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Ferramentarias de todo o Brasil participam em espaço inédito da Plástico Brasil 2019

29/03/2019

Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo estão entre os Estados representados no 1º Abinfer Business Center – ABC 2019

Em um espaço dedicado, ferramentarias participam da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, até dia 29 de março, no São Paulo Expo, com seus produtos e serviços. O 1º Abinfer Business Center – ABC 2019 é uma iniciativa da Abinfer (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais), em parceria com a Informa Exhibitions.

O espaço visa proporcionar a exposição de marcas, a geração de negócios, a divulgação da competência produtiva nacional em ferramentais, o aprendizado de novas técnicas e tecnologias e o relacionamento mútuo dos participantes, incluindo expositores, patrocinadores e visitantes. Numa área estrategicamente localizada no pavilhão, a atração reúne estandes das ferramentarias e ampla programação de painéis para exposição das soluções dos fornecedores da cadeia de ferramentais, além de atividades diversas, tais como rodadas de negócios e reuniões setoriais.

Uma das participantes, a JN Ferramentaria, de Joinville (SC), ressalta a importância da parceria entre a Abinfer e a Plástico Brasil. Para Jair Bonnatti, diretor geral da empresa, muitas ferramentarias não conseguiriam participar de uma feira de porte internacional se não fosse essa iniciativa. “O Abinfer Business Center tem nos proporcionado network, que é a chave para os negócios”, completa, dizendo que essa edição mal começou e ele já espera pelas próximas.

A Moldar, de Caxias do Sul (RS), também está participando com seus moldes e ferramentais. Segundo Guilherme Bolson, supervisor Comercial, as expectativas da empresa foram ultrapassadas: “Fizemos ótimos contatos, com potenciais clientes. A ideia de concentração do setor, tanto da feira quanto da Abinfer, foi ótima”.

Por sua vez, a J. Plast, de São Paulo (SP), fabricante de moldes para injeção plástica, se disse positivamente surpreendida. Segundo Fabio Bergantin, sócio da empresa, “além de encontrar clientes antigos, essa está sendo uma ótima oportunidade para ‘garimparmos’ novos compradores. Estamos diretamente em contato com quem nos interessa”, garante.

A Plástico Brasil 2019 é uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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ENAFER tem início com workshops técnicos

17/05/2018

Encontro Nacional de Ferramentarias ocorre em Caxias do Sul, RS, com expectativa de 350 participantes

Com a realização de oito workshops sobre novas tecnologias e serviços, teve início na manhã desta quinta (17), em Caxias do Sul, RS, o 11º Encontro Nacional de Ferramentarias (ENAFER). Os workshops constituem novidade no encontro, que nas 10 edições anteriores concentrava toda a sua programação em um único dia.

A realização dos encontros, em salas do Bloco M da Universidade de Caxias do Sul (UCS), a partir das 8h desta quinta (17), visa ampliar a oferta de informações estratégicas para os empresários e atender demanda de patrocinadores – aproximadamente 70 marcas nesta edição – que reivindicavam espaço para expor produtos e serviços, além de tratar de temas técnicos. Cada encontro, com duração de duas horas, tem a participação máxima de 70 inscritos.

A abertura oficial está programada para 9h da sexta (18), com manifestações dos presidentes Christian Dihlmann, da Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER), e Jaime Lorandi, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), entidades promotoras do ENAFER. A expectativa dos organizadores é reunir em torno de 350 participantes, de diferentes estados do Brasil. A programação da sexta contempla quatro palestras, duas mesas redondas e a assembleia geral da ABINFER. Todas as atividades serão concentradas no Bloco M da UCS.

