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UBE América e Michigan State University anunciam parceria para pesquisa inédita sobre embalagem de e-commerce para alimentos

21/04/2020

A UBE America, subsidiária da japonesa UBE nos EUA, anunciou uma parceria com a Escola de Embalagem da Michigan State University (MSU SoP) no projeto ‘Estudo de mercado de embalagens de alimentos para e-commerce’. A proposta é unir a expertise da Universidade com a experiência de um dos principais players globais de nylon para avaliar as necessidades da cadeia de suprimentos de alimentos e bebidas e desenvolver soluções em embalagem que atendam às especificidades do e-commerce. “Ao combinarmos os recursos da universidade com o grande alcance de nossa indústria, estamos prontos para enfrentar o desafio de mudar o paradigma da embalagem nos canais digitais de vendas”, sintetiza Daniel Hernandes, Gerente de Vendas UBE Latin America.

Assim, o estudo coletará informações relevantes para a otimização das embalagens para e-commerce, sendo os principais tópicos:

  • pesquisa sobre os formatos e materiais atuais de embalagem usados no e-commerce e nas cadeias de suprimento tradicionais;
  • quantificação e categorização dos impactos da e-supply chain nos formatos tradicionais de embalagem;
  • identificação de deficiências específicas e de áreas para melhoria;
  • estabelecimento de oportunidades para mudanças de materiais e de design;
  • estudos de shelf life para validar o desempenho dos novos materiais na cadeia de suprimento do e-commerce.

A primeira fase do estudo inclui uma pesquisa desenvolvida especificamente para empresas envolvidas na produção/distribuição de embalagens para e-commerce (varejo, convertedores, fabricantes, end users, etc). Os resultados, que incluem as embalagens flexíveis mono e multi material, serão fundamentais para reduzir as falhas e aumentar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos, levando à segunda etapa do estudo. Esta etapa avaliará as mudanças de cenário da embalagem. Com isto em mente, o nylon será pesquisado como o material para o desenvolvimento de embalagens otimizadas para este crescente canal de distribuição.

Os resultados do estudo deverão ser anunciados ainda no primeiro semestre de 2020.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%. Ao todo são três plantas de nylon – no Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

A Escola de Embalagem da Michigan State University, que figurou como #1 no Best Colleges 2017, se dedica à geração de conhecimento, ciência e tecnologia de embalagem desde 1952. Pioneira na disciplina de embalagem e a única instituição dos EUA com programa de doutorado (Ph.D.) em embalagem, a Escola tem preparado líderes nesta área em todo o mundo, com uma reputação destacada e com a criação de uma comunidade com excelência em pesquisa e educação. A Escola acredita que a embalagem é uma área interdisciplinar que integra ciência, engenharia, tecnologia e gestão para proteger e identificar produtos para distribuição, armazenagem, comercialização e uso. Ela abrange ainda os processos de design, avaliação e produção das embalagens. Trata-se de um sistema integral para a cadeia de valor que impacta na qualidade do produto, satisfação do usuário, eficiência na distribuição e segurança.

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Evonik apresenta resultado de estudo sobre o futuro das especialidades químicas

19/08/2019

  • Estudo apresenta cinco cenários para o futuro das especialidades químicas
  • Conclusões vão expandir o raio de ação para inovações estratégicas
  • Crescimento do poder de inovação: mais de 250 milhões de euros em vendas em 2018 em áreas de crescimento voltadas a inovações

Os cientistas da Evonik adotaram um método de cenários para desenvolver visões do futuro das especialidades químicas com o objetivo de iniciar inovações sem demora e de uma maneira dirigida. Os cenários também podem ser usados para ajustar e atualizar as estratégias de longo prazo. Segundo a empresa, o estudo é considerado o maior do gênero já realizado no mundo.

O início do projeto de cenários sobre “Futuros da Indústria de Especialidades Químicas” girou em torno de uma questão fundamental: que forças importantes poderiam ter impacto no longo prazo sobre as empresas de especialidades químicas?

