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Romi registra melhor resultado trimestral desde o fim de 2011 e alcança R$ 11,7 milhões de EBITDA das Operações Continuadas

02/08/2013

Pelo quarto trimestre consecutivo, o EBITDA da companhia foi positivo, reflexo da busca contínua de eficiência operacional e reajuste gradual dos preços

As Indústrias Romi S.A., empresa brasileira fabricante de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plásticos e importante produtor de peças fundidas e usinadas, atingiu R$ 151,4 milhões no trimestre e R$ 291,7 milhões no semestre em valor de receita operacional líquida das Operações Continuadas.  Isso representa aumento de 45,2% e 17,4% em comparação com os mesmos períodos de 2012.

Em Máquinas-Ferramenta, a receita operacional líquida atingiu R$ 99,4 milhões no 2T13, dos quais R$ 18 milhões se referem à consolidação da receita operacional líquida da B+W. Esse montante consolidado representou aumento de 35,7% se comparado com o mesmo período no ano anterior e de 0,6% ao 1T13. Já no semestre, a receita operacional líquida dessa unidade foi de R$ 198,3 milhões, o que representa crescimento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2012.

No segundo trimestre de 2013, o faturamento líquido da Unidade de Negócios de Máquinas para Plásticos totalizou R$ 23,3 milhões, representando aumento de 84,7%, em relação ao 2T12 e de 33,6% quando comparado ao trimestre imediatamente anterior.

As vendas físicas da unidade de fundidos e usinados somaram 4.436 toneladas no 2T13, um aumento de 43,5% sobre o 2T12 (3.092 toneladas). Nesse período, a Receita Operacional Líquida da unidade foi de R$ 52,7 milhões, o que representa aumento de 32,7% em relação ao mesmo período em 2012. Foram vendidas 8.034 toneladas de produtos fundidos e usinados no período, 21,6% a mais que o obtido nos mesmos meses de 2012.

“Alcançamos no mercado interno crescimento de 30,9% em nossa receita líquida, se comparada ao primeiro semestre de 2012. Esse fato mostra o fortalecimento dos produtos Romi como um todo e nos deixa ainda mais confiantes para enfrentar os desafios dos próximos trimestres”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor presidente da Romi.

A carteira de pedidos da companhia, em junho, apresentou-se 35% superior quando comparada ao primeiro trimestre de 2013, alcançando, assim, a marca de R$ 330,1 milhões no 2T13. Um dos fatores que auxiliaram a carteira nesse período foi a realização de duas grandes feiras do setor em São Paulo, a Feiplastic e a Feimafe. O lucro líquido das Operações Continuadas da Romi foi de R$ 5,1 milhões no segundo trimestre de 2013.

Nota: O EBITDA corresponde ao lucro antes do resultado financeiro, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização.F

Fonte:  Indústrias Romi

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Braskem apresenta lucro líquido de 152 milhões de reais no 1o. trimestre de 2012.

10/05/2012

A indústria petroquímica operou nesse primeiro trimestre com margens ainda deprimidas em consequência da restrição da demanda por conta da baixa atividade econômica, especialmente nos países desenvolvidos, aliada à elevação dos preços das matérias-primas, com destaque para a nafta.

No mercado brasileiro, as resinas termoplásticas apresentaram sinais de recuperação de demanda no primeiro trimestre de 2012, especialmente no mês de março. O volume de resinas comercializadas pela Braskem teve crescimento de 9% quando comparado ao trimestre anterior, enquanto o mercado como um todo avançou 3%, diferença resultante da maior participação da Companhia nas vendas totais com redução do percentual detido pelo produto importado.

No campo operacional, a Companhia contou com o bom desempenho da sua produção, que em março alcançou recorde mensal para a principal matéria-prima petroquímica, eteno, e também para o polipropileno. Para esses produtos, bem como para o polietileno, as taxas de utilização de capacidade aumentaram mais de 10 pontos percentuais em relação ao quarto trimestre de 2011.  A evolução das taxas de utilização de capacidade, para os principais produtos da Braskem, reflete ao retorno à normalidade das plantas após paradas programadas e não programadas de manutenção ao longo de 2011.

