Posts Tagged ‘Cursos’

Indac lança nova turma para capacitação profissional em trabalhos com acrílico

04/11/2018

Cose di Acrilico, lançado há três anos pela entidade, já formou mais de 250 especialistas. Nova turma está aberta; vagas são limitadas.

O Indac (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) acaba de abrir nova turma para o Cose di Acrilico – único curso do país voltado exclusivamente para a capacitação do profissional transformador de acrílico. O projeto foi desenvolvido para pessoas que querem empreender neste mercado, além de profissionais que já atuam em áreas como comunicação visual, design, arquitetura e movelaria e que podem, por meio do acrílico, oferecer a seus clientes, produtos mais nobres, modernos e sofisticados.

Lançado há três anos, o curso já capacitou, em 20 edições já realizadas, mais de 250 profissionais de todo o país, em um mercado bastante carente de informações. “É fundamental difundir o conhecimento. O Indac desenvolveu, através do Cose, um caminho para ajudar na profissionalização do nosso setor, no qual a falta de compromisso em seguir as normas e especificações técnicas é um grave problema, que resulta invariavelmente em produtos com baixa qualidade”, explica Carlos Rizzo, arquiteto e fundador da Acrilaria.

Rizzo, que no curso ministra aula sobre design e desenvolvimento de produto, diz que, nos dias atuais, com os clientes mais atentos e com menos dinheiro, a busca por perfeição é uma obrigação de quem quer se manter no mercado. Por isso, investir em profissionalização é um excelente caminho. “Essa é a função do Cose di Acrilico – um curso completo, no qual os participantes passam por um processo de imersão, tendo acesso a um panorama completo sobre o mercado, tipos de plásticos, colagem de todos os tipos, moldagem, corte a laser, dobra, design e desenvolvimento de produto. Tudo isso com uma parte prática intensa, manuseio de equipamentos e supervisão técnica”, conta o arquiteto.

Para Rodrigo Dinardi, do Universo Criatividade, que dá aulas de corte a laser aos participantes do curso, através do Cose di Acrilico o Indac conseguiu fazer com que empresas e profissionais do setor se unissem para promover a capacitação tão primordial ao mercado: “No Cose passamos o maior número de informações e esclarecimentos possíveis para os alunos a fim de apresentar parte das infinitas possibilidades de utilização do acrílico. E, apesar do curso ser ministrado em São Paulo, já dei aulas para alunos de praticamente todos os estados do Brasil”.

Marco Santos, da Digisolda, que ministra aula sobre dobra de chapas acrílicas, promete surpresas para a próxima turma. “É nossa função oferecer aos alunos mais conhecimento e novas técnicas. Inclusive, levaremos à próxima turma um equipamento que fornece imagens termográficas e ajuda o profissional perceber como o calor se comporta dentro da peça na hora da dobra”.

Santos ressalta ainda a importância das grandes empresas do setor abraçarem o projeto e ressalta a ação que está promovendo entre seus clientes: “Nós temos algumas máquinas em nosso site, que quando compradas, dão direito a inscrição de um profissional no Cose di Acrilico”.

Edição 21 e mais detalhes

O Cose di Acrilico é um curso de capacitação profissional de processamento de acrílico que une teoria e prática em três dias de aulas (27 horas). As inscrições para próxima turma, que vai de 26 a 28 de novembro, já estão abertas. As aulas são ministradas das 8h30 às 18hs.

O Cose acontece em um galpão escola – Universo da Criatividade Craft & Maker – que fica na Rua Guaranésia 1.455, na Vila Maria, em São Paulo. O espaço é multidisciplinar e acolhe várias propostas de conhecimento, conta Jussara Kanaiama, diretora do local: “O Cose di Acrilico já faz parte do espaço antes mesmo dele se tornar multidisciplinar. Quando ele teve início, abraçamos o projeto e hoje já formamos mais de 250 alunos, profissionais de áreas diferentes e muitos empreendedores buscando ingressar neste nicho de mercado”.

