Posts Tagged ‘Energia Solar’

Braskem e Ciel et Terre Brasil inovam no mercado de energia solar

12/09/2017

Solução para geração solar flutuante proporciona benefícios ao consumidor e ao meio ambiente

As restrições ambientais para empreendimentos de grande porte como hidrelétricas, termos à óleo e carvão, associadas à necessidade de produzir energia próximo ao ponto de consumo, impactam na redução no custo da energia e levam os brasileiros a se interessar por outros tipos de energia, especialmente a geração solar. O Brasil ainda precisa ser desafiado com a criação de soluções inovadoras para diferentes mercados e, pensando em atender clientes com este potencial, a Braskem firmou parceria com a Ciel et Terre Brasil, joint venture da francesa Ciel & Terre com a empresa brasileira Sunlution, proprietária da tecnologia Hydrelio® de geração fotovoltaica flutuante, que apresenta vantagens sobre a tecnologia tradicional de geração solar em terra.

O Hydrelio®, tecnologia desenvolvida pela Ciel & Terre, é pioneira no mercado mundial para usinas flutuantes de geração solar e é composta por painéis fotovoltaicos dispostos sobre flutuadores de polietileno de alta densidade fabricados com resinas da Braskem. Com o objetivo de apoiar o parceiro a desenvolver o mercado nacional, a petroquímica trabalhou não só na adequação da resina de polietileno, mas também na identificação de transformadores para a produção local dos flutuadores, além de suporte na modelagem do negócio no mercado brasileiro.

“O papel da Braskem no desenvolvimento desta solução tem sido fundamental. A demanda inicial, que era definir uma resina que atendesse os requisitos técnicos para os flutuadores, tornou-se uma oportunidade de negócio de elevado potencial, frente à gama de mercados em que o Hydrelio® poderá ser viabilizado e empregado”, comenta afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE para construção civil e infraestrutura da Braskem.

As placas solares sobre flutuadores podem ser aplicadas em uma gama variada de superfícies de água, tais como lagos industriais e de retenção, reservatórios de irrigação e de água potável, estações de dessalinização e de tratamento de águas, açudes e canais. Entre os benefícios mais expressivos na utilização desta tecnologia, afirma a Ciel & Terre, estão a liberação de terrenos em terra firme – que seriam ocupados pelo sistema tradicional de geração solar – para usos voltados à produção rural (criação, agricultura, etc.), redução de custos de ligação à rede pela utilização de infraestruturas elétricas existentes, aumento da produtividade fotovoltaica devido à refrigeração natural do sistema pela superfície da água, manutenção mais simples e barata, entre outros.

A Ciel & Terre aposta no Hydrelio® como solução sustentável não somente para Geração Distribuída mas também para a geração híbrida de energia e espera um volume de negócios expressivo até o final do ano. “A Ciel & Terre tem vasto conhecimento de centrais fotovoltaicas e, ao desenvolvermos o Hydrelio®, temos como expectativa elevar a potência de geração de energia solar fazendo duas fontes operarem ao mesmo tempo em uma única infraestrutura. O nosso produto Hydrelio® é a solução de menor investimento para incrementar a geração de energia nas hidrelétricas e usinas eólicas existentes e acreditamos que o Brasil tem um potencial enorme para este mercado”, comenta Orestes Gonçalves Junior Sócio Diretor da Ciel & Terre Brasil.

O primeiro projeto implementado no Brasil com o Hydrelio® acaba de ser concluído na Fazenda Figueiredo, em Cristalina (GO), que apostou nessa nova tecnologia para resolver sua necessidade de consumo de energia. A construção da usina fotovoltaica sobre um lago de acúmulo de água da chuva permitiu a geração de energia em uma área que estava em desuso, com maior eficiência em função do resfriamento da temperatura dos painéis fotovoltaicos instalados no espelho d’água, além de diminuir a evaporação da água do lago. Segundo a Ciel & Terre International, estudos realizados pela empresa apontam que este tipo de tecnologia gera aproximadamente 14% mais eletricidade do que a geração solar em terra ou no telhado.

A Ciel & Terre vem desenvolvendo centrais fotovoltaicas flutuantes para uso privado (comercial ou industrial) ou estatal desde 2010 e pretende gerar energia solar não somente em fazendas agropecuárias, como também em reservatórios de usinas hidrelétricas. Com isso, afirma a empresa, aproveitam-se as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações, principalmente com foco na redução da evaporação e na conservação da água, preservando os ecossistemas existentes e melhorando da qualidade da água, além de reduzir o desenvolvimento de algas e a erosão das margens dos reservatórios, com a diminuição da ondulação.

Fonte: Braskem

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França inaugura trecho experimental de estrada geradora de energia solar

09/01/2017

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Na quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016, foi inaugurado na França pela Ministra do Meio Ambiente, Ségolène Royal, o primeiro grande projeto da estrada solar Wattway desenvolvido pela empresa Colas, subsidiária do Grupo Bouygues.

O trecho de testes da Wattway, constituído por 2.880 painéis fotovoltaicos, está instalado entre a saída sul de da cidade de Tourouvre, na Normandia, e a localidade de le Gué-à-Pont.