“Ainda que as medidas iniciais tomadas pelo governo brasileiro, a exemplo da sustentação do câmbio e da redução dos juros, apontem na direção correta, é muito importante avançar no desenvolvimento de uma política industrial que restabeleça as condições de competitividade da indústria em um cenário ainda cheio de incertezas”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

A receita líquida consolidada da Braskem atingiu R$ 8,2 bilhões no primeiro trimestre, que representam um recuo de 5% em relação ao trimestre anterior. O aumento das vendas e a variação positiva nos preços médios em dólares foram compensados pela redução da revenda de nafta. Na comparação com o mesmo período de 2011, a receita líquida teve aumento de 11%, influenciada também pela apreciação média do dólar em 6% no período.

O EBITDA consolidado no primeiro trimestre de 2012  foi de R$ 787 milhões, 10% superior ao apresentado no último trimestre de 2011. Esse montante reflete o efeito não recorrente do reconhecimento da indenização prevista em um contrato de fornecimento de matéria-prima, que afetou positivamente o resultado em R$ 236 milhões. O maior volume de vendas não foi suficiente para compensar a contração da margem de contribuição, que seguiu em linha com a trajetória dos spreads de resinas termoplásticas e dos principais petroquímicos básicos no mercado internacional, que apresentaram queda em torno de 11% e 6%, respectivamente.

Em relação ao último trimestre de 2011, o EBITDA divulgado hoje registrou queda de 14% em reais e 20% em dólares. O crescimento do volume de vendas e a apreciação do dólar em 6% no período não foram suficientes para anular a redução dos spreads de resinas termoplásticas e petroquímicos básicos, que apresentaram queda de 31% e 22% entre os períodos.

A Braskem apresentou um lucro líquido de R$ 152 milhões. Contribuíram para esse resultado a redução da despesa financeira por conta da desvalorização do dólar no período, e o efeito extraordinário relacionado à indenização de fornecimento, conforme já mencionado.

A dívida líquida consolidada da Companhia em dólares apresentou redução de 4% no trimestre, e atingiu US$ 6,1 bilhões em 31 de março. Quando medida em reais, a redução foi de 7%, influenciada pela desvalorização do dólar em 3% no período. O prazo médio do endividamento foi alongado de 12 para 15 anos graças à reabertura de duas operações de emissão de bônus, um de 10 anos e outro perpétuo, no valor de US$ 250 milhões cada e em condições muito competitivas, sendo os recursos utilizados para quitar dívidas mais onerosas e de prazo mais curto.

Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 27 de abril de 2012, foi aprovada a distribuição de dividendos no montante total de R$ 483 milhões. O pagamento em torno de R$ 0,60 para cada ação ordinária e preferencial classes “A” e “B” será realizado a partir de 20 de novembro.

Mantendo o compromisso com a realização de investimentos com retorno acima de seu custo de capital, a Braskem realizou investimentos operacionais que totalizaram R$ 700 milhões no primeiro trimestre de 2012. Desse total, cerca de R$ 350 milhões, ou 50%, foram direcionados para projetos de aumento de capacidade, como a expansão da planta de PVC em Alagoas, a nova planta de butadieno em Triunfo e o projeto Etileno XXI, no México.

“No atual cenário, a inauguração da expansão de PVC em Alagoas e da nova planta de butadieno no Rio Grande do Sul, programadas para maio e julho, respectivamente, ocorre no momento certo, reforçando o resultado da Companhia. Temos o compromisso de investir para crescermos junto com os nossos Clientes, bem como o de fortalecer toda a cadeia produtiva dos plásticos, e estamos dando passos importantes nessa direção”, avalia Carlos Fadigas.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 35 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Com a inauguração de sua fábrica de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar, com capacidade anual de 200 mil toneladas, tornou-se a maior produtora de biopolímeros do mundo.

Fonte: Braskem

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EBITDA da Braskem no terceiro trimestre de 2011 é de 940 milhões de reais.

