Posts Tagged ‘Gás de Xisto’

BASF avalia investimento em planta de propeno a partir de gás natural nos Estados Unidos

06/05/2014
  • Complexo de propeno em escala mundial à base de metano na costa do golfo os EUA
  • Integração mais forte na América do Norte

 A BASF está avaliando um investimento em escala mundial em um complexo industrial para obtenção de propeno a partir do metano, na Costa do Golfo, nos EUA . A produção de propeno para suprir as operações norte-americanas da BASF permitiria à empresa aproveitar os baixos preço do gás, devido à produção de gás de xisto nos EUA, melhorando consideravelmente seus custos atuais. Este seria o maior investimento em uma planta única da BASF até o momento.

A BASF pretende reforçar ainda mais a sua integração vertical a montante em propeno e ampliar as suas atividades a jusante à base de propileno, levando a uma posição de mercado mais forte na América do Norte. O propeno é um dos produtos químicos básicos mais importantes na indústria petroquímica e é usado na produção de uma vasta gama de produtos químicos de alto valor . Estes  químicos são usados para a fabricação de produtos, tais como plásticos, revestimentos, detergentes ou polímeros superabsorventes para fraldas de bebê.

Detalhes sobre o potencial de investimento, incluindo a capacidade da planta, valor do investimento e a localização exata estão atualmente em fase de avaliação .

Fonte:  BASF

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Evento nos Estados Unidos debaterá o “renascimento” da indústria de plásticos norte-americana

25/06/2013
  • De patrocínio conjunto pela SPI e pela IHS, o evento de 3 dias em novembro reunirá responsáveis pela tomada de decisão das indústrias petroquímica, de petróleo, gás natural, plásticos e bens de consumo.
  • Global Plastics Summit abordará as implicações do “renascimento” para toda a cadeia de fornecimento do Setor

SPI-LogoA SPI (The Plastics Industry Trade Association) anunciou hoje um novo evento que abrange todo o setor, chamado Global Plastics Summit. O evento congregará responsáveis pela tomada de decisão e especialistas de cada fase da cadeia de fornecimento para tratar das oportunidades e desafios da “renascença” do setor de plásticos na América do Norte, causada pela expansão do uso de gás de xisto e pela volta aos EUA de negócios que anteriormente eram feitos em outros países, além de outros desenvolvimentos transformacionais.

Coproduzido pela SPI e pela IHS Chemical, uma fornecedora de informações econômicas e do mercado global, a primeira Global Plastics Summit ocorrerá de 4 a 6 de novembro de 2013, no Hyatt Regency Hotel em Chicago.

“A abundante matéria-prima de gás de xisto está mudando o panorama global da fabricação de plástico”, disse William R. (Bill) Carteaux, presidente e CEO da SPI. “Os fabricantes de plástico devem compreender as implicações da abundância de matéria-prima, além de outros desenvolvimentos centrais que fazem parte da agenda da Global Plastics Summit, a fim de captar novas oportunidades nos mercados doméstico e internacional.”

“A indústria de plásticos norte-americana está na crista de uma nova onda de expansão”, de acordo com Nick Vafiadis, diretor sênior global de plásticos da IHS Chemical. “Os fabricantes aqui estão posicionados para se tornarem fornecedores mundiais em um nível nunca antes visto”, disse ele. “São tempos incríveis para a indústria, e a Global Plastics Summit será uma experiência inédita de colaboração.”

Workshops simultâneos sobre commodities, plásticos de engenharia e resinas de natureza biológica ocorrerão no primeiro dia da Global Plastics Summit, seguidos por dois dias de apresentações e discussões sobre expansões upstream e downstream na indústria, mudança das vantagens competitivas regionais, emergência de novas tecnologias, demanda por uma produção mais ecológica e o panorama de preços, fornecimento e demanda dos polímeros mais importantes nas principais regiões produtoras.

Para obter informações e se inscrever, acesse http://www.GlobalPlasticsSummit.com. As programações dos workshops estão publicadas no site e, em breve, a programação da conferência também estará disponível.

Fundada em 1937, a SPI: The Plastics Industry Trade Association promove crescimento de US$ 380 bilhões no setor de plástico dos EUA. Representando quase 900 mil trabalhadores americanos no terceiro maior setor de fabricação dos EUA, a SPI fornece aconselhamento jurídico, pesquisas de mercado, promoções da indústria e o estímulo a relações comerciais, além de estratégias de desperdício zero.  Desde fornecedores de resina e fabricantes de equipamentos a processadores e proprietários de marcas, a SPI representa todas as facetas do setor de plásticos dos EUA. A SPI também é proprietária e produz a feira internacional NPE. Todos os lucros da NPE são reinvestidos nos serviços da SPI à indústria.

A IHS é a principal fonte de informações, percepções (insights) e análises em áreas críticas que moldam o panorama de negócios atual. Empresas e governos em mais de 165 países de todo o mundo contam com o abrangente conteúdo, com a independente análise de especialistas e com os flexíveis métodos de fornecimento da IHS para tomar decisões de alto impacto e desenvolver estratégias com rapidez e praticidade. A IHS está no mercado desde 1959 e tornou-se uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York em 2005. Sediada em Englewood, Colorado, EUA, a IHS está compromissada com a sustentabilidade, com o crescimento lucrativo e emprega mais de 6.000 pessoas em 31 países de todo o mundo.

Fonte: Martino Communications / SPI

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Dow e Mitsui adiam implantação de unidade de polietileno derivado de cana-de-açúcar em Minas Gerais

16/01/2013

Citando aumento de custos de projeto, construção, operação e incertezas com a propriedade de terra no Brasil, a Dow Chemical Co. e a Mitsui & Co Ltd. adiaram seus planos para a implantação de uma unidade de produção de polietileno a partir do etanol, em Santa Vitória, Estado de Minas Gerais. O complexo, cuja entrada em operação originalmente estava prevista para o final de 2013, tem um investimento estimado da ordem de U$ 1,5 bilhões e prevê também a expansão das plantações de cana-de-acúcar e a construção de uma usina de etanol com capacidade para processar 2,7 milhões de toneladas de cana, cuja implementação continuará conforme o cronograma previsto.  A joint-venture Dow-Mitsui cultiva hoje uma área de 20 mil hectares de cana-de-acúcar e espera ter a sua primeira colheita completa em 2014.

No curto prazo, a Dow irá se focalizar em investimentos mais rentáveis, particularamente no desenvolvimento de unidades baseadas em gás de xisto nos Estados Unidos. A Dow está investindo 4 bilhões de dólares na Costa do Golfo do México para ampliar sua capacidade de produção de olefinas até 2017. A disponibilidade de amplas reservas de gás de xisto nos Estados Unidos reduz significativamente os custos de produção de poliolefinas.

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