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DSM amplia em 13% venda de produtos sustentáveis

28/09/2017

Receita com produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais passou de € 3,27 bilhões em 2015 para € 4,99 bilhões no ano passado e passou a representar 63% das vendas globais, demonstrando viabilidade econômica dos produtos com menor impacto.

A venda de produtos sustentáveis da DSM totalizou € 4,99 bilhões em 2016, representando um crescimento de 13% em comparação aos resultados de 2015. O desempenho do ano passado elevou para 63% a fatia que esse tipo de produto passou a ter dentro do faturamento global da companhia, aproximando-se assim da meta de 65%, prevista para ser alcançada em 2020. Em 2015, os produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais da DSM representaram 57% da receita total da companhia.

“A redução de custos por meio de melhorias operacionais nas empresas provenientes de avanços em aspectos sustentáveis é sem dúvida um passo importante. No entanto, levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante, necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

O resultado de 2016 não foi isolado. Entre 2010 e 2016, a DSM ampliou em 53% a venda de produtos sustentáveis. A receita com esses produtos passou de € 3,27 bilhões para os atuais € 4,99 bilhões. Mais do que isso, os produtos sustentáveis aumentaram sensivelmente sua participação no portfólio da companhia e seu peso dentro das vendas globais. Se em 2010 os produtos sustentáveis representaram 40% das vendas, no ano passado a fatia subiu para 63%.

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazo são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM oferece soluções inovadoras para mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários. As ações da empresa são negociadas na Euronext Amsterdã.

Fonte: DSM

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Resultado semestral da DSM mostra crescimento global e na América Latina

02/08/2017

DSM teve alta de 11% nas vendas globais, que atingiram € 4,32 bilhões no primeiro semestre; na América Latina, a alta foi ainda mais expressiva, de 31,3%, alcançando € 327 milhões no período

A DSM registrou desempenho positivo no primeiro semestre deste ano, com vendas globais de € 4,32 bilhões, uma alta de 11% sobre igual período de 2016, quando as vendas foram de € 3,9 bilhões. Outros indicadores que confirmam os resultados positivos da DSM são a alta de 16% do lucro operacional (EBITDA ajustado), que foi de € 721 milhões (€ 624 milhões no primeiro semestre do ano passado); salto de 10,5% para 12,2% do Retorno Sobre o Capital Empregado (Return on Capital Employed, ROCE) no período; e alta de 42% do lucro líquido, que saltou de € 220 milhões para € 312 milhões no período.

No primeiro semestre, as vendas globais da área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) foram de € 2,77 bilhões (alta de 9% sobre igual período de 2016), com EBITDA ajustado de € 528 milhões (alta de 14%). A área de Materiais cresceu ainda mais, com alta de 15% ao atingir vendas globais de € 1,42 bilhão; no mesmo período do ano passado, as vendas da área foram de € 1,24 bilhão. Contribuíram ainda para os resultados as vendas globais de € 84 milhões do Innovation Center e de € 32 milhões das Atividades Corporativas.

“A DSM manteve um excelente desempenho no primeiro semestre. Todas as nossas empresas estão entregando suas iniciativas de crescimento, ajudando-nos a superar o mercado. Fornecemos cada vez mais aos nossos clientes soluções inovadoras em uma mudança contínua em direção às especialidades e, além disso, estamos atentos aos nossos programas de redução de custos e de aumento da eficiência, aliada à cultura de alto desempenho e à sustentabilidade”, comenta o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma.

DSM tem 2º trimestre positivo

No segundo trimestre deste ano (2T17), as vendas globais da DSM cresceram 8% e atingiram € 2,16 bilhões (€ 1,99 no 2T16), com crescimento de 15% do EBITDA ajustado, que alcançou € 376 milhões (€ 328 milhões no 2T16), e ROCE de 12,2% (10,5% no 2T16). Na área de Nutrição, as vendas globais registraram alta de 7% e chegaram a € 1,38 bilhão (€ 1,29 bilhão no 2T16), com alta de 14% do EBITDA ajustado, que alcançou € 271 milhões (€ 237 no 2T16). Na área de Materiais, o crescimento das vendas globais no 2T17 foi ainda mais expressivo, chegando a 13% e batendo em € 725 milhões (€ 640 milhões no 2T16) e alta de 9% do EBITDA ajustado, que foi de € 128 milhões (€ 117 milhões no 2T16). Contribuíram ainda para estes resultados as vendas globais de € 41 milhões do Innovation Center e de € 15 milhões das Atividades Corporativas.

Alto crescimento também na América Latina

O primeiro semestre foi muito positivo para a subsidiária da DSM na América Latina, com crescimento de 31,3% nas vendas, que atingiram € 327 milhões frente aos € 249 milhões registrados no primeiro semestre de 2016. Na região, a empresa está presente em 13 países e conta com uma equipe de 2.061 colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,9 mil colaboradores).

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa –  DSM

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Balanço global da DSM mostra resultados positivos em 2016

05/03/2017

dsm

Em âmbito global, as vendas foram de € 7,92 bilhões, com destaque para a alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão

A DSM registrou um desempenho positivo em 2016, superior ao projetado em seus objetivos estratégicos, conforme demonstra o relatório da companhia divulgado em fevereiro. A empresa holandesa contabilizou aumento de 3% nas vendas globais, que atingiram € 7,92 bilhões, e um crescimento orgânico de 4%, além de uma alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão.

Em âmbito global, a área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) alcançou vendas globais de € 5,17 bilhões, montante 4% superior ao do ano anterior; a área de Materiais de Desempenho registrou vendas de € 2,51 bilhões (queda de 1%); as vendas do Centro de Inovações foram de € 67 milhões (alta de 7%); e as vendas das atividades corporativas bateram € 71 milhões.

Ao abordar os resultados do ano, o CEO da DSM e presidente do Conselho de Administração da companhia, Feike Sijbesma, ressaltou o fato da empresa alcançar as metas estabelecidas ao final de 2015. “Reportamos um ano muito positivo, com lucro operacional e retorno do capital empregado muito acima do objetivo de médio prazo estabelecidos em nossa estratégia para o triênio que vai até 2018, que é impulsionar um crescimento rentável”, comenta.

Para este ano, Sijbesma conta que, embora as condições macroeconômicas sejam incertas, a DSM está confiante em cumprir novamente os seus objetivos estratégicos. “Continuaremos a executar as nossas iniciativas de crescimento e, somando-se a isso, estamos firmes com os programas de melhoria contínua de produtividade atrelada à redução de custos em todo o grupo”, reforça.

A DSM optou por reduzir o seu período de planejamento estratégico de cinco para três anos (2016/18). Entre os seus objetivos específicos, destaque para o aumento do EBTIDA, elevação do retorno de capital empregado e a redução do FTD (full-time equivalente, método para mensurar o grau de envolvimento dos colaboradores em suas atividades ou em um determinado projeto). Para tanto, a empresa concentra esforços em três fatores centrais: aceleração do crescimento dos negócios, melhora da produtividade atrelada à redução de custos e disciplina para investimentos dos recursos por meio do menor envolvimento dos recursos financeiros nas operações e redução do capital de giro.

América Latina em alta

As vendas da subsidiária latino-americana da DSM alcançaram € 544 milhões, que representaram 7% das vendas globais da empresa. Na região, onde está presente em 13 países, a companhia conta com 2,07 mil colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,78 mil colaboradores). Para o presidente da DSM na América Latina, Maurício Adade, o volume de vendas na região foi significativo principalmente diante do fato de que algumas economias do continente passaram por um momento desafiador.

A Royal DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Revista canadense classifica DSM entre as 10 empresas mais sustentáveis do mundo

24/01/2017

dsmA revista canadense de economia e negócios Corporate Knights divulgou a edição 2017 do ranking das 100 empresas mais sustentáveis do planeta, o “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, estruturado com base em uma série de indicadores de desempenho. Nesta 13ª edição (www.corporateknights.com/reports/2017-global-100/2017-global-100-results), a DSM ocupa a nona posição, tendo evoluído significativamente em comparação ao levantamento de 2016, quando ocupou a 26ª colocação. A companhia, de origem holandesa e que tem foco no desenvolvimento e fornecimento de soluções inovadoras baseada na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, com forte atuação no Brasil e na América Latina, tem na sustentabilidade um tema prioritário.

