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Think Plastic Brazil é a nova marca internacional do Export Plastic

16/01/2013

ThinkPlasticThinkBrazilCom o objetivo de fortalecer as empresas brasileiras da indústria plástica e promover os diferenciais do Programa, o Export Plastic fez um grande reposicionamento de marca, a começar pelo nome. Agora o Programa se chama Think Plastic Brazil, o que ampliará internacionalmente a identidade exportadora do País como um dos importantes players do mundo e seus diferenciais competitivos na indústria de transformação plástica mundial.

Para conduzir os trabalhos, o INP escolheu a GadLippincott, uma consultoria internacional de marcas focada no desenvolvimento de estratégias de identidade. Na primeira etapa foi feita uma entrevista com os principais públicos que se relacionavam com a antiga marca Export Plastic, desde gestores e associados até compradores internacionais e demais públicos de interesse. Foram identificadas suas percepções sobre o setor, o mercado e o Programa e, posteriormente, criada uma cartela de valores da nova marca.

Por meio de uma metodologia rígida, foi feita uma grande triagem e chegou-se à conclusão de que o nome precisava identificar a cadeia produtiva e o país de forma mais óbvia. Era preciso definir um posicionamento único, alinhado às possibilidades competitivas da indústria plástica. Adotou-se, assim, uma rota de soluções ao importador estrangeiro, que contempla o mix de produtos, a adaptabilidade, os serviços e a inovação dos associados.

Mix de Produtos, Flexibilidade, Solução.

Isso posto, era necessário que tivesse uma fácil pronúncia, principalmente em inglês. No quadro final, identificaram sete nomes. Think Plastic Brazil foi escolhido por trazer consigo uma percepção provocativa, sugerindo o Brasil como um player a ser considerado. Uma marca que se caracteriza de maneira diferenciada no segmento. O antigo nome [Export Plastic] só fazia sentido para os brasileiros que exportavam e não para o exterior.

Com a nova proposta, agora a premissa é que haja uma integração entre o Brasil e o mundo. “Queremos que outros países vejam nossa nação como um player competitivo ao se depararem com o nome. A marca é um tom de voz, sugere ao mundo que, ao pensarem em plástico, pensem no Brasil como uma indústria forte, que não deve nada aos principais fornecedores mundiais”, explica Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Plano de Ação

O novo conceito Think Plastic Brazil envolve desde o público interno até cada nicho específico de associado. Busca traduzir a comunicação de conteúdo em estratégias de marca a todos os stakeholders.

Diante dessa nova visibilidade, a diversidade de produtos oferecidos pela indústria fica ainda mais à mostra. “Evidenciam-se todos os elos da cadeia de transformação contemplados pelo Programa”, destaca Nivalda Fonseca, especialista em Marketing e Comunicação.

Em sua opinião, a marca demonstra ainda, em sua vasta opção de uso, a abertura a novas ideias, adaptação a necessidades dos clientes e busca valorizar o conceito de sustentabilidade, estimulando o compromisso da indústria com impactos de sua atividade à economia, ao meio ambiente e à sociedade. Resumindo, o conceito ir além, “Go Beyond”, é a tônica desta mudança. A partir de agora, a transição entre a antiga e a nova marca vai começar a acontecer e muito em breve todos os públicos passarão a conviver apenas com Think Plastic Brazil.

Dinamismo marcará Think Plastic Brazil em 2013

O Think Plastic Brazil pisa em 2013 com a disposição de não apenas dar continuidade ao trabalho de promoção de negócios, inteligência comercial e capacitação que marca o Programa desde a sua fundação. É justamente no ano em que completa 10 anos de atividade que o time liderado por Marco Wydra pretende imprimir um ritmo de ações ainda mais acelerado para auxiliar os associados na conquista e manutenção do mercado externo.

Em retrospectiva, Marco vê 2012 como um ano de grandes realizações: “renovamos o convênio com a Apex-Brasil, abrimos o departamento de Inteligência Comercial, customizamos projetos e renovamos a nossa marca”. Esse esforço rendeu mais de US$ 5 milhões em negócios no convênio 2010-2012, mas tudo indica que esse número irá aumentar. “Em 2013, teremos uma agenda ainda mais intensa com o lançamento da nossa nova marca, reforço na área de Inteligência, desenvolvimento de projetos customizados, participação na Copa das Confederações e na Fórmula Indy em São Paulo, além do planejamento da nossa participação no projeto Copa do Mundo FIFA 2014”, explica o executivo.

Os trabalhos se iniciam com a campanha de lançamento da marca Think Plastic Brazil. “A expectativa é que a evolução obtida ao longo destes 10 anos de atividade esteja bem comunicada no novo posicionamento da marca, demonstrando maturidade e colaborando para o incremento das exportações brasileiras de transformados plásticos”, diz. Ao longo do ano, novas formas de comunicação junto aos associados e público internacional também serão incrementadas, com reforços às ações de promoção comercial, capacitação e inteligência.

Tradicionalmente, o Programa retoma a presença no exterior logo no início do ano, com a participação como expositores nas feiras Ambiente, de 15 a 19 de fevereiro, na Alemanha, e na Home & Housewares, de 2 a 5 de março. Na visão de Gilberto Agrello, especialista do Programa para o Desenvolvimento de Mercado para UD e Embalagens Rígidas, as duas feiras oferecem excelentes oportunidades para o setor se municiar de contatos comerciais para desenvolver ao longo do ano. Já em maio, o Programa realizará um Projeto Comprador na área de UD na Formula Indy, desta vez com 21 compradores das Américas, Europa e África. “Essas ações darão sustentação para os planejamentos de exportação das empresas e contribuirão de forma direta para o cumprimento de suas metas de exportação”, frisa Gilberto. Projetos Compradores na área de Embalagens também serão realizados no primeiro semestre, em eventos a serem definidos, e complementarão a agenda.
Com isso, os brasileiros terão em 2013 mais chances de mostrar por que seus transformados plásticos têm condições de satisfazer a demanda internacional. “O Brasil é visto como um mercado de oportunidade e, por isso, as empresas deverão ´aproveitar esta onda` e perseguir os seus resultados”, pontua Agrello. A especialista do Programa para Embalagens Flexíveis, Cristina Sacramento, tem visão similar. “Com as novas possibilidades e com a área de Inteligência poderemos trabalhar conjuntamente para mapear, entender e acessar contatos dessa tão diversa indústria de flexíveis”, diz. Para ela, agora é hora de aproveitar as oportunidades com o melhor cenário cambial que se apresenta. A valorização do dólar, que dá mais fôlego aos exportadores, é o primeiro sinal de que 2013 pode recolocar o setor no caminho da expansão.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Export Plastic tem agenda movimentada no início de 2013

22/12/2012

Com o objetivo de ampliar o conhecimento do empresário brasileiro sobre os mercados compradores de transformados plásticos, o Programa Export Plastic, logo no início de 2013, levará suas associadas para participar de dois importantes eventos internacionais focados em Utilidades Domésticas.

 Entre os dias 15 e 19 de fevereiro, será realizada em Frankfurt, na Alemanha, a feira Ambiente. O evento é uma excelente oportunidade de expansão de negócios para as empresas brasileiras que atuam neste segmento. Já em março, é a vez da International Home & Housewares Show, que acontece entre os dias 02 e 05, em Chicago, Illinois (EUA).

Para mais informações sobre a agenda de eventos do Programa, acesse: http://www.exportplastic.com.br.

Fonte: Export Plastic

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Eventos internacionais movimentam a agenda do Export Plastic

09/10/2012

O Programa Export Plastic levará suas associadas para participar de dois importantes eventos internacionais até o final de 2012, sempre com o objetivo de promover a cultura exportadora das empresas. Entre os dias 28 e 31 de outubro, participarão da Pack Expo, que será realizada em Chicago, Illinois (EUA). A feira é especializada em Embalagens Rígidas e Flexíveis.

No mês de novembro, entre os dias 11 e 15, será realizada em Paris, na França, a Equip’Hotel. O evento que acontece no Porte de Versailles é focado em Utilidades Domésticas e linha profissional, para o segmento conhecido como HoReCa – Hotéis, Restaurantes e Catering.

