Posts Tagged ‘Faturamento’

Faturamento da Lord cresce em 2016

19/02/2017

Empresa opera em Jundiaí (SP) uma fábrica de adesivos e coatings

Fabricante de adesivos estruturais e coatings, a Lord, subsidiária local da norte-americana Lord Corporation, registrou alta de 15% no faturamento de 2016, afirma a empresa.

“Apesar das condições de mercado muito difíceis, a Lord encerrou o ano passado numa posição muito mais eficiente e competitiva para atuar num cenário ainda repleto de desafios econômicos e estruturais”, comenta Danny Siekierski, gerente geral da empresa na América do Sul.

O bom resultado, a despeito da retração econômica generalizada, baseou-se na combinação entre o suporte aos clientes globais do setor de borracha que passaram a atuar no Brasil, ganho de fatia de mercado sustentado por novos projetos e melhora do nível de exportação para os países do Mercosul.

“Também foi importante a ampliação da nossa rede de distribuidores, com a introdução de mais um player voltado para o segmento de elastômeros”, ressalta. O mercado de borracha responde por 60% da operação da empresa no Brasil.

Na área industrial – que, para a Lord, também engloba as aplicações em transporte –, os destaques ficaram por conta principalmente da obtenção de homologações para o fornecimento a determinadas montadoras de ônibus e caminhões.

“Em paralelo, tivemos a consolidação da produção no Brasil e Argentina de veículos leves, como Jeep Renegade, Fiat Toro e GM Cruze, modelos que usam os nossos produtos no processo de grafagem do capô”, detalha o executivo.

Para 2017, Siekierski confia numa elevação de 6% da receita da Lord, movimento apoiado basicamente por lançamentos de produtos. “Parte do nosso plano de investimento será dedicada à otimização da planta que operamos em Jundiaí (SP) e à melhoria dos processos produtivos. Também teremos um programa bastante sólido de 5S, que demandará recursos em diversas áreas da empresa”, completa.

Com matriz em Cary (EUA), a Lord Corporation atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos, coatings, sistemas de controle de vibração e ruído e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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Setor do plástico tem queda de 5,1% no primeiro bimestre de 2015

14/04/2015

A fabricação de transformados plásticos caiu de 11,1 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2014 para 10,5 milhões de toneladas em igual período deste ano o que representa uma queda de 5,1% no volume de produção do setor.

“Não tivemos uma redução tão significativa nem em 2009, em meio à crise financeira. Os últimos três anos foram de queda, mas nenhuma havia chegado a 5%”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plásticos (ABIPLAST).

Este foi o pior primeiro bimestre da indústria de transformados plásticos desde a fundação da Abiplast, em 1947.

O prognóstico é de que a situação fique mais crítica ainda nos próximos meses, pois o período analisado não sofreu os efeitos da alta do câmbio. “Algumas matérias primas ficaram até 25% mais caras por causa do dólar”, afirma Roriz. “As empresas terão de repassar custos, o que é difícil em um momento em que o consumidor não está propenso a fazer gastos.”, complementa.

Em janeiro e fevereiro deste ano, a indústria de plásticos contratou 3.322 funcionários, uma queda de 39% em comparação com o mesmo bimestre de 2013. O setor emprega 355,6 mil trabalhadores no país.

O consumo aparente (produção nacional que fica no país mais as exportações) de transformados plásticos atingiu a cifra 1,15 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2015, o que significou uma contração de 4,96% sobre o mesmo período do ano passado.

O faturamento real (descontada a inflação) do setor também caiu de 10,54 bilhões de reais no primeiro bimestre de 2014 para R$ 9,44 bi no mesmo período de 2015. “O plástico está presente em quase todos os setores da indústria. O país está vivendo uma queda generalizada”, completa Roriz.

Fonte: Abiplast / Folha de São Paulo

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Setor de compósitos faturou R$ 850 milhões no 1º trimestre

03/06/2014

Empresas representadas pela ALMACO produziram 53,7 mil toneladas no período

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 850 milhões no primeiro trimestre de 2014, alta de 11,2% em comparação a igual período do ano passado e 0,5% acima do resultado dos últimos três meses de 2013. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

De janeiro a março deste ano, foram produzidas no país 53,7 mil toneladas de compósitos, volume 8% superior ao registrado no primeiro trimestre de 2013, mas 1,2% abaixo do montante transformado entre outubro e dezembro passados.

“A redução notada agora é consequência da má fase vivida por praticamente todos os segmentos em que os moldadores de compósitos atuam, como transportes, implementos rodoviários, agronegócio e náutico. Os únicos mercados que estão se mantendo estáveis são o eólico e a construção civil”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Com uma fatia de 49%, a construção civil liderou em 2013 o ranking brasileiro dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (17%), corrosão (11%) e saneamento (6%), entre outros – total de 154.000 toneladas. Já a geração de energia eólica respondeu por 89% das 56.000 toneladas de compósitos de epóxi. Com 6%, o mercado de petróleo apareceu em segundo lugar.