As inscrições podem ser feitas no site (www.indac.org.br/cosedeacrilico), onde também é possível, gerar boleto ou pagar a matrícula por meio de cartão de crédito, em até 12 vezes. O investimento é de R$ 1.180,00.

No curso, o aluno recebe apostila com conteúdo didático e, ao final, certificado emitido e balizado pelo Indac.

2019 – Edições especiais

Para os profissionais de outros estados que não conseguem se deslocar a São Paulo, seja por custo ou tempo, o Indac está trabalhando na finalização de uma versão itinerária do Cose. Tratasse do Caminhão-Escola Cose di Acrilico, que ainda no primeiro semestre de 2019 deve visitar Belo Horizonte.

Também para o primeiro semestre do próximo ano, a entidade formulou um curso ainda mais específico – com plataforma didática inteiramente focalizada no mercado de comunicação visual. As inscrições devem ser abertas em breve. Na programação estão aulas de técnicas para impressão digital, produção de letra-caixa, trabalho com ACM, instalação, apresentação de materiais e elaboração de displays, PDVs, itens de sinalização e maquetes.

O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – é uma organização criada há 18 anos por empresários da iniciativa privada do setor com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além e ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Indac

Curta nossa página no

Anúncios

PICPlast comemora cases de inovação

04/11/2018

Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de cerca de 30 iniciativas, com mais de mil participantes de dezenas de empresas.

Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção”.

Segundo o empresário, o PICPLast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.

Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.

Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.

Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

Curta nossa página no

Vale a pena treinar os funcionários em injeção de plásticos ?

07/02/2018

Por Bill Tobin (*)

Existe uma escassez de mão-de-obra qualificada na indústria e o transformador por injeção tem duas soluções para esse problema: contratar funcionários qualificados que trabalhem nos concorrentes ou melhorar as habilidades de seus próprios funcionários. Cada solução possui vantagens e desvantagens.

Contratação de pessoal de fora da empresa

Isso pode ser algumas vezes complicado. Muitos recrutadores perguntam se o candidato tem especialização na área. O problema é que isso significa apenas que o candidato frequentou e completou um curso na área. Isso traz à mente a velha charada: “Como é que você chama a alguém que fez um curso de medicina em um faculdade de reputação duvidosa e se formou com as piores notas da turma ? A resposta é: “Doutor”.

O diploma não significa nada em termos da capacidade do candidato para trabalhar com outros, do seu nível de competência, da capacidade para transmitir esse conhecimento a outros e incorporar esse modo de pensar na sua empresa.

Quando você contrata alguém novo, frequentemente há resistências. Seus especialistas atuais não vão ser necessariamente gentis com o Guru externo que chega na fábrica e vai logo usurpando as suas posições atuais na fila de promoção da empresa. Além disso, seu novo contratado também vai ser confrontado com a tarefa árdua de converter a atitude de seus funcionários atuais para agir e fazer as coisas de uma nova maneira.

Treinando seu próprio pessoal

A pergunta então se converte em: “quem deve receber treinamento” ? Seu primeiro problema é descobrir se o seu pessoal realmente compreende a técnica de moldagem por injeção. Isso é menos complicado do que parece.

Todavia, em vários casos os gerentes apresentam algumas objeções genéricas sobre o treinamento do seu pessoal:

Primeira objeção: Uma vez que eu os treinar, eles pedem demissão, vão para outra empresa e eu vou desperdiçar dinheiro“.

Resposta: Geralmente, este é um problema relacionado à falta de remuneração pelo desempenho do funcionário. Se o treinamento resultar em uma melhora na lucratividade, esses funcionários devem ter direito a um aumento de remuneração proporcional à sua contribuição.

Segunda Objeção: “O treinamento fora da empresa é caro e, na maioria das vezes, os funcionários treinados não transmitem o que eles aprenderam aos outros depois que retornam do curso”.

