Posts Tagged ‘Embalagens Flexíveis’

UBE E Clariant apresentarão palestras no próximo café da manhã da Abief, no dia 28 de Setembro

25/09/2017

Sob o tema central Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade, o Café da Manhã da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – www.abief.org.br) agendado para 28 de setembro das 8h00 às 12h30, em sua sede em São Paulo, terá como palestras: “Tendências em embalagens flexíveis”, “Hydrocerol: suas aplicações com benefícios em sustentabilidade e inovação” e “Todos os nylons são iguais? Diferenças, aplicações e vantagens dos nylons em embalagens flexíveis”.

Reinaldo Silva, da área de Marketing da UBE, fará a apresentação “Tendências em embalagens flexíveis” focalizada em soluções em embalagens flexíveis que atendam às necessidades do consumidor moderno e estejam alinhadas a macro tendências tais como crescimento populacional, falta de tempo, saudabilidade, estética corporal, busca pela transparência, sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Já Edgar Veloso, da área Comercial da mesma empresa, apresentará a palestra “Todos os nylons são iguais? Diferenças, aplicações e vantagens dos nylons em embalagens flexíveis”. Na apresentação, serão abordados os diferentes tipos de nylon segundo as necessidades do mercado e características de produtos. Entre os assuntos, serão abordados: sustentabilidade em filmes flexíveis, produção do nylon, soluções em CoPA para aplicações existentes (transparência, resistência, retort, termoformabilidade, bolsas termoencolhíveis, garrafas flexíveis) e características do processo de extrusão em diferentes máquinas (filme soprado, cast, resfriamento a água, balão duplo/triplo).

Pela Clariant, Edson Marçal apresentará o novo Hydrocerol, um agente químico nucleante oferecido na forma de masterbatch ou em pó, e que pode ser usado nos processos de extrusão e injeção. O Café da Manhã da ABIEF conta com o apoio da Abiplast, Afipol, Instituto Brasileiro do PVC, Plastivida, Instituto de Embalagens e Projeto Pack.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis tem desempenho positivo no primeiro semestre de 2017

12/09/2017

Segundo pesquisa exclusiva feita pela Maxiquim para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) o consumo de embalagens plásticas flexíveis, no Brasil, registrou um crescimento de 1,6% no 1o. semestre deste ano em comparação a igual período do ano passado; em comparação ao 2o. semestre de 2016, a alta foi de 0,9%. “Evidentemente esperávamos superar essa marca, após dois anos de retração do mercado, mas dada a instabilidade política e a lenta recuperação econômica em curso, aos poucos ajustamos as expectativas para baixo e o resultado do semestre não nos surpreendeu”, relata Herman Moura, empresário e presidente da Associação.

Pelo lado do comércio exterior, as notícias foram mais animadoras. No 1o. semestre de 2017, as importações do setor, em volume, voltaram a cair: cerca de 11% em comparação ao 2o. semestre de 2016. Já as exportações cresceram pelo segundo semestre consecutivo e fecharam cerca de 20% acima dos números registrados nos últimos seis meses do ano passado. “Este desempenho possibilitou que, em volume, tivéssemos o segundo semestre consecutivo de superávit comercial. Já em valores este foi o primeiro superávit em muitos anos”, celebra Herman.

Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, o encolhimento dos volumes importados é justificado pela desvalorização cambial e pela fraca demanda. E completa: “felizmente, as exportações têm sido crescentes, mas ainda respondem por uma parcela muito pequena das vendas do setor. O fator mais relevante é, sem dúvida, a produção doméstica. O impacto do mercado andando de lado é direto sobre a produção. Então, se há alguma questão que provoca maiores reflexões, é a produção. E foi com base nesse fator que a pesquisa Maxiquim ajustou suas expectativas”.

