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Aditivo da BASF permite que a empresa coreana Lotte Chemical forneça polipropileno médico de alta transparência para seringas usadas em vacinações COVID-19

06/08/2021

  • Segundo a BASF, o seu aditivo Irgastab melhora a alta transparência do polipropileno médico (PP)
  • As necessidades de PP para uso médico aumentaram devido ao lançamento global das vacinas COVID-19

A Lotte Chemical, uma empresa química coreana, está produzindo o polipropileno (PP) necessário para aplicações médicas usando o Irgastab da BASF, um estabilizador de processamento que evita descoloração. Com o lançamento das vacinações contra a COVID-19 em todo o mundo, a necessidade de seringas feitas de PP aumentou exponencialmente.

O PP para uso médico da Lotte Chemical foi aplicado às seringas LDS (pequeno espaço morto) desenvolvidas por um fabricante de seringas médicas na Coréia do Sul. Essas seringas especiais são projetadas para minimizar a quantidade de vacina deixada no seu interior após a injeção do imunizante, o que leva à redução do desperdício de vacina. Como resultado, as seringas LDS têm uma grande demanda globalmente, pois estima-se que possibilite que uma quantidade 20% maior de pessoas possam receber a dose com a mesma quantidade de vacina.

Os plásticos usados ​​para aplicações médicas requerem esterilização. Isso causa a degradação e a descoloração do polímero. “O Irgastab serve para garantir que o PP médico permaneça seguro e adequado para uso”, disse Hermann Althoff, vice-presidente sênior de Performance Chemicals Asia Pacific da BASF. “Ele fornece estabilidade de processamento sem descolorir o polipropileno durante a compostagem e moldagem por injeção, o que é vital para seringas LDS, já que os materiais precisam ser certificados para alta transparência.”

Como a necessidade de seringas para a vacinação contra COVID-19 deve ter um aumento explosivo, a Lotte Chemical está expandindo o desenvolvimento de materiais especiais de polipropileno para garantir o rígido controle de qualidade na produção de materiais médicos, incluindo PP de alta transparência, e para acomodar as necessidades crescentes relacionadas com a saúde e segurança.

“A Lotte Chemical tem uma posição forte no mercado de PP médico e gostaríamos de liderar e desenvolver esse mercado junto com a BASF”, disse o Dr. Kang Kyung-Bo, chefe do centro de P&D da Lotte Chemical. “Devido ao seu bom desempenho em termos de retenção de cor e transparência, estamos avaliando a possibilidade de expandir o uso do Irgastab para fibras e chapas.”

Seringas de plástico e muitas outras aplicações médicas ajudam a proteger a saúde e a segurança humanas como um pilar fundamental para um futuro sustentável.

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Furgões refrigerados Ibiporã utilizam poliuretanos da Dow na entrega de vacinas contra Covid-19

03/07/2021

  • Estrutura logística para distribuição das vacinas em todo o território nacional conta com os furgões Ibiporã
  • A Ibiporã produz atualmente cerca de 1.800 furgões refrigerados por ano e é parceira da Dow na área de Poliuretanos.
  • No início do ano, a fabricante de furgões foi contratada pelas empresas vencedoras da licitação para realizar o transporte das vacinas contra a Covid-19, em todo o país.
  • Vacinas podem ser movimentadas com segurança para enfrentar os desafios relacionados ao extremo calor e às variadas condições climáticas de cada região brasileira.
  • Até o momento, a Ibiporã já fabricou 88 furgões especificamente para esse destino. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

O transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia. Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário – o modal mais usado no Brasil – representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre. Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas muito baixas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra Covid-19, em todo o território brasileiro Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende a grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso da tecnologia em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados. “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilita excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow.

Além desses benefícios e de atender às adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal. Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais. A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no final do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

Parceria no combate a Covid-19

Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, conta que desde o início dos testes das vacinas, no Brasil, a empresa vinha sendo procurada por parceiros especializados em transporte de medicamentos, atentos à demanda por uma distribuição eficiente e segura das vacinas contra a Covid-19. “Sem a tecnologia de refrigeração com o uso de poliuretano na construção dos furgões, não seria possível levar a vacina para todos os cantos do Brasil, onde a extensão territorial é um desafio, bem como condições climáticas de extremo calor. Acompanhar nossos furgões sendo carregados com milhões de doses de vacinas para distribuição em todos os recantos do país nos deixa honrados e cientes de nossa responsabilidade nessa frente em prol da proteção da população brasileira, ao mesmo tempo em que cumprimos nossa missão por meio de materiais que não agridem a camada de ozônio”, enfatiza o executivo.

Para Edilson Machado, da Dow, a parceria com a Ibiporã integra um conjunto de ações que reúne as diferentes frentes de negócios da companhia em busca de soluções para a mitigação dos impactos da Covid-19, no Brasil. “Diversas ações têm sido realizadas desde janeiro de 2020, quando a pandemia dava seus primeiros sinais, em todo o mundo. Entre elas, a doação de tecnologia de espumas para a produção de colchões para hospitais de campanha, no ano passado. Por meio da parceria com nossos clientes, materializamos nossa crença em colaboração para a busca de soluções conjuntas e que auxiliem as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

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Arburg cancela evento “Technology Days 2021” em sua matriz na Alemanha

14/05/2021

  • O impacto da epidemia global de coronavírus ainda é muito prevalente
  • Prioridade na Segurança dos visitantes e funcionários

A Arburg cancelou o evento Technology Days que estava planejando realizar entre 7 e 12 de junho de 2021. Consultas com órgãos oficiais e a devida consideração das ramificações da epidemia global de coronavírus que ainda são claramente evidentes motivaram a decisão, que foi tomada na semana passada. O chamado ‘freio de emergência federal’ aplicado pelo governo alemão teve uma influência decisiva nesta situação.

“Lamentamos profundamente este cancelamento, mas somos obrigados a dar esse passo devido aos parâmetros prevalecentes”, explica Juliane Hehl, Sócia-gerente responsável por Marketing na Arburg. “Até o momento final estávamos esperançosos e realmente trabalhando a todo vapor para que estes “Technology Days” se realizassem sob a forma, enfim, de uma feira presencial”, afirma a acionista referindo-se a todo o planejamento e esforços investidos nos últimos meses. “Nossos “Technology Days” são uma marca em si, além de ser o maior evento “in-house” em todo o Mundo dos Plásticos – então realmente fizemos tudo o que era possível para facilitar, finalmente, uma experiência de evento pessoal e presencial para nossos clientes”, complementa.

Segurança dos visitantes e funcionários

O adiamento do calendário tradicional deste evento de Março para Junho, a extensão de quatro para seis dias, um sistema de gerenciamento de visitantes e convites em observância de regras relativas à prevenção da Covid, um conceito de higiene e testes meticulosamente planejados – com todas essas medidas, a segurança dos visitantes e os funcionários sempre estiveram na vanguarda das deliberações da empresa.

Technology Days 2022

“Por pior que seja a situação atual: acreditamos que o mundo todo está ansioso para voltar aos eventos normais e às feiras”, afirma Juliane Hehl. Os “Technology Days” poderiam ter funcionado como um farol para todo um setor, então foi totalmente correto e apropriado que tivéssemos feito todos os esforços para organizar e realizar o evento. “Portanto, estendemos um convite ainda mais caloroso ao Mundo dos Plásticos para visitar nossos Technology Days aqui em Lossburg em março de 2022!”