 Para mais informações sobre a agenda de eventos do Export Plastic, consulte: www.exportplastic.com.br

Fonte: Boletim Export Plastic

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Export Plastic realiza mais de 100 rodadas de negócios na House & Gift Fair

06/09/2012

Com o objetivo de promover a indústria nacional do plástico no exterior, foi realizado no último dia 25, durante a House & Gift Fair, o 31º Projeto Comprador, uma das iniciativas do Programa Export Plastic em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). No evento, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, seis compradores, vindos do México, Panamá, Holanda, África do Sul e Inglaterra, conheceram os produtos das associadas ao Programa que atuam no segmento de Utilidades Domésticas.

Além das rodadas de negócios, o evento contou com duas clínicas voltadas à exportação: a primeira com a empresa Make it Loyal, do segmento de marketing e fidelização e a segunda com a Geodis, que atua com logística integrada.

Contou também com a palestra do especialista em Marketing Digital, Web e Gestão de Mídias Sociais no segmento de Utilidades Domésticas, Brett Mackie, que falou sobre as ferramentas de comunicação que podem ser utilizadas para incrementar os negócios do setor de UD.

O Programa trouxe com exclusividade ao País, por meio do Projeto Imagem, o jornalista colombiano, Luis Felipe Barrientos, da Revista Axxis, especializada em Arquitetura e Design. Barrientos aproveitou a ocasião para visitar os estandes das empresas associadas, a feira, conversar com empresas brasileiras e designers para verificar o potencial dos produtos plásticos brasileiros nesse setor.

Empresas nacionais criam cultura exportadora

Foram realizadas 134 rodadas de negócios no evento. Para Juliana Cavalieri, da Plasútil, empresa fabricante de utilidades domésticas de Bauru (SP), trata-se de uma oportunidade importante de se apresentar a empresa aos compradores internacionais. “Apesar de já exportarmos para 35 países, a maior parte da América Latina, queremos mostrar nossos produtos a outros potenciais compradores, como o que veio da África do Sul”, explica Cavalieri.

De acordo com Fernando Lamego, da PKZ Plastic, empresa que já exporta para a Argentina e o Uruguai e que pretende voltar 5% de sua produção a mercados externos, as rodadas de negócio geram bons resultados. “Participar dos projetos do Export Plastic sempre foi muito positivo e até já contratamos um estúdio de marketing e design para trabalhar nosso produto internacionalmente, conforme as orientações dos especialistas”, diz Lamego.

Na opinião de Caren Megiolaro, da Termolar, empresa gaúcha fabricante de garrafas térmicas e embalagens isotérmicas, os compradores buscam cada vez mais a qualidade do produto brasileiro. “Temos conseguido mostrar o potencial de nossos produtos e a qualidade tem se sobreposto à questão de preço”, afirma Caren. A Termolar exporta aproximadamente 10% da produção e tem crescimento anual entre 5% e 10% nas exportações.

Para Mariana Stangherlin, da Anodilar, o nível desta rodada de negócios foi elevado, com boa qualidade de compradores. “A parceria com o Export Plastic é muito importante para chegarmos com sucesso ao mercado externo”, diz Mariana. E completa: “a parceria é tão próxima que sempre que temos alguma crítica ou sugestão, somos prontamente atendidos”.

O mesmo pensa Tamara Tamanini, da Schwanke, fabricante de Utensílios Domésticos, localizada em Blumenau (SC). Segundo ela, a relação próxima ao Programa gera melhorias. Um exemplo foi a sugestão da empresa para que nas rodadas de negócios fosse criada uma área de exposição. “Agora, os compradores têm mais contato com os produtos, não apenas em cada rodada, mas em todo o decorrer do evento”, comenta Tamanini. A Schwanke busca investir constantemente para melhorar seus processos de internacionalização e, nesse sentido, a parceria com o Programa Export Plastic é imprescindível. “A visibilidade que as empresas ganham participando dos projetos do Export Plastic, até mesmo as que não são de grande porte, é muito importante”, comenta a executiva.

Outro cliente satisfeito com o Programa é Lindomar Melo, que atua na Arthi, empresa fabricante de UDs, localizada em Bom Jesus dos Perdões (SP). “O trabalho realizado pelo Export Plastic nesse tipo de evento faz com que o comprador veja a força das exportações brasileiras e tenha maior confiança nas negociações”, afirma Melo. A Arthi exporta hoje de 10 a 12% da produção e tem como meta bater os 30%.

A visão dos compradores

Rodrigo Raynal, da rede ALSuper, do México, disse que esta foi a primeira vez que veio fazer negócios no Brasil. “Apesar de termos 50 lojas espalhadas pelo país, as redes mexicanas têm poucos produtos brasileiros. Sabemos da fama da qualidade do que é feito no Brasil, que aliás é similar a dos produtos norte-americanos e foi isso que viemos buscar”, disse Raynal. “Gostei do que vi nas rodadas e já tenho algumas negociações iniciadas”, completa o executivo.

Para os holandeses André Jacobs e Roland Roolvink, da Sunware B.V., empresa que atua nos mercados da Áustria, França, Portugal, dentre outros, as rodadas de negócios promovidas pelo Export Plastic são fantásticas. “Conhecemos o Programa durante uma feira em Chicago e resolvemos vir para o Brasil, em busca de produtos de qualidade a preços acessíveis”, finalizam os empresários.

As mídias sociais como ferramenta de negócios

Durante a palestra “Mídias Sociais: Como Usá-las em seu Negócio”, Brett Mackie explicou sobre as noções básicas de mídias sociais (Facebook, Twitter, Linkedin, YouTube) e quais deles são essenciais para cada tipo de negócio, principalmente na promoção de vendas. Ele disse que é muito importante que os empresários saibam o que está sendo falado sobre seus produtos nas mídias sociais e como ouvir e atender as dúvidas e reclamações feitas neste tipo de comunicação com o público consumidor. “Se pensarmos que 97% dos brasileiros que utilizam a internet estão nas mídias sociais e que 60% deles postam comentários sobre marcas, produtos e empresas, notamos a importância de se entender e gerenciar tal tipo de comunicação”, explica o palestrante.

Ainda de acordo com o especialista, 81% dos brasileiros usam as mídias sociais para procurar por um novo produto e 75% deles buscam um desconto especial. “Da mesma maneira que as pessoas se preocupam com a etiqueta da roupa que estão usando, estes consumidores prestam muita atenção nas marcas de produtos que usam em suas casas”, comenta Mackie.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Pesquisa do Export Plastic identifica oportunidades para transformadores brasileiros no mercado colombiano

08/08/2012

Apontada como um dos mercados prioritários do Programa Export Plastic, a Colômbia foi alvo de um estudo sobre suas características, atratividade, as especificidades do mercado de plásticos, obstáculos e oportunidades que oferece às empresas brasileiras.

O estudo traz informações sobre economia – taxa de câmbio, saldo da balança comercial, reserva de divisas e PIB por setor; aspectos geográficos, especialmente em relação à logística (portos, aeroportos e companhias de navegação); e legislação (preferências tarifárias, acordos comerciais bilaterais e multilaterais, regime alfandegário, impostos, licenças, marcas e patentes). Além da análise macroeconômica, o estudo também aprofunda em setores de interesse da indústria brasileira de plásticos, como o de Utilidades Domésticas, Filmes Plásticos, Nãotecido, Rótulos e Etiquetas, Estruturas Laminadas em BOPP e PE com outras estruturas, Sacolas-Camiseta e Sacolas Alça-Fita.

Um dos principais pontos abordados foi em relação à internacionalização da economia colombiana e o processo de abertura nas últimas duas décadas. Cada mercado apresentou uma especificidade, no entanto, a pesquisa mostrou que a indústria de Utensílios Domésticos Plásticos, por exemplo, é pouco desenvolvida e sofisticada. Ou seja, há espaço para os transformadores brasileiros, que agregam valor aos seus produtos, se inserirem nesse segmento. Quanto aos parceiros comerciais, no setor de Plásticos, os principais exportadores para a Colômbia são a China e os Estados Unidos, seguidos de Brasil, Peru e Equador.

Hoje, a Colômbia ocupa a 29ª posição entre as economias mundiais em termos de PIB (US$ 378,7 bilhões (FMI, 2011) sendo a quarta maior da América Latina. Fica atrás somente de Brasil, México e Argentina. O país viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer em 2011, alcançando a marca dos 5,9% frente aos 4% registrados em 2010. A capital Bogotá abriga mais de 15% da população nacional e, além dela, outros nove distritos foram contemplados no estudo, entre eles Barranquilla, Cartagena, Cúcuta e Popayán.