O trecho da Wattway que foi inaugurado é pavimentado com painéis solares que fornecem energia suficiente para alimentar as luzes de Tourouvre. O trecho do “Wattway” possui 1 km de comprimento e é coberto com aproximadamente 2.800 metros quadrados de painéis solares.

Cada painel contém células de silício policristalino de 15 cm de largura que transformam a energia solar em eletricidade. Estas células fotovoltaicas extremamente frágeis são revestidas em um substrato em multicamadas composto por resinas e polímeros, suficientemente translúcidos para permitir que a luz solar passe e resistentes o suficiente para suportar o tráfego de caminhões. A superfície que está em contato com os pneus dos veículos é tratada para garantir uma resistência ao deslizamento equivalente às misturas convencionais de asfalto.

Já foram feitos ensaios iniciais do sistema “Wattway” em áreas de estacionamento e espaços ao redor de edifícios públicos, assim como em uma ciclovia de 70 metros de comprimento na Holanda. O projeto Wattway recebeu um subsídio total do governo francês de 5 milhões de euros.

Em média, aproximadamente 2.000 carros usam a estrada em Tourouvre todos os dias, os quais irão testar a durabilidade dos painéis instalados pela Colas. A empresa observa que a estrada típica é ocupada por carros apenas cerca de 10 por cento do tempo. “O resto do tempo fica olhando para o céu”.

Este projeto faz parte da lei de transição energética francesa, que envolve empreendimentos inovadores e ambiciosos. A eletricidade produzida por este trecho de estrada solar será enviada à rede Enedis, o fornecedor francês de eletricidade. A produção anual esperada é de 280 MWh. A produção diária irá flutuar de acordo com o tempo e as estações. Em média, a produção elétrica estimada chegará a 767 kWh por dia, com picos de até 1.500 kWh por dia no verão.

Um painel de informações instalado perto da estrada solar irá indicar a produção em andamento, bem como a produção total desde a instalação. Este painel será alimentado por eletricidade gerada através dos painéis da Wattway.

O projeto da estrada solar Wattway é uma inovação de Colas concebido para fornecer uma segunda função às estradas, permitindo que produzam energia solar. Resultante de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento conjuntos com o Instituto Nacional Francês de Energia Solar, a Wattway entrou agora em uma fase experimental para determinar usos através de uma série de locais de teste.

Para o diretor da Wattway, Jean-Charles Broizat, este projeto é um passo importante no desenvolvimento das estradas solares Wattway: “Estamos ainda numa fase experimental. Construindo um site experimental desta escala é uma oportunidade real para a nossa inovação.Este site de teste nos permitiu melhorar o processo de instalação dos nossos painéis fotovoltaicos, bem como a sua fabricação, a fim de continuar a otimizar a nossa inovação”.

Segundo os cálculos da Colas, a França poderia teoricamente se tornar independente de energia ao pavimentar com painéis solares apenas um quarto de seu 1 milhão de quilômetros de estradas.

Uma desvantagem atribuída ao sistema é que os painéis solares são mais eficazes quando inclinados em direção ao sol, ao invés de que quando eles são colocados planos. Além disso, os custos ainda são altos: cada kilowatt-pico gerado pela Wattway atualmente custa quase 19 euros, em comparação com cerca de 1,3 euros para uma instalação de grande porte montados em telhados. A Colas tem por objetivo atingir custos competitivos até o ano 2020, observando que o custo da produção de energia solar por meios convencionais reduziu-se em 60% entre 2009 e 2015.

A Colas, subsidiária do Grupo Bouygues, é uma empresa líder mundial na construção e manutenção de infra-estruturas de transporte. Com 57.000 colaboradores em mais de 50 países em cinco continentes, o Grupo realiza cerca de 80.000 projetos por ano por meio de 800 unidades de negócio de construção e 2.000 unidades de produção de materiais. Em 2015, a receita consolidada da Colas totalizou 12 bilhões de euros (49% fora da França). O resultado líquido do Grupo atingiu 234 milhões de euros.

Fonte: Colas

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Grupo Solvay comemora feito: avião movido a energia solar completa a volta ao mundo e demonstra a eficácia das tecnologias sustentáveis

26/07/2016

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Inovação têxtil brasileira, desenvolvida pela Rhodia, o Emana também fez parte dessa aventura

O Grupo Solvay celebra a façanha de Bertrand Piccard e André Borschberg, que completaram hoje (26/07) a volta ao mundo no comando do Solar Impulse 2 (Si2), avião movido a energia solar. O regresso a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, depois de uma viagem de 40.000 quilômetros tendo a energia solar como único combustível, representa o final de uma aventura extraordinária na qual o Grupo Solvay investiu desde o início.

Em uma carta entregue aos dois pilotos, logo após a aterrisagem em Abu Dhabi, o CEO do Grupo Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, fez um agradecimento especial aos líderes dessa aventura. “Em nome de todos os empregados da Solvay, gostaria de dizer um grande obrigado por estes 12 anos extraordinários, repletos de sonhos, desafios, grandes e pequenas vitórias tecnológicas. Dia após dia, sua energia e personalidade notáveis foram fundamentais para o sucesso desse projeto”, disse Clamadieu na carta.

