Posts Tagged ‘Fábrica’

Lanxess encerra sua produção na fábrica de Rio Claro

09/12/2017

A Lanxess decidiu encerrar sua produção na unidade de Rio Claro (foto). Nessa unidade, o grupo produz, principalmente, herbicidas e produtos químicos para borracha para dois clientes específicos, que acabaram decidindo por encerrar seus contratos de cooperação com a companhia. Além disso, a empresa produz, também nessa planta, aditivos lubrificantes e pré-polímeros de uretano. A multinacional assumiu o site de produção, com cerca de 70 funcionários, como parte da aquisição da empresa química Chemtura.

“Após uma profunda análise da atividade da fábrica, chegamos à conclusão que não poderemos mais operar nessas instalações, de forma competitiva, após o término desses dois contratos de fabricação”, afirma Eliane Siviero, CEO da Lanxess Brasil. “Com base em nossos valores, decidimos comunicar essa decisão com uma antecedência razoável. Nossa prioridade agora é entrar em negociações construtivas, com os representantes sindicais, para encontrar, o quanto antes, soluções que atendam às necessidades dos colaboradores da unidade”.

O grupo passará a cobrir a demanda por aditivos lubrificantes no Brasil por meio da sua rede global de produção. Os negócios de uretanos, da região da América do Sul, serão gerenciados pelas unidades de Porto Feliz e São Paulo. Em Porto Feliz, o grupo opera a produção de pigmentos de cor, aditivos de borracha, bladders e plásticos de alto desempenho; já em São Paulo, localiza-se a sede da companhia no Brasil.

A Lanxess possui cerca de 1.100 funcionários em 9 unidades de produção no Brasil. Destes, cerca de 600 funcionários trabalham em 5 plantas da Arlanxeo, uma joint venture da Lanxess e da Saudi Aramco para a produção de borracha sintética.

A nível mundial, a Lanxess é uma empresa líder de especialidades químicas com vendas de 7,7 bilhões de euros em 2016 e aproximadamente 19.200 funcionários em 25 países. Atualmente a empresa está representada em 74 locais de produção, em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários de borracha, especialidades químicas e plásticos. Através da Arlanxeo, joint venture com a Saudi Aramco, a Lanxess também é um fornecedor líder de borracha sintética.

Fonte: Lanxess

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Evonik seleciona Carolina do Sul (EUA) para nova planta de sílicas precipitadas

13/02/2017

evonik-silicas

  • Tendência para pneus eficientes em termos energéticos gera demanda por sílica precipitada na América do Norte.
  •  O investimento é de cerca de US$ 120 milhões

A Evonik Industries está construindo uma fábrica de sílica precipitada no estado da Carolina do Sul (EUA) para abastecer a indústria de pneus. Tal indústria necessita de sílica precipitada de alta qualidade para produzir pneus com eficiente consumo de combustível e boas propriedades de aderência em pistas molhadas. Esses pneus podem economizar até 8% de combustível em comparação aos pneus convencionais para automóveis. Na América do Norte, a demanda por pneus com baixa resistência ao rolamento e maior eficiência energética está crescendo a taxas acima da média. A nova fábrica da Evonik está em construção em local próximo a Charleston, Carolina do Sul, perto das unidades de produção de grandes fabricantes de pneus. A instalação em escala mundial, com volume de investimento próximo de US$ 120 milhões, deve ser concluída em 2018. Com esse investimento, a Evonik executa um novo projeto no âmbito do seu orçamento global de investimento pré-definido.

Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries AG, disse: “O investimento é parte importante da nossa estratégia para expandir nossa posição como um parceiro global para a indústria de fornecedores automotivos. Com a construção da planta no sudeste dos Estados Unidos e a planejada aquisição da divisão de sílica da Huber, estamos fortalecendo o nosso segmento Resource Efficiency e expandindo a nossa posição de liderança como fornecedor de sílica”. Há alguns dias, a Evonik anunciou a aquisição das atividades de sílica da Huber por US$ 630 milhões.

“A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi algo decisivo para a escolha da Carolina do Sul. Nós queremos garantir aos fabricantes globais de pneus a segurança de fornecimento e a flexibilidade que eles esperam de nós na produção local. É por isso que investimos em locais que estão próximos aos nossos clientes”, disse Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. A nova fábrica estará localizada na área industrial de Bushy Park, perto de Charleston.

