Posts Tagged ‘Ecoflex’

Estudos de universidade suíça indica benefícios do uso de polímero biodegradável no solo

30/08/2019

Polímero é metabolizado por microrganismos do solo, dispensando a etapa de retirada do filme

Os tomates são os vegetais mais cultivados no mundo para a indústria de processamento de alimentos. Em muitos países, os agricultores usam os filmes mulching de polietileno (PE) para aumentar a produtividade do tomate, controlando ervas daninhas, a temperatura do solo e o uso dos recursos hídricos. Entretanto, os finos filmes mulching de PE devem ser retirados do solo depois da colheita. Como normalmente é impossível recolhê-los totalmente, os resíduos acabam se acumulando no solo, pois não podem ser biodegradados pelos microrganismos.

Já os filmes feitos com o polímero biodegradável ecovio M 2351 podem ser deixados no solo depois da colheita e eliminam a necessidade da trabalhosa remoção e reciclagem, garante a BASF, fabricante da resina. A empresa afirma que o seu material pode inclusive ser arado no solo depois da colheita mecânica, já que os microrganismos que ocorrem naturalmente no substrato reconhecem a estrutura do filme como um alimento que eles podem metabolizar.

Segundo a Basf, o seu ecovio M 2351 é um plástico biodegradável e certificado, desenvolvido para filmes mulching. São fabricados com polímero biodegradáveL (PLA) produzido a partir de matérias-primas renováveis e do co-poliéster biodegradável ecoflex, de polibutileno adipato co-tereftalato (PBAT).

Além disso, afirma a Basf, o uso dos filmes mulching feitos de ecovio podem promover o aumento da produtividade do tomate de 15% a 50%, redução do consumo de água, além de permitir melhor controle de ervas daninhas, usando-se menos herbicidas em comparação ao solo descoberto. Segundo a empresa, os agricultores também observaram maior resistência do cultivo às doenças fúngicas, menor tempo para colheita, além de uma qualidade melhor e mais homogênea do cultivo. Igualmente, notaram um índice Brix – que se refere à proporção de açúcar/água nos tomates – mais alto.

Agricultura sustentável

A BASF relata que um estudo realizado pela Univesidade ETH de Zurique, na Suíça, mostrou que os micróbios do solo, como bactérias e fungos, podem usar os filmes feitos com o plástico PBAT como alimento. Os micro-organismos retiram o carbono do polímero para gerar energia e para formar biomassa. Os produtos finais restantes depois da biodegradação são CO2, água e biomassa. Isso significa que o PBAT se degrada biologicamente e não permanece no solo sob a forma de microplásticos, como ocorre com o PE.

Portanto, afirma o estudo, os filmes mulching biodegradáveis no solo contribuem para o melhor desenvolvimento da raiz, melhor crescimento da planta e melhor qualidade do solo. O ecovio M 2351 foi o primeiro material a ser certificado como biodegradável no solo segundo a norma europeia DIN EM 17033. Muitos países também aceitam o uso de filme mulching feito com ecovio para cultivos orgânicos.

Há mais de seis anos, os agricultores usam os filmes mulching biodegradáveis no solo feitos com ecovio, desde sua introdução no mercado em 2012. “Em muitos países nós incentivamos os agricultores a usarem os filmes mulching feitos com ecovio”, afirma Dirk Staerke do marketing de biopolímeros para agricultura da BASF. “Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a produção agrícola mundial precisa crescer em 70% se quisermos alimentar uma população mundial que deve chegar a nove bilhões de pessoas em 2050. Os filmes mulching biodegradáveis podem contribuir com esse desafio, sem poluir o solo com resíduos de filme não degradável”.

Material pode ser usado em extrusoras convencionais

O Ecovio M 2351 é um composto pronto para extrusão de filmes finos. A Basf afirma que ele pode ser processado em máquinas convencionais de filme soprado para PE. Devido às suas propriedades mecânicas em relação à resistência ao rasgo, esses filmes podem ser fabricados em diferentes espessuras de 12, 10 e 8 µm. O composto já contém agentes deslizante e antibloqueio.

Curta nossa página no

BASF promove utilização de plástico biodegradável em sacos plásticos e copos descartáveis

12/06/2013
  • BASF realiza, mais uma vez, evento lixo zero e transforma resíduo orgânico em adubo
  • Copos revestidos e sacos de lixo feitos com ecovio® possibilitam a transformação de resíduo sem a separação

O ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, é o protagonista do projeto envolvendo copos descartáveis e biodegradáveis e sacos de lixo compostáveis que acontecerá durante o  evento de apresentação da primeira casa de eficiência energética da BASF no Brasil, a CasaE localizada na zona sul de São Paulo.

Durante o evento, a empresa Lia Tulmann, encarregada do serviço de buffet do evento, orientada pela Inambi, coletará todo o resíduo orgânico utilizado na preparação dos alimentos em sacos de lixo confeccionados com ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, com conteúdo renovável.