Segundo a Apex-Brasil, a corrente de comércio entre o Brasil e a Colômbia (exportações mais importações) alcançou um total de US$ 3,9 bilhões em 2011, com aumento de 17,36% das exportações. Na última década, o valor exportado vem crescendo constantemente, tendo passado de US$ 515 milhões em 2000 para US$ 2,57 bilhões em 2011. “Especificamente para os transformadores de plástico associados ao Programa, a Colômbia foi o nono destino mais importante no ano passado”, avalia o gerente executivo do Export Plastic, Marco Wydra.

O país é sede de eventos de grande porte voltados à geração de negócios, como a Andina- Pack e a Colombiaplast, feiras que reúnem empresas do setor de Embalagens para alimentos, bebidas, cosméticos, produtos farmacêuticos, de higiene e limpeza e que estão entre os eventos previstos no calendário do Export Plastic.

Para conhecer detalhes do estudo, entre em contato com o Programa Export Plastic pelo site: http://www.exportplastic.com.br.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Agenda do Export Plastic para o segundo semestre prevê participação em várias feiras e eventos internacionais

06/07/2012

O Export Plastic prepara sua agenda para o segundo semestre com o objetivo de promover as exportações das empresas associadas. Em agosto, de 25 a 28, o Programa organiza o 31º Projeto Comprador na House & Gift Fair, que será realizada na Expo Center Norte. Na mesma exposição, acontecerá o Prêmio de Design, evento que estimula a criatividade e que, pela primeira vez, será patrocinado pelo Programa.

O evento contará também com palestras sobre temas variados, entre elas a de Brett Mackie, promovida pelo Programa Export Plastic (link para inscrições: http://migre.me/9L3re). O palestrante vai abordar temas essenciais nos dias de hoje, como as boas práticas na gestão de mídias sociais; como o crescimento da mobilidade pode afetar a forma de trabalhar a comunicação com os públicos de interesse; como construir uma boa audiência nas redes sociais e como elas podem promover mais vendas. Formado em publicidade pela Universidade de Illinois (EUA), Brett Mackie possui 12 anos de experiência nas áreas de Marketing Digital, Web e Gestão de Mídias Sociais no segmento de Uitilidades Domésticas.

Ainda em agosto, entre os dias 28 e 31, a Embala Nordeste, feira especializada em embalagens, recebe a 32ª edição do projeto em Recife (PE). Já no mês de setembro, de 25 a 27, o Programa levará sua comitiva para Nuremberg, na Alemanha, para a Feira Internacional Fachpack. Em outubro, o foco das associadas estará voltado para a Colombiaplast (de 1 a 5), que será realizada em Bogotá (COL). Especializada no setor de embalagens rígidas e flexíveis, a feira está inserida na pesquisa de mercado encomendada pelo Export Plastic e no mapeamento de oportunidades para a América Latina. Também voltada para o segmento de Embalagens, no dia 28 de outubro terá início a Pack Expo, realizada em Chicago, Estados Unidos.

Fechando o ano, entre os dias 11 e 15 de novembro acontecerá a exposição Equip’Hotel, em Paris (FRA). Considerada a mais importante feira para os segmentos de restaurantes, hotéis e bares – a Equip’hotel é uma porta de entrada para o mercado europeu, africano e Américas. Bienal, em 2010, o evento contou com mais de 100 mil visitantes, sendo 17,6% internacionais; 1450 expositores de 29 países; 350 jornalistas e uma intensa programação de palestras.

Fonte: Export Plastic

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Projeto Comprador do Export Plastic consolida negócios internacionais.

09/05/2012

Desenvolvido pelo Export Plastic desde o lançamento do Programa, em 2004, o Projeto Comprador têm como missão aproximar compradores internacionais e transformadores brasileiros em um ambiente propício para a realização de negócios. Muitas vezes, os contatos comerciais iniciados em determinado evento transformam a parceria em fidelidade. Este é o caso do Cochez Novey, grupo do Panamá.

Representado por Mario Ortiz, gerente de negócios, o grupo já participou de algumas edições dos Projetos Compradores – além do Projeto Vendedor Panamá -, fechou negócios com as empresas associadas e confirma o sucesso da plataforma. “A participação no projeto costuma ser muito interessante, pois podemos, em uma única oportunidade, interagir com várias empresas”, afirma. Ortiz tomou conhecimento do Projeto após convite de Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado de UD e Embalagens Rígidas do Export Plastic.

Responsável pelo gerenciamento dos 4Ps (Preço, Promoção, Produto e Ponto de Venda) para os departamentos de Utilidades Domésticas, Recreação e Decoração, Ortiz aprova a metodologia do Programa e ficou muito bem impressionado com o mercado brasileiro. “Principalmente no que se refere à qualidade, design e feedback após a compra”, enfatiza o executivo, que tem 20 anos de experiência, sendo os últimos seis dedicados ao Cochez Novey.

O grupo panamenho é formado pela Cochez e Cia, a maior empresa local de compra e venda de materiais para construção e que atua no atacado e no varejo e possui 17 filiais espalhadas pelo país; e da Novey (Geo F. Novey Inc.), que é a cadeia de lojas no formato home center mais importante e que apresenta crescimento mais rápido no Panamá.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Eventos internacionais e de promoção comercial movimentam a programação do Export Plastic para o primeiro semestre de 2012.

08/11/2011

O Programa Export Plastic começa a divulgar os eventos que irá promover em 2012, com o objetivo de fomentar as exportações brasileiras de transformados plásticos.

A agenda começa na semana de 22 a 27 de janeiro, com o Projeto Vendedor Conjunto Peru e Panamá, destinado aos fabricantes de utilidades domésticas e embalagens flexíveis e rígidas. Segundo Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, a proposta é de reduzir custos e gerar praticidade aos empresários. “As associadas poderão participar das rodadas de negócios nos dois países ou somente em um deles”, explica o executivo.

Em fevereiro, entre os dias 10 e 14, o Programa levará as associadas a Frankfurt, na Alemanha, para participarem da Ambiente, a maior feira mundial de utilidades domésticas (UD), artigos e acessórios para casa e jardim. “É um excelente espaço para a conexão das associadas com os países da Europa, África e América”, afirma Gilberto Agrello, especialista de Mercado Export Plastic – Utilidades Domésticas e Embalagens Rígidas. Esta será a quinta participação do Programa, que deve levar dez associadas ao evento. Na última edição, as empresas brasileiras fecharam US$ 140 mil em vendas e declararam que a expectativa de negócios para os 12 meses seguintes era de US$ 2,1 milhões.

Entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março, o Programa promoverá a 28ª edição do Projeto Comprador, na Brazilian Internacional Gift Fair, que será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo. A maior feira de artigos para a casa, decoração e design da América Latina e uma das mais importantes do mundo será palco das rodadas comerciais entre os transformadores de plásticos brasileiros e 12 compradores internacionais, nos dias 28 e 29 de fevereiro. “Esperamos surpreender os empresários internacionais com uma grande diversidade de produtos”, diz Agrello. No ano passado, o Projeto Comprador gerou US$ 160 mil e a perspectiva de negócios para os 12 meses seguintes foi de US$ 2 milhões. O Projeto Comprador acontecerá em parceria com o Sindicado da Indústria de Artefatos de Materiais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Siamfesp), por meio do Metal Brasil, e o Sindicato da Indústria de Vidros e Cristais Planos e Ocos no Estado de São Paulo (Sindividro), por meio do Glass Brasil.

Ainda em março, entre os dias 10 e 13, Chicago será sede da Home & Housewares, maior feira de utilidades domésticas do ocidente. Será a sétima participação consecutiva do Programa no evento, desta vez com 24 associadas. Além das rodadas de negócios, as empresas participarão do retail tour, com visitas às principais redes americanas de varejo, onde irão conhecer a disposição dos produtos frente à concorrência e avaliar como as outras empresas se apresentam aos consumidores. O principal foco de visitação da Home & Housewares são os países da América Central, Canadá e Europa. Na última edição, os participantes fecharam US$ 345 mil em vendas durante a feira, com projeção de negócios de US$ 3,8 milhões para os 12 meses seguintes.

A orientação do Export Plastic é para que as empresas participantes trabalhem com uma visão estratégica nos mercados onde apresentam seus produtos, do ponto de vista da adequação do material promocional, do conhecimento das características e exigências dos compradores locais e do tipo de produto mais adequado a ser exposto. “Isso para que haja maior aceitação do produto brasileiro lá fora, o que gera referência positiva”, completa Marco Wydra.

