Posts Tagged ‘Fios e Cabos’

Borealis adquire controle acionário de fabricante coreano de compostos para a indústria de cabos elétricos

15/11/2018

A Borealis anunciou a assinatura de um acordo para aquisição de uma participação majoritária na empresa sul-coreana DYM Solution Co. Ltd. O acordo e transação estão sujeitos às aprovações regulamentares.

Com sede em Cheonan, na Coréia do Sul (foto), a DYM Solution Co. Ltd. foi fundada em 1992 e é fornecedora de soluções em compostos para a indústria global de cabos elétricos. Ela é especializada em compostos de borracha e curados por silanos, semicondutores e materiais retardantes de chama sem halogênio (HFFR).

Com este investimento, a Borealis busca estender a pegada global de ativos da divisão Wire & Cable que ela tem em conjunto junto com a Borouge, com sede em Abu Dhabi. Com essa aquisção, a Borealis poderá adicionar o portfolio complementar da DYM Solution Co à sua extensa gama de produtos.

“Ter acesso a uma base de produção asiática aumentará significativamente nossa capacidade de promover um crescimento orgânico contínuo para a Borealis e a Borouge e permitirá que atendamos ainda mais aos requisitos de nossos clientes do segmento de fios e cabos”, diz o diretor executivo da Borealis, Alfred Stern.

Fonte: Borealis

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Braskem lança nova linha de resinas modificadas de EVA

19/05/2018

Segundo a empresa, o lançamento proporciona um excelente soft touch, além de aumentar a produtividade, reduzir o peso e ser versátil em suas aplicações

Atenta à competitividade e demanda do mercado, a Braskem acaba de lançar uma família de resinas modificadas de EVA (copolímero de etileno e acetato de vinila). De acordo com a Braskem, a marca Braskem Evance oferece uma solução com resinas inovadoras de alto desempenho e avançada customização para cada tipo de aplicação. A novidade pode ser utilizada nos setores calçadista, automotivo, de construção civil, nas indústrias de transporte, de artigos esportivos, fios e cabos, entre outros.

“O papel da Braskem vai desde a criação da resina até a definição de um composto que atenda aos requisitos técnicos para diferentes aplicações, frente à gama do mercado de borracha e elastômeros, levando benefícios a transformadores, marcas e consumidores”, comenta Claudia Arruda, diretora comercial da Braskem.

As características do EVA modificado o tornam um produto competitivo em relação a outros elastômeros e a alguns tipos de borrachas. Para ser confortável – principal requisito da indústria calçadista – o material oferece soft touch e leveza, proporcionando uma melhor aderência na sola do produto quando em contato com o chão, afirma a Braskem. Já nos setores automotivo e construção civil, a linha pode reduzir o peso para algumas aplicações, além de uma redução no custo final da solução, garante a empresa.

“Temos potencial para alcançar as indústrias que usam elastômeros e borracha como fontes de matérias-primas e criar novas oportunidades com o Braskem Evance “, afirma Claudia.

A Braskem afirma que a sua linha Evance traz um processo produtivo mais simples, utilizando menos matéria-prima e diferenciando-se das atuais resinas do mercado, além de oferecer mais flexibilidade, leveza, resistência, conforto e toque emborrachado.

Fonte: Braskem

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Karina Plásticos passa a usar o Polietileno Verde em seu portfólio de produtos

20/02/2018

Por meio de uma nova parceria com a Braskem, a Karina Plásticos agrega mais um produto em seu portfólio com o Polietileno Verde I’m greenT para o mercado de fios e cabos. Os produtos da linha “Karintox Eco” já estão disponíveis no mercado e podem ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT“. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“Em um momento em que buscamos incansavelmente condições competitivas para sobreviver em um mercado complicado e vindo de um período altamente recessivo, identificamos através dessa ação conjunta com a Braskem um nicho importante que, sem dúvida, irá destacar a Karina nessa indústria tão confrontada por situações nocivas ao meio ambiente. Atuando inicialmente no mercado de Fios e Cabos com um produto isento de halogênio, agora também incorporamos em sua formulação uma matéria-prima originada de uma cadeia renovável”, destaca Edson Penido, comercial da Karina.