11/11/2011

As incertezas quanto à intensidade e alcance da desaceleração da economia mundial impactaram o mercado de commodities no terceiro trimestre. No período, a indústria petroquímica foi marcada pela volatilidade dos preços das matérias-primas, associada a especulações do mercado de petróleo, e pelos menores preços de resinas e petroquímicos básicos, entre outros fatores.

Mesmo nesse contexto, o EBITDA da Braskem alcançou R$ 3 bilhões no acumulado dos nove primeiros meses do ano, ou US$ 1,9 bilhão, com crescimento de 1% e 10%, respectivamente, sobre o mesmo período do ano anterior. No terceiro trimestre, o EBITDA consolidado foi de R$ 940 milhões, 9% inferior ao do 3T10.

“Apesar das incertezas imediatas na economia internacional, estamos confiantes na força e resiliência do mercado doméstico, na consistência da estratégia de negócios adotada pela empresa e nas boas perspectivas para o mercado petroquímico global no médio prazo, o que nos leva a seguir com nossos projetos de expansão de capacidade produtiva”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “Estamos entrando na reta final de construção da nova planta de PVC em Alagoas e a de butadieno no Rio Grande do Sul e concluindo o projeto de engenharia para construção de um complexo integrado de polietileno no México, além de avançar na definição do projeto do Comperj com a Petrobras”, acrescenta.

A economia brasileira, mesmo afetada pela conjuntura global, continuou a apresentar bom desempenho. Os aspectos sazonais do terceiro trimestre impulsionaram as vendas de resinas termoplásticas da Braskem no mercado doméstico, que totalizaram 857 mil toneladas, com alta de 12% em relação ao trimestre anterior.

O volume de importados no mercado doméstico foi de 29% para as poliolefinas (polietileno e polipropileno) e de 35% para o PVC, patamares semelhantes aos verificados no segundo trimestre. Esse movimento reflete aspectos como a apreciação do real, que se reverteu em setembro, o crescente mercado de PVC e a entrada oportunista de material com benefícios fiscais via portos incentivados, que concedem crédito de ICMS ao importador.

A receita líquida alcançou R$ 8,7 bilhões no terceiro trimestre, montante 15% superior ao obtido no mesmo período de 2010 e 4% acima do obtido no trimestre imediatamente anterior. Em dólares, a receita líquida cresceu 23% e 1%, respectivamente. A receita com exportações teve alta de 51% no terceiro trimestre, atingindo US$ 1,9 bilhão, e de 59% nos 9M11, para US$ 4,9 bilhões, sobre os períodos equivalentes de 2010.

Com praticamente toda a sua receita vinculada direta ou indiretamente à variação cambial e cerca de 80% dos custos atrelados ao dólar, a Braskem considera apropriada a manutenção de uma parcela significativa do seu endividamento em moeda norte americana. O impacto da valorização de 18,8% do dólar frente ao real no terceiro trimestre sobre essa parcela, que atualmente é de 70%, foi o principal responsável pelo prejuízo contábil – sem efeito imediato sobre o caixa da Companhia – de R$ 1,046 bilhão registrado no trimestre. No acumulado do ano, o prejuízo foi de R$ 316 milhões.

Ao final de setembro, a dívida líquida da Braskem somava R$ 10,8 bilhões. Em função de sua exposição ao dólar, o efeito da variação cambial no período fez com que a alavancagem financeira, medida pela relação dívida/EBITDA, saísse de 2,30x para 2,62x no terceiro trimestre. Medida em dólares, a alavancagem caiu 6%, para 2,32x, mantendo o compromisso da Braskem com o investment grade.

Em julho, a Braskem emitiu US$ 500 milhões em bônus de 30 anos e alongou o prazo médio de sua dívida para 12 anos – ou 17 anos para os compromissos apenas em dólar. Ao final de setembro, foi anunciada a conclusão da aquisição dos negócios de polipropileno da Dow Chemical, divulgada no final de julho. Com a compra, a Braskem torna-se líder em polipropileno nos EUA.

