Posts Tagged ‘Firjan’

Inovação e fomento para a indústria do setor de plástico foram temas de seminário na Firjan

22/11/2017

Debate realizado hoje (22/11) abordou temas como tendências de consumo, sustentabilidade e linhas de crédito para o setor industrial

Inovação, design, sustentabilidade e tendências que podem impactar as relações entre o consumidor e a indústria do setor de plástico foram temas do debate promovido pelo Sistema Firjan, hoje à tarde. Voltado para empresários e profissionais que atuam no segmento, o seminário teve a participação de José Carlos Pinto, diretor executivo do Parque Tecnológico da UFRJ, que falou sobre a importância da inovação e do empreendedorismo para o país: “Como promover o encontro entre o conhecimento gerado na academia, nas universidades e as necessidades reais das pessoas”.

Além dele, a especialista da Firjan ,Carol Fernandes, apresentou a palestra “De olho no mercado – tendências que irão impactar as relações de consumo”. Já o empresário Vinicius Martini, da <OU>, falou sobre como as empresas apostam no design como ferramenta para inovar; e Miguel Bahiense, da Plastivida, abordou o tema da importância do plástico para a sociedade, na palestra “Plástico e Sustentabilidade”.

Representantes do BNDES, Caixa e da AgeRio apresentaram as linhas de crédito e fomento para as indústrias do setor de plástico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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Sistema Firjan apresenta oportunidades do e-commerce para negócios

28/09/2017

Terceira edição do Cola trouxe Marcel Andrade, da JET e-business, para falar sobre os principais canais de venda virtual

Em um mundo cada vez mais digital, é imprescindível que empresas e indústrias possuam um canal de e-commerce. Para orientar os empresários sobre essa ferramenta online, o Sistema Firjan promoveu em 26 de setembro a terceira edição do COLA, evento que conecta especialistas e empreendedores para debater temas alinhados à realidade do novo mercado. O convidado foi Marcel Andrade, gerente de Canais da JET e-business, que falou sobre a importância de um setor pode ser medida em números: em 2016 o faturamento do e-commerce, só nos Estados Unidos, foi de US$ 1 trilhão, segundo a consultoria eMarketer.

Andrade apresentou os caminhos para o empreendedor dar o pontapé inicial na criação do seu negócio virtual. Além disso, foram expostas as plataformas disponíveis na web para difundir e promover o marketing empresarial de forma efetiva.

“Um dos pontos principais para quem começa a montar o seu e-commerce é saber como colocar o site em evidência no Google. Para isso, existem duas formas: Search Engine Optimization (SEO) e Search Engine Marketing (SEM). A primeira é um conjunto de técnicas de otimização por meio de textos para alcançar bons rankings orgânicos que produzam tráfego e autoridade para o site. A segunda é gerar visualizações através de anúncios em Links Patrocinados. O ideal é conseguir conciliar essas duas formas de atuação”, explicou.

O especialista também apontou alguns pilares para criar uma plataforma que seja capaz de atingir as expectativas da companhia. O planejamento, embora seja mutável, é o que mantém as premissas do empreendimento, garantindo que não seja perdida a essência do que foi proposto inicialmente.

“É fundamental que a empresa crie um departamento exclusivo para a administração do e-commerce. Outro ponto importante é optar por um modelo enxuto, porém com capacidade de escala adequada para o lançamento do projeto”, afirmou.

Um aspecto destacado por Andrade foi a importância de ter um espaço com opiniões relacionadas ao produto no site. De acordo com ele, essas avaliações influenciam o consumidor a tomar a decisão final de efetuar ou não a compra.

Possibilidades de atuação no e-commerce

O mercado de vendas on-line oferece duas opções principais de atuação. Elas são o Business to Business (B2B), modalidade que define transações comerciais entre empresas, e o Business to Commerce (B2C), voltado a operações comerciais entre a indústria e o consumidor final. Além disso, existe a ferramenta Enterprise Resource Planning (ERP’s), que é um software que integra todos os dados e processos de uma empresa, como, por exemplo, contas a pagar, controle de estoque e emissão de NFE.