Primeiro parceiro do projeto, a partir de 2004, o Grupo Solvay colocou a serviço do Solar Impulse todo seu conhecimento e capacidade de inovação. No total, 15 produtos do Grupo Solvay estão em 6000 peças e partes do avião, permitindo o armazenamento e otimização do consumo de energia e a redução do peso da aeronave. O Grupo colocou no avião uma série de materiais plásticos e polímeros ultra-resistentes, além de compósitos que compõem a longarina e estabilizadores traseiros, tornando mais leve a aeronave.

O Brasil também fez parte dessa aventura, com a inovação têxtil Emana, desenvolvida pela Rhodia, empresa do Grupo Solvay. O fio têxtil foi utilizado na confecção de uma “segunda pele”, utilizada por baixo do uniforme de vôo, atuando para retardar o aparecimento da fadiga muscular — um fator tremendamente importante nesse tipo de voo em um cockpit de dimensões reduzidas, que restringe a movimentação do piloto.

“Todos os materiais que desenvolvemos e estão no Solar Impulse reforçam a nossa convicção de que a química fornece soluções eficazes para o desenvolvimento sustentável das nossas sociedades. O Grupo Solvay pretende mais do que nunca continuar a ser uma ponte entre a ciência e o progresso sustentável. “, acrescentou Clamadieu.

Quase todos os produtos desenvolvidos pela Solvay para este “laboratório voador” já estão disponíveis na vida cotidiana, em produtos fabricados para diversos mercados, tais como automotivo, aeronáutica e aeroespacial, construção, têxteis e smartphones e outros dispositivos inteligentes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Solvay embarca no Solar Impulse 2 para a última parte do voo de volta ao mundo utilizando somente energia solar

27/04/2016

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O Grupo Solvay está junto com os pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg na segunda e última parte da volta ao mundo do Solar Impulse 2 (Si2), aeronave movida exclusivamente a energia solar, que retomou sua viagem nesta quinta-feira (21/04) com o voo entre Honolulu, no Havaí, e Mount View, na Califórnia, iniciando o percurso de 17.000 km até Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Primeiro parceiro do projeto Solar Impulse, desde 2004 a Solvay tem utilizado sua experiência e conhecimento no campo de materiais compósitos ultraleves e ultraresistentes para o desenvolvimento de inovações para tornar mais leve a aeronave e melhorar a coleta e o armazenamento de energia solar, que permitiram, por exemplo, os voos noturnos. O Si2, que no ano passado fez sua primeira parte da viagem ao redor do mundo, tem um envergadura de asas de 72 metros, mas com um peso equivalente a um jeep e potência de uma motocicleta.

“Boa sorte para os dois pilotos que iniciam a última etapa desta aventura audaciosa. Desejamos todo o sucesso para Bertrand Piccard, que pilota o avião nesta etapa com destino às Américas”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay. “Como parceiro histórico do Solar Impulse, fico particularmente orgulhoso de que, na sequência da recente aquisição da Cytec, mais da metade da estrutura da aeronave foi produzida a partir de materiais da Solvay. Mais uma vez, o nosso “laboratório voador”, que é o Si2, se mostra como uma oportunidade para tornar possível o impossível, através de soluções inovadoras de energia sustentável e redução de CO2″, acrescentou Clamadieu.

O Solar Impulse 2 utiliza 15 produtos da Solvay em cerca de 6000 peças, que facilitam a coleta e o armazenamento de energia, a otimização do consumo de combustível e a redução do peso da aeronave. Além disso, os produtos da Solvay estão nas estruturas de fibras impregnadas, nos adesivos para as longarinas e nos estabilizadores traseiros, já utilizados com sucesso na primeira versão do Solar Impulse. Do Brasil, desenvolvida pela Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está a fibra têxtil inteligente Emana, empregada na confecção de malhas (utilizadas como segunda pele pelos pilotos) que ajudam a retardar o aparecimento de fadiga muscular.

Todos os produtos da Solvay integrados ao Solar Impulse 2 já estão à disposição dos consumidores em produtos para diversos mercados, tais como o automobilístico, aviação e aeronáutica, construção, vestuário e smartphones e outros dispositivos eletrônicos. Segundo a Solvay, por suas características especiais de melhorar a microcirculação sanguínea da área do corpo em contato com a roupa, a fibra Emana tem sido utilizada para a confecção de roupas para os segmentos esportivo, moda íntima, lingerie e jeans, entre outros.

O avião Si2 fará várias escalas nos Estados Unidos. Posteriormente, iniciará sua viagem à Europa ou Norte da África – dependendo das condições climáticas – antes de voltar a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A primeira parte desta volta ao mundo foi feita no ano passado, ocasião em que se registrou um feito inédito com esse tipo de avião: o piloto Andre Borschberg voou ininterruptamente por cinco dias e cinco noites, entre Nagóia, no Japão, e Honolulu, no Havaí, sem a utilização de uma gota sequer de combustível de origem fóssil.