Resposta: Correto, MAS:
1. Não envie seus funcionários para uma escola. Lá, as máquinas, moldes e outros itens são todos “perfeitos”. Ao invés disso, traga a escola para a sua fábrica.
2. Traga o instrutor não só com uma palestra em PowerPoint, mas também com livros ou outros materiais escritos. A maioria das pessoas esquece muito do que foi aprendido em uma aula de um dia. O livro permitirá que eles façam consultas e atualizem sua memória. Assim como no ensino médio ou na faculdade, os participantes não devem ter que fazer anotações extensivas durante a aula. Eles estão lá para aprender, não para escrever seu próprio livro-texto.
3. O treinamento não deve ser uma palestra com nível de pós-graduação. Embora o cálculo do comportamento de um polímero seja interessante, sua aplicação prática, despida de todas as equações, é o que gera lucros. Se forem necessários cálculos complexos, dê aos treinandos planilhas previamente montadas, com os cálculos complexos embutidos – e espaços em branco somente para entrada de dados.
4. Mesmo que seja necessário um dia extra, consiga que o instrutor divida a turma em grupos e os mande para o chão da fábrica para PROVAREM ter absorvido as instruções.
5. Cuidado com o “marketing” durante o curso. Se o seu instrutor estiver usando conceitos que só mostram resultados se houver a compra de equipamentos complementares, você não deve pagar essa pessoa para passar um dia fazendo propaganda.

Objeção 3: “Por que devo pagar um instrutor? Será que o pessoal de assistência técnica dos fabricantes de máquina ou dos fornecedores de resinas não pode dar o treinamento ? Nós já gastamos muito dinheiro com eles”.

Resposta: Há mais vinte anos, esta seria uma objeção válida. Hoje em dia, os fornecedores de resinas tem pouca disponibilidade de pessoal: podem ter somente uma ou duas pessoas para cobrir um vasto território. E as empresas de máquinas podem lhe ensinar bastante sobre como tirar o melhor proveito de suas máquinas, mas não muito além disso.

Objeção 4: “Eu não posso parar a fábrica para o treinamento. Estamos muito ocupados”.

Resposta: Grande parte das empresas ainda trabalha em uma semana de cinco dias com três turnos. Não é tão difícil como pode eventualmente parecer montar um curso no fim de semana – seja em dois sábados consecutivos ou em um único fim de semana, com uma aula no sábado e uma sessão prática no domingo.

Para fábricas que operam em regime de 24/7, eu já dividi a aula e a parte prática em segmentos de quatro horas. Mesmo que o instrutor perca algum sono fazendo isso, você pode agendar as pessoas para assistirem a cada segmento começando a trabalhar mais cedo ou ficando após o término do turno.

Objeção 5: “Já estamos indo bem! Não precisamos de treinamento para “otimizar”.

Resposta: Verdadeiro, se você pode absorver o custo de uma remessa de venda ocasionalmente rejeitada ou não se preocupar em ser pressionado para baixar o seu preço sob a ameaça de “Eu tenho gente que pode fabricar as suas peças melhor e mais barato” ou, ainda, se não se importar em perder a oportunidade de melhorar os lucros.

Albert Einstein disse uma vez: “Se você não pode explicar algo de forma simples, é porque você não o entende bem o suficiente”.

Se você acha que o seu pessoal já é de primeira linha e não precisa de treinamento adicional, você pode verificar isso com dois testes simples:

Primeiro, entre no site (em inglês): http://wjtassociates.com/site/?page_id=17 and download “20 Questions”. Existem dois testes: básico e avançado. Alguém que entenda o processo de injeção deve acertar 100% no teste básico e pelo menos 90% no avançado. Lá estão apenas as perguntas, e não as respostas. As “respostas” devem fazer parte do conhecimento geral da pessoa que aplica o teste. Você está procurando as “explicações simples” de Einstein para demonstrar a compreensão do processo de moldagem. Distribua os testes e peça aos seus funcionários para que escrevam as respostas. Se, ao aplicar o teste, você ou seus especialistas não podem responder às perguntas, provavelmente significa que você também precisa de treinamento.

