Posts Tagged ‘Exportação’

Braskem se une com produtores para o desenvolvimento de embalagens para exportação de frutas

01/03/2018

Parceria entre empresas brasileiras vai garantir mais qualidade e proteção ao mamão papaia

Para fortalecer suas vendas externas e aumentar sua rentabilidade, o grande desafio do fruticultor brasileiro é garantir a proteção e a conservação de seus produtos até que cheguem às mãos do consumidor. Atenta às demandas do agronegócio brasileiro, a Braskem desenvolveu, em parceria com clientes, uma nova solução em plástico exclusiva para o mercado de mamão papaia.

A petroquímica trabalhou junto com a Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP), empresa de produtores de Linhares (ES) – região conhecida como capital nacional da exportação de mamão. Juntas, as empresas desenvolveram uma embalagem mais segura e atrativa e o grande desafio foi encontrar um filme apropriado para a aplicação e que não prejudicasse a fruta. “A gente queria oferecer um ganho de qualidade ao consumidor e fixar a nossa marca. Para isso, conseguimos desenvolver juntos uma embalagem que atendesse a todos os requisitos”, afirma Rodrigo Martins, diretor da UGBP.

Agora, o mamão papaia é exportado para outros países envolvido em um filme de polietileno, que confere a qualidade, segurança e estética que os agricultores capixabas desejavam. Segundo Martins, a utilização do plástico pode reduzir alguns dos prejuízos mais comuns às frutas no mercado. Após diversos testes, constatou-se que a embalagem permite a maturação mais uniforme da fruta, garante a proteção contra contaminações e aumenta o tempo de exposição nas bancas em até quatro dias.

A nova embalagem já está disponível no Brasil e nos Estados Unidos – um dos principais consumidores de mamão papaia no mundo – nas versões individual e caixa. “A parceria com os produtores da UGBP foi muito produtiva e bem-sucedida. Nosso maior desafio foi alinhar a tecnologia da nossa resina com as demandas dos agricultores, sempre visando os desejos do consumidor em mercados tão diferentes, no Brasil e no exterior. Foi mais um teste bem sucedido para o portifólio da Braskem no setor de embalagens”, observa Albertoni Bloisi, responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado na Braskem.

Com produção média de 600 toneladas de papaia por mês, a UGBP exporta para França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Polônia, Espanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. No mercado nacional, a organização vende para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Anúncios

PICPlast já beneficia mais de 900 empresas brasileiras transformadoras de plásticos

18/02/2016

O plano promoveu, em dois anos, uma série de capacitações empresariais, treinamentos e workshops, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor

Em dois anos desde o seu lançamento, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), alcançou números expressivos. Mais de 900 empresas brasileiras da transformação de plásticos foram beneficiadas por ações desenvolvidas pelo plano para contribuir com o desenvolvimento da indústria brasileira, contemplando mais de 1.200 profissionais que atuam no setor.

As ações do plano estão estruturadas em três eixos: estímulo a exportações de transformados plásticos, ampliação da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico.

No pilar de estímulo à exportação de transformados plásticos, o volume acumulado de resinas incentivadas chegou a cerca de 70 mil toneladas em dezembro de 2015, representando um valor de mais de R$ 80 milhões investidos ao longo dos últimos dois anos.

O PICPlast vem atuando fortemente também no desenvolvimento empresarial. Nesse período, foram promovidas diversas iniciativas para o setor de transformação, entre feiras, seminários e capacitações. Os programas foram realizados em parceria com instituições como a Fundação Dom Cabral, Think Plastic Brazil, Aduaneiras, Advisia, Inventta, Towsend Solutions, Cambridge – Institute for Family Enterprise.

Em 2015 o PICPlast também firmou parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e, a partir de 2016, será oferecido ao setor um programa educacional e consultorias sobre desenvolvimento gerencial para estimular o crescimento das micro e pequenas empresas que atuam na cadeia produtiva do plástico.

Além das capacitações, o PICPlast esteve presente em feiras do setor plástico, como Feiplastic, Nordesteplast e Plastech, e em feiras voltadas ao agronegócio e construção, com a participação na Agrishow e Concreteshow.