A viagem pode ser acompanhada ao vivo em http://www.solarimpulse.com/leg-9-from-Hawaii-to-Mountain_View_CA

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Covestro mantém apoio ao projeto de volta ao mundo do avião movido à energia solar

27/11/2015
Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

Richard Northcote (CSO da Covestro, meio), Bertrand Piccard, Iniciador, Chairman e Piloto do Solar Impulse (esquerda) e André Borschberg, Co-Fundador, CEO e Piloto do projeto (direita).

  • Acordo de patrocínio estendido até o final de 2018
  • Fabricante de polímeros também apoia a iniciativa “Future is Clean”

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de polímeros, anunciou hoje a extensão do patrocínio ao projeto Solar Impulse; o avião deve completar a jornada ao redor do mundo em 2016.

A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, tem sido parceira do Solar Impulse desde 2010 e também é parceira técnica oficial do projeto. A empresa foi responsável pelo projeto e construção do cockpit Si2 que utiliza avançados sistemas de poliuretano e policarbonato, reduzindo significativamente o peso do avião e garantindo proteção ao piloto.

“Para nossos colaboradores e clientes, o projeto Solar Impulse tornou-se um símbolo da inovação da Covestro assim como da nossa capacidade de fornecer uma série de soluções inovadoras”, afirma Patrick Thomas, CEO da Covestro. “Estamos felizes em manter o apoio a esta jornada inspiradora, pois ela simboliza nossos valores corporativos – Curiosidade, Coragem e Colorido”.

Compromisso com a sustentabilidade

“A sustentabilidade está no centro da nossa estratégica de negócios”, explica Richard Northcote, Chief Sustainability Officer da Covestro. “O compromisso com o Solar Impulse inclui o nosso papel como um dos principais patrocinadoras da jornada no trecho de voo que cruza a América, que será reiniciado em 2016. Conforme mais consumidores buscarem produtos eficientes do ponto de vista de energia e os governos começarem a implementar os objetivos do Pacto de Desenvolvimento Sustentável da ONU, este projeto terá um grande papel ao mostrar ao mundo como a tecnologia existente hoje pode contribuir para alcançar o que muitos consideravam impossível”.

As tecnologias desenvolvidas para o projeto já são utilizadas em vários produtos dos setores automotivo e de refrigeração. Além disso, os revestimentos usados no avião também estão sendo usados em muitos outros setores industriais.

Cooperação entre as equipes da Covestro e do Solar Impulse

Bertrand Piccard, criador, presidente e piloto do projeto Solar Impulse, comenta: “Graças ao adiamento em nossa aventura, a Covestro poderá voar conosco e demonstrar sua essencial contribuição ao Solar Impulse. Todos os parceiros do projeto compartilham a nossa visão de um futuro mais limpo e o envolvimento contínuo do Patrick Thomas e do time Covestro confirmam o compromisso da empresa a fim de alcançar este objetivo”.

Andre Borschberg, co-fundador, CEO e piloto do projeto, acrescentou: “Nós valorizamos a ajuda técnica, o compromisso e o espírito inovador da Covestro desde 2010 e queremos trabalhar ainda mais em parceria nos próximos três anos”. “Por experiência própria eu digo que o cockpit projetado pela Covestro para o Si2 fornece conforto para voarmos e trabalharmos. Queremos voltar para dentro do cockpit para o próximo trecho da viagem em 2016”, complementa.

A Covestro também apoia a iniciativa “Future is Clean”, parte do projeto Solar Impulse, que reúne apoio global para o uso da chamada energia limpa, seguindo a ratificação dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e antecipando a Conferência sobre Mudança Climática da ONU (COP21), agora em dezembro.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte e foto: Covestro

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Amcor anuncia uso de polímero especial da Solvay na produção de painéis fotovoltaicos mais leves

20/07/2015

Duráveis e altamente transparentes, os filmes produzidos com flouoropolímero ECTFE oferecem extrema redução de peso e alta flexibilidade, substituindo o vidro em módulos para energia solar

Estação de recarga de bicicletas elétricas com módulos fotovoltaicos utilizando filmes da Amcor fabricados com polímero ECTFE

Estação de recarga de bicicletas elétricas com módulos fotovoltaicos utilizando filmes da Amcor fabricados com polímero ECTFE

A Solvay Specialty Polymers, fornecedora global de termoplásticos de alto desempenho, está anunciando na Intersolar North America 2015 que os filmes extrudados a partir de sua resina de alto desempenho Halar® 500, à base de etileno clorotrifluoretileno (ECTFE), tornaram possível  o desenvolvimento  de filmes frontais para painéis fotovoltaicos mais  leves e duravéis pela Amcor, fornecedora mundial de filmes e materiais flexíveis. Já disponível nos EUA, os filmes frontais leves e flexíveis Rayotec® e Ceramis® da Amcor ampliam as opções para aplicações avançadas em energia solar, eliminando limitações estruturais de peso e rigidez impostas pelo vidro, melhorando a integração de módulos fotovoltaicos em formas complexas, afirma a Solvay Specialty Polymers.