Em segundo lugar, vá ao chão de fábrica e apresente um desafio para a pessoa (o funcionário ou um candidato). Se o processo estiver verdadeiramente otimizado, será quase impossível melhorar a qualidade da peça ou o tempo de ciclo. Se não estiver, peça-lhe que demonstrem e expliquem como eles fizeram a otimização. Esta tarefa usa nove experimentos simples.

Se a pessoa que está sendo testada (um novo empregado ou empregado já existente) tiver sucesso nos testes escritos e práticos, pague-o muito bem! Peça-lhe que ensine aos outros. Todavia, se os resultados dos testes forem ruins ou o desafio não der bons resultados, você deve refletir sobre a necessidade de treinar seu pessoal.

O resultado habitual de um bom curso de treinamento – juntamente com uma sessão de demonstração prática mostrando que os conceitos funcionam – é uma melhoria mínima de 5% na produtividade. Na maior parte do tempo, é maior do que 5%. A melhoria da produtividade significa um aumento líquido na produção, por hora, de peças que podem ser vendidas. Ou, pensando de outra maneira, se você tiver 20 máquinas na sua fábrica, uma melhoria de 5% na produtividade lhe proporcionará o resultado de 21 máquinas trabalhando – sem ter que comprar uma máquina adicional.

Se você pode se dar ao luxo de produzir refugo ou ter ciclos lentos, você pode pagar por um treinamento. Pessoas produtivas treinadas proporcionam um retorno que mantém a sua fábrica rentável e mais competitiva do que a dos seus concorrentes. Ciclos lentos e refugo, em última instância, são uma sangria de dinheiro que pode causar problemas para a sobrevivência da empresa.

A escolha é sua.

(*) Bill Tobin é especialista em Injeção de Plásticos. Com mais de 40 anos de experiência na área, é autor de 23 livros técnicos e apresenta regularmente cursos e seminários em vários países ao redor do mundo

Curta nossa página no

PICPlast promove capacitações em exportação e custos para empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas

30/06/2015

As capacitações foram realizadas em Maceió, e contaram com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast)

Picplast_alagoas

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoveu capacitação profissional em exportação e custos para mais de 30 empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas. A ação teve como objetivos aumentar a atuação dessas empresas no mercado internacional, com foco em aspectos técnicos e mercadológicos da exportação, e auxiliar as empresas a estruturarem modelos internos para otimizar relatórios, simular preços de produtos, administrar o fluxo de caixa, levantar os custos de cada produto, entre outros processos vitais para o gerenciamento de uma companhia. A capacitação contou com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast), e foi realizada no próximo dia 1 de julho, em Maceió.

Para o presidente do Sinplast, Gilvan leite, as ações do PICPlast ocorrem em um momento importante. De acordo com o executivo, a aproximação entre a Braskem, a ABIPLAST e os sindicatos estaduais demonstra o amadurecimento e união de toda a cadeia produtiva do plástico, especialmente nesse momento difícil vivido pela economia. “Iniciativas como essa asseguram o empresário de que algo está sendo feito para ele se desenvolver e construir um setor cada vez mais forte”, afirma Leite.

Hoje o Sinplast conta com cerca de 40 empresas associadas em todo o estado de Alagoas com ações para promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade da indústria. “Por meio do PICPlast plantamos uma semente, que já brotou e está dando frutos. Quem ganha com isso é a economia brasileira”, finaliza o presidente do Sinplast.

Os temas desenvolvidos na capacitação de “exportação” foram ministrados pelo Programa de Incentivo à Exportação do Plástico Brasileiro (Think Plastic Brazil), e a Aduaneiras, empresa que oferece consultorias, cursos, sistemas e informações voltadas para o comércio exterior. O primeiro tema abordou os processos de competitividade e globalização, planejamento estratégico de exportação e marketing internacional. O outro tema abordado foi voltado para os tipos de exportadores no Brasil, a dinâmica da operação de exportação e os incentivos fiscais destinados a esta operação.