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Terphane afirma que sua nova linha de filmes de PET é eficaz na inativação do coronavírus

21/03/2021

Segundo a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection apresentou, em testes de laboratório, eficácia de até 99,65% de inativação do vírus SARS-CoV-2.

A Terphane desenvolveu a tecnologia Terphane Active Protection que, segundo a empresa, inativa o vírus SARS-CoV-2 em até 99,65% (*). A Terphane afirma que a sua nova linha de filmes PET Terphane AV apresenta propriedades antimicrobianas e antivirais, podendo ser utilizado em embalagens para contato com alimentos.

De acordo com a empresa, a propriedade antiviral dos novos filmes PET Terphane AV foi testada e aprovada pelo Laboratório de Biologia Molecular – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. O experimento foi realizado seguindo as Boas Práticas Laboratoriais (BPLs), metodologias descritas e adaptadas de acordo com a Standard Practice to Assess Virucidal Activity of Chemicals Intended for Disinfection of Inanimate, Nonporous Environmental Surfaces E1053-2 e de acordo com a norma ISO21702.

“Se a superfície da embalagem for contaminada com o vírus do SARS-CoV-2, o filme Terphane AV acelerará o processo de inativação do vírus, reduzindo o risco de propagação. Desta forma, embalagens feitas com os nossos produtos conferem maior proteção para o consumidor final e contribuem para aumentar o controle das infecções e garantir maior prevenção na transmissão de microrganismos patógenos, principalmente o Sars-CoV-2”, comenta José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

O filme Terphane AV apresenta as mesmas propriedades físicas e mecânicas dos demais filmes Terphane, incluindo as propriedades de barreira, sendo aprovado para contato com alimentos conforme a regulamentação da Anvisa, afirma a fabricante.

O filme Terphane AV é usado na camada externa das embalagens plásticas flexíveis multicamadas. As ações antimicrobiana e antiviral foram testadas, inclusive, após os processos de impressão e laminação do filme. A tecnologia também pode ser utilizada na linha Ecophane de filmes sustentáveis da Terphane, sem prejuízo de suas propriedades.

Segundo Bosco, “o principal conceito por trás do desenvolvimento da tecnologia Terphane Active Protection é o cuidado com as pessoas nas diversas situações de manuseio e de uso de uma embalagem, desde sua saída das plantas industriais, passando pelo check-out do supermercado, pelo uso no domicílio, até chegar ao descarte e a reciclagem. Estamos falando de apoiar na proteção de toda a cadeia de valor da embalagem e do produto”.

Por estas características, afirma a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection tem potencial de aplicação em filmes para embalagens de diversos segmentos, mas especialmente em embalagens para alimentos e embalagens para delivery. As aplicações que hoje utilizam o filme PET podem migrar para a estrutura com Terphane Active Protection, como por exemplo, sachês de condimentos (ketchup, mostarda, maionese, etc) embalagens de café, leite em pó, tampas para potes de iogurte e atomatados, entre outras.

No entanto, o Presidente da Terphane alerta que a nova tecnologia Terphane Active Protection não muda os cuidados pessoais que todos devem ter durante a pandemia. “Devemos continuar mantendo todos os protocolos de segurança e higiene para evitar a contaminação. Esta tecnologia é um passo complementar para evitar a transmissão do vírus nas cadeias de abastecimento, consumo e descarte das embalagens. Isto, aliado ao bom senso e ao cuidado de todos com todos, será essencial para continuarmos a combater esta pandemia.”

(*) Os filmes Terphane AV foram eficazes para reduzir as partículas virais por inativação acima de 97% até 99,65% em laboratório, demonstrando ter capacidade de inativar as partículas virais de SARS-CoV-2 pelo tempo de contato a partir de 40 minutos. A ressalva, contudo, é que as condições do laboratório não são idênticas às condições de propagação do vírus em outros ambientes.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Feira PLAST de Milão é postergada para data ainda indeterminada após o fim de 2021

09/02/2021

Em virtude da pandemia em curso e das incertezas em relação ao cronograma e métodos da campanha de vacinação – elementos que continuam a condicionar as atividades na indústria de plásticos e borracha e, mais importante, limitam fortemente as viagens de operadores italianos e estrangeiros – e conforme solicitado pelos expositores, os organizadores da feira PLAST em Milão (Itália) decidiram adiar o evento para uma data futura a ser definida, mas certamente após o final de 2021.

Segundo os organizadores, a situação atual e a impossibilidade de vislumbrar opções futuras com algum grau de confiança razoável tornam impossível planejar e organizar adequadamente um evento internacional da envergadura da PLAST – Feira Internacional para as Indústrias de Plásticos e Borracha-, a qual representa uma vitrine para tecnologias e sistemas complexos. Tanto os organizadores quanto os participantes requerem uma quantidade significativa de tempo para planejar o evento e isso não pode ser garantido no momento.

A difícil decisão de adiar a feira foi tomada com relutância, mas de forma responsável, sendo o objetivo principal garantir a segurança de todas as partes envolvidas. Os organizadores esperam poder agendar a próxima feira PLAST sob as melhores condições e com visitação presencial.

As novas datas serão definidas nas próximas semanas.

A edição anterior da feira aconteceu em Milão de 29 de maio a 1 de junho de 2018. Ela contou com 1.510 expositores de 55 países, ocupou uma área útil de 55.000 m2 em seis pavilhões da Fiera Milano em Rho-Pero e atraiu 63.000 visitantes de 117 países.

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Rocheleau e Nordson aumentam a produção para dar suporte à enorme demanda por materiais usados em testes de Covid

19/11/2020

Dezenas de novas sopradoras Rocheleau, equipadas com roscas e cilindros Xaloy da Nordson, irão fabricar pipetas usadas em testes de Covid-19

A Rocheleau Tool & Die Co. encomendou dezenas de roscas e cilindros da Xaloy, empresa pertencente à Nordson Corporation, para equipar máquinas sopradoras que serão usadas por fabricantes de pipetas, itens essenciais dos procedimentos de teste para Covid-19.

Fornecedores internacionais de produtos para testes médicos têm investido pesadamente para expandir a produção de materiais de consumo plásticos usados em laboratórios para atender à demanda global por testes de Covid-19. A Rocheleau tem tido uma enorme demanda por seus sistemas de moldagem por sopro para a fabricação de pipetas de Polietileno de Baixa Densidade. A Rocheleau está equipando suas sopradoras com componentes Xaloy da Nordson, incluindo cilindros bimetálicos com revestimentos X-800 e roscas de barreira Fusion.

“Estamos construindo equipamentos para a produção de pipetas em tempo recorde”, disse Steven R. Rocheleau, presidente. “Cada máquina inclui componentes de vários fornecedores e a Nordson nos deu confiança ao entregar roscas e cilindros provenientes de sua fábrica de Austintown, Ohio, antes do planejado, permitindo que nos concentremos em outras questões que exigem atenção.”

A rosca Xaloy Fusion foi especificada para o projeto por causa de sua capacidade de manter uma temperatura do material fundido consistentemente baixa ao mesmo tempo em que permite altas taxas de produção, observou Rob Cook, gerente da Nordson nas Américas para vendas para processadores. “Embora o material reaproveitado durante o processo de sopro seja mais sensível às variáveis ​​do processo do que a resina virgem, a rosca Fusion garante uma fusão uniforme”, disse o Sr. Cook. “A baixa temperatura do material fundido permite tempos de resfriamento mais curtos e a produção de mais peças por minuto. Isto também dá espaço para que que os fabricantes de pipetas possam usar aditivos sensíveis ao calor em determinados produtos, sem a necessidade de se alterar a regulagem da máquina.”

