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Feira Interplastica na Rússia despertou alto nível de interesse, apesar dos tempos difíceis

26/02/2016

interplastica_logoA tecnologia ocidental para a produção de embalagens e processos relacionados, bem como para a fabricação de produtos de plástico e de borracha, ainda é altamente valorizada por empresas russas. No entanto, as condições políticas atuais, a queda do preço do petróleo, um rublo continuamente fraco, com uma taxa de inflação de aprox. 15,8 % no ano passado, bem como pouca disponibilidade para empréstimos tem dificultado os investimentos, especialmente para pequenas empresas.

Por outro lado, ainda é necessário um investimento considerável na Rússia e em países vizinhos. Acima de tudo, a demanda foi colocada sobre a indústria doméstica de bens de consumo, a indústria de alimentos e a indústria de embalagens no sentido de que estas otimizem os seus processos de produção e qualidade de produtos, a fim de poderem substituir importações. Portanto, a obtenção de informações sobre tecnologias inovadoras, a manutenção de relações comerciais com fornecedores ou o estabelecimento de novas relações representaram o principal foco dos visitantes da Interplastica e UPAKOVKA / Upak Italia 2016. De 26 a 29 de janeiro passados, 20.900 visitantes profissionais provenientes da Rússia e seus países vizinhos vieram ao Moscou Expocentre em Krasnaya Presnya – cerca de 1.900 a mais que em 2015. A atmosfera dentro dos pavilhões era notavelmente excitante. Os expositores relataram a existência de empresários extremamente interessadas, que também estavam, em parte, prontos para fazer encomendas. Um total de 828 empresas de 38 países apresentaram sua gama de ofertas em ambas as feiras.

“A Rússia ainda é um mercado potencialmente significativo, embora esteja atualmente passando por tempos difíceis. No momento, para as pequenas e médias empresas russas, em particular, não está sendo fácil – o problema do financiamento dos investimentos previstos é um bastante grande. No entanto, o mercado, de forma alguma, chegou a uma paralisação. Há ainda um elevado grau de interesse em máquinas inovadoras de alta qualidade e em sistemas e materiais. As empresas querem investir e também estão fazendo um esforço para implementar os projetos planejados. Em tal situação, as feiras comerciais desempenham um papel importante. Com sua participação, os expositores tem demonstrado que eles não tem apenas como objetivo em mente o sucesso a curto prazo, mas estão fazendo esforços para manter relacionamentos de forma sustentável. Isto foi claramente recompensado “, comentou Matthias Werner Dornscheidt, Chairman e CEO da Messe Düsseldorf. A empresa organiza as duas feiras comerciais especializadas: a Interplastica e a UPAKOVKA / Upak Italia, em conjunto com sua subsidiária, a Messe Düsseldorf Moscou OOO, sendo que a última feira é implementada em colaboração com a organizadora italiana CPA.

Os visitantes foram unânimes em expressar um feedback positivo sobre a versátil gama  de empresas e produtos, os inúmeros lançamentos de produtos, bem como sobre a presença de muitos líderes de mercado. Fornecedores especiais e recém-chegados também estavam contentes com a atividade animada em seus estandes de feiras.

Para os fabricantes de máquinas alemães, a Rússia ainda é um mercado de vendas interessante, mesmo que os valores estejam atualmente em declínio. Durante o período de janeiro a novembro de 2015, os embarques de exportação alemãs de máquinas para processamento de plásticos e borracha para a Rússia totalizaram 118,8 milhões de euros, o que é uma diminuição de 16,7 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar desta diminuição das encomendas, a Alemanha continua a ser o fornecedor mais importante neste segmento. Em 2014 (dados para 2015 ainda não estão disponíveis), a fatia de mercado alemã estava em 23,9 %, seguida pela Itália com 12,6%, sendo bem à frente da China, cuja quota de mercado foi de 11,6 por cento. A exportação mundial de plásticos e máquinas de borracha para a Rússia apresentou um aumento de 4,1 por cento em 2014 em comparação ao ano anterior, correspondendo a um valor total de 666.0 milhões de euros.

Bernd Notel da Associação alemã para plásticos e máquinas de borracha ( VDMA) está satisfeito pelo fato de que as relações comerciais russo-alemãs tem sido tradicionalmente repletas de confiança e que continuam, mesmo em tempos difíceis. “Máquinas “made in Germany” tem uma boa reputação aqui e o serviço prestado pelas empresas alemãs é muito apreciado. Fornecedores alemães aproveitaram a sua presença durante a feira para manter um contato estreito com seus clientes e apresentar suas inovações. O financiamento dos investimentos planejados e necessários representa atualmente o maior problema. No entanto, definitivamente há otimismo para o futuro – especialmente porque parece que estão sendo desenvolvidos esforços pelo governo russo para impulsionar a expansão da produção doméstica. O desenvolvimento da cadeia de valor agregado tem sido negligenciada – sendo que os atuais preços baixos do petróleo e do gás tem permitido algum movimento neste campo”. Notel também declarou que muitas empresas alemãs chegaram à Interplastica com expectativas moderadas, mas foram claramente surpreendidas pelo aumento do número e da alta qualidade de contatos estabelecidos.

Como é habitual, a Itália foi fortemente representada durante a Interplastica. Nas salas 1 e 3, havia inúmeros expositores individuais e também grandes stands que ofereciam um amplo panorama das ofertas. E, embora os fabricantes italianos não tenham podido vender tantas máquinas e ferramentas para a Rússia como em 2013, as empresas estão contando com os bons contatos com os clientes que têm persistido por muitos anos, bem como na qualidade de seus produtos. Isso foi confirmado por Mario Maggiani, CEO da Associação dos Fabricantes de Máquinas Italianas, Assocomaplast: “As exportações de máquinas para plásticos e borracha, bem como moldes, caíram 12 por cento em 2014 em relação ao ano anterior, ou seja, de 119,5 para 105,3 milhões de euros. E se dermos uma olhada em 2015, temos que assumir inclusive um declínio de 20 a 30 por cento, à luz dos dados existentes até hoje para os três primeiros trimestres. Desse modo, a Rússia caiu para oitavo lugar em nossas estatísticas de exportação, depois de ter sido um dos cinco mercados de vendas mais importantes para os fabricantes italianos de máquinas para plásticos e borracha por muitos anos”. No entanto, Maggiani também comentou que, embora não se espere nenhuma melhoria rápida em face da difícil conjuntura econômica, em particular, do rublo fraco, da queda do preço do petróleo e das sanções, a grande afluência de visitantes na Interplastica, bem como as discussões específicas, foram claramente muito além das expectativas dos expositores italianos.

A gama de ofertas de expositores da Interplastica foi complementada por um programa de apoio especializado. No “Ponto de Encontro de Matérias-Primas”, aconteceram palestras e rodadas de discussões onde matérias-primas, a reciclagem de plásticos e aditivos de produção foram os temas de foco. Além disso, expositores apresentaram produtos e processos inovadores em seminários abertos.

A próxima Interplastica em Moscou acontecerá de 24 a 27 Janeiro de 2017, novamente em paralelo com a UPAKOVKA / Upak Italia. Mais informações estão disponíveis on-line em http://www.interplastica.de e na Messe Düsseldorf GmbH, o Sr. Thomas Franken, tel. 0211 / 4560-7739, e-mail: FrankenT@messe-duesseldorf.de e Claudia Wolfgram, Tel. +49 (0) 211-4560-7712, E-mail: WolfgramC@messe-duesseldorf.de

Fonte: Messe Duesseldorf

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Braskem promove uso de polipropileno em embalagens de tintas

03/11/2015
Baldes de polipropileno para tintas

Baldes de polipropileno para tintas

Plástico contribui para a diminuição do aquecimento global e toxicidade, de acordo com estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, apresentado pela Braskem na feira Abrafati 2015

A Braskem apresentou na feira Abrafati 2015 as principais vantagens técnicas e ambientais das embalagens para tintas produzidas a partir de polipropileno em comparação às manufaturadas em folha de flandres (laminado composto por ferro e aço e revestido com estanho). As principais vantagens do plástico se dão em relação ao aquecimento global e toxicidade, afirma a empresa.

Na comparação a alternativas de mesmo volume feitas em folhas de flandres, as embalagens de polipropileno provaram ser menos danosas ao meio ambiente, segundo a Braskem. Os dados foram reunidos em estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, uma metodologia que analisa os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto ou serviço. O estudo foi realizado pela consultoria ACV Brasil e submetido a um processo de revisão técnica pela KPMG.

De acordo com o levantamento, afirma a Braskem, se 1 milhão de litros de tinta fosse envasado em embalagens plásticas de 3,6 L em vez de embalagens de folha de flandres, seria evitada a emissão de 58 toneladas de CO2 – o que é equivalente a um carro percorrer o trajeto de 222 mil km -, além de um volume de chuva ácida suficiente para encher 1.262 piscinas olímpicas.