Para manifestar o seu interesse em participar dos eventos, clique aqui.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic leva 21 empresas à Andina-Pack.

04/11/2011

O Export Plastic e sua comitiva estão prontos para a 11ª edição da Andina-Pack, feira importante para a indústria de embalagens de alimentos, bebidas, cosméticos, produtos farmacêuticos, de higiene e limpeza, entre outros. Bienal, o evento será realizado em Bogotá (Colômbia) entre os dias 8 e 11 de novembro.

Em sua quarta participação, o Programa levará 21 associadas especializadas em diferentes áreas de negócio. Na última edição, em 2009, 16 empresas participaram. Em 2010, foram exportadas cerca de 13 mil toneladas de plásticos transformados para a Colômbia, consolidando o país como o nono destino mais importantes para os fabricantes brasileiros.*

Para Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, as associadas esperam superar as metas da edição passada e aumentar a presença no mercado colombiano e de países vizinhos. “Nosso objetivo é proporcionar alternativas e soluções em plástico para as empresas presentes na feira”, analisou o executivo.

Líder no mercado brasileiro de aditivos, a Cromex enxerga na Andina-Pack a oportunidade de agregar novos clientes e disseminar a marca no mercado latino-americano. “Temos uma excelente participação na região, onde atuamos há mais de cinco anos”, afirma Margareth Barbosa, gerente de exportação da empresa.

Para a Embaquim, pioneira na fabricação de bag-in-box e que prepara o lançamento do produto para envase de água com capacidade de 5, 10 e 20 litros, a Colômbia é um mercado prioritário, pois está em expansão. “O país tem o benefício de acordos comerciais bilaterais, o que facilita o intercâmbio das negociações”, afirma Laura Erica Canteiro, executiva da companhia.

A Colômbia também é o principal destino internacional para os produtos da Jaguar, empresa com mais de 30 anos no mercado de plásticos e utilidades domésticas. “Temos um distribuidor que está fazendo um excelente trabalho local, porém temos estudos que apontam um grande potencial a ser desenvolvido”, diz Ariane Xavier, supervisora de exportação.

Além destas, também participarão da Andina-Pack as empresas associadas Bypacking, Cartonale, EuroPackNE, Fiabesa, Geraldiscos, Gerreshemeir/Védat, Grupo Copobras/Incoplast, Ibrapack, Injeplast, Kromos, PKZ, Plastseven, Schwanke, Sleever, Tech Sprayer, Topack, Vitopel e Zaraplast.

Importante canal para o mercado de plásticos, a Colômbia é uma das cinco principais economias da América Latina, juntamente com Brasil, México, Argentina e Peru, e um dos mercados prioritários da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). No ano passado, o país registrou PIB de US$ 283,11 milhões e a projeção do governo é de que sua economia cresça 5% em 2011, impulsionada pelos setores de mineração e petróleo, e também pela indústria e o comércio. Em sua última edição, em 2009, a Andina-Pack reuniu mais de 700 expositores e cerca de 20 mil visitantes.

Para conhecer mais detalhes sobre o evento, entre em contato com o Programa Export Plastic pelo site: www.exportplastic.com.br.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic levará empresas brasileiras para feira Andina-Pack, na Colômbia.

05/10/2011

O Export Plastic dará mais um passo na atuação junto ao mercado colombiano entre os dias 8 e 11 de novembro, quando levará 20 empresas associadas à 11ª edição da Andina-Pack, feira realizada a cada dois anos na capital  Bogotá. O evento reúne empresas dos setores de embalagens para alimentos, bebidas, cosméticos, produtos farmacêuticos, de higiene e limpeza, dentre outras.

O alcance geográfico da Andina Pack é o destaque do evento, que recebe compradores de toda a América do Sul. “A feira é fundamental também para as empresas que tem o foco em países vizinhos à Colômbia, como a Bolívia, o Peru, o Equador e a Venezuela”, afirma Cristina Sacramento, especialista de Mercado do Export Plastic.

A última edição, realizada em 2009, contou com 700 expositores e cerca de 20 mil visitantes. Na ocasião, 16 empresas associadas participaram do evento e realizaram 755 contatos com comerciantes colombianos e de toda a região andina.

A Colômbia é a quarta maior economia da América Latina e um importante mercado para os transformados plásticos brasileiros. Em 2010, o país registrou um PIB de US$ 283,11 bilhões e a projeção do governo é de que sua economia cresça 5% este ano. A balança comercial com o Brasil fechou o ano em US$ 1,1 bilhão, com superávit para os brasileiros. No mesmo período, a Colômbia importou 4,73% das 310 mil toneladas de plásticos transformados produzidos pelo Brasil, segundo dados da Abiplast.

Essas características fazem do país um dos mercados prioritários da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e, também, um dos focos do trabalho do Programa Export Plastic. Nos resultados consolidados da exportação brasileira de transformados plásticos, de janeiro a junho de 2011, a Colômbia aparece como o nono destino mais importante.

Segundo Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, esta dinâmica do país o coloca como um mercado promissor para o Brasil. “A Colômbia é um importante destino para as empresas brasileiras, pois registra uma economia em crescimento, com a melhoria das condições de vida e o aumento do poder aquisitivo da população, que está em torno de 40 milhões de habitantes”, afirmou.

Para conhecer mais detalhes sobre o evento, entre em contato com o Programa Export Plastic pelo site: www.exportplastic.com.br.

Fonte: Boletim Export Plastic

Negócios e informação reuniram as associadas ao Export Plastic na House & Gift Fair.

12/09/2011

Fabricantes e compradores de artigos para casa e decoração marcaram presença na 43ª House & Gift Fair South America, feira realizada em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de agosto. Durante o evento, o Programa Export Plastic promoveu atividades específicas para suas associadas, a fim de estimular a implantação de uma cultura exportadora nas empresas e divulgar a imagem dos produtos brasileiros no exterior.

Uma dessas atividades foi a 27ª edição do Projeto Comprador, que viabilizou 151 rodadas de negócios entre 19 empresas brasileiras fabricantes de utilidades domésticas plásticas e 12 compradores internacionais, vindos da Costa Rica, Colômbia, Chile, Paraguai, El Salvador e Jamaica. A estimativa é que em 12 meses esta ação resulte em US$ 1.190.000 em negócios.

A Tritec, que exporta seus produtos de utilidade doméstica para a América Latina, África, Europa e Estados Unidos, se reuniu com nove importadores. “Já encaminhamos informações e amostras aos compradores”, disse Alexandre Sachet, Gerente de Exportação da companhia. E completou: “o Programa Export Plastic nos oferece constantemente a possibilidade de novos contatos comerciais, além oportunidades de ampliar nossa presença no mercado internacional e de conhecer as tendências mundiais, o que é fundamental para aumentar nossa competitividade lá fora.”

Além da possibilidade de estabelecer novos mercados, o Projeto Comprador também possibilita que as associadas revejam contatos antigos. Foi o caso da fabricante de utilidades domésticas Martiplast que, além de abrir contatos no Paraguai, Chile e Jamaica, também reencontrou antigos compradores da Colômbia. “As primeiras conversas foram promissoras e já agendamos visitas técnicas de representantes à nossa fábrica”, afirmou Jones da Rocha Filho, gerente de exportação da empresa. A Martiplast já exporta para 17 países da América Latina, África e Europa.

 Outra iniciativa do Export Plastic foi o Projeto Imagem, que traz jornalistas internacionais para conhecerem o mercado e a produção de plásticos do Brasil. Durante a 43ª House & Gift, o Programa trouxe um jornalista da revista mexicana Ambientes, com tiragem de 25 mil exemplares, e uma representante da norte-americana Gifts and Decorative Accessories, com tiragem de 27 mil exemplares.

 O Programa fechou o evento com a participação de Karim Rashid, um dos ícones do design mundial. Além das associadas ao Programa, o artista também conversou com representantes de outros setores de utilidades domésticas, como vidro e porcelana, e ministrou uma palestra na feira sobre a importância do design para as marcas estabelecerem diferenciais no mercado.

 Para Marco Wydra, gerente do Export Plastic, a House & Gift foi o palco ideal para o Programa reunir a promoção de seus integrantes à informação. “Durante o evento, conseguimos dar às associadas a oportunidade de mostrarem seus produtos aos importadores e ainda discutirem sobre a importância de reforçar o design dos produtos como diferencial das marcas, por meio do contato com Karim Rashid”, concluiu.