No início deste mês, a agência de classificação de risco Fitch elevou o rating da Braskem para “BBB-“, concedendo à Companhia o grau de investimento, com perspectiva estável. A agência ressaltou como pontos positivos a posição estratégica da Companhia na petroquímica mundial, bem como o gerenciamento do seu perfil financeiro e sua forte estrutura de acionistas. A Braskem agora é considerada investment grade pelas 3 principais agências globais de risco.

“A Braskem mantém seu compromisso de crescimento e desenvolvimento sustentável e vai continuar a agir em busca das melhores oportunidades, buscando o aumento da competitividade em toda a cadeia produtiva, com geração de valor para os acionistas e sem perder o foco na disciplina financeira”, afirma Fadigas.

Fonte: Braskem

Braskem alcança EBITDA recorde de R$ 1,2 bilhão no segundo trimestre

11/08/2011

Investimento na nova planta de PVC avança

A Braskem, líder em produção de resinas termoplásticas nas Américas, apresentou sólido desempenho operacional no segundo trimestre, mesmo em um cenário de valorização cambial e restrição ao crédito na economia brasileira e de incertezas na economia internacional. O EBITDA consolidado teve um crescimento de 25% no período, alcançando R$ 1,2 bilhão, devido principalmente à elevação dos preços de resinas e petroquímicos básicos no mercado internacional. A margem EBITDA, que mede a rentabilidade, foi de 13,8%, superior em 1,3 ponto percentual à margem do trimestre anterior.

 O mercado brasileiro de resinas termoplásticas apresentou crescimento moderado de 2% no segundo trimestre, totalizando 1,2 milhão de toneladas, influenciado pela desaceleração da atividade industrial, volatilidade de preços no mercado internacional e maior consumo de estoques ao longo da cadeia. As vendas de mercado interno de resinas da Braskem, de 366 mil t, permaneceram em linha com o trimestre anterior, ainda sob efeito da recuperação gradual nas taxas de utilização nas plantas do Nordeste.

 O volume de importados no mercado doméstico chegou a 31%, refletindo a apreciação do real, o crescente mercado de PVC e a entrada oportunista de material com benefícios fiscais via portos incentivados, prática não autorizada pelo Conselho Nacional da Política Fazendária.

 “Os resultados demonstram que a busca contínua por melhoria da eficiência operacional tem nos ajudado a enfrentar o desafio do câmbio e dos excedentes de produção que desembarcam por aqui, oriundos de países do Hemisfério Norte que estão com suas economias internas enfraquecidas”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “Mas o Brasil precisa estimular a competitividade da sua indústria, que no caso da cadeia produtiva do plástico envolve um grande contingente de pequenos transformadores que geram muito emprego e têm dificuldade de lidar com a invasão de produtos acabados”, acrescenta Fadigas.

 As exportações da Braskem somaram US$ 1,7 bilhão no 2T11 e representaram um aumento de 28% em relação ao valor do primeiro trimestre, dada a recuperação na taxa média de operação e melhor oportunidade de revenda de petroquímicos básicos, responsáveis por 70% da receita com exportação. No acumulado do semestre, a receita com exportações alcançou US$ 3,1 bilhões, 64% superior ao mesmo período de 2010, em decorrência dos melhores preços internacionais.

 A receita líquida consolidada no segundo trimestre foi de R$ 8,4 bilhões, com crescimento de 13% sobre 1T11 e de 24% sobre o mesmo trimestre de 2010. Ao longo do semestre, a receita líquida cresceu 19% na comparação com igual período do ano passado, para R$ 15,8 bilhões.

 A Braskem registrou lucro líquido de R$ 420 milhões no 2T11, R$ 115 milhões superior ao primeiro trimestre, ajudado pelo melhor desempenho operacional, além dos efeitos positivos da apreciação do real no resultado financeiro.

 Os investimentos realizados no primeiro semestre somaram R$ 773 milhões, de um total planejado de R$ 1,6 bilhão para 2011. A maior parte foi destinada a aumentos de capacidade, como a planta de PVC em construção em Alagoas, prevista para entrar em operação em maio de 2012.

 A Braskem emitiu US$ 500 milhões em bônus de 30 anos com vencimento em julho de 2041, com condições altamente competitivas, em um mercado acessado por poucas empresas brasileiras. Os recursos serão usados para o pré-pagamento de dívidas de curto e médio prazo, em linha com sua estratégia de alongar o perfil de endividamento e reduzir o custo de capital.