De acordo com a publicação, as empreas citadas no ranking dão muita atenção para questões como as mudanças climáticas e a redução das emissões de carbono, atuando com foco no desenvolvimento limpo e sustentável. Na visão estratégica da DSM, por exemplo, a companhia entende a sustentabilidade como o “atendimento das necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades – que, por sua vez, significa promover a prosperidade econômica, a qualidade ambiental e a responsabilidade social para o benefício das pessoas, planeta e lucratividade”.

Diante da perspectiva de o planeta ter 9 bilhões de pessoas até 2050, por exemplo, a DSM afirma que desenvolve e fornece soluções (ingredientes e matérias-primas) para várias indústrias, pautada pelo respeito ao meio ambiente e pela qualidade de vida das pessoas como um elemento fundamental para impulsionar os negócios. Neste cenário, as suas ações e as tecnologias que desenvolve seguem o conceito “People, Planet and Profit” (Pessoas, Planeta e Lucratividade). Um dos exemplos que mostra a preocupação da companhia com a sustentabilidade é o fato de que, hoje, 95% dos seus produtos da linha de inovação são ECO+, ou seja, geram menor impacto de carbono do que os produtos equivalentes. E, como essa postura também requer a viabilidade do ponto de vista econômico, com foco em lucratividade, muito dos produtos ECO+ da companhia, dos plásticos aos ingredientes naturais de enzimas alimentares, oferecem benefícios superiores também em termos de custos, assegura a empresa.

Fonte – Assessoria de Imprensa – DSM

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Grupo ZKW e DSM desenvolvem novo módulo leve de iluminação LED para o Audi Q7

22/09/2015

A Royal DSM anunciou o uso de um novo grade de PET (Arnite® XL-T) no novo Audi Q7 em uma aplicação de faróis de automóveis que pode resistir a cargas térmicas extremas.

DSM-Arnite

Os faróis são uma característica distintiva-chave para a identidade de um carro e, atualmente, a iluminação LED, com as suas excelentes características de desempenho, é a vanguarda do design do farol automotivo. Eles também são um item essencial de segurança e devem ter um desempenho de acordo com os mais altos padrões internacionais. Os sistemas de iluminação LED, HID e halogéna, muitas vezes combinados em um único conjunto de farol, oferecem excelente desempenho, mas também colocam mais restrições sobre o uso de materiais e design. A luz solar irradiada nas múltiplas lentes de LED / HID cria aumentos de cargas térmicas localizadas superiores a 235 ° C.

Altas cargas de irradiação solar podem causar distorções térmicas e liberação de gases tanto de componentes funcionais como estéticos. Para superar isso, especialidades caras de polímeros de alto desempenho podem ser utilizadas ou, alternativamente, a proteção térmica pode ser obtida por escudos de metal que, todavia, adicionam peso e custos, além de restringir parâmetros de projeto.

Os componentes na montagem do farol podem sofrer degaseificação, tornar-se distorcidos, danificados ou podem até fundir sob tais condições severas. Componentes estéticos da guarnição também aumentam o desafio de desempenho, ao precisar atender às exigências de design para uma aparência superficial rigorosa nas cores preto ou cinza escuro, o que aumenta o problema resultante da carga térmica solar.

Segundo a DSM, o desempenho superior do seu poliéster Arnite XL-T, com uma temperatura de deflexão térmica (HDT) de 250° C, baixa liberação de gases e excelente acabamento superficial texturizado em cores escuras, atendem às exigências do designer e ampliam a liberdade na construção dos módulos de farol automotivo LED/HID.

A DSM afirma que o Arnite tem sido utilizado com sucesso por muitos anos na iluminação e em muitas outras aplicações automotivas elétricas e eletrônicas que exigem alto desempenho térmico e características de baixa degaseificação. Através de extensa experiência e compreensão das aplicações, a DSM desenvolveu tecnologia proprietária que ampliou a condutividade térmica do Arnite XL-T para superar outros termoplásticos de alta resistência ao calor, tais como a Polietersulfona (PES), Polieterimidas (PEI) e Poliftalamidas (PPA), sem o preço desses materiais ou outros problemas como o processamento crítico e a absorção de água. Um dos principais benefícios do Arnite XL-T, segundo a DSM, é o seu ótimo acabamento superficial quando texturizado, mesmo em moldagens com reforços de fibra de vidro.

Sylvana Wetscher, do Grupo ZKW, um fornecedor global de sistemas de iluminação para automóveis sediado base em Wieselburg, na Áustria, disse: “Inovação é a nossa base e nós fundamentamos a nossa reputação nos avanços pioneiros que continuamos a fazer em sistemas de farol automotivo. O Arnite XL-T nos permite projetar módulos de iluminação LED que atendem a todos os critérios de projeto estabelecidos por nossos clientes OEM, os quais tem reconhecido as vantagens que ele oferece para resolver o problema da carga térmica resultante da irradiação solar. Juntamente com o nosso parceiro DSM, temos conseguido o objetivo final de atender aos requisitos funcionais do módulo do farol, bem como de superar os problemas de distorção térmica e liberação de gases, sem redesenhos complexos e dispendiosos para insertos de metal ou escudos térmicos adicionais. Isto manteve o peso total em um valor mínimo, o que contribui para melhorar a economia de combustível e reduzir a pegada de carbono dos veículos. ”

Fonte: DSM

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Toyota Tsusho lança membranas impermeáveis respiráveis livres de PFC em roupas para atividades ao ar livre com base em tecnologia da DSM

05/05/2015

DSM-Toyota-TsushoA Royal DSM anunciou uma nova geração de membranas de alta performance para vestuário fabricados pela Toyota Tsusho com seu Arnitel® VT, um elastômero à base de poliéster termoplástico muito flexível. As novas membranas não contêm produtos químicos perfluorados (PFC) e são 100% recicláveis e à prova d’água em todas as circunstâncias, apesar de ter apenas alguns mícrons de espessura e de ser altamente respirável, afirma a empresa.

A Toyota Tsusho é um fornecedor líder global de materiais funcionais de alta tecnologia para vestuário e calçados.

Em todo o mundo, marcas reconhecidas de vestuário para atividades ao ar livre estão à procura de maneiras de fazer com as peças de vestuário ofereçam o desempenho certo e tragam conforto para o usuário. Ao mesmo tempo, elas querem usar materiais e processos que tenham o menor impacto ambiental possível. O foco atual é evitar a utilização de PFCs, que são encontrados, por exemplo, em membranas à base de PTFE.

Com o Arnitel VT, os vapores de umidade podem passar do interior para o exterior da peça de vestuário, mas as membranas são 100% à prova de água sob todas as circunstâncias, de modo que elas mantêm o usuário confortável e seco. Ao contrário dos produtos concorrentes, o Arnitel VT não depende de perfurações para ser mais respirável, afirma a DSM. Membranas perfuradas podem ter sua impermeabilidade comprometida quando elas são lavadas ou entram em contato com líquidos como álcoois ou combustíveis. As perfurações também reduzem a resistência da membrana, tornando-a mais fácil de ser rasgada. As perfurações podem também ser obstruídas, fazendo com que a membrana perca a sua respirabilidade.

O Arnitel VT tem sido usado há muitos anos em membranas para roupas. Como não é perfurado, ele atua não só como uma barreira aos líquidos, mas também para bactérias e vírus. Por esta razão, o Arnitel VT é usado em uniformes cirúrgicos com o nível mais elevado de proteção, segundo a DSM.

A colaboração entre a DSM e a Toyota Tsusho levou a uma redução drástica da pegada de carbono na cadeia de produção, comparado às membranas baseadas em PTFE.

“A DSM tem sido um parceiro muito confiável para nós em nossa busca para desenvolver tecnologias de membrana que não precisem de PFCs e que também atendam a todos os requisitos exigentes da indústria de atividades ao ar livre”, diz Masato Hashi, Gerente Geral de Comércio Têxtil da Toyota Tsusho. A Diretora de Vendas, Marie Cangialosi, acrescenta: “A incorporação do Arnitel em nossos laminados nos permite oferecer um produto de alto desempenho sem fazer concessões, que seja livre de PFC e que seja totalmente à base de poliéster – sendo, portanto, 100% reciclável”.