 Fonte: Boletim ExportPlastic

Export Plastic promove 110 rodadas comerciais na Plastech 2011

12/09/2011


As cidades de São Paulo e Caxias do Sul sediaram as 110 rodadas de negócios promovidas pelo 26º Projeto Comprador, realizado pelo Programa Export Plastic durante a Plastech Brasil – Feira de Tecnologias para Termoplásticos e Termofixos, Moldes e Equipamentos, que ocorreu em Caxias do Sul entre os dias 16 e 19 de agosto.

 Compradores da Costa Rica, Dinamarca, México, Holanda e Estados Unidos participaram das reuniões de negócios com 38 empresas associadas ao Programa. A estimativa das associadas é que em 12 meses esta ação resulte em US$ 1.930.000 em negócios.

 Uma dessas empresas foi a Plastrela, fabricante de laminados e sacos de polietileno e que já exporta para a Inglaterra, o Uruguai e a Colômbia. A partir do Projeto Comprador da Plastech, a empresa iniciou negociações com executivos da Costa Rica e México. Segundo Jack Shen, diretor da Plastrela, o processo de negociação é lento e o período pós-evento é fundamental para garantir bons resultados futuros. “Exportação é uma ação de longo prazo e, no nosso caso, que fabricamos produtos personalizados, é ainda mais importante darmos a assistência necessária aos compradores para conquistarmos mercado”, concluiu.

 Fabricante de sacos em bobina para o área de frutas e verduras de sacolões e supermercados, a Unisold realizou rodadas de negócios com os compradores e os recebeu na sede da sua empresa, em Esteio/RS, para visitas técnicas. “Os visitantes ficaram impressionados com a nossa capacidade de produção e aprovaram nosso processo”, disse Gustavo Bazzano, diretor comercial da empresa. “Já enviamos amostras para dois deles e estamos aguardando os próximos passos das negociações, que devem acontecer em breve”, concluiu. Os produtos da Unisold já são encontrados nos mercados da Dinamarca, Portugal, além de países da América Latina.

 A Plastech teve como proposta facilitar o acesso dos empresários às novas tecnologias. A feira reuniu 250 expositores e mais de 21 mil visitantes que conheceram as novidades em matérias-primas e produtos básicos, máquinas, equipamentos, acessórios, moldes, ferramentas, instrumentação, equipamentos de controle e automação, além de serviços e projetos técnicos.

 Segundo Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, as rodadas de negócios do Projeto Comprador e as visitas técnicas representaram grandes oportunidades para as associadas mostrarem seu potencial para atender às demandas internacionais. “As ações realizadas na Plastech, possibilitaram a aproximação entre os importadores e os empresários brasileiros, especialmente os da região Sul, que puderam receber os compradores em suas sedes e mostrar sua capacidade de atender grandes demandas”, concluiu o gerente do Programa.

Fonte:  Boletim Export Plastic

Pesquisa indica que África do Sul é um grande mercado para fabricantes de plásticos brasileiros.

10/08/2011

O Programa Export Plastic encomendou uma pesquisa de mercado à consultoria sul-africana Whitehouse & Associates com o intuito de mapear e identificar oportunidades de negócios na África do Sul, segunda maior economia do continente, nas áreas de utilidades domésticas e flexíveis. Os resultados foram apresentados durante a recepção à comitiva nacional na Embaixada Brasileira na África do Sul. “Estes dados nortearam a discussão que tivemos sobre as possibilidades da indústria brasileira de transformados plásticos no país”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Segundo o estudo, o mercado de plásticos na África do Sul é de cerca de US$ 5 bilhões. A indústria local de transformação representa cerca de US$ 3,5 bilhões e há aproximadamente 850 transformadores, que empregam mais de 30 mil pessoas.

Este setor sofreu com a crise de 2008, no entanto acumulou um crescimento de 27%, entre 1998 e 2009. O consumo anual de plásticos no país, em 2009, atingiu 1,25 mil toneladas, o que representa um consumo per capita de 25 kg/habitante. No Brasil, este índice totalizava 27,94 kg/habitante no mesmo ano. “O consumo de plásticos na África do Sul ainda é considerado baixo se comparado com países desenvolvidos, o que demonstra uma grande oportunidade para os exportadores brasileiros”, afirma Marco Wydra.

O setor de embalagens, de acordo com o levantamento, domina a demanda por plásticos no país, com 52%, seguido de setores como construção (7%) e eletroeletrônicos (6%). A indústria de embalagens no país é competitiva e sofisticada, sendo altamente automatizada com maquinários de última geração, para suprir a demanda interna. De acordo com pesquisas, o mercado local valoriza as inovações, o que pode beneficiar os fornecedores brasileiros que investem continuamente em novas tecnologias.

Outra oportunidade para os exportadores brasileiros está nos flexíveis, em especial nos filmes e nas sacolas plásticas. Apesar de o preço ser o grande fator decisório na hora da compra desses itens, a qualidade e o design do produto brasileiro são pontos fortes neste mercado, que é largamente dominado por produtos asiáticos. Segundo Wydra, este pode ser um caminho para que o produto brasileiro volte a ocupar um espaço significativo no mercado sul-africano.

Em 2006, o Brasil ocupava a 11ª posição como fornecedor de transformados plásticos ao país africano, quando repentinamente caiu para o 32° lugar, em 2007. Uma das razões para queda brusca das exportações pode ser o aumento do preço dos produtos brasileiros e a consequente perda de competitividade nos anos seguintes. Atualmente, o maior exportador é a China, com 66% do valor declarado e 74% do volume, seguida de outros países asiáticos. Em 2010, a África do Sul importou itens de utilidades domésticas de plásticos no valor de US$ 69,7 milhões e volume total de 19,3 mil toneladas. Isso representou um aumento de 44%, se comparado com 2006.

Outra área na qual existem possibilidades para o produto brasileiro é no mercado de utilidades domésticas voltado para produtos de médio e alto padrão, a chamada linha Premium, devido à qualidade e design únicos. Segundo a pesquisa, os fabricantes que atuam nesse segmento devem estar atentos às inovações tanto tecnológicas como de moda, estilo e qualidade para ganhar cada vez mais espaço nas lojas sul-africanas. Segundo Wydra, o estudo ressalta que a África do Sul está aberta para a importação de produtos brasileiros. “Temos grandes chances de retomar um forte relacionamento com este mercado”, completa.

Fonte:  Boletim Export Plastic


Feira House & Gift Fair recebe Projeto Comprador do Programa Export Plastic.

10/08/2011

O Brasil estará no centro das atenções do mercado de utilidades domésticas em agosto, quando sediará a 43ª House & Gift Fair South America, feira destinada à cadeia produtiva de artigos para casa e decoração. O evento, que será realizado em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de agosto, receberá a 27ª edição do Projeto Comprador, realizado pelo Programa Export Plastic.

 O Programa trará doze compradores internacionais, que devem se reunir com cerca de 50 associadas, fabricantes de utilidades domésticas plásticas, para a realização de reuniões de negócios, sondagens de mercados e apresentação de inovações.

 Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado para Utilidades Domésticas do Programa, afirma que os produtos brasileiros têm um grande destaque internacional, especialmente pelo design e qualidade das peças. Para ele, o Projeto Comprador é uma vitrine na qual é possível mostrar seus produtos para todo o mundo e concretizar vendas. “Este ano, as associadas terão grandes oportunidades de realizar bons negócios durante a House & Gift Fair, pois o Programa irá proporcionar encontros com alguns dos maiores compradores de utilidades domésticas do mundo”, afirmou Agrello.

 Projeto Imagem – Além do Projeto Comprador, o Programa Export Plastic também realizará o Projeto Imagem, que patrocinará a vinda ao Brasil de dois jornalistas estrangeiros, interessados em conhecer a atuação dos fabricantes brasileiros, seus produtos e a tecnologia nacional aplicada à produção de plásticos.

 O Projeto Imagem abre espaço para as associadas ao Programa em mídias internacionais, o que amplia a visibilidade dos produtos, serviços e empresas e contribui com o trabalho de promoção externa, realizado pelo Export Plastic.

 Segundo Marco Wydra, gerente executivo do Programa, o conjunto de iniciativas auxilia a implantação de uma cultura exportadora nas empresas. “O nosso objetivo é tornar a exportação uma estratégia contínua nas companhias brasileiras”, concluiu o executivo.

Fonte: Boletim Export Plastic

PlastechBrasil 2011 contará com rodadas de negócios do Projeto Comprador do Export Plastic.