O revestimento X-800 para os cilindros Xaloy é uma liga à base de níquel com carbeto de tungstênio, a qual oferece uma vida útil mais longa do que revestimentos de carbeto alternativos.

O esforço da Rocheleau para atender à demanda urgente por pipetas exemplifica o importante papel que os plásticos têm desempenhado no combate à Covid-19, disse o Sr. Rocheleau. “Como uma empresa familiar, somos gratos pela oportunidade de gerar um impacto durante a pandemia, ao atender a uma demanda global urgente por pipetas. Foi muito encorajador para nossos funcionários fazerem isso acontecer, tendo a ciência de que eles tem feito uma contribuição para a luta contra a pandemia. “

As roscas e cilindros Xaloy são componentes básicos para a extrusão e moldagem de produtos médicos, equipamentos de proteção individual e embalagens usadas no combate à Covid-19, observou Seeni Congivaram, diretor de vendas e marketing de produtos Xaloy. “Hoje, tubos e conectores, bolsas de sangue, kits de procedimentos e outros dispositivos médicos estão desempenhando um papel crítico na resposta ao aumento de casos hospitalares causados ​​pela pandemia. Filmes e folhas tem sido essenciais para prevenir a disseminação da infecção por coronavírus. E as embalagem tem possibilitado que milhões de pessoas em lockdown possam receber alimentos frescos e refeições quentes. “

A Rocheleau Tool & Die Co. é um cliente de longa data de componentes Xaloy para seus sistemas de moldagem por sopro.

A Nordson Corporation atende a uma ampla variedade de mercados finais de consumo não durável, durável e de tecnologia, incluindo embalagens, não tecidos, eletrônicos, médicos, eletrodomésticos, energia, transporte, construção e montagem e acabamento de produtos em geral. Fundada em 1954 e sediada em Westlake, Ohio, a empresa possui operações e escritórios de suporte em mais de 30 países.

A sua divisão Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a materiais plásticos e de revestimento fluido. A Nordson oferece uma linha completa de roscas e cilindros para extrusão e moldagem por injeção, além de sistemas de filtração, bombas e válvulas e matrizes de extrusão e sistemas de peletização para atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

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Adirplast faz retrospectiva dos reflexos da pandemia e aspectos econômicos no setor de distribuição

30/10/2020

O ano de 2020, que começou com o mercado brasileiro do plástico ampliando importações devido à trégua na guerra comercial EUA e China, também ficou marcado pelo banimento de diversos utensílios de plásticos descartáveis. “Em São Paulo, por exemplo, o prefeito sancionou a lei que proibia os estabelecimentos comerciais da cidade de fornecerem utensílios descartáveis de plástico aos clientes. E nós da Adirplast já alertavamos para os problemas causados por uma proibição indiscriminada desses produtos, inclusive para a economia”, comenta Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

A pandemia (Covid-19) atingiu o Brasil e em 17 de março a quarentena foi decretada em vários estados brasileiros. Preocupada com o abastecimento da indústria, inclusive farmacêutica e de alimentos, a Adirplast divulgou nota na qual alertava aos órgãos competentes sobre a importância do plástico como matéria-prima.

A incerteza fez com que abril fosse o pior mês de faturamento não só entre as empresas associadas à Adirplast, mas na economia brasileira em geral. No setor de plásticos o coronavírus causou redução nas vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) das empresas ligadas à Adirplast – em abril foram de 20.069 t, uma redução de 43,6% sobre março. Entre os plásticos de engenharia, em abril foram vendidas 1.072 t, redução de 58,4% ante o mês anterior. Já entre os filmes bi-orientados, que somaram 2.556 t vendidas, a redução foi de 28,9%.

A queda abrupta das importações também impactou o setor transformador. O Brasil, que consome 6 milhões de toneladas de plástico por ano e importa 30% desse volume, vem sendo afetado por problemas na produção internacional do insumo. Em julho, quem dependia de importados já amargava 4 meses de desabastecimento, afirma a Adirplast. Segundo relatório da consultoria Townsend, a importação de PP caiu de 36.076 toneladas em fevereiro para 16.618 toneladas em agosto.

Também sensível à pandemia e às condições econômicas, o mercado respondeu com um aumento vertiginoso do dólar. Durante a primeira metade do ano, o dólar teve uma valorização de 35,6% sobre o real, o que tornou nossa moeda a mais desvalorizada entre as 34 divisas mais líquidas do mundo. Em outra ponta, para evitar quedas ainda maiores nos preços do petróleo, companhias em todo o mundo reduziram suas produções.

Essa variação do câmbio também não trouxe alívio para o setor: é forçado a aceitar os aumentos, mas não consegue repassar esses valores por causa do enfraquecimento da demanda. Em alguns setores da indústria também já tem sido notada a falta de insumos, como PVC e PE para produção de embalagem.

Foi neste cenário que empresas do setor, inclusive filiadas à Adirplast, tiveram que se adequar, investir em tecnologia e contar com a qualificação de seu pessoal para evitar demissões e sobreviver à crise,

Com a retomada da indústria acontecendo de forma gradual desde junho, julho despontou com luz para o final do túnel. O volume total de vendas dos associados Adirplast nesse mês foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 t (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET). “A recuperação é gradual”, diz Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Outro impacto no segmento foi causado pelo Furacão Sally, que atingiu produtores e exportadores de resinas plásticas na região do Golfo do México. Segundo a Adirplast, no início de outubro houve outra surpresa: a Braskem sofreu o ataque de hackers em seu ambiente de TI, o que impactou suas operações por cerca de 10 dias.

“Hoje, ainda não temos expectativas claras para os próximos meses, mas fica a certeza apenas de que sairemos desta mais fortes. Assim como o plástico – que entrou o ano sendo denegrido, mas que ganhou um novo peso no cenário atual, já que é matéria fundamental para a integridade da saúde humana”, finaliza Laércio Gonçalves.

Um olhar apurado

Ver luz ao final do túnel não significa não significa deixar de ver que os empecilhos de 2020 ainda não foram superado. Erasmo Fraccalvieri, diretor da Tecnofilmes, fala sobre alguns dos impactos sofridos pela economia neste ano e expectativas para o que ainda está por vir.

“Desde a chegada da pandemia, pudemos ver de tudo, desde o negacionismo ao alarde excessivo. Continuamos com esta polarização de idéias em todos os campos e setores. Fica evidente a necessidade de uma análise fria e clara da situação. Apesar da Economia não ser uma ciência exata e não depender de viés de ideologia, ela envia sinais clássicos de seu andamento e os fundamentos mantêm-se firmes para a medição do seu pulso.

Passados 10 meses de 2020, o que se vê é uma economia mundial em níveis preocupantes de fragilidade. O mercado internacional de bonds e moedas segue mostrando sinais importantes de alerta de deterioração. Uma segunda onda de contaminação na Europa traz à tona um elevado grau de incerteza. Temos a eleição americana em novembro. O grau de endividamento das empresas americanas está em níveis recordes nas últimas décadas e as perdas permanentes de postos de trabalho sinaliza uma onda de falências ainda fora do radar da grande mídia.