Para o presidente da ABIEF, Herman Moura, “fica evidente que já iniciamos um ciclo de crescimento, mas muito mais em função da recuperação dos volumes perdidos nos dois últimos anos (2015 e 2016). Sabemos que uma dinâmica de crescimento mais acelerado não deve surgir tão prontamente. Contudo, apostamos que o 4o. trimestre deste ano poderá reservar algumas boas surpresas”. A pesquisa Maxiquim indica que o setor deverá fechar o ano com um crescimento superior a 2% em volume de produção e em vendas.

A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%. Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016 em comparação a 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Em média, a indústria de plástico em geral opera com níveis de ociosidade da ordem de 30% em sua capacidade produtiva, em função da renovação frequente das máquinas; as mais modernas são mantidas em operação e as máquinas mais antigas em stand-by para atender aos picos de demanda sazonal. Nas estimativas da Maxiquim, o setor de embalagens plásticas flexíveis operou muito próximo desse índice ao longo do 1o. semestre. “O espaço para crescimento, com o mesmo parque de máquinas é relevante, mas também já percebemos um aquecimento das encomendas de bens de capital, sobretudo de extrusoras”, finaliza Herman.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Dow apresentará soluções para embalagens flexíveis durante Circuito de Palestras na Fispal 2017

27/06/2017

Empresa apresenta seu portfólio de soluções para lidar com os principais desafios relacionados às embalagens, como produtividade, usabilidade e sustentabilidade

Quando se trata de embalagens para atender aos novos hábitos de consumo da população, os donos de marca têm buscado soluções inovadoras que atendam às necessidades e expectativas de seus clientes. Para auxiliar as empresas de bens de consumo embalados nessa jornada, a Dow trará para a FISPAL Tecnologia (27 a 30 de junho) sua expertise em embalagens flexíveis de alto desempenho.

Durante o Circuito ABRE de Palestras, patrocinado pela Dow, a empresa apresentará todos os dias do evento, a partir das 16h20, as “Receitas Dow para o sucesso de Embalagens Flexíveis” nas quais especialistas da companhia falarão sobre as mais recentes tecnologias e soluções desenvolvidas para superar os principais desafios relacionados às embalagens, como produtividade, usabilidade e sustentabilidade.

Entre elas estão o Dowlex™GM e o Innate™, famílias de resinas de última geração que podem ser utilizadas de forma combinada ou independente para garantir a melhor embalagem para cada segmento, afirma a Dow. Para sacarias industriais, por exemplo, essas resinas possibilitam um filme 10% mais fino e 60% mais resistente à rasgos, assegura a empresa. Já os stand up pouches, desde os tradicionais até os 100% recicláveis, permitem hermeticidade e aumento da produtividade e da capacidade da embalagem, podendo suportar até 14 kg, segundo a fabricante de matérias-primas. Essas características contribuem ainda para otimizar as operações logísticas, aumentar a vida útil do produto e reduzir o desperdício.

“Nosso objetivo é levar conhecimento a cadeia de valor da embalagem flexível para que esta possa atrair um maior engajamento dos consumidores com seus produtos”, explica Marcus Vinícius Carvalho, gerente de marketing do Brasil para o segmento de embalagens e especialidades plásticas da Dow. “Trabalhamos de forma colaborativa com toda a cadeia para que os nossos clientes possam oferecer embalagens de alto desempenho para diferentes aplicações, garantindo maior produtividade e redução do desperdício, e uma melhor experiência do cliente com a marca”, completa.

Uma das iniciativas da Dow que fomentam o desenvolvimento colaborativo é o Pack Studios, rede global de especialistas, laboratórios e equipamentos de teste criada para atender às demandas atuais e futuras da indústria de embalagens por meio da cocriação entre a Dow, transformadores e donos de marca. Nesse ambiente, o aprimoramento das embalagens com base nas necessidades do mercado é a diretriz principal na busca contínua por melhores soluções. “Ao disponibilizar ferramentas para aumentar a colaboração em toda a cadeia de valor aceleramos o processo de desenvolvimento de tecnologias para levar novas embalagens mais rapidamente ao mercado”, diz Carvalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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COIM traz variedade de soluções para o setor alimentício na FISPAL 2017