A Karina possui uma linha de produtos formada por Compostos de PVC, Especialidades Poliolefínicas e uma variedade de cores de Masterbatches.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, comentou sobre o assunto: “Essa parceria comprova novamente que a indústria brasileira e os seus clientes estão interessados em soluções inovadoras, ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final. Esta nova parceria com a Karina demostra que estamos preparados para atendê-los com um amplo portfólio”.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. A planta de Polietileno Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano. Segundo a empresa, o Polietileno Verde captura e fixa 3,09 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de resina produzida durante o seu ciclo de produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, a resina de origem renovável mantém todas as propriedades técnicas e mecânicas do plástico convencional, de origem fóssil, o que permite a sua utilização e reciclagem usando máquinas já existentes, sem necessidade de adaptação.

Fonte: Braskem

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Prysmian expande linha de cabos sustentáveis com o Plástico Verde da Braskem

10/06/2015

Família Afumex Green cresce incluindo cabos da classe de tensão 0,6/1kV (até 1.000V)

prysmianAlinhada às principais frentes de desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, a Prysmian, maior fabricante mundial de cabos elétricos e de telecomunicações, expande a sua linha de cabos Afumex Green, com o novo componente Afumex Green 1kV (1.000 Volts).  Referência em segurança e qualidade, o lançamento utiliza, na sua isolação, o polietileno “Verde” da Braskem, derivado da cana-de-açúcar.

“A preocupação com sustentabilidade está no DNA da Prysmian. Com este lançamento, aumentamos nossa gama de produtos “verdes”. Inovamos ao apresentar, há três anos, o primeiro cabo ecológico do mundo, o Afumex Green 750V. Agora, com a extensão da linha para o Afumex Green classe de tensão 0,6/1kV, seguimos com nosso compromisso de sempre oferecer ao mercado inovações tecnológicas no segmento de fios e cabos. O próximo passo é ampliar o uso do polietileno de origem renovável para famílias de cabos de concessionárias para distribuição de energia em redes aéreas e subterrâneas”, declara Humberto Duplat Paiva, diretor comercial da Prysmian.

Os cabos Afumex Green 1kV atendem às exigências das normas (NBR5410 e NBR13570) para instalações elétricas em locais com grande concentração de pessoas e, até mesmo, em ambientes confinados, uma vez que não propaga chama em caso de incêndios e tem baixa emissão de fumaça e gases tóxicos. Além disso, são utilizados para energizar máquinas, equipamentos e iluminação em geral, sendo aplicáveis em estádios, aeroportos, shoppings, escolas, edifícios comerciais e residenciais, entre outros.

Para apresentar ao mercado o novo Afumex Green, a Prysmian investiu R$ 10 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento e em equipamentos para produção. A nova geração dos cabos será produzida nas fábricas de Sorocaba e Santo André (SP), a partir de maio, e será destinada para toda a América do Sul.

Segundo a Braskem, o seu polietileno “verde” captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de plástico produzido, sendo que 80% da energia consumida em todo o processo é proveniente de fonte renovável.

Sobre a Prysmian: O Grupo Prysmian conta com 19 mil colaboradores, 91 fábricas e está presente em 50 países, com 17 centros de Pesquisa e Desenvolvimento na Europa, Estados Unidos e América do Sul. Com três unidades de negócio – Energia (cabos aéreos, terrestres e submarinos para a transmissão e distribuição de energia elétrica), Telecomunicações (cabos e fibras ópticas para transmissão de dados, imagem e voz e cabos convencionais em cobre) e Petróleo (Umbilicais, Dutos Flexíveis de Produção e Cabos Especiais para plataformas e bombas submersas), o Grupo Prysmian está presente em todos os continentes. No Brasil, com mais de 20% de market share, a empresa possui oito unidades fabris localizadas em Santo André e Sorocaba (quatro fábricas), em SP, Joinville, em SC, Vila Velha e Cariacica, no ES, além de dois centros de Pesquisa e Desenvolvimento. Conta com mais de 1.400 funcionários que são responsáveis pela produção de aproximadamente 80 mil toneladas de cabos por ano.