O Brasil ocupa um posto preocupante neste cenário. O fracasso na condução da pandemia nos trouxe até agora, conforme alertado, inflação, escassez de commodities, câmbio descontrolado, choques abruptos de demanda e oferta e uma dívida pública em patamares pra lá de preocupantes. Com a dificuldade de rolarmos nossa dívida, temos uma piora de seu perfil com o aumento das operações compromissadas e a redução de seu prazo, deixando muitas dúvidas quanto ao cronograma de vencimento no primeiro trimestre de 2021.

Com este cenário, é importante manter o foco nos fundamentos. Vejo muitas pessoas passando da euforia ao ceticismo em períodos curtos, analisando ruídos das manchetes de jornais. Não há “novo normal”. Não há “desta vez é diferente”. Há um desafio enorme para a economia nos próximos meses. A pandemia um dia acaba, porém, os impactos econômicos devem perdurar por muito mais tempo”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Feira Plástico Brasil é transferida para novembro de 2021

01/10/2020

Os organizadores da Feira Plástico Brasil 2021, inicialmente programada para o período de 22 a 26 de março do próximo ano, foi reprogramada para as datas de 08 a 12 de novembro de 2021, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).

Segundo os organizadores do evento, a mudança da data acontece após uma após extensa consulta ao mercado e aos players do setor, optando, em consonância com eles, pela realocação do evento no calendário nacional a fim de garantir total segurança e bons negócios a todos os participantes.

Em comunicado, os organizadores afirmam que, em 2021, a Plástico Brasil, com apoio da ABIMAQ – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, reforça seu compromisso em promover uma plataforma ideal para o lançamento de novos produtos e serviços voltados à cadeia de transformação do plástico, visando o fomento e o desenvolvimento de novas tecnologias, a aproximação entre fornecedores e clientes nacionais e internacionais, o estímulo ao networking, e a oferta de conteúdos únicos por meio de atrações especiais.

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Pandemia estimula mudança de hábitos, processos e procedimentos nas empresas de distribuição de resinas plásticas

30/09/2020

Com a crise sanitária causada pelo coronavírus, as empresas tiveram que criar novas maneiras de administrar e manter suas vendas ativas. O investimento em tecnologia se tornou mais do que necessário e virou um grande aliado nesta nova maneira de fazer negócios.

29 de setembro de 2020 – Desde que a quarentena provocada pelo Covid-19 foi decretada em março deste ano, as empresas e entidades, não só no Brasil como no mundo, tiveram que se reinventar de maneira rápida. Trabalho remoto, e-commerce, investimento em TI, tudo isso de repente passou a fazer parte obrigatória de suas agendas. Ricardo Mason, da Fortymil, por exemplo, conta que colocou todo o seu time em home office ainda em março, com exceção da logística. “Nós fizemos toda adequação das equipes para que tivessem o devido conforto e condições de trabalho durante esse período. Foram feitos investimentos em links e equipamentos para que pudéssemos rodar todo o time à distância – do pessoal de vendas à contabilidade”, conta o empresário.

Mason explica que apesar de todo o clima de incertezas e problemas gerados pela pandemia, as mudanças feitas na empresa foram encaradas por todos de maneira muito positiva. “Trouxemos muita segurança para o time, principalmente no início, com grande suporte do nosso RH, sempre visando preservar a saúde física e mental de nossos colaboradores”. Para o futuro pós-pandemia, o empresário conta que ainda não tem um modelo fechado de negócio, mas acredita que, pelo menos por lá, continuarão trabalhando em um sistema híbrido entre home office e escritório.

Os padrões adotados na Fortymil corroboram com o estudo feito pela Cushman & Wakefield, que aponta que 40,2% de todas as empresas que não trabalhavam com home office antes da pandemia vão adotá-lo de maneira definitiva até esse período passar. Além disso, estudo feito por André Miceli, coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getúlio Vargas, prevê um crescimento de 30% para o trabalho remoto no Brasil após a pandemia.

Para Marcos Marcello, da Prolam, que implementou o home office desde abril deste ano, o resultado desse sistema é positivo. “Tivemos na empresa um nível de infecção muito baixo e isto sempre foi a maior preocupação da diretoria. Dessa forma, sentindo-se seguros, os funcionários se dedicaram de maneira mais positiva e os resultados já voltaram a aparecer. O mundo e os hábitos não serão mais os mesmos. Portanto, todos mudamos e estamos abertos às novas configurações de trabalho, desde que dentro da legislação trabalhista vigente”, explica.

Nem tudo pode ser resolvido de casa. Assim, conta Wagner Silva Coentro, da Polyfast, no segmento de plástico de engenharia o home office foi intensificado nos setores financeiro e de marketing, iniciativa que também deverá ser mantida de alguma maneira no futuro. “Devido ao nosso negócio ser de distribuição de plásticos de engenharia, é necessário que as visitas presenciais de caráter técnico/comercial continuem. Elas são essenciais no desenvolvimento de novas aplicações e de mercado”, explica.

Tecnologia, a grande aliada

Não há como contestar: a grande estrela de 2020 é a tecnologia. Ferramentas para melhorar a infraestrutura das empresas como sistemas de gestão, e-commerce e armazenamento em nuvem estão sendo essenciais neste período de pandemia.

O diretor da Prolam, Marcos Marcello, conta que a empresa está investindo em softwares de inteligência de mercado, mesmo já possuindo uma robusta estrutura de TI para dar suporte às suas fábricas de São Paulo e Manaus.

Na Fortymil, explica Mason, o investimento foi no âmbito do trabalho. “Investimos muito nos links, software e hardware para dar velocidade à equipe e a segurança que a empresa necessita para operar remotamente”, conta.

De acordo com um relatório global da agência de pesquisa de mercado IDC, companhias de vários países investiram mais de US$ 1 trilhão em transformação digital em 2019. Isso representa um crescimento de 17,9% em relação a 2018. Especialistas acreditam que esse número deve dobrar em 2020 devido à pandemia.

Na Adirplast

O espírito empreendedor das empresas associadas à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) não deixou nem mesmo que a entidade ficasse parada durante esses tempos tão incertos. Pelo contrário, os eventos promovidos para seus associados continuam acontecendo, mas de forma online. Além disso, a entidade encontrou novas formas de se fazer presente no mercado e na sociedade. “Este foi um dos grandes aprendizados desta pandemia. Nossa associação converteu as reuniões e eventos presenciais para o ambiente virtual. Com isso, tivemos um excelente aproveitamento e recorde nos números de participação. Também percebemos que temos interagido cada vez mais através de ferramentas de interação digital, hábito que antes era menos corriqueiro”, afirma Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A mudança tem trazido tantos efeitos positivos que Gonçalves adianta que, mesmo após a pandemia, os eventos deverão continuar virtuais. “Percebemos que essas ferramentas chegaram para auxiliar e otimizar nosso tempo. Já são realidade e vamos manter assim nos próximos anos”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Adirplast tem recuperação de vendas em Junho e Julho e prevê segundo semestre estável

05/09/2020

Volume total de vendas dos associados da Adirplast no mês de julho foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 toneladas (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET)

