão ministradas semanalmente por especialistas do setor que vão abordar tópicos abrangendo as formas de obtenção do PVC, aditivação, compostos de PVC flexível e rígido, blendas poliméricas, processo de transformação, entre outros assuntos, além de questões relacionadas a aspectos toxicológicos, regulatórios e temas ambientais que envolvem o PVC.

“Já é uma tradição da universidade e dos cursos de Engenharia trazer para nossos alunos o conhecimento e a expertise dos profissionais que atuam hoje no mercado e que acompanham o desenvolvimento da cadeia produtiva do PVC”, afirma o Prof. Luiz Antonio Pessan, chefe do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar e docente responsável pela disciplina Tecnologia de PVC.

Para o presidente do Instituto Brasileiro do PVC, Miguel Bahiense, a parceria tem se somado aos esforços do instituto para aproximar a academia das práticas do mercado, contribuindo para o uso adequado do PVC. “O conhecimento compartilhado faz com que os resultados obtidos nas diversas aplicações do PVC sejam os melhores em eficiência, assim como ambientalmente e economicamente”, completa o executivo.

Livro “Tecnologia do PVC”

Bahiense lembra que, em apoio às parcerias com as universidades e investindo no fomento da informação sobre as diversas tecnologias que envolvem o PVC, suas aplicações, reciclabilidade e função socioeconômica, o Instituto Brasileiro do PVC lançou a terceira edição do livro “Tecnologia do PVC”. A publicação traz um amplo conteúdo sobre os principais temas relacionados ao PVC abordando aspectos relacionados à obtenção desse plástico pelos vários processos de polimerização, características e propriedades das resinas de PVC, aditivos utilizados junto à resina para a obtenção de compostos de PVC, diferentes processos de transformação pelos quais esse plástico pode passar, além de informações sobre sua reciclagem e sustentabilidade. O livro “Tecnologia do PVC” pode ser adquirido na Livraria da Vila ou pelo site do Instituto Brasileiro do PVC: www.pvc.org.br .

Curta nossa página no

Estudo sobre Ecoeficiência de janelas é apresentado em feira em Blumenau

20/05/2016

Instituto do PVC participou da Fabricon e da 12ª Fenahabit, onde apresentou estudo que evidencia as vantagens ambientais das janelas de PVC considerando três cidades brasileiras: São Paulo, Curitiba e Natal

Kommerling-fabrica-esquadriasNesta sexta-feira, 20 de maio, o Instituto do PVC participou da Fabricon – Feira Brasileira de Fabricantes da Construção Civil e da 12ª Fenahabit – Feira Nacional das Tecnologias de Habitação, Construção e Imobiliário, eventos realizados paralelamente em Blumenau, Santa Catarina. Na ocasião, a entidade apresentou em detalhes a primeira Análise de Ecoeficiência de um produto de PVC realizada no país, que compara o desempenho e aspectos ambientais de janelas brancas de PVC e janelas brancas de alumínio.

O estudo contemplou a produção, montagem, instalação, uso (com e sem ar condicionado), manutenção e destinação final dos produtos. Foram consideradas variações térmicas diferentes, em cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Natal (RN) e em diferentes horários: comercial e residencial.

Os resultados mostraram que a janela de PVC é mais ecoeficiente que a janela de alumínio. Na avaliação das 11 categorias analisadas, a janela de PVC apresentou melhor desempenho em 10, se destacando principalmente na categoria Consumo de Energia, pois consome duas vezes menos energia que a janela de alumínio em todo o ciclo de vida dos produtos. Das mais relevantes categorias do estudo, destacaram-se ainda Consumo de Recursos e Potencial de Toxicidade. A janela de PVC consome três vezes menos recursos que a janela de alumínio e tem duas vezes menos pontos de toxicidade.

Na avaliação do impacto econômico, observou-se o preço de mercado mais elevado das janelas de PVC. Entretanto, essa variação inicial se dilui com o tempo de uso do produto, devido à melhor eficiência da janela de PVC em relação ao isolamento térmico e consequente economia de energia mensal.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, palestrante no evento, o objetivo do estudo foi analisar o desempenho de todo o ciclo de vida de duas das alternativas de janelas mais utilizadas pelo consumidor no Brasil, incluindo sua reciclagem. “A partir de informações técnicas e científicas, a população tem mais condições para tomar a melhor decisão sobre os produtos utilizados no dia a dia e obter o melhor benefício. Neste caso específico, arquitetos, construtoras e mesmo o consumidor final, ao tomarem conhecimento dos resultados, se sentirão confortáveis e seguros para especificar e usar janelas de PVC em obras, inclusive em reformas”, afirma o executivo.

A análise foi realizada pela Fundação Espaço ECO® (FEE®) para o Instituto do PVC e passou por uma revisão externa realizada pelo TÜVRheiland – instituto independente para inspeção técnica e certificação.

O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, difundindo suas qualidades técnicas e ambientais, bem como sua versatilidade e reciclabilidade.

Fonte: Instituto do PVC

Curta nossa página no

Campanha de reciclagem de cartões de plástico chega a Fernando de Noronha

18/04/2016

Com o objetivo de promover a reciclagem de plásticos, o aeroporto de Fernando de Noronha recebe o coletor Papa Cartão® que prepara os cartões para serem transformados em novos produtos

InstitutodoPVC_FernandoNoronhaFernando de Noronha é um dos principais e mais belos parques marinhos brasileiros e destino daqueles que buscam o contato com a natureza. Dessa forma, a ação tem por objetivo informar aos moradores e visitantes do Arquipélago que os plásticos são 100% recicláveis e que as boas práticas de consumo responsável e descarte adequado contribuem para a preservação do ambiente.

No dia 19 de abril, o Aeroporto de Fernando de Noronha (PE) vai receber um Papa Cartão®, um coletor de cartões de plástico, para que esses produtos sejam destinados à reciclagem.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre a fabricante de cartão e recicladora RS de Paula e a Administração do Distrito de Fernando de Noronha e é realizada com o apoio do Instituto do PVC e Plastivida.

Cartões de débito, crédito, seguro-saúde, fidelidade, cartões-presentes, credenciais, cartões telefônicos, bilhete único e outros, inclusive os que contêm chip e tarja magnética poderão ser depositados nas máquinas Papa Cartão®. A máquina os tritura para serem transformados em novos produtos, tais como porta copos, placas de sinalização, caixas, marcadores de páginas, cartões de visitas, entre outros. Renato Soares de Paula, criador do Papa Cartão®, garante a segurança no processo: “como a frente da máquina é feita com plástico transparente, é possível visualizar o cabeçote destruindo o cartão em pontos estratégicos, mesmo aqueles com chip”, afirma.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, a preservação do meio ambiente se dá a partir de informação e boas práticas de consumo e destinação de resíduos. “A reciclagem de cartões é um exemplo das ações que a cadeia produtiva dos plásticos tem realizado, no sentido de investir em educação ambiental, visando o bem-estar social, benefícios econômicos e preservação ambiental”, afirma o executivo. E completa: “esperamos que a ação seja apenas um ponto de partida para que as pessoas descartem corretamente outros tipos de produtos, sejam plásticos ou não.”

As iniciativas sustentáveis vem crescendo por parte das empresas de Fernando de Noronha e, com isso, há possibilidade de se ampliar a campanha de reciclagem de cartões. A Econoronha, por exemplo, adquiriu cartões feitos de plásticos reciclados para servirem de ingresso ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. Uma das possibilidades que a RS de Paula vislumbra é a reciclagem também desses cartões de acesso, aumentando ainda mais a vida útil dos plásticos e contribuindo para a preservação de meio ambiente e a sustentabilidade do Arquipélago.

Fonte: Instituto do PVC

Curta nossa página no

Plástico, ciência e sociedade foram temas abordados pela Plastivida e Instituto do PVC na Plastech 2015

31/08/2015

As entidades apoiaram as iniciativas de coleta seletiva e reciclagem realizadas nos dias do evento, além de palestras para a discussão da relação entre as pessoas e os plásticos

Miguel_PlastividaA relação das pessoas com os plásticos, a importância das informações técnicas e científicas no esclarecimento de mitos e fatos sobre os produtos plásticos e suas características, assim como a importância da educação ambiental na disseminação das boas práticas de consumo e descarte, foram temas que a Plastivida e o Instituto do PVC abordaram na edição 2015 da Plastech Brasil, feira da cadeia petroquímica de transformação,  realizada de 25 a 28 de agosto, em Caxias do Sul (RS).

As entidades foram Patrocinadoras Ouro do Recicla Plastech Brasil, que envolve conhecimento, educação ambiental e valorização dos benefícios dos plásticos na vida das pessoas. A iniciativa levou conceitos de descarte correto e reaproveitamento de materiais para além da feira, buscando a conscientização da sociedade sobre a forma correta de descarte dos plásticos.

Uma das inciativas do Recicla Plastech Brasil foi promover a educação ambiental. Para incentivar as crianças a levarem até suas escolas embalagens recicláveis de plásticos (garrafas de água, potes de produtos de higiene e limpeza, de alimentação, etc.), foram distribuídos gibis que contam a história da reciclagem e da coleta seletiva. Esses produtos foram coletados no mês de agosto em durante a Plastech, foram reciclados e transformados em aproximadamente em 1.200 lixeiras que serão doadas às mesmas escolas.

As três escolas com maior volume de resíduos recolhidos, a maioria na forma de embalagens plásticas,  serão premiadas com aparelhos retroprojetores (datashow): Geny Adélia Dalle Molle (bairro São Cristóvão), com 764,66 quilos; Dolaimes Stédile Angeli (bairro Centenário), com 514,11 quilos; e Vovó Phelomena (bairro Serrano), com 440,02 quilos. A entrega, tanto das lixeiras, quanto dos prêmios, ocorrerá nos próximos dias, após o encerramento da Plastech Brasil 2015. A escola com maior volume de material coletado receberá um prêmio especial para seus alunos: além do retroprojetor, em reconhecimento ao esforço e ao trabalho dos alunos, as entidades entregarão a essa escola o “Troféu Plastivida 2015 – Plástico, Ciência e Sociedade”.

O projeto promoverá, também, após a Plastech 2015, ações de educação ambiental junto às escolas da região, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com o envolvimento das crianças, de professores e familiares.

Além disso, os visitantes do stand do Recicla Plastech Brasil puderam saber mais sobre a importância dos plásticos no desenvolvimento da sociedade, por meio da exposição virtual “Plasticidade – História e Arte do Plástico”, realizada pelas entidades.

Os visitantes também participaram de ações de reciclagem e conscientização sobre descarte correto de plásticos com a coleta das credenciais,  feitas de PVC, nas máquinas no Papa Cartão®, para serem transformadas em novos produtos.

A sociedade e os plásticos

Miguel Bahiense (foto), presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, apresentou palestra para os visitantes da Plastech 2015 sobre a relação fundamental entre plástico, ciência e sociedade.

Os plásticos fazem parte da vida das pessoas, desde a hora em que acordam, até o momento em que vão dormir. Estão presentes em quase todos os itens do cotidiano, protegendo os alimentos, nas roupas, no ambiente de trabalho, no lazer, nos meios de transportes e de comunicação.

A busca constante da harmonia entre o consumo, o descarte, o bem-estar social e a preservação ambiental é o trabalho que a Plastivida e o Instituto do PVC realizam. As entidades acreditam que a chave para essa equação está nas pessoas.

Segundo Bahiense, são as pessoas que avaliam os benefícios de um produto para seu bem-estar, sua saúde, prevenção de doenças, proteção, qualidade de vida, assim como para a preservação do meio ambiente no momento da compra. “É nosso papel atuar para que informações com base científica sejam divulgadas e para que haja diálogo com a sociedade, contribuindo, assim, para que as pessoas possam decidir de forma consciente na hora de escolher determinado produto”, afirma Bahiense. E completa: “promovemos e apoiamos ações de educação ambiental para que as boas práticas de consumo e descarte sejam disseminadas e para que a sustentabilidade – a partir do benefício econômico, social e ambiental – seja perene. ”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida – Instituto do PVC / Foto: Estefânia Uchoa/CMADS, divulgação

Curta nossa página no

Indústria de reciclagem de PVC no Brasil fatura R$ 146,8 milhões

31/03/2014

As 84 empresas recicladoras de PVC, que juntas somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregam 1.485 pessoas.

Pesquisa mostra que as 84 recicladoras de PVC do país faturaram juntas R$ 146,8 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 6% em relação ao observado em 2011 (R$ 138 milhões). Os dados apontam que o aumento do faturamento das recicladoras é resultado da comercialização de produtos reciclados com maior valor agregado.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto do PVC e tem base 2012 e mostra também que essas empresas, que somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregaram no período, 1.485 pessoas, o que representa um crescimento médio de 2% ao ano nos últimos cinco anos.

Ipvc_1

O nível operacional do setor foi de 63%, o que significa um maior nível de utilização da capacidade instalada e maior rentabilidade nos negócios. Este índice é maior que os observados em outros anos, um recorde desde que o Instituto do PVC começou a monitorar a indústria de reciclagem em 2005. Ipvc_2

 Os recicladores de PVC no Brasil localizam-se principalmente nos estados das regiões Sudeste e Sul, com destaque para São Paulo. Por ser um dos principais na indústria de transformação de plástico no Brasil e com grande poder de consumo da população, consequentemente, o estado de São Paulo possui a maior quantidade de resíduos pós-consumo disponíveis para a reciclagem.

Ipvc_3Reciclagem industrial e pós-consumo

A produção total de PVC reciclado no Brasil (considerando-se resíduos industriais e pós-consumo) aumentou nos últimos oito anos. A variação considerando 2012/2011 foi de 21%. Quando se analisou apenas os resíduos de PVC pós consumo, a pesquisa mostrou que, em 2012, foram recicladas 22.463 toneladas de PVC pós-consumo, o que corresponde a um índice de reciclagem de 16,3%. O índice ficou acima da média histórica que é de 16% entre 2005 e 2012. A exceção foi em 2011, um ano recorde em termos de reciclagem do PVC.

Ipvc_4
Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

O Instituto do PVC é a entidade que representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. “O objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda e que vem compor o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC; Maxiquim Consultoria (Gráficos e Tabelas).

Curta nossa página no

Instituto do PVC apoia cursos nas áreas de arquitetura e construção civil

29/01/2014

O Instituto do PVC e outras quatro associações levam curso sobre produtos utilizados na arquitetura e construção civil para alunos de universidade em São Paulo. O objetivo é oferecer informações técnicas e atualizadas sobre o PVC e outros materiais utilizados nestes segmentos, abordar suas aplicações, a inovação em cada tipo de produto e os desenvolvimentos disponíveis no mercado.

O curso de férias “Introdução aos sistemas construtivos: materiais, produtos e aplicações” será realizado entre os dias 27 e 31 de janeiro na Universidade São Judas Tadeu e contará com a participação de 69 alunos de arquitetura e engenharia civil da universidade. No caso específico do PVC, o Instituto do PVC levará profissionais do mercado para falarem sobre a tecnologia, a aplicação e a inovação em esquadrias, pisos e sistema construtivo concreto PVC, além de uma aula introdutória sobre o material.

Para a professora Dra. Paula De Vincenzo Fidelis Belfort Mattos, coordenadora dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design e do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade, a parceria com as indústrias de materiais da construção civil visa propiciar aos alunos o contato efetivo com o mundo profissional, complementando o conteúdo ministrado em salas de aula. “Esperamos que este curso introdutório seja o início de uma parceria entre indústria de universidade, ou seja, a produção de conhecimento exercida de um modo objetivo e responsável”, afirma.

Além do Instituto do PVC, as entidades que fazem parte do projeto são a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), a Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (ABRAVIDRO), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e a Associação Brasileira Construção Metálica (ABCEM).

Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, essa aproximação entre a universidade e o mercado é fundamental para o desenvolvimento tecnológico. “Acreditamos na importância de trazer para o aluno a realidade do mercado, seus desenvolvimentos tecnológicos, aplicações e demandas para que haja uma interação entre a academia e a indústria, com o objetivo do desenvolvimento do mercado brasileiro como um todo”, afirma o executivo.

Bahiense lembra que a participação do PVC na arquitetura e construção civil está em ascensão com a conquista de espaços mais nobres nos ambientes. Além dos benefícios técnicos e estéticos e de versatilidade, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, seja por suas matérias-primas, propriedades, aplicações ou mesmo por sua reciclabilidade.

Antigamente a participação do PVC era notada apenas em produtos como tubos e conexões, aplicações de sucesso. O mercado cresceu e o PVC passou a ser utilizado em portas, janelas, pisos, forros, papéis de parede, sidings, decks, piscinas, entre outras aplicações de caráter arquitetônico. “Além disso, a indústria está sempre em busca de novas tecnologias para tornar o produto sempre mais atrativo e sustentável, além de competitivo”, explica Bahiense.

O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover o crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.

Para saber mais sobre o curso, contatar Coordenação do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu pelo telefone (11) 2799-1672.

Fonte: Instituto do PVC

Curta nossa página no

Brasil recicla 19% do resíduo de PVC pós-consumo gerado no país

05/09/2012

Pesquisa aponta maior índice histórico de reciclagem de PVC desde 2005

Pesquisa encomendada pelo Instituto do PVC mostra que o índice de reciclagem de PVC pós-consumo no Brasil passou de 15,1% em 2010 para 19% em 2011, maior taxa registrada desde 2005, quando a pesquisa começou a ser realizada. O volume reciclado foi de 29.857 toneladas frente às 25.302 toneladas recicladas no ano anterior, ou seja, um aumento de 18%.

O estudo mostrou que a indústria brasileira de reciclagem de PVC empregou, em 2011, 1.456 pessoas e faturou por volta de R$ 138 milhões. Sua capacidade instalada que era de 73.282 toneladas em 2010 teve aumento de 9,7% atingindo 80.391 toneladas. Aliado a isso, a ociosidade que era de 59,1% no ano anterior, diminuiu para 46,7% em 2011, o que mostra que o setor está se desenvolvendo e ainda tem grande potencial de crescimento.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, um maior o crescimento da atividade de reciclagem está diretamente atrelado à intensificação de sistemas de coleta seletiva de resíduos pós-consumo. “O Brasil tem mais de 5.500 municípios dos quais apenas 8% apresentam algum tipo de sistema de coleta seletiva”, afirma Bahiense. “É preciso mudar esse cenário para que a indústria de reciclagem tenha oportunidade não só de crescer, mas de ser um mercado formal”. E completa: “O Instituto trabalha para promover conceitos de uso adequado, reutilização e descarte correto do PVC, como objetivo de contribuir para a criação da cultura da reciclagem na sociedade como um todo.”

A pesquisa mostra que a relação entre o descarte e a reciclagem tem mudado. Em 2010, o país descartou 167 mil toneladas e reciclou 15,1%. Já em 2011, foram descartadas 157 mil toneladas e recicladas 19%, ou seja, mesmo com a diminuição no total de resíduo pós consumo gerado, a taxa de reciclagem aumentou, o que é extremante positivo.

O PVC, apesar de estar entre os três plásticos mais produzidos no mundo, é o plástico que menos aparece no lixo urbano. Isso ocorre porque 64% dos produtos de PVC são usados em aplicações de longa duração, com vida útil superior a 15 anos, como tubos e conexões, pisos, esquadrias, janelas, entre outras, muitos dos produtos ultrapassando os 50 anos de uso. Apenas 12% do PVC são destinados às aplicações de curta vida útil, ou seja, de 0 a 2 anos. O restante, 24% são aplicados em produtos de vida útil entre 2 e 15 anos.

Tanto a taxa de reciclagem de PVC flexível quanto a de PVC rígido aumentaram, de 18,7% em 2010 para 20,50% e de 11,4% para 17,40%, respectivamente. A reciclagem de PVC flexível é maior, pois o PVC rígido está mais associado a aplicações da construção civil, ou seja, de longa vida útil.

Algumas características regionais da indústria de reciclagem do PVC também foram apuradas. Do total de resíduo de PVC reciclado em 2011, a região Centro-Oeste, que em 2010 não registrou atividade, respondeu por 4,3% da reciclagem. O Sudeste respondeu por 57,7%, seguido pela região Nordeste com 27,6%, Sul com 6,9% e Norte 3,6%.

A principal matéria-prima do PVC é o cloro obtido do sal marinho (57%), recurso inesgotável na natureza. Os 43% restantes são obtidos a partir do eteno, derivado do petróleo.

A pesquisa em números:

 Indicadores

2011 2010 Variação (%) 11/10
Número de empresas recicladoras de PVC 95 88 7,95
Faturamento bruto R$ 138.123.734 R$ 133.486.000 3,47
Número de empregos diretos 1.456 1.339 8,74
Ociosidade do setor 46,70% 59,10%
Preço médio por tonelada R$ 2.530,00 R$ 2.128,00 18,89
Quantidade de PVC descartado 157.000 ton. 167.000 ton. -5,99
Quantidade de PVC pós-consumo reciclado 29.857 ton. 25.302 ton. 18,00
Quantidade de PVC pós-consumo + industrial reciclados 42.811 29.948 42,95
Origem do PVC reciclado 69,7% pós-consumo30,3% industrial 84,9% pós-consumo15,1% industrial
Taxa de Reciclagem de PVC pós-consumo 19% 15,10%
Taxa de Reciclagem de PVC flexível pós-consumo 20,5% 18,7%
Taxa de Reciclagem de PVC rígido pós-consumo  17,4% 11,4%

Fonte: Maxiquim

A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

Sobre o Instituto do PVC e o setor que representa:  O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. Seu compromisso é o de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Por ser um plástico versátil, o PVC está presente também em aplicações de alto valor agregado, como equipamentos para área médica (bolsas, cateteres), utensílios para indústria automotiva, aplicações para agricultura, etc.

Fonte: Instituto do PVC

Curta nossa página no

Casa de PVC será montada a cada três horas durante a Feira da Providência, no Rio de Janeiro.

29/11/2011

As aplicações dos plásticos em projetos sustentáveis como em perfis construtivos, assim como a sua reciclabilidade, serão abordados nos cinco dias do evento.

Uma casa feita com perfis construtivos de PVC será montada e desmontada a cada três horas, durante a Feira da Providência, que acontece entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro, no Rio Centro, Rio de Janeiro. Esta será uma das atrações do estande das entidades ligadas ao setor dos plásticos, que vão discutir a sustentabilidade desses produtos, assim como sua reutilização e reciclagem. Uma máquina que retira o ar do Isopor® para que seja reciclado, um telão eletrônico que aborda os mitos e fatos sobre os plásticos, além de um processo de coleta dos resíduos descartados na feira para serem destinadas à reciclagem, tudo isso fará parte do evento.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC e da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, é importante que a população conheça a utilidade dos plásticos e sua capacidade de promover economia, bem estar e sustentabilidade. “Não é possível imaginar a vida moderna sem os plásticos e, para que possamos usufruir de seus benefícios sem prejudicar o meio ambiente, é necessário levar à sociedade informações sobre uso responsável e descarte adequado”, afirma o executivo.

Casa de PVC – Ideal para a construção de habitações com rapidez, limpeza e segurança, a casa que será montada durante a feira é feita de painéis de PVC preenchidos com concreto. Durante o evento, os participantes vão ver que esses perfis são montados como ‘lego’: os painéis são acoplados entre si por meio de encaixes nas laterais e podem ser usados em construções de até cinco pavimentos.

O sistema construtivo em PVC facilita a gestão da obra e dos materiais necessários, uma vez que o kit vem pré-estabelecido. Outro benefício desse tipo de construção é que não demanda acabamento, uma vez que o PVC cumpre essa função. A maior vantagem para o morador é a durabilidade e a baixa manutenção do sistema em PVC. A durabilidade da edificação chega a 50 anos, com garantia de 15 anos. Além disso, com água e sabão neutro se faz a limpeza das paredes, sem necessidade de pintura freqüente. E o conforto ambiental fica assegurado pelo alto desempenho termoacústico do material.

Segundo Bahiense, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, gerando economia e, ainda, podendo ser reciclado. “Hoje o Brasil tem uma taxa de 15% de reciclagem de PVC, índice expressivo, se levarmos em conta que grande parte desse material é usado em aplicações de longa duração”, lembra o executivo.

Parceria com a Eccovida – Os plásticos são 100% recicláveis. Para reforçar esse conceito e promover junto aos visitantes da feira ações de responsabilidade no consumo e no descarte dos produtos, a Plastivida, em parceria com a ONG Eccovida, que atua no Rio de Janeiro, realizarão a coleta de todo o resíduo gerado no evento para a reciclagem. “A Eccovida realiza um trabalho de promoção à coleta seletiva no Rio de Janeiro e pretende, com esse projeto, incentivar a comunidade a participar cada vez mais”, afirma Edson Freitas, diretor da entidade. Diariamente serão divulgados boletins sobre a quantidade do material coletado na feira, que será doado a entidades assistenciais para reciclagem.

Isopor® é plástico e é reciclável – Também será demonstrado como é feito o processo de reciclagem do Isopor®, que poucos sabem que é um plástico 100% reciclável e que pode se tornar rodapés, molduras para quadros, pranchetas e réguas escolares, por exemplo. “O Isopor® também pode ser reutilizado na construção como revestimento acústico, como no preenchimento das paredes da própria casa de PVC”, explica Miguel Bahiense.

Os visitantes do evento também poderão verificar seus conhecimentos sobre os plásticos e tirar dúvidas em um painel eletrônico que as entidades levarão até o pavilhão. “Todas essas ações têm a mesma finalidade, chamar a atenção da população para a importância dos plásticos em nosso cotidiano e para as boas práticas que garantem a sustentabilidade”, completa Bahiense.

Serviço:

Feira da Providência

Rio Centro – 30/11 a 04/12

http://www.feiradaprovidencia.org.br/

Fonte:  Instituto do PVC

Bolsas confeccionadas com resíduos de PVC ganham prêmio de design IDEA/Brasil

12/09/2011

As bolsas produzidas a partir do reaproveitamento de PVC, utilizado no segmento de comunicação visual, pela gaúcha EcoKrim – empresa em atuação desde 1942 – receberam o prêmio IDEA/Brasil, edição nacional do maior prêmio de design dos Estados Unidos – o International Design Excellence Awards (IDEA). Fabricadas com laminados de PVC utilizados em banners, estas bolsas aliam reutilização, design e geração de renda. ‘Toda a produção envolve trabalhadores de cooperativas de comunidades carentes ou do sistema prisional’, conta Mari Luce Crim Caetano, diretora administrativa e idealizadora do projeto.

 Segundo Mari Luce, o projeto nasceu há dois anos em função da necessidade da empresa e de seus clientes darem um destino adequado ao material de publicidade que descartavam. A EcoKrim começou então a receber de volta este material e articular o processo de produção de itens que reaproveitassem este PVC de maneira criativa e que gerasse renda para as artesãs, mulheres do regime prisional (aberto e fechado), cooperativas de trabalho e costureiras. Para completar, a empresa convidou a designer Ritha Braga para desenhar alguns modelos e agregar valor às bolsas. ‘Acredito que o prêmio é um grande reconhecimento pelo design inovador e pela sustentabilidade que trouxemos em diversos aspectos’, conclui a diretora da EcoKrim.

 O Instituto do PVC, representante da cadeia produtiva do PVC, apoia ações como esta, que contribuem com o tripé do desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, a preservação ambiental e a economia de recursos naturais e insumos de sua cadeia produtiva. O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso tem como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza.  O PVC é  100 % reciclável, sendo que o índice de reciclagem mecânica do PVC em 2010 foi de 15,1%.  “Atuamos para que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, o uso consciente dos recursos naturais e ações de responsabilidade ambiental e social”, ressalta Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC

Cresce 22,3% a reciclagem de PVC pós-consumo no Brasil em um ano

22/08/2011

Pesquisa aponta que, em 2010, mais de 25 mil toneladas de PVC pós-consumo foram recicladas.

Pesquisa encomendada pelo Instituto do PVC mostra que o índice de reciclagem de PVC pós-consumo no Brasil passou de 14,5% em 2009 para 15,1% em 2010. O volume reciclado foi de 25.302 toneladas frente às 20.693 toneladas recicladas no ano anterior, ou seja, um aumento de 22,3%.

A indústria de reciclagem de PVC no Brasil emprega 1.339 pessoas e fatura R$ 133 milhões. Sua capacidade instalada é de 73 mil toneladas e atua com uma ociosidade de 59,1%. Isso mostra claramente o potencial de crescimento desta atividade. Entretanto, “este desenvolvimento está atrelado à intensificação de sistemas de coleta seletiva de resíduos pós-consumo”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC. O Brasil tem mais de 5.500 municípios dos quais cerca de 8% apresentam algum tipo de sistema de coleta seletiva.

A pesquisa mostra também mudanças na origem do PVC destinado à reciclagem. Em 2009, do total reciclado, 72,9% correspondiam a resíduos pós-consumo e 27,1% industrial, enquanto em 2010, os números encontrados foram 84,5% e 15,5%, respectivamente, ou seja, houve aumento na quantidade de resíduo pós consumo reciclado, “o que é extremamente positivo”, destaca Bahiense.

O PVC, apesar de estar entre os três plásticos mais produzidos no mundo, é o plástico que menos aparece no lixo urbano. Em 2010 foram gerados 167 mil toneladas de resíduos de PVC pós-consumo o que corresponde a apenas 5% do total de resíduo plástico gerado no Brasil. Isso ocorre porque 64% do PVC são usados em aplicações de longa duração, com vida útil superior a 15 anos, como tubos e conexões, pisos, esquadrias, janelas, entre outras, muitos dos produtos ultrapassando os 50 anos de uso. Apenas 12% do PVC são destinados às aplicações de curta vida útil, ou seja, de 0 a 2 anos. O restante, 24% são aplicados em produtos de vida útil entre 2 e 15 anos.

Como o PVC pode ser rígido ou flexível, a pesquisa desmembrou a taxa de 15,1% do PVC (rígido + flexível). Para o PVC rígido a taxa aumentou, saindo de 10,7% em 2009 para 11,4% em 2010. Já para o PVC flexível a variação foi ainda maior, de 17,6% em 2009 para 18,7% em 2010. A razão dessa diferença está diretamente relacionada com o ciclo de vida útil do PVC. Como o PVC rígido está mais associado a aplicações da construção civil, ou seja, de longa vida útil, é natural que estes produtos demorem a chegar a uma empresa recicladora na forma de resíduos. Com o PVC flexível ocorre o processo inverso, já que as aplicações desse PVC são mais associadas aos curtos e médios prazos de vida útil. Assim, a pesquisa confirmou o esperado, que a reciclagem de PVC flexível continua sendo maior que a do PVC rígido, sendo que considerados os dois tipos de PVC juntos, a taxa total é de 15,1%.

Algumas características regionais da indústria de reciclagem do PVC também foram apuradas. Do total reciclado em 2010, o Sudeste respondeu por 48% da reciclagem, seguido pela região Sul, com 41%, Nordeste com 8% e Norte com 3%. O Centro-Oeste não registrou a presença de recicladores.

O PVC é um plástico diferenciado. A principal matéria-prima é o cloro obtido do sal marinho (57%), recurso inesgotável na natureza. Os 43% restantes são obtidos a partir do eteno, derivado do petróleo.

 A pesquisa em números

Indicadores

2010

2009

Variação (%)10/09

Número de empresas recicladoras de PVC

88

105

-16,2

Faturamento bruto

R$ 133.486.000

R$ 127.130.000

5,0

Número de empregos diretos

1339

1.346

-0,5

Ociosidade do setor

59,10%

59,60%

——

Preço médio por tonelada

R$ 2.128,00

R$ 2.050,00

3,8

Quantidade de PVC descartado

167.054 ton

142.401 ton

17,3

Quantidade de PVC pós-consumo reciclado

25.302 ton

20.693 ton

22,3

Quantidade de PVC pós-consumo + industrial reciclados

29.948 ton

28.385 ton

5,5

Origem do PVC reciclado

84,5% pós-consumo

72,9% pós-consumo

——

 

 

15,5% industrial

27,1% industrial

Taxa de Reciclagem de PVC pós-consumo

15,1%

14,5%

——

Taxa de Reciclagem de PVC flexível pós-consumo

18,7%

17,6%

——

Taxa de Reciclagem de PVC rígido pós-consumo 

11,4%

10,7%

——

A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

Sobre o Instituto do PVC e o setor que representa – O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. Seu compromisso é o de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Por ser um plástico versátil, o PVC está presente também em aplicações de alto valor agregado, como equipamentos para área médica (bolsas, cateteres), utensílios para indústria automotiva, aplicações para agricultura, etc.

Fonte: Instituto do PVC

Cipatex apresenta novidades para revestimento de piscinas.

10/08/2011

A Cipatex, indústria 100% brasileira e líder na fabricação de laminados sintéticos, lança no mercado nacional três novas estampas para piscinas de vinil. Todas são da Linha Cipavinil®, revestimento vinílico para piscinas, e foram desenvolvidas de acordo com as tendências nacionais e internacionais de design para áreas de lazer. A linha dispõe de diversos padrões de estampas, que permitem composição de fundos e bordas e podem transformar piscinas de vinil em artigos de decoração, valorizando o projeto.

 Os lançamentos da marca são o 3D, com o tema golfinhos, novo conceito que valoriza a estampa e causa a impressão de aumento na dimensão da piscina de uma forma lúdica; Pastilhas Miscelânia e Vidro Verde, que estão em alta no mercado de decoração por seu estilo e variedade.

 O Cipavinil® apresenta resistência, estilo e qualidade, principalmente em relação à facilidade de adaptação a qualquer tipo de piscina, com rapidez e praticidade. Os produtos possuem diferenciais técnicos como a proteção antimicrobiana Microban®, que evita a proliferação de microorganismos, resistência aos raios ultra-violeta, às variações de temperatura e aos produtos indicados para o tratamento da água da piscina.

 “O objetivo, com este lançamento é oferecer ao consumidor mais opções e inovações tecnológicas constantes, para atender às necessidades e estilo de cada um. Além disso, reforçamos o posicionamento do Cipavinil®” no mercado de piscinas como uma marca aberta a possibilidades de criação e desenvolvimento, afirma Amauri Rosa, vendedor técnico da linha Cipavinil.

 Praticidade, resistência e visual moderno são apenas algumas das vantagens da Cipavinil®. Outros benefícios são a fácil conservação, limpeza, transporte e a rápida instalação. Além disso, o revestimento pode ser trocado quando quiser e se adequa a qualquer projeto, até os mais ousados.

 O Cipavinil tem como garoto-propaganda o nadador brasileiro Cesar Cielo, campeão mundial e olímpico. O material promocional já está sendo utilizado e pode ser visualizado nos pontos de venda e parceiros da marca.

Fonte: Instituto do PVC / Cipatex

Panéis de PVC são utilizados no Revestimento do Túnel do Guarujá, em São Paulo.

14/07/2011

O PVC ganha nova aplicação no Guarujá (SP). Na forma de forro, o material passa a revestir o túnel Juscelino Kubitscheck, conhecido como túnel da Vila Zilda que, com 375 metros de extensão, tem 180 deles em forma de caverna rochosa.

O túnel Juscelino Kubitschek foi inaugurado em 1993. Desde então, nunca passou por ampla reforma, como a realizada no momento. Escavado numa rocha do Morro do Tejereba, a estrutura sempre sofreu com a umidade.

Segundo o secretário de Desenvolvimento e Gestão Urbana, Eng. Duíno Verri Fernandes, responsável pela ideia de utilizar o PVC, a estrutura rochosa gera gotejamento que danifica o asfalto, facilita a ocorrência de acidentes, deteriora a estrutura de iluminação, entre outros problemas.

“O projeto original da obra contemplava uma estrutura de concreto com drenagem lateral, mas achei que não seria eficaz na estanqueidade da água”, contou o secretário. Foi então que a ideia de aplicar o PVC surgiu.

Os painéis de PVC são fixados em uma estrutura metálica de arcos (pórticos curvos de aço) e longarinas (peças longas e esbeltas), instalados para ocultar a rocha irregular. Segundo Fernandes, a estrutura – com ranhuras na parte superior e liso na parte inferior – capta a água da rocha e a transfere, por gravidade, para as redes de drenagem construídas nas laterais do túnel.

Ainda segundo o engenheiro, os benefícios são diversos. A flexibilidade do material e sua durabilidade o credenciam para a função, assim como o custo-benefício. Além disso, o PVC confere melhor luminosidade e melhor acústica dentro do túnel. “São tantos benefícios que a prefeitura do Guarujá autorizou que o revestimento de toda a extensão do túnel em PVC – inclusive a parte que já é concretada”, contou Fernandes.

Segundo o presidente do Instituto do PVC, Miguel Bahiense as características do PVC, tais como versatilidade, durabilidade, resistências física e química e reciclabilidade, são exploradas por diversos setores. “Como conseqüência o rol de aplicações do PVC é cada vez maior em diversos segmentos, seja na construção civil, na área médica, na agricultura, entre outros”, afirma o executivo.

Fonte: Instituto do PVC

Barreiras portáteis de PVC são utilizadas para isolamento acústico na Alemanha.

10/06/2011

Muitas pessoas se sentem incomodadas com o barulho constante proveniente do tráfego rodoviário, aéreo e ferroviário. De acordo com uma pesquisa realizada com 2.000 adultos pela Agência Federal de Meio Ambiente da Alemanha (UBA), 60% da população acha o tráfego das vias em sua vizinhança muito perturbador. Ao mesmo tempo, o barulho causado por eventos temporários, tais como, construções, shows ao ar livre e eventos esportivos está se tornando cada vez mais insuportável. Sistemas de isolamento acústico produzidos com laminados de PVC trazem bons resultados para esse tipo de situação.

Barreiras acústicas instaladas ao longo de estradas, sistemas de janelas de plástico à prova de som e fachadas com bom isolamento provaram ser soluções eficazes quando o barulho torna-se um problema.  A redução do barulho causado por eventos temporários que não representam um incômodo sério não é fácil. Por exemplo, no passado já se recorreu a paredes plásticas leves, colchões de fibra mineral, e sacos de lona recheados com areia, mas essas soluções não são tão simples nem práticas. Há uma grande procura por produtos simples, flexíveis e de baixo custo. Schew-Ram Mehra, professor de acústica na Universidade de Stuttgart, Alemanha, junto com especialistas na área do Institute for Building Physics (IBP) conseguiram resolver o problema. Como parte de um projeto de pesquisa de muitos anos, eles examinaram vários sistemas de proteção acústica, dentre eles barreiras acústicas infláveis produzidas com tecido de poliéster revestido de PVC.

Leve e flexível

Originalmente, as barreiras acústicas ultraleves funcionam utilizando laminados como os utilizados nos colchões de ar. Os laminados de PVC, de várias formas e tamanhos, compõem peças com um design versátil, que podem ser facilmente infladas com a utilização de um compressor. O bloqueio do som da cápsula de duas válvulas pode ser adaptado conforme a forma escolhida, a disposição, e o número de câmeras de ar. Além disso, a absorção do som pode ser controlada pela textura da superfície exterior e a pressão de ar dentro da cápsula. Dessa forma, o sistema pode ser adaptado a diversas intensidades de barulho.

Tão bom quanto concreto

As barreiras acústicas portáteis foram submetidas a diversos testes em várias áreas de construção. Os resultados foram surpreendentes. ‘Nossa membrana protege tão bem quanto as grossas barreiras de som feitas com concreto, e são muito, mas muito mais leves’, afirma o professor Mehra. A estrutura de duas válvulas gera um gradiente de isolamento acústico de aproximadamente 20 decibéis e devido a sua leveza é facilmente montada e desmontada. É uma grande vantagem se tratando de fontes de barulhos temporárias, quando são necessárias soluções econômicas, rápidas e flexíveis.  Por essa qualidade esse sistema de redução de barulho recebeu o Prêmio ‘Landmarks in the Land of Ideas’ na Alemanha. O fabricante, a CENO Membrane Technology, é uma cooperativa e parceiro licenciado do Instituto Fraunhofer. Convencida das vantagens oferecias pelo seu sistema ultraleve, a empresa comercializa desde 2008 o sistema em módulos. Porém existem inúmeras possibilidades.

Olhando para o futuro

O futuro desenvolvimento de estruturas infláveis para atender totalmente as áreas de construção ou outras fontes temporárias de barulho é possível. Essa é uma área com grande potencial para inovação (http://www.ibp.fraunhofer.de/akustik).

Fonte: Instituto do PVC (adaptação do original da PVC TODAY (Winter 2010))

Relatório prevê que até 2015 o mercado de janelas de PVC vai superar 141 milhões de unidades

06/04/2011

Segundo uma recente pesquisa realizada pela Global Industry Analists, Inc., as janelas de PVC estão se tornando mais populares ao redor do mundo, tanto em novas construções como em reformas, devido a seu baixo custo, diversidade de estilo e formas, resistência, durabilidade, fácil manutenção e bom controle de qualidade.

Apesar da redução de demanda na indústria de produtos para construção, o mercado de janelas planeja uma retomada com o boom nas construções em países em desenvolvimento, e um momento de crescimento na substituição de produtos tradicionais por PVC em janelas por exemplo. Prevê-se que até 2015 o mercado global de janelas de PVC exceda a produção de 141 milhões de unidades.

O desempenho superior e o aumento da eficiência energética vão também fortalecer o mercado de portas e janelas de PVC, à medida que a preocupação com o meio ambiente aumenta ao redor do mundo, e governos continuam a sancionar leis que visam o uso da energia de forma mais eficiente.

O relatório ‘Vinyl Doors and Windows: A Global Strategic Business Report‘ fornece uma ampla revisão das tendências de mercado no auge da recente recessão econômica global, questões e desafios enfrentados pela indústria, atividades industriais recentes incluindo fusões e aquisições, lançamentos de produtos, e perfis dos principais fabricantes do mercado mundial.

O relatório mostra que os carregamentos mundiais de portas e janelas de PVC, que tiveram uma grande redução no período de 2008-2009, voltaram a crescer e continuam a penetrar no mercado. Em um futuro próximo, o PVC tende a ocupar uma maior participação de mercado em detrimento da madeira, do alumínio e do aço nos países em desenvolvimento.  Nestes, o crescimento do mercado de portas e janelas de PVC está sendo conduzido por maior variedade de produtos, importância que a arquitetura moderna dá para portas de pátios e janelas para jardins, e introdução de projetos inovadores, cores e estilos.

Espera-se que o novo mercado de construção venha a oferecer melhores oportunidades, especialmente nos países em desenvolvimento, com novos construtores solicitando produtos que sejam econômicos, resistentes, com eficiência térmica, que dispensem manutenção e com beleza arquitetônica.

O relatório mostra que a Europa representa o maior mercado regional de janelas de PVC. Dentro do continente existe uma grande disparidade no uso das janelas de PVC, com países tais como a Inglaterra com grande consumo, enquanto que o uso do PVC em países escandinavos não atinge 25%. O maior potencial de crescimento e o maior aumento de demanda de janelas de PVC é previsto para os países em desenvolvimento na Ásia ocidental, América Latina, Oriente Médio, com a China liderando o mercado da Ásia ocidental.

Fonte:  Instituto do PVC / www.vinylnewsservice.com

 

Fabricante de laminados de PVC investe na reciclagem

25/02/2011

A fabricante carioca de laminados de plásticos, Vulcan, deu um novo passo rumo aos seus compromissos voltados à sustentabilidade. Além de reciclar 100% das aparas de laminados do próprio processo industrial, a empresa está iniciando um projeto para recolher os rejeitos produzidos pelos clientes, como é o caso das indústrias farmacêutica e automobilística.

Com essa iniciativa, a Vulcan entrou para o rol de empresas que estão realizando ações de logística reversa, atividade defendida pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com essa atitude, as empresas recolhem e destinam os resíduos de produção derivados de seus produtos, usados como matérias primas por outros segmentos da indústria brasileira. Hoje, a empresa vende, por exemplo, bobinas de PVC para a indústria farmacêutica, que as utiliza para produzir embalagens de medicamentos. A idéia é recolher a sobra de plástico dessa atividade e levá-lo para a usina de reciclagem instalada dentro da fábrica da Vulcan em Irajá, Rio de Janeiro, que tem capacidade de processamento de 200 toneladas de rejeitos por mês, dando origem a uma nova linha de produtos a partir da reciclagem.

O Instituto do PVC, representante da cadeia produtiva do PVC, apoia ações como esta, que contribuem com o tripé do desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, a preservação ambiental e a economia de recursos naturais e insumos de sua cadeia produtiva. O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso têm como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza. Adicione-se a isso o fato de que o Brasil detém tecnologia de ponta para substituir os 43% de petróleo que o compõe por cana-de-açúcar, ou seja – o PVC 100% derivado de recursos naturais inesgotáveis. Outro aspecto que mostra a sustentabilidade do PVC é o fato de ser 100% reciclável. Os índices de reciclagem do PVC beiram os 20% no Brasil.

A indústria, por sua vez, está fazendo sua parte, desenvolvendo soluções e tecnologias que ajudem neste equilíbrio, conscientizando-se de que os processos de melhorias dependem de um todo. “A cadeia produtiva do PVC, por exemplo, tem dado sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e tecnológico do Brasil, pois queremos que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, utilização de recursos naturais com tecnologia e sustentabilidade.” ressalta Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC

Foto: Gustavo Stephan

Prédio-sede do Departamento de Energia dos EUA instala coberturas frias de PVC para reduzir custos de energia.

15/02/2011

O prédio oeste da sede do Departamento de Energia (DOE) recebeu a proteção de 2.322 m2 de cobertura branca de PVC, econômica, durável e energeticamente eficiente.  A instalação da cobertura fria não gerou custos adicionais ao projeto de reforma.

Esse tipo de cobertura possui superfície com cores suaves ou revestimentos especiais para refletir o máximo da luz solar, aumentando a eficiência do edifício, reduzindo custos com refrigeração e compensando as emissões de carbono. A nova cobertura do DOE utiliza PVC com espessura de 60 milímetros e colabora com o plano de metas do Presidente Obama para redução das emissões de gases do efeito estufa.

O secretário de Energia, Steven Chu, aconselhou a instalação das coberturas frias, quando financeiramente viáveis, em todos os escritórios do Departamento de Energia em construção ou em reforma. Ele afirmou: “O Departamento de Energia está tomando a liderança, por exemplo, ao demonstrar como as coberturas frias podem ajudar a obter significativa redução de custos e de consumo de energia. Essa é uma tecnologia simples, de baixo custo, que pode gerar benefícios para o governo, para as empresas e proprietários de residências em todo país.

Durante o primeiro semestre, o DOE vai instalar uma nova cobertura no prédio sul, de aproximadamente 6.100 m2. Como resultado da instalação nos dois prédios, os contribuintes irão economizar anualmente USD 8.000,00 com custos de energia.

Os telhados e o asfalto das ruas cobrem de 50 a 65% das áreas urbanas. Os materiais tradicionais, de cor escura, utilizados nos telhados absorvem de 80 a 90% da energia solar, elevando as temperaturas na superfície e consequentemente o calor interno dos edifícios. Esse fato requer mais instalações de aparelhos de ar condicionado. Os telhados brancos, ou com “cores frias” absorvem 50% a menos da energia solar, diminuindo a temperatura do telhado e a demanda do pico de energia em torno de 10%.

Um telhado escuro pode atingir temperaturas entre 65 a 87 oC em dias quentes, enquanto que o telhado frio, sob as mesmas condições,  irá aumentar somente de 10-25 graus a temperatura ambiente, isto é, menos 50 graus  em comparação aos telhados escuros. Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (LBNL) chegou à conclusão que os telhados ou pavimentações frias podem auxiliar a reduzir a demanda por ar condicionado, diminuir a temperatura de cidades inteiras, e cancelar potencialmente os efeitos do aquecimento das emissões de dióxido de carbono, em até dois anos. Eles estimam que se três em quatro prédios comerciais nos Estados Unidos recebessem cobertura fria, as economias de energia no funcionamento dos aparelhos de ar condicionado poderiam reduzir as emissões de CO2 em aproximadamente 6 milhões de toneladas/ano, o equivalente à retirada de 1 milhão de veículos de circulação das ruas.

Muitos proprietários de grandes complexos comerciais, industriais e residenciais, assim como associações nacionais e órgãos governamentais estão instalando laminados refletivos de PVC branco nos telhados de forma a reduzir custos e energia. O laboratório nacional do Departamento de Energia em Oak Ridge, Tennesse, instalou as coberturas frias, assim como o fez a Agência de Proteção ao meio ambiente, em Research Triangle Park, Carolina do Norte.

Além de economizar energia, as coberturas de PVC também apresentam grande resistência ao fogo, que se autoextingue assim que a fonte da chama é removida. Como uma prova de suas qualidades de resistência ao fogo, a cobertura de PVC foi instalada na sede da Associação Nacional de Proteção contra Incêndios em Quincy, Massachusetts.

A Vinyl Roofing Division da Chemical Fabrics and Film Association também observam que os sistemas de coberturas refletivas de camada única aumentam a expectativa de vida útil tanto do laminado como do equipamento de refrigeração dos prédios.

O Departamento de Energia lançou um vídeo com o Secretário Chu que mostra a instalação da cobertura e explica alguns dos benefícios decorrentes dessa importante tecnologia. O vídeo está disponível no Blog Energia no endereço (http://blog.energy.gov/blog/2010/12/14/cool-roofs-easy-upgrade).

Fonte: Instituto do PVC / VynilNewsService

Tubos de PVC são usados em novos projetos para substituição de sistemas hidráulicos obsoletos nos Estados Unidos.

14/01/2011

Com adutoras quebradas e sistemas de tubulação corroídos, que abastecem precariamente as residências e estabelecimentos comerciais, cada vez mais, de costa a costa dos USA, as cidades estão solucionando essa deficiência com a instalação de tubos de PVC duráveis projetados para durar até o próximo século.

Essa substituição por tubos de PVC vem sendo aplicada em vários projetos nos últimos seis meses.

Aproximadamente metade da infraestrutura atual instalada nos USA é composta por tubos de ferro fundido, com 100 anos de idade, ou de ferro dúctil, tendo a maioria sido instalada após a Segunda Guerra Mundial. Na maior parte dos casos, esses sistemas de tubulação de ferro já ultrapassaram sua vida útil em 2010.

De acordo com a Uni-Bell PVC Pipe Association, ocorrem nos Estados Unidos, por dia, mais de 700 interrupções de abastecimento de água, totalizando 250.000 no ano. O cálculo atual dos custos de manutenção e concertos no Canadá e nos Estados Unidos desde 2000 está disponível no site www.watermainbreakclock.com.

Em primeiro lugar, como consequência das quebras nos sistemas e corrosões nos tubos são desperdiçados anualmente nos USA 2.6 trilhões de galões de água, o suficiente para suprir as necessidades de água potável de todos os homens, mulheres e crianças por um ano.

O The Vinyl Institute afirma que os sistemas de tubulação de PVC têm sido empregados com sucesso na América do Norte desde 1950, tanto no sistema de água potável como no de efluentes. Milhões de instalações apresentam hoje o mesmo desempenho que apresentavam na época de sua instalação, e são rigorosamente testados em sua eficiência e segurança por empresas certificadoras independentes de reconhecimento nacional.  Esses sistemas são fortes, com excelente resistência tanto à corrosão interna como externa, conduzem água potável limpa, oferecem um maior fluxo, resistem a rachaduras mesmo quando dobrados ou submetidos a excesso de peso, e possuem conexões contra vazamentos.

Segundo um novo estudo realizado pela TNO, um instituto holandês para pesquisa técnica, o tempo de vida útil de tubulações de PVC para sistema de esgoto será superior a 100 anos sob as mais diversas situações de uso. Para a realização do estudo foram selecionadas várias amostras coletadas por escavação, coleta e reciclagem, e efetuadas inspeção microscópica e visual, análises geométricas, testes quanto à deformação, aspereza da superfície e deterioração.  Os dados foram então cuidadosamente calculados para chegarem à conclusão de que os sistemas de tubulação de PVC vão durar mais de um século.

Fonte: Instituto do PVC (adaptado do Vynil Institute)

 

Instituto do PVC apóia empresas do segmento eletro-eletrônico que mantém o PVC em seus componentes

16/11/2010

Empresas são penalizadas na 16ª edição do Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace, que classifica o PVC como produto não sustentável.

O Instituto do PVC apóia as empresas que contrariaram as diretrizes do Greenpeace ao não deixarem de utilizar o PVC em seus produtos e que por isso foram penalizadas pela ONG em sua 16ª edição do Guia dos Eletrônicos Verdes (Guide to Greener Electronics). Segundo o Instituto, não há comprovações técnicas e científicas que sustentem as críticas equivocadas feitas pelo Greenpeace ao PVC usado no segmento de eletro-eletrônicos.

O guia do Greenpeace é baseado na Diretiva Européia RoHS – Restriction of the use of Certain Hazardous Substances in Electrical and Electronic Equipment, diretiva que faz com que a União Européia proíba o uso de seis substâncias químicas em equipamentos eletroeletrônicos: chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, polibromato bifenil e PBDE – éter difenil polibromato. Porém, a Diretiva RoHS não proíbe o uso do PVC nesses equipamentos, o que torna no mínimo questionável . segundo o Instituto do PVC, a forma com que o material é tratado neste guia.

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, recurso inesgotável na natureza. Cerca de 57% da resina de PVC, em peso, tem origem nesta matéria-prima, sendo este o único plástico que não é 100% derivado do petróleo (o que contribui para a diminuição da emissão de CO2). Os 43% restantes correspondem ao petróleo que, inclusive, já pode ser substituído pelo eteno produzido a partir da cana-de-açúcar, permitindo que a resina seja derivada de matérias-primas 100% inesgotáveis na natureza.

Assim, segundo o Instituto do PVC, não há razões técnicas, científicas ou sequer legislações no mundo para que as empresas do segmento de eletroeletrônicos eliminem o PVC de seus produtos. O PVC é um produto inerte, atóxico, seguro e largamente utilizado no segmento de eletroeletrônicos, principalmente em fios e cabos. O PVC também é utilizado na fabricação de tubos e conexões para o transporte de água potável, embalagens de alimentos e remédios, além de ser o plástico mais utilizado na área médica, com aprovação de órgãos competentes como o Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, Farmacopéia Européia e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil, entre outros, o que demonstra sua total segurança.

Descarte correto e reciclagem – Apesar de ser um dos três plásticos mais utilizados do mundo, o PVC é também um dos menos presentes nos aterros sanitários. As razões são simples, a maioria dos produtos de PVC é de longa vida útil (os tubos de PVC duram mais que 50 anos). Além disso, o PVC é um material 100% reciclável e é reciclado. (http://www.institutodopvc.org/publico/index.php?a=imprensa&imp_ano=2008&imp_id=142).

Pesquisa realizada sobre a reciclagem mecânica do PVC, encomendada pelo Instituto do PVC, mostra que o índice de reciclagem mecânica do PVC pós-consumo no Brasil, em 2007, foi de 17%. Número bastante significativo considerando que na União Européia, o índice de reciclagem mecânica de todos os plásticos foi de 18,6%, no mesmo período. O índice se torna ainda mais significativo se avaliarmos a reciclagem do PVC flexível, o principal tipo de PVC utilizado na indústria de eletroeletrônicos. Neste caso, o índice chega a 19,6% e supera o da União Européia.

E quando a reciclagem mecânica não é mais possível, o PVC pode ser tratado na reciclagem energética, processo limpo e extremamente evoluído em países desenvolvidos. As legislações que regulamentam a queima dos materiais para que se tornem energia são extremamente rígidas, exatamente para garantir que as emissões a partir destes equipamentos sejam seguras para o ser humano e meio ambiente. As emissões verificadas na incineração do PVC não são diferentes de quaisquer outras a partir de outros resíduos e estão de acordo com o que exigem as legislações mundiais sobre esse processo.

Adicionalmente, estudos científicos, como o da ASME – Associação Americana de Engenheiros Mecânicos comprovam que a emissão de dioxinas não tem qualquer relação com a quantidade de cloro alimentada no incinerador. Sendo o PVC uma das muitas fontes de cloro em um incinerador, mesmo colocando pouca ou muita quantidade de PVC (ou de cloro via outras fontes) isto não significa o aumento das emissões de dioxinas.

Por todas essas razões, o Instituto do PVC cumprimenta as empresas que, ao contrário do que determina o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace , mantém o PVC em seus componentes.

O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Fonte: Instituto do PVC

Desenvolvido protótipo de casa desmontável em PVC para alojar temporariamente vítimas de catástrofes naturais ou guerras

01/10/2010

Dados da ONU indicam que existem cerca de 24,5 milhões de deslocados internos espalhados em 52 países. Essas pessoas, que deixam os seus lares em função de conflitos armados ou desastres naturais, raramente são encaminhadas a alojamentos adequados. No Brasil, de 100 a 200 mil pessoas por ano perdem suas casas em função das chuvas, mas a Defesa Civil não possui um sistema que possa abrigá-las temporariamente. Na grande maioria dos casos, os alojamentos são improvisados em locais inadequados, como escolas e igrejas.

Alternativa para fazer frente a essa deficiência pode estar no protótipo de casa desmontável com placas de PVC, desenvolvido pela arquiteta Isabel Brant como projeto de graduação na UFMG apresentado em 2009. No mês passado, o trabalho recebeu menção honrosa na categoria Projetando com PVC, da 22ª edição do Concurso Ópera Prima, que premia os melhores trabalhos de conclusão de curso pelos graduandos brasileiros de arquitetura.

A Habitação Temporária Desmontável foi pensada para propiciar praticidade ao processo de construção, com o objetivo de facilitar a reintegração das pessoas a seus locais de origem. As casas são formadas por peças modulares de PVC, que podem ser montadas em função da necessidade. O kit habitacional, desenhado para abrigar uma pessoa com conforto, inclui mesas, prateleiras e bancos – mobiliário também modular e de PVC. Ele pesa 450 quilogramas e foi projetado para, desmontado, ocupar apenas dois metros cúbicos. A peça mais pesada do sistema construtivo tem 30 quilogramas, sendo, portanto, facilmente transportada. No entanto, a despeito da simplicidade das instalações, Isabel Brant garante que as habitações não abrem mão do conforto e “fornecem boa iluminação, ventilação, privacidade e segurança”.

Como as decisões envolvendo a elaboração de um projeto arquitetônico são definidas em função das condições geográfica e dimensional do terreno, Isabel afirma ter encontrado diversos desafios para chegar ao protótipo final. “Não tive acesso a critérios de orientação. Além disso, existem poucos espaços móveis e a bibliografia é limitada, mas acabei me inspirando em espaços como circos, exposições, feiras, acampamentos, centros de pesquisa e até mesmo em barcos”, conta ela. A habitação desmontável também se adapta facilmente à topografia de diversos terrenos, permitindo sua instalação em locais mais próximos dos desastres, e pode ser reutilizada várias vezes.

Passo a passo da montagem

:: A base da habitação é formada por pequenos pilares de concreto, para evitar contato direto com o solo e se adaptar aos terrenos.
:: Por meio de hastes metálicas em forma de H, as placas de PVC são encaixadas umas às outras. Todos os lados do cubo, incluindo portas e janelas, são montados da mesma forma.
:: Pinos encaixados às hastes de metal sustentam as placas de PVC que compõem as divisórias internas.

Um material de vida longa

Leve, asséptico, impermeável, resistente, durável e bom isolante térmico, elétrico e acústico, o cloreto de polivinila, ou simplesmente PVC, é o único material à base de plástico que não depende totalmente do petróleo para ser produzido. Sua resina é formada por componentes químicos extraídos, por exemplo, do sal da água do mar. Reciclável, o PVC é um material de longo ciclo – sua vida útil é superior a 50 anos.

O PVC pode ser rígido ou flexível, opaco ou transparente, brilhante ou fosco, colorido ou não. Tais características são obtidas com a utilização de plastificantes, estabilizantes térmicos e pigmentos, entre outros aditivos. Os compostos de PVC dão origem a uma série de aplicações, como produtos médico-hospitalares, pisos, brinquedos, artigos infláveis, tubos, conexões, revestimentos de paredes, estruturas de computadores e móveis de jardim.

Em todo o mundo, o PVC já é o termoplástico mais consumido na construção civil e em obras de infraestrutura. A produção mundial de resinas de PVC em 2006 foi estimada em cerca de 39 milhões de toneladas por ano. O Brasil é o 10º maior consumidor do polímero, com 2% de todo o volume comercializado.

Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – adaptado Por Giselle Ferreira / Instituto do PVC

A Copa da sustentabilidade

24/08/2010

(Artigo de Miguel Bahiense – Presidente do Instituto do PVC)

A Copa da África do Sul acabou e parece que a bola do próximo mundial já começou a rolar por aqui. Para nós, brasileiros, começa a rolar um sentimento diferente. A impressão é que os próximos quatro anos passarão numa velocidade bem maior, tamanha a ansiedade de ver o Brasil voltar a sediar um evento desse porte.

Aos poucos começamos a sentir este movimento. O País segue confiante no desenvolvimento de sua economia e amplas perspectivas de crescimento, o que é fundamental para estarmos preparados para a grande oportunidade de o Brasil estar na “vitrine” para o mundo. É a nossa chance de contribuirmos para o desenvolvimento do País, como em melhorias de qualidade de vida, permitindo soluções urbanas e ambientais.

A infraestrutura necessária para recebermos um evento deste porte é tema central de uma discussão invariavelmente pessimista e que parece não ter fim. O governo, por sua vez, já começou a tratar da melhoria nos transportes, estádios, hotéis e diversos pontos necessários para a realização dos jogos nas 12 cidades-sedes da Copa de 2014. Somam-se pelo menos R$79 bilhões de investimentos em obras. Esse montante impressiona e nos dá a real idéia da dimensão dos negócios que podem ser gerados e revertidos em desenvolvimento.

Muitos do que hoje julgam a infraestrutura como a principal adversária do Brasil na próxima Copa esquecem que o País é pioneiro em diversas tecnologias “verdes”. Este avanço tecnológico é muito importante neste momento pois espera-se que nosso mundial entre para a história como o primeiro a estabelecer padrões ambientais a serem cumpridos por empresas privadas e governo na busca de soluções sustentáveis.

A sustentabilidade ambiental será a marca da Copa do Brasil de 2014. O evento abre uma série de oportunidades para as indústrias ligadas à construção civil e saneamento básico, exigindo não só a construção e reforma de estádios como obras nas cidades sedes e em outras que tem apelo turístico. O País deverá se movimentar não só para atender às exigências da FIFA, mas principalmente para resolver problemas que atingem diretamente seus cidadãos a décadas. Aos que criticam, fica o alerta para que joguem no mesmo time, pois precisamos deixar um legado pós copa do mundo, independente de quem vai levantar o Caneco.

A indústria, por sua vez, faz sua parte, desenvolvendo soluções e tecnologias que ajudem neste equilíbrio,  conscientizando-se de que os processos de melhorias dependem de um todo. A cadeia produtiva do PVC, por exemplo, tem dado sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e tecnológico do Brasil, pois queremos que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, utilização de recursos naturais com tecnologia e sustentabilidade.

O PVC que é o principal plástico da construção civil e do saneamento básico, sem contar a sua importante participação na arquitetura, vai contribuir bastante nos processos de saneamento, tratamento de esgoto, reutilização de água, revitalização de bairros entre outros benefícios, necessários ao evento e principalmente seu legado.

O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso têm como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza. Adicione-se a isso o fato de que o Brasil detém tecnologia de ponta para substituir os 43% de petróleo que o compõe por cana-de-açúcar ou seja – o PVC 100% derivado de recursos naturais inesgotáveis. Outro aspecto que mostra a sustentabilidade do PVC é o fato de ser 100% reciclável. Os índices de reciclagem do PVC beiram os 20% no Brasil.

Assim o uso do PVC contribui definitivamente para uma nova vertente na arquitetura: a sustentabilidade. O PVC atende às exigências para projetos contemporâneos, reformas, restauração no Brasil, onde vem se tornando uma das melhores opções para projetos residenciais, comerciais e industriais. A arquitetura e a construção civil respondem por 64% do consumo de PVC, o que mostra suas vantagens para essa aplicação. Suas propriedades de isolamento térmico e acústico, além de ser anti-chamas, ter longa vida útil, alta resistência e ser de baixa manutenção, são algumas das características que dão ao PVC ótima relação custo-benefício, proporcionando, assim, a competitividade necessária neste segmento.

O Green Building Council dos Estados Unidos, o mais importante órgão quando o tema é Construção Sustentável, divulgou um relatório que atesta a segurança do PVC. Ele mostra que a performance do PVC é igual ou até mesmo melhor que materiais concorrentes utilizados no setor. Fica claro que o PVC é completamente adequado a todos os padrões no que diz respeito a impactos ambientais e de saúde humana.

Na Copa da África do Sul, o PVC permitiu a solução tecnológica para a cobertura do estádio Green Point, em Cape Town. Já na Copa da Alemanha, cinco dos sete estádios construídos ou reformados usaram o material, experiência iniciada na Copa da França. Assim, as obras de arquitetura e infra-estrutura que cada cidade vai necessitar para ser sede da copa prometem incrementar o uso do PVC.

O legado que um evento como Copa do Mundo deixará para o país é o que nos impulsiona a tomarmos medidas que possam manter a expansão nos anos seguintes, focando na eficiência e produtividade. Porém, para que o Brasil consiga aproveitar todo esse potencial, há uma partida que precisa ser vencida todos os dias nos próximos quatro anos, para sairmos do mundial  vitoriosos, que é o planejamento. Um evento como esse favorece não apenas o esporte e a economia, mas principalmente o futuro da sociedade.

Fonte: Instituto do PVC / Yellow Comunicação

Tendas cobertas com PVC são usadas para abrigar as vítimas do terremoto no Haiti

28/07/2010

No sul do Haiti, estão sendo construídas estruturas inovadoras que utilizam laminado durável de PVC, para abrigar os sobreviventes do terremoto de 12 de janeiro, que vitimou mais de 200.000 pessoas, destruiu muitas cidades e vilas, e deixou mais de um milhão de desabrigados.

A HaitiSOFTHOUSE, projetada para resistir a tormentas tropicais, furacões e terremotos, é construída com estrutura de aço leve e de fácil montagem, aliada a um laminado de PVC de alto desempenho. O abrigo, projetado para ser montado em um dia e por poucas pessoas, pode ser afixado diretamente ao solo, ou montado sobre um sistema de tijolos de concreto pré-fabricados produzidos na região utilizando entulho de concreto reciclado.

Cada estrutura mede aproximadamente 15,40 m2, tem formato hexagonal para proporcionar maior estabilidade e melhor desempenho sob condições climáticas extremas, e resiste a ventos de até 200 km/h. Ela proporciona uma moradia bem ventilada e saudável, e o laminado de PVC é produzido em tons vibrantes e quentes de verde, amarelo e vermelho. As tendas têm uma vida útil de cinco anos e seus componentes podem ser reciclados para outras finalidades.

O grupo da SOFTHOUSE foi formado por projetistas comprometidos em proporcionar soluções de qualidade e sustentáveis para atender às necessidades atuais dos trabalhos de recuperação e reconstrução do Haiti. A equipe está trabalhando juntamente com o The Rural Haiti Project, uma organização sem fins lucrativos que instituiu um conselho de arquitetura para auxiliar as áreas rurais a planejar ações de reconstrução sustentáveis.

No início, serão construídos aproximadamente 20 protótipos para testes em campo durante esse verão na cidade de Acmel, Haiti. O Deutsche Bank e os organizadores do projeto já angariaram doações de USD 100.000 para a fabricação das estruturas, que poderão ser fabricadas em série ao custo de aproximadamente USD 3.000 cada.

O projeto será utilizado para estudos de caso com a finalidade de implantação de comunidades temporárias, e poderá futuramente levar à produção e distribuição locais de mais unidades.

Extraído do site da HaitiSOFTHOUSE: “A HaitiSOFTHOUSE é capaz de estimular a economia local e transferir tecnologia de projeto e de fabricação, promovendo soluções sustentáveis, auxiliando a transformar as comunidades locais, tanto no aspecto ambiental como no econômico”.

Para mais informações acesse: www.haitisofthouse.org

Fonte: Instituto do PVC / Vynil Institute

Barreiras de PVC protegem o Golfo do México e áreas costeiras contra avanço de vazamento de petróleo.

07/07/2010

Desde a fatal explosão da torre de perfuração de petróleo Deepwater Horizon, no Golfo do México, em abril passado, são utilizadas resistentes barreiras de PVC para ajudar a conter o intenso vazamento que ameaça a vida selvagem e as indústrias de pescados localizadas nas regiões do golfo e costeira.

Todas as alternativas têm sido utilizadas para conter o vazamento de petróleo definitivamente.

Enquanto alguns dos métodos empregados são experimentais, com resultados incertos, as barreiras de PVC são largamente utilizadas devido a seu sucesso comprovado na proteção de águas e de regiões costeiras em casos de acidentes dessa natureza.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental, as barreiras ajudam a conter o vazamento de petróleo no mar, em portos, em marinas, em rios, em lagos e nascentes. Elas são constituídas por bóias, que mantêm um longo laminado pré-tratado flutuando na superfície para cercar e conter o petróleo, com lastros que o mantém fixo nos locais. Há também um prolongamento do laminado por baixo da superfície com a função de impedir a passagem do óleo nesta região.

Desde 29 de abril, a Marinha dos Estados Unidos enviou mais de 20 quilômetros de barreiras, sete sistemas de reboque para varrer o petróleo da superfície do mar, e 50 empreiteiras para operar o equipamento.

Até 03 de maio, 147 quilômetros de barreiras tinham sido dispostas nas áreas ao redor de Mississipi. Uma vista aérea da região mostra faixas fluorescentes nas marismas, e ao redor das áreas úmidas e ilhas-barreiras. Em 06 de maio, Garret Graves, Diretor do Gabinete de Assuntos Costeiros do Governo de Bobby Jindal na Louisiana, emitiu um apelo “…para que as indústrias químicas locais disponibilizem todo seu estoque de barreiras para instalação na área costeira da Louisiana”. O gabinete do governador estima que serão necessários aproximadamente 232 quilômetros de barreiras flutuantes para proteger somente seu Estado, além da quantidade necessária para cobrir os estados de Mississipi, Alabama e região oeste da Flórida.

Milhares de tropas da Guarda Nacional, pescadores, autoridades ligadas à fauna e flora e voluntários têm espalhado as barreiras ao longo das praias e foz dos estuários que desembocam no Golfo, perfazendo até 15 de maio mais de 316 quilômetros.
As autoridades já esgotaram os estoques locais do equipamento e estão procurando fornecedores do Texas, Alaska, Canadá, Noruega e Brasil.

A palavra de ordem do dia é “imediatamente, ou o quanto antes”. Estima-se que serão necessários 3.167 quilômetros de barreiras para formar uma camada dupla de proteção para a área costeira do Golfo, que se estende desde o leste do Texas à cidade do Panamá, na Flórida. Recentes relatórios mostram que a mancha de óleo está se aproximando da Corrente de Loop, que corre do sul da Flórida em direção ao Oceano Atlântico.

Fonte: Instituto do PVC

Instituto do PVC apóia as empresas do segmento eletroeletrônico que mantiveram o PVC em seus produtos.

08/06/2010

Diversos fabricantes de produtos eletroeletrônicos foram rebaixados na 15ª edição do Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace, que classifica erroneamente o PVC como produto não sustentável.

O Instituto do PVC apóia as empresas, que de acordo com o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace (“Guide to Greener Electronics”) retrocederam em relação aos compromissos de eliminação de substâncias ditas como tóxicas de seus produtos, entre elas o PVC. Lançada em maio, no Japão, a 15ª edição do Guia do Greenpeace critica equivocadamente o PVC utilizando argumentos completamente descabidos, entre eles o de que o PVC “pode  causar danos ao meio ambiente e prejudicar a saúde humana”.

O guia do Greenpeace é baseado (talvez principalmente) na Diretiva Européia RoHS – Restriction of the use of Certain Hazardous Substances in Electrical and Electronic Equipment, diretiva que faz com que a União Européia proíba o uso de seis substâncias químicas em equipamentos eletroeletrônicos: chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, polibromato bifenil e PBDE – éter difenil polibromato. Porém, a Diretiva RoHS não proíbe o uso do PVC nesses equipamentos, o que torna no mínimo questionável a forma com que o PVC é tratado neste guia.

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, recurso inesgotável na natureza. Cerca de 57% da resina de PVC, em peso, tem origem nesta matéria-prima, sendo este o único plástico que não é 100% derivado do petróleo (o que contribui para a diminuição da emissão de CO2). Os 43% restantes correspondem ao petróleo que, inclusive, pode ser substituído pelo eteno produzido a partir da cana-de-açúcar, permitindo que a resina seja derivada de matérias-primas 100% inesgotáveis na natureza.

Assim, não há razões técnicas, científicas ou sequer legislações no mundo para que as empresas do segmento de eletroeletrônicos eliminem o PVC de seus produtos. O PVC é um produto inerte, atóxico, seguro e largamente utilizado no segmento de eletroeletrônicos, principalmente em fios e cabos. O PVC também é utilizado na fabricação de tubos e conexões para o transporte de água potável, embalagens de alimentos e medicamentos, além de ser o plástico mais utilizado na área médica, com aprovação de órgãos competentes como o Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, Farmacopéia Européia e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil, entre outros, o que demonstra sua total segurança.

Descarte correto e reciclagem – Apesar de ser um dos três plásticos mais utilizados do mundo, o PVC é também um dos menos presentes nos aterros sanitários. As razões são simples, a maioria dos produtos de PVC é de longa vida útil (os tubos de PVC duram mais que 50 anos). Além disso, o PVC é um material 100% reciclável e é reciclado.  (http://www.institutodopvc.org/publico/index.php?a=imprensa&imp_ano=2008&imp_id=142).

Pesquisa realizada sobre a reciclagem mecânica do PVC, encomendada pelo Instituto do PVC, mostra que o índice de reciclagem mecânica do PVC pós consumo no Brasil, em 2007, foi de 17%. Número bastante significativo considerando que na União Européia, o índice de reciclagem mecânica de todos os plásticos foi de 18,6%, no mesmo período. O índice se torna ainda mais significativo se avaliarmos a reciclagem do PVC flexível, o principal tipo de PVC utilizado na indústria de eletroeletrônicos. Neste caso, o índice chega a 19,6% e supera o da União Européia.

Quanto à incineração, sabe-se que este é um processo bastante evoluído em países desenvolvidos. As legislações que regulamentam os incineradores são extremamente rígidas, exatamente para garantir que as emissões a partir destes equipamentos sejam seguras para o ser humano e meio ambiente. Não existem leis que digam que um determinado resíduo não possa ser incinerado, e sim leis que regulam o processo de incineração, independente do que for ser incinerado. As emissões verificadas na incineração do PVC não são diferentes de quaisquer outras a partir de outros resíduos e estão de acordo com o que exigem as legislações mundiais sobre esse processo.

Adicionalmente, estudos científicos, como o da ASME – Associação Americana de Engenheiros Mecânicos comprovam que a emissão de dioxinas não tem qualquer relação com a quantidade de cloro alimentada no incinerador. Sendo o PVC uma das muitas fontes de cloro em um incinerador mesmo colocando pouca ou muita quantidade de PVC (ou de cloro via outras fontes) não significa o aumento das emissões de dioxinas.

É por todas essas razões que o instituto do PVC cumprimenta as empresas que, ao contrário do que determina o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace, mantém o PVC em seus componentes. Tais companhias demonstram que o apelo do ecomarketing não pode ser substituído pela informação técnica-científica quando o assunto é sustentabilidade.

O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Veja abaixo vídeo sobre reciclagem de PVC em uma empresa que trabalha com material proveniente de fios e cabos de PVC.

Fonte: Instituto do PVC

Inclusão social com dicionários de PVC

27/05/2010

Possibilitar a leitura para o maior número de pessoas, incluindo aquelas com necessidades especiais é o objetivo dos dicionários ilustrados em Libras e Braille feitos com laminados de PVC.

Por sua versatilidade, o PVC é encontrado nas mais diversas aplicações, desde tubos e conexões, até produtos da área médica. Desta vez, o PVC aparece em uma aplicação que visa garantir que o maior número de pessoas tenha acesso à leitura. Este é o objetivo dos criadores dos dicionários ilustrados em Libras e Braille. São três títulos já publicados com temas como corpo humano e animais. O conteúdo é disponibilizado em português, Libras e Braille e em breve também contará com Escrita Tátil e Sign Writing. O objetivo é proporcionar a acessibilidade e a inclusão social de pessoas portadoras ou não de necessidades especiais, de forma lúdica e interativa.

Voltados para a educação infantil até 14 anos e com extensão a qualquer pessoa que esteja em fase de aprendizado, os dicionários levam, ainda, mais um diferencial – são feitos com laminados de PVC. “O material proporciona aos dicionários design diferenciado, bonito e agradável”, afirma um dos idealizadores do projeto, Nelson Júnior. “Eu já fazia trabalhos com Libras e Braille como voluntário e queria também ter um negócio próprio. Para tanto, busquei um diferencial para o meu produto que fosse além de seu conteúdo”, afirmou o executivo.

E não foi apenas na aparência dos dicionários que o PVC apresentou benefícios. Segundo Nelson Júnior, o PVC agrega valor aos produtos por apresentar maior durabilidade e “por viabilizar seu uso de forma pedagógica e lúdica, como se fosse um brinquedo e ao mesmo tempo um livro de exercícios”, explicou.

Júnior disse que o PVC permite que os dicionários sejam manipulados mais facilmente por pessoas tetraplégicas, já que podem ser dobrados e amassados sem serem danificados; podem ser lavados com água ou limpos com álcool; podem ser usados como livros de exercícios usando canetas de quadro branco e posteriormente serem limpos possibilitando seu uso por mais de uma vez; podem ser usados durante o banho das crianças ou em momentos de lazer como na praia ou piscina o que proporciona excelente custo-benefício em função do reuso; não perdem suas propriedades principalmente no caso do Braille após uso prolongado, além de serem 100% recicláveis e sustentáveis.

Os dicionários ilustrados de PVC são hoje vendidos pela Internet por meio de uma loja virtual configurada pelo próprio autor (www.supereficiente.com.br, www.librasebraille.com.br)“. Já encaminhamos pequenas remessas a educadores de Cuba, Paraguai, Chile e Suíça e estamos em contato para exportação também para Paraguai e Angola”, contou Nelson Júnior.

Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, a versatilidade do material, aliada a seu custo-benefício e viés de sustentabilidade, faz do PVC um produto que cada vez mais ganha espaço em aplicações diferentes. “Para nós, que representamos a cadeia do PVC, é gratificante saber que podemos contribuir na formação de crianças e na inclusão social de portadores de necessidades especiais”, afirma o executivo.

O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover o crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.

Para mais informações sobre o produto: www.librasebraille.com.br.

Fonte: Instituto do PVC