Ações para preparar o futuro das empresas nortearão palestras de gestores de indústrias automotivas. O Diretor de Ferramentaria da General Motors do Brasil, José Antônio Zara, discorrerá sobre como os empresários devem preparar seus negócios para atender ao futuro da ferramentaria nacional, em termos de competência humana e tecnologia. Já Bruno Luís Ferrari Salmeron, diretor da Schulz Automotive, de Joinville (SC), centrará atenções na importância da governança como fator de sucesso da empresa. Ainda haverá palestra motivacional de Márcio Mancio sobre o tema Tropa de elite: A força da sua empresa.

Ao final da programação será realizada mesa redonda sobre a história da ferramentaria no Brasil com a participação dos empresários ferramenteiros mais experientes de Caxias do Sul. Também será prestada homenagem, com a entrega da medalha Herói Ferramenteiro, aos empresários Renato Henrique Leonardelli, Alcides Jerônimo Bonezi e Salustiano Lino Machado.

Rota 2030: sustentabilidade para o setor

O eixo central dos debates do ENAFER é o Programa Rota 2030, novo regime para o sistema automotivo em substituição ao Inovar-Auto, que teve sua vigência encerrada em dezembro de 2017. O formato do novo regime e suas condições interessa diretamente à indústria de ferramentais, que tem no segmento automotivo um de seus maiores clientes.

O Programa Rota 2030, que deve ser anunciado pelo governo ainda em maio, é considerado vital para dar sustentabilidade a todos os participantes da cadeia automotiva, pois demandará aumento no uso de conteúdos nacionais, criando mais e novas oportunidades de negócios. Os ajustes finais em discussão entre áreas do governo federal e setores empresariais diretamente envolvidos serão expostos por Igor Calvet, titular da Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, durante palestra no início da tarde desta sexta (18).

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Ferramentais (ABINFER), Christian Dihlmann, o setor tem consciência de que dificilmente se repetirão as diretrizes de funcionamento do Inovar-Auto. Porém, há um anseio claro por isonomia frente às condições de disputa verificadas no mercado externo.“Não queremos agir sem regras, mas quando se permite que outros países o façam e ainda se comprem moldes de lá, a luta fica injusta. O Brasil precisa gerar emprego, mas coloca regras demais, que inviabilizam a competitividade. Concorremos com países que não têm o mínimo respeito pelo meio ambiente, onde as indústrias não têm sequer que atender às normas de um conselho de engenharia e arquitetura. Deste jeito, as empresas brasileiras vão fechando, gerando desemprego e acabando com o poder aquisitivo da população. Se continuar assim, não haverá mercado consumidor interno nem para adquirir os produtos que vêm da China”, adverte.

Gelson de Oliveira, vice-presidente técnico da ABINFER, acrescenta que as regras do jogo devem ser claras para que o empresário possa definir a sua estratégia de negócio, direcionando ações para o mercado interno ou apostando no externo. Segundo ele, o Inovar-Auto garantiu que as ferramentarias se mantivessem ativas, mesmo com as dificuldades decorrentes da crise. “Teria sido muito pior sem o Inovar-Auto. Por isso, a necessidade urgente da aprovação do Rota 2030”, sustentou.

Oliveira, empresário do setor em Caxias do Sul, lembrou que, atualmente, a capacidade instalada nas ferramentarias atende em torno de 30% das demandas da indústria automotiva. Atualmente, o índice médio de atendimento é de 15%. “No momento, quem determina como e onde serão feitos os moldes é a matriz das montadoras. Por isso, a saída para resolver esta equação é uma política governamental, que é importante, inclusive, para as montadoras”, assinala.

A definição das regras é fundamental para que as empresas possam se preparar diante da perspectiva de retomada mais intensa da atividade econômica nos próximos anos. De acordo com José Alceu Lorandi, integrante do Conselho Fiscal da ABINFER, o ano de 2018 ainda será de instabilidade em razão do processo eleitoral de outubro, mas os seguintes, de 2019 a 2021, apontam para um desempenho mais consistente. “Já temos indicações de novos projetos no setor automotivo, o que nos impõe a adoção de medidas para atender às demandas futuras com capacidade tecnológica e de produção ”, alertou.