Para 2014, a Maxiquim estima uma elevação de 5,1% na receita do setor representado pela ALMACO, totalizando R$ 3,415 bilhões. Em termos de produção, a expectativa é de 212 mil toneladas (+1,1%).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Para mais informações, acesse http://www.almaco.org.br

Fonte: SLEA / Almaco

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Setor de compósitos faturou R$ 831 milhões no terceiro trimestre

07/11/2013

Resultado é 3% superior ao registrado no período anterior 

         O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 831 milhões no terceiro trimestre, alta de 3% em comparação aos três meses anteriores e 8,1% superior a igual período de 2012. Foram processadas 53.600 toneladas de matérias-primas de julho a setembro, volume 2,3% maior do que o registrado anteriormente – frente ao terceiro trimestre do ano passado, houve um aumento de 4,4%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

        Agronegócio, construção civil e energia eólica foram os segmentos responsáveis pelo resultado positivo, avalia Gilmar Lima, presidente da ALMACO. “Esses mercados tendem a permanecer aquecidos no próximo trimestre, inclusive devem compensar a queda da demanda das montadoras de ônibus e caminhões causada pelas incertezas do cenário econômico em 2014”, observa.

        O consumo de matérias-primas no quarto trimestre, projeta a Maxiquim, será de 54.100 toneladas, o que vai representar uma receita de R$ 846 milhões. No ano, os indicadores apontam para um faturamento do setor de compósitos de R$ 3,249 bilhões (+8,9%) e uma produção de 210.000 toneladas (+1,6%).

        “Mantemos a visão de um ano com crescimento, só que marcado pela perda de competitividade e rentabilidade de toda a cadeia produtiva, devido à desvalorização do real e ao aumento do custo Brasil”, comenta Lima.

        Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco / SLEA

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Faturamento do setor de compósitos cresceu 5,5% no segundo trimestre

02/08/2013

A despeito do resultado positivo, presidente da ALMACO ressalta a diminuição das margens de lucro

O setor brasileiro de compósitos faturou R$ 807 milhões no segundo trimestre, alta de 5,5% frente aos primeiros três meses do ano e 9,9% superior a igual período de 2012. Foram processadas 54.600 toneladas de matérias-primas entre abril e junho, volume 5,4% maior do que o registrado na soma dos três meses anteriores – frente ao segundo trimestre de 2012, houve um aumento de 3,9%. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, a melhora dos índices deve-se principalmente ao aquecimento da demanda oriunda de três áreas: agronegócio, em grande parte representado pelos fabricantes de tratores, geração de energia eólica e transportes, com destaque às montadoras de caminhões.

A cadeia produtiva do material, no entanto, tem sofrido com o sucessivo achatamento das margens de lucro. “Absorvemos uma série de reajustes nos principais insumos, bem como nos serviços e no custo de captação de recursos para capital de giro e investimentos. E, infelizmente, a velocidade de repasse para os grandes consumidores é lenta, burocrática e muito difícil”, ele lamenta.

Dessa forma, Lima avalia com cautela as perspectivas apresentadas pela pesquisa da Maxiquim. Segundo o levantamento, o mercado brasileiro de compósitos deve faturar R$ 3,264 bilhões em 2013, ou seja, 9,4% acima do aferido no ano passado. “A obtenção desse resultado depende do ritmo de investimentos do governo em construção civil, infraestrutura e mobilidade urbana. Fora que continuaremos tendo dificuldades para repassar os novos aumentos. Por isso, o nosso setor deve priorizar a gestão e a inovação, além de escolher com mais critério os mercados, processos e produtos nos quais deseja seguir investindo”, completa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: SLEA Comunicação / ALMACO

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Faturamento do setor de compósitos no 3o. trimestre de 2011 cresce 9,8% em relação a igual período de 2010.

04/11/2011

Faturamento e consumo de matérias-primas cresceram no 3º trimestre, aponta pesquisa da Maxiquim

 Entre julho e setembro, o setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 713 milhões, alta de 1,4% em relação ao trimestre anterior. Frente ao igual período do ano passado, o valor é 9,8% maior. O consumo de matérias-primas também subiu: de 45.500 para 55.700 toneladas (+22,3%). Os dados fazem parte de um levantamento da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO).

Para Gilmar Lima, presidente da ABMACO, a retomada se deve à boa fase vivida pelas montadoras de ônibus e caminhões. O segmento de transportes é o segundo maior consumidor brasileiro de compósitos, atrás apenas da construção civil – respondeu por 16% do total processado no país em 2010.

“Implementos rodoviários e o agronegócio de uma maneira geral também atravessam um momento favorável, assim como continua crescendo a demanda oriunda dos mercados de geração de energia eólica e construção civil”. Esta última, porém, tem evoluído num ritmo mais lento do que o esperado, em função do atraso na liberação de verbas dos programas governamentais. “Mas as expectativas são muito positivas para os próximos meses”, confia o presidente da ABMACO.

Ainda segundo o estudo da Maxiquim, o Brasil vai consumir neste ano 208.000 toneladas de materiais compósitos, 1,8% a mais do que em 2010. Já o faturamento do setor, por conta das sucessivas altas nos insumos petroquímicos, deve fechar em R$ 2.847 bilhões, resultado 10,2% maior do que o aferido no ano passado.

Resultantes da combinação entre resinas termofixas e reforços – fibras de vidro, por exemplo – os materiais compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 40 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d´água a peças de aviões.

Fonte: SLEA Comunicação / ABMACO