A Royal DSM é uma empresa de base científica global atuante nas áreas de saúde, nutrição e materiais. Os 24.500 funcionários da DSM geram vendas líquidas anuais de mais de €10 bilhões.

A Toyota Tsusho Corporation é a única empresa de comércio geral do Grupo Toyota, que desenvolve negócios diversificados através de 950 empresas consolidadas no Japão e no exterior, através de uma rede global que cobre o Japão e mais de 90 países em todo o mundo.

Fonte: DSM

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Poliamida 4.10 da DSM é escolhida pela Dytech para aplicação em veículos Ferrari e Maserati

20/03/2014

DSM_FerrariA Royal DSM, empresa global de Ciências da Vida e dos Materiais, anunciou que o EcoPaXX ®, sua poliamida 4.10 de base biológica de alto desempenho, será utilizada pela Dytech-Dynamic Fluid Technologies na produção dos separadores de vapor de combustível dos carros esportivos Ferrari e Maserati. Segundo a empresa, a solução, com retardante de chama sem halogênio EcoPaXX Q-KGS6, aumentará a segurança dos carros contra incêndio, combinando retardância de chama com um alto nível de resistência química, essencial para esta aplicação.

O separador de vapor de combustível é um elemento importante do sistema completo de fornecimento de combustível em veículos rodoviários. Ele separa os vapores que saem do tanque, impedindo-os de atingir e contaminar o reservatório. Isso evita que os gases que evaporam cheguem à atmosfera, ao mesmo tempo em que mantém adequadas as pressões do tanque.

Embora as próprias linhas de combustível tenham uma cobertura externa coextrudada em um termoplástico retardante de chamas, os separadores de vapor de combustível são frequentemente feitos com uma poliamida sem essa característica. A Dytech Dynamic Fluid Technologies, com sede nos arredores de Turim, na Itália, desenvolve e fornece componentes e sistemas de distribuição de combustível para muitas das principais empresas automotivas do mundo. A Dytech escolheu o EcoPaXX,  retardante de chama sem halogênio, para atender às crescentes exigências de segurança contra incêndio, bem como a uma vasta gama de outros requisitos para a aplicação.

Segundo a DSM, o EcoPaXX é altamente resistente e impermeável tanto ao combustível convencional de gasolina (E10) quanto ao mais sustentável (E85). No teste SHED (sigla em inglês para compartimento vedado para determinação de evaporação), os separadores de vapor de combustível com o EcoPaXX mostraram um nível muito baixo de permeação para E10, de 0,002 gramas/24 h. O EcoPaXX Q-KGS6 tem uma classificação de inflamabilidade UL 94 V-0 em 0.7 mm.

A alta estabilidade térmica do EcoPaXX é demonstrada por sua temperatura máxima de 175°C em uso contínuo, de acordo com a DSM. Afirma a empresa, ainda, que este plástico de engenharia também tem estabilidade dimensional muito boa (comprovada pelo envelhecimento a curto prazo a 100°C), e supera os materiais atuais utilizados em testes de impacto de baixa temperatura realizados a -30°C. O EcoPaXX passou ainda nos testes de extração e impacto do tubo após envelhecimento térmico e ao combustível, e também no teste de resistência à fadiga.

Além do desempenho técnico único, assegura a DSM, o EcoPaxx oferece uma vantagem extra, pois a poliamida 4.10 é 70% derivada de recursos renováveis (óleo de mamona) e possui certificação Neutra de Carbono, da extração e processamento até o portão da fábrica.

“Estamos muito impressionados com o desempenho que obtivemos com os novos separadores de vapor de combustível produzidos com o EcoPaXX”, diz Mario Zasa, do departamento de pesquisa e desenvolvimento da Dytech.”Nossos clientes fazem alguns dos carros de maior prestígio nas estradas, e eles exigem soluções de alta qualidade de seus fornecedores. Trabalhando com a DSM, conseguimos mais uma vez atender às suas exigências. ”

Os plásticos de engenharia da DSM são cada vez mais utilizados em vários elementos dos sistemas de combustível automotivos e não automotivos. A DSM cita exemplos, como o EcoPaXX Q-HG6, outro tipo de EcoPaXX testado com sucesso em engates rápidos da linha de combustível automotivo; e o Akulon Fuel Lock ®, uma poliamida 6 especial para aplicações de injeção e moldagem por sopro, que oferece, segundo a empresa, excelente resistência à permeação sem a necessidade de aditivos ou tratamentos pós-moldagem em produtos como tanques GNC (Gás Natural Comprimido).

Fonte: DSM

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DSM introduz grade de extrusão ao portfólio de sua poliamida 410 de base biológica

06/02/2014

DSM_Ecopax_ExtrusaoA  Royal DSM introduziu um grade de extrusão de maior viscosidade ao seu portfólio de poliamida 410 EcoPaXX ™  para os mercados de filmes, fibras e monofilamentos, que, de acordo com a empresa, tanto valorizam a excelente estabilidade térmica, ampla gama de processamento e ótima resistência à fusão encontradas no EcoPaXX. A introdução acontece após a adoção bem sucedida do polímero pelo mercado de moldagem por injeção.

“O sucesso no desenvolvimento do EcoPaXX é um exemplo claro do compromisso da DSM com a sustentabilidade. Após sua introdução no mercado, desenvolvimento e comercialização subsequentes de aplicações posteriores, a DSM aumenta sua produção de polímeros para total escala industrial. Além disso, a produção pode ser ampliada ainda mais, permitindo que a DSM atenda plenamente às exigências dos clientes”, afirma Kees Tintel, gerente de negócios do EcoPaXX.

O EcoPaXX, gama de produtos de poliamida 410 de base biológica, começou a ser desenvolvido pela DSM em 2009, sendo introduzido e muito bem recebido pelo mercado já no ano seguinte. Hoje ele é usado em uma ampla gama de aplicações que se beneficiam de sua combinação única de excelentes propriedades e histórico ecológico.

No mercado automotivo, o EcoPaXX é aplicado em revestimento para motores turbo pela Daimler, BMW e Bentley, principalmente em razão de sua combinação única de resistência à alta temperatura, estabilidade dimensional e superfície de alta qualidade. A VW escolheu o EcoPaXX para uso em um de seus mais recentes motores para o revestimento do virabrequim, onde a resistência ao calor e aos produtos químicos, juntamente com a estabilidade dimensional, são requisitos fundamentais. Por causa de sua boa resistência a combustíveis, o EcoPaXX é utilizada por vários clientes em uma série de aplicações de contato com combustível. O produto também é extremamente resistente a meios polares, como líquidos de arrefecimento.

Em outros segmentos de mercado, como o da construção civil, o EcoPaXX é usada em perfis isolantes para janelas de alumínio. Nestes casos, a combinação de suas características ecológicas com sua elevada resistência à temperatura faz com que ele seja adequado para cobertura a pó, em linha, a mais de 200ºC.

Na indústria de esporte e lazer, onde a combinação de rigidez com resistência e/ou recuperação de curvatura costumam ser requisitos importantes, o EcoPaXX encontra muitas aplicações, como bindings (peça que prende a bota) de esqui e/ou snowboard, além de outras utilidades para esportes de inverno. Devido à sua excelente resistência à hidrólise, o EcoPaXX é também usado em rodízios para carrinhos de companhias aéreas que precisam resistir à limpeza a vapor pressurizado.

Segundo a DSM,  o EcoPaXX também oferece vantagens em aplicações, como tubos, filmes e fibras por causa de sua excelente estabilidade térmica, ampla faixa de processamento e resistência à fusão.

Fonte: DSM

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DSM une-se ao grupo LIPA para desenvolvimento de peças leves com compósitos termoplásticos avançados

31/10/2013

A Royal DSM anunciou que se juntou ao LIPA-Team (http://www.lipa-series.com/en/), grupo formado para desenvolver um processo industrial para a produção de peças de compósitos termoplásticos avançados, reforçados com fibras contínuas. LIPA significa “Lightweight Integrated Process Application” – pode ser traduzido para português com, “Aplicação de Processo Integrado para Produtos Leves”.  A DSM vai contribuir com know-how sobre materiais e seu conhecimento sobre aplicações de poliamida 6.