“Primeiro o empresário precisa definir qual área de atuação se adequa mais ao seu negócio. A vantagem do B2B é usar a visibilidade de mercado que uma grande empresa possui para criar uma relação de revenda. Já o B2C é a operação tradicional de varejo, que é voltada a vendas para pessoas físicas. Após essa tomada de decisão, é recomendado organizar o e-commerce com uma ERP”.

Ele também destacou que essa forma de venda on-line é um caminho sem volta, com impacto nos negócios em âmbito mundial. “Os jovens consideram natural realizar compras pela internet e isso não vai mudar. De acordo com a Forrester, a expectativa é que até 2020 só o mercado de B2B movimente US$ 6,7 trilhões”.

Presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Cosméticos e Higiene Pessoal no estado do Rio (Sipaterj), Celso Dantas destacou que o e-commerce possibilita que as empresas ampliem seus mercados. “Os negócios online estão em franca expansão. É importante que a Firjan estimule os empreendedores a buscar oportunidades nas vendas digitais, principalmente neste momento de recessão. Precisamos estar atentos às grandes tendências para aumentar nossa base de clientes”, comentou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – FIRJAN

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Firjan lança Diagnóstico do Comércio Exterior 2017 apontando entraves ao comércio internacional

25/09/2017

  • Para empresários fluminenses, a burocracia alfandegária prejudica exportações
  • Estudo aponta principais entraves à expansão dos empresários fluminenses

Burocracia alfandegária ou aduaneira, burocracia tributária, custo do frete internacional e custos portuários e aeroportuários são os principais entraves enfrentados pelas empresas exportadoras e importadoras fluminenses. Ainda assim, os empresários que atuam no segmento consideram que haverá uma melhora no ambiente de negócios este ano. As informações fazem parte do Diagnóstico do Comércio Exterior do estado do Rio 2017, documento lançado hoje pelo Sistema Firjan.

Produzido pela Firjan Internacional de dois em dois anos, o levantamento ouviu 362 empresas, das quais 52% exportam e 83% importam. Ou seja, 35% delas promovem as duas operações. Em 2016, o comércio exterior brasileiro registrou o maior saldo comercial da série histórica (iniciada em 1996), US$ 47,7 bilhões, diante de US$ 185 bilhões em exportações e US$ 138 bilhões em importações. O resultado positivo no saldo comercial decorreu da queda acentuada das importações nos últimos anos.

Em comparação a 2014, o país diminuiu a corrente de comércio, US$ 323 bilhões, em 29%. No comparativo com o ano-base da última edição do Diagnóstico (2015), recuaram tanto as importações (40%) quanto às exportações (18%). Esse desempenho está em consonância com o resultado do comércio exterior mundial, que recuou 16% nesses dois anos.

Por sua vez, o estado do Rio apresentou superávit de US$ 4,6 bilhões em 2016, o maior saldo desde 2012. Assim como o desempenho do país na comparação entre 2014 e 2016, a corrente de comércio do estado somou US$ 30 bilhões e fechou com queda de 33%. Presidente do Sistema Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira destacou a importância do estudo e a missão da Federação para apoiar e incentivar o incremento no comércio internacional das empresas fluminenses, diversificando clientes e mercados.

O secretário de Comércio Exterior do ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Abrão Miguel Árabe Neto, disse que a percepção dos empresários detectada pelo Diagnóstico está em consonância com o trabalho que o MDIC vem promovendo para melhorar o ambiente de negócios para as empresas exportadoras e importadoras brasileiras. Ele citou o Portal Único do Comércio Exterior como o principal mecanismo de desburocratização no setor.

Com 72 páginas, o Diagnóstico também aponta o perfil das empresas fluminenses, com destaque para pequenas e microempresas; a representação regional, sobressaindo-se a Capital; e os principais parceiros, com destaque para os Estados Unidos.

O estudo ressalta que 62% das empresas exportam regularmente e que consideram que poderiam ter um incremento de 30% nos negócios, caso os entraves fossem superados. A Receita Federal e a Anvisa foram citados como órgãos que mais afetam as exportações fluminenses, bem como a cobrança de ICMS também. As queixas das empresas importadoras são semelhantes.