Mesmo com a pandemia afetando todos os setores da economia brasileira, os associados da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estão conseguindo recuperar parte de suas vendas. Segundo a entidade, a demanda no mês de julho foi 23% maior do que a de junho, que já tinha apresentado uma tendência de alta. “A recuperação é gradual. Junho foi 31,1% maior que maio, que por sua vez foi 11,8% maior que abril – pior mês do histórico da associação”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas total dos associados Adirplast (incluindo todas as resinas e os filmes BOPP e BOPET) de janeiro a julho de 2020 foi de 259.041 toneladas. Comparando esse período com os mesmos meses de 2019, houve uma queda de 6,9% nas vendas. Considerando os volumes por grupo de produtos, em julho deste ano foram vendidos pelas empresas associadas à entidade 36.560 toneladas das commodities PEs, PP e PS, 2.663 toneladas de plástico de engenharia (PA6, PA6.6, PMMA, PC, PBT, ABS-SAN, POM e PU) e 3.462 toneladas de filmes Bi-orientados (BOPP e BOPET). “Estes volumes representam cerca de 10% do consumo brasileiro de resinas plásticas, inclusive recicladas. Não entra nesta conta apenas o PVC”, observa Gonçalves.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, a retomada das vendas em junho e julho foi significativa. Porém, ainda não é capaz de neutralizar a brutal parada da economia iniciada na segunda quinzena de março e que teve seu pico em abril. “É preciso observar que, no acumulado do ano, ainda estamos em patamar 6,9% inferior ao igual período de 2019, que, diga-se de passagem, também não foi um ano de grande desempenho nem para o setor plásticos nem para a economia do país”, ratifica.

Apesar de pontuar a realidade, Cruz diz que, diante das condições atuais, em meio a uma pandemia, foi possível ver nos meses de junho e julho deste ano uma capacidade formidável de reação do mercado nacional. “Se levarmos em conta os prognósticos mais sombrios que apareciam nos noticiários, essa reação traz um alento e sinaliza um segundo semestre melhor para a economia e, consequentemente, para os setores produtivo e da distribuição. Há luz no fim do túnel!”, ressalta.

O ano teve sua história transformada pela pandemia do Covid-19, explica Daniela Antunes Guerini, diretora da Mais Polímeros. “Já no mês de março as projeções mudaram, devido à queda do volume de venda. Abril trouxe um novo cenário (um dos piores da história), volume baixo, vários pedidos de prorrogação, inadimplência e uma incerteza enorme. Maio foi o mês de controlar os problemas e tentar entender nosso mercado. Já em junho, com grande parte das Indústrias retomando suas atividades, iniciou-se uma fase de reposição de estoques na cadeia. A partir de então, os volumes subiram consideravelmente, porém, ainda não voltamos aos níveis de pré pandemia”, resume.

Para a executiva da Mais Polímeros, a demanda atual tende a se manter até outubro. “A partir do mês 10, acontece uma queda já esperada das vendas devido à redução dos estoques para fechamento do ano. Assim, estimamos que o ano termine com volumes 10% menores do que os do ano passado”.

Cláudia Savioli, diretora da Polymark, conta que este tem sido um ano de mudanças profundas na empresa e seus negócios – e não apenas pela transformação digital a qual já vinha implantando. “Esse é um período oné é necessária muita resiliência para se adaptar às mudanças e reconfigurar funções e processos”, conta Savioli. Segundo ela, o mercado de embalagens flexíveis se mostrou forte desde maio. “O setor tem conseguido reconquistar o valor das embalagens flexíveis, material versátil e de extrema importância para a conservação de outros produtos. Esse fator e mais as vendas reprimidas de abril têm feito nossa demanda crescer. Mas as margens foram apertadas”, explica.

Mesmo assim, diz Savioli, os desafios ainda não foram superados e o segundo semestre vai trazer um novo componente para o jogo: a falta de produto. “A falta de resina limita o crescimento de todo o mercado. Por isso, teremos que ter mais amplitude em estoques e diversificação, aumentar os custos de segurança e valer-nos de bons negócios e de boa comunicação, com transparência e comprometimento. Puxados pela maior demanda, os preços continuarão aumentando. Serão meses intensos”.

Para a APTA Resinas, distribuidora de plástico de engenharia, que é distribuidora exclusiva no Brasil da ExxonMobil (Metalocenos), de PP e de PE importados, apenas os meses de maio e abril foram muito ruins, conta Eduardo Cansi, diretor da empresa. “Nos demais meses, tivemos bons resultados”, conta. Assim, o executivo segue otimista e acredita que o segundo semestre siga tendência de alta apresentada nesses últimos dois meses do primeiro semestre do ano.

A percepção de que o segundo semestre seja melhor que o primeiro e siga estável é comum entre os associados da Adirplast. Todos estão cientes dos obstáculos à frente, mas acreditam também que o pior já passou. “Hoje temos um mercado mais unido. Além disso, a expectativa de mudanças podem auxiliar no crescimento do setor, tais como a da aprovação da Reforma Tributária e até mesmo do início da conscientização das pessoas e dos governantes de que o plástico não é um vilão, mas um grande aliado no que se refere a conservação de alimentos ou de cuidados com a saúde, “, finaliza Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Feira Argenplás em Buenos Aires é transferida para Julho de 2021

22/08/2020

Os organizadores da Argenplás divulgaram nota na última quarta-feira (19/08) comunicando a reprogramação da data da feira Argenplás para 26 a 29 de Julho de 2021. Em virtude da pandemia de Covid-19, a feira já havia sido anteriormente adiada do mês de Junho passado para 24 a 27 de Novembro deste ano. A seguir, o comunicado da CAIP  e MBG & Events:

Em virtude da situação gerada pelo Covid 19 e seu impacto a nivel global, o Comitê Organizador composto pela MBG & Events e a Câmara Argentina da Indústria Plástica (CAIP) anunciaram a nova data de realização da Feira Internacional Argenplas, a qual foi reprogramada para ocorrer entre 26 a 29 de Julho de 2021, no Centro Costa Salguero, em Buenos Aires (Argentina).

As decisões e normativas do Governo da Argentina e do Governo da Cidade de Buenos Aires, que permitem a realização de eventos e espetáculos com grandes concentrações de pessoas em espaços públicos ou privados logo após o início da Fase 6, prevista para os meses de Outubro / Novembro do ano corrente, limitam o êxito de uma Feira que reúne, a cada dois anos, todos os protagonistas do setor – locais e internacionais.

Pelo exposto, e considerando que o vosso esforço, investimento e trabalho conjunto conosco contribuem para maximizar o benefício de estar presente na Feira, os organizadores da Argenplás consideramos que o mais oportuno e sensato para o êxito da Feira é transferir a sua organização e realização para o período de 26 a 29 de Julho de 2021.

Esperando que se compreenda a natureza de tal decisão, saudamos os Senhores Expositores, Patrocinadores e Visitantes com nossa maior distinção.

Gabriel Pascual
Diretor de Eventos da MBG & Events

Antonio Paolini
Presidente da CAIP

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Desempenho da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis se mantém estável no 2o. trimestre de 2020

11/08/2020

Pesquisa da W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), indica que a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis comportou-se de forma relativamente estável no 2o. trimestre de 2020, com uma leve queda em relação ao trimestre anterior. Se considerarmos o primeiro semestre do ano, podemos dizer que o setor de flexíveis teve um desempenho superior ao da indústria como um todo.

Este desempenho deve-se especialmente ao desempenho da indústria de alimentos, um grande cliente do setor que, durante a pandemia, tem apresentado variações positivas em sua produção. De modo geral, a população não deixou de comprar alimentos e, em algumas ocasiões, inclusive destinou mais recursos financeiros para este tipo de consumo. O que ocorreu foi uma transição para marcas de menor valor agregado.