Além disso, os copos descartáveis usados no evento também serão coletados. Eles não são feitos de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de ecovio® PS1606. Todo material será enviado para a Visafértil Indústria e Comércio de Fertilizantes Orgânicos, especializada em produção de insumos orgânicos agrícolas a partir de resíduos industriais, que opera uma usina de compostagem em Mogi Mirim.

“A solução inovadora permite que os copos descartáveis de papel revestidos com uma fina camada de ecovio® PS1606 não precisem ser destinados a aterros sanitários após o uso. Ao invés disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico e com os sacos de lixo para produzir um adubo de alta qualidade”, explica Karina Daruich, Gerente do Negócio de Biopolímeros da BASF para a América do Sul.

Uso, coleta e compostagem

Além dos resíduos pré consumo, gerados durante a preparação dos alimentos para o evento, todo o resíduo orgânico gerado pós consumo no evento será compostado e se transformará em adubo orgânico. O Grupo Visafértil coletará os copos, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo compostáveis de ecovio®, e os transportará para a usina de compostagem em Mogi Mirim, onde o comportamento de degradação é monitorado e controlado periodicamente.

“Este projeto, realizado na CasaE, serve não só para destacar o compromisso ativo da BASF com a eficiência de recursos, mas também para estudar o ciclo fechado na gestão de resíduos, um conceito que já testamos em outros projetos no Brasil e no mundo”, diz Gislaine Rossetti, Diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul.

Projeto piloto: ciclo fechado para resíduos orgânicos

O plástico ecovio® atende às  exigências legais das normas européia EN 13432 e norte americana ASTM 6400 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF está expandindo este conceito de ciclo fechado ao longo de toda cadeia de valor; assim ele pode ser implantado em eventos de grande escala em estádios ou em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: ecovio® e ecoflex®

O material ecovio® PS1606é um novo desenvolvimento da BASF. Ele agora é produzido com ecoflex® FS (parcialmente de fonte renovável) e PLA (ácido poliláctico) o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos copos descartáveis consiste em mais de 75% de matérias-primas renováveis, sendo que o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Afirma a BASF que, como os resíduos orgânicos em si, as moléculas de ecovio® são digeridas por micro-organismos com o auxílio de enzimas durante o processo de compostagem. No final do processo de compostagem, os micro-organismos terão convertido completamente o resíduo orgânico, os copos com ecovio® PS1606 e os sacos de lixo compostáveis, em dióxido de carbono, água e biomassa. Segundo a BASF, esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos, já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os copos e sacos. Pelo contrário, o material simplesmente se torna um composto  juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

Curta nossa página no

BASF realiza projeto piloto com uso de plástico biodegradável em evento esportivo

28/08/2012
  • Resíduo orgânico do fim de semana de corrida para ser transformado em adubo
  • Lausitzring e BASF lançam projeto piloto com talheres descartáveis e compostáveis no ADAC Masters Weekend

O Ecovio® FS Paper, plástico biodegradável da BASF, assumiu o centro do palco em um projeto piloto envolvendo talheres descartáveis e biodegradáveis durante o evento de automobilismo ADAC Masters Weekend, realizado entre 24 e 26 de Agosto na pista de corrida Lausitzring. Durante o fim de semana do evento, a empresa Polster® Catering, encarregada do serviço de buffet na Lausitzring, usou apenas bandejas de papelão e pratos de papel que são compostáveis. Os copos seguirão o exemplo na próxima temporada.

Os talheres descartáveis, fabricados pela empresa Hosti, não são feitos a partir de um plástico convencional, mas sim de um papel que é revestido com uma camada fina de Ecovio® FS Paper. Isto cria talheres descartáveis cuja camada de plástico garante não fiquem impregnados e que não precisem ser incinerados – como é o caso geralmente – depois de usados. Em vez disso, eles podem ser processados juntamente com o lixo orgânico a fim de produzir um composto valioso. Este composto de alta qualidade é utilizado novamente na Lausitzring para melhorar o solo que foi salientado pela mineração a céu aberto no passado. Graças a este sistema de circuito fechado, os parceiros do projeto deram vida a um projeto que é único no continente europeu. Lausitzring é o primeiro local para eventos de grande escala na Europa a introduzir tal sistema. Este projeto faz parte do “Green Lausitzring”, no qual a administração da empresa EuroSpeedway Verwaltungs GmbH, na sua qualidade de operadora da pista de corrida Lausitz, está apoiando e testando tecnologias ambientalmente amigáveis.