O uso de sílica em combinação com silanos permite a fabricação de pneus com resistência ao rolamento significativamente reduzida que economizam combustível (em comparação com os pneus convencionais para automóveis). Desse modo, os “pneus verdes” contribuem para a proteção climática. A Evonik afirma ser a única empresa que fabrica ambos os componentes, tornando-se parceira dos clientes das indústrias de pneus e borracha quando se trata de formulações de alto desempenho.

Evonik é uma das fabricantes de sílica líderes do mundo. Além da sílica precipitada ULTRASIL® e SIPERNAT®, o grupo também fabrica a sílica pirogênica AEROSIL® e agentes fosqueantes à base de sílica sob a marca ACEMATT®. A Evonik dispõe de uma capacidade de produção anual global para sílica precipitada e pirogênica, bem como agentes fosqueantes, de cerca de 600.000 toneladas métricas.

A Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas e atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2015, mais de 33.500 colaboradores geraram vendas em torno de 13,5 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,47 bilhões de Euros. No Brasil, a empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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LANXESS abre fábrica de compostos de Poliamidas e PBT em Porto Feliz

14/04/2014
  • Capacidade anual de 20 mil toneladas
  • Investimento de cerca de R$ 62 milhões
  • Criação de até 50 empregos

Lanxess_Porto_FelilzA LANXESS, multinacional alemã  do segmento de especialidades químicas, inaugurou sua nova fábrica de plásticos de alta tecnologia em Porto Feliz, interior de São Paulo. Com modernos padrões de produção, a planta terá inicialmente uma capacidade produtiva de 20 mil toneladas por ano. A LANXESS investiu cerca de € 20 milhões (R$ 62 milhões) e vai gerar até 50 postos de trabalho altamente qualificados.

O investimento apoia a tendência crescente pela “Mobilidade Verde” no Brasil e América Latina. Por exemplo, desde o início de 2013, o programa “Inovar-Auto” está exigindo que os carros no Brasil sejam mais eficientes energeticamente até 2017. Com a nova planta, a LANXESS pode atender melhor e mais rapidamente a demanda por plásticos de alta tecnologia, usados ​​no setor automotivo para fazer carros mais leves.

“Este grande investimento em uma linha de composição de ponta enfatiza o nosso forte compromisso com nossos clientes no Brasil e na América Latina, que agora podem contar com produção local, engenharia e serviços técnicos locais, bem como com a excelente qualidade do produto e atendimento ao cliente”, disse Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS.

Na nova fábrica de compostos, polímeros básicos são misturados e refinados com aditivos especiais e fibras de vidro, de acordo com os requisitos do cliente, para fazer as linhas de produtos  Durethan (compostos de poliamidas)  e Pocan (PBT – polibutilenotereftalato).

Segundo a Lanxess,  estes materiais são utilizados para a fabricação de peças mais leves, que podem substituir componentes metálicos em veículos,  ajudando assim a reduzir o consumo de combustível e as emissões. Além disso,  acrescenta a empresa,  esses materiais permitem que os fabricantes de automóveis e fornecedores tenham mais liberdade no design e promovam uma economia considerável na produção.

Devido às suas  propriedades, ambos os plásticos têm uma ampla variedade de aplicações, como puxadores de portas, para-choques, front-ends, conectores de cabos, tubos de refrigeração, entre outros.

Desde 2012, a LANXESS está ampliando a sua rede de produção global de plásticos de alta tecnologia. Na Antuérpia, na Bélgica, a empresa está construindo uma nova fábrica de plásticos de poliamida. A instalação em escala mundial é projetada para uma capacidade anual de 90 mil toneladas e está programada para entrar em operação no terceiro trimestre de 2014.

A unidade de negócios High Performance Materials (HPM) faz parte do segmento Performance Polymers, que gerou € 4,5 bilhões em vendas no ano fiscal de 2013. A unidade de negócios tem cerca de 1.700 funcionários no mundo todo. A HPM é altamente integrada para trás na cadeia de valor. Ela fabrica os precursores para os seus plásticos de alta tecnologia, como as fibras de vidro para os compostos de poliamidas e PBT, o monômero caprolactama para síntese de poliamidas 6  e suas matérias-primas, em todas as suas próprias instalações. A unidade de negócios é dirigida por Michael Zobel.