De acordo com o vice-presidente de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, as ações promovidas pelo PICPlast são essenciais para a constante diferenciação do setor plástico brasileiro. “O PICPlast tem proporcionado aos empresários boas oportunidades para se manterem competitivos no mercado global, especialmente em um momento delicado da economia. Nossa missão em 2016 é ampliar a atuação pelo Brasil e fortalecer ainda mais a cadeia produtiva do plástico”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, a atuação do PICPlast este ano motivou os empresários a trabalharem ainda mais em 2016. “O plano tem cumprido seu propósito, que é contribuir para o desenvolvimento de um novo ciclo para a indústria do plástico, baseado no planejamento e na capacitação empresarial de todos os agentes que compõem esta importante indústria”, afirma Roriz Coelho.

Fundo Setorial

O Fundo Setorial, um dos braços de atuação do PICPlast criado para captar recursos financeiros com o objetivo de promover ações que valorizem as vantagens do plástico, completou um ano em dezembro e acumula resultados significativos desde o seu lançamento. Até dezembro, o plano já recebeu a adesão de mais de 300 empresas do setor plástico em todas as regiões do Brasil.

O valor arrecadado em 2015 deve chegou a cerca de R$ 2,7 milhões, que serão direcionados ao longo dos próximos meses para ações de comunicação, educação, reciclagem e estudos técnicos.

Alguns projetos já começam a ser viabilizados com os recursos arrecadados pelo Fundo Setorial. É o caso do “Movimento Plástico Transforma”, campanha voltada aos colaboradores da própria indústria de transformação, com o objetivo de disseminar informações qualificadas sobre o plástico. Posteriormente, o movimento alcançará outros públicos, ampliando o conhecimento da sociedade como um todo sobre a importância do plástico na vida das pessoas.

Outra iniciativa é o mapeamento que está sendo desenvolvido pela Fundação Instituto de Administração (FIA) sobre a indústria de reciclagem no Brasil e que vai embasar uma série de ações a serem implementadas a partir de 2016.

Também no campo da reciclagem, o PICPlast está desenvolvendo um planejamento de coleta e triagem de resíduos recicláveis, inicialmente, para a região do ABC paulista. O trabalho, que está sendo desenvolvido em parceria com a consultoria Mãos Verdes e deverá durar um ano, tem a finalidade de estimular a ampliação da reciclagem de plásticos no país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PIC Plast

Curta nossa página no

PICPlast promove capacitações em exportação e custos para empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas

30/06/2015

As capacitações foram realizadas em Maceió, e contaram com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast)

Picplast_alagoas

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoveu capacitação profissional em exportação e custos para mais de 30 empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas. A ação teve como objetivos aumentar a atuação dessas empresas no mercado internacional, com foco em aspectos técnicos e mercadológicos da exportação, e auxiliar as empresas a estruturarem modelos internos para otimizar relatórios, simular preços de produtos, administrar o fluxo de caixa, levantar os custos de cada produto, entre outros processos vitais para o gerenciamento de uma companhia. A capacitação contou com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast), e foi realizada no próximo dia 1 de julho, em Maceió.

Para o presidente do Sinplast, Gilvan leite, as ações do PICPlast ocorrem em um momento importante. De acordo com o executivo, a aproximação entre a Braskem, a ABIPLAST e os sindicatos estaduais demonstra o amadurecimento e união de toda a cadeia produtiva do plástico, especialmente nesse momento difícil vivido pela economia. “Iniciativas como essa asseguram o empresário de que algo está sendo feito para ele se desenvolver e construir um setor cada vez mais forte”, afirma Leite.

Hoje o Sinplast conta com cerca de 40 empresas associadas em todo o estado de Alagoas com ações para promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade da indústria. “Por meio do PICPlast plantamos uma semente, que já brotou e está dando frutos. Quem ganha com isso é a economia brasileira”, finaliza o presidente do Sinplast.