27/06/2017

Empresa apresentará novidades em suas principais linhas

A Coim traz para a Fispal Tecnologia 2017 suas últimas novidades nas linhas para embalagem flexível e de TPU. Para embalagens flexíveis, a multinacional italiana oferece produtos feitos 100% de poliuretano, com características que ressaltam principalmente a qualidade da impressão frente a outras alternativas disponíveis no mercado. Já a linha TPU disponibiliza produtos para vários segmentos industriais

Tintas 100% PU

Com a tinta para embalagens flexíveis 100% PU, a multinacional italiana tem como objetivo não apenas consolidar sua expertise num mercado no qual possui mais de 50% de market share, mas também completar o atendimento à cadeia produtiva, iniciada com adesivos para laminação que estão no portfólio da linha Novacote.

O mercado de tintas é bastante promissor. Estima-se que anualmente, sejam produzidas 50 mil toneladas ao ano do produto no Brasil. Uma oportunidade para a qual grandes empresas têm olhado nos últimos anos. “Por participar do BRIC’s, os investidores enxergam no Brasil um mercado muito promissor para essa área. Empresas que estão consolidadas na Europa e Ásia, tentam ganhar espaço em países emergentes. A Coim sai na frente, uma vez que tem uma unidade no Brasil e já produz a resina poliuretânica em sua planta.” , explica Maurício Rufo, gerente de contas da nova linha.

Para produzir a tinta 100% PU, a planta da Coim em Vinhedo ganhou novas instalações com novos equipamentos que complementarão a estrutura já existente utilizada na produção dos adesivos. “Atualmente, a maioria do que existe no mercado possui nitrocelulose. A nossa tinta 100% poliuretânica é um produto inovador ao oferecer uma solução que possui maior força de laminação, resistência química e térmica e baixíssima retenção de solvente, além de ser competitivo em termos econômicos.”, complementa Maurício.

No dia 28/06, a partir das 17h20, no stand da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) na Fispal 2017, Maurício Rufo ministrará a palestra “Tintas 100% PU para rotogravura e flexografia”, abordando os tópicos “Tintas para embalagens flexíveis”, “Vantagens da tinta 100% PU” e “Aplicações da tinta”.

Linha TPU

Dada a versatilidade do TPU, as possibilidades de aplicação são inúmeras tanto no processo de extrusão (filmes termo adesivos) como no processo de injeção, nos mais variados setores da economia. O TPU Laripur da Coim pode ser usado nos setores de alimentos, médico-hospitalar e farmacêutico, com aprovações FDA, para uso de água potável (NSF 61) e para uso médico Classe VI, conforme ressalta Alexandre Savignani, gerente comercial da linha. “O TPU Laripur possui diferentes durezas e, dependendo de sua aplicação final, pode ser usado em embalagens nos setores de alimentos e farmacêutico, em calçados, no setor médico-hospitalar e também como filmes termo adesivos em tecidos em geral, trazendo excelente durabilidade, flexibilidade e proteção” . Os clientes atendidos pela empresa tem atuação mundial, priorizando a qualidade do produto e pronto atendimento.

A Coim (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos), sendo também fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa foi a primeira da Itália a produzir peróxidos orgânicos. Hoje, a multinacional opera em vários países. Possui unidades fabris na Itália, Brasil, Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil. No Brasil, a Coim está localizada na cidade de Vinhedo-SP, onde possui centro de distribuição para revenda.

Serviço:
FISPAL TECNOLOGIA 2017
Stand COIM – L131
Data: 27 a 30 junho
Horário: 13h às 20h
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – KM 1,5

Fonte: Assessoria de Imprensa – Coim

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Abief fecha parceria para reciclagem de materiais que serão usados no Fórum Latino Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis

14/06/2017

A ideia é coletar e reciclar os materiais plásticos que serão usados no evento, como crachás e copos

A Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) e a Boomera, empresa especializada em engenharia circular que transforma resíduo em matéria-prima para produtos, fecharam uma parceria que prevê a coleta e reciclagem de materiais plásticos a serem usados no 8o. Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para 29 de Junho, das 8:00 às 13:00 horas, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel, no Itaim Bibi, em São Paulo. “No dia, teremos coletores espalhados pelo local do evento, nos quais os participantes poderão depositar crachás e copos. A ideia não é apenas falar sobre Engenharia Circular, mas praticar o conceito”, explica Herman Moura, empresário e Presidente da Abief. O material reciclado poderá ser usado como matéria-prima para novos itens, como pranchetas e réguas.

Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o Fórum da Abief contará com uma palestra específica sobre Engenharia Circular, que será dada por Guilherme Brammer, fundador da Boomera. Na palestra, Brammer mostrará como soluções em engenharia circular podem ajudar a criar novos modelos de negócio para o setor de plásticos em geral e de embalagens flexíveis em específico.

A 8a edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis da Abief pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir aproximadamente 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O evento acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.

“O Fórum está alinhado a uma estratégia maior da Abief de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações”, afirma Herman.

“A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itau, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios.”, complementa Herman. Ele destaca ainda a apresentação de novas tendências e tecnologias que agregam valor ao negócio de embalagem flexível durante o evento – como as que serão apresentadas pela Esko – e a necessidade de se entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel mais relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.

Um dos cases que ilustrará bem esta preocupação em entender – e atender – (a) os anseios do consumidor, é o do Danoninho em embalagem SUP (stand-up pouch). A palestra será dada por Karina Cerdeira,da Danone Nutricia Research, que abordará os paradigmas que a Danone teve que enfrentar para colocar um produto tão inovador no mercado.

Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a Abief, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.

O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions.

Com 40 anos de atividades, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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ABIEF divulga pesquisa indicando que o ano 2017 ainda será de ajustes para o setor

17/04/2017

Estudo aponta que ajustes internos e condições internacionais favoráveis podem iniciar um processo de retomada de negócios, apesar da produção ter ficado praticamente estagnada em 2016

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo tendem a permanecer baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produziu um estudo de mercado exclusivo para a ABIEF, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente, a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nessas poliolefinas. No longo prazo, a alta se manterá entre 2% e 3% ao ano.

As exportações brasileiras de poliolefinas foram recorde em 2016, com alta de 20,2%; já as importações registraram queda de 0,5%. O saldo na balança comercial foi positivo em 513 mil toneladas. Os EUA foram responsáveis por 40% das importações de resinas brasileiras; já a Argentina respondeu por 40% das exportações para o Brasil.

“Vale lembrar que 42% das receitas da Braskem no ano passado foram provenientes de operações fora do Brasil”, lembra Carvalho. Ele alerta ainda para o fato de que em 2016 “atrasos das plantas de eteno e de PEs melhoraram substancialmente as projeções de oferta x demanda, em termos de margens, níveis de operação e rentabilidade das plantas”.

Stand Up Pouch desponta entre as embalagens flexíveis

Proporcionalmente, uma das embalagens flexíveis com melhor desempenho em 2016 no Brasil, foi o stand up pouch (SUP). Embora os principais setores usuários de embalagem tenham registrado queda na demanda de flexíveis em 2016 – exceto alimentos, com alta de 0,7% – a Maxiquim aposta em dois setores para alavancar o consumo em 2017: produtos de higiene pessoal e agropecuário.

A indústria de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%.

Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016, em comparação com 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Foram apontados como pontos relevantes para o setor em 2017:

  • retomada lenta da economia levará a um crescimento pequeno no contexto doméstico;
  • o setor se deparará com muitas empresas em dificuldades para reequilibrar suas margens;
  • os investimentos continuarão em um ritmo lento por conta da instabilidade econômica;
  • o aperto no crédito tende a retroceder;
  • as mudanças regulatórias continuam no radar;
  • poderá haver uma recuperação do terreno perdido para importações;
  • e as exportações com plástico contido sofrerão, mas por outros motivos, como a operação Carne Fraca.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ABIEF

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COIM firma importantes parcerias na Feiplastic 2015

22/04/2015

Empresa italiana apresenta também quatro linhas de produtos no seu stand

coimA COIM – Chimica Organica Industriale Milanese, fabricante de especialidades químicas localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, participa da edição 2015 da Feiplastic. A empresa apresentará seus produtos das linhas Novacote (adesivos para laminação de embalagens flexíveis), Imuthane (elastômeros de PU), Laripur e Laricol (TPU’s).