LANXESS no Brasil

Porto Feliz é uma planta de grande porte para a LANXESS, com 310 funcionários. A unidade de negócios Rhein Chemie da LANXESS produz aditivos de borracha neste local há dez anos. Desde 2013, ela também faz bladders de alta performance nesta planta. Em 2014, uma nova unidade para a fabricação de aditivos de borracha pré-dispersos ligados a um polímero será adicionada. A unidade de negócios Inorganic Pigments também conta com uma unidade de produção no local.

“Nosso objetivo é transformar o site de Porto Feliz em um hub importante de produtos químicos de especialidade, com as mais recentes tecnologias para nossos clientes no Brasil e na América Latina”, afirma Marcelo Lacerda, presidente da LANXESS no Brasil.

A LANXESS tornou-se uma das maiores empresas químicas no Brasil após a aquisição da Petroflex em 2008 e emprega cerca de 1.100 trabalhadores em sete unidades produtivas. O Brasil, que era responsável por menos de um por cento das vendas globais da LANXESS em 2005, hoje responde por aproximadamente 9% das vendas globais.

A LANXESS teve um volume de vendas de 8,3 bilhões de Euros em 2013.  Atualmente conta com cerca de 17.300 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 52 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.   No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 14 unidades de negócio, possui aproximadamente 1.100 funcionários, 7 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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Freudenberg-NOK traz nova linha de produção para o Brasil

16/08/2013

Empresa amplia portfólio de soluções com produção local com nova linha de coifas em TPE para semieixos e juntas homocinéticas

A Freudenberg-NOK América do Sul anuncia a inauguração da nova linha de produção de coifas em termoplásticos (TPE) para aplicação em semieixos e juntas homocinéticas. Com a nova Unidade em Diadema (SP), a empresa amplia o portfólio de soluções com produção local, complementando seu pacote atual de vedações, retentores e juntas que já fornece para a indústria automotiva sul-americana, disponibilizadas como equipamento original às maiores montadoras em operação na região.

“O início da produção em escala comercial está projetado para ocorrer entre dezembro e janeiro próximos e é uma importante etapa do nosso plano de dobrar o faturamento na América do Sul até 2016”, conta George Rugitsky, presidente da empresa no continente. O executivo da subsidiária local informa que o projeto completo desta nova linha inclui seis máquinas de última geração, que estarão operando com total capacidade até 2016. “Esta nova unidade produtiva nos permite ampliar ainda mais o relacionamento com os clientes na indústria automotiva, possibiltando ampliar nossa relevância e pacote de soluções tecnológicas aos clientes atuais e futuros”, completa.

Sobre os investimentos para trazer esta nova linha, Rugitsky conta que o aporte faz parte do plano do Grupo Freudenberg de alocar R$ 40 milhões em 2013 para inovações, ampliação da capacidade produtiva e otimização dos processos nas empresas instaladas no Brasil; no ano passado, o Grupo investiu um total de R$ 35 milhões.

Com fábricas de coifas já operando na Alemanha, Polônia, EUA, Índia, Tailândia, China, Coreia e Japão, a abertura da nova unidade de Diadema, faz parte do plano estratégico da empresa de consolidação da liderança mundial nesse segmento de negócios. “Pela sua atuação global, o compromisso da Freudenberg-NOK em garantir padrão de excelência aos clientes é inegociável. Como parte desse compromisso, serão enviadas quatro pessoas para um treinamento intenso de seis meses no Lead Center Global da área de coifas da empresa, em Berlim”, conta Rugitsky.

O gerente industrial, Paulo Parize, ressalta que o fator inovação é um dos pontos primordiais do processo industrial da nova linha. “As máquinas de última geração chegam para serem instaladas em um processo produtivo muito robusto, altamente controlado e com alto nível de automação, com foco na filosofia da nossa empresa, de garantia de qualidade de produto, baixa geração de resíduo e custo competitivo”, informa Parize.

Nova linha nacionaliza peças de alta tecnologia

O diretor de vendas da Freudenberg-NOK América do Sul, Rodrigo Vilela, conta que, inicialmente, a nova unidade irá localizar itens atualmente fornecidos pelas plantas da Europa. “Iniciaremos com um projeto de nacionalização em parceria com um grande cliente mundial, fabricante de semieixos. A produção no local nos permitirá crescer em participação no cliente atual e conquistar novos clientes no Brasil e América do Sul”, conta o executivo.