Sobre a Braskem: A Braskem possui 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha e produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. A Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Fonte: Braskem

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Arkema lança agente de acoplagem para retardantes de chama livres de halogênios usados em aplicações em fios e cabos

28/05/2015
  • A Arkema (www.arkema.com) desenvolveu o produto Orevac® 18341, um novo composto de polietileno com anidrido maléico para a produção de um retardante de chama livre de halogênios (HFFR – Halogen Free Flame Retardant),  usado na fabricação de fios e cabos.
  • O novo produto é especialmente útil na melhoria da resistência à hidrolise após o envelhecimento

Arkema_fios-e-cabosFormulações de compostos olefínicos anti-chama livres de halogênios (HFFR) são alternativas ao PVC na fabricação de revestimento de fios e cabos de baixa tensão. Eles têm a vantagem de gerar baixa densidade de fumaça em uma situação de incêndio, bem como boa retardância às chamas. No entanto, eles exigem propriedades mecânicas melhorada e maior resistência a hidrólise após o envelhecimento. Resistência a hidrólise é fundamental para se manter as propriedades do cabo, mesmo em ambientes úmidos. O novo grade Orevac® é um polietileno com um elevado nível de anidrido maleico (MAH). Segundo a Arkema, o alto teor de anidrido maleico o torna um excelente agente de acoplamento entre poliolefinas e cargas minerais como hidróxido de alumínio,  hidróxido de magnésio, brucita, etc. Ele ajuda a atingir propriedades mecânicas superiores e a melhorar a resistência à hidrólise, mesmo após o envelhecimento.

Propriedade de Composto Retardante de Chama Livre de Halogênio com Orevac 18341. Fonte: Arkema

Propriedades de uma formulação de Retardante de Chama Livre de Halogênio com Orevac 18341.  Fonte: Arkema

O Orevac® 18341 é compatível com copolímeros olefínicos da Arkema, tais como Lotryl® (copolímeros de etileno-acrilato EEA, EMA e EBA) e Evatane® (copolímeros de etilenoacetato de vinila – EVA), para produzir compostos de retardantes de chama livres de halogênio, com excelentes propriedades mecânicas, mesmo com um baixo teor de agente de acoplagem, segundo a empresa. As características típicas do Orevac® 18341 são mostradas abaixo:

Propriedades típicas do Orevac 18341. Fonte: Arkema

Propriedades típicas do Orevac 18341. Fonte: Arkema

O novo grade de Orevac completa o portfólio de agentes de acoplagem da Arkema:

  • Orevac® 18302N polietileno grafitizado: agente de acoplagem de propósitos gerais
  • Orevac® 18507 HDPE grafitizado: altas propriedades mecânica, química e à abrasão
  • Orevac® OE808 : aplicação HFFR em cabos flexíveis
  • Orevac® CA100 polipropileno grafitizado: compostos HFFR a base de PP
  • Lotader® 3210: Agente terpolímero de acoplagem exclusivo para compostos HFFR com propriedades mecânicas melhoradas

Para mais informações sobre agentes de acoplagem Orevac® e Lotader® e outros grades, visite os website do Orevac e do Lotader.

Companhia química global e principal produtora de produtos químicos da França, a Arkema tem operações em mais de 50 países, cerca de 14.000 funcionários e 13 centros de pesquisa, Arkema gera receita anual de € 7,6 bi e possui um portfólio de marcas reconhecidas internacionalmente.

Fonte: Arkema

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Orion lança novas especialidades de negro de fumo para tubulações e aplicações condutoras de eletricidade durante a Feiplastic 2015

14/05/2015

Na Feira InternaOrion_Pipescional do Plástico (Feiplastic), ocorrida em São Paulo, de 4 a 8 de maio, a Orion Engineered Carbons apresentou quatro novas especialidades de negro de fumo para usos em tubos de pressão, fios e cabos e aplicações condutoras de eletricidade: PRINTEX® zeta A, XPB 552, XPB 538 e PRINTEX® HV.