 No final de julho, a Braskem anunciou a aquisição do negócio de polipropileno da Dow Chemical por US$ 323 milhões, tornando-se a líder em polipropileno nos EUA. O negócio consiste em 4 plantas, 2 localizadas nos EUA e 2 na Europa, com capacidade total de 1.050 kt/ano, e representou mais um importante passo na estratégia de internacionalização da Companhia. A aquisição praticamente não altera a estrutura de capital da Braskem que, com base em 30 de junho de 2011, passaria a apresentar indicador dívida líquida / EBITDA em torno de 2,4x.

 “A Companhia tem confirmado, mesmo em ambiente desafiador, sua capacidade de aliar desempenho operacional consistente a importantes avanços estratégicos na implementação de sua visão de tornar-se uma das líderes da petroquímica mundial e consolidar sua liderança em biopolímeros”, afirma Carlos Fadigas.

Fonte: Braskem

Ebitda da Braskem alcança R$ 919 milhões no 1o. trimestre de 2011.

16/05/2011
Receita líquida avança 12% sobre o mesmo período de 2010 e atinge R$ 7,4 bilhões

Em meio a um cenário no qual o forte ritmo de crescimento das economias emergentes possibilitou a recuperação de preços de resinas mesmo diante de elevada volatilidade e aumento nos preços de matéria-prima, a Braskem teve o seu desempenho no primeiro trimestre afetado pela restrição de produto em suas plantas no nordeste brasileiro, impactadas pela interrupção de energia em fevereiro, que levou a uma parada não programada nos Polos da Bahia e de Alagoas no período. Nesse contexto, a Companhia registrou EBITDA – lucro antes dos impostos, taxas, depreciações e amortizações – de R$ 919 milhões, com alta de 1% sobre o mesmo período de 2010. A margem EBITDA do 1T11, sem considerar a revenda de nafta/petróleo, foi de 14,1%.

A economia brasileira se manteve em expansão no primeiro trimestre, impulsionada pelo aquecimento do mercado de trabalho, elevado índice de confiança do consumidor e a contínua recuperação da indústria. No entanto, a demanda por resinas termoplásticas no mercado doméstico manteve-se em linha com a verificada no primeiro trimestre de 2010, graças ao bom desempenho de setores como automotivo e agrícola, entre outros.

Os três primeiros meses do ano também foram marcados na indústria petroquímica pela contínua alta de preços no mercado internacional, gerada por fatores como aumento de custos de nafta, desvalorização global do dólar e retomada da demanda asiática.

Em relação ao quarto trimestre de 2010, os melhores preços compensaram parcialmente o volume 12% menor de resinas termoplásticas comercializadas pela Braskem e a alta da matéria-prima. Além da redução natural dessa época do ano, as vendas foram afetadas pela queda de energia ocorrida em 4 de fevereiro, que atingiu todos os estados do Nordeste brasileiro. O episódio ocasionou uma parada não programada nas plantas da Companhia localizadas nessa região, impactando o resultado em aproximadamente R$ 230 milhões.

A Braskem alcançou receita líquida consolidada de R$ 7,4 bilhões, o que representou alta de 3% sobre o quarto trimestre de 2010 e de 12% na comparação com o primeiro trimestre daquele ano. A receita em dólares totalizou US$ 4,4 bilhões e as exportações representaram 30% desse valor (US$ 1,3 bilhão), com avanço de 47% sobre o mesmo período de 2010.

O lucro líquido consolidado da Braskem atingiu R$ 305 milhões entre janeiro e março, positivamente influenciado pelo resultado financeiro do trimestre.

A dívida líquida da Companhia manteve a trajetória de queda e atingiu R$ 9,6 bilhões ao final do primeiro trimestre. A redução da dívida líquida, associada à manutenção do EBITDA nos últimos 12 meses, assegurou a queda da alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/EBITDA de 2,43x no quarto trimestre de 2010 para 2,37x no primeiro trimestre de 2011. Na comparação com o primeiro trimestre de 2010, quando a alavancagem era de 3,12x, a queda foi de 24%.