Os temas desenvolvidos na capacitação de “exportação” foram ministrados pelo Programa de Incentivo à Exportação do Plástico Brasileiro (Think Plastic Brazil), e a Aduaneiras, empresa que oferece consultorias, cursos, sistemas e informações voltadas para o comércio exterior. O primeiro tema abordou os processos de competitividade e globalização, planejamento estratégico de exportação e marketing internacional. O outro tema abordado foi voltado para os tipos de exportadores no Brasil, a dinâmica da operação de exportação e os incentivos fiscais destinados a esta operação.

Já a capacitação em custos e rentabilidade foi realizada pela consultoria financeira e de investimentos Advisia. Os participantes assistiram a demonstrações por meio de projeções sobre o funcionamento do modelo de operação: como a empresa pode fazer a alocação dos custos classificados por produto, como extrair os resultados por meio de relatórios pré-definidos e simular o preço necessário para atingir uma margem de lucro desejada. O modelo também ajudará os empresários a controlarem o fluxo de caixa, além de apresentar de forma detalhada os gastos por categoria de produto.

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira do Plástico (ABIPLAST), entidade que representa a indústria de transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia produtiva do plástico.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Maio 2015)

598 transformadores plásticos participantes;
R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (até março 2015);
93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
276 empresas participantes do Fundo Setorial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

Curta nossa página no

Calendário 2013 do Think Plastic Brazil tem eventos-chave para o setor

08/04/2013

Think_Plastic_Gift_FairNa esteira dos eventos já realizados no início do ano, o Think Plastic Brazil dá sequência aos esforços de projeção internacional das empresas brasileiras. Em maio, dois Projetos Comprador incentivarão o networking e prospecção de negócios associados à Fórmula Indy (01 a 06) e à feira Feiplastic (20 a 24).

Já em junho, o foco será concentrado na feira mexicana Expo Pack, programada para o período entre os dias 18 e 21. Neste ano, o evento pretende abordar o futuro das embalagens, dentro dos conceitos “Seguro, Simples e Sustentável”. Na sequência, em agosto, outros dois Projetos Compradores serão realizados: entre os dias 17 e 20, na House & Gift Fair, em São Paulo, para o segmento de UD; e entre 27 e 30, na feira Plastech, focada em Embalagens Rígidas e Flexíveis.

Em setembro e outubro, será a vez de dois Projetos Vendedores. Um deles ocorrerá na Expoalimentaria, no Peru, entre 19 e 21 de setembro. Já nos dias 19 e 20 de outubro, um evento nos mesmos moldes acontecerá no Panamá.

No mês de novembro, a feira colombiana Andina-Pack encerra o calendário de eventos internacionais do ano, com foco concentrado na cadeia latino-americana de Embalagens Rígidas e Flexíveis.

Fonte: Boletim Think Plastic Brazil

Curta nossa página no

Think Plastic Brazil é a nova marca internacional do Export Plastic

16/01/2013

ThinkPlasticThinkBrazilCom o objetivo de fortalecer as empresas brasileiras da indústria plástica e promover os diferenciais do Programa, o Export Plastic fez um grande reposicionamento de marca, a começar pelo nome. Agora o Programa se chama Think Plastic Brazil, o que ampliará internacionalmente a identidade exportadora do País como um dos importantes players do mundo e seus diferenciais competitivos na indústria de transformação plástica mundial.

Para conduzir os trabalhos, o INP escolheu a GadLippincott, uma consultoria internacional de marcas focada no desenvolvimento de estratégias de identidade. Na primeira etapa foi feita uma entrevista com os principais públicos que se relacionavam com a antiga marca Export Plastic, desde gestores e associados até compradores internacionais e demais públicos de interesse. Foram identificadas suas percepções sobre o setor, o mercado e o Programa e, posteriormente, criada uma cartela de valores da nova marca.

Por meio de uma metodologia rígida, foi feita uma grande triagem e chegou-se à conclusão de que o nome precisava identificar a cadeia produtiva e o país de forma mais óbvia. Era preciso definir um posicionamento único, alinhado às possibilidades competitivas da indústria plástica. Adotou-se, assim, uma rota de soluções ao importador estrangeiro, que contempla o mix de produtos, a adaptabilidade, os serviços e a inovação dos associados.