A empresa italiana também aproveitará o momento para oficializar importantes parcerias. A primeira delas é com a marca americana NDC Technologies, responsável por desenvolver o leitor de gramatura – equipamento que lê a quantidade real de adesivo aplicado online (g/m2) no ato da laminação, podendo ser corrigido durante o processo, de modo a evitar perdas e prejuízos.

Já a segunda parceria é com a empresa Gomatech, no fornecimento de dosadores de alta qualidade e segurança. “Contamos com o apoio dessas marcas para auxiliar nossos clientes a obterem produtos de excelência, gerando a eles um grande potencial competitivo”, declara José Paulo Victorio, presidente da COIM Brasil (www.coimgroup.com.br).

Além de mostrar todo o seu portfólio de produtos para o público, a empresa, que participa pela primeira vez da maior feira da América Latina no setor de plástico, também espera ampliar a carteira de clientes durante o evento.

Serviço:
Feiplastic 2015
4 a 8 de maio
Das 11h às 20h
Anhembi – São Paulo-SP
Estande: A500

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Coim Brasil conclui expansão de fábrica de Adesivos e Selantes para embalagens flexíveis

04/06/2013

Capacidade de produção aumentou em aproximadamente 30% e empresa consolida a liderança na América Latina em Adesivos e Selantes para embalagens flexíveis

A Coim Brasil, empresa localizada em Vinhedo/SP, anunciou a conclusão da expansão feita em sua planta. O investimento foi da ordem de  R$10 milhões e com isso, o faturamento tem potencial para aumentar em 20 a 30%, assim como sua capacidade de produção. Além disso, a empresa passa consolida a liderança  no segmento de adesivos para embalagens flexíveis na América Latina.

A fábrica conta com equipamentos de última geração e únicos no país, que possuem uma tecnologia de alto controle de processos online, o que garante excelente qualidade e risco zero de problemas de contaminação de produtos. “Com essas mudanças conquistamos novos clientes e trouxemos inovação para o mercado de embalagens flexíveis”, afirma o CEO José Paulo Victorio, da Coim Brasil.

Sobre a Coim Brasil: Fundada em 1962, a COIM é especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e outras especialidades químicas. Possui capacidade de produção de 48 mil toneladas/ano em seu complexo industrial de diferentes linhas de produtos para mais de 25 diferentes aplicações no mercado. Neste ano, a empresa comemora 15 anos de atuação no Brasil e 50 anos no total.  A empresa possui fábricas localizadas na Itália, Alemanha, Cingapura, Estados Unidos e Brasil.

Fonte: Coim Brasil

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Faturamento do setor de embalagens plásticas flexíveis cresce 7,5% em 2012

23/04/2013

Estudo da Maxiquim mostra que, em comparação com 2011, o setor também alcançou aumento no volume de produção (1,9%).

 Apesar de 2012 ter sido um ano de muita instabilidade para o setor de transformação de plásticos, o segmento de embalagens plásticas flexíveis registrou aumento no faturamento em 7,5% com relação ao ano anterior, segundo estudo da Maxiquim solicitado pela Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Em 2011, o segmento faturou R$ 11,2 bilhões. Já no ano seguinte, o faturamento registrado foi de R$ 12 bilhões.

O volume de produção também cresceu em 2012. Em 2011, a produção foi de 1.779,19 mil toneladas de embalagens flexíveis contra 1.813 mil toneladas em 2012, ou seja, crescimento de 1,9%.

Apesar destes números positivos, o setor sofreu com a volatilidade dos custos, principalmente no que tange ao aumento dos preços das matérias-primas superior aos demais custos de produção e ao consequente aumento nas importações de produtos acabados.