“Conforme o Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio 2016-2025, produzido pela Firjan no ano passado, as prioridades para a melhoria de negócios no âmbito do comércio exterior a serem adotados pelo poder público são: eliminar a carga tributária sobre exportações de bens e serviços, aprimorar os mecanismos de defesa comercial brasileiro, fortalecer e diversificar os acordos econômicos-comerciais do Brasil, simplificar e agilizar os processos para o comércio exterior, e ampliar o acesso ao mercado internacional pela indústria do estado”, destacou a especialista em Comércio Exterior da Firjan Internacional, Claudia Teixeira dos Santos.

Entraves nas exportações

Na exportação, os empresários notam uma contínua melhoria no ambiente de negócios, pois a identificação de entraves às exportações caiu de 84% em 2011 para 71% em 2013, 69% em 2015 e chegou a 63% em 2017, a menor percepção de dificuldades registrada. Ainda assim, mais da metade dos exportadores encontram algum problema nas exportações. Principais entraves levantados: burocracia alfandegária ou aduaneira (46%), burocracia tributária (27%) e custo do frete internacional (22%).

Vale citar os regimes especiais que podem auxiliar na competitividade das exportações fluminenses, como o Drawback, que permite às empresas comprarem com suspensão de tributos peças ou insumos para fabricação de um produto para exportação, e o Reintegra, que restitui à exportação valores referentes aos resíduos tributários. Contudo, apenas 6% das exportadoras utilizam o Reintegra e apenas 14% fazem uso do Drawback.

Barreiras nas importações

Nas importações, a percepção de entraves foi muito maior: 76% das empresas encontraram dificuldades em seus processos, sobretudo como na exportação a burocracia alfandegária, (63%), custos tributários (59%) e custos portuários e aeroportuários (17%). Dentro os processos de burocracia, a liberação de cargas e o desembaraço aduaneiro tiveram relevante piora no comparativo, passando de 38% em 2015 para 60% em 2017.

Exportação e importações fluminenses

Em 2016, os Países Baixos foram o principal destino das exportações fluminenses de produtos, com exceção do petróleo, com destaque para plataformas flutuantes. O mesmo vale para Singapura. As vendas do setor automotivo para os países latino-americanos impulsionaram as exportações para Argentina (17%), 80% para o México e 6% para o Chile.

Em relação à importação, os Estados Unidos foram o principal parceiro do Rio, com destaque para compra de partes de motores e turbinas para aviação. A China ficou na segunda posição.

Durante o lançamento do diagnóstico foi realizada a entrega do Prêmio Rio Export 2017, em sua 20ª edição, às empresas que mais se destacaram nas relações com o mercado externo. O destaque foi para a GE Celma. A Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria também foi homenageada.

O estudo completo do Diagnóstico do Comércio Exterior 2017 pode ser acessado através deste link: http://www.firjan.com.br/publicacoes/publicacoes-de-economia/diagnostico-do-comercio-exterior-do-estado-do-rio-de-janeiro.htm#pubAlign

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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Sistema Firjan convoca empresas de plástico a participarem do Procompi

24/08/2017

Micro e pequenas empresas do setor de transformação de plástico receberão consultoria em eficiência energética

Empresas do setor de transformação de plástico das regiões Metropolitana, Baixada e Centro-Sul do estado do Rio podem se inscrever no Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi). Parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sebrae e Sistema FIRJAN, a iniciativa oferece benefícios para financiamento de projetos de eficiência energética para as empresas do setor de plástico, com o objetivo de elevar a competitividade da indústria.

O programa executará capacitações, diagnóstico de eficiência energética e acompanhamento das oportunidades de melhoria, promovida por consultoria especializada em cada empresa. As empresas interessadas em participar do Procompi podem obter mais informações e se inscrever por meio do preenchimento e assinatura do Termo de Adesão, disponível em http://www.firjan.com.br/procompi. Após assinatura, o termo deve ser encaminhado pelo e-mail: plastico@firjan.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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