Christian Götze, chefe de desenvolvimento da Georg Kaufmann Formenbau, o parceiro líder do LIPA, diz: “Com a participação da DSM como parceiro de apoio para o LIPA-Team, podemos ampliar nossa competência existente para aplicações de poliamida 6. A DSM vai apoiar com know-how específico de aplicação em relação à seleção de materiais, desenvolvimento de peças, engenharia e processamento de material. Estamos convencidos de que, com a participação da DSM, podemos dar mais um passo à frente importante na tecnologia que combina moldagem por injeção com compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua”.

A chave para o sucesso de compósitos termoplásticos avançados em aplicações automotivas produzidas em grandes volumes são os processos automatizados de fabricação. A equipe do projeto LIPA desenvolveu um processo integrado em várias etapas, que compreendem o pré-aquecimento de uma chapa orgânica (uma pré-forma de fibras contínuas impregnadas com termoplásticos), o transporte robotizado dessa chapa para um molde LIPA em uma máquina injetora e a sobre-injeção (back-injection) da chapa com termoplástico para criar a peça final. Todas as etapas do processo total -aquecimento primário, manipulação, reformatação e injeção – devem estar perfeitamente coordenadas entre si, com o molde, bem como com o sistema de manipulação. Os vários parceiros de desenvolvimento podem contar com mais de 20 anos de experiência em sobre-injeção (back-injection) e prensagem de materiais flexíveis, como têxteis ou chapas de termoplásticos.

A participação da DSM no LIPA-Team complementa outras iniciativas importantes que a empresa recentemente realizou no desenvolvimento colaborativo de compósitos termoplásticos avançados para aplicações automotivas com produtos leves de alta resistência.

A DSM também é parceira no projeto ENLIGHT, patrocinado pela União Europeia, que visa acelerar o desenvolvimento tecnológico de um portfólio de materiais com alto potencial para reduzir o peso e a pegada de carbono em veículos elétricos de médio a alto volume. Além disso, a DSM é um dos sócios fundadores da AZL, o Centro Aachen para Produção Leve Integrativa, que irá desenvolver tecnologias de produção automatizada de componentes leves otimizados em termos de carga e custo, adequados para a produção em massa e cadeias de processos versáteis no design de compósitos e multimateriais.

A DSM está lançando uma linha de compósitos reforçados com fibra de carbono com base na sua poliamida 4.10 EcoPaXX®, poliamida 6 Akulon® e poliamida 4.6 Stanyl®  para reduzir significativamente o peso de peças na corpo do automóvel e no seu chassis. Os compósitos reforçados com fibra de vidro terão como objetivo reduzir o peso de componentes semiestruturais.

Fonte: DMS / LIPA

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DSM inova no processamento de poliamidas para filmes soprados

21/10/2013

Segundo a Royal DSM, o potencial da poliamida 6 para filmes soprados para embalagens flexíveis de alimentos é ainda maior com a introdução da sua resina Akulon ® XS. Graças às suas propriedades aprimoradas de cristalização, o Akulon XS possui uma janela de processamento ampliada, oferecendo novas possibilidades no projeto de multicamadas coextrudadas, bem como de estruturas de filmes em monocamada. Os processadores notam melhorias significativas na produção quando utilizam o novo Akulon XS.

À medida que a conscientização sobre a necessidade de redução do desperdício de alimentos e extensão do prazo de validade aumenta, a demanda por filmes-barreira para embalagens flexíveis para alimentos continua a crescer. Muitos filmes-barreira são coextrudados em linhas de filme soprado e estruturas com sete, nove e até onze camadas são agora bastante comuns. Esta tecnologia oferece uma maneira economicamente eficaz para combinar várias funcionalidades, como propriedade de barreira, capacidade de impressão, selagem e resistência ao impacto.

A poliamida 6 é uma opção muito interessante para utilização em tais filmes, devido às suas boas propriedades de barreira e à sua resistência mecânica. No entanto, a elevada taxa de cristalização da poliamida 6 pode limitar a sua janela de processamento. Normalmente, os processadores precisam comprometer a produtividade ou obter uma melhor processabilidade, misturando a poliamida 6 com poliamidas amorfas especiais mais caras ou copolímeros de poliamida. Isso reduz o custo benefício do filme.

Segundo a DSM, a sua resina Akulon XS resolve o problema. Ele se cristaliza de forma muito mais lenta no balão do filme do que a poliamida 6 convencional, de modo que a sua taxa de cristalização iguala-se à de outras camadas de material. Isso cria um balão mais estável e dá aos processadores mais flexibilidade nas suas condições de processamento. O filme também é mais elástico, e por isso, é necessário menos força para atingir a mesma blow-up ratio (BUR – relação de expansão), ou a mesma força pode ser usada para produzir uma espuma com uma BUR entre 7 e 10% maior. Há também menos rugas no filme plano.

Apesar da cristalização mais lenta criar cristais maiores, de onde se poderia esperar um filme menos claro, os testes em linhas de produção em escala industrial  têm mostrado que praticamente não há diferença discernível nas propriedades óticas dos filmes feitos com um filme de poliamida de referência e Akulon XS. Na verdade, todas as propriedades do filme são as mesmas do filme feito com a poliamida 6 padrão.

A DSM fornece Akulon XS aos clientes com um serviço especial de seus técnicos para maximizar as vantagens deste material inovador. A DSM está oferecendo suporte para otimizar o projeto da estrutura dos filmes, baseado em seu Modelo de Cálculo de Estrutura de Filme. Este modelo calcula as propriedades de barreira de diferentes estruturas de filmes, mesmo após o reprocessamento, e permite que os produtores de filme soprado  encontrem a estrutura de camadas e as condições de processamento ideais para o Akulon XS.

A DSM afirma que, com o Akulon XS, fica mais fácil e mais rentável para os processadores fazer filmes de poliamida 6 para embalagens flexíveis de alimentos, aproveitando as características propriedades mecânicas e de barreira da poliamida 6.

Fonte: DSM

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DSM e KACO desenvolvem tampa de virabrequim feita em poliamida 410 que reduz custos e peso

02/09/2013
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Tampa de virabrequim fabricada em poliamida 4.10 da DSM para motores Volkswagen de próxima geração

A Royal DSM, juntamente com sua parceira especialista em componentes automotivos KACO, deram um passo importante para melhorar a eficiência no uso de combustível nos automóveis. As duas empresas desenvolveram uma tampa leve multifuncional de virabrequim em EcoPaXX® – uma poliamida 4.10 da DSM proveniente de fontes renováveis – para a mais recente geração de motores a diesel desenvolvidos pelo Grupo Volkswagen.

A tampa fabricada com poliamida incorpora vedações integrais em teflon (PTFE) e borracha de silicone líquida (LSR), assim como vários insertos metálicos. Ela será usada em uma nova plataforma modular MDB da Volkswagen para motores a diesel implementados nas suas marcas Audi, Seat, Škoda e VW. A Volkswagen, juntamente com todos os principais produtores de automóveis, está em constante busca por novas maneiras de aumentar a sustentabilidade de seus produtos, e a nova cobertura do virabrequim derivada de fontes renováveis é um bom exemplo das soluções que está implantando.

Segundo a DSM, quando comparados às tampas feitas em alumínio, os custos das tampas produzidas com a poliamida da DSM são consideravelmente mais baixos, em parte graças ao uso de uma célula de produção integrada totalmente automatizada para a fabricação do componente na KACO. O peso também foi reduzido consideravelmente, pois o EcoPaXX é 45% menos denso do que o alumínio.

De acordo com a DSM, o desenvolvimento representa um avanço significativo em termos de sustentabilidade, desde o momento da produção até o uso do veículo. A poliamida 410 EcoPaXX da DSM  é 70% derivada de fontes renováveis (óleo de mamona). A KACO utiliza a célula de produção energeticamente eficiente não só para moldar a tampa do virabrequim, mas também para integrar duas vedações separadas: a primeira, em PTFE, é colocada no molde por um robô, sendo o EcoPaXX moldado sobre ela;  a segunda, em LSR, é então moldada diretamente na peça usando um processo 2K. Isto resulta em uma redução de energia utilizada durante a produção, sem nenhum desperdício de material. Por fim, como a tampa do virabrequim pesa muito menos do que a sua versão em alumínio, o veículo funciona com mais eficiência, economizando combustível e reduzindo as emissões de dióxido de carbono ao longo de sua vida.