Para o 1º tesoureiro da entidade, Antônio Gaviraghi, este ano tem se apresentado como um dos melhores para sua empresa, a Gama Matrizes, que já investiu perto de R$ 6 milhões na compra de novos equipamentos, que ainda não instalados. A demanda, segundo o empresário, visa suprir moldes para produção de modelos automotivos já em linha de produção. “Menos de 20% dos pedidos é para projetos futuros. A maioria é para atender a necessidades atuais”, comentou.

Fortalecimento do associativismo

O ENAFER é o maior fórum nacional de discussões na área de moldes e ferramentais, realizado anualmente, de modo itinerante, em São Paulo (SP), Joinville (SC) e Caxias do Sul (RS), os principais polos brasileiros de produção destes itens para diferentes segmentos industriais. A última passagem por solo gaúcho foi em 2014, também em Caxias do Sul. O objetivo é traçar um panorama atual e futuro do setor, além de propor e articular ações de fortalecimento para empresas, fornecedores e parceiros.

De acordo com o empresário José Alceu Lorandi, o ENAFER é fundamental na defesa dos interesses de todo o setor, independentemente do porte da empresa. Assinala que reduzir ao mínimo possível as importações de moldes representa aumentar a geração de empregos, renda e impostos internamente. “Ao longo destes anos, evoluímos muito, inclusive no fortalecimento do associativismo para empregar forças na direção de interesses comuns”, destacou.

O tesoureiro da ABINFER, Antônio Darci Gaviraghi, acrescenta que os encontros têm gerado a oportunidade de que os participantes se vejam como parceiros e não como concorrentes, estabelecendo novas relações comerciais. “É o caso da minha empresa, que tem terceirizado alguns serviços com outras ferramentarias”, exemplifica. Também destaca ser importante o engajamento de mais empresários à entidade visando fortalecer a sua representatividade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ENAFER

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Fórum Plastech Brasil debateu Programa Inovar Auto e contou com representantes de setores envolvidos

31/08/2015
  • Luiz Moan (presidente da Anfavea): “Onda de pessimismo é um crime”
  • Em Caxias do Sul (RS), Moan dá sinal positivo de montadoras à criação de bureau nacional de engenharia e defende potencial de mercado nacional
Da esquerda para a direita: Paulo Sérgio Furlan Braga (Coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABC), Luiz Moan (Presidente da ANFAVEA), Maria Paula Merlotti (coordenadora executiva do Setor Automotivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - RS) e Carlos Manoel de Carvalho (vice-presidente da Abinfer, coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABC)

Da esquerda para a direita: Paulo Sérgio Furlan Braga (Coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABC), Luiz Moan (Presidente da ANFAVEA e diretor da General Motors), Maria Paula Merlotti (coordenadora executiva do Setor Automotivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia – RS) e Carlos Manoel de Carvalho (vice-presidente da Abinfer e coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABC)

O segundo dia do Fórum Plastech Brasil dedicou um painel aos desafios e oportunidades do programa Inovar-Auto.  O evento, que ocorreu na quarta-feira (26), pela manhã, no Parque de Exposições da Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS), aconteceu em paralelo à Plastech Brasil 2015, feira voltada aos mercados de plástico, borracha, compósitos, reciclagem e transformados automotivos, organizada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). A exposição foi realizada na semana passada, de 25 a 28 de agosto, das 14h às 21h.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, destacou durante o seu pronunciamento que o que mais abala o humor do mercado brasileiro é a ação humana:

“Cometemos o crime de entrar nessa onda de pessimismo e conseguimos deixar o consumidor com medo. O trabalhador fica com medo de perder o emprego e não gasta. E quando o consumidor não gasta, a economia não gira. E quando a economia não gira, o trabalhador perde o emprego. O momento é difícil, sim. Mas é um momento”.