O PRINTEX® zeta A é projetado especialmente para tubulações de pressão usadas na distribuição de gás e água. “A elevada pureza química e física do PRINTEX® zeta A minimiza efeitos de sabor e odor”, afirma Bhuvanesh Yerigeri, Ph.D., Gerente Técnico de Mercado para as Américas em especialidades de Negro de Fumo. “A baixa absorção de umidade e o excelente desempenho da dispersão microscópica da especialidade garantem um tubo liso, sem defeitos”. O PRINTEX® zeta A também dá ao polímero uma boa proteção à radiação ultravioleta, protegendo o tubo da degradação foto-oxidativa, afirma a Orion.

Orion_Carbon_BlackDois outros grades de especialidades em Negros de Fumo condutores de eletricidade para aplicações em polímeros foram recentemente adicionados ao portfolio da Orion:

XPB 552: tem uma área superficial específica média, conferindo condutividade e propriedades anti-estáticas aos polímeros, segundo a empresa. Tais polímeros são adequados para peças plásticas da carroceria de automóveis que requerem condutividade para garantir uma pintura livre de problemas, assim como também para embalagens de eletrônicos.

XPB 538: é um negro de fumo de área superficial específica extremamente alta e possui um elevado nível de estrutura e de pureza, segundo a Orion, alcançando maior condutividade a níveis de carga mais baixos do que os negros de fumo condutores convencionais. As suas principais aplicações incluem baterias de íon-lítio, aplicações de fios e cabos e plásticos de engenharia condutores.

Orion_CablesCompletando o portfólio de novas especialidades em negros de fumo da Orion para aplicações condutoras, a empresa apresentou também o PRINTEX® HV, um grade de alto desempenho para uso em cabos de alta voltagem. O PRINTEX® HV possui alta pureza e dispersabilidade e confere uma superfície muito lisa, além de alta condutividade para compostos semi-condutores, afirma a Orion.

A Orion Engineered Carbons é um fornecedor global de negro de fumo. A empresa oferece produtos convencionais e de alto desempenho para revestimentos, tintas para impressão, plásticos, borrachas e outras aplicações. Os grades de negro de fumo fornecidos pela Orion tingem, dão cor e aprimoram o desempenho de plásticos, tintas e revestimentos, toners e tintas de impressão, adesivos e vedações, pneus e produtos fabricados com borracha, tais como correias e mangueiras automotivas. Contando com 1.360 funcionários no mundo todo, a Orion Engineered Carbons opera 14 fábricas globais, incluindo a unidade brasileira, em Paulínia, e 4 centros de tecnologia aplicada. A unidade de Paulínia, em São Paulo, opera desde 2003 e tem uma capacidade de produção de 100.000 toneladas métricas por ano, produzindo tanto pigmentos de especialidades como negro de fumo para borrachas, incluindo grades de tecnologia limpa. A planta de Paulínia emprega 65 funcionários. A Orion também possui escritórios de vendas em São Paulo, além de um centro técnico dedicado às Américas, em Ohio, nos Estados Unidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Orion

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Kraton Polymers participa da Feiplastic 2013 e apresenta novidades

07/05/2013

feiplastic

A Kraton Polymers, líder mundial na produção de  elastômeros termoplásticos sintéticos, participará da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico – que acontece de 20 a 24 de maio no Anhembi em São Paulo (SP). A empresa, que participará como expositora, pretende mostrar suas principais soluções e também promoverá novas aplicações para soluções já consolidadas no mercado brasileiro.

A empresa tem um amplo portfólio de polímeros de alto valor utilizados em uma grande variedade de aplicações, incluindo itens de consumo e higiene pessoal, adesivos e revestimentos, eletrônicos, suprimentos médicos, componentes automotivos e materiais de pavimentação e coberturas.

Os produtos Kraton podem ser processados em uma variedade de aplicações industriais, incluindo a moldagem por injeção, moldagem por sopro, moldagem por compressão, extrusão, fusão a quente e revestimentos para soluções aplicadas. A Kraton oferece seus produtos para mais de 800 clientes em mais de 60 países ao redor do mundo.