“A sociedade e o mercado, em particular, estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade de seus produtos, e essa preocupação deve, necessariamente, passar pelas embalagens. Por isso, escolhemos a Abrafati para apresentar o estudo, já que é o mais importante evento do setor de tintas, e para o qual é de extrema relevância apontar as características que fazem do plástico um material mais econômico e mais amigável ao meio ambiente”, afirma Marco Antonio Cione, diretor Comercial de Polipropileno da Braskem.

ACV – A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo as etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas que entram no sistema produtivo até o produto final. Esta análise permite que a Braskem compreenda cada vez mais o impacto ambiental de seus produtos ao longo do ciclo de vida. Desde 2005, a companhia utiliza a metodologia de ACV e, hoje, já possui 58 estudos.

Fonte: Braskem

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Dow apresenta resina para tubos de alta temperatura e soluções em filmes industriais durante a Feiplastic

01/05/2015

Dow_HyperthermDurante a Feiplastic, que acontecerá de 4 a 8 de maio, em São Paulo (SP), a área de embalagens rígidas irá lançar o HYPERTHERM™ – uma resina para tubos de canalização de água quente e fria, tanto para uso residencial quanto industrial. A nova resina oferece resistência a altas temperaturas, além de maior flexibilidade da tubulação plástica, facilitando a instalação.

Primeira solução da Dow para tubos de canalização de água quente e fria, o HYPERTHERM™ reduz a probabilidade de vazamento e elimina a necessidade de pausas nas articulações, afirma a empresa. Além disso, a resina tem nível 5 na certificação de cloro, é resistente à corrosão, ajuda a melhorar a eficiência energética de aquecimento de água e pode ser reciclada, complementa a Dow.

“Tubos plásticos feitos com HYPERTHERM™  apresentam excelente durabilidade e resistência, contribuindo para o prolongamento da vida útil do produto”, diz Adriano Aun, gerente de marketing do segmento Unitização e Filmes Industriais para a América Latina.

Na área de filmes industriais, a Dow apresentará seu portfólio para essa divisão de negócios com foco no desenvolvimento de aplicações sustentáveis para embalagem e transporte de produtos. A empresa atua há mais de 20 anos no segmento de filmes industriais, agrícolas e de transporte.

De acordo com Adriano Aun, gerente de marketing do segmento de Unitização e Filmes Industriais para a América Latina, o Brasil segue uma tendência mundial de utilizar resinas de polietileno na fabricação de filmes para materiais paletizados, resistentes à perfuração e para o envolvimento de diversos produtos, como  limpeza, latas de alimentos e garrafas de bebidas. Para Adriano, cada vez mais nota-se a necessidade de uma proteção extra para as cargas durante todo o processo de deslocamento que evitem perdas e desperdícios.

Os destaques para resinas direcionadas à produção de filmes que atendem esta tendência crescente são o Stretch de alto desempenho (DOWLEXTM, ELITETM, ELITETM AT e ATTANETM), além da plataforma Elite AT para produção de filmes Stretch Hood 100% PE.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Braskem apresenta resina para embalagens de hambúrgueres

07/04/2015

Produto garante maior resistência ao manuseio e transporte e diminui o risco de perdas eventuais ocasionadas por contaminação

A Braskem desenvolveu em seu Centro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS) uma nova resina destinada ao mercado alimentício no acondicionamento de itens congelados, como hambúrgueres. Trata-se da resina de polietileno HF0131XP, desenhada especialmente para processo de extrusão de filmes tubulares.

Já disponível em supermercados de todo o Brasil, as embalagens de hambúrguer produzidas com esse produto contam com propriedades mecânicas diferenciadas que potencializam a eficiência na produção e oferecem uma boa aparência nas gôndolas de supermercados, com transparência e tom branco mais atrativo por conta de aditivação especial, tornando-as mais atraentes ao consumidor final.

Outra novidade é que o material não precisa ser misturado com outras resinas ou aditivos, o que garante utilização na forma pura para atingir os exigentes requisitos de mercado.  Dessa maneira, o filme torna-se mais resistente durante o processo de fabricação, o que aumenta os índices de eficiência ao fabricante, e oferece facilidade para envase aos frigoríficos.

Embora a durabilidade do hambúrguer esteja associada principalmente à temperatura na qual o produto é mantido, a resina HF0131XP é capaz de produzir filmes com elevada resistência mecânica em baixas temperaturas. Essa característica diminui o risco de perdas eventuais ocasionadas por contaminação proveniente de rasgos nas embalagens.

“O lançamento da resina demonstra o compromisso da Braskem com o desenvolvimento de soluções inovadoras e que atendam às necessidades de nossos clientes”, diz Fabio Agnelli Mesquita, gerente de engenharia de aplicação da Braskem.

Fonte: Braskem

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Caixas da Termotécnica em EPS mantém frutas saudáveis por mais tempo

18/03/2015

Termotecnica_dacolheitaA Linha DaColheita, da Termotécnica, compreende caixas para acondicionamento de frutas feitas em EPS(isopor®). Seu diferencial de maior destaque é a conservação térmica. Ao manter a temperatura dentro da caixa, a fruta sofre menor perda de peso, desidratação e mantém seu teor vitamínico por mais tempo.

As conservadoras DaColheita já são utilizadas com sucesso por produtores de frutas premium de Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, onde a Termotécnica tem uma unidade fabril para atender este mercado em franco desenvolvimento.

De acordo com o Gerente Comercial da Fazenda Special Fruit, Roberto Carvalho, da cidade de Petrolina, as conservadoras em EPS da Termotécnica têm como principal benefício o aumento na vida de prateleira da fruta. “Identificamos que as uvas acondicionadas e transportadas em EPS duravam em torno de 20% a mais de tempo nas prateleiras, em comparação com as frutas nas embalagens de papelão”, explica Roberto.

A Fazenda Special Fruit é cliente da Termotécnica há quatro anos, consumindo cerca de 600 mil embalagens DaColhieta por ano de EPS para uvas. Além do ganho em maior tempo de conservação, Roberto destaca que os clientes que preferem a embalagem de EPS costumam ser os mais exigentes. “Além de terem o produto por mais tempo nas prateleiras, esses clientes também buscam uma melhor apresentação da fruta, que se destaca quando está no EPS”, frisa. A Special Fruit comercializa a marca Suemi no mercado interno e para exportação.

A Cooperativa de Agronegócio de Juazeiro adotou há mais de dois anos as conservadoras de EPS para transporte e comercialização de uvas do segmento premium. De acordo com o engenheiro agrônomo Junior Silveira, responsável pela área Comercial da cooperativa, as embalagens de EPS trazem uma impressão bastante positiva no aspecto visual, de higiene, no contraste das frutas que ficam mais vistosas e com um visual fantástico. “Nossas vendas foram alavancadas com as embalagens DaColheita, proporcionando agregação de valor principalmente para os mercados de São Paulo e Rio de Janeiro”, revela Silveira.

Segundo a Gerente Comercial da Termotécnica, Maida Rodrigues, as conservadoras em EPS também proporcionam ao produtor a facilidade e durabilidade durante o transporte e empilhamento, já que o material tem alta resistência ao peso e absorve bem os impactos. “Além disso, para o varejista, as conservadoras DaColheita agregam uma melhor estética na exposição dos produtos pois mantêm o formato e não absorvem umidade e, para o consumidor final, garantem a integridade das características nutricionais, ou seja, um produto de maior qualidade”, ressalta Maida.

A engenheira de alimentos, Franciele D’avila, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Termotécnica, reforça que os benefícios com o armazenamento da uva em EPS são muito significativos e vão desde a otimização da mão de obra na fazenda, a menor perda de água e vitamina C da fruta, a menor perda de degrana, até a satisfação dos consumidores. Ela ainda complementa que, além de testes internos, estudos de centros de pesquisa e universidades de renome mundial comprovam a superioridade das características de conservação pelo EPS.

Segundo a Termotécnica, um desses estudos, conduzido pelo Korean Food Research Institute, entidade localizada na Coreia do Sul, que estuda tecnologias de base sobre o armazenamento, segurança e distribuição de alimentos para melhorar a saúde das pessoas e a qualidade de sua vida, realizou uma série de pesquisas que destacam o percentual de vitamina C de frutas e legumes, após uma semana de armazenamento em embalagens de EPS e papelão. A média de ganhos com o EPS é significativa. Ao comparar a conservação de uvas quando armazenadas em embalagens semelhantes, sendo uma de papelão e outra de EPS, verifica-se um aproveitamento de mais de 40% superior quando armazenada na embalagem de EPS.

Sobre a Termotécnica:  maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento a Termotécnica produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Comunicação / Termotécnica

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Polietileno verde da Braskem é usado por Adimax na embalagem de alimentos para animais

06/12/2013

Mais saudável e sustentável, a linha de produtos contém ingredientes diferenciados e de alta qualidade, além de utilizar plástico de fonte renovável produzido pela Braskem em suas embalagens

Braskem_AdipetPara consumidores que buscam oferecer mais saúde e bem-estar aos seus cães e gatos e que ainda se preocupam em consumir produtos mais sustentáveis, a Adimax lança linha Super Premium “Fórmula Natural” com novos ingredientes. Outra novidade é a embalagem sustentável do produto, feita com o plástico verde de origem renovável, da Braskem.