O executivo apresentou números que sustentam a perspectiva do avanço considerável da indústria automotiva a longo prazo. Caso o país mostre capacidade de crescer pelo menos 3% ao ano pelas próximas duas décadas, atingirá condições de vender anualmente mais de 7 milhões de unidades de veículos. Em 2015, as vendas do setor devem fechar abaixo de 3 milhões.

“Estamos trabalhando para melhorar a cadeia produtiva e sair dessa situação. Pouca gente sabe o tamanho do mercado automotivo brasileiro. O potencial é enorme”, ponderou Moan.

Antes que alguém perguntasse de que forma o futuro volume seria absorvido pelo mercado e pela própria estrutura do país, Moan apontou para as cidades de até 500 mil habitantes, que correspondem a 98% dos municipalidades brasileiras, contando com 73% da população e – mais importante – possuindo uma faixa de consumo que cresce acima da média nacional.

“Mercado, temos. Futuro, temos. Só não podemos cometer o crime de deixar que essa onda de pessimismo nos abale. E não podemos cometer o erro de ficar parados. Temos de trabalhar para superar este momento. É um momento. Através do trabalho, vamos mudar este país”, arrematou, Moan, sob aplausos.

“Vamos botar nosso pessoal na rua com vocês”

Aplausos semelhantes foram dedicados ao diretor de Organização do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista, José Roberto Nogueira da Silva, o Bigodinho. O dirigente sindical apresentou as ações desenvolvidas em conjunto com o Arranjo Produtivo Local (APL) de Ferramentais e a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC:

José Roberto Nogueira da Silva, Bigodinho, diretor de Organização do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

José Roberto Nogueira da Silva (Bigodinho), diretor de Organização do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

“A situação não está fácil no ABC, está muito difícil mesmo. Mas trabalhamos junto com as montadoras. Agora, por exemplo, estamos pressionando o governo pela política de renovação da frota de caminhões. E se para isso precisarmos mobilizar os trabalhadores para fazer as nossas caminhadas – que sabemos fazer – , vamos fazer. Vamos botar nosso pessoal na rua com vocês”, declarou, arrancando palmas do público de empresários.

Bigodinho destacou as chamadas Ações Pró-Ativas desenvolvidas conjuntamente por trabalhadores, empresários, integrantes do APL, da Agência de Desenvolvimento Econômico do ABC e do governo com o intuito de efetivar a aplicação do programa Inovar-Auto, que estimula a nacionalização de conteúdo pela cadeia automotiva.

Os quatro eixos pleiteados envolvem a manutenção dos atuais acordos comerciais com o México (impedindo o aumento de importações de veículos daquele país), uma linha de financiamento específica para as ferramentarias, a criação de um observatório de ferramentarias (para certificar a nacionalização de conteúdo e de aplicação de recursos obtidos pelas empresas com o BNDES) e, o mais desejado de todos, a criação de um bureau de engenharia.

“Quem não veio merece o puxão de orelha, porque tinha que estar aqui para saber o que está acontecendo. Temos de decidir se queremos ser fabricantes de conteúdo próprio ou apenas montadores. E temos de nos unir não só quando estamos em crise. Porque depois que a crise passa, cada um corre pro seu lado. O momento é muito difícil. Precisamos achar alternativas. Fazer algo diferente.”,  acrescentou Bigodinho.

Sinalização positiva de montadoras a bureau de engenharia

No debate que se seguiu ao painel, o secretário-executivo da Agência de Desenvolvimento Econômico do ABC, Giovanni Rocco Neto, indagou ao presidente da Anfavea, Luiz Moan, quanto à estagnação do projeto – já concluído há cerca de dois anos – que cria um bureau nacional de engenharia. De acordo com Neto, as montadoras contam com um fundo de recursos de aproximadamente R$ 1,5 bilhão especificamente destinado a Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), que poderia estimular as ferramentarias no contexto do Inovar-Auto.

Moan respondeu que o avanço do projeto pelo Senado depende apenas de “união verdadeira” entre os três grandes pólos de ferramentarias do país.