Já a capacitação em custos e rentabilidade foi realizada pela consultoria financeira e de investimentos Advisia. Os participantes assistiram a demonstrações por meio de projeções sobre o funcionamento do modelo de operação: como a empresa pode fazer a alocação dos custos classificados por produto, como extrair os resultados por meio de relatórios pré-definidos e simular o preço necessário para atingir uma margem de lucro desejada. O modelo também ajudará os empresários a controlarem o fluxo de caixa, além de apresentar de forma detalhada os gastos por categoria de produto.

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira do Plástico (ABIPLAST), entidade que representa a indústria de transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia produtiva do plástico.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Maio 2015)

598 transformadores plásticos participantes;
R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (até março 2015);
93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
276 empresas participantes do Fundo Setorial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

Curta nossa página no

Instituto do PVC apoia cursos nas áreas de arquitetura e construção civil

29/01/2014

O Instituto do PVC e outras quatro associações levam curso sobre produtos utilizados na arquitetura e construção civil para alunos de universidade em São Paulo. O objetivo é oferecer informações técnicas e atualizadas sobre o PVC e outros materiais utilizados nestes segmentos, abordar suas aplicações, a inovação em cada tipo de produto e os desenvolvimentos disponíveis no mercado.

O curso de férias “Introdução aos sistemas construtivos: materiais, produtos e aplicações” será realizado entre os dias 27 e 31 de janeiro na Universidade São Judas Tadeu e contará com a participação de 69 alunos de arquitetura e engenharia civil da universidade. No caso específico do PVC, o Instituto do PVC levará profissionais do mercado para falarem sobre a tecnologia, a aplicação e a inovação em esquadrias, pisos e sistema construtivo concreto PVC, além de uma aula introdutória sobre o material.

Para a professora Dra. Paula De Vincenzo Fidelis Belfort Mattos, coordenadora dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design e do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade, a parceria com as indústrias de materiais da construção civil visa propiciar aos alunos o contato efetivo com o mundo profissional, complementando o conteúdo ministrado em salas de aula. “Esperamos que este curso introdutório seja o início de uma parceria entre indústria de universidade, ou seja, a produção de conhecimento exercida de um modo objetivo e responsável”, afirma.

Além do Instituto do PVC, as entidades que fazem parte do projeto são a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), a Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (ABRAVIDRO), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e a Associação Brasileira Construção Metálica (ABCEM).

Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, essa aproximação entre a universidade e o mercado é fundamental para o desenvolvimento tecnológico. “Acreditamos na importância de trazer para o aluno a realidade do mercado, seus desenvolvimentos tecnológicos, aplicações e demandas para que haja uma interação entre a academia e a indústria, com o objetivo do desenvolvimento do mercado brasileiro como um todo”, afirma o executivo.

Bahiense lembra que a participação do PVC na arquitetura e construção civil está em ascensão com a conquista de espaços mais nobres nos ambientes. Além dos benefícios técnicos e estéticos e de versatilidade, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, seja por suas matérias-primas, propriedades, aplicações ou mesmo por sua reciclabilidade.

Antigamente a participação do PVC era notada apenas em produtos como tubos e conexões, aplicações de sucesso. O mercado cresceu e o PVC passou a ser utilizado em portas, janelas, pisos, forros, papéis de parede, sidings, decks, piscinas, entre outras aplicações de caráter arquitetônico. “Além disso, a indústria está sempre em busca de novas tecnologias para tornar o produto sempre mais atrativo e sustentável, além de competitivo”, explica Bahiense.

O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover o crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.

Para saber mais sobre o curso, contatar Coordenação do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu pelo telefone (11) 2799-1672.

Fonte: Instituto do PVC

Curta nossa página no