Usando – Coletando – Compostando

Para certificar-se que os visitantes retornariam os talheres compostáveis usados aos estandes do serviço de buffet e não os descartariam nas latas de lixo comum, os organizadores cobraram o depósito de um euro por item. Os fornecedores recolheram os talheres descartáveis, juntamente com os resíduos de alimentos, em sacos de lixo também compostáveis e os transportaram para a usina de compostagem Hörlitz. Os operadores da usina de compostagem têm reservado um espaço dedicado à compostagem do lixo orgânico da Lausitzring, onde o comportamento de degradação pode ser precisamente monitorado e controlado. Consequentemente, este projeto piloto serve não só para destacar o compromisso ativo com a economia de recursos na esfera do automobilismo, mas também para estudar o comportamento de degradação de grandes quantidades de bandejas e pratos que foram revestidos com Ecovio® FS Paper. Este estudo está sendo conduzido pelo Departamento de Gestão de Resíduos e Fluxo de Material da Universidade de Rostock, na Alemanha.

Projeto piloto: talheres compostáveis e descartáveis em eventos de grande escala

Numerosos projetos pilotos já foram possibilitados pela BASF para demonstrar que as sacolas de resíduos orgânicos feitas de Ecovio® FS degradam dentro de um curto período de tempo em usinas de compostagem industriais. Ecovio® é um plástico que satisfaz às rigorosas exigências legais da norma européia EN 13432 para a biodegradabilidade e compostabilidade de embalagem. A experiência piloto na Lausitzring é a primeira de seu tipo para testar como talheres descartáveis com uma camada de Ecovio® FS Paper podem ser compostados em grandes quantidades. Juntamente com seus parceiros de cooperação, a BASF tem a intenção de expandir este conceito de circuito fechado para talheres biodegradáveis e descartáveis ao longo de toda cadeia de valor para que possa ser implantado em grandes eventos em estádios e em feiras, ou então em restaurantes fast-food, complexos de escritórios, hospitais e centros de lazer e esportes.

Plásticos biodegradáveis: Ecovio® e Ecoflex®

Considerando que os primeiros produtos Ecovio® foram baseados no clássico da BASF, à base do poliéster Ecoflex®, Ecovio® FS Paper é um novo desenvolvimento. Este material agora é feito parcialmente de Ecoflex FS e PLA (ácido poliláctico), o qual é obtido a partir de amido de milho. Como resultado, a camada fina de plástico nos talheres descartáveis consiste em mais de 50% de matérias-primas renováveis e, de fato, o artigo acabado é composto por mais de 90% de matérias-primas orgânicas. Como os resíduos biodegradáveis em si, as moléculas de Ecovio® são quebradas por microorganismos com o auxílio de enzimas. O único fator decisivo para o processo de degradação é a estrutura da molécula e não a origem das matérias-primas. No final do processo de compostagem, os microorganismos converterão completamente os pratos de papelão com o revestimento de Ecovio® em dióxido de carbono, água e biomassa. Esta é uma vantagem decisiva em termos de recuperação de resíduos já que as empresas de descarte de resíduos não têm que separar laboriosamente os talheres. Pelo contrário, o material simplesmente se torna o composto valioso juntamente com o resto do lixo orgânico.

Fonte: BASF

Curta nossa página no

BASF inicia operações em planta expandida para produção de plástico biodegradável.

02/02/2011
  • A capacidade de produção de plástico biodegradável aumentou em 60.000 toneladas métricas por ano.
  • Aumenta também a produção de plásticos a partir de matérias-primas renováveis
  • A BASF espera um crescimento significativo do mercado para plásticos biodegradáveis até 2020.

A BASF iniciou a operação da sua planta expandida para a produção do plástico biodegradável Ecoflex®. A expansão da planta existente em Ludwigshafen (Alemanha) irá aumentar a capacidade de produção de Ecoflex de 14.000 para 74.000 toneladas métricas por ano. Ao mesmo tempo, a BASF aumentará a capacidade de produção do Ecovio®, um derivado do Ecoflex.

“Nós já temos sucesso no mercado com o nosso poliéster biodegradável Ecoflex e com o Ecovio. A maior capacidade de produção desses dois produtos irá melhorar significativamente nossa posição”, disse Dr. Worfgang Hapke, presidente da divisão de Polímeros de Desempenho da BASF. “A expansão da capacidade também nos permitirá responder mais efetivamente aos desejos dos nossos clientes”.

O Ecoflex é um plástico que possui as propriedades do polietileno convencional, sendo totalmente biodegradável sob condições de compostagem industriais, de acordo com a norma DIN EN 13432. O Ecovio é um derivado do Ecoflex que é também biodegradável e que contém até 75 % de matérias-primas renováveis. Aplicações típicas são sacos de supermercados, sacos para descarte de lixo orgânico, embalagem de alimentos e filmes para aplicações na agricultura. Uma das últimas inovações é o papel Ecovio FS, que é usado para fornecer um revestimento biodegradável à prova d’água nas superfícies internas de copos de papel e recipientes de papelão

Com o Ecovio e o Ecoflex, a BASF já é um dos fornecedores líderes mundiais de plásticos biodegradáveis e bioderivados. Ambas estas propriedades estão tendo uma demanda crescente e o mercado para plásticos biodegradáveis e bioderivados está crescendo no momento em mais de 20 % por ano.

Fonte: BASF