Por outro lado, a indústria de bebidas, outro importante cliente dos flexíveis, registrou uma queda de 19% na produção em março, seguida por outra queda de 38% em abril. “Parte dessa queda foi compensada com um grande crescimento em maio, mas que não foi suficiente para retornar aos níveis de consumo”, explica o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF. A boa notícia é que o 3o. trimestre sinaliza uma retomada na produção das grandes empreas do segmento de bebidas.

As indústrias de higiene e limpeza, também importantes clientes do setor de flexíveis, especialmente neste momento de pandemia, mantiveram um bom desempenho no período, contribuindo para o desempenho estável do setor.

O estudo da W4Chem mostra ainda que a produção de embalagens plásticas flexíveis chegou a 480 mil toneladas no 2o. trimestre do ano. Embalagens de PEBD (polietileno de baixa densidade) e de PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) tiveram uma participação de 72% nese total, seguidas de PP (polipropileno, com uma participação de 16% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 12%.

Com isso, o setor fecha o 1o. semestre de 2020 com uma produção total de 967 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis e um consumo aparente de 944 mil toneladas; foram exportadas 54 mil toneladas e importadas 31 mil toneladas.

Segundo Mani, “mais uma vez os números mostram o potencial do setor de embalagens flexíveis, especialmente em momentos de crise, como este do Covid-19. Na verdade, todos os itens plásticos tiveram – e continuarão a ter – um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. E, nesta pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”.

Para Mani, ainda há muitos desafios a serem vencidos, especialmente no que tange à sustentabilidade. “Mas, acredito que esta nova percepção e consciência da sociedade sobre a importância do plástico abrirá mais espaço para discussões conjuntas e soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Desta forma, teremos cada vez mais embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e à preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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BASF e Parnaplast desenvolvem filme antiembaçante para máscaras acessíveis e outras aplicações

11/08/2020

  • Desenvolvimento surgiu da demanda da Fundação Grupo Volkswagen por máscaras para incluir pessoas portadoras de deficiência auditiva que fazem leitura labial
  • Material está sendo doado para projeto “Costurando o Futuro”, voltado para a empregabilidade e empreendedorismo

Um dos desafios trazidos pelas exigências sanitárias, impostas pela pandemia do Covid-19, é o uso de máscaras de proteção. Para os portadores de deficiência auditiva, torna-se uma barreira a mais na comunicação, já que muitos dependem da leitura labial. A partir da ideia apresentada por um colaborador de uma das marcas do Grupo VW no Brasil, a Fundação Grupo Volkswagen e as empreendedoras de seu projeto “Costurando o Futuro” iniciaram a construção de protótipos de máscaras com filme plástico na região da boca, buscando a acessibilidade e humanização na comunicação entre as pessoas, com e sem deficiência. Com o objetivo de aprimorar estes protótipos, foi apresentado à BASF o desafio de sugerir um filme que reduzisse o embaçamento no momento da fala, a fim de não comprometer a visualização da leitura labial.

“Ficamos felizes ao receber o pedido de suporte e desenvolvimento de uma solução para as máscaras. Rapidamente desenvolvemos uma proposta técnica e compartilhamos com a equipe de desenvolvimento da Parnaplast, indicando para a produção do filme um sistema de extrusão da poliamida Ultramid C40 L, usando o inovador processo Glass”, explica Anderson Silva, coordenador de serviços técnicos em poliamidas da BASF. “O filme é muito transparente, flexível, e possui boa resistência necessária para a etapa de costura”.

O processo Glass, da Parnaplast, recria um resfriamento muitíssimo acelerado, seguindo a lógica da fabricação do vidro. Quanto mais rápido ele resfria, mais amorfa a estrutura do plástico, proporcionando propriedades diferenciadas, como alta transparência, brilho, flexibilidade e resistência. “A propriedade antiembaçamento foi conquistada com uma mistura de materiais específicos para essa aplicação”, comenta Vinicius Luiz Kremer, gerente comercial da Parnaplast.

Segundo a BASF, o material é adequado inclusive para materiais e embalagens de grau cirúrgico, com garantia de resistência, permitindo esterilização em autoclave, ETO ou raios gama, ou ainda para filmes flexíveis para termoformagem de embalagens de produtos alimentícios.

O filme para máscara foi produzido e doado em pequenas bobinas de aproximadamente 15 kg para manuseio ergonômico pelas costureiras do “Costurando o Futuro”. Já foi doado material suficiente para a produção de mais de 100 mil máscaras e uma segunda remessa já está sendo planejada. O projeto “Costurando o Futuro”, iniciativa da Fundação Grupo Volkswagen, é voltado à empregabilidade a ao empreendedorismo em comunidades por meio da formação profissional em costura. As máscaras são comercializadas pelo preço de custo e toda a renda é revertida para as empreendedoras.

A BASF está trazendo para o Brasil também a nova copoliamida Ultramid RX2296 (grade modificado do Ultramid Flex F38), fabricada com 33% de matérias-primas renováveis, que poderá ser usada nesse tipo de aplicação. Segundo a empresa, esse material apresenta ótima processabilidade em filmes multicamadas tanto para embalagens de alimentos quanto aplicações técnicas. A solução foi empregada na fabricação de protetores faciais na Europa.

“Compartilhamos com a Fundação Grupo Volkswagen e com a Parnaplast a satisfação de poder contribuir com um projeto que já está beneficiando muitas pessoas, seja gerando trabalho e renda, seja facilitando a comunicação e garantindo a inclusão de pessoas portadoras de deficiência auditiva”, afirma Anderson.

“Ficamos muito felizes em contar com a parceria da BASF e da Parnaplast nesta ação, que nos encheu de orgulho! Não só pela tecnologia envolvida no desenvolvimento do material, mas principalmente pela receptividade e prontidão que demonstraram desde nossas primeiras conversas. E nem preciso dizer que o produto é um sucesso: desde o lançamento no início de Julho, mais de 5.000 máscaras já foram vendidas, contribuindo assim com a geração de renda para as empreendedoras do projeto “Costurando o Futuro”, bem como com a inclusão de pessoas portadoras de deficiência e a humanização da comunicação, fundamentais em um momento tão delicado como o que vivemos. Esse tipo de ação é o que nos move!”, afirma Vitor Hugo Neia, Diretor de Administração e Relações Institucionais da Fundação Grupo Volkswagen. As máscaras já estão disponíveis na loja virtual do projeto “Costurando o Futuro” www.costurandoofuturo.org.br.

Com mais de 117.000 colaboradores, o Grupo BASF é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A Fundação Grupo Volkswagen compartilha o propósito de mover pessoas pelo conhecimento. Desde 1979, a Fundação investe em ações de educação e desenvolvimento de comunidades com recursos dos rendimentos provenientes de um fundo constituído pela Volkswagen alemã, abraçando três causas prioritárias: mobilidade urbana, mobilidade social e inclusão de pessoas portadoras de deficiência. Além disso, apoia tecnicamente algumas ações de responsabilidade social de empresas do Grupo Volkswagen no Brasil. Atualmente, fazem parte da governança da Fundação representantes da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volkswagen Financial Services.

Feira Interplast é transferida para abril de 2022

04/08/2020

A Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, acaba de ser transferida para o período de 5 a 8 de abril de 2022. A decisão foi tomada considerando-se o aumento de casos da covid-19 no Estado de Santa Catarina e a evolução da pandemia nos vários estados brasileiros.  Somando-se a isso, a incerteza da liberação de eventos com aglomeração de pessoas até novembro de 2020, data para a qual a feira havia sido anteriormente reprogramada, dificulta o planejamento dos expositores e da organização.