Lançamentos:

Tecidos Revestidos – Os polímeros de alto desempenho da Kraton possibilitam alternativas inovadoras e ecológicas em relação aos tecidos revestidos de PVC e Poliuretano usados em aplicações para estofamentos, com variadas opções de cores, decoração e revestimentos.

Segundo a empresa, os tecidos de estofamento produzidos com os polímeros Kraton têm os mesmos benefícios de tecidos revestidos com PVC, porém são mais leves, recicláveis e apresentam maior durabilidade.

Não contêm ftalatos nem quaisquer outros plastificantes que possam migrar e degradar espumas de poliuretano. Tecidos produzidos com polímeros Kraton são ideais para aplicações em estofamentos de assentos e móveis usados em áreas de grande movimento, como também ambientes que requeiram materiais não porosos, incluindo esportes marinhos e radicais, transportes públicos, aplicações médicas e de e escritórios.

Área Automotiva: A Kraton Polymers, em resposta às demandas da indústria automotiva por uma solução de maior performance e sustentabilidade, desenvolveu  uma nova alternativa baseada em SBC para slush molding em interiores de automóveis.

Slush Molding é um processo que possibilita grande liberdade no design, além de ser usado na produção de uma grande variedade de componentes para interiores automotivos, como painéis de instrumento, acabamento de portas, consoles, capas para airbags, etc.

De acordo com a empresa, o SBC baseado nos polímeros KratonTM para slush molding apresenta diversos benefícios com relação ao PVC, como  melhores propriedades contra o envelhecimento, aprimoramento estético, melhor desempenho em baixas temperaturas, menores custos, menor peso específico, reduzindo o peso dos componentes em até 40%, reciclável e mais suave ao toque. Afirma a Kraton que o PVC possui limitações, incluindo a fragilidade e perda de sua funcionalidade devido à tendência do plastificante migrar ao longo do tempo.

Outras Aplicações de Materiais Avançados:

Soluções em compostos – A empresa destaca os benefícios dos compostos feitos com polímeros Kraton: grande resistência e elasticidade, durabilidade, transparência e suavidade ao toque, aderência em superfícies secas e molhadas, ampla resistência às variações térmicas, boas propriedades elétricas, esterilização por vapor, óxido de etileno, radiações Beta e Gama, resistência ao oxigênio, ozônio e degradação UV (Polímeros KratonTM G). Esses compostos são utilizados em produtos finais, como ferramentas, componentes da área automotiva, produtos de consumo, utensílios domésticos, produtos para cuidados pessoais, produtos esportivos, brinquedos, fios e cabos.

Cuidados pessoais – Com a utilização do Kraton G (SEBS), do KratonTM D (SIS) e do  CariflexTM IR, a Kraton está presente em diversas frentes ligadas à higiene, saúde e ao bem-estar. Seus polímeros apresentam as mais diversas inovações e aplicabilidades, como na produção de borrachas macias e confortáveis para o manuseio de escovas de dente e aparelhos de barbear, no desenvolvimento de materiais resistentes, porém confortáveis e que facilitam a respiração da pele na produção de fraldas infantis, geriátricas e absorventes femininos e na produção de preservativos, por proporcionar maior elasticidade, durabilidade, menor odor e maior transparência.

Área Médica (alternativa ao PVC) – O Kraton G1645 é um polímero que cria novas oportunidades para a substituição de PVC na área médica, incluindo filmes para bolsas de soro e tubos cirúrgicos, draping cirúrgico, dispositivos de compressão, equipamentos de diagnóstico (flexíveis e rígidos), luvas, filmes médicos e outras aplicações. Esses polímeros são livres de ftalato, oferecem alto desempenho, são atóxicos e, por isso, uma excelente e comprovada alternativa ao PVC.

Cariflex™ IR (alternativa da borracha natural em aplicações avançadas) – Cariflex IR é uma borracha de poliisopreno sintético que pode ser formulada para substituir a borracha natural (NR) em muitas aplicações, como luvas cirúrgicas, preservativos, componentes médicos, adesivos de vedação a frio e em aplicações na indústria eletrônica. É a substituta ideal para o látex de NR, particularmente em aplicações médicas que exigem elevada pureza. Estes produtos oferecem excelente elasticidade e propriedades mecânicas, além de trazerem conforto no contato com pele, uma vez que são hipoalérgicos.