Com a aprovação da aquisição da Quattor pelo CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – o processo de integração dos ativos e equipes foi intensificado, o que favorece a captura de sinergias para os próximos trimestres. Os ganhos com sinergias alcançaram R$ 75 milhões no primeiro trimestre. Para todo o ano de 2011, estima-se a captura de R$ 377 milhões, em bases anuais e recorrentes.

“Os indicadores de desempenho da Braskem mostraram robustez mesmo diante das adversidades pontuais do primeiro trimestre, o que nos deixa muito satisfeitos”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “A expectativa para os próximos meses é bastante otimista, com um crescimento projetado da demanda interna de resinas próximo de 10%. A Braskem reafirma seu compromisso de crescer junto com o país”, diz.

Atendendo ao seu compromisso com a disciplina de capital e com a realização de investimentos com retorno acima de seu custo de capital, a Braskem realizou investimentos operacionais de R$ 282 milhões no primeiro trimestre. A maior parte desses recursos foi direcionada a aumentos de capacidade, com destaque para o projeto de construção da planta de PVC em Alagoas, ao qual foram destinados R$ 63 milhões. Também merece destaque o projeto de construção da planta de butadieno, no Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 14 milhões.

Em março, as agências de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) e Moody’s elevaram o rating da Braskem para “BBB-” e “Baa3”, respectivamente, concedendo à Companhia o investment grade. Os principais fatores que contribuíram para a obtenção do grau de investimento pela Braskem foram o gerenciamento eficiente de seu capital, a perspectiva favorável da indústria e o ganho de sinergias, com a aprovação final da aquisição da Quattor.

Fonte: Braskem

Lucro líquido da Braskem atinge R$ 1,9 bilhões em 2010.

17/03/2011
O valor dos investimentos foi de R$ 1,8 bilhão sem considerar as aquisições

A Braskem atingiu um novo patamar de competitividade e porte após a aquisição da Quattor e dos ativos de polipropileno da norte-americana Sunoco Chemicals, hoje Braskem America, no início de 2010. Esses movimentos estratégicos, que transformaram a Braskem na empresa líder na produção de resinas termoplásticas das Américas e a oitava maior do mundo, já começam a se refletir no desempenho da companhia. Em 2010, a Braskem obteve um EBITDA – lucro antes de impostos, taxas, depreciações e amortizações – de R$ 4,1 bilhões, 27% superior ao de 2009. Em dólares, o EBITDA apresentou alta de 41%, atingindo US$ 2,3 bilhões.

Contribuíram para esse desempenho a expressiva evolução da eficiência operacional da Quattor, cujo EBITDA, sob a gestão da Braskem, dobrou no período, e o aumento médio das vendas no mercado doméstico, consequência do bom desempenho da economia brasileira, que registrou um crescimento de 7,5% e impulsionou a demanda doméstica por resinas em 15%. Além disso, a recuperação dos preços internacionais de resinas termoplásticas e dos petroquímicos básicos, decorrente da melhoria do cenário econômico global no segundo semestre, impactou positivamente os resultados.

As importações mantiveram market share de 26% em praticamente em todos os trimestres, como consequência da apreciação do real, do forte crescimento do mercado de PVC e do ganho de competitividade do PE norte americano em razão dos baixos custos de etano naquele país. Tais fatores, aliados às baixas taxas de operação da Quattor no primeiro semestre e aos efeitos das paradas para manutenção no segundo semestre, levaram a um aumento médio de 11% nas vendas internas de resina da Braskem, crescimento esse menor do que o registrado no mercado brasileiro, que foi de 15%.

“O ano de 2010 marcou o começo de um novo ciclo na trajetória empresarial da companhia, a partir das diversas conquistas estratégicas obtidas no período, com destaque para a integração da Quattor, um passo decisivo no fortalecimento da cadeia produtiva da petroquímica e dos plásticos no país”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “Na frente externa, a aquisição nos Estados Unidos inaugurou a internacionalização das nossas operações, combinada com o avanço do projeto integrado de polietileno no México. Além disso, a Braskem tornou-se líder mundial em biopolímeros com o início da produção de PE Verde no segundo semestre”, acrescenta Fadigas.