As tampas termoplásticas de virabrequim ainda são incomuns, sendo que as poliamidas 6 ou a 66 são o material de preferência. A especificação dimensional muito rígida da versão VW, assim como as cargas elevadas que a tampa tem que suportar, tornaram particularamente severo o desafio de produzir a peça em termoplástico. Segundo a DSM, a empresa enfrentou o desafio, juntamente com a KACO, graças ao desempenho excepcional da sua poliamida 4.10 – propriedades mecânicas muito boas a elevadas temperaturas, combinadas com uma excelente tenacidade fazem dele um material ideal para o alto desempenho requerido durante o uso em condições extremas. As habilidades da KACO em integrar vedações estáticas e dinâmicas na peça de uma forma inteligente também foram um fator chave para o sucesso.

Andreas Genesius, chefe de Gestão de Projetos da KACO, ressalta a importância do processo de produção livre de resíduos “A peça sai da célula de injeção pronta para ser montada no bloco do motor”, diz ele. “Não é necessário fazer nenhum corte ou remoção de aparas. Através de uma abordagem holística em relação ao design e à produção de peças automotivas, estamos contribuindo para o progresso tecnológico sustentável, sem comprometer o desempenho ou a competitividade da peça”.

Genesius acrescenta que a chave para o sucesso do lançamento da tampa do virabrequim, após um período de desenvolvimento extremamente curto, foi o trabalho estratégico conjunto com os principais parceiros, incluindo a DSM, nas áreas de design de peças, desenvolvimento de material, design de processo e combinação de diferentes materiais.

A tampa do virabrequim é uma obra-prima de projeto de engenharia. A orientação das fibras, o número e a posição dos pontos de injeção e a concepção e integração dos vários insertos foram otimizados para minimizar o empenamento e garantir vedações rigorosas entre a tampa e o bloco do motor e o cárter de óleo. A tampa também tem que resistir ao aperto dos parafusos de fixação no bloco do motor e no cárter (cada um dos quais é construído com tolerâncias diferentes), bem como de ferramentas utilizadas para fixar a posição da correia de FEAD (Front End Accessory Drive). Com as suas excelentes propriedades mecânicas, o EcoPaXX proporcionou uma resposta para estas exigências, afirma a DSM.

Fonte: DSM

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Poliamida da DSM é usada em perfis de isolamento para janelas de alumínio

12/07/2013
  •  A Royal DSM apresenta a poliamida 4.10 EcoPaXX, um polímero com 70% de componentes de fontes renováveis, que torna os perfis de esquadrias de isolamento  produtos mais sustentáveis. 
  • Fornecedores de janelas de alumínio estão constantemente procurando formas de fabricar produtos mais sustentáveis 

DSM_Esquadrias_1Esquadrias de alumínio incorporam perfis isolantes para garantir diferenças térmicas entre as esquadrias internas e externas de prédios. As diferenças térmicas também contribuem para a integridade mecânica das janelas, por isso precisam ser feitas com materiais de qualidade, hoje em dia em sua grande maioria feitas de poliamida 66. Estas janelas tecnologicamente avançadas contribuem de forma significativa para eficiência energética de casas e prédios.

Os prédios são responsáveis por mais de 40% do consumo mundial de energia e são também responsáveis pela maioria das emissões de CO2, segundo a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD). O setor da construção tem o dobro do potencial de contribuição nas emissões de CO2 comparado ao setor de transportes e, consequentemente, o dobro de responsabilidade para resolver este problema.

Enquanto a eficiência energética de um edifício em uso é o aspecto mais importante para seus índices de sustentabilidade, o gerenciamento de recursos e a pegada ecológica dos materiais usados para construir um prédio vem sendo cada vez mais levado em conta.

“Produtores de alumínio líderes e inovadores querem desenvolver ofertas de produto que não apenas demonstrem a sustentabilidade na fase de uso, mas também nos materiais utilizados para construir seus produtos”, diz Caroline Mitterlehner, gerente global do segmeto de construção da DSM. “A visão é avançar em direção ao uso de materiais com conteúdo biológico e pegada de carbono mais baixa que os produtos atualmente utilizados”.

O EcoPaXX atende à crescente necessidade de uso de matérias-primas sustentáveis em construções. Aproximadamente 70% da matéira prima do EcoPaXX é proveniente de mamonas (Ricinus Communis), um recurso renovável. O produto tem se provado neutro em carbono em todas as etapas, significando que o dióxido de carbono (CO2) gerado na produção de polímeros é completamente compensado pelo CO2 absorvido pela planta enquanto ela cresce.

Segundo a DMS, o EcoPaXX possui inúmeras vantagens sobre os plásticos de engenharia em esquadrias isolantes, além das associadas com suas credenciais ambientais. Seu alto ponto de fusão de 250°C lhe permite passar por um processo de revestimento de pólvora em um quadro totalmente feito de alumínio, facilitando o processo de montagem. O EcoPaXX oferece excelente resistência hidrolítica e química e uma absorção significativamente menor de umidade que a PA66. As esquadrias de janela que incorporam o EcoPaXX podem ser projetadas de acordo com as exigências dadas pela padronização EN14024, que estabelece exigências para o desempenho mecânico de esquadrias metálicas com barreiras térmicas.

“O uso de mais materiais feitos a partir de fontes renováveis em construções, com pegadas de carbono menores do que em materiais utilizados atualmente, contribui para um ambiente mais sustentável”, acrescenta Caroline Mitterlehner. “O uso de materiais como o EcoPaXX não apenas contribuem para a eficiência energética de construções em uso, mas também garante uma cadeia de produção mais sustentável”.

Fonte: DSM

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Empresa alemã desenvolve filme fabricado a partir de poliamida de base biológica da DSM

02/07/2013

DSM_MF_FolienA Royal DSM anunciou que a sua parceira de desenvolvimento, MF Folien GmbH , com base em Kempten, sul da Alemanha, introduziu com sucesso um novo filme de poliamida, que tem por base a poliamida 410 EcoPaXX® da DSM.

A MF Folien é uma empresa líder especializada na produção de filme de poliamida e tem sido parceira da DSM no desenvolvimento da filme EcoPaXX desde o início. Em 2011, a empresa foi a primeira a criar amostras de filme fundido de 30 mícrons de EcoPaXX. Este filme tem o mesmo nível elevado de qualidade pelo qual a MF Folien é reconhecida no mercado. Amostras de filme com base em EcoPaXX estão disponíveis em várias espessuras: 30, 40 e 50 mícrons. As potenciais áreas de aplicação são a embalagem flexível de alimentos, edificação e construção, serviços médicos, aviação e transporte.

Falando em nome da MF Folien, Mr. Rainer Leising, gerente geral de vendas, disse: “Estamos muito satisfeitos por estar trabalhando com a DSM no desenvolvimento desta solução de material inovadora e sustentável. Desde que nós introduzimos pela primeira vez o filme EcoPaXX, com seu brilho inconfundível, aparência prateada de “alta tecnologia”, o material tem estado presente em nosso catálogo de produtos.” Os filmes de poliamida 410 EcoPaXX são resistentes e transparentes com uma resistência elevada a perfurações. Têm um índice reduzido de transmissão de umidade em comparação com o filme de poliamida 6 e uma barreira de oxigênio comparável. Quando completamente molhada, a barreira de oxigénio de poliamida 410 é ainda mais elevada.

Recentemente, três grades de EcoPaXX obtiveram a etiqueta “Produto de Base Biológica Certificado”, concedida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA). Estas etiquetas certificam um teor de base biológica comprovado de cerca de 70%. O conteúdo de base biológica da poliamida 410 EcoPaXX é derivado de um dos seus elementos constituintes, obtido a partir do óleo de mamona, planta que cresce em regiões tropicais e que não é usada para fins alimentícios. O dióxido de carbono gerado durante o processo de produção do polímero é completamente compensado pela quantidade de dióxido de carbono absorvido na fase de crescimento das bagas de mamona.

