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Bairro dos Compósitos movimentou R$ 26 milhões na Feicon

04/04/2014

Participação especial da ALMACO na Feicon possibilitou a venda de 611 casas de compósitos

       Almaco_Bairro_Compositos_FeiconA participação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) na Feicon Batimat, salão da construção civil promovido em São Paulo, na semana passada, gerou R$ 26 milhões em negócios.

 Ao longo dos cinco dias de feira, 611 casas de compósitos fabricadas pela paranaense MVC foram vendidas por R$ 17 milhões. Os R$ 9 milhões restantes referem-se às matérias-primas necessárias para construí-las, a exemplo de resinas, fibras de vidro, catalisadores e adesivos estruturais.

“A participação na Feicon superou totalmente as nossas expectativas e das empresas que nos ajudaram a criar esse novo marco na indústria dos compósitos. Trata-se de um evento dinâmico e objetivo, com uma diversificação de público bastante interessante. Acredito que todas as feiras setoriais deveriam ter esse mesmo foco na geração de negócios”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

O Bairro dos Compósitos contou com dezenas de itens comuns ao nosso dia a dia, como casa, escola, posto de saúde, ponto de ônibus, loja, área de lazer, caixa d´água, pia, banheira, portas e escadas. Todos produzidos por empresas brasileiras, caso da MVC, responsável pelo fornecimento da casa e da escola. Os sistemas construtivos adotados em ambas foram homologados, respectivamente, pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação.

“Toda a exposição foi baseada no material. Dos postes de energia, minigerador eólico e estação de tratamento de esgoto até as placas de trânsito e itens de decoração”, observa Lima, lembrando que as portas internas da casa e os pilares do pátio da escola foram produzidos com resíduos de materiais compósitos.

O Bairro dos Compósitos foi inspirado no conceito da bem-sucedida Compocity, minicidade construída pela ALMACO em 2012.

Construção civil lidera o consumo

As aplicações na construção civil responderam por quase a metade das 210.000 toneladas de compósitos fabricadas no Brasil em 2013. Ano passado, o setor representado pela ALMACO faturou R$ 3,250 bilhões, alta de 8,9% em comparação a 2012. Para este ano, a previsão é de crescimento de 11,5%, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo projetado de 216.000 toneladas (+2,9%).

Fonte: Almaco

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Bairro dos Compósitos será construído na Feicon

04/02/2014

       Responsável pela iniciativa, ALMACO quer mostrar que o material faz parte do cotidiano das pessoas

        Almaco_Bairro_CompositosEm breve, a cidade de São Paulo ganhará um novo bairro. O projeto vai chamar a atenção de muita gente, a despeito do tamanho e duração: 330 m² e apenas cinco dias. Trata-se do Bairro dos Compósitos que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) (www.almaco.org.br) erguerá na Feicon Batimat, o principal salão da construção civil da América Latina – de 18 a 22/03, no Anhembi.

         A iniciativa, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO, tem como principal objetivo mostrar à sociedade que os compósitos – um tipo de plástico de alta performance – estão presentes no dia a dia de todos, ainda que muitos não façam a mínima ideia.

         “Não é possível imaginar mais as nossas vidas sem o material, e a construção civil é um dos setores que melhor exemplificam isso”, ele afirma. Pias, tanques de lavar roupa, assentos sanitários, caixas d´água, telhas e até casas inteiras são feitas a partir da combinação entre resinas plásticas e fibras de vidro, as principais matérias-primas dos compósitos.

         Como não poderia deixar de ser, o Bairro dos Compósitos terá uma casa e uma escola. Os sistemas construtivos adotados em ambas foram homologados, respectivamente, pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação. O espaço contará ainda com posto de saúde, loja e área de lazer.

         “Toda a exposição será baseada no material. Dos postes de energia, minigeradores eólicos, banheiros e placas de trânsito até os pontos de ônibus e itens de decoração, tudo será de compósitos”, observa o presidente da ALMACO. O bairro, ele lembra, é uma ação baseada no mesmo conceito da bem-sucedida Compocity, minicidade construída pela ALMACO em 2012. “Na ocasião, cerca de R$ 2 bilhões em negócios foram gerados. A expectativa agora é de, pelo menos, repetir esse número”.

Construção civil lidera o consumo

        As aplicações na construção civil responderam por quase a metade das 210.000 toneladas de compósitos fabricadas no Brasil em 2013. Ano passado, o setor representado pela ALMACO faturou R$ 3,250 bilhões, alta de 8,9% em comparação a 2012. Para este ano, a previsão é de crescimento de 11,5%, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo projetado de 216.000 toneladas (+2,9%).

        Os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

       Fonte: Almaco

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