Fios e Cabos (alternativa ao PVC) – De acordo com a Kraton, seus polímeros oferecem uma variedade de benefícios importantes em aplicações de fios e cabos. Propriedades elétricas superiores os tornam excelentes candidatos para aplicações de isolamento e são versáteis o bastante para serem usados em encamisamento e peças moldadas. A Kraton disponibiliza uma gama de polímeros que se encaixam ao tipo de desempenho desejado.

Filmes de Proteção – A Kraton oferece tecnologia de co-extrusão avançada em polímeros para a produção de filmes de proteção de superfície. Esta tecnologia oferece características únicas que podem ser formuladas em um composto adesivo que cobre uma ampla extensão de processamento e propriedades adesivas. As propriedades do composto podem ser fornecidas ao cliente sob medida para atingir requisitos personalizados de desempenho para aplicações específicas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Polietileno reticulado da Dow alonga vida útil dos cabos de distribuição de energia subterrânea

19/08/2012

Especialista da companhia destacará os diferenciais do TR-XLPE durante seminário

Com o aumento da utilização de cabos de transmissão elétrica subterrânea, é cada vez maior o interesse de empresas que trabalham com esse segmento por informações sobre o tema, bem como por entender os benefícios em relação a outras soluções.

Para esclarecer essas questões e oferecer explicações técnicas sobre o assunto, a Dow participa, no dia 20 de agosto, de um seminário voltado para empresas que atuam no mercado de energia elétrica, desenvolvido pela Copel (Companhia Paranaense de Energia). Na ocasião, o engenheiro eletricista Marcio Alves, gerente de atendimento da Dow às concessionárias de energia elétrica para a América do Sul, explicará os diferentes isolantes para cabos de energia e as vantagens da utilização da linha Dow Endurance pelo setor.

Segundo a Dow, suas soluções para cabos subterrâneos de transmissão e distribuição minimizam as perdas de energia, conferem até duas vezes mais durabilidade e proporcionam melhor custo-benefício ao longo de toda a cadeia, reduzindo o impacto ao meio ambiente.

“As instalações subterrâneas devem apresentar um alto nível de proteção para evitar a penetração de umidade nos circuitos elétricos que têm os cabos de energia como um dos principais elementos. Além disso, durante o manuseio nos dutos e caixas, eles não devem sofrer nenhum dano e precisam ser muito bem preparados nas conexões, tanto para a instalação de terminações quanto para a de emendas”, destaca Alves.

A Dow desenvolveu a tecnologia de isolação de polietileno reticulado com retardante à arborescência (TR-XLPE). A empresa informa que a sua solução é capaz de reduzir consideravelmente o efeito da arborescência elétrica, duplicando a vida útil do cabo de energia. De acordo com estudos em campo, estes cabos podem operar por mais de 40 anos ininterruptamente.

O TR-XLPE possui em sua composição um aditivo capaz de confinar o efeito da arborescência, reduzindo a taxa de crescimento deste fenômeno e evitando que ele se aproxime da outra extremidade do material isolante. Desta forma, o cabo não fica enfraquecido devido à arborescência a ponto de sofrer o rompimento dielétrico.

A instalação elétrica subterrânea, já bastante utilizada na América do Norte e Europa, passa a ser cada vez mais comum no Brasil. O sistema, além de ser considerado mais seguro, uma vez que evita que os fios e cabos expostos possam ser rompidos ou atingidos causando danos à rede elétrica, é também esteticamente mais agradável.

Fonte: Dow

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Distribuidora de energia elétrica da Índia adota o polietileno reticulado da Dow para seus cabos de distribuição

01/03/2011

A Dow Wire & Cable alcançou mais um marco no setor de concessionárias de energia elétrica. A unidade de negócios da Dow para fios e cabos foi reconhecida pela maior estatal de distribuição de energia da Índia, a Maharashtra State Electricity Distribution Company Limited (MSEDCL), pela especificação avançada para o uso de isolação TR-XLPE para seus cabos de distribuição de 11, 22 e 33 kV.