Sobre a Freudenberg-NOK / Grupo Freudenberg:  Freudenberg-NOK é uma joint venture formada pela união da alemã Freudenberg com a japonesa NOK. Atua com as unidades de negócios Freudenberg-NOK, Simrit, Corteco e Dichtomatik nos mais diversos segmentos, como o automotivo, industrial e reposição. Especializada no desenvolvimento e produção de retentores, o-rings, vedações hidráulicas e pneumáticas, a Freudenberg-NOK integra a Unidade de Negócios de Tecnologia em Controle de Vibração e Vedação, que emprega mais de 24 mil pessoas em todo o mundo e, em 2011, obteve um faturamento global acima dos € 3,4 bilhões. Presente no Brasil desde 1973, a Freudenberg-NOK possui unidade fabril em Diadema (SP), onde emprega cerca de 500 pessoas. Além de atender a todas as montadoras e principais indústrias do país, exporta para a América Latina, Estados Unidos e Europa.

O Grupo Freudenberg, de origem alemã, atua nos segmentos de vedação, controle de vibrações, não tecidos, lubrificantes especiais, agentes desmoldantes, filtração, dentre outros. Emprega mais de 37 mil pessoas em 58 países, com um faturamento anual acima de € 6,32 bilhões. No Brasil, está presente com seis empresas: Freudenberg-NOK, Freudenberg Não Tecidos, Klüber Lubrication, EagleBurgmann, Chem-Trend e SurTec; desde julho de 2012, atua também por meio da joint venture TrelleborgVibracoustic.

Fonte: ADS / Grupo Freudenberg

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Pro-color inaugura fábrica de Masterbatches em Pernambuco.

03/05/2012

A Pro-Color Masterbatches inaugurou no dia 25 de abril a sua primeira fábrica no Nordeste, no município de Joaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. Serão fabricados concentrados de cor (masterbatches) brancos e aditivos usados na fabricação de produtos plásticos.

A Pro-Color já atuava em Pernambuco, principalmente no polo fabril do agreste,  mas,  com a nova fábrica,  pretende aumentar sua participação em todos os Estados da região e incrementar seu faturamento em 40 % neste ano.

Contando com incentivos fiscais do PRODEPE, Pernambuco foi o Estado escolhido para a localização da nova planta da empresa em função da crescente demanda local por concentrados de cor a serem utilizados na fabricação de produtos plásticos. “Muitas empresas do Sul e Sudeste do País estão vindo para o Nordeste e Pernambuco tem atraído várias delas, como indústrias automotivas, alimentícias e de diversos outros segmentos, que estão em nosso foco de atuação”, explica Vanessa Falcão, Gerente Comercial. Esta é a mais nova fábrica da Pro-Color, que possui ainda unidades em Cotia, Bauru e Jaguariúna, todas em São Paulo.

Fonte: Verbo Assessoria de Comunicação / EmbalaWeb

MVC anuncia abertura de nova unidade em Camaçari.

12/09/2011

Agendada para partir em janeiro de 2012, fábrica atenderá apenas o mercado de energia eólica, produzindo  peças de compósitos para a Gamesa.

A MVC vai inaugurar em janeiro de 2012 uma fábrica em Camaçari (BA). A unidade, voltada ao mercado de energia eólica, abastecerá inicialmente a filial brasileira da espanhola Gamesa, companhia especializada em aerogeradores que, em julho, abriu uma planta na mesma cidade.

“A partir de 2013, pretendemos expandir a carteira de clientes desse segmento”, comenta Gilmar Lima, diretor geral da MVC. Com cerca de 2.000 m², a fábrica da MVC em Camaçari partirá com um potencial para processar 1.000 toneladas/ano de materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance que dá forma a diversas peças dos aerogeradores, como nacelles, bicos (noses) e coberturas. “A nova unidade terá capacidade para chegar a até 3.000 toneladas/ano, mas tudo vai depender da demanda”. De início, serão 60 funcionários, número que pode chegar a 200 em 2015.

 Produzir as gigantescas pás eólicas, também feitas de materiais compósitos, não faz parte da estratégia da MVC. “Queremos nos especializar nos outros componentes dos aerogeradores, tendo como diferencial o uso de processos mais automatizados e de melhor desempenho, como RTM e infusão”.