“Proteção, redução de peso e durabilidade estão entre os principais critérios para filmes frontais destinados ao mercado norte-americano, atualmente em rápido crescimento para aplicações fotovoltaicas integradas a edifícios”, disse Wojciech Skalbani, diretor global de vendas e marketing de produtos técnicos na Amcor. “A combinação única de propriedades de desempenho fornecidas pela resina Halar® 500  da Solvay permitiu que as nossos filmes Rayotec® e Ceramis® atendessem a esses e outros requisitos exigentes, oferecendo uma nova solução competitiva para indústria solar nos EUA.”

O Halar® 500 ECTFE é um fluoropolímero processável por fusão, que pode ser extrudado para produzir filmes transparentes com larguras de até 1,5 m e com várias espessuras. Um filme típico de 50 micra de espessura  oferece mais de 90% de transmissão de luz e pesa apenas 84 g / m2 , segundo a Solvay Specialty Polymers. Isto contrasta com uma placa de vidro convencional de tamanho idêntico de 3 milímetros de espessura, para as mesmas aplicações de energia fotovoltaica, que pesa 7,5 kg / m2. Aplicado como o material leve principal no filme frontal Rayotec® da Amcor, a resina Halar® ECTFE da Solvay oferece novas e amplas opções para diminuir significativamente o peso dos painéis solares de silício cristalino.

A Amcor também escolheu um filme à base de Halar® 500 ECTFE como uma camada adicional de proteção para seu filme fotovoltaico frontal Ceramis®, que visa aplicações de painéis solares de Cobre-Índio-Gálio-Selênio (CIGS). Este filme frontal incorpora uma camada sensível de óxido de silício, na qual oferece uma barreira extremamente efetiva contra umidade, sendo esta fundamental para o desempenho de longa duração dos painéis de CIGS, afirma a empresa. A excelente resistência aos raios UV promovida pela resina Halar® 500 ECTFE, segundo a Solvay Specialty Polymers, protege a camada sensível, assegurando o perfeito desempenho de ambas as partes, da camada frontal e do painel CIGS terminado. Adicionalmente, a maior flexibilidade do filme de Halar® ECTFE, comparado ao vidro, permite um processamento (roll-to-roll ) mais eficiente da folha frontal Ceramis® da Amcor.

Além desses benefícios, segundo a Solvay Specialty Polymers, as películas com base no Halar® 500 ECTFE oferecem propriedades muito elevadas de barreira contra a umidade (<1 g / m2 / dia), resistência à abrasão, bem como uma maior resistência ao fogo, maior rigidez e menor densidade comparado aos filmes concorrentes, baseados no etileno tetrafluoroetileno (ETFE). São autolimpantes e podem suportar mais de 20 anos de exposição direta à luz solar. Combinadas com a tecnologia pioneira da Amcor, as películas baseadas no Halar® 500 ECTFE formam laminados de proteção duráveis para filmes encapsulantes comumente usados pela indústria solar.

“As resinas de alto desempenho baseadas em Halar® ECTFE da Solvay ajudam as indústrias inovadoras e importantes como a Amcor a explorar novos caminhos para a concepção de módulos solares duráveis e leves, que são mais facilmente integrados a formas complexas “, disse Philippe-Jacques Leng, gerente de mercado global para filmes da Solvay Specialty Polymers. “Estamos comprometidos em apoiar o crescimento de aplicações PV integrados a edifícios e outros mercados de energia solar, à medida que os consumidores ao redor do globo buscam fontes de energia mais sustentáveis.”

As resinas Halar® ECTFE da Solvay e as folhas frontais PV da Amcor estão disponíveis em todo o mundo.

A Amcor é uma empresa liíder global em soluções de embalagem, emprega mais de 30.000 pessoas em todo o mundo, operando em 40 países em 300 sites. Fornece uma ampla gama de soluções de plástico (rígido e flexível), fibra, metal e embalagens de vidro. A Amcor está sediada em Melbourne, na Austrália. Com 68 fábricas em 21 países, a Amcor Flexibles, uma divisão da Amcor, é líder de mercado e maior fornecedora mundial de embalagens flexíveis, atendendo aos mercados de alimentos, bebidas, farmacêutica, cuidados pessoais, produtos médicas e industriais.

A Solvay Specialty Polymers é uma divisão da Solvay que fabrica mais de 1500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolimeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho, polímeros de alta barreira e compostos de alto desempenho reticulados – para uso nas indústrias Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotiva, Saúde, membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Encanamento, Semicondutores, Cabos e Fios, e outras indústrias.

O grupo Solvay, com sede em Bruxelas, emprega cerca de 26.000 pessoas em 52 países e obteve um faturamento de € 10,2 bilhões em 2014. No Brasil, a Solvay também atua com o nome Rhodia, cujas operações foram adquiridas em 2011.

Fonte: Assessoria de Imprensa Rhodia / Solvay

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Solvay embarca sua inovação no Solar Impulse 2, o primeiro avião tripulado movido exclusivamente a energia solar, que realiza uma histórica volta ao mundo

13/03/2015

Solar ImpulseA Solvay está patrocinando a volta ao mundo que está sendo realizada pelos pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg, que decolaram em 09/03 de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para iniciar uma volta ao mundo a bordo do avião Solar Impulse 2 (Si2), o primeiro avião tripulado movido exclusivamente a energia solar e que pode voar dia e noite sem usar uma gota de combustível fóssil.