07/07/2011

A cidade de Caxias do Sul (RS) estará no centro das atenções de fabricantes e compradores de flexíveis durante o mês de agosto. A cidade recebe o 26º Projeto Comprador, a ser realizado durante a Plastech (15 a 19 de agosto), que contará com empresários do México, da Costa Rica, da Dinamarca e da Holanda.

Esta é a terceira vez que Programa participa do evento, a primeira com rodada de negócios. Nesta edição do Projeto Comprador, o Export Plastic espera receber associadas fabricantes de embalagens para alimentos, filmes estiráveis e encolhíveis, plásticos para agricultura e descartáveis diversos.

Leve a sua empresa para o Projeto Comprador da Plastech. Mais detalhes podem ser obtidos com a especialista em Desenvolvimento de Mercado – Embalagens Flexíveis, Cristina Sacramento, pelo email: cristina.sacramento@exportplastic.com.

Fonte: Boletim Export Plastic

Empresas brasileiras participam de feira na África do Sul.

07/07/2011

Este mês, o Export Plastic e suas associadas partem, pela primeira vez, para desvendar o mercado de transformados plásticos da África do Sul. Seis empresas participarão da Saitex, feira multissetorial que será realizada em Joanesburgo, entre os dias 17 e 19 de julho.

A expectativa é grande. Isso porque a África do Sul, que hoje tem o 25º Produto Interno Bruto (PIB) do mundo (US$ 527,5 bi em 2010), faz parte dos BRICs (grupo formado pelos países emergentes: Brasil, Rússia, India, China e África do Sul), registra a segunda maior economia do continente africano e tem uma malha de distribuição de mercadorias eficiente. Essas são algumas características que fizeram com que o país fosse selecionado como um dos mercados prioritários para os produtos brasileiros, segundo uma pesquisa organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Após participar de reuniões prévias com a organização da feira, Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic, afirma que esta será uma grande oportunidade para as associadas ampliarem sua atuação internacional, uma vez que aproximadamente 12 mil pessoas, de 42 nacionalidades, são esperadas para o evento.

Para compor o Projeto Vendedor, que acontecerá na Saitex, o Export Plastic contratou a empresa de matchmaking africana, International Trades Projects, que ficará responsável por organizar as rodadas de negócios com compradores locais. A expectativa é de reunir mais de 30 executivos sul-africanos, entre eles grandes varejistas locais, como a Pick n Pay.

Além da exposição durante o evento, o Export Plastic participará de outras atividades. O Programa e seus associados serão recebidos na Embaixada Brasileira na África do Sul. Na ocasião, o embaixador, Pedro Luiz Carneiro de Mendonça, irá dialogar com os presentes sobre as possibilidades brasileiras no país.

Durante esse encontro, a Whitehouse & Associates, empresa de pesquisa de mercado sul-africana, apresentará os resultados de um estudo sobre as oportunidades de negócios em utilidades domésticas e flexíveis no país, encomendado pelo Programa Export Plastic.

Fonte: Boletim Export Plastic

Expo Pack 2011: Brasileiros investem no mercado mexicano

10/06/2011

O Programa Export Plastic e seis empresas associadas apresentarão seus produtos na Expo Pack 2011, que será realizada de 21 a 24 de junho, na Cidade do México. A feira é considerada uma porta de entrada para a América do Norte e Central. A participação brasileira visa contribuir com o estabelecimento de novos contatos com compradores do continente.

Esta é a primeira vez que o Programa e seus associados participam do evento, que será organizado pela mesma empresa que gerencia a Pack Expo – realizada anualmente em Chicago. A edição mexicana de 2011 deve receber mais de 22 mil visitantes de, no mínimo, 20 países. Apontará as tendências e inovações do mercado do plástico destinado à indústria automotiva, de embalagens alimentícias e de produtos para cuidados com a saúde. No ano passado, 890 expositores e cerca de 20 mil compradores participaram da feira.

Uma das empresas que participarão da Expo Pack é a Embaquim, que já atua no mercado mexicano. “Nossa experiência mostra que este mercado é forte, amplo e repleto de oportunidades para bons negócios”, afirma Cristiane Horvat, analista de exportação da companhia, que começou a vender seus produtos ao país esporadicamente e hoje faz entregas semanais aos compradores mexicanos.

Em 2010, Brasil e México firmaram um acordo com a finalidade de aumentar o fluxo de negócios entre si e impulsionar a integração da América Latina com o Caribe. Além disso, o México é membro da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico, que tem por objetivo transformar o Pacífico em uma área de livre comércio. “Para a indústria brasileira de transformados plásticos, esta é uma grande oportunidade para mostrar que os produtos brasileiros são competitivos e podem marcar presença neste mercado”, destaca Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

Fonte:  Boletim Export Plastic

Export Plastic levará empresas brasileiras à África do Sul.

03/05/2011

O Programa Export Plastic participará da Saitex, feira anual voltada aos principais setores comerciais da África do Sul, país que registra a segunda maior economia do continente e ocupa a 25ª posição em termos de PIB (US$ 527,5 bi em 2010).

Recém integrada ao BRICs, grupo de emergentes do qual o Brasil faz parte, a África do Sul contempla um mercado em franco desenvolvimento e apresenta uma moderna infraestrutura de apoio à distribuição de mercadorias aos grandes centros urbanos. Por tudo isso, está na lista dos países considerados prioritários pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para estabelecer relações comerciais com exportadores brasileiros.

Para a edição deste ano da feira, são esperados cerca de 12 mil visitantes de 42 nacionalidades. Em 2010, o evento contou com a participação de mais de 600 expositores, de 32 países.

Para Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic, esta é uma grande oportunidade para as empresas mostrarem seus produtos e conquistarem espaço em um mercado novo para os brasileiros. “Com essas reuniões, iniciamos os preparativos para realizarmos pela primeira vez um Projeto Vendedor na Saitex, para que o Brasil também possa usufruir das oportunidades do continente africano”, afirma Wydra.

A feira, que ocorrerá entre 17 e 19 de julho, é realizada há 18 anos em Joanesburgo, e o estande do Programa já tem registrado a presença de oito empresas brasileiras, que mostrarão ao público as tendências e novidades em filmes e embalagens plásticas industriais. Para as reuniões com esses executivos, o Programa está buscando contatos com as maiores redes varejistas locais. “Uma delas, Pick n Pay, já elogiou a qualidade dos produtos brasileiros e deverá fazer parte das rodadas”, conclui Wydra.

Para saber mais entre em contato com a equipe do Programa Export Plastic.

Fonte: Boletim Export Plastic

Grandes compradores internacionais confirmam presença no Projeto Comprador na Brasilplast

03/05/2011

Cada vez mais o Brasil tem atraído olhares, atenções e investimentos estrangeiros, por sua tecnologia e crescimento econômico. Um cenário propício para negócios é a quantidade de feiras e eventos que o país sedia. No setor do plástico, o Brasil se destaca na realização da Brasilplast, terceira maior feira do segmento do mundo, realizada a cada dois anos.

As empresas associadas ainda podem manifestar seu interesse em participar das rodadas de negócios, que serão realizadas pelo Programa Export Plastic, no dia 9 de maio, das 15h às 20h, no Espaço Premium da feira.

Tradicionalmente, o Programa promove a vinda de importantes compradores internacionais, media contatos, estimula a interação dos empresários nacionais e estrangeiros e incentiva a divulgação dos avanços tecnológicos das empresas associadas, o diferencial competitivo do país e a qualidade dos produtos brasileiros.

Nesta edição da Brasilplast não será diferente. O Programa promoverá o 24º Projeto Comprador e o Projeto Imagem, além de viabilizar visitas às empresas e intermediar negócios entre os brasileiros e os visitantes. “Queremos mais uma vez disseminar a cultura exportadora e valorizar o produto brasileiro”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

O Projeto Comprador contará com a participação de representantes de sete grandes empresas internacionais interessadas em negociar com empresários brasileiros. Uma delas é a Atlantic Packing, uma das maiores distribuidoras de embalagens americana, com 12 unidades de negócios somente nos EUA e bases na América Latina e Caribe. A empresa busca laminados em BOPP, filmes shrink e outros produtos destinados à indústria alimentícia e de embalagens.

A corporação mexicana Distribuidora y Comercializadora de Productos para La Construcción y Geosinteticos SA participa pela primeira vez do evento e traz uma grande oportunidade de geração de negócios com os fabricantes de geosintéticos e produtos para setores agrícolas e de construção civil.