O TR- XLPE é um polietileno reticulado com retardante à arborescência que reduz a degradação elétrica causada pela umidade.  Utilizado pela indústria global de energia a solução é capaz de isolar o equivalente a mais de três milhões de quilômetros de cabos subterrâneos de média tensão (MT).

“Esta é a primeira vez que uma concessionária pública certifica o TR-XLPE. A especificação coexiste com a atual especificação-padrão para cabos XLPE da Índia, e é uma opção para ela”, ressalta Ram Ramachandran, diretor global de Marketing de Usuário Final da Dow.

Adicionalmente, a especificação da concessionária traça claramente as exigências de desempenho nos níveis do Dow ENDURANCE™ – família de semicondutores e isolamento para média tensão (MT), alta tensão (AT) e  alta tensão para construções (MAT). De acordo com Ramachandran, a preferência clara da MSEDCL será crucial para que outras estatais e distribuidoras de energia elétrica do setor privado analisem os materiais de alto desempenho da Dow.

Programa DOW INSIDE

Para que um sistema de cabos seja confiável é necessário que eles tenham um bom desempenho em protocolos regionais para oferecer mais valor para as distribuidoras de energia elétrica do mundo todo. Pensando nisso, a Dow Wire & Cable criou, em 2009, o programa DOW INSIDE que seleciona fabricantes de cabos aptos a produzirem cabos de alta qualidade com materiais Dow.

Fonte: Dow

Braskem lança novo composto de polietileno para aplicações em fios e cabos.

01/02/2011
Resina é indicada para produtos expostos a condições climáticas adversas

A resina TC9008, composto à base de polietileno de baixa densidade (PEBD) pigmentado com negro de fumo, é o mais recente lançamento da Braskem para o segmento de Fios & Cabos. Seu principal uso é como revestimento ou capa de fios e cabos para Telecomunicações e Energia.

A combinação de propriedades mecânicas e facilidade de processamento, fornecidas pelo PEBD, e a proteção contra radiação UV, obtida com o uso de pigmento negro de fumo, confere ao composto TC9008 alta produtividade durante a extrusão, acabamento, alta flexibilidade e elevada resistência à baixa temperatura, além de proteção contra a ação das intempéries.

Com o investimento em infraestrutura no Brasil, há previsão de crescimento anual de 10% do segmento de Fios & Cabos nos próximos anos e os lançamentos da Braskem chegam para suprir a demanda do setor. A produção inicial de TC9008 será de 200 t/m e, em até quatro anos, estima-se atingir um volume de produção de aproximadamente 600 t/m.

O TC9008 complementa a família de resinas produzidas pela Braskem para este segmento, ampliando o portfólio atualmente formado pelas resinas GD5150K (cabos multiplexados, isolamento de fios e cabos de cobre), GM5340PRK (capa de fios e cabos ópticos e metálicos, isolamento de fios e cabos de cobre), LL4400SFC e LH218 (isolamento de fios e cabos XLPE de média tensão) e IA59UE e BC818 (cabos coaxiais expandidos a gás).

Fonte: Braskem

Instituto do PVC apóia as empresas do segmento eletroeletrônico que mantiveram o PVC em seus produtos.

08/06/2010

Diversos fabricantes de produtos eletroeletrônicos foram rebaixados na 15ª edição do Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace, que classifica erroneamente o PVC como produto não sustentável.

O Instituto do PVC apóia as empresas, que de acordo com o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace (“Guide to Greener Electronics”) retrocederam em relação aos compromissos de eliminação de substâncias ditas como tóxicas de seus produtos, entre elas o PVC. Lançada em maio, no Japão, a 15ª edição do Guia do Greenpeace critica equivocadamente o PVC utilizando argumentos completamente descabidos, entre eles o de que o PVC “pode  causar danos ao meio ambiente e prejudicar a saúde humana”.