Mix de Produtos, Flexibilidade, Solução.

Isso posto, era necessário que tivesse uma fácil pronúncia, principalmente em inglês. No quadro final, identificaram sete nomes. Think Plastic Brazil foi escolhido por trazer consigo uma percepção provocativa, sugerindo o Brasil como um player a ser considerado. Uma marca que se caracteriza de maneira diferenciada no segmento. O antigo nome [Export Plastic] só fazia sentido para os brasileiros que exportavam e não para o exterior.

Com a nova proposta, agora a premissa é que haja uma integração entre o Brasil e o mundo. “Queremos que outros países vejam nossa nação como um player competitivo ao se depararem com o nome. A marca é um tom de voz, sugere ao mundo que, ao pensarem em plástico, pensem no Brasil como uma indústria forte, que não deve nada aos principais fornecedores mundiais”, explica Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Plano de Ação

O novo conceito Think Plastic Brazil envolve desde o público interno até cada nicho específico de associado. Busca traduzir a comunicação de conteúdo em estratégias de marca a todos os stakeholders.

Diante dessa nova visibilidade, a diversidade de produtos oferecidos pela indústria fica ainda mais à mostra. “Evidenciam-se todos os elos da cadeia de transformação contemplados pelo Programa”, destaca Nivalda Fonseca, especialista em Marketing e Comunicação.

Em sua opinião, a marca demonstra ainda, em sua vasta opção de uso, a abertura a novas ideias, adaptação a necessidades dos clientes e busca valorizar o conceito de sustentabilidade, estimulando o compromisso da indústria com impactos de sua atividade à economia, ao meio ambiente e à sociedade. Resumindo, o conceito ir além, “Go Beyond”, é a tônica desta mudança. A partir de agora, a transição entre a antiga e a nova marca vai começar a acontecer e muito em breve todos os públicos passarão a conviver apenas com Think Plastic Brazil.

Dinamismo marcará Think Plastic Brazil em 2013

O Think Plastic Brazil pisa em 2013 com a disposição de não apenas dar continuidade ao trabalho de promoção de negócios, inteligência comercial e capacitação que marca o Programa desde a sua fundação. É justamente no ano em que completa 10 anos de atividade que o time liderado por Marco Wydra pretende imprimir um ritmo de ações ainda mais acelerado para auxiliar os associados na conquista e manutenção do mercado externo.

Em retrospectiva, Marco vê 2012 como um ano de grandes realizações: “renovamos o convênio com a Apex-Brasil, abrimos o departamento de Inteligência Comercial, customizamos projetos e renovamos a nossa marca”. Esse esforço rendeu mais de US$ 5 milhões em negócios no convênio 2010-2012, mas tudo indica que esse número irá aumentar. “Em 2013, teremos uma agenda ainda mais intensa com o lançamento da nossa nova marca, reforço na área de Inteligência, desenvolvimento de projetos customizados, participação na Copa das Confederações e na Fórmula Indy em São Paulo, além do planejamento da nossa participação no projeto Copa do Mundo FIFA 2014”, explica o executivo.

Os trabalhos se iniciam com a campanha de lançamento da marca Think Plastic Brazil. “A expectativa é que a evolução obtida ao longo destes 10 anos de atividade esteja bem comunicada no novo posicionamento da marca, demonstrando maturidade e colaborando para o incremento das exportações brasileiras de transformados plásticos”, diz. Ao longo do ano, novas formas de comunicação junto aos associados e público internacional também serão incrementadas, com reforços às ações de promoção comercial, capacitação e inteligência.