A receita bruta consolidada da companhia atingiu R$ 34,7 bilhões em 2010, com aumento de 22% sobre os R$ 28,4 bilhões registrados em 2009. Em dólares, a receita bruta foi de US$ 19,7 bilhões, 36% superior aos US$ 14,6 bilhões do período anterior. Já a receita líquida foi de R$ 27,7 bilhões, ou US$ 15,8 bilhões, o que representou um crescimento de 23% e 36%, respectivamente, na comparação com o ano anterior.

A receita com exportações em 2010 foi de US$ 4,2 bilhões, 56% superior a 2009, alavancada pela elevação de preços dos petroquímicos no mercado mundial, especialmente de propeno, benzeno e butadieno, com alta média de 56%. A atuação mais qualificada da empresa nesses mercados, reforçada pela abertura de novas filiais em Cingapura e Colômbia, também permitiu o melhor aproveitamento das oportunidades internacionais.

A rentabilidade da Braskem, expressa pela margem EBITDA, alcançou 14,6% e ficou em linha com os 14% registrados em 2009. O lucro líquido foi de R$ 1,9 bilhão, uma alta expressiva em relação aos R$ 398 milhões de 2009. Além do bom desempenho operacional no período, o resultado da Companhia foi impactado positivamente em cerca de R$ 869 milhões líquidos devido à contabilização da aquisição dos ativos da Quattor pelo seu valor a mercado, conforme regra estabelecida pelo IFRS.

O aumento de capital no valor de R$ 3,7 bilhões e a geração de caixa das operações contribuíram para a redução da dívida bruta da companhia em aproximadamente R$ 4,9 bilhões no ano de 2010, fechando o exercício em R$ 12,7 bilhões. A alavancagem financeira da Braskem, medida pelo indicador Dívida Líquida/EBITDA, que era de 3,59x em 2009, fechou 2010 em 2,43x, inferior ao patamar anterior à aquisição da Quattor e da Sunoco Chemicals, como consequência da queda do endividamento no ano e da evolução do resultado operacional.

A Administração da Companhia propôs à Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em 29 de abril de 2011, a distribuição de dividendos no montante total de R$ 666 milhões.

A Braskem realizou em 2010 investimentos operacionais que totalizaram R$ 1,8 bilhão (excluídos juros capitalizados), 76% acima dos R$ 894 milhões realizados em 2009. Parte importante dos investimentos foi direcionada para aumentos de capacidade, como o projeto de construção da nova planta de PVC em Alagoas, com desembolso de R$ 86 milhões, e a conclusão da planta de 200 mil toneladas/ano de Eteno Verde no Rio Grande do Sul, que acumulou investimentos de R$ 343 milhões no período.

Na rubrica de investimentos, cabe destacar ainda a importância de R$ 365 milhões destinada a paradas para manutenção, garantindo a confiabilidade operacional dos ativos, e R$ 103 milhões para a área de Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Esses recursos contribuíram para a obtenção dos melhores indicadores de ecoeficiência da história da Braskem, como a redução de 11% nas emissões de gases do efeito estufa, de 7% na intensidade do consumo energético e de 24% da geração de resíduos sólidos.

Fonte: Braskem

Braskem combina avanços estratégicos com sólido desempenho operacional no 1T10

21/05/2010
EBITDA cresce 19% e atinge R$ 729 milhões

A Braskem obteve conquistas importantes neste início de 2010 na implementação da sua visão estratégica de se tornar uma das 5 principais líderes da petroquímica global em valor de empresa. A aquisição e integração dos ativos de polipropileno da Sunoco Chemical, nos Estados Unidos, dando origem à Braskem America, e a formalização do projeto Etileno XXI no México representaram passos estratégicos na internacionalização da Companhia. No cenário interno, a aquisição da Quattor e a confirmação da aliança estratégica com a Petrobras foram decisivos para fortalecer a petroquímica brasileira e promover um novo ciclo de investimentos no setor.