São treze versões desenvolvidas para melhor adaptação ao porte, idade e características individuais dos animais de estimação. Para os cães, portes Mini/Pequeno e Médio/ Grande, a linha se divide em Filhotes, Adultos, Sensitive, Light e Sênior. Já para os gatos, apresentamos as seguintes opções: Filhotes, Adultos e Castrados.

“Uma alimentação saudável, adequada para atender as necessidades de cada animal, proporciona muitos benefícios, o que se reverte em qualidade de vida e, consequentemente, longevidade”, reforça o Prof. Dr. RodrigoBazolli, gerente técnico da Adimax Pet.

“A Braskem busca criar produtos que inovem para melhor servir às pessoas. O uso do plástico verde proporciona ao consumidor uma solução mais inteligente e ambiental para embalagens. A expansão da parceria com a Adimax reforça o cuidado da empresa em oferecer uma solução mais sustentável para seus clientes”, relata Alexandre Elias, diretor de Renováveis da Braskem.

O plástico verde é feito a partir do eteno, obtido do etanol de cana-de-açúcar. Seu grande diferencial é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Para ajudar o consumidor a reconhecer o plástico verde nas lojas, a Braskem criou o selo ‘I´m green TM’, que garante a origem renovável da embalagem.

As embalagens foram produzidas em parceria com a Incoplast e a Braskem. No segmento Pet Food, a Adimax tornou-se pioneira quanto à utilização desta tecnologia, no lançamento da linha Magnus Eco.

Com a inclusão da Super Premium Fórmula Natural no portfólio da empresa, a variedade de itens produzidos com plástico verde aumentará de quatro para mais de vinte itens, informa Leonardo Dalmagro, gerente de embalagens da Adimax Pet.

Fonte:  Braskem / Foto: Adimax

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DSM inova no processamento de poliamidas para filmes soprados

21/10/2013

Segundo a Royal DSM, o potencial da poliamida 6 para filmes soprados para embalagens flexíveis de alimentos é ainda maior com a introdução da sua resina Akulon ® XS. Graças às suas propriedades aprimoradas de cristalização, o Akulon XS possui uma janela de processamento ampliada, oferecendo novas possibilidades no projeto de multicamadas coextrudadas, bem como de estruturas de filmes em monocamada. Os processadores notam melhorias significativas na produção quando utilizam o novo Akulon XS.

À medida que a conscientização sobre a necessidade de redução do desperdício de alimentos e extensão do prazo de validade aumenta, a demanda por filmes-barreira para embalagens flexíveis para alimentos continua a crescer. Muitos filmes-barreira são coextrudados em linhas de filme soprado e estruturas com sete, nove e até onze camadas são agora bastante comuns. Esta tecnologia oferece uma maneira economicamente eficaz para combinar várias funcionalidades, como propriedade de barreira, capacidade de impressão, selagem e resistência ao impacto.

A poliamida 6 é uma opção muito interessante para utilização em tais filmes, devido às suas boas propriedades de barreira e à sua resistência mecânica. No entanto, a elevada taxa de cristalização da poliamida 6 pode limitar a sua janela de processamento. Normalmente, os processadores precisam comprometer a produtividade ou obter uma melhor processabilidade, misturando a poliamida 6 com poliamidas amorfas especiais mais caras ou copolímeros de poliamida. Isso reduz o custo benefício do filme.

Segundo a DSM, a sua resina Akulon XS resolve o problema. Ele se cristaliza de forma muito mais lenta no balão do filme do que a poliamida 6 convencional, de modo que a sua taxa de cristalização iguala-se à de outras camadas de material. Isso cria um balão mais estável e dá aos processadores mais flexibilidade nas suas condições de processamento. O filme também é mais elástico, e por isso, é necessário menos força para atingir a mesma blow-up ratio (BUR – relação de expansão), ou a mesma força pode ser usada para produzir uma espuma com uma BUR entre 7 e 10% maior. Há também menos rugas no filme plano.

Apesar da cristalização mais lenta criar cristais maiores, de onde se poderia esperar um filme menos claro, os testes em linhas de produção em escala industrial  têm mostrado que praticamente não há diferença discernível nas propriedades óticas dos filmes feitos com um filme de poliamida de referência e Akulon XS. Na verdade, todas as propriedades do filme são as mesmas do filme feito com a poliamida 6 padrão.

A DSM fornece Akulon XS aos clientes com um serviço especial de seus técnicos para maximizar as vantagens deste material inovador. A DSM está oferecendo suporte para otimizar o projeto da estrutura dos filmes, baseado em seu Modelo de Cálculo de Estrutura de Filme. Este modelo calcula as propriedades de barreira de diferentes estruturas de filmes, mesmo após o reprocessamento, e permite que os produtores de filme soprado  encontrem a estrutura de camadas e as condições de processamento ideais para o Akulon XS.

A DSM afirma que, com o Akulon XS, fica mais fácil e mais rentável para os processadores fazer filmes de poliamida 6 para embalagens flexíveis de alimentos, aproveitando as características propriedades mecânicas e de barreira da poliamida 6.

Fonte: DSM

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Braskem expande portfólio de resinas para o segmento de filmes termoencolhíveis

17/09/2013

A Braskem expande seu portfólio de resinas de polietileno de alta densidade (PEAD) com o lançamento de uma família especialmente desenhada para atender ao segmento de filmes termoencolhíveis (embalagens secundárias para unitização de latas e garrafas), também conhecidos como filmes shrink.

O principal diferencial da linha é o baixo nível de géis, garantindo uma embalagem compacta, sem furos, sem marcas na superfície e mantendo boa visualização do produto empacotado. A família apresenta duas resinas: a HD7600U e HD7600M, produzidas, respectivamente, no Rio de Janeiro e Bahia.

A formulação do filme shrink contempla, além do PEAD, polietilenos de baixa densidade e linear (PEBDL e PEBD). Segundo a Braskem, a combinação das propriedades inerentes a cada uma das famílias de resinas proporciona rigidez, encolhimento e compactação da unidade simultaneamente.

“A expansão do portfólio para filmes shrink demonstra a importância do segmento para a Braskem. A família HD7600 é resultado do trabalho conjunto dos nossos engenheiros com os Clientes, desenvolvido durante quase um ano, que garantiu o fornecimento de resinas de alta performance para atender de forma abrangente o mercado”, destaca Renato Augusto Yoshino de Lima, líder comercial do segmento de filmes industriais.

Fonte: Braskem

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Processo simplificado de fabricação de placas de DPET da OCTAL™ viabiliza rastreabilidade de embalagens termoformadas

14/03/2013

OctalA indústria de embalagens da América do Sul, especialmente no Brasil, continua em expansão. Muitas empresas estão procurando opções de materiais de embalagem e como resultado muitas estão fazendo a transição para a Placa e Resina de PET. Esta transição é atribuída à durabilidade, resistência e apelo visual da PET que resulta na sua escolha freqüente para diversas aplicações em embalagens de alimentos e bebidas. Entretanto, hoje em dia, a legislação mais recente e mais rigorosa em relação ao contato com alimentos tornou-se uma questão de grande importância para os usuários de PET.

Agora, a maioria dos fabricantes de embalagens implementa programas de garantia de qualidade e higiene para evitar que  produtos contaminados ou com defeito cheguem ao consumidor. Estes programas de rastreabilidade melhoram a garantia de qualidade e controles internos e mantêm a segurança alimentar em destaque. Tendo isto em mente, a rastreabilidade eficaz deve fornecer aos termoformadores e aos seus clientes uma visão completa da origem do material e como ele foi armazenado, transportado, seco, combinado e processado: por qual máquina, sob quais condições e a data de conclusão de cada lote de placas de PET.

Atualmente, os transformadores garantem que sejam criados registros da produção diária e depois transferidos para bases de dados de fornecimento de informações que seguem os produtos até os seus destinos. A informação incluída deve cumprir com cada norma de certificação à qual a empresa ou seu cliente aderiu, como ISO, BRC ou até mesmo os requisitos específicos do usuário final.

O rastreamento destes identificadores-chave para os termoformadores pode ser fácil ou muito complexo, dependendo de como o sistema está implementado. Obviamente, quanto menos complexo for o sistema de fabricação de placas de PET, mais fácil será rastrear o processo para encontrar respostas às questões conforme elas cheguem – isto é especialmente importante no campo da segurança alimentar.

Por exemplo, a extrusão de uma placa de APET reflete um processo de fabricação tradicional que tipicamente requer o uso de resina granulada de um fornecedor. Enquanto geralmente é fácil obter a devida documentação da maioria dos fornecedores de resina virgem, a “verdadeira” rastreabilidade de qualquer floco reciclado do pós-consumidor contido na placa se torna mais difícil visto que os sistemas de reciclagem são diversos e variados em seus processos e matérias-primas.