 O mercado de energia eólica deve gerar cerca de R$ 10 milhões em receitas para a MVC em 2012 – 6% do total projetado para o período. “A meta é que responda por 15% de uma receita estimada em R$ 400 milhões em 2015”, afirma o diretor geral.

Fonte: SLEA Comunicação

TIGRE-ADS inaugura sua primeira fábrica no Brasil

15/03/2011

Joint venture foi criada para atuar na América do Sul e no Brasil introduz solução inovadora para grandes obras de infraestrutura

A Tigre, líder na produção de tubos, conexões e acessórios em PVC e a ADS (Advanced Drainage Systems Inc.), líder na fabricação de tubos corrugados em Polietileno de alta densidade (PEAD) nos Estados Unidos, anunciaram no dia 02 de março a inauguração da primeira fábrica no Brasil de sua joint venture TIGRE-ADS, em Rio Claro, interior de São Paulo. O investimento para a criação da joint venture e início de suas operações na América do Sul foi de US$ 40 milhões no triênio 2009 a 2011.

Criada em agosto de 2009, a nova companhia atua na América do Sul para a produção e comercialização de tubos, conexões e acessórios de PEAD de grandes diâmetros (de 100 mm a 1200 mm) para aplicação em sistemas de saneamento, drenagem, detenção e retenção de água. Atende principalmente aos mercados de infraestrutura, mineração, agricultura, aterros sanitários e drenagem esportiva. “A inovação dos produtos da TIGRE-ADS é nossa principal estratégia para atuar no mercado brasileiro, que desconhece nosso conceito moderno em soluções de PEAD para grandes obras de infraestrutura. Cito o Brewery Parkade, um gigantesco centro comercial de 42 acres inaugurado em 2001, que utilizou em seu projeto nosso sistema de retenção e detenção de águas pluviais. Foram instalados 5 mil metros de tubos corrugados de dupla parede e diâmetro interno de 1.200 mm, resultando em uma capacidade de armazenamento e escoamento de 8,5 milhões de litros de água, afirma Joseph Chlapaty, CEO da ADS.

Um dos principais motivos para a construção de uma fábrica no Brasil foi ter uma estrutura capaz de atender os importantes projetos que o País implementará nos próximos anos. “Temos uma expectativa muito positiva para o desenvolvimento de grandes obras por conta dos eventos esportivos, como a Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016”, completa Evaldo Dreher, presidente da Tigre.

No Brasil, os tubos TIGRE-ADS já estão sendo utilizados no projeto Água Viva de Uberaba (MG) para um sistema de esgotamento sanitário e também no município de Cruz das Almas, na Bahia. “Podemos citar algumas vantagens de nossos produtos em relação a outros materiais: dependendo do tipo de solo, o tempo de instalação é três a cinco vezes mais rápido; a relação custo x benefício é superior, chegando a 10% de economia; e o tempo médio de vida útil do produto é 75 anos, em média, entre outros”, explica Igor Nelsen, gerente geral da TIGRE-ADS no Brasil.

A cidade de Rio Claro está a 177 km de São Paulo e foi escolhida para abrigar a fábrica da joint venture, ao lado do complexo industrial da Tigre. A cidade possui excelentes vias de escoamento de produtos e mão-de-obra qualificada. A planta possui quatro linhas de produção com processos automatizados de tubos corrugados de parede simples e de parede dupla (drenagem e saneamento), conduítes corrugados de PEAD (energia, telecomunicações e predial) e Sistemas de Retenção & Detenção / Conexões Padrão e Customizadas.

Tigre em números

Presente no mercado brasileiros há 70 anos
20 fábricas no Brasil e no exterior
Mais de 6.763 funcionários
Volume produzido de mais de 350 mil toneladas/ano

ADS em números

Presente no mercado americano há 45 anos
42 fábricas e 30 Centros de Distribuição
2.800 funcionários
Volume produzido de mais de 270 mil toneladas/ano

SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC no Brasil e na América do Sul e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem oito plantas no Brasil, incluindo fábrica de pincéis (Pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile (3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.763 funcionários e mais de 350 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

SOBRE A ADS

Drenagem Advanced Systems, Inc. (ADS) é o maior produtor mundial de tubo corrugado em polietileno de alta densidade (PEAD). Fundada em 1966, tem uma rede global de 42 fábricas e mais de 30 centros de distribuição. Além do seu carro-chefe, os tubos N-12, a empresa oferece uma linha completa de conexões e outros acessórios, incluindo produtos renomados como: StormTech ®, Nyloplast ®, BaySaver Technologies ®, FLEXSTORM ™ Inlet Filtros e vários geotêxteis.