As respostas fornecidas pelos cinco cenários resultantes são baseadas em coleta e análise abrangentes de dados. Os cenários descrevem possíveis desenvolvimentos internacionais entre o presente e 2040 que são plausíveis, mas em alguns casos também contraditórios. Digital Champions (campeões digitais), Chinese Dream (o sonho chinês), Deceptive Calm (calma enganosa), Turbulent Times (tempos turbulentos) e Sustainability Paradigm (paradigma de sustentabilidade): os títulos já indicam as tendências que descrevem.

Segundo Harald Schwager, VP da Evonik Industries e integrante da Diretoria Executiva responsável por inovações, “dispomos agora de uma profusão de informações que podem nos ajudar a compreender e analisar de maneira ainda mais precisa as tendências importantes no mundo. Nossos cenários podem se tornar realidade ou não, mas certamente constituem uma ficção científica muito bem fundamentada”. Para Schwager, a conexão entre capacidade de inovação e proximidade do cliente é um fator de sucesso determinante e um agente do crescimento rentável. “Os resultados do projeto de cenários disponibilizam um instrumento estratégico fascinante para nós. Um instrumento que vai nos ajudar a avaliar as ideias sobre inovação de hoje contra os desenvolvimentos potenciais de amanhã”, disse Schwager. Além do desenvolvimento de produtos, ele também se referia a novos modelos de negócios e estratégias de eficiência.

A equipe de ‘presciência corporativa’ (Corporate Foresight Team) da Evonik passou doze meses desenvolvendo alicerces para os seus cenários: mais de 100 entrevistas com especialistas internos e externos nos campos da química, política e economia, além de outras fontes como estudos internacionais de futurologia e mais de 15 workshops. Em um processo meticuloso, os especialistas identificaram e analisaram fatores e influências cruciais decorrentes dessas informações, extrapolando desenvolvimentos potenciais e combinando-os com cenários plausíveis e coerentes.

O que emergiu foram cinco cenários futuros que podem ser importantes para a empresa nos prazos médio e longo. No cenário ‘Digital Champions’, as maiores empresas de Internet com seus conhecimentos e mentalidade únicos, beneficiam-se cada vez mais da cadeia de valor das indústrias tradicionais.

‘Sustainability Paradigm’ descreve um case no qual a sustentabilidade se torna o princípio econômico determinante. Em ‘Chinese Dream’, a China se torna uma potência mundial tecnológica, econômica e política. No cenário ‘Turbulent Times’, fatores como nacionalismo, fake news e forças populistas acabam ensejando um amplo processo de desglobalização. ‘Deceptive Calm’ faz uma análise do futuro a partir de uma perspectiva diferente: em um sistema dedicado à manutenção do status quo, os problemas se acumulam – até ao ponto em que o sistema pode entrar em colapso.

Ulrich Künsthard, Chief Innovation Officer da Evonik, vislumbra uma oportunidade importante na natureza variada e multifacetada dos cenários futuros: “Estamos começando a usar os resultados do projeto de cenários para os nossos processos e estratégias de inovação.

Planejamos realizar workshops nos quais os participantes vão analisar o impacto dos cenários sobre questões como ambiente de inovação, modelos de negócios e expectativas dos clientes, além de condições de trabalho e fluxo de materiais. Além disso, as áreas de negócios e mesmo organizações regionais inteiras da Evonik usarão os cenários para testar a robustez das estratégias existentes, desenvolvê-las adicionalmente se necessário e planejar novas estratégias”. Küsthardt explica os fundamentos: “Estamos abrindo opções de ações adicionais para ensejar ainda mais inovações”.