A prorrogação foi necessária por motivo de força maior, preservando o investimento já feito pelos expositores e a segurança do público participante. “Mesmo que os eventos com aglomeração de pessoas fossem liberados a tempo, exigiriam altos investimentos por parte dos expositores e da organização, sem garantia total de bloquear a contaminação em larga escala”, pondera Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil. “Nossa parceria com o mercado da indústria do plástico existe há mais de 20 anos e nada mais do certo do que pensar no coletivo nesse momento e reorganizar o evento para um cenário seguro”, acrescenta.

O ano de 2022 foi escolhido levando-se em conta que no próximo ano (2021) estão programadas duas feiras do setor plástico em São Paulo, de modo que não se justificaria acumular mais um evento do setor no mesmo período.

Um dos principais eventos da indústria do plástico

A Interplast está consolidada como um dos principais eventos do setor de plásticos no Brasil, reunindo a cadeia completa do segmento no mesmo ambiente, abrangendo desde fornecedores de moldes, a matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios.

O mercado de Santa Catarina concentra um importante pólo do setor,  com cerca de mil indústrias de transformação de plástico, que totalizam mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, incluindo grandes empresas de atuação nacional e internacional, com destaque para a fabricação de peças técnicas, embalagens e descartáveis.

A Interplast ocupa os 22 mil m² dos pavilhões do Centro de Convenções e Exposições Expoville, com a presença estimada de 400 marcas de expositores e mais de 40 horas de conteúdo voltados aos profissionais do setor.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: 5 a 8 de abril de 2022
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
Organização: Messe Brasil

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Braskem apoia empresas e centros de pesquisa em Impressão 3D para produção de protetores faciais para profissionais de saúde da rede pública

18/07/2020

Especialistas em manufatura aditiva da Braskem estão apoiando doze centros de pesquisa na Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo no uso de tecnologias para impressão 3D

A impressão 3D tem sido fundamental para salvar vidas durante a pandemia do novo coronavírus. No Brasil, a rapidez e, especialmente, o baixo custo dos processos produtivos, já estão ajudando na produção de itens como protetores faciais e protótipos de ventiladores pulmonares. A Braskem doou 120 bobinas de filamentos plásticos para este fim e está apoiando o trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP), produzido pela própria Braskem para uso em impressoras 3D, está sendo utilizado para fabricação de hastes para cerca de cinco mil protetores do tipo face-shield, que serão distribuídos gratuitamente aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa. Na Bahia, o produto foi doado para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que o redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado; no Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); no Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms; em São Paulo, o material foi doado para a 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

Além da doação de matéria-prima, as equipes especializadas em impressão 3D da Braskem também estão apoiando remotamente os centros de pesquisa na operação da matéria-prima utilizada para impressão 3D das peças. “Embora a impressão 3D não seja uma novidade no Brasil, algumas tecnologias ainda estão em desenvolvimento e o filamento de polipropileno ainda é pouco conhecido pela indústria. Nesse sentido, a Braskem também colabora para o desenvolvimento de novas tecnologias e suporte técnico para que este segmento avance no Brasil”, explica Fabio Lamon, líder de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva na Braskem.

Os filamentos de polipropileno para impressão 3D doados são produzidos pela Braskem e empresas parceiras no Rio Grande do Sul. Segundo a companhia, a doação, além de contribuir para o combate ao novo coronavírus, é uma oportunidade para ajudar a desenvolver a indústria de manufatura aditiva no Brasil.

“Neste momento, estamos abastecendo centenas de empresas brasileiras com insumos para a fabricação de produtos hospitalares como máscaras cirúrgicas, seringas, bolsas de soro e equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros. A manufatura aditiva chega para somar tecnologia na fabricação de itens essenciais para enfrentarmos essa pandemia juntos e de forma colaborativa”, finaliza Lamon.

Integrantes da Braskem também estão produzindo componentes de protetores faciais

Na Braskem, os exemplos de solidariedade na luta contra a covid-19 vão além das parcerias que a companhia tem feito. Os operadores Gabrielly Farias e Leonardo Oliveira, da unidade industrial PVC 2 AL, em Maceió (AL), já imprimiram hastes para fabricação de quase 200 máscaras protetoras para profissionais da rede pública de saúde na região. Eles fazem parte do projeto 3D Saves, uma rede de voluntários engajada na produção de equipamentos para uso em hospitais da rede estadual e nos municípios alagoanos.

Leonardo Oliveira afirma que está feliz por ter a possibilidade de contribuir com a sociedade e com quem precisa. “Descobri essa campanha numa rede social e de repente me vi empolgado em participar, em saber que poderia fazer a diferença. Utilizamos um instrumento ao qual poucos têm acesso, principalmente aqui em nosso estado; então poder ajudar não tem preço”.

Gabrielly Farias lembra que a impressora 3D foi adquirida com intuito de uso pessoal: “Nunca imaginamos estar fazendo isso hoje, mas deixar de lado os anseios pessoais para realizar um trabalho comunitário é mais gratificante do que qualquer outra coisa”.

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Organizadores anunciam adiamento da feira Plastimagen México para Janeiro de 2021

05/07/2020

Decisão visa preservar a segurança e interesses de expositores e visitantes

Em colaboração com a ANIPAC e em apoio à indústria, a vigésima terceira edição Plastimagen México será adiada para o período de 11 a 14 de janeiro de 2021, no Citibanamex Center, na Cidade do México. Em decorrência dos problemas sanitários causados pela pandemia de Covid-19, ainda não existem condições de qualidade para a realização do evento de maneira segura e protegida e, por isso, foi tomada a decisão de postergação das datas desse evento internacional.

“Conversamos com muitos atores importantes da indústria, nacionais e internacionais, e nossa decisão se baseia no compromisso de colaborar com o setor para realizar o evento nas melhores condições possíveis. O mais importante para a Tarsus México é fazer eventos eficazes e que atendam aos padrões de saúde. Teremos prazer em começar 2021 com um evento poderoso que ajude a reativar a atividade econômica da indústria “, disse José Navarro, diretor geral da Tarsus México.

“Neste momento de crise, a tomada de decisões envolve grandes desafios pois fatores múltiplos devem ser valorados, nos quais a vida e a saúde são indubitavelmente predominantes e devem estar acima de qualquer interesse. Hoje, a ANIPAC agradece à Tarsus por ter levado em conta a voz de muitos de seus associados ao adiar a data da Plastimagen México 2020. Uma decisão que deixa claro e endossa os valores de seus administradores”, disse o Eng. Aldimir Torres, Presidente da Associação Nacional das Indústrias de Plástico do México (ANIPAC).

“O setor de plásticos continua trabalhando, caminhando e se fortalecendo. Estou certo de que essa mudança representa uma oportunidade e que a próxima edição da Plastimagen México contará com uma versão melhor de cada um de nós”, acrescentou.

Organizado pela Tarsus México, a Plastimagen México representa um estímulo aos negócios e uma plataforma de tecnologia e treinamento. Com 45.000 metros quadrados de espaço para exposições, 870 empresas e 1.600 marcas de 27 países, a feira oferecerá aos participantes inovações e soluções em máquinas e equipamentos, matérias-primas, processamento e produtos de plásticos, além de serviços para a indústria .