A DSM introduziu o EcoPaXX de modo a satisfazer a crescente procura do mercado por plásticos de engenharia de base biológica duradouros e de alto desempenho. Kees Tintel, Gerente Administrativo de EcoPaXX na DSM, afirmou: “Reconhecemos que o mercado deseja soluções mais sustentáveis que tenha uma menor pegada de carbono e uma base biológica. A DSM conseguiu desenvolver este material, o qual, além de seu desempenho ecológico, proporciona propriedades iguais ou mesmo superiores quando comparado às suas alternativas tradicionais.”

Mr. Tintel acrescentou: “O EcoPaXX reflete o foco da DSM em materiais inovadores e sustentáveis. Além do EcoPaXX, a DSM oferece uma gama de outros materiais de alto desempenho de base biológica, incluindo Arnitel® Eco, um copoliester termoplástico de base biológica e Palapreg® ECO, um termorrígido de base biológica.”

Fonte: DMS

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Novo motor do Peugeot 508 terá reservatório de óleo fabricado com poliamida da DSM

18/06/2013

 A Royal DSM redução de peso de veículos com a incorporação de reservatórios de óleo moldados por injeção com poliamida 6 fabricada pela empresa.

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Poliamida da DSM foi utilizada pela Steep no reservatório de óleo do novo motor do Peugeot 508.

O Peugeot 508 é o primeiro veículo a usar a nova solução da DSM e há previsão de que outros modelos o façam.  Segundo a DSM, a PSA e seus clientes estão se beneficiando de um produto que não somente pesa menos que a versão em metal, mas também custa menos em sua fabricação, além de ajudar a diminuir o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono durante a vida útil do veículo.

Reservatórios de óleo são a oportunidade ideal para o uso de plásticos de engenharia em aplicações automotivas, pois eles podem gerar uma redução significativa no peso quando comparados a versões tradicionais de metal. Mas os reservatórios de óleo também oferecem um desafio considerável para os desenvolvedores: sua posição debaixo do motor faz com que eles precisem suportar impactos e uma fricção mecânica considerável causada por exemplo, por pedras voando da rua e choque com guias caso o veículo seja tirado da rua e posto na calçada.

A Steep Plastique, uma das fornecedoras francesas líderes de mercado, situada em Saint-Maurice-de-Beynost, desenvolveu, com sucesso, um reservatório 60% mais leve que a versão metálica. Além disso, graças ao uso de um software de simulação, o reservatório foi aprovado em testes na empresa e na Peugeot, incluindo um severo teste de impacto de guia, um teste de impacto em pedras e um teste de queda de motor. Além disso, a poliamida 6 utilizada é também resistente ao óleo.

A categoria utilizada para a aplicação foi o Akulon Ultraflow K-FHG7 da DSM, reforçado com 35% de fibra de vidro, e estabilizador térmico de poliamida 6 com ótimas propriedades de fluidez. Ela oferece vantagens significativas de processo comparada a produtos-padrão de poliamida 6, ao passo em que mantém as propriedades mecânicas necessárias. “Esse é um importante passo adiante”, diz Ralph Ramaekers, Gerente do Segmento Global de Powertrain, na DSM. “Transformar esse projeto em um produto bem-sucedido exigiu um esforço conjunto dos especialistas da DSM e da Steep, e uma compreensão aprofundada das exigências da aplicação. Estamos satisfeitos pelo fato de que partimos para a produção. A DSM segue focalizada na substituição do metal no compartimento de motor e na carroceria do carro”.

Eric Delachambre, Gerente da Steep Plastique, disse: “Essa importante inovação demonstra que a DSM está desenvolvendo os materiais corretos para atender aos desafios enfrentados pela indústria. Agora, graças às melhorias significativas que fizemos em testes de colisão, poderemos fazer ainda mais progressos em aplicações como estas, levando os veículos a obter um desempenho melhor e causar um impacto ambiental menor”.

A Royal DSM é uma empresa global voltada à ciência, ativa nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM atua em mercados globais como suplementos alimentícios, cuidados pessoais, alimentos, farmacêuticos, aparelhos médicos, automotivos, tintas, elétricos e eletrônicos, proteção à vida, energia alternativa e materiais biológicos. Possui 23.500 funcionários no mundo todo e vendas anuais de cerca de €9 bilhões.

A Steep Plastique é uma fornecedora global de módulos completos para o segmento automotivo,  “tier 1” , com unidades de produção na Europa e na Ásia.

Fonte: DSM

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DSM apresenta soluções inovadoras e sustentáveis em Plásticos de Engenharia na Feiplastic 2013

05/06/2013

Empresa apresentou resinas plásticas de alta performance, durabilidade, com diversas aplicações na indústria e presentes no dia a dia de pessoas no mundo todo

DSM_StandA DSM, um dos principais fornecedores mundiais de plásticos de engenharia de alta performance, expôs na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, ocorrida em São Paulo de 20 a 24 de maio de 2013.

Durante a feira, a empresa destacou suas soluções em Poliamidas e Elastômeros Termoplásticos, confirmando sua posição de vanguarda no desenvolvimento de plásticos de engenharia para as indústrias automotiva, eletroeletrônica, de embalagens flexíveis para alimentos e de bens de consumo.

De acordo com Richard Pieters, presidente da Unidade de Negócios de DEP para as Américas, a empresa vê perspectivas muito promissoras no mercado brasileiro. A decisão da empresa de expor na Feiplastic 2013 reflete o interesse da DSM em expandir as suas atividades no País. Segundo Pieters, a DSM é uma empresa que investe continuamente em inovação e P&D, com o intuito de preservar sua liderança global nos segmentos em que atua, buscando atender a tendências atuais do mercado, tais como a redução de peso pela substituição de metais por plásticos na indústria automotiva e a utilização de matérias-primas renováveis.

Inovação e Sustentabilidade

Junto aos materiais de alto desempenho e durabilidade, a empresa levou à feira valores ligados ao núcleo de sua filosofia de trabalho: inovação e sustentabilidade. Inovação para conhecer as necessidades das gerações atuais sem comprometer gerações futuras e sustentabilidade para criar, entre outros projetos, plásticos de engenharia renováveis, que estão ajudando o mundo a se livrar da dependência de materiais fósseis e poluentes.

Soluções automotivas para as demandas da indústria

Segundo a DSM, os materiais avançados fornecidos pela empresa garantem à indústria automotiva redução dos índices de carbono ao longo da vida útil do veículo. Desde sistemas de mais baixo custo até a substituição de peças metálicas, passando pela melhora de produtividade no processamento de materiais, os plásticos da DSM ajudam no surgimento de veículos mais leves, resistentes, seguros e sustentáveis.

DSM_ECOPAXXO EcoPaXX™, por exemplo, é um polímero de alta performance, desenvolvido com matéria-prima renovável. É uma poliamida 4.10 que tem 70% de óleo de mamona em sua composição. Com cadeia polimérica longa, baixa absorção da umidade e alto ponto de fusão devido à alta taxa de cristalização, é um produto único entre os biopolímeros disponíveis para comercialização e aplicação. Suas principais características, de acordo com a empresa, são as ótimas resistências térmica e química, alta resistência mecânica e ótimo acabamento externo. Foi escolhido para a tampa do motor do Mercedes Benz Classe A, o que resultou na diminuição de 40% dos índices de carbono do veículo, em relação a outras coberturas de motor.

DSM_Stanyl_DiabloO Stanyl® é uma poliamida 4.6 de alta performance, que pode suportar temperaturas até 230ºC, com alta durabilidade e resistência à fricção e calor elevados, segundo informado pela DSM. Por isso, é muito usada na substituição de peças metálicas.Stanyl® Diablo OCD 2305 BM é uma poliamida resistente a altas temperaturas, apta para o processo de extrusão e sopro, ao mesmo tempo em que se encaixa em todos os requisitos para dutos com altas cargas de ar quente.

O Arnitel® é um copoliéster elastomérico que trabalha em uma faixa ampla de temperatura, com foco na substituição de borrachas. A DSM afirma que o Arnitel mantém as propriedades mecânicas em temperaturas altas e baixas, a partir de -45º até 150ºC, garantindo flexibilidade, elasticidade, permeabilidade ao vapor de água e resistências química e térmica.