O guia do Greenpeace é baseado (talvez principalmente) na Diretiva Européia RoHS – Restriction of the use of Certain Hazardous Substances in Electrical and Electronic Equipment, diretiva que faz com que a União Européia proíba o uso de seis substâncias químicas em equipamentos eletroeletrônicos: chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, polibromato bifenil e PBDE – éter difenil polibromato. Porém, a Diretiva RoHS não proíbe o uso do PVC nesses equipamentos, o que torna no mínimo questionável a forma com que o PVC é tratado neste guia.

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, recurso inesgotável na natureza. Cerca de 57% da resina de PVC, em peso, tem origem nesta matéria-prima, sendo este o único plástico que não é 100% derivado do petróleo (o que contribui para a diminuição da emissão de CO2). Os 43% restantes correspondem ao petróleo que, inclusive, pode ser substituído pelo eteno produzido a partir da cana-de-açúcar, permitindo que a resina seja derivada de matérias-primas 100% inesgotáveis na natureza.

Assim, não há razões técnicas, científicas ou sequer legislações no mundo para que as empresas do segmento de eletroeletrônicos eliminem o PVC de seus produtos. O PVC é um produto inerte, atóxico, seguro e largamente utilizado no segmento de eletroeletrônicos, principalmente em fios e cabos. O PVC também é utilizado na fabricação de tubos e conexões para o transporte de água potável, embalagens de alimentos e medicamentos, além de ser o plástico mais utilizado na área médica, com aprovação de órgãos competentes como o Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, Farmacopéia Européia e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil, entre outros, o que demonstra sua total segurança.

Descarte correto e reciclagem – Apesar de ser um dos três plásticos mais utilizados do mundo, o PVC é também um dos menos presentes nos aterros sanitários. As razões são simples, a maioria dos produtos de PVC é de longa vida útil (os tubos de PVC duram mais que 50 anos). Além disso, o PVC é um material 100% reciclável e é reciclado.  (http://www.institutodopvc.org/publico/index.php?a=imprensa&imp_ano=2008&imp_id=142).

Pesquisa realizada sobre a reciclagem mecânica do PVC, encomendada pelo Instituto do PVC, mostra que o índice de reciclagem mecânica do PVC pós consumo no Brasil, em 2007, foi de 17%. Número bastante significativo considerando que na União Européia, o índice de reciclagem mecânica de todos os plásticos foi de 18,6%, no mesmo período. O índice se torna ainda mais significativo se avaliarmos a reciclagem do PVC flexível, o principal tipo de PVC utilizado na indústria de eletroeletrônicos. Neste caso, o índice chega a 19,6% e supera o da União Européia.

Quanto à incineração, sabe-se que este é um processo bastante evoluído em países desenvolvidos. As legislações que regulamentam os incineradores são extremamente rígidas, exatamente para garantir que as emissões a partir destes equipamentos sejam seguras para o ser humano e meio ambiente. Não existem leis que digam que um determinado resíduo não possa ser incinerado, e sim leis que regulam o processo de incineração, independente do que for ser incinerado. As emissões verificadas na incineração do PVC não são diferentes de quaisquer outras a partir de outros resíduos e estão de acordo com o que exigem as legislações mundiais sobre esse processo.

Adicionalmente, estudos científicos, como o da ASME – Associação Americana de Engenheiros Mecânicos comprovam que a emissão de dioxinas não tem qualquer relação com a quantidade de cloro alimentada no incinerador. Sendo o PVC uma das muitas fontes de cloro em um incinerador mesmo colocando pouca ou muita quantidade de PVC (ou de cloro via outras fontes) não significa o aumento das emissões de dioxinas.

É por todas essas razões que o instituto do PVC cumprimenta as empresas que, ao contrário do que determina o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace, mantém o PVC em seus componentes. Tais companhias demonstram que o apelo do ecomarketing não pode ser substituído pela informação técnica-científica quando o assunto é sustentabilidade.

O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Veja abaixo vídeo sobre reciclagem de PVC em uma empresa que trabalha com material proveniente de fios e cabos de PVC.

Fonte: Instituto do PVC