“Nossa estratégia de inovação já está ancorada com firmeza em nossa estratégia corporativa e foi orientada de modo consistente a segmentos de crescimento importantes para nós como saúde, nutrição e eficiência de recursos”, diz o CIO. A Evonik enfatiza seis áreas de crescimento em inovação: Sustainable Nutrition, Healthcare Solutions, Advanced Food Ingredients, Membranes, Cosmetic Solutions e Additive Manufacturing. A empresa prevê que inovações nessas áreas respondam por vendas adicionais no valor de um bilhão de euros até 2025.

Os primeiros resultados positivos já são visíveis: em 2018, a Evonik registrou vendas de mais 250 milhões de euros nessas áreas de crescimento. O total gasto em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ficou nos níveis do ano anterior, totalizando 459 milhões de euros. Como Schwager deixa claro, “estamos indo na direção certa, mas queremos nos tornar ainda mais focados e mais eficientes. Nossas ideias precisam chegar aos nossos clientes com rapidez e na forma de produtos perfeitamente customizados. Ao mesmo tempo, não podemos perder de vista o nosso futuro no longo prazo”.

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Estudo do CETEA / ITAL aponta macrotendências de embalagens até o ano 2020

18/11/2012

As principais macrotendências da indústria da embalagem foram apresentadas durante o IV Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos, realizado no auditório do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. O evento é promovido pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com apoio da Organização Mundial das Nações Unidas para Agricultura e Alimento (FAO).

Denominado “Brasil Pack Trends 2020”, o estudo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) e da Plataforma de Inovação Tecnológica do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).

“Somos entusiastas do Brasil Pack Trends desde 2005, quando apoiamos o estudo pela primeira vez”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. “Muitas das características apontadas pelo estudo vão ao encontro das características e dos desenvolvimentos que o nosso setor vem realizando.”

Sob a coordenação da especialista Claire Sarantópoulos, foram identificadas as macrotendências que deverão nortear a atuação da indústria de embalagens nos próximos anos: Conveniência e Simplicidade; Estética e Identidade; Qualidade e Novas Tecnologias; Sustentabilidade e Ética; e Segurança e Assuntos Regulatórios.

  • Conveniência e Simplicidade: o consumidor busca o chamado time-saving. “Está cada vez mais atento às características que trazem praticidade à sua vida, como facilidade de abertura, possibilidade de refechamento, ou o consumo em trânsito”, afirma Claire Sarantópoulos. A facilidade de abertura, que já está presente em uma série de produtos, passa a levar em conta consumidores com necessidades especiais, como os idosos, por exemplo. De acordo com o estudo, também foi detectada a preferência por produtos que consigam agregar praticidade ao preparo e no momento do consumo, minimizando uso de copos, talheres e outros utensílios, além daqueles que sejam porcionados, com possibilidade de uso em micro-ondas.
  • Estética e Identidade: o novo consumidor se caracteriza cada vez mais pela maior consciência, nível de exigência e busca de informações que auxiliem na decisão de compra. A demanda tenderá para produtos premium, que são associados ao luxo e ao hedonismo, ou por itens que remetam à sensação de “fazer parte do grupo”, que valorizam a qualidade de vida e o bem-estar. O levantamento verificou que há espaço para edições limitadas e produtos atestados por celebridades, que são lançados em ocasiões específicas e atraem as pessoas que buscam algo diferenciado.
  • Qualidade e Novas Tecnologias: as inovações estarão associadas a embalagens ativas e inteligentes, a novos materiais de menor impacto ambiental e à nanociência e nanotecnologia. São os absorvedores de oxigênio, controladores de umidade, removedores de colesterol, os filmes antimicrobianos, antioxidantes, as embalagens self heating ou self cooling. Essa tendência passa pelos componentes eletrônicos menores e mais baratos, que vão favorecer a interatividade, o entretenimento e personalização, além dos biossensores e nanosensores, que serão indicadores de tempo, temperatura, frescor, presença de microorganismos patogênicos e toxinas. O mercado de biopolímeros está crescendo e a nanotecnologia garante melhoria de propriedades como a barreira a gases, à umidade, à radiação UV, flexibilidade e resistência térmica. O uso da nanotecnologia também está relacionado à sustentabilidade, por meio da redução do peso das embalagens (lightweighting), como vem ocorrendo com as garrafas PET.
  • Sustentabilidade e Ética: pode ser resumida por “repensar a embalagem associada ao seu ciclo de vida”. Nela, destacam-se a otimização do sistema de produto/embalagem (doing more with less), o reuso & reciclagem, gerenciamento de resíduos & logística reversa e credibilidade e ética. Com todas essas propriedades, a embalagem não pode ser uma fonte de contaminação química, física ou microbiológica do alimento.
  • Segurança e Assuntos Regulatórios: destacam a confiabilidade, legislação e conformidade, que variam entre os países, apesar dos esforços para harmonização por parte de importadores e exportadores. A tendência é pelo desenvolvimento de sistemas eficientes que estimulem a melhoria contínua e transparência dos processos de fabricação da embalagem, que incluem certificações de sistemas de qualidade (ISO, FSSC, PAS) e sistemas de gerenciamento de segurança de processo.