A DSM é líder mundial na fabricação de poliamida 6, Akulon®, tendo sua produção integrada, desde o monômero aos mais diferentes compostos para injeção. É utilizado em aplicações internas e externas de veículos (retrovisores, maçanetas), em coletores de admissão, container do air bag, entre outros. Segundo a DMS, o Akulon® Ultraflow oferece melhora de 80% no fluxo e redução de 25% no ciclo de moldagem por injeção, quando comparado a poliamidas 6 tradicionais. Oferece também uma finalização superior em componentes de poliamida reforçados, a exemplo de tampas de motores.

Soluções Eletroeletrônicas livres de halogênio

A DSM oferece soluções que permitem a redução de componentes eletroeletrônicos por meio da miniaturização. Com seu portfólio único de materiais resistentes a altas temperaturas – como retardantes de chama sem halogênio – a DSM contribui para a solução do lixo eletrônico, ajudando a promover iniciativas de reciclagem e oferecendo melhorias ambientais, de saúde e de segurança.

A DSM oferece um completo portfolio de produtos de alta performance, sem halogênio, baseados nas linhas Stanyl® poliamida 4.6 e Stanyl® ForTii™. Segundo a DMS, Stanyl® é facilmente processado, e graças às suas propriedades de fluxo oferece liberdade de design para indústrias que fabricam componentes para computadores e telefones.

Soluções para a redução do desperdício de alimentos com especialidades para o segmento de embalagem

Cada vez mais pessoas se alimentam fora de casa ou buscam alimentos prontos em supermercados. A rápida demanda por comidas saudáveis, práticas e seguras, fez a DSM Plásticos de Engenharia pesquisar e criar linhas de produtos para embalagens econômicas e que evitam o desperdício de alimentos.

As linhas Akulon® (PA 6) e Novamid® (Copolímero de PA 6/66), ambas de alta viscosidade, têm, segundo a empresa, desempenho excepcional para melhorar a barreira ao oxigênio, o que melhora a conservação dos alimentos.
Soluções para as indústrias de bens de consumo com reduzido impacto ambiental

A DSM está atendendo às demandas sustentáveis de hoje, ao mesmo tempo em que se preocupa com a funcionalidade e desempenho futuro da indústria de bens de consumo. Com esses desafios em foco, vem criando um amplo leque de produtos inovadores com menor quantidade de substâncias nocivas, materiais recicláveis e de menor impacto ambiental.

DSMArnitelEm todo o mundo, as empresas fabricantes de roupas estão procurando modos de produção que oferecem o desempenho certo e trazem conforto para o usuário. Ao mesmo tempo, é necessário usar materiais e processos que têm o menor impacto ambiental. Segundo a DSM, o Arnitel VT, um termoplástico elastômero, é muito flexível e, ao ser transformado em membranas de apenas alguns microns de espessura, é 100% à prova de água, mas também altamente respirável e confortável. Afirma  a empresa que o material não contém produtos químicos perfluorados (PFCs) e é 100% reciclável. Com Arnitel VT, o vapor de água pode passar a partir do interior para o exterior da peça de vestuário, mas as membranas são 100% impermeáveis. Ao contrário dos produtos concorrentes, diz a empresa, o Arnitel VT não depende de perfurações para tornar o produto mais respirável. Por não ser perfurado, o material age como uma barreira não somente aos líquidos mas também às bactérias e aos vírus. Por esta razão também é usado em vestuários cirúrgicos com um alto nível de proteção.

O Arnitel® Eco é um copoliéster elastomérico formulado com cerca de 40% de materiais de fontes renováveis, oriundos do óleo de canola. A substância é obtida de plantas que não fazem parte de colheitas com fins alimentares. O material apresenta excepcional resistência à radiação ultravioleta e resistência térmica, segundo a DSM. Ele foi projetado para uma vida útil longa mesmo sob condições extremas, tornando-se adequado para aplicações automotivas, eletrodomésticas, embalagens especiais, esportes e lazer e móveis.

O Akulon® Fuel Lock FL40-HP é uma poliamida 6 que pode ser aplicada a três tipos de técnicas de moldagem para tanques de combustível: sopro, injeção e rotomoldagem. Os tanques são usados para motores de energia portátil destinados a equipamentos utilizados em gramado, terra e jardim, bem como equipamentos profissionais e de lazer. Akulon Fuel Lock tem taxas de permeação inferiores a 5% do valor máximo de 2.0 g/m2/dia permitido pelo “CARB test standard TP-901”.

 Sobre a DSM: A Royal DSM é uma companhia global, baseada na Ciência. Atua nas áreas de Saúde, Nutrição e Materiais, conectando suas competências únicas em Ciências de Materiais e Ciências da Vida. Oferece soluções de interesse global, como suplementos alimentares, cuidados pessoais, rações, farmacêuticos, aparelhos médicos, automotivos, tintas, equipamentos elétricos e eletrônicos, energias biobaseadas, entre outros. A DSM possui 23.500 funcionários em todo o mundo, e tem vendas líquidas anuais da ordem de € 9 bilhões.

Fonte: DSM / 2PRO

Fotos (créditos): Feiplastic / DSM

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Aplicações de Plásticos de Engenharia na Indústria Automotiva foram destaque na Feiplastic 2013

28/05/2013

Preocupação ambiental, Novo Regime Automotivo e redução dos custos de produção são alguns dos motivos que tornam o material mais atrativo para as grandes montadoras.

 Desde janeiro deste ano está em vigor o Novo Regime Automotivo que, entre outras exigências, determina que montadoras aumentem a eficiência energética de seus produtos em pelo menos 12% até 2017, o que segundo a ANFAVEA, representaria uma economia de 13,6% em combustível. Uma das soluções utilizadas pelas fábricas para atingir a meta é a redução do peso do carro. Para isso, estão investindo na substituição de compostos automotivos de metal por peças equivalentes feitas de plásticos de alta performance, também chamados de plásticos de engenharia. Essa tendência pôde ser comprovada na FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, que acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi, onde gigantes da indústria mostraram resultados positivos para o setor.

Coletores de Admissão de ar, por exemplo, eram exclusivamente fabricados de metal no passado, e hoje os modelos feitos com plástico de alta performance estão presentes em cerca de 97% dos veículos no Brasil de acordo com Paulo da Silva Motta, gerente de marketing e desenvolvimento de novos negócios da Rhodia. “Hoje o cárter de óleo feito de poliamida (componente principal do plástico de engenharia) é utilizado numa porcentagem próxima de zero. Nossa expectativa é que em cinco anos essa peça, feita de plástico, esteja presente em 50% da nova frota”, afirma.

Ainda de acordo com Motta, um carro 100 kg mais leve economiza meio litro de combustível por cem quilômetros rodados e reduz em 11,65g a emissão de CO2 por quilômetro. O Inovar-Auto também tem como critério a redução de emissão de carbono pelo veículo. Dessa forma a utilização do plástico já contribui para duas exigências do Novo Regime Automotivo que propõe desconto de 30 pontos no IPI para as montadoras. A japonesa UBE chegou à FEIPLASTIC com objetivo de aumentar sua participação no Brasil em 10% ainda em 2013. Para isso a empresa apresenta um grande portfólio de aditivos que são usados para diminuir o peso do plástico de engenharia sem que este perca suas propriedades. “Nossa empresa investe 5% do faturamento total no desenvolvimento de novos produtos. A FEIPLASTIC foi a plataforma escolhida para mostrar nossa linha completa de inovações ao mercado brasileiro tendo em vista a importância da feira e uma crescente demanda por nossos produtos, impulsionada principalmente pela indústria automotiva”, disse Carlos Catarozzo, executivo de vendas e marketing da UBE.