Na dimensão operacional, o desempenho da Braskem no 1T10 foi positivamente influenciado pelo alto nível de atividade da economia brasileira e também pela performance do mercado petroquímico internacional. A sustentação da forte demanda doméstica atípica para esse semestre e a recuperação dos preços internacionais levaram ao crescimento de 19% do EBITDA em relação ao trimestre anterior, alcançando R$ 729 milhões, com uma margem sobre a receita líquida de 16,3%.

A melhoria da rentabilidade está associada ao comportamento dos preços tanto das resinas termoplásticas quanto dos petroquímicos básicos, especialmente dos aromáticos, cujas vendas domésticas e totais apresentaram alta de 3% e 12%, respectivamente, na comparação com o 4T09, bem como à disciplina na gestão dos custos.

“A equipe da Braskem inicia o ano implementando ações estruturantes para a Companhia, bem como para toda a cadeia produtiva, que nos permitiram antecipar a meta de liderar a produção de resinas termoplásticas nas Américas. A Companhia apresenta no final do primeiro trimestre a consistência de uma estrutura de capital hígida e líquida, bem como forte desempenho operacional e econômico”, afirma Bernardo Gradin, presidente da Braskem.

A receita líquida de R$ 4,5 bilhões apresentou um crescimento de 5% quando comparada ao 4T09, impulsionada pela variação do dólar no período, que possibilitou o ajuste dos preços em reais.

Os volumes de venda da Braskem no mercado doméstico apresentaram-se em linha com os registrados no trimestre anterior, com destaque para um crescimento de 2%para o PVC, refletindo o dinamismo do setor de construção civil e de infraestrutura. Com relação ao 1T09, período de forte contração dos mercados em razão da crise econômica mundial, houve um crescimento nas vendas de resinas, sendo 20% em polietileno, 35% em polipropileno e 60% em PVC.

As exportações da Braskem no 1T10 tiveram crescimento de 25% sobre o trimestre anterior, totalizando US$ 797 milhões, valor equivalente a 32% da receita líquida da Companhia. Esse aumento é reflexo da recuperação dos preços internacionais de resinas e petroquímicos básicos, com destaque para a forte valorização dos aromáticos e do propeno, parcialmente compensada por uma queda em volume de 9% em relação ao trimestre anterior.

Mesmo com o bom desempenho operacional evidenciado pelo EBITDA de R$ 729 milhões, 19% acima do 4T09 e 59% acima do 1T09, o resultado líquido da Companhia ficou negativo em R$ 123 milhões, devido ao impacto da variação cambial de R$ 175 MM e ao reconhecimento adicional de R$ 206 milhões em encargos no resultado financeiro da Companhia referente à inclusão complementar de tributos ao Refis em fevereiro deste ano.

Nos últimos 12 meses encerrados em 31 de março, o EBTIDA acumulado da Braskem em reais cresceu 11%, totalizando R$ 2,7 bilhões, enquanto a dívida líquida na mesma moeda apresentou queda de 2% em relação ao fechamento do trimestre anterior. Dessa forma, a alavancagem financeira da Companhia, medida pela relação entre EBITDA e dívida líquida, foi reduzida de 2,67 para 2,37 vezes, 11% menor do que no final de 2009. O prazo médio da dívida teve leve incremento para 9,7 anos.

Em linha com seu compromisso com a disciplina de capital e com a realização de investimentos com retorno acima de seu custo de capital, a Braskem realizou investimentos operacionais que totalizaram R$ 232 milhões no 1T10, superiores aos do 1T09, quando os investimentos somaram R$ 123 milhões.  Este aumento é decorrente da compra de equipamentos para a planta de Eteno Verde, que está em sua fase final de construção, com o início das operações previsto para o terceiro trimestre deste ano.

O Conselho de Administração da Braskem aprovou no início de maio investimento de US$ 470 milhões para expansão de capacidade de PVC em 200 mil toneladas/ano, com previsão de entrar em operação no primeiro semestre de 2012. O projeto objetiva atender a forte demanda interna atual em razão dos investimentos em infraestrutura no país.

Fonte: Braskem