A rastreabilidade de materiais de embalagem já é uma exigência de algumas legislações. “Como ela se torna cada vez mais necessária para a segurança e identificação de origem dos produtos, oferece oportunidades significativas para os fabricantes, varejistas e consumidores”, conclui Claire Sarantópoulos, coordenadora do estudo.

 Fonte: Abipet / WN&P Comunicação Ltda.

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Braskem conclui estudo inédito sobre cooperativas de reciclagem

05/10/2011

Diagnóstico sobre panorama do setor nos estados de São Paulo, Alagoas e Bahia será entregue ao CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem

 A Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas e maior produtora mundial de biopolímeros, filiou-se ao CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem. Como primeira contribuição para a instituição, a empresa entrega um diagnóstico sobre as cooperativas de catadores de material reciclável em cidades dos estados de São Paulo, Alagoas e Bahia.

O objetivo do levantamento é identificar as principais características e dificuldades para o aumento e desenvolvimento da produção nas cooperativas, dados estes que orientarão potenciais investimentos no segmento.

A filiação ao CEMPRE e a elaboração do levantamento fazem parte de uma série de ações da empresa visando promover o desenvolvimento sustentável e o investimento no mercado de reciclagem de plástico no Brasil.

“Este estudo tem como objetivo orientar potenciais investimentos no segmento e é parte do esforço de alinhar os investimentos sociais de forma a contribuir efetivamente para o desafio da Braskem de fortalecer seu papel como agente de desenvolvimento humano”, diz André Leal, que atua na área de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

O diagnóstico traz detalhes sobre as cooperativas de várias cidades próximas às plantas da empresa. No município de São Paulo foram realizadas entrevistas com 50 associações, cooperativas, projetos e movimentos sociais ligados à coleta e seleção de materiais recicláveis. Já nas cidades de Mauá e Santo André foram entrevistados os gestores locais vinculados às prefeituras e às associações de catadores. Em Maceió foram identificadas 47 entidades entre cooperativas de materiais recicláveis, comerciantes, empresas e indústrias ligadas à reciclagem de plástico e realizou entrevista com 97 catadores independentes. Para a Bahia, o estudo coletou detalhes de como o mercado está organizado no estado e do volume de resíduos recicláveis disponíveis e separados nas maiores cidades do estado.

O levantamento conclui que as principais dificuldades encontradas em todos os locais analisados se referem à falta de capacitação e organização de mão-de-obra, precárias condições de funcionamento das cooperativas, falta de eficiência na coleta e na triagem, falta de valorização do material reciclado e a assimetria de informação na rede de comercialização.

O resumo do Diagnóstico Socioambiental de Reciclagem com o detalhamento das informações em cada cidade pode ser encontrado no portal http://www.braskem.com.br/reciclagem.

Fonte: Braskem