A DSM trouxe para a FEIPLASTIC uma tampa estética de motor feito de poliamida ecologicamente correta, pois 70% de sua composição é obtida do óleo de mamona. Além do plástico de alta performance ser reciclável, a fonte de sua matéria-prima também é renovável, contribuindo para a redução do peso do carro e de emissão de gases poluentes. O EcoPaXX, como é chamado, já é utilizado no novo Mercedes-Benz Classe A.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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FEIPLASTIC 2013 ATRAI 144 NOVOS EXPOSITORES

24/05/2013

De empresas estrangeiras que querem ganhar nome no Brasil, a companhias brasileiras em busca de clientes. Os estreantes na feira têm a oportunidade de mostrar seus motivos para os cerca de 70 mil visitantes

Grandes marcas e expositores fiéis não são novidade para a maior feira de plástico da América Latina. O que chama atenção na FEIPLASTIC 2013 é o número expressivo de novos expositores – 144 no total. Com expectativa de receber 70 mil visitantes entre fabricantes, técnicos, engenheiros e profissionais do setor, não é difícil entender os motivos que levam empresas do setor a marcar presença no Anhembi durante o evento. A razão é sempre estar perto do cliente e do parceiro de negócios, mas cada novo expositor busca algo mais específico. Seja um primeiro contato com o mercado do Brasil, divulgar sua chegada ao país, expansão da área de atuação ou fazer o próprio contato “olho no olho” com possíveis compradores.

Duas empresas que estrearam na FEIPLASTIC são companhias estrangeiras e que se instalaram recentemente no Brasil. A alemã SIKORA abriu filial no País e quer mostrar que pode atuar em outras áreas além de fios e cabos, sua especialidade. “Com nosso estande aqui queremos fazer networking para mostrar que podemos atuar em outras frentes e expandir o mercado”, afirma Fernando Ravagnani, gerente da sucursal brasileira. O grupo italiano TCM vai instalar no Brasil a sua primeira fábrica de máquinas voltadas à produção de embalagens PET e quer que o público local o conheça: “Queremos divulgar nossa fábrica,  nossas máquinas e conhecer os potenciais clientes. Para isso, o networking que estamos fazendo na feira tem sido muito bom”, disse Valdemar Salles, diretor da companhia.

Do outro lado estão empresas que ainda não se decidiram a entrar de vez no mercado brasileiro e resolveram usar a FEIPLASTIC como termomêtro para tomar essa decisão. A alemã WITTE PUMPS, fabricante de bombas de polímero, montou seu estande e colocou na linha de frente os parceiros da brasileira Interfluid. “Eles vão se basear no feedback que dermos para resolver se abrem ou não uma filial no Brasil. Fizemos alguns orçamentos e estou otimista, acho que eles vão gostar”, explicou o representante Gustavo Lenon.

Mesmo sendo a primeira vez no evento, a multinacional holandesa DSM montou um estande grande e chamativo para receber clientes e visitantes. Daniela Giusti, diretora de marketing, afirma que isso mostra a atenção da empresa com o mercado local: “O nosso foco são os países emergentes. E viemos para a FEIPLASTIC para ganhar visibilidade. O plano da companhia é daqui a algum tempo construir a sua primeira planta no País”.

Para a brasileira Plastmaq, que comercializa máquinas automáticas para produção de embalagens, a estreia na FEIPLASTIC é mesmo para encontrar compradores. “Todos os nossos clientes vêm e por isso temos que estar aqui. Fechamos negócios e estamos muito satisfeitos com a decisão de participar”, disse o assistente técnico Leonardo Latorre.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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LANXESS fecha acordo para compra da DSM Elastômeros

15/12/2010

Negócio envolve a incorporação de uma fábrica em Triunfo (RS), com capacidade de 40 mil toneladas/ano

A LANXESS e a holandesa Royal DSM N.V. firmaram um acordo para a venda da DSM Elastômeros para a LANXESS por 310 milhões de euros, à vista e livre de dívidas. A aquisição será financiada pela LANXESS a partir da liquidez existente e deverá ser acretiva como EPS (lucro por ação) a partir de 2011.

O negócio envolve a incorporação de duas fábricas da DSM Elastômeros, sendo uma localizada em Triunfo (RS), com capacidade anual de 40 mil toneladas, e outra, em Sittard-Geleen (sede da empresa), na Holanda, com capacidade produtiva de 160 mil toneladas/ano.

A DSM Elastômeros produz borracha sintética de monômeros de etileno propileno dieno (EPDM), sob a marca Keltan. Possui aproximadamente 420 funcionários em todo o mundo e deverá obter um faturamento de cerca de 380 milhões de euros em 2010.

Os contratos serão finalizados após a conclusão do processo de consulta com os representantes dos trabalhadores da DSM na Holanda. A transação ainda está sujeita à aprovação pelas autoridades antitruste e deve ser concluída nos primeiros meses de 2011.

“Estamos ansiosos para dar as boas vindas aos profissionais da equipe de EPDM da DSM, bem como para receber seus ativos em nossas principais atividades de borracha sintética”, disse Axel C. Heitmann, presidente mundial da LANXESS. “A transação também será um passo importante rumo à nossa meta de atingir cerca de 1,4 bilhão de euros em EBITDA pré-excepcionais em 2015”.

Feike Sijbesma, CEO/Chairman do Conselho de Administração da DSM disse: “A venda da DSM Elastômeros completa a nossa estratégia Vision 2010, para nos tornarmos uma empresa focada em Life Sciences e Materials Sciences. Essa transformação foi alcançada de acordo com o nosso cronograma e em condições favoráveis para nossos acionistas e funcionários. A DSM entrou agora em uma nova era, focada no estímulo ao crescimento e no retorno com maior rendimento, qualidade e confiança para cumprir nossas metas em médio prazo.”

O negócio será integrado à unidade de negócios Technical Rubber Products (TRP) da LANXESS, chefiada por Guenther Weymans, que comercializa EPDM sob a marca Buna PE®, com produções em Marl, na Alemanha, e em Orange, nos Estados Unidos; uma capacidade anual combinada de 120 mil toneladas.

Segundo Marcelo Lacerda, Presidente da LANXESS no Brasil, a empresa deu mais um importante passo para impulsionar suas atividades no país, onde já opera com suas 13 unidades de negócios e quatro fábricas. “Esta aquisição reforça nossa presença e amplia nossa base de produção no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que ratifica o comprometimento da LANXESS em crescer nos países do BRIC”, disse o executivo.

Com cerca de mil funcionários em todo o mundo, a unidade de negócios TRP faz parte do segmento Performance Polymers da  LANXESS, que registrou um faturamento de 2,4 bilhões de euros em 2009. Outros produtos do portfólio da unidade TRP incluem a borracha de policloropreno (CR), borracha nitrílica hidrogenada (HNBR), borrachas de etileno vinil acetato (EVM) e borracha nitrílica (NBR).

Produção sustentável e aplicações variadas

Com a transação, a LANXESS pretende fortalecer a sua base tecnológica por meio do acesso à tecnologia ACE, que, em comparação aos processos convencionais, reduz os custos com energia e produção de EPDM, ao mesmo tempo em que amplia as possibilidades de aplicação da borracha. A DSM está em processo de implementação desta tecnologia em uma escala maior em seu site em Sittard-Geleen.

“Nossos clientes serão beneficiados com uma vasta gama de produtos Premium de EPDM”, ressaltou Werner Breuers, membro do Conselho da LANXESS. A LANXESS avaliará a implementação da tecnologia ACE em suas fábricas existentes.

A borracha sintética de EPDM é utilizada, sobretudo, na indústria automobilística, mas também nas indústrias de modificação de plásticos, cabos e fios, construção e óleos aditivos. Suas propriedades incluem densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e a intempéries, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. O mercado global prevê um crescimento percentual de um dígito por ano, nos próximos dez anos, desse tipo de borracha, impulsionado pelo aumento das demandas no Brasil e na China.

A LANXESS é líder em especialidades químicas, com volume de vendas de 5.06 bilhões de euros em 2009. Atualmente conta com cerca de 14.500 funcionários distribuídos em 23 países. A companhia está presente em 42 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários. No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio e possui unidades produtivas, laboratórios e escritórios nas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

A Royal DSM N.V. cria soluções que fomentam, protegem e melhoram o desempenho. Seus mercados finais incluem nutrição e saúde humana e animal, cuidado pessoal, produtos farmacêuticos, automotivos, revestimentos e pintura, elétrica e eletrônica, proteção da vida e habitação. A DSM tem um faturamento anual líquido de cerca de € 8 bilhões e emprega aproximadamente 22.700 pessoas em todo o mundo. A empresa tem sede na Holanda, e possui unidades em cinco continentes. A DSM está listada na Euronext Amsterdam. Mais informações: www.dsm.co.

Fonte: Virta