O estudo da Maxiquim mostrou que as importações de embalagens flexíveis cresceram 11,5% em valores (de US$ 573 milhões, em 2011, para US$ 639 milhões, em 2012) e 12,8% em volume (de 120 mil toneladas, em 2011, para 136 mil toneladas em 2012), ou seja, o déficit da balança comercial do setor foi o maior dos últimos oito anos, atingindo US$ 453 milhões no ano de 2012.

Mostrou ainda que as exportações caíram no período. Em valores, a queda foi de 14,0% (de US$ 217 milhões, em 2011, para US$ 186 milhões, em 2012) e 14,7% em volume (de 62 mil toneladas, em 2011, para 53 mil toneladas em 2012).

O setor de embalagens plásticas flexíveis faz parte da indústria brasileira de transformação plástica, setor que conta com 11 mil empresas e gera cerca de 350 mil empregos diretos no país.

Neste, a Abief – Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis é a entidade que há 35 anos representa o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis, correspondente a cerca de 40% da produção do setor, com uma diversa gama de embalagens plásticas, para as mais diversas finalidades, tais como filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink (encolhíveis) e stretch (estiráveis); rótulos e etiquetas; stand up pouches (SUP) e embalagens especiais.

Diante desse cenário, a Abief tem atuado no sentido de resgatar a competitividade da sua indústria, tanto no mercado interno quanto para exportação. “O ano de 2012 foi especialmente desafiador para o setor; os custos, com destaque para a escalada dos preços das matérias primas, dificultaram bastante a obtenção de margens satisfatórias pelas empresas”, afirma Sergio Carneiro Filho, novo presidente da Abief .

Segundo ele, ainda assim foi grande a movimentação da entidade, visando melhorar o cenário dos negócios. “Seja com o diálogo, no sentido de equalizarmos devidamente as movimentações de custos, tanto com fornecedores, quanto junto aos clientes; seja no sentido de pleitear a equalização de determinadas tributações impactantes na nossa cadeia produtiva; seja investindo e procurando maximizar a eficiência e produtividade das empresas, com consequente redução de custos“, disse o executivo.

Com isto, o ano de 2013 apresentou um início bem mais animador. “A redução dos custos da energia elétrica, a manutenção da disponibilidade de recursos para novos investimentos pelo BNDES, a momentânea nova estabilidade dos custos das matérias primas e a concretização de negociações ao longo da cadeia, tudo isso em conjunto mostra um ano mais otimista para a indústria de embalagens plásticas flexíveis”, concluiu Sergio Carneiro Filho.

Fonte: M. Free Comunicação / Abief

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BASF expande capacidade de poliamida 6 de alto desempenho na Alemanha

22/12/2012
  • Fortalecimento do negócio de filmes da BASF globalmente
  • Aumento da capacidade em 21 mil toneladas métricas ao ano
  • Início das operações em dezembro de 2012

A BASF aumentou a capacidade produtiva de filme Ultramid® B (poliamida 6) em sua sede em Ludwigshafen Verbund para 21.000 toneladas métricas por ano em dezembro de 2012.

“Este aumento de capacidade reflete a demanda crescente de nossos clientes por aplicações sofisticadas de polímeros na área de filmes flexíveis para embalagens alimentícias”, explica Hermann Althoff, responsável global pela unidade de Poliamidas e Intermediários da BASF. “Com esta nova capacidade para poliamidas de alto desempenho, estaremos aptos a ajudar nossos clientes a inovar e realizar aplicações de filme ainda melhores”.

Produtos para a indústria de filme e monofilamentos

Com mais de 60 anos de experiência, a BASF é a líder mundial no fornecimento de poliamida e intermediários de poliamida de alta qualidade para as indústrias de filme e monofilamentos. A linha de produtos inclui Ultramid® B (poliamida 6), Ultramid® C (copolímero de poliamida 6/6.6) e Ultramid® A (poliamida 6.6). Os produtos Ultramid® de filmes e monofilamentos são melhorados para alta performance e grande variedade de aplicações por meio da modificação polimérica e da aditivação. Devido a suas excelentes propriedades de barreira contra oxigênio, óleo, aromas e outras substâncias e sua alta resistência ao rasgamento, os produtos da BASF se tornaram indispensáveis para a produção de embalagens flexíveis para alimentos e filmes técnicos.