William J. Barenberg, Jr., Chief Operating Officer da OCTAL, explica: “Após a entrega de um fornecedor de resina de PET típico, a resina precisará ser seca em uma operação de quatro a seis horas antes de ser inserida na extrusora. Sempre que a resina é transportada e levada para fora do seu recipiente, ela está potencialmente exposta a contaminantes.”

Para eliminar alguns dos riscos que afetam a rastreabilidade, agora os termoformadores dispõem do processo novo, único e direto para a placa (DPET™) da OCTAL, o qual elimina cinco fases dos processos de produção de placas convencionais (granulador, SSP, compactador, secador e extrusora). Quando a PET derretida chega ao empilhamento programado aquecida na temperatura adequada, ela ainda não foi exposta à atmosfera nem aos intermináveis riscos de transporte.

“Os termoformadores devem observar que isto significa que não existe chance de contaminação no sistema. Isto garante uma placa acabada livre de umidade, de modo que os termoformadores se beneficiam da eliminação de todos os defeitos causados pela umidade. A rastreabilidade é favorecida visto que a resina está limitada a uma fonte.

“Os processadores e embaladores de alimentos na América do Sul agora podem ter certeza da pureza do produto,” diz Barenberg.

Qualquer termoformador de embalagens de alimentos em busca de fornecedores cuja documentação de rastreabilidade seja de fácil compreensão deve examinar as diferenças nos processos de fabricação de placas de PET. Existem duas áreas principais para se avaliar: o próprio fornecimento de resina e os processos de fabricação do produtor da placa. Quanto menos complexas cada uma destas áreas, maior a probabilidade de haver uma rastreabilidade confiável.

Fonte: Octal

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Estudo do CETEA / ITAL aponta macrotendências de embalagens até o ano 2020

18/11/2012

As principais macrotendências da indústria da embalagem foram apresentadas durante o IV Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos, realizado no auditório do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. O evento é promovido pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com apoio da Organização Mundial das Nações Unidas para Agricultura e Alimento (FAO).

Denominado “Brasil Pack Trends 2020”, o estudo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) e da Plataforma de Inovação Tecnológica do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).

“Somos entusiastas do Brasil Pack Trends desde 2005, quando apoiamos o estudo pela primeira vez”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. “Muitas das características apontadas pelo estudo vão ao encontro das características e dos desenvolvimentos que o nosso setor vem realizando.”

Sob a coordenação da especialista Claire Sarantópoulos, foram identificadas as macrotendências que deverão nortear a atuação da indústria de embalagens nos próximos anos: Conveniência e Simplicidade; Estética e Identidade; Qualidade e Novas Tecnologias; Sustentabilidade e Ética; e Segurança e Assuntos Regulatórios.

  • Conveniência e Simplicidade: o consumidor busca o chamado time-saving. “Está cada vez mais atento às características que trazem praticidade à sua vida, como facilidade de abertura, possibilidade de refechamento, ou o consumo em trânsito”, afirma Claire Sarantópoulos. A facilidade de abertura, que já está presente em uma série de produtos, passa a levar em conta consumidores com necessidades especiais, como os idosos, por exemplo. De acordo com o estudo, também foi detectada a preferência por produtos que consigam agregar praticidade ao preparo e no momento do consumo, minimizando uso de copos, talheres e outros utensílios, além daqueles que sejam porcionados, com possibilidade de uso em micro-ondas.
  • Estética e Identidade: o novo consumidor se caracteriza cada vez mais pela maior consciência, nível de exigência e busca de informações que auxiliem na decisão de compra. A demanda tenderá para produtos premium, que são associados ao luxo e ao hedonismo, ou por itens que remetam à sensação de “fazer parte do grupo”, que valorizam a qualidade de vida e o bem-estar. O levantamento verificou que há espaço para edições limitadas e produtos atestados por celebridades, que são lançados em ocasiões específicas e atraem as pessoas que buscam algo diferenciado.
  • Qualidade e Novas Tecnologias: as inovações estarão associadas a embalagens ativas e inteligentes, a novos materiais de menor impacto ambiental e à nanociência e nanotecnologia. São os absorvedores de oxigênio, controladores de umidade, removedores de colesterol, os filmes antimicrobianos, antioxidantes, as embalagens self heating ou self cooling. Essa tendência passa pelos componentes eletrônicos menores e mais baratos, que vão favorecer a interatividade, o entretenimento e personalização, além dos biossensores e nanosensores, que serão indicadores de tempo, temperatura, frescor, presença de microorganismos patogênicos e toxinas. O mercado de biopolímeros está crescendo e a nanotecnologia garante melhoria de propriedades como a barreira a gases, à umidade, à radiação UV, flexibilidade e resistência térmica. O uso da nanotecnologia também está relacionado à sustentabilidade, por meio da redução do peso das embalagens (lightweighting), como vem ocorrendo com as garrafas PET.
  • Sustentabilidade e Ética: pode ser resumida por “repensar a embalagem associada ao seu ciclo de vida”. Nela, destacam-se a otimização do sistema de produto/embalagem (doing more with less), o reuso & reciclagem, gerenciamento de resíduos & logística reversa e credibilidade e ética. Com todas essas propriedades, a embalagem não pode ser uma fonte de contaminação química, física ou microbiológica do alimento.
  • Segurança e Assuntos Regulatórios: destacam a confiabilidade, legislação e conformidade, que variam entre os países, apesar dos esforços para harmonização por parte de importadores e exportadores. A tendência é pelo desenvolvimento de sistemas eficientes que estimulem a melhoria contínua e transparência dos processos de fabricação da embalagem, que incluem certificações de sistemas de qualidade (ISO, FSSC, PAS) e sistemas de gerenciamento de segurança de processo.

A rastreabilidade de materiais de embalagem já é uma exigência de algumas legislações. “Como ela se torna cada vez mais necessária para a segurança e identificação de origem dos produtos, oferece oportunidades significativas para os fabricantes, varejistas e consumidores”, conclui Claire Sarantópoulos, coordenadora do estudo.

 Fonte: Abipet / WN&P Comunicação Ltda.

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Eventos internacionais movimentam a agenda do Export Plastic

09/10/2012

O Programa Export Plastic levará suas associadas para participar de dois importantes eventos internacionais até o final de 2012, sempre com o objetivo de promover a cultura exportadora das empresas. Entre os dias 28 e 31 de outubro, participarão da Pack Expo, que será realizada em Chicago, Illinois (EUA). A feira é especializada em Embalagens Rígidas e Flexíveis.

No mês de novembro, entre os dias 11 e 15, será realizada em Paris, na França, a Equip’Hotel. O evento que acontece no Porte de Versailles é focado em Utilidades Domésticas e linha profissional, para o segmento conhecido como HoReCa – Hotéis, Restaurantes e Catering.

 Para mais informações sobre a agenda de eventos do Export Plastic, consulte: www.exportplastic.com.br

Fonte: Boletim Export Plastic

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Dow realiza evento sobre soluções para embalagens

24/09/2012

Especialistas em embalagens flexíveis, produtos higiênicos, varejo e logística se reuniram para avaliar demandas, tendências e oportunidades

A divisão de Plásticos de Performance da Dow acaba DE apresentar para clientes e parceiros novas soluções para embalagens flexíveis, com destaque para os setores de alimentos, cuidados com pessoas, unitização e higiene. Numa nova proposta de discussão, a empresa reuniu os convidados em um Seminário Técnico para debater as melhores aplicações e produtos para cada etapa da cadeia. “Para desenvolver soluções que funcionam, queremos unir às nossas tecnologias a expertise do convertedor, que é especialista em produzir o melhor filme, e do brand owner, que conhece as necessidades do consumidor”, explica Axel Labourt, diretor de vendas da Dow para o Brasil.

Um painel com especialistas das áreas de embalagens, produtos higiênicos, varejo e logística abriu o evento. Bruno Pereira, gerente de soluções para embalagem da área de Plásticos de Performance para América Latina da Dow; Wilson Palhares, diretor da Bloco de Comunicação, que edita a revista Embalagem e Marca; Carlos Richer, consultor de benchmarking de desempenho de fraldas; Ricardo Pastore, professor e coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios do Varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing; e Marco Aurelio Prometti, responsável pela cadeia de suprimentos de perecíveis e regional centro oeste do Grupo Pão de Açúcar conduziram a discussão sobre as tendências no abastecimento de alimentos, o crescimento do consumo de fraldas descartáveis, sustentabilidade na cadeia, oportunidades e desafios. “A indústria consumidora espera por soluções inovadoras. Com a embalagem podemos trazer uma alternativa como a portabilidade de uma fruta, por exemplo, e as marcas poderão oferecer para seus clientes uma nova forma de consumir o produto, atendendo às demandas de praticidade, saudabilidade, barreira e melhor shelf life. É importante conversarmos para saber como trabalhar de forma integrada”, afirma Bruno Pereira.