SOBRE A TIGRE-ADS

A TIGRE-ADS é uma joint venture criada em 2009 pela brasileira Tigre e pela americana ADS (Advanced Drainage Systems Inc.) para atuar na produção e comercialização de tubos corrugados de Polietileno de alta densidade (PEAD) para sistemas de drenagem, saneamento e detenção, retenção e infiltração. A empresa atende aos mercados de infraestrutura, mineração, irrigação, aterros sanitários e drenagem esportiva. Sua atuação é na América do Sul com sede em Santiago, Chile, onde possui duas fábricas. A terceira unidade inaugurada em março de 2011 fica localizada no Brasil, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Na América do Sul, a empresa conta com 175 funcionários e investiu US$ 40 milhões no triênio de 2009 a 2011, para dar suporte à construção de suas plantas e início das operações.

Fonte: Tigre

Yudo anuncia instalação em Joinville durante a Interplast.

25/08/2010

Empresa está concluindo negociações do terreno e prevê início da operação para setembro de 2011.

Com mais de 12 anos de presença no mercado nacional, a Yudo,  fabricante de sistemas de injeção, anuncia instalação em Joinville durante a Interplast. A escolha pela cidade se justifica pelo potencial de mercado da região e estrutura logística disponível. O anúncio foi feito por José Dantas, presidente da Yudo para as Américas, África, EUA e Oriente Médio, no estande da empresa na Interplast. “Com a instalação da fábrica em Joinville ampliamos a competitividade devido à eliminação da alta carga tributária para importação dos produtos e melhoramos nossos prazos de entrega”, enfatiza. A expectativa do presidente é iniciar a viabilização da licença ambiental ainda esse ano para iniciar as operações em setembro de 2011. A capacidade instalada da unidade será de R$ 25 milhões em faturamento. A previsão do grupo é faturar 500 milhões de dólares em 2010.

Fonte: Messe Brasil

Plaszom negocia implantação de fábrica de embalagens em Alagoas

22/07/2010

Oferecendo incentivos  para a indústria da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, a política de industrialização alagoana atrai mais um empreendimento para o estado. Os empresários da Plaszom Embalagens conversaram, nesta quarta-feira (14), com o secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, sobre a implantação de uma nova fábrica de embalagens.

Com unidade industrial da Plaszom na cidade Orleans, em Santa Catarina, os empresários Gleb e Michel Berger Zomer estavam estudando há algum tempo a implantação de uma nova fábrica, já que as regiões Nordeste e Norte correspondem a aproximadamente 30% do consumo da produção.

Nesta primeira etapa, segundo os executivos, para a implantação da unidade em Alagoas serão investidos R$ 3 milhões, com a geração de 50 empregos diretos, e para o segundo momento o valor aumentará para R$ 20 milhões, correspondendo a construção civil e aquisição de novos equipamentos, gerando 150 empregos diretos.

“Dos incentivos observados nos outros estados nordestinos, Alagoas apresenta dois atrativos: o diferimento do ICMS no gás natural e energia elétrica, insumos essenciais da indústria de plástico”, disse o empresário Gleb Berger Zomer. Ele detalhou que na fase inicial serão produzidas em Alagoas embalagens rígidas, ou seja, que conservam alimentos como margarina, doces, copos, no futuro serão embalagens flexíveis – sacos para armazenar cereais e biscoitos, sacolas plásticas.

Na ocasião, o secretário Luiz Otavio Gomes reforçou que o setor químico-plástico possui um cenário favorável de consolidação e crescimento em Alagoas, onde o poder público age em sinergia com o setor produtivo na construção de projetos.

Luiz Otavio explicou que o governo do Estado oferece toda a estrutura necessária para a fase de implantação das empresas, colocando a disposição o gerente de Projetos da Sedec, Glifson Magalhães, para orientar e acompanhar os processos.

“Com o trabalho sério, o governo de Alagoas tem atraído grandes empreendimentos e também garantido a consolidação dos negócios de pequeno porte”, destacou o secretário, citando nomes de empresas como o Estaleiro Eisa Alagoas, a nova planta industrial de PVC da Braskem, entre outros.

Fonte: Agência Alagoas