O objetivo desse projeto sustentável é demonstrar o desenvolvimento e utilização de energias renováveis e tecnologias de baixo carbono. O grupo Solvay, o primeiro patrocinador oficial do Solar Impulse, está engajado nesse projeto desde seu início – há 12 anos -, desenvolvendo tecnologias e materiais que ajudam a reduzir peso, armazenar energia e promovem eficiência energética. Com este “laboratório voador”, a Solvay tem posto à prova a sua especialização em materiais avançados e energia sustentável, que permitem ao Solar Impulse voar ao redor do mundo excluvisamente com a energia do Sol.

“A aventura Solar Impulse representa a inovação sem limites e a capacidade da Solvay de demonstrar sua força na busca de soluções para desenvolver e promover tecnologias de baixo carbono”, disse Jean-Pierre Clamadieu, presidente do Comitê Executivo e CEO da Solvay. “Desejamos aos pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg um voo seguro e grande sucesso em sua volta ao mundo.”

Viajando a velocidades entre 50 e 100 quilômetros por hora, o Si2 voará 25 dias distribuídos por cinco meses, equipado com 15 produtos Solvay aplicados em mais de 6.000 componentes, incluindo os seus plásticos e polímeros de alto desempenho, fibras, filmes, lubrificantes e revestimentos.

A inovação brasileira também está a bordo com Emana, microfibra têxtil criada pela Rhodia, que faz parte do uniforme oficial de viagem dos pilotos. Espécie de segunda pele, usada por baixo do uniforme oficial dos pilotos,a roupa age para melhorar a microcirculação sanguínea, contribuindo para o retardamento da fadiga muscular dos pilotos durante o voo.

O Si2 tem previsão de parar em 12 locais, incluindo escalas na Índia, China, Estados Unidos e Europa ou na África do Norte, antes de retornar para Abu Dhabi. André Borschberg pilotou a primeira parte da viagem de 400 km, a partir de Abu Dhabi até Muscat, em Omã. Entre os principais desafios da jornada está o voo ininterrupto de cinco dias e noites da China para o Havaí.

Se quiser acompanhar em tempo real essa jornada, que teve início nesta madrugada em Abu Dhabi, nos Emirados Unidos, acesse o site http://www.solarimpulse.com

Fonte: Solvay / Rhodia Brasil

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BASF apresenta novidades em compósitos no JEC Composites Show em Paris

05/03/2013
  • Leveza automotiva: novo epóxi e resinas de poliuretano
  • Turbinas de energia eólica: nova espuma PET para pás de rotor

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Com suas muitas novas exposições, a BASF estará presente no “JEC Composites Show” que será realizado de 12 a 14 de março de 2013 em Paris. Uma turbina de energia eólica e um perfil de pá, um paralama, um spoiler e um módulo de teto irão ilustrar o amplo espectro de compostos inéditos. Os novos materiais incluem uma espuma à base de PET (tereftalato de polietileno) com o nome comercial Kerdyn®, bem como novos sistemas de epóxi e PU (poliuretano) que podem ser usados para produzir peças de compósito por meio de processos de moldagem de transferência de resina (RTM). Além disso, os especialistas da BASF apresentarão revestimentos de pás de rotor da turbina de energia eólica.

Módulo de teto, paralama, spoiler – Novos materiais para leveza automotiva

Com a ajuda de sua equipe de materiais compósitos leves, a BASF está investigando intensamente novos compósitos para o corpo e chassis de veículos motorizados. Os três sistemas-matriz de plástico com base em resina epóxi, PU e poliamida, em conjunto com o reforço de fibra contínua, bem como o processamento de grandes volumes por meio de métodos de injeção de resina, especialmente RTM, fornecem a base. Utilizando um componente de teste sob a forma de um demonstrador de paralamas reforçado com fibra de carbono, a BASF irá expor a nova resina epóxi Baxxodur®  System2220, que foi desenvolvida especificamente para a alta pressão RTM. O aspecto de poliuretano será representado por um spoiler com inserção RTM produzido a partir da nova Elastolit® R 8800. Ambas resinas termoconsolidantes empregam novos mecanismos de cura, permitindo-lhes formar ligações cruzadas rapidamente. A resina epóxi transparente Baxxodur System 2220 oferece um tempo de desmoldagem de apenas 2,5 minutos a 120° C, ao mesmo tempo que proporciona uma resistência elevada da resina. O sistema de poliuretano de formulação customizada RTM Elastolit R 8800 é compatível com todos os calibres de fibra estabelecidos e oferece excepcional resistência à fadiga. A sua tolerância para danos é também muito elevada. Esses novos sistemas de resina têm uma ampla janela de processamento e podem ser facilmente desmoldados, através do apoio combinado de processamentos compatíveis.