“Os principais estão aqui (em Caxias do Sul), em Joinville (SC) e no ABC. A localização pode ser diluída – isso agora é o que menos importa. Mas tem que ser um verdadeiro bureau de engenharia nacional. Em prol das ferramentarias, eu defendo um bureau de engenharia nacional”, concluiu o executivo.

Idéias em debate

“Esse bureau de engenharia tem tudo a ver com o que precisamos e estamos trabalhando.”

Maria Paula Merlotti (coordenadora executiva do Setor Automotivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul)

“Nosso pensamento é de quanto mais tempo durar o Inovar-Auto, melhor.”

Rodrigo Machado Bolina (coordenador-geral das Indústrias de Máquinas Agrícolas e Rodoviárias substituto no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior)

“Entendemos que o Inovar-Auto teria de ser uma política de Estado, independentemente de governo.”

Carlos Manoel de Carvalho (vice-presidente da Abinfer, coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABCD)

“Quando ninguém acreditava, nós conseguimos fazer uma mudança e criar um programa de adensamento de cadeia produtiva. Podemos fazer mais.”

Paulo Sérgio Furlan Braga (presidente da Câmara Setorial de Ferramentarias e Modelações da ABIMAQ, vice-presidente da ABINFER, coordenador do APL de Ferramentaria do Grande ABCD Paulista)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastech Brasil / Fotos: Gabriel Lain

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Encontro nacional de ferramentarias em Caxias do Sul destaca linha de financiamento direto do BNDES a partir de R$ 1 milhão

14/05/2014

PSI – Inovação e Máquinas e Equipamentos Eficientes é linha operada por uma novidade: departamento do banco especificamente voltado a fornecedores de bens de capital

encontro_ferramentariasCriado em 2014, o departamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com ênfase específica no apoio ao fornecedor de bens de capital será apresentado aos participantes do 7o Encontro Nacional de Ferramentarias (Enafer) no dia 16 de maio, sexta-feira, em Caxias do Sul (RS), no Personal Royal Hotel. A grande oportunidade reside na linha PSI – Inovação e Máquinas e Equipamentos Eficientes, que permite operações diretas com o banco já a partir de R$ 1 milhão. O objetivo consiste em fomentar o setor de bens de capital a partir da cadeia de fornecedores.

“É uma linha de apoio para estratégias futuras completas de inovação. Vai muito além de pesquisa e desenvolvimento. Vamos apresentar também outras possibilidades, como o Finem e o Pro Plástico. A ideia é justamente abordar uma série de instrumentos de mercado que já estão disponíveis e surpreendentemente, pouca gente conhece”, revela o gerente do Departamento de Bens de Capital do BNDES, Luiz Daniel Willcox de Souza.

De acordo com Souza, a criação do departamento facilitou para ampliar o conhecimento do setor, caracterizado pela heterogeneidade, e definir políticas específicas, em articulação com outros órgãos governamentais. Exemplo disso será o painel complementar com o gerente adjunto de Planejamento (Serra) do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), André Gotler.

“Há boas possibilidades de financiamento ao produtor de bens de capital, especialmente nos campos de desenvolvimento e inovação. Por isso é importante que falemos a respeito de projetos futuros”, conclui Souza.

O maior evento do setor de ferramentarias no Brasil é organizado pela Plastech Brasil Eventos – nova unidade de negócios do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), organizador da Plastech Brasil – Feira do plástico, da borracha, dos compósitos e da reciclagem.

Informações de inscrição podem ser obtidas pelos telefones (54) 3228.1251 e 8135.1182, ou pelo email fernanda@plastechbrasil.com.br. A programação completa e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis no site plastechbrasil.com.br.