A gigante chilena SPL, empresa detentora de uma das maiores minas a céu aberto de sal do mundo, também marcará presença no Projeto Comprador. No Brasil, a empresa busca, desde stand up pouches e shrink film em PVC até big bags em polipropileno e sacaria de ráfia para acondicionamento do sal.

Os participantes do Projeto Comprador e os importadores terão a oportunidade de assistir uma palestra sobre o mercado europeu de embalagens, com o pesquisador convidado pelo Programa, Robbin Leggett.

Na edição anterior da Brasilplast, em 2009, o Programa Export Plastic realizou um Projeto Comprador que contou com 193 encontros comerciais e que gerou US$ 160.000 em negócios. A expectativa da organização dessa ação é de dobrar o montante este ano.

A Brasilplast 2011 contará com 1300 expositores e deverá receber 65 mil pessoas, entre brasileiros e visitantes de 60 países, interessados em conhecer as novidades em equipamentos, máquinas, matérias-primas e produtos transformados de plástico.

Fonte:  Boletim Export Plastic

Programa Export Plastic organiza sua terceira participação na Interpack

05/04/2011

A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, sedia a cada três anos a Interpack, uma das feiras mais importantes do setor de embalagens da Europa. O evento reúne fabricantes de máquinas, matérias primas e insumos.  Este ano, a feira reunirá 2.700 expositores de 60 países, distribuídos em 19 pavilhões.

O Programa Export Plastic, juntamente com 15 empresas associadas, marcará presença pela terceira vez consecutiva na feira, que será realizada entre 12 e 18 de maio. Para algumas das empresas, como Mazda, Topack, Clever Pack e Cromex, a presença na Interpack 2011 será especial, já que estarão expondo pela primeira vez.

A Mazda, fabricante de embalagens flexíveis, atua no mercado internacional há mais de 10 anos e busca na Interpack prospectar novos clientes e retomar contatos. “Expor nesta feira é uma das melhores formas de mostrar nossa atuação aos nossos clientes, bem como começar novos contatos”, disse Rogério Matsuda, trader da empresa, que destaca a importância do Programa na prospecção de novos clientes.

A Clever Pack, fabricante de flexíveis, busca na Interpack desenvolver relacionamento com compradores da Europa, Oriente e Ásia. “Com o apoio do Export Plastic é possível participar da feira de uma maneira organizada e sistemática e com excelente relação custo-benefício”, conclui Cláudio Vollers, sócio da empresa.

A Cromex, produtora de masterbatches de cores e aditivos para plásticos, também participará da Interpack pela primeira vez e destaca a importância do evento para prospectar clientes finais e divulgar a marca, já que a empresa está presente no continente europeu por meio de distribuidores locais. “O Programa Export Plastic nos possibilita participar de eventos em que não poderíamos estar sem essa parceria”, afirma Margareth Barbosa, executiva da companhia. A Cromex é a única empresa da América do Sul que tem permissão para comercializar masterbatches para o polietileno verde da Braskem e também destacará o potencial e diferencial desse produto durante a feira.

Outra estreante no evento é a Topack, fabricante de embalagens flexíveis e geotecidos. O diretor geral da empresa, André Reiszfeld, explica que o principal objetivo da empresa na feira é expor seus produtos, conhecer novas tecnologias, consolidar o nome da empresa e iniciar relacionamentos com clientes europeus. “Participar de grandes eventos internacionais indica aos nossos clientes que estamos nos mantendo atualizados e nos capacitando para atender melhor nossos clientes internacionais”, afirmou Reiszfeld.

A Cartonale, produtora de utensílios de plástico corrugado, também participará pela primeira vez da Interpack, onde espera reforçar os contatos com seus clientes, especialmente os da América Latina e se firmar como líder do segmento na região. “Participar desta feira é muito importante para o posicionamento da empresa no mercado”, afirma Sérgio Scanavini, diretor comercial de gestão de novos negócios da companhia.

Se para alguns associados esta é a primeira participação na Interpack, para outros, este evento já faz parte do calendário obrigatório de feiras. A companhia Wyda é uma delas, que já participou seis vezes da feira e que a considera como o mais importante evento do setor. “Recebemos visitantes de todo o mundo e construímos relações de grande valor para nossa atuação nas exportações”, afirmou Roberto Carvalho, diretor geral da companhia.

Já a Zaraplast, fabricante de embalagens industriais e associada ao Programa Export Plastic há oito anos, participará da Interpack pela terceira vez. Lá, pretende abrir novos contatos e estreitar os já existentes. Para Paulo Silva, executivo da área de exportação da empresa, o cliente europeu valoriza produtos inovadores e de qualidade, aspecto em que a oferta brasileira se destaca.

Fonte: Export Plastic News

Empresas brasileiras buscam soluções sustentáveis para garantir mercado externo

02/03/2011

Bioplásticos, plásticos à base de etanol e resinas biodegradáveis. Esses termos estão se tornando cada vez mais comuns no universo das empresas, especialmente daquelas que atuam em nível internacional.

“A cada feira que participamos, percebemos que o interesse mundial por produtos sustentáveis se torna maior, o que mostra a necessidade das empresas desenvolverem um novo portfólio, voltado a essa demanda”, afirma Cristina Sacramento, especialista em filmes flexíveis do Programa Export Plastic.

Seguindo essa tendência, algumas empresas associadas ao Programa já disponibilizam para seus clientes opções de materiais sustentáveis. A Cromex, fabricante de masterbatches, é uma delas. A empresa desenvolveu linhas de cores e de aditivos para serem usados em polietileno (PE) verde – de fonte renovável, e para resinas biodegradáveis fabricadas a partir de uma base de ácido poliláctico (PLA), derivado de plantas.

O PE Verde é uma resina produzida a partir do etanol de cana-de-açúcar, desenvolvido pela fabricante brasileira de resinas Braskem. Além de renovável, cada tonelada de PE Verde produzida contribui com a absorção de 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera. Já o PLA é um bioplástico que, em condições de compostagem (umidade de 80% e temperatura constante maior que 60ºC), se decompõe num período de três a quatro meses.

Esses insumos são destinados especialmente às indústrias automobilística, de brinquedos, cosméticos e higiene pessoal, embalagens, entre outras. Essas indústrias demandam cada vez mais produtos com reduzido impacto ambiental, tanto em seu processo produtivo quanto em seu descarte.

Além de inovação para gerar menos impactos na produção, o mercado da sustentabilidade também pede que os materiais possam ser reaproveitados, reduzindo o volume de matérias-primas necessário para o próprio processo produtivo e a quantidade de resíduos descartados. Neste sentido, a Vitopel desenvolveu um papel sintético fabricado a partir de diversos tipos de plásticos reciclados, coletados no pós-consumo – embalagens, rótulos, tampas de garrafas e sacolas plásticas, por exemplo. Com 850 quilos de plásticos retirados do lixo, a empresa fabrica uma tonelada do papel sintético.

O resultado é um material de alta qualidade visual, de textura agradável ao toque e extremamente resistente (não rasga e nem molha). Além disso, é 100% reciclável no final de sua vida útil.

Com a atenção mundial voltada às questões de sustentabilidade, produtos que atendam requisitos como uso de matérias primas renováveis e recicladas, geração de menos impactos ambientais em sua produção e disposição e possuir um bom potencial de reciclabilidade têm obtido um maior espaço no mercado e os transformadores brasileiros estão de olho na nova tendência.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic leva 24 empresas para a feira Home & Housewares 2011

01/03/2011

Entre os dias 6 e 8 de março, Chicago receberá a Home & Housewares, a maior feira de utilidades domésticas do ocidente. No ano passado, a feira recebeu 60 mil profissionais, dois mil expositores de mais de 35 países e mais de 20 mil compradores, vindos de mais de 100 países de todo o mundo.

O Programa Export Plastic participará da Home & Housewares pela sexta vez e este ano contará com 24 associados expondo produtos em seu estande. No ano passado, 16 empresas associadas ao Programa participaram do evento e firmaram US$ 708.000 em negócios somente durante os três dias de feira. Juntas, realizaram 590 contatos comerciais e declaram uma expectativa de negócios de US$ 4.680.000 para o ano seguinte.

Além de expor seus produtos na feira, as empresas poderão participar do retail tour organizado pelo Programa, com visitas às principais redes americanas de varejo. Nessas visitas o exportador pode conhecer a disposição dos produtos frente à concorrência, avaliar como as outras empresas se apresentam aos consumidores e com isso traçar novas estratégias de imagem para melhor atuarem no ponto de venda.