O módulo de teto conversível em exposição serve para demonstrar os novos conceitos e os materiais versáteis da BASF para o processo RTM, como: o componentes-sanduíche, desenvolvido em conjunto com EDAG GmbH, que é constituído por um núcleo de espuma de poliuretano de células fechadas entre duas camadas de revestimento reforçadas com fibras de carbono. Com um peso total de 2,9 kg, o segmento de teto atinge uma redução de peso de 40% em comparação a um equivalente de alumínio e mais de 60% em relação a um correspondente de aço. As possíveis aplicações para tais materiais e combinações de processamento incluem, além de peças anexas, tais como portas, porta-malas e módulos do teto, componentes estruturais de veículos sujeitos a cargas elevadas também.

Pás de rotor da turbina eólica: processamento eficiente e versátil

  • Nova espuma estrutural PET

Na JEC, a BASF irá apresentar, pela primeira vez, uma espuma estrutural com base em PET (tereftalato de polietileno). O novo material com o nome comercial Kerdyn® é uma espuma de alta performance fornecida sob a forma de paineis que são usados dentro de pás de rotor, proporcionando estabilidade adicional. Como material importante, as espumas de PET oferecem excelentes propriedades mecânicas e têm uma ampla gama de compatibilidade em termos de processamento. Com a sua capacidade de suportar temperaturas muito elevadas e a sua resistência química muito boa, Kerdyn é extremamente bem adequada para utilização em compósitos. Como parte do espectro de materiais de leveza para compósitos, os paineis de espuma de PET de alta qualidade também estão em demanda nos setores de transporte, marítimo e construção.

Como uma das suas exibições mais atraentes na JEC, a BASF irá apresentar o corte transversal de uma pá de rotor da turbina de vento, que foi fabricada usando a ampla gama de produtos da BASF disponíveis para produção de pás de rotor: as fibras de vidro são incorporadas em um sistema de resina epóxi Baxxodur®, a espuma estrutural Kerdyn® proporciona estabilidade, o revestimento de tinta é baseado em um sistema gelcoat RELEST® e o adesivo de poliuretano semi-estrutural Elastan® vem da linha de produtos da BASF, também.
Além das soluções da BASF representadas no demonstrador de rotor, a empresa apresentará desenvolvimentos adicionais para os clientes envolvidos na indústria de energia eólica:

  • Nova infusão e sistemas adesivos estruturais

Para infusão a vácuo de pás de rotor cada vez maiores, a BASF desenvolveu o Baxxodur® System 5100, consistido da resina Baxxores® ER 5100 e o endurecedor Baxxodur® CE 5120. Este novo sistema de baixa viscosidade não só resulta na impregnação rápida e completa das fibras, mas também oferece um tempo de processamento consideravelmente mais longo do que os sistemas convencionais. A empresa também vai lançar um nova sistema de adesivo estrutural baseado em resina epóxi em Paris: o sistema Baxxodur 4100 consiste em resina adesiva Baxxores ER 4100 e endurecedor padrão Baxxodur CE 4110 ou, alternativamente, Baxxodur CE 4105 para a ligação rápida. O sistema foi certificado para a produção de pás de rotor pelo alemão Lloyd.

  • Proteção contra vento e condições metereológicas

Quando se trata de revestir as pás de rotor para energia eólica, a resistência à erosão e à radiação UV são essenciais. Esta protecção é proporcionada por dois Wind In-mold Gelcoats da BASF. Os materiais de pintura de dois componentes semi-transparentes são muito fáceis de usar graças a um componente endurecedor colorido com função de controle de mistura. Os absorvedores de UV integrados na nova geração evitam danos no substrato pela luz UV.

O Wind Gelcoat transparente pode ser aplicado a uma espessura de filme de até 400 µm. O RELEST® Wind ProcessCoat oferece todos os benefícios de um gelcoat em molde de utilização consideravelmente mais baixa. Ambos produtos são compatíveis com compostos orgânicos voláteis (em inglês, VOC – Volatile Organic Compounds) e fáceis de processar. Esta inovação é apenas uma parte da extensa variedade de revestimentos disponíveis da BASF para pás de rotor das turbinas eólicas.

Fonte: BASF

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SABIC lança nova resina de copolímero de Policarbonato para aplicações em painéis para geração de Energia Solar.

08/12/2011

O novo copolímero Lexan* EXL da SABIC aumenta liberdade de projeto para próxima geração de sistemas fotovoltaicos (FV) miniaturizados

 A unidade de negócios Innovative Plastics da SABIC anunciou hoje a nova resina de copolímero de policarbonado (PC) Lexan* EXL atendendo às rápidas tendências em direção à miniaturização de conectores e caixas de derivação fotovoltaicas (FV). O excelente desempenho tanto elétrico quanto em flamabilidade do novo grade da resina Lexan EXL permite aos projetistas miniaturizem o sistema inteiro e criem peças de paredes finas, diminuindo a distância entre os condutores e integrando sistemas da caixa de junção – ajudando ainda a reduzir custos com energia solar e a aumentar a eficiência. A nova resina Lexan EXL ajuda os clientes a reforçarem sua posição competitiva ao contribuir significativamente para as vantagens de sistemas FV e ao acelerar ainda mais a mudança para energia solar.