O 7o Enafer tem realização da Abinfer e da Organização Virtual de Ferramentarias (Virfebras), com apoios de Simplás, Plastech Brasil, Sindicato das Indústrias Metalúrgias, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs), Associação Comercial e Industrial de Joinville (ACIJ) – Núcleo de Usinagem e Ferramentaria, APL de Ferramentaria do Grande ABCD, Associação Brasileira de Máquinas e Ferramentas (Abimaq) – Câmara Setorial de Ferramentarias e Modelações (CSFM), revistas Ferramental e Plástico Sul.

Fonte: Simplas

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Encontro nacional de ferramentarias em Caxias do Sul reúne Arranjo Produtivo, indústria automotiva, governo e sindicato de trabalhadores

06/05/2014

Evento abordará oportunidades de mercado e viabilização do Inovar-Auto

encontro_ferramentariasAções de fomento de negócios prometem ser a tônica do maior evento de ferramentarias do Brasil,  que Caxias do Sul (RS), segundo maior polo de fabricação de moldes do país, receberá em 16 de maio, pela terceira vez. Desde a apresentação de cases de sucesso do próprio setor produtivo, passando por programas de governo, participação de representantes da indústria automotiva e sindicatos de trabalhadores, até chegar a agentes financeiros de investimento, todo o mercado estará envolvido no ciclo de debates e espaços de relacionamento, entre 8h30 e 17h30, no Personal Royal Hotel.

O caso bem sucedido do Arranjo Produtivo Local (APL) de Ferramentaria do Grande ABC, que está desenvolvendo um bureau de engenharia entre as empresas de São Bernardo, São Caetano e Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo, será apresentado pelo vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (Abinfer), Paulo Sérgio Furlan Braga.

Inteligência comercial será o tema da palestra de Eduardo Maróstica, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No principal painel da jornada, a pauta aborda as oportunidades com que o programa Inovar-Auto acena para as ferramentarias – e principalmente,  formas de viabilizá-las. A grande preocupação do setor reside na regulamentação da iniciativa e na rastreabilidade das compras efetuadas por seus participantes, que devem cumprir um percentual de nacionalização.

A fim de explanar suas posições, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) será representado pelo Coordenador-Geral das Indústrias Intensivas em Recursos Naturais, Tólio Edeo. Mesma missão terá a coordenadora executiva do setor Automotivo e Implementos Rodoviários da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) do Rio Grande do Sul, Maria Paula Merlotti. Em esfera municipal, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de São Bernardo do Campo participará com seu titular, Jefferson José da Conceição.

Pelo segmento produtivo, as ideias do APL de Ferramentarias do Grande ABC serão trazidas por um de seus coordenadores, Carlos Manoel de Carvalho. A contribuição dos trabalhadores virá com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Grande ABC, Rafael Marques. E ainda está prevista a participação de um representante das montadoras automotivas.

Financiamento de longo prazo para investimentos fixos e inovação serão assunto do gerente adjunto de planejamento do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE) na Serra Gaúcha, André Gotler.

Para concluir, será encaminhada a escolha da direção da Abinfer que cumprirá o triênio 2014/2017 à frente da entidade.

A organização do Enafer está a cargo da Plastech Brasil Eventos. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (54) 3228.1251 e 8135.1182, ou pelo email fernanda@plastechbrasil.com.br. A programação completa encontra-se disponível no site http://www.plastechbrasil.com.br.

O 7o Enafer tem realização da Abinfer e da Organização Virtual de Ferramentarias (Virfebras), com apoios de Simplás, Plastech Brasil, Sindicato das Indústrias Metalúrgias, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs), Associação Comercial e Industrial de Joinville (ACIJ) – Núcleo de Usinagem e Ferramentaria, APL de Ferramentaria do Grande ABCD, Associação Brasileira de Máquinas e Ferramentas (Abimaq) – Câmara Setorial de Ferramentarias e Modelações (CSFM), revistas Ferramental e Plástico Sul. As empresas Autodesk, Euromold, GROB e Metalli e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) são os patrocinadores.

Fonte: Plastech Brasil

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