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Poliamida 4.10 da DSM é escolhida pela Dytech para aplicação em veículos Ferrari e Maserati

20/03/2014

DSM_FerrariA Royal DSM, empresa global de Ciências da Vida e dos Materiais, anunciou que o EcoPaXX ®, sua poliamida 4.10 de base biológica de alto desempenho, será utilizada pela Dytech-Dynamic Fluid Technologies na produção dos separadores de vapor de combustível dos carros esportivos Ferrari e Maserati. Segundo a empresa, a solução, com retardante de chama sem halogênio EcoPaXX Q-KGS6, aumentará a segurança dos carros contra incêndio, combinando retardância de chama com um alto nível de resistência química, essencial para esta aplicação.

O separador de vapor de combustível é um elemento importante do sistema completo de fornecimento de combustível em veículos rodoviários. Ele separa os vapores que saem do tanque, impedindo-os de atingir e contaminar o reservatório. Isso evita que os gases que evaporam cheguem à atmosfera, ao mesmo tempo em que mantém adequadas as pressões do tanque.

Embora as próprias linhas de combustível tenham uma cobertura externa coextrudada em um termoplástico retardante de chamas, os separadores de vapor de combustível são frequentemente feitos com uma poliamida sem essa característica. A Dytech Dynamic Fluid Technologies, com sede nos arredores de Turim, na Itália, desenvolve e fornece componentes e sistemas de distribuição de combustível para muitas das principais empresas automotivas do mundo. A Dytech escolheu o EcoPaXX,  retardante de chama sem halogênio, para atender às crescentes exigências de segurança contra incêndio, bem como a uma vasta gama de outros requisitos para a aplicação.

Segundo a DSM, o EcoPaXX é altamente resistente e impermeável tanto ao combustível convencional de gasolina (E10) quanto ao mais sustentável (E85). No teste SHED (sigla em inglês para compartimento vedado para determinação de evaporação), os separadores de vapor de combustível com o EcoPaXX mostraram um nível muito baixo de permeação para E10, de 0,002 gramas/24 h. O EcoPaXX Q-KGS6 tem uma classificação de inflamabilidade UL 94 V-0 em 0.7 mm.

A alta estabilidade térmica do EcoPaXX é demonstrada por sua temperatura máxima de 175°C em uso contínuo, de acordo com a DSM. Afirma a empresa, ainda, que este plástico de engenharia também tem estabilidade dimensional muito boa (comprovada pelo envelhecimento a curto prazo a 100°C), e supera os materiais atuais utilizados em testes de impacto de baixa temperatura realizados a -30°C. O EcoPaXX passou ainda nos testes de extração e impacto do tubo após envelhecimento térmico e ao combustível, e também no teste de resistência à fadiga.

Além do desempenho técnico único, assegura a DSM, o EcoPaxx oferece uma vantagem extra, pois a poliamida 4.10 é 70% derivada de recursos renováveis (óleo de mamona) e possui certificação Neutra de Carbono, da extração e processamento até o portão da fábrica.

“Estamos muito impressionados com o desempenho que obtivemos com os novos separadores de vapor de combustível produzidos com o EcoPaXX”, diz Mario Zasa, do departamento de pesquisa e desenvolvimento da Dytech.”Nossos clientes fazem alguns dos carros de maior prestígio nas estradas, e eles exigem soluções de alta qualidade de seus fornecedores. Trabalhando com a DSM, conseguimos mais uma vez atender às suas exigências. ”

Os plásticos de engenharia da DSM são cada vez mais utilizados em vários elementos dos sistemas de combustível automotivos e não automotivos. A DSM cita exemplos, como o EcoPaXX Q-HG6, outro tipo de EcoPaXX testado com sucesso em engates rápidos da linha de combustível automotivo; e o Akulon Fuel Lock ®, uma poliamida 6 especial para aplicações de injeção e moldagem por sopro, que oferece, segundo a empresa, excelente resistência à permeação sem a necessidade de aditivos ou tratamentos pós-moldagem em produtos como tanques GNC (Gás Natural Comprimido).