Tradicionalmente, o Programa retoma a presença no exterior logo no início do ano, com a participação como expositores nas feiras Ambiente, de 15 a 19 de fevereiro, na Alemanha, e na Home & Housewares, de 2 a 5 de março. Na visão de Gilberto Agrello, especialista do Programa para o Desenvolvimento de Mercado para UD e Embalagens Rígidas, as duas feiras oferecem excelentes oportunidades para o setor se municiar de contatos comerciais para desenvolver ao longo do ano. Já em maio, o Programa realizará um Projeto Comprador na área de UD na Formula Indy, desta vez com 21 compradores das Américas, Europa e África. “Essas ações darão sustentação para os planejamentos de exportação das empresas e contribuirão de forma direta para o cumprimento de suas metas de exportação”, frisa Gilberto. Projetos Compradores na área de Embalagens também serão realizados no primeiro semestre, em eventos a serem definidos, e complementarão a agenda.
Com isso, os brasileiros terão em 2013 mais chances de mostrar por que seus transformados plásticos têm condições de satisfazer a demanda internacional. “O Brasil é visto como um mercado de oportunidade e, por isso, as empresas deverão ´aproveitar esta onda` e perseguir os seus resultados”, pontua Agrello. A especialista do Programa para Embalagens Flexíveis, Cristina Sacramento, tem visão similar. “Com as novas possibilidades e com a área de Inteligência poderemos trabalhar conjuntamente para mapear, entender e acessar contatos dessa tão diversa indústria de flexíveis”, diz. Para ela, agora é hora de aproveitar as oportunidades com o melhor cenário cambial que se apresenta. A valorização do dólar, que dá mais fôlego aos exportadores, é o primeiro sinal de que 2013 pode recolocar o setor no caminho da expansão.

Fonte: Boletim Export Plastic

Curta nossa página no

Export Plastic tem agenda movimentada no início de 2013

22/12/2012

Com o objetivo de ampliar o conhecimento do empresário brasileiro sobre os mercados compradores de transformados plásticos, o Programa Export Plastic, logo no início de 2013, levará suas associadas para participar de dois importantes eventos internacionais focados em Utilidades Domésticas.

 Entre os dias 15 e 19 de fevereiro, será realizada em Frankfurt, na Alemanha, a feira Ambiente. O evento é uma excelente oportunidade de expansão de negócios para as empresas brasileiras que atuam neste segmento. Já em março, é a vez da International Home & Housewares Show, que acontece entre os dias 02 e 05, em Chicago, Illinois (EUA).

Para mais informações sobre a agenda de eventos do Programa, acesse: http://www.exportplastic.com.br.

Fonte: Export Plastic

Curta nossa página no

Negócios e informação reuniram as associadas ao Export Plastic na House & Gift Fair.

12/09/2011

Fabricantes e compradores de artigos para casa e decoração marcaram presença na 43ª House & Gift Fair South America, feira realizada em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de agosto. Durante o evento, o Programa Export Plastic promoveu atividades específicas para suas associadas, a fim de estimular a implantação de uma cultura exportadora nas empresas e divulgar a imagem dos produtos brasileiros no exterior.

Uma dessas atividades foi a 27ª edição do Projeto Comprador, que viabilizou 151 rodadas de negócios entre 19 empresas brasileiras fabricantes de utilidades domésticas plásticas e 12 compradores internacionais, vindos da Costa Rica, Colômbia, Chile, Paraguai, El Salvador e Jamaica. A estimativa é que em 12 meses esta ação resulte em US$ 1.190.000 em negócios.

A Tritec, que exporta seus produtos de utilidade doméstica para a América Latina, África, Europa e Estados Unidos, se reuniu com nove importadores. “Já encaminhamos informações e amostras aos compradores”, disse Alexandre Sachet, Gerente de Exportação da companhia. E completou: “o Programa Export Plastic nos oferece constantemente a possibilidade de novos contatos comerciais, além oportunidades de ampliar nossa presença no mercado internacional e de conhecer as tendências mundiais, o que é fundamental para aumentar nossa competitividade lá fora.”

Além da possibilidade de estabelecer novos mercados, o Projeto Comprador também possibilita que as associadas revejam contatos antigos. Foi o caso da fabricante de utilidades domésticas Martiplast que, além de abrir contatos no Paraguai, Chile e Jamaica, também reencontrou antigos compradores da Colômbia. “As primeiras conversas foram promissoras e já agendamos visitas técnicas de representantes à nossa fábrica”, afirmou Jones da Rocha Filho, gerente de exportação da empresa. A Martiplast já exporta para 17 países da América Latina, África e Europa.