O mercado de sistemas FV é um dos setores globais mais dinâmicos, marcado por taxas de crescimento anuais acima da ordem dos 20 porcento1 e pela significativa atenção como fonte de energia alternativa viável e crescente. “A SABIC fornece materiais especializados que permitem aos seus clientes produtores de sistemas fotovoltaicos aprimorarem o valor da energia solar como uma solução ambiental de custo mais competitivo”, disse Andrew Kodis, diretor de marketing de Solar da Innovative Plastics. “Nosso foco no mercado fotovoltaico reflete o apoio ativo da SABIC para com as tendências ambientais, tais como fontes de energia alternativa, que dependem de avanços tecnológicos para torná-los economicamente viáveis. Nosso amplo portfólio de materiais contribui para a sustentabilidade de muitas maneiras diferentes, principalmente pelas abordagens de novos projetos”.

Vários fatores estão convergindo para conduzir a miniaturização na indústria fotovoltaica, inclusive avanços na eficiência e no aumento do uso doméstico de painéis solares, que estão exigindo projetos planos, discretos e, algumas vezes, integrados. “Como líderes no desenvolvimento de policarbonato há quase 60 anos, somos capazes de alavancar o nosso profundo conhecimento e experiência no setor para promover inovações em energia solar que ajudem nossos clientes a atingirem seus objetivos de sustentabilidade”, disse Kodis.

Líder na indústria elétrica e no desempenho de retardantes de chamas

O novo grade de resina Lexan EXL 9330S supera os materiais tradicionais em seu desempenho elétrico, como demonstrado pelo índice de rastreio comparativo (comparative tracking index – CTI) com a classificação PLC-2 nas normas da underwriter´s laboratory (UL). A conformidade para com essa norma rigorosa significa que o copolímero EXL 9330S da família Lexan apresenta elevada resistência à formação arcos voltaicos mesmo na presença de umidade e de sais e, portanto, pode ser usado em peças que são colocadas mais próximas umas das outras(4 mm x 12 mm na classe 3). O material que também é retardante a chama está em conformidade com a norma UL94 V0 em 0,8 mm, o que permite o projeto de peças com paredes muito finas.

Além disso, o copolímero de PC Lexan EXL 9330S fornece excepcional resistência a impacto em baixa e alta temperatura (de -40 ºC a 70 ºC), resistência à corrosão promovendo bom desempenho por períodos mais longos e resistência às intempéries em uma série de fatores ambientais ao ar livre.

Possibilidade de redução de custos do sistema

Com suas vantagens de processamento, fluxo fácil, custo competitivo decorrente dos projetos de paredes mais finas e alto rendimento, além de fácil liberação do molde, o copolímero de PC Lexan EXL 9330S pode reduzir o tempo total do ciclo de moldagem por injeção em até 40 por cento.

Adesivos e selantes são utilizados na indústria FV para anexar caixas de derivação e conectores ao painel solar. Selantes e adesivos à base de álcool normalmente são compatíveis com os materiais Lexan EXL e são recomendados para uso com estas substâncias 2.

Expansão do portfólio SABIC de materiais para sistemas FV

Este novo grade é parte do portfólio de alto desempenho da SABIC de materiais versáteis para a indústria FV. Eles incluem a resina Noryl* , que fornece baixa densidade, estabilidade dimensional em uma ampla gama de temperaturas (-40 ºC a 140 ºC), baixa distorção, excelente durabilidade, desempenho em ambiente quente e úmido com excepcional estabilidade de até 2.000 horas e desempenho elétrico e térmico excelentes. Essas propriedades a tornam adequada para uso em caixas de junção de painéis fotovoltaicos (PV). A resina Noryl também atende à necessidade da indústria de ter um material de longa duração e resistente ao ar livre. Testes internos mostram que as resinas Noryl reforçadas e não reforçadas com fibras de vidro podem suportar até 12 mil horas de exposição aos raios ultravioleta. Além disso, os materiais Lexan EXL 9330 e EXL 9330P fornecem resistência a impacto em baixa temperatura e outras vantagens semelhantes a do copolímero Lexan 9330S.

Enquanto os materiais Lexan EXL 9330 e EXL 9330P são usados em projetos que exigem materiais classificados como CTI PLC-3, o recém-introduzido copolímero EXL 9330S poderá ser usado em projetos que exijam propriedades de CTI PLC-2.

As resinas Ultem* e os compostos especiais LNP* estão sendo usados também em peças de caixas de derivação e conectores especiais. As temperaturas nestas aplicações podem ir até 180 ºC ou mais e as exigências de estabilidade dimensional são ainda mais rigorosas. Os grades comerciais das resinas Ultem e dos compostos LNP têm sido implementados com sucesso em aplicações FV com os principais investidores desta indústria.

A SABIC Innovative Plastics oferece aos seus clientes de sistemas FV uma combinação de tecnologia de resina de alto desempenho, projeto de aplicação e suporte ao desenvolvimento. Temos um histórico de sucesso na transformação de metal para plástico e trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes na validação do uso de nossos materiais com testes práticos extensivos. Trabalhamos também em estreita colaboração com órgãos reguladores para ajudar a garantir que o uso econômico de nossa tecnologia de resina atenderá às exigências de desempenho dos sistemas fotovoltaicos.

Fonte: SABIC-IP