Com a troca de informações, durante o evento pode-se observar que o comportamento do consumidor está mudando também no setor de higiene para produtos absorventes, como fraldas e absorventes feminino. “O crescimento e envelhecimento da população, aliados à elevação do poder econômico e baixa penetração destes produtos no Brasil vem contribuindo para a busca de soluções diferenciadas para atender aos novos e usuais consumidores, o que revela para a companhia um mercado com muito potencial de crescimento”, detalha Letícia Jansen, diretora de marketing de Higiene e Medicina da Dow. Entre as soluções apresentadas durante o seminário, a resina de fibra ASPUNTM para a fabricação de não-tecido mono spun bond foi um dos destaques da área de Higiene, apresentado por Thomas Allgeuer, cientista sênior da Dow. O não-tecido produzido com ASPUN confere uma suavidade excepcional comparada à tecnologia ofertada atualmente, o que se traduz em maior conforto, maciez e extensibilidade para produtos absorventes.

Entre as soluções inovadoras na área de embalagens para alimentos a Dow apresentou: filmes que combinam rigidez e transparência, que são uma nova alternativa para substituir filmes de cPP e BOPP; e estruturas 100% polietileno para termoformagem flexível, que possibilitam o crescimento desse tipo de embalagem em diversos mercados. Para oferecer embalagens ainda mais leves, o destaque foi a tecnologia de Microfoaming (microespumado) que possibilita filmes com mesma espessura e menor peso, gerando mínimos impactos em propriedades mecânicas. Outra solução patenteada pela Dow ressaltada no evento foi o Stand Up Pouch 100% Polietileno (PE) e para finalizar os destaques da área de embalagens para alimentos foram mostrados os conceitos para melhorar o controle na variação de CoF (Coeficiente de Fricção).

A unitização foi o tema que fechou o evento, compilando as necessidades e oportunidades de todos os setores. “É preciso trabalhar de forma correta e eficiente para se atingir o melhor resultado. Cargas mal paletizadas causam prejuízos enormes. A Dow oferece a resina adequada para cada aplicação, mas não adianta ter o melhor filme se ele não for bem aplicado na paletização. Por isso, é fundamental a orientação e a cooperação entre toda a cadeia de valor”, resume Eduardo Ruiz, técnico especialista para Plásticos de Performance do Dow.

Fonte: Dow

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Redes de Supermercado de São Paulo voltam a distribuir sacolas plásticas

26/06/2012

Segundo a Folha de São Paulo, as redes Carrefour e Pão de Açúcar voltarão a distribuir as sacolinhas plásticas a partir da próxima quinta-feira, 26 de junho, à tarde.  A iniciativa destina-se a cumprir notificação da decisão liminar da juíza Cynthia Torres Cristófaro, da 1ª Vara Central da capital, emitida ontem, que determinou que os supermercardos devem voltar a distribuir gratuitamente as sacolinhas plásticas para embalagem dos produtos comprados nos seus estabelecimentos.   A rede Walmart também informou que iniciará a distribuição das sacolinhas tão logo receba a notificação, o que ainda não ocorreu.

A liminar estabeleceu um prazo de 48 horas para os supermercados voltarem a fornecer as sacolinhas, a partir do instante em que receberem a notificação.

Segundo a juíza,  a interrupção da distribuição gratuita das sacolas  “nitidamente onera desproporcionalmente o consumidor”.

A APAS (Associação Paulista de Supermercados) afirmou que vai recorrer da decisão.

Para mais informações, clique nos links abaixo para acessar matérias no site da Folha de São Paulo e da Plastivida:

Folha de São Paulo

Plastivida

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Wittmann Battenfeld, Netstal e OMV usarão rótulos IML (in-mould labels) da Verstraete para injeção e termoformagem durante a Plast 2012 em Milão.

05/05/2012

Durante a Plast 2012, de 08 a 12 de maio próximos, a empresa belga Verstraete estará fornecendo rótulos IML (in-mould labels) em três stands. A Wittmann Battenfeld e a Netstal irão mostrar copinhos e potes moldados por injeção e a OMV irá distribuir tampas termoformadas. Estes produtos irão demonstrar como a tecnologia IML pode conferir às embalagens uma toque especial.

A Netstal irá produzir um recipiente retangular com rótulo do tipo “casca de laranja” (orange peel) em um tempo de ciclo de 3,6 segundos. A célula de moldagem inclui um molde da SCS com automação IML da Campetella. A Netstal estará exibindo no Hall 24, stands A17/B14.

A Wittmann Battenfeld irá mostrar um copinho de 300ml com aplicação de IML. Este copinho é decorado com um rótulo do tipo “casca de laranja” (orange peel) e mostrará também as possibilidades de IML metálica no Hall 22, stands B45/C46.

Além disso, a Verstraete Printing Company desenvolveu um filme – em estreita colaboração com o fornecedor do material – que atende aos requisitos específicos do processo de termoformagem. A tecnologia IML-T pode ser usada em recipientes retangulares, redondos e ovais, bem como em tampas. Durante a PLAST 2012, a OMV irá distribuir tampas termoformadas no Hall 13, stands C49/D46.

Fonte: Verstraete

Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

08/12/2011

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

Novelprint ganha prêmio TLMI 2011.

09/11/2011

A premiação na categoria de impressão em rotogravura foi para o rótulo da 51 Ice Balada

A Novelprint, referência nacional na fabricação de autoadesivos e máquinas de rotulagem, é a vencedora do prêmio TLMI 2011 com o desenvolvimento do rótulo da 51 Ice Balada.  A TLMI (Tag and Label Manufacturers Institute), a principal associação norte-americana do segmento de rotulagem – premiou a Novelprint na categoria impressão em rotogravura.

Segundo Regis Sá, gerente de Marketing e Novos Negócios da Novelprint, a empresa atua com rotogravura desde 2005, um processo menos utilizado no mercado para impressão de rótulos. “A Novelprint é adepta dessa tecnologia em função da alta qualidade do resultado das impressões, superior aos obtidos com flexografia e letterpress”, afirma Sá.

O rótulo do tipo “no-label-look” (rótulo invisível) do 51 Ice Balada foi desenvolvido pela Novelprint com tecnologia própria, a partir de pesquisas – parte delas financiadas pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos veiculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia).

Sobre a Novelprint – Fundada em 1958, a Novelprint é uma das principais empresas brasileiras do setor de rótulos e etiquetas autoadesivas. Com fábrica em São Paulo, a companhia, que hoje emprega 150 pessoas, comercializou em 2010, 8 milhões de metros quadrados de produtos, 30% a mais que no ano anterior. Atende os segmentos do mercado alimentício, cosméticos, higiene e limpeza, bebidas, farmacêutico, químico, logística, entre outros.

A empresa é reconhecida como a pioneira mundial no uso de liner de BOPP, material que trouxe aos produtos melhoria de performance, competitividade além da questão sustentável , uma vez que o material é 100% reciclável.

Fonte: M. Free

Semana Internacional de Máquinas e Equipamentos para Embalagem e Impressão acontece em Março de 2012.

08/11/2011

Expectativa é reunir 520 expositores em uma área de 48 mil metros quadrados, crescimento de 20% em relação à edição anterior

A terceira SEMANA INTERNACIONAL DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA EMBALAGEM E IMPRESSÃO acontece de 12 a 16 de março de 2012, em São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. A Semana é uma composição de três eventos já consolidados na indústria de embalagens: a 8ª BRASILPACK, a 21ª FIEPAG e a 4ª FLEXO LATINO AMERICA. Realizados simultaneamente, os eventos correlacionados criam um ambiente único, que atendem a indústria convertedora de embalagem, a indústria gráfica, chegando até o produto final.

 De acordo com a Diretora da Semana da Embalagem, Liliane Bortoluci, a realização dessas três feiras paralelamente, no próximo, ano será sinônimo de consolidação de negócios. “O Brasil vem demonstrando estabilidade econômica, o poder de consumo da população aumenta, a classe média e a expansão do crédito para elas cresceu e, com isso, varejistas investem mais. Isso tudo se traduz para a feira como uma grande oportunidade para o mercado brasileiro de embalagens”, explica.

 Os números do setor justificam as expectativas para a SEMANA INTERNACIONAL DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA EMBALAGEM E IMPRESSÃO de 2012. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, ABIGRAF, as exportações de produtos gráficos totalizaram US$ 175,50 milhões nos primeiros oito meses deste ano. E foi justamente o setor de Embalagens que mais contribui para esse faturamento, sendo responsável por 35,7% do total exportado de produtos gráficos.

 A data para a realização foi estabelecida com base em decisões estratégicas da organizadora, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, em prol das empresas expositoras. “Colocamos a Semana Internacional da Embalagem como primeiro evento do nosso calendário para impulsionar as vendas desde o início do ano. As nossas feiras costumam movimentar de três a quatro meses da produção total do setor e com esse estímulo o setor deve se manter em movimentação positiva ao longo de 2011″, afirma Liliane Bortoluci.