Fonte: DSM

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Rhodia e Dytech desenvolvem autopeça com plástico de engenharia de fonte renovável.

08/05/2012

Novidade já está sendo utilizada na confecção de tubulações para combustíveis, servo freio, embreagens e dutos de óleo para veículos leves e pesados.

Com o objetivo de ampliar a oferta de produtos sustentáveis para o setor automotivo e de transportes, a Rhodia, empresa do grupo Solvay, e a DYTECH, empresa do setor de autopeças, desenvolveram no Brasil um produto inovador a partir do plástico de engenharia Technyl® eXten — uma poliamida 6.10 derivada em parte de óleo de mamona, de fonte renovável.

O novo produto, que reduz o impacto ambiental tanto dos processos de produção quanto das aplicações finais, pode ser utilizado na confecção de tubulações para combustíveis, servo freio, embreagens e dutos de óleo para veículos leves e pesados. A novidade já foi homologada em diversos clientes finais das duas empresas, substituindo com vantagens aplicações que atualmente usam PA (poliamida) 12, de origem totalmente petroquímica.

“Em comparação com outros plásticos de engenharia de poliamida de alto desempenho, a nova aplicação de Technyl® eXten oferece aos clientes uma série de vantagens técnicas e de custo-benefício, além dos ganhos ambientais, com a redução das emissões de CO2”, afirma Marcos Curti, diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros para as Américas.

Technyl® eXten é uma poliamida parcialmente de origem biológica. Medições revelaram que 62,5% do seu carbono são de origem natural. Esta fonte biológica, além de reduzir a pegada de carbono, ajuda na redução de uso de recursos não renováveis, quando em comparação com outras poliamidas de origem totalmente da cadeia petroquímica. “A aplicação do nosso material na produção de autopeças nesse segmento de alto volume de produção, como os tubos e dutos para veículos leves e pesados, ajudará na redução de milhares de toneladas de emissões de CO2 por ano”, acrescenta Curti

Os plásticos de engenharia e polímeros em poliamida da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para os segmentos automotivo e de transportes, eletroeletrônicos e construção e bens industriais de consumo. A empresa, uma das líderes mundiais desse setor, possui unidades produtivas e laboratórios de desenvolvimento de aplicações em quatro continentes. No Brasil, a fábrica e o laboratório estão instalados em São Bernardo Campo (SP).

Segundo Giorgio Fabbroni, vice-presidente da DYTECH do Brasil, o desenvolvimento dessa nova aplicação de plástico de engenharia de origem renovável amplia a oferta de soluções em linha com as necessidades da indústria automotiva por produtos sustentáveis. A indústria de veículos pesados no Brasil — observa — vive um momento particularmente especial, com a entrada em vigor do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve 7).

“Os caminhões têm cada vez mais demandas de carga e as montadoras precisam reduzir o peso do veículo, sem perder eficiência e adequar-se à legislação ambiental, reduzindo as emissões. Estamos engajados juntos com a Rhodia em oferecer aos clientes soluções tais como o Technyl® eXten que combina todos os aspectos da sustentabilidade”, afirma Fabbroni.

Sobre a Rhodia / Solvay

A Rhodia, uma empresa do grupo Solvay, é estruturada em 11 unidades globais de negócios e atua em conjunto com os maiores líderes mundiais das indústrias  automotiva, eletroeletrônica, aromas e fragrâncias, saúde, mercados de cuidados pessoais e domésticos, bens de consumo e mercados industriais. A Rhodia emprega 14 250 pessoas em todo o mundo e obteve faturamento de 6,171 bilhões de euros em 2011.  O Grupo Solvay, que tem sede em Bruxelas, emprega 29 mil pessoas em 55 países e obteve um faturamento de 12,7 bilhões de euros (pro forma) em 2011.

Sobre a Dytech – Dynamic Fluid Technologies

Com um volume de negócios de 255 milhões de euros e cerca de 3.300 empregados em 9 países,  a DYTECH projeta, desenvolve e fabrica uma ampla gama de sistemas, subsistemas e componentes para motores e plataformas de aplicação.

Fonte: Rhodia

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