Parte da linha de produtos Ultramid® também foi melhorada para a produção eficiente de monofilamentos como fios e cabos industriais, linhas de pesca, encordoamento de raquete de tênis e linhas de cerca para erva daninha.

Produção ao redor do mundo

A BASF opera fábricas de polimerização de Ultramid® B (poliamida 6) em Ludwigshafen (Alemanha), Antuérpia (Bélgica), Freeport (EUA) e São Paulo (Brasil).

Fonte: BASF

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27a. Fispal Tecnologia recebe 64 mil visitantes qualificados.

20/06/2011

Profissionais do setor de embalagens para alimentos e bebidas conferiram as principais tendências do setor e novidades em produtos

A 27ª Fispal Tecnologia, realizada de 7 a 10 de junho, confirma o bom momento do setor de embalagens para alimentos e bebidas, com a presença de mais de duas mil marcas expositoras e 64 mil visitantes qualificados. Esta edição também marca um momento importante para o mercado de feiras no Brasil, com a compra da Brazil Trade Shows pelo Informa Group, assumindo assim o segundo lugar no ranking de feiras de negócios do País. A edição de 2012 está confirmada para 12 a 15 de junho, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Atualmente, o grupo Informa tem presença em mais de 40 países, sendo o primeiro na realização de eventos, com 10 mil eventos e cerca de 200 feiras ao ano. Desde 1995 no Brasil, o grupo já promoveu 500 eventos por ano. Para Alexandre Barbosa, presidente da BTS, “a qualificação do público visitante, que já é uma marca das feiras da empresa, será ainda maior, graças a sinergia entre o conteúdo dos eventos e as feiras promovidas pelo grupo”.

Ainda segundo o executivo, muitos expositores afirmaram que esta foi a melhor edição da Fispal Tecnologia dos últimos dez anos, tanto pela visitação qualificada quanto pela presença de empresas expositoras de 14 países – África do Sul, Argentina, China, Estados Unidos, Espanha, Holanda, Itália, Peru, Suíça, Polônia, Taiwan, Turquia, Malásia e Canadá. “Muitos contatos realizados aqui serão revertidos em negócios nos próximos seis meses”, explica Alexandre Barbosa. A Fispal Tecnologia ocupou de 76 mil m2 do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, 13% a mais que na edição passada.

De acordo com o Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV, as importações cresceram 70% em 2010, atingindo US$ 794,05 milhões ante os US$ 467,1 milhões de 2009. O crescimento ocorreu em função do aumento das compras de embalagens metálicas para abastecer o mercado interno, que cresceram 234,8, estimulado pela alta do consumo de bebidas. A capacidade produtiva interna alcançou o seu limite, e as indústrias nacionais estão em um processo de aumento de investimento para atender a alta demanda.

Relatos de expositores

Thais Fagusy, gerente executiva da ABEAÇO: “Este ano, o nosso estande teve uma movimentação maior em relação a 2010. Em apenas dois dias tivemos cerca de 600 pessoas participando dos nossos games. No ano passado, o evento inteiro contou com 800 participações. Além disso, tivemos um público mais qualificado: diretores, gerentes e pessoas com um maior poder decisório, o que resultou em um aumento de aproximadamente 30% nas negociações.”

Hermes Lago, diretor de comercialização de máquinas da Romi: ”o consistente crescimento no mercado de embalagens foi ratificado pelos resultados obtidos na Fispal, sinalizando um panorama favorável para o restante de 2011.”

José Fernandes, diretor comercial da Sleever: “A Sleever teve um aumento na movimentação do estande em relação ao ano passado. Contamos principalmente com a presença de empresas do Mercosul, de países como a  Argentina e o Chile.”