 Entre as inovações preparadas para os visitantes destacam-se as embalagens de produtos eletrônicos com impressão flexográfica em até cinco cores com verniz; as embalagens-display, que vão direto da linha de produção para a gôndola, denominadas “shelf ready package”; as embalagens tipo bag-in-box para bebidas; e os displays para divulgação e promoção de novos produtos no ponto de venda.

 Entre as empresas expositoras já confirmadas estão importantes nomes da indústria, como: ALTEC, BST LATINA, CIOLA, CORONA, H.G.R , LASERFLEX, MAQPLAS, MAINARD, MAQUINAS SANTORO, MEGA STEEL, POLIMAQUINAS, PRESTMAC, TRATA, TUDELA, VEMAX, WORTEX, ESNA, NEW SINO, ROLAND, SRPACK, RIBRAN, GOLDEN FIX, COMEXI e VIVACOR.

 Setores da Semana Internacional da Embalagem

FIEPAG

– Hardware e Software;

– Design;

– Pré-impressão;

– Impressão digital;

– Offset;

– Etiquetas;

– Rotogravura;

– Acabamento;

– Conversão;

– Papel;

– Material, acessórios e serviços.

– Publicações, entidades, bancos, entre outros.

 BRASILPACK

– Máquinas, equipamentos e sistemas para processamento, embalagem e envase;

– Materiais para embalagem (metal, plástico, vidro e papel);

– Acessórios e insumos para embalagem;

– Máquinas e equipamentos para embalagem e sistemas de reciclagem;

– Instrumentação, controle e sistemas;

– Logística;

– Materiais de pontos-de-venda;

– Bancos, entidades, publicações e serviços.

 FLEXO LATINO AMÉRICA

– Pré-impressão

– Clicherias

– Fabricantes de fotopolímeros, máquinas e equipamentos para clicherias, softwares,

hardwares, designers, etc.

– Impressão: máquinas impressoras de banda larga, banda estreita e papelão ondulado

– Equipamentos: equipamentos de controle, acessórios e periféricos

– Substratos: papéis, chapas de papelão ondulado, flexíveis, auto-adesivos, entre outros

– Insumos: tintas, vernizes, solventes, adesivos, produtos químicos, etc.

Mais informações:

SEMANA INTERNACIONAL DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA EMBALAGEM E IMPRESSÃO

Data: 12 a 16 de Março de 2012

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo – SP – Avenida Olavo Fontoura, 1.209

– São Paulo – SP

Área Global de Exposição: 58 mil m2

Expositores: cerca de 500 expositores, de 25 países

Público: em torno de 30 mil visitantes/compradores, de 30 países

Periodicidade: Bienal

Fonte: Reed Alcântara Machado

Unipac desenvolve embalagem de 10 Litros autoempilhável

27/10/2011

A novidade está em conformidade com a norma UN e oferece melhor empilhamento na atividade logística, devido ao seu formato e geometria

Atenta às demandas de mercado, a Unipac, uma divisão de negócios do Grupo Jacto, lança a embalagem de 10 litros autoempilhável, que é indicada para o armazenamento e transporte de produtos líquidos da área de alimentos ou de substâncias químicas, agroquímicas, entre outras que requerem homologação de acordo com as exigências da Norma UN – que classifica as embalagens e contentores para o transporte de produtos perigosos via marítima e terrestre.

A embalagem de 10 litros autoempilhável da Unipac tem um design planejado e seu formato e geometria proporcionam excelentes ganhos no processo de logística. Ela facilita o acondicionamento direto no palete e reduz o espaço necessário para o armazenamento, pois permite o empilhamento de até quatro bombonas (1+3), dependendo do peso e densidade do produto a ser envasado – e sem a necessidade de outros meios como, por exemplo, caixas de papelão. Com esta configuração de empilhamento, é possível dispor até 100 bombonas em paletes de 1,00 x 1,2 metro.

Nesse projeto, a Unipac seguiu o formato de outras embalagens já desenvolvidas pela empresa, que possuem a alça esmagada na mesma altura do bocal. Isso reduz o peso da embalagem e confere melhoria significativa nas linhas de envase, além de evitar que os produtos circulem pela mesma durante o transporte.

A Unipac optou pelo desenvolvimento da embalagem após constatar que a solução atenderia diversos segmentos, trazendo redução de custos e vantagens às empresas que adotam as bombonas autoempilháveis em substituição às embalagens atuais, que requerem outros insumos para o transporte adequado, tais como caixa de papelão, fitas adesivas e mão de obra para montagem, além de investimentos por parte do cliente para homologação do conjunto – no caso da bombona de 10 litros autoempilhável, a Unipac se responsabiliza pela sua homologação.

“Fizemos pesquisas e, a partir dos resultados, projetamos um modelo que confere um ótimo desempenho técnico e econômico aos nossos clientes”, informa Vailton Carlos Bonfim, gerente comercial da Unipac. O executivo lembra que esse lançamento aumenta o portfólio de produtos da Unidade de Negócios de Embalagem da empresa, composta por itens com vários formatos, tamanhos e tampas, todas homologadas de acordo com suas respectivas normas e prontas para atender às mais diversas necessidades dos clientes.

 Testes confirmam qualidade da embalagem

A embalagem de 10 litros autoempilhável da Unipac é fabricada em polietileno de alta densidade (PEAD), pelo processo de sopro, e foi aprovada em todos os testes de homologação para transportes de produtos perigosos via terrestre, conforme a Resolução 420/04, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), entre eles: resistência à queda (-18 °C), verificação de estanqueidade, teste de pressão hidráulica e empilhamento.

Em seguida, os Organismos de Certificação de Produto (OCP), credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), certificaram a embalagem para o envase de produtos classificados nos grupos de risco II e III e com densidade de até 1,4 g/cm3. Paralelamente, foram realizados no laboratório próprio da Unipac – além dos já citados -, os testes de stress cracking (análise de falha sob tensão – envelhecimento da embalagem) e de envase – este realizado em conjunto com clientes interessados em adquirir a embalagem.

Como parte de seu propósito de prover soluções inovadoras e de manter a qualidade em todas as suas etapas e processos, a Unipac possui um moderno laboratório de ensaios, como equipamentos de alta tecnologia, que fica na sede da empresa, em Pompeia (SP). Nele, é possível desenvolver, transformar e testar cada produto, de acordo com as especificações das normas técnicas vigentes, trazendo ainda mais garantia e confiabilidade aos produtos da marca Unipac.

Para a embalagem de 10 litros autoempilhável, a Unipac possui uma linha de tampas que se diferencia pela segurança contra violação, abertura involuntária ou vazamentos e, ao mesmo tempo em que garante total eficiência no fechamento, proporcionando facilidade de abertura pelo usuário final, além de contribuir com o meio ambiente, pois sem comprometer qualquer característica técnica, tem menor peso frente às tampas de mercado, gerando assim menor quantidade de resíduos sólidos.

 Fonte: Unipac

Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

27a. Fispal Tecnologia recebe 64 mil visitantes qualificados.

20/06/2011

Profissionais do setor de embalagens para alimentos e bebidas conferiram as principais tendências do setor e novidades em produtos

A 27ª Fispal Tecnologia, realizada de 7 a 10 de junho, confirma o bom momento do setor de embalagens para alimentos e bebidas, com a presença de mais de duas mil marcas expositoras e 64 mil visitantes qualificados. Esta edição também marca um momento importante para o mercado de feiras no Brasil, com a compra da Brazil Trade Shows pelo Informa Group, assumindo assim o segundo lugar no ranking de feiras de negócios do País. A edição de 2012 está confirmada para 12 a 15 de junho, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Atualmente, o grupo Informa tem presença em mais de 40 países, sendo o primeiro na realização de eventos, com 10 mil eventos e cerca de 200 feiras ao ano. Desde 1995 no Brasil, o grupo já promoveu 500 eventos por ano. Para Alexandre Barbosa, presidente da BTS, “a qualificação do público visitante, que já é uma marca das feiras da empresa, será ainda maior, graças a sinergia entre o conteúdo dos eventos e as feiras promovidas pelo grupo”.

Ainda segundo o executivo, muitos expositores afirmaram que esta foi a melhor edição da Fispal Tecnologia dos últimos dez anos, tanto pela visitação qualificada quanto pela presença de empresas expositoras de 14 países – África do Sul, Argentina, China, Estados Unidos, Espanha, Holanda, Itália, Peru, Suíça, Polônia, Taiwan, Turquia, Malásia e Canadá. “Muitos contatos realizados aqui serão revertidos em negócios nos próximos seis meses”, explica Alexandre Barbosa. A Fispal Tecnologia ocupou de 76 mil m2 do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, 13% a mais que na edição passada.