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Covid-19 pressiona empresas a reinventarem modo de trabalho e produção

26/06/2020

Sindiplast-ES acredita que pandemia pode estimular a transformação digital e inovação do setor de Transformados Plásticos

O cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus trouxe novos hábitos e uma realidade diferente para as empresas. Com o isolamento social e muitos profissionais atuando em regime de teletrabalho, as ferramentas digitais tem auxiliado as organizações em suas comunicações e, em muitos casos, provocado a aceleração dos processos de transformação digital.

O gerente geral da empresa Magnatech Embalagens, Adhemar Mattedi Neto, afirma que, com a pandemia, as reuniões presenciais foram conduzidas para o ambiente virtual, uma prática que ainda não era comum na organização. O gestor ressalta que a mudança trouxe pontos positivos -mais objetividade e economia, por exemplo – por não haver a necessidade de deslocamento. Mas ressalta que ainda sente falta do contato pessoal.

“Hoje, utilizamos ferramentas com o Zoom, o Skype e o Meet para nos comunicarmos com nossos fornecedores. Acredito que esta será uma tendência na maioria das empresas mesmo após a pandemia. Não há mais aquela pausa para o café, para visitar as instalações da empresa e aquele olho no olho do contato presencial. Mas este é um modo de permanecermos próximos e em comunicação constante com nossos fornecedores”, afirma Adhemar Neto.

Muito além das reuniões por videochamada, que já se tornaram hábito na pandemia, a tecnologia continua sendo protagonista nas mudanças das empresas. O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, destaca que a introdução de várias tecnologias nas indústrias de Transformados Plásticos é um dos desafios do setor, que tem atuado fortemente em âmbito local e nacional na disseminação do conceito de Indústria 4.0.

Maifredo ressalta que, nacionalmente, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) implementa o Programa Plástico 4.0, o qual auxilia as indústrias de transformados plásticos que desejam entrar na ‘Era da Indústria 4.0’. O programa traz informações sobre as tecnologias existentes para que sejam adotadas e, assim, possam alavancar a produtividade de suas empresas.

“Em parceria com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), o Sindiplast-ES também construiu um programa para apoiar as indústrias do setor de Plásticos na sua evolução rumo ao patamar 4.0, com etapas como avaliação de maturidade da empresa; desenvolvimento e formação básica e avançada; mapa de projeto, financiamento e fomento; e desenvolvimento e implementação de tecnologias”, explica.

Outro estímulo ao processo de inovação nas empresas de Plásticos capixaba tem ocorrido por meio do FindesLab, uma iniciativa conjunta da Findes e do Senai para apoiar empresas e os empreendedores em todo o processo de inovação. A Fibravit, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de sanitário hidráulico portátil, é uma das associadas ao Sindiplast-ES que utilizou os serviços do laboratório de inovação da Findes para aprimorar um projeto de inovação. O projeto tinha como objetivo implantar uma nova tecnologia na produção, que permite o uso de geolocalização, sensorização e checklist à distância do seu produto. Outra associada presente no FindesLab é a Fortlev, uma das empresas madrinhas do laboratório de inovação da Findes, incentivando projetos e startups selecionadas para o Programa Findeslab de Empreendedorismo Industrial.

“A pandemia do coronavírus deixará aprendizados para todos nós e, no caso das indústrias, isso significará mudanças na forma como produzimos, operamos e nos relacionamos. Temos a expectativa de que este momento contribua com a celeridade de processos relacionados à inovação e à transformação digital em nosso setor, o que certamente proprocionará às empresas de plásticos mais eficiência operacional, otimização dos recursos e capacidade de se adaptar mais rapidamente às mudanças de mercado. Em outras palavras, mais competitividade em nível local, nacional e global”, finaliza Jackley Maifredo.

Foto: Sindiplast-ES (FreePik)

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Nanox desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus por contato

19/06/2020

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

  • Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2;
  • Tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

Pesquisadores da empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.

Segundo release divulgado pela Agência Fapesp,  o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato, em testes de laboratório.

O desenvolvimento do material teve a colaboração de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

“Já entramos com o pedido de depósito de patente da tecnologia e temos parcerias com duas tecelagens no Brasil que irão utilizá-la para a fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares”, diz à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

O tecido é composto por uma mistura de poliéster e de algodão (polycotton) e contém dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície por meio de um processo de imersão, seguido de secagem e fixação, chamado pad-dry-cure.

A Nanox já fornecia para indústrias têxteis e de diversos outros segmentos essas micropartículas, que apresentam atividade antibacteriana e fungicida, e em tecidos evitam a proliferação de fungos e bactérias causadoras de maus odores.

Com o surgimento do novo coronavírus e a chegada da pandemia no Brasil, os pesquisadores da empresa tiveram a ideia de avaliar se esses materiais também eram capazes de inativar o SARS-CoV-2, uma vez que já havia sido demonstrado em trabalhos científicos a ação contra alguns tipos de vírus.

Para realizar os ensaios, a empresa se associou a pesquisadores do ICB-USP, que conseguiram logo no início da epidemia no Brasil isolar e cultivar em laboratório o SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein (leia mais em agencia.fapesp.br/32692/).

Amostras de tecido com e sem micropartículas de prata incorporadas na superfície foram caracterizadas por pesquisadores da Universitat Jaume I e do CDMF por espectroscopia e colocadas em tubos contendo uma solução com grandes quantidades de SARS-CoV-2, crescidos em células.

As amostras foram mantidas em contato direto com os vírus em intervalos de tempo diferentes, de dois e cinco minutos, para avaliar a atividade antiviral.

Os experimentos foram feitos duas vezes, em dois dias diferentes e por dois grupos diferentes de pesquisadores, de modo que a análise dos resultados fosse feita de forma cega.

Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram que as amostras de tecido com diferentes micropartículas de prata incorporadas na superfície inativaram 99,9% das cópias do novo coronavírus presentes nas células após dois e cinco minutos de contato. “A quantidade de vírus que colocamos nos tubos em contato com o tecido é muito superior à que uma máscara de proteção é exposta e, mesmo assim, o material foi capaz de eliminar o vírus com essa eficácia”, diz Lucio Freitas Junior, pesquisador do laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB-USP.

“É como se uma máscara de proteção feita com o tecido recebesse um balde de partículas contendo o vírus e ficasse encharcada”, comparou o pesquisador.

Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, o material também passou por ensaios para avaliação do potencial alérgico, fotoirritante e fotossensível, para eliminar o risco de causar problemas dermatológicos.

Aplicação em outros materiais

A empresa pretende avaliar agora a duração do efeito antiviral das micropartículas no tecido. Em testes relacionados à propriedade bactericida, os materiais foram capazes de controlar fungos e bactérias em tecidos mesmo após 30 lavagens, afirma Simões.

“Como o material apresenta essa propriedade bactericida mesmo após 30 lavagens, provavelmente mantém a atividade antiviral por esse mesmo tempo”, estima.

De acordo com o pesquisador, as micropartículas podem ser aplicadas em qualquer tecido composto por uma mistura de fibras naturais e sintéticas. Além de tecidos, a empresa está testando agora a capacidade de inativação do novo coronavírus pelas micropartículas de prata incorporadas à superfície de outros materiais, como filmes plásticos e um polímero flexível, semelhante a uma borracha, que utilizou para desenvolver uma máscara de proteção contra o novo coronavírus em parceria com a fabricante de brinquedos Elka .

“O tecido foi o primeiro resultado da aplicação das micropartículas de prata para inativar o novo coