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Tubulações de compósitos são o tema de seminário da Almaco na Petrobras

23/07/2019

  • Evento acontece hoje, 23, na sede do departamento de engenharia da empresa
  • Tubulações de compósitos: extensa lista de benefícios em aplicações on e offshore

O Comitê de Tubulação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) está provovendo hoje, 23/07, o seminário “Tubulações em PRFV: novas aplicações e tendências” na sede do departamento de engenharia da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ).

Com apresentações de fornecedores de matérias-primas e fabricantes de tubos de compósitos – material também conhecido como Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV) –, o encontro tem como objetivo reforçar a divulgação dos benefícios proporcionados por esses tipos de tubulações em aplicações on e offshore.

“A lista de vantagens inclui diversos pontos, a exemplo de elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e pressão, associados à leveza, facilidade de instalação e, eventualmente, possibilidade de execução de reparos não destrutivos”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Ao longo do dia, os engenheiros da Petrobras estão acompanhando um total de dez palestras apresentadas por representantes das empresas Engcom, Glastec, NOV, Petrofisa, Saertex, Teijin Aramid, Team do Brasil e UTCOM.

Confira, a seguir, a agenda do seminário:

09h – “Aplicação de cálculo estrutural – Parâmetros de projetos das tubulações conforme a ISO 14.692”, Igor Bolorino (Engcom)
09h40 – “Aplicação de tubos em PRFV para refinarias, campos de petróleo on e offshore”, Reginaldo Domingues e Gustavo Souza (NOV)
10h30 – “Tubulação e reparos em compósitos para aplicações naval/offshore”, José Brito (Glastec)
11h10 – “Aplicação de tubos e conexões em PRFV para projetos onshore em áreas não classificadas”, Flávio Campos (Petrofisa)
12 – Almoço
13h30 – “Reabilitação não destrutiva de tubulações com materiais compósitos”, Rodrigo Tomazi (Saertex)
14h10 – “Certificações de montadores de tubos em PRFV”, Gustavo Souza (NOV)
15h – “Pipe Non-Destructive Inspection”, Jo Anne Watton (UTCOM)
15h40 – “Tubulação reforçada por termoplástico: benefícios através da escolha do material de reforço adequado”, Bruno Rodrigues (Teijin Aramid)
16h30 – “Estudos de caso sobre aplicação de materiais compósitos para reforço estrutural na indústria upstream”, Carlos Estites (Team do Brasil)
17h20 – Debate

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pela resistência mecânica e química, leveza, facilidade de moldagem e por serem materiais ambientalmente amigáveis. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Sobre a Almaco: Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina. Para mais informações, acesse www.Almaco.org.br

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Microgrânulos de PEEK da Evonik são usados na fabricação de vedações para a indústria de óleo e gás

08/12/2015

Evonik_microgranulo

Material usado no processo de compressão a quente permite adição de reforços e aditivos

Vedações para óleo e gás de PEEK em tamanhos e comprimento padrão costumam ser produzidas através de três processos bem estabelecidos: moldagem por injeção, extrusão e moldagem por compressão a quente. Quando se quer um produto customizado, a moldagem por compressão a quente costuma ser escolhida em razão da redução dos custos associados à adaptação dos processos de produção adicionais. O VESTAKEEP® 5000 HCM representa uma melhora adicional do processo de moldagem por compressão a quente, proporcionando maior rendimento e melhor qualidade do produto final, afirma a Evonik

Eliminação de pontos pretos e melhora da resistência mecânica

Em forma de microgrânulos, o VESTAKEEP 5000 HCM apresenta a capacidade de minimizar ou até mesmo eliminar o ar que fica preso no molde de compressão a quente, segundo a Evonik. Os pós de PEEK tradicionais comumente empregados na moldagem por compressão a quente tendem a reter o ar no molde, o que pode causar a oxidação durante o processamento, fazendo com que o componente acabado apresente pontos pretos. A presença de pontos pretos pode causar retrabalho adicional ou, em casos extremos, fazer com que a vedação tenha que ser inutilizada. Além disso, relata a empresa, a medição da densidade aparente dos microgrânulos de VESTAKEEP 5000 HCM apresentou valores significativamente mais altos do que no caso do pó de PEEK padrão, resultando em melhores propriedades mecânicas, por exemplo, no alongamento na ruptura.

Microgrânulos abrem novas possibilidades

De acordo com a Evonik, outra vantagem associada aos microgrânulos VESTAKEEP 5000 HCM é a eliminação da etapa adicional de esmagamento dos grânulos para transformá-los em pó. Esse fato abre de imediato novas possibilidades para o desenvolvimento de compostos de microgrânulos PEEK reforçados com fibra de vidro ou até mesmo de compostos com aditivos de fluoropolímeros para a moldagem por compressão a quente. Isso não é possível com o pó de PEEK por causa da etapa de esmagamento, que destrói os efeitos positivos do reforço ou dos aditivos.

Fonte: Evonik

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