Guilherme Vivona, gerente regional da ACMA: “Posso garantir que em três dias de Fispal fiz mais contatos do que em uma semana de Interpack. Tivemos um aumento de cerca de 40% em potencial de negócios e mais interação com os setores comercial, operacional e de pesquisas. O contato com o nível técnico foi tão bom quanto com o comercial.”

Marcos Cremasco, gerente de vendas da divisão Termotecnologia da Bosch: ‘Este é o segundo ano em que a divisão Termotecnologia da Bosch participa da Fispal Tecnologia. Para nós, é muito importante estar presente em uma das maiores feiras do setor de embalagens, processos e logística para as indústrias de alimentos e bebidas da América Latina. A edição deste ano contou com um público mais qualificado, que foi visitar a feira com um olhar mais técnico e com propósitos definidos o que, com certeza, irá gerar bons negócios em médio prazo.’

Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF): “Este ano, realizamos na Fispal Tecnologia o Fórum de Embalagens Plásticas Flexíveis. A feira é o palco ideal para a realização de um evento desta magnitude, pois reúne visitantes nacionais e internacionais importantes. Além disso, criamos uma parceria com a Brazil Trade Shows que permitiu ao participante do Flex 2011, o 2° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, visitar a Feira. Ao credenciar-se para o evento, ele automaticamente recebia uma credencial VIP para a Fispal.”

Luciana Galvão, gerente de marketing da SIG Combibloc para a América do Sul: “A Fispal atendeu as expectativas. Recebemos a visita de grandes players, que demonstraram muito interesse no EcoPlus, porque realmente é um novo produto e não apenas uma mera extensão de linha. Esta edição foi uma boa oportunidade para encontrar clientes e possíveis prospects. Muitos dos que participaram da inauguração de nossa fábrica também fizeram questão de nos visitar aqui. Ficamos muito contentes.”

Taina Sena, analista de Marketing da Ingersoll: “Esta é nossa segunda participação na Fispal Tecnologia e estamos com um espaço bem maior, o que nos deu mais visibilidade. O público visitante é bastante selecionado, com foco mais específico. Viemos com o objetivo de divulgar uma linha de produtos que queremos ampliar a penetração no mercado. Também viemos para fazer contatos e para divulgar nossa marca.”

Karina Viotti, assistente Comercial e de Marketing da KHS: “A KHS participa da Fispal há alguns anos, mas estamos surpresos com a visitação, que foi muito maior nesta edição. Nosso objetivo, ao criar esse espaço na Fispal Tecnologia, é ter mais contato com os nossos clientes porque alguns são de outros estados e a feira acaba atraindo essas pessoas. Também tivemos visitantes de outros países como Chile, Peru, Alemanha e Argentina.”

Sobre a Brazil Trade Shows
A Brazil Trade Shows foi recentemente integrada ao Informa Group, que possui uma atuação global em mais de 40 países,  promove aproximadamente 10 mil eventos de treinamentos técnicos para executivos e organiza 200 feiras por ano em importantes setores econômicos, como saúde, energia, imobiliário, marítimo, transporte e finanças. Com a aquisição, a BTS passa a ocupar a segunda posição no ranking de feiras de negócios do País e a principal voltada para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas na América Latina, com feiras e publicações mundialmente conhecidas.

As duas empresas contabilizam 22 feiras realizadas nacionalmente: Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, Fispal Hotel, Fispal Café, ABF Franchising Expo, TecnoSorvetes, TecnoCarne, MercoAgro, ForMóbile, SIAL Brazil, Fispal Food Service Nordeste, Fispal Tecnologia Nordeste e ABF Franchising Expo Nordeste, Serigrafia, Sign, Future Têxtil, Cards & Payment Systems, ExpoFarmácia, ID Brasil, Agrinsumos Expo & Business, e IndusPec. O portfólio nacional ainda conta com uma área editorial responsável por quatro revistas: Nacional da Carne, Leite e Derivados, Sign e Silk-Screen.

Fonte: 2Pro Comunicação