De acordo com o Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV, as importações cresceram 70% em 2010, atingindo US$ 794,05 milhões ante os US$ 467,1 milhões de 2009. O crescimento ocorreu em função do aumento das compras de embalagens metálicas para abastecer o mercado interno, que cresceram 234,8, estimulado pela alta do consumo de bebidas. A capacidade produtiva interna alcançou o seu limite, e as indústrias nacionais estão em um processo de aumento de investimento para atender a alta demanda.

Relatos de expositores

Thais Fagusy, gerente executiva da ABEAÇO: “Este ano, o nosso estande teve uma movimentação maior em relação a 2010. Em apenas dois dias tivemos cerca de 600 pessoas participando dos nossos games. No ano passado, o evento inteiro contou com 800 participações. Além disso, tivemos um público mais qualificado: diretores, gerentes e pessoas com um maior poder decisório, o que resultou em um aumento de aproximadamente 30% nas negociações.”

Hermes Lago, diretor de comercialização de máquinas da Romi: ”o consistente crescimento no mercado de embalagens foi ratificado pelos resultados obtidos na Fispal, sinalizando um panorama favorável para o restante de 2011.”

José Fernandes, diretor comercial da Sleever: “A Sleever teve um aumento na movimentação do estande em relação ao ano passado. Contamos principalmente com a presença de empresas do Mercosul, de países como a  Argentina e o Chile.”

Guilherme Vivona, gerente regional da ACMA: “Posso garantir que em três dias de Fispal fiz mais contatos do que em uma semana de Interpack. Tivemos um aumento de cerca de 40% em potencial de negócios e mais interação com os setores comercial, operacional e de pesquisas. O contato com o nível técnico foi tão bom quanto com o comercial.”

Marcos Cremasco, gerente de vendas da divisão Termotecnologia da Bosch: ‘Este é o segundo ano em que a divisão Termotecnologia da Bosch participa da Fispal Tecnologia. Para nós, é muito importante estar presente em uma das maiores feiras do setor de embalagens, processos e logística para as indústrias de alimentos e bebidas da América Latina. A edição deste ano contou com um público mais qualificado, que foi visitar a feira com um olhar mais técnico e com propósitos definidos o que, com certeza, irá gerar bons negócios em médio prazo.’

Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF): “Este ano, realizamos na Fispal Tecnologia o Fórum de Embalagens Plásticas Flexíveis. A feira é o palco ideal para a realização de um evento desta magnitude, pois reúne visitantes nacionais e internacionais importantes. Além disso, criamos uma parceria com a Brazil Trade Shows que permitiu ao participante do Flex 2011, o 2° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, visitar a Feira. Ao credenciar-se para o evento, ele automaticamente recebia uma credencial VIP para a Fispal.”

Luciana Galvão, gerente de marketing da SIG Combibloc para a América do Sul: “A Fispal atendeu as expectativas. Recebemos a visita de grandes players, que demonstraram muito interesse no EcoPlus, porque realmente é um novo produto e não apenas uma mera extensão de linha. Esta edição foi uma boa oportunidade para encontrar clientes e possíveis prospects. Muitos dos que participaram da inauguração de nossa fábrica também fizeram questão de nos visitar aqui. Ficamos muito contentes.”

Taina Sena, analista de Marketing da Ingersoll: “Esta é nossa segunda participação na Fispal Tecnologia e estamos com um espaço bem maior, o que nos deu mais visibilidade. O público visitante é bastante selecionado, com foco mais específico. Viemos com o objetivo de divulgar uma linha de produtos que queremos ampliar a penetração no mercado. Também viemos para fazer contatos e para divulgar nossa marca.”

Karina Viotti, assistente Comercial e de Marketing da KHS: “A KHS participa da Fispal há alguns anos, mas estamos surpresos com a visitação, que foi muito maior nesta edição. Nosso objetivo, ao criar esse espaço na Fispal Tecnologia, é ter mais contato com os nossos clientes porque alguns são de outros estados e a feira acaba atraindo essas pessoas. Também tivemos visitantes de outros países como Chile, Peru, Alemanha e Argentina.”

Sobre a Brazil Trade Shows
A Brazil Trade Shows foi recentemente integrada ao Informa Group, que possui uma atuação global em mais de 40 países,  promove aproximadamente 10 mil eventos de treinamentos técnicos para executivos e organiza 200 feiras por ano em importantes setores econômicos, como saúde, energia, imobiliário, marítimo, transporte e finanças. Com a aquisição, a BTS passa a ocupar a segunda posição no ranking de feiras de negócios do País e a principal voltada para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas na América Latina, com feiras e publicações mundialmente conhecidas.

As duas empresas contabilizam 22 feiras realizadas nacionalmente: Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, Fispal Hotel, Fispal Café, ABF Franchising Expo, TecnoSorvetes, TecnoCarne, MercoAgro, ForMóbile, SIAL Brazil, Fispal Food Service Nordeste, Fispal Tecnologia Nordeste e ABF Franchising Expo Nordeste, Serigrafia, Sign, Future Têxtil, Cards & Payment Systems, ExpoFarmácia, ID Brasil, Agrinsumos Expo & Business, e IndusPec. O portfólio nacional ainda conta com uma área editorial responsável por quatro revistas: Nacional da Carne, Leite e Derivados, Sign e Silk-Screen.

Fonte: 2Pro Comunicação

Expo Pack 2011: Brasileiros investem no mercado mexicano

10/06/2011

O Programa Export Plastic e seis empresas associadas apresentarão seus produtos na Expo Pack 2011, que será realizada de 21 a 24 de junho, na Cidade do México. A feira é considerada uma porta de entrada para a América do Norte e Central. A participação brasileira visa contribuir com o estabelecimento de novos contatos com compradores do continente.

Esta é a primeira vez que o Programa e seus associados participam do evento, que será organizado pela mesma empresa que gerencia a Pack Expo – realizada anualmente em Chicago. A edição mexicana de 2011 deve receber mais de 22 mil visitantes de, no mínimo, 20 países. Apontará as tendências e inovações do mercado do plástico destinado à indústria automotiva, de embalagens alimentícias e de produtos para cuidados com a saúde. No ano passado, 890 expositores e cerca de 20 mil compradores participaram da feira.

Uma das empresas que participarão da Expo Pack é a Embaquim, que já atua no mercado mexicano. “Nossa experiência mostra que este mercado é forte, amplo e repleto de oportunidades para bons negócios”, afirma Cristiane Horvat, analista de exportação da companhia, que começou a vender seus produtos ao país esporadicamente e hoje faz entregas semanais aos compradores mexicanos.

Em 2010, Brasil e México firmaram um acordo com a finalidade de aumentar o fluxo de negócios entre si e impulsionar a integração da América Latina com o Caribe. Além disso, o México é membro da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico, que tem por objetivo transformar o Pacífico em uma área de livre comércio. “Para a indústria brasileira de transformados plásticos, esta é uma grande oportunidade para mostrar que os produtos brasileiros são competitivos e podem marcar presença neste mercado”, destaca Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

Fonte:  Boletim Export Plastic

Dow Brasil lança solução para Stand Up Pouch 100% de polietileno na Brasilplast 2011.

15/05/2011

A reciclabilidade é uma das principais vantagens do primeiro stand up pouch totalmente de polietileno do mercado. A companhia já patenteou a solução que está alinhada a sua meta de viabilizar embalagens mais sustentaveis

A  Dow Chemical Company lançOU na 11ª edição da Brasiplast (9 A 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo) a solução Stand Up Pouch 100% Polietileno (SUP 100%PE). A embalagem flexível capaz de ficar em pé foi confeccionada com uma estrutura de filme totalmente de polietileno em substituição aos filmes multimaterial, sem detrimento das suas principais características e com uma importante vantagem adicional: a reciclabilidade.

Nos últimos anos, o Stand Up Pouch (SUP) vem ganhando espaço nas prateleiras dos supermercados devido a sua visibilidade na gôndola associado com sua beleza da impressão. O SUP é capaz de oferecer diversas funcionalidades, por exemplo, abre e fecha fácil, bicos vertedores e direcionáveis, tampas, etc. Outro motivo que está aquecendo a implementação do SUP é a leveza do material em relação às embalagens rígidas tradicionais. Isto permite otimizar tanto a armazenagem quanto o transporte de produtos, além de facilitar o descarte.

A maioria dos SUP no mercado são produzidos com filmes multimateriais, tais como politereftalato de etileno (PET), BOPA, alumínio, entre outros, o que dificulta a reciclagem tanto  do pós-consumo quanto dos materiais que sobram no processo produtivo.

“A grande vantagem do SUP 100% PE é a reciclabilidade: o consumidor terá certeza que está adquirindo um produto cuja embalagem pode ser facilmente reciclada, beneficiando o mercado da reciclagem e o meio ambiente”, afirma Dolores Brizuela, Gerente de Marketing para Food & Specialty Packaging e Health & Hygiene (embalagens especiais para alimentos, higiene e saúde).