Outra atividade prevista é a palestra com a gerente do Centro de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em Miami, Silvia Pierson, que falará sobre a comercialização de produtos de UD com os Estados Unidos.  A palestra será realizada no dia 5 de março e será destinada aos associados do Programa.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic planeja ações de promoção de exportações para 2011

12/01/2011

A indústria do plástico transformado inicia 2011 com a perspectiva de aumentar em 10% os volumes exportados, com relação às 310 mil toneladas comercializadas em 2010, segundo dados estimados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Com esse crescimento, o setor espera chegar a dezembro com 340 mil toneladas exportadas, o equivalente a US$ 1,75 bilhões. O Programa Export Plastic contribui ativamente com esse cenário e, para seus especialistas, os principais desafios do ano estão no aumento da quantidade de empresas brasileiras exportadoras, na qualificação de seus profissionais, na adequação de sua comunicação e dos produtos e na conquista e permanência em novos mercados.

Para isso, o Export Plastic vai fomentar a participação das empresas associadas nas feiras internacionais mais representativas para cada setor da indústria de plásticos. Vai também desenvolver ações como o Projeto Comprador e o ++Leads, que visam formar um banco de dados de clientes qualificados para os associados.

O foco das ações do Programa estará voltado para a África do Sul, Espanha, Chile, Colômbia, EUA, Panamá e Peru, para a realização de ações comerciais estratégicas. Esses mercados prioritários foram selecionados após pesquisas quantitativas e qualitativas, em uma iniciativa do Programa, juntamente com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com a participação de representantes de empresas associadas ao Programa.

Com relação aos plásticos flexíveis, Cristina Sacramento, especialista em Desenvolvimento de Mercado – flexíveis do Programa Export Plastic, diz que a África do Sul e a América Latina estão no centro da atuação do Programa. Outro destaque será para a Europa, por meio da participação na Interpack, feira considerada um ponto de difusão de produtos brasileiros no mercado europeu, que será realizada em maio, na Alemanha. Para participar deste evento, o Programa já tem cadastradas 15 empresas brasileiras.

Uma delas é a Braspack, fabricante de embalagens. “A participação em feiras é a melhor ferramenta de prospecção de novos clientes e o apoio do Export Plastic é fundamental para isso”, afirma Sidney Moreira, gerente de Comércio Exterior da empresa, que comercializa cerca de 50% da sua produção com as Américas e o Oriente. A Braspack registrou um aumento de 20% em suas exportações em 2010, com relação ao volume comercializado em 2009 e pretende manter essa taxa em 2011.

Outra empresa que participará das feiras juntamente com o Programa é a Sanremo, associada há um ano e meio. A América Latina é o maior mercado externo da empresa fabricante de utilidades domésticas, que exporta 12% de sua produção para 46 países e registrou um crescimento de 34% em suas exportações em 2010, comparado com o ano anterior. “Esse crescimento é resultado da nossa atuação com o Programa Export Plastic na obtenção de contatos e participação em eventos, juntamente com a política comercial brasileira e o fortalecimento do comércio da América do Sul”, diz Thiago Vanin, gerente de Comércio Exterior da empresa.

No segmento de utilidades domésticas (UDs) e embalagens rígidas, além da escolha de mercados específicos a serem trabalhados por meio da participação em feiras e missões comerciais, serão trabalhadas a adequação dos produtos brasileiros às demandas e tendências internacionais. “Especialmente no que diz respeito a materiais sustentáveis, design e cor”, afirmou Gilberto Agrello, especialista em Desenvolvimento de Mercado – utilidades domésticas e embalagens rígidas do Programa.

Outro objetivo do Programa Export Plastic para este ano será ampliar ainda mais as ações de capacitação para os exportadores brasileiros. Segundo Aleksander Richard de Assis, especialista em Comércio Exterior do Programa, a busca de profissionais de ponta para trocarem experiências com os exportadores brasileiros, assim como a seleção dos mais especializados cursos, continuará a ser uma atividade permanente do Programa.

“Com esse conjunto de atividades, esperamos alcançar, em 2011, um novo patamar de exportações para o Brasil”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic. “E esperamos poder contar com o empenho das empresas em estarem cada vez mais qualificadas e pró-ativas para crescerem globalmente”, completa.

O Programa Export Plastic trará uma série de novidades para seus associados este ano, a fim de sustentar o esforço do comércio exterior brasileiro e incentivar a cultura exportadora das empresas. “As novas ações contribuirão com o aumento da articulação internacional das empresas brasileiras, colocando o país como uma alternativa competitiva e inovadora de fornecimento de produtos da cadeia do plástico”, disse Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

Entre essas iniciativas, está a criação de um escritório avançado de negócios nos Estados Unidos, com a atuação de um representante do Programa, prevista para o segundo semestre de 2011. O objetivo é reforçar a articulação internacional dos associados e dar suporte às ações do Export Plastic no país, como os Projetos Vendedor e Comprador, feiras, ações no ponto de vendas (PDV) e branding.

O Programa também apoiará ações voltadas ao melhor aproveitamento dos PDVs nos Estados Unidos e na Colômbia. Além de levar aos associados informações e dicas sobre o assunto, o Export Plastic irá avaliar suas propostas, podendo financiar parte de cada ação.

As atividades de comunicação e branding, os Projetos Comprador e Vendedor, Projeto Imagem, cursos de capacitação, workshops, entre outros, serão mantidos e reforçados pelo Programa durante todo o ano de 2011.

O Export Plastic também possibilitará aos seus associados parcerias com institutos tecnológicos e centros de pesquisa. O objetivo é promover a adequação de produtos à exportação, bem como treinamentos, informações sobre demandas e regulamentações internacionais e, assim, munir os empresários brasileiros de ferramentas para ampliarem suas atividades de exportação.

Fonte: Boletim Export Plastic

 

Export Plastic: Perspectiva de negócios com a Pack Expo chega a quase US$ 8 milhões

17/11/2010

Os negócios fechados com compradores internacionais durante a Pack Expo, realizada em Chicago (EUA) entre os dias 31 de outubro a 3 de novembro, chegaram a U$$ 650 mil, com perspectivas de ampliar para US$ 8 milhões nos próximos 12 meses. As associadas fizeram cerca de 600 contatos não só com importadores americanos, mas de outros 23 países das Américas, Europa e África.

Este evento bienal, o principal do setor de embalagens nos Estados Unidos, contou com forte presença de distribuidores norte-americanos, mas recebeu também importantes representantes da indústria (de alimentos, bebidas, produtos de limpeza e higiene e outros), usuários finais, como Coca-Cola, Hershey, Reckitt Benckiser e Heinz.

As 11 empresas brasileiras que participaram da feira no estande do Programa Export Plastic foram: Braspack, Cleverpack, Embaquim, Felinto, Polo Films, Valfim, Védat, Vitopel, Zaraplast, Ibrapack e Mazda.

Fonte: Export Plastic

Poly Easy vislumbra novas possibilidades de fornecimento de produtos para o mercado de saneamento na Colômbia

17/11/2010

Com uma participação ativa na Colombiaplast, a Poly Easy expôs sua linha de produtos, denominada Sistema Easy Ramal – composta por Te de serviço autotravado e conexões de compressão, desenvolvida para solucionar definitivamente o problema de vazamentos nas instalações prediais e infraestrutura. “Tivemos uma excelente resposta no contato com o mercado colombiano, que nos ofereceu novas possibilidades de fornecimento. Uma delas foi receber a visita de várias empresas de saneamento, interessadas na compra, representação e distribuição de nossos produtos”, relata João Rocha, gerente de Vendas da Poly Easy do Brasil Ind. e Com. Ltda.

Entre as empresas, Rocha destaca a Acueducto – Água y Alcantarillado de Bogotá, maior empresa colombiana no mercado de saneamento, que atende à capital e outras 11 cidades da região metropolitana, com mais de 700 mil residências. “Nossa expectativa é a melhor possível. Vamos dar continuidade aos contatos iniciados no evento e desenvolver um trabalho mais intenso para levar nossos produtos para esse mercado, no qual vislumbramos grandes possibilidades de atuar a médio prazo”, deseja o executivo.

Atendendo às grandes empresas de saneamento do Brasil, a Poly Easy já ultrapassou fronteiras, exportando seus produtos para países como Angola, Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

Fonte: Boletim Export Plastic