 Outra iniciativa do Export Plastic foi o Projeto Imagem, que traz jornalistas internacionais para conhecerem o mercado e a produção de plásticos do Brasil. Durante a 43ª House & Gift, o Programa trouxe um jornalista da revista mexicana Ambientes, com tiragem de 25 mil exemplares, e uma representante da norte-americana Gifts and Decorative Accessories, com tiragem de 27 mil exemplares.

 O Programa fechou o evento com a participação de Karim Rashid, um dos ícones do design mundial. Além das associadas ao Programa, o artista também conversou com representantes de outros setores de utilidades domésticas, como vidro e porcelana, e ministrou uma palestra na feira sobre a importância do design para as marcas estabelecerem diferenciais no mercado.

 Para Marco Wydra, gerente do Export Plastic, a House & Gift foi o palco ideal para o Programa reunir a promoção de seus integrantes à informação. “Durante o evento, conseguimos dar às associadas a oportunidade de mostrarem seus produtos aos importadores e ainda discutirem sobre a importância de reforçar o design dos produtos como diferencial das marcas, por meio do contato com Karim Rashid”, concluiu.

 Fonte: Boletim ExportPlastic

Export Plastic promove 110 rodadas comerciais na Plastech 2011

12/09/2011


As cidades de São Paulo e Caxias do Sul sediaram as 110 rodadas de negócios promovidas pelo 26º Projeto Comprador, realizado pelo Programa Export Plastic durante a Plastech Brasil – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos, que ocorreu em Caxias do Sul entre os dias 16 e 19 de agosto.

 Compradores da Costa Rica, Dinamarca, México, Holanda e Estados Unidos participaram das reuniões de negócios com 38 empresas associadas ao Programa. A estimativa das associadas é que em 12 meses esta ação resulte em US$ 1.930.000 em negócios.

 Uma dessas empresas foi a Plastrela, fabricante de laminados e sacos de polietileno e que já exporta para a Inglaterra, o Uruguai e a Colômbia. A partir do Projeto Comprador da Plastech, a empresa iniciou negociações com executivos da Costa Rica e México. Segundo Jack Shen, diretor da Plastrela, o processo de negociação é lento e o período pós-evento é fundamental para garantir bons resultados futuros. “Exportação é uma ação de longo prazo e, no nosso caso, que fabricamos produtos personalizados, é ainda mais importante darmos a assistência necessária aos compradores para conquistarmos mercado”, concluiu.

 Fabricante de sacos em bobina para o área de frutas e verduras de sacolões e supermercados, a Unisold realizou rodadas de negócios com os compradores e os recebeu na sede da sua empresa, em Esteio/RS, para visitas técnicas. “Os visitantes ficaram impressionados com a nossa capacidade de produção e aprovaram nosso processo”, disse Gustavo Bazzano, diretor comercial da empresa. “Já enviamos amostras para dois deles e estamos aguardando os próximos passos das negociações, que devem acontecer em breve”, concluiu. Os produtos da Unisold já são encontrados nos mercados da Dinamarca, Portugal, além de países da América Latina.

 A Plastech teve como proposta facilitar o acesso dos empresários às novas tecnologias. A feira reuniu 250 expositores e mais de 21 mil visitantes que conheceram as novidades em matérias-primas e produtos básicos, máquinas, equipamentos, acessórios, moldes, ferramentas, instrumentação, equipamentos de controle e automação, além de serviços e projetos técnicos.

 Segundo Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, as rodadas de negócios do Projeto Comprador e as visitas técnicas representaram grandes oportunidades para as associadas mostrarem seu potencial para atender às demandas internacionais. “As ações realizadas na Plastech, possibilitaram a aproximação entre os importadores e os empresários brasileiros, especialmente os da região Sul, que puderam receber os compradores em suas sedes e mostrar sua capacidade de atender grandes demandas”, concluiu o gerente do Programa.

Fonte:  Boletim Export Plastic