A Dow investiu em estruturas diversificadas de filme para que o novo pouch possa atender às demandas de diversas indústrias, como a alimentícia, de higiene, cuidados pessoais, limpeza, lubrificantes, tintas, entre outras. Os filmes desenvolvidos apresentam características como:

  • Selagem: que deve ser íntegra e forte para evitar vazamentos;
  • Resistência ao impacto e à perfuração: para não falhar durante armazenagem, transporte, tempo de prateleira e manuseio.
  • Maquinabilidade: para a conformação do SUP.

A solução pode apresentar ainda todas as demais vantagens dos pouches convencionais, tanto de funcionalidade quanto a visibilidade, tornando o stand up pouch uma embalagem cada vez mais requisitada pelos brand owners (donos das marcas).

O novo SUP foi registrado sob uma patente, e está alinhado à tendência global da indústria de desenvolver  embalagens mais sustentáveis. “As indústrias que apostarem na solução deverão imprimir um selo de ‘100%PE’ para facilitar a identificação de que a embalagem é totalmente reciclável”, destaca Dolores.

Segundo o diretor de vendas da área de Plásticos da Dow Brasil, Nestor de Mattos, o lançamento é resultado dos constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento da Dow em soluções sustentáveis. A companhia tem um plano completo de ações e objetivos voltados à Sustentabilidade e traçou um conjunto de metas a serem atingidas até 2015, entre as quais estão: o compromisso com a segurança dos produtos, química sustentável, soluções para os principais desafios mundiais, entre outras.

“Poder entregar uma solução mais sustentável é sempre motivo de orgulho para todo o nosso time. Acreditamos que o stand up pouch 100% PE encontrará boa receptividade por parte das indústrias e dos consumidores e vamos continuar investindo tempo, energia e recursos para oferecer outras soluções sustentáveis”, afirma de Mattos.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Dow lança resinas para filmes “shrink” e “stretch”, direcionadas para mercados de paletização / unitização de produtos.

27/04/2011

A The Dow Chemical Company lança novas resinas para a produção de filmes industriais – aplicados na unitização de produtos – na Brasilplast 2011 (9 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi). Este mercado é um dos maiores consumidores de polietileno em todo o mundo e a Dow tem soluções para os principais métodos de unitização – stretch (esticáveis), shrink (encolhíveis) e stretch hood.

 Para filmes Shrink, a Dow oferece a nova resina Elite AT XUS 59999.18, um pós-metaloceno linear de baixa densidade (P-mLLDPE), especificamente desenhada para uso em filmes shrink, os quais podem ser utilizados na unitização de garrafas de bebidas, latas em geral, produtos de higiene e limpeza, entre outros.

 A nova solução apresenta excelente balanço de propriedades como processabilidade, boa estabilidade de balão, excelentes propriedades óticas e, principalmente, alta resistência à perfuração. Tudo isso combinado à possibilidade de redução de espessura do filme, gerando beneficios para cadeia, bem como o meio ambiente. “Esta resina viabiliza a modificação da formulação normalmente usada, para um filme com alta porcentagem de Polietileno Linear, resultando na redução da sua espessura e melhoria das propriedades óticas”, explica Sérgio Coleoni, Gerente de Marketing para Industrial, Consumer Packaging e Tubos.

 Segundo o executivo, o mercado de filmes termoencolhíveis continua demandando o máximo desempenho das resinas de polietileno. “Dependendo do tipo de carga a ser unitizada e do processo de transporte usado, os requerimentos mecânicos do filme podem ser bastante altos. Somam-se a isso as constantes reduções de espessuras que filmes termoencolhíveis vem sofrendo ao longo dos anos, obrigando sempre a mesma proteção, mesmo com menor volume de filme”, explica.

 Os filmes Stretch representam aproximadamente 75% do total de volume de filmes usados globalmente para unitização ou paletização e os filmes Shrink para paletização, cerca de 21% (AMI Stretch & Shrink 2009). Os Filmes Stretch Hood ainda aparecem com uma menor participação de mercado, porém este volume vem crescendo a taxas superiores que os demais mercados de unitização. Mercados como Linha Branca e Cimentos são os com maiores taxas de crescimento devido à alta proteção que este tipo de filme proporciona.

 Esse movimento deve ocorrer em virtude das vantagens que os filmes Stretch Hood apresentam: maior velocidade de paletização, economia de energia e unitização completa do produto, com maior qualidade. Para a confecção de filmes Stretch Hood, a Dow também traz uma nova resina: a XUS 59999.02 um pós-metaloceno linear de baixa (P-mLLDPE), parte da família de resinas Elite AT. Ela oferece um conjunto de características bastante relevantes para este tipo de filme como boas propriedades óticas, excelente resistência mecânica, recuperação elástica e força de retenção de carga.

 Ainda para o mercado de Stretch Hood, a Dow tem uma extensa e inovadora linha de resinas polielefínicas que pode ajudar os convertedores a desenvolver formulações diferenciadas, com excelente desempenho e produtividade. “Uma ampla gama de soluções pode ser desenvolvida e otimizada, dependendo da aplicação final do filme”, afirma o executivo.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Braskem lança nova resina para o mercado de filmes laminados de alta performance.

21/03/2011
A solução inovadora é resultado de longa pesquisa e garante melhor performance após laminação, transporte e armazenamento

A Braskem acaba de lançar a resina Flexus 9212XP (extra performance), desenvolvida em seu Centro de Tecnologia e Inovação, para atender às exigências do mercado de filmes laminados de alta performance utilizados nos processos de empacotamento automático de alta velocidade. Entre as principais vantagens estão elevada resistência à perfuração e ao impacto, baixa temperatura de selagem, excelente Hot Tack e maior estabilidade de CoF (Coeficiente de Fricção Cinético) após laminação.

O Flexus 9212XP é uma solução inovadora patenteada pela Braskem, resultado de uma formulação robusta capaz de melhorar a estabilidade do CoF após a laminação, transporte  e armazenamento das bobinas. O CoF é uma propriedade muito importante para a cadeia de filmes flexíveis, pois é uma medida utilizada como indicativo da facilidade de deslizamento do filme nas linhas de extrusão, impressão, laminação e, principalmente, nas máquinas de empacotamento automático. A exposição de filmes laminados durante alguns dias em temperaturas elevadas (40 a 60 °C), que pode ocorrer no transporte e armazenamento, provoca significativas alterações nos valores de CoF, prejudicando o desempenho no processo.

Foram realizados testes com filmes laminados acondicionados em estufa a temperatura de 60 C, visando simular as condições críticas de transporte e/ou armazenamento. Os resultados demonstraram que após exposição ao calor, o filme produzido com a resina Flexus 9212XP manteve o valor de CoF próximo  a  0,14 durante as 72 h de exposição.  O mesmo não ocorreu para o filme produzido com a resina convencional, o qual apresentou um aumento expressivo nos valores de CoF, chegando a atingir valores superiores a 0,35 após 24 h de exposição. Este aumento nos valores de CoF é indesejável e torna inviável o uso do filme no processo de empacotamento automático.

Fonte: Braskem

BASF inicia operações em planta expandida para produção de plástico biodegradável.

02/02/2011
  • A capacidade de produção de plástico biodegradável aumentou em 60.000 toneladas métricas por ano.
  • Aumenta também a produção de plásticos a partir de matérias-primas renováveis
  • A BASF espera um crescimento significativo do mercado para plásticos biodegradáveis até 2020.

A BASF iniciou a operação da sua planta expandida para a produção do plástico biodegradável Ecoflex®. A expansão da planta existente em Ludwigshafen (Alemanha) irá aumentar a capacidade de produção de Ecoflex de 14.000 para 74.000 toneladas métricas por ano. Ao mesmo tempo, a BASF aumentará a capacidade de produção do Ecovio®, um derivado do Ecoflex.

“Nós já temos sucesso no mercado com o nosso poliéster biodegradável Ecoflex e com o Ecovio. A maior capacidade de produção desses dois produtos irá melhorar significativamente nossa posição”, disse Dr. Worfgang Hapke, presidente da divisão de Polímeros de Desempenho da BASF. “A expansão da capacidade também nos permitirá responder mais efetivamente aos desejos dos nossos clientes”.

O Ecoflex é um plástico que possui as propriedades do polietileno convencional, sendo totalmente biodegradável sob condições de compostagem industriais, de acordo com a norma DIN EN 13432. O Ecovio é um derivado do Ecoflex que é também biodegradável e que contém até 75 % de matérias-primas renováveis. Aplicações típicas são sacos de supermercados, sacos para descarte de lixo orgânico, embalagem de alimentos e filmes para aplicações na agricultura. Uma das últimas inovações é o papel Ecovio FS, que é usado para fornecer um revestimento biodegradável à prova d’água nas superfícies internas de copos de papel e recipientes de papelão

Com o Ecovio e o Ecoflex, a BASF já é um dos fornecedores líderes mundiais de plásticos biodegradáveis e bioderivados. Ambas estas propriedades estão tendo uma demanda crescente e o mercado para plásticos biodegradáveis e bioderivados está crescendo no momento em mais de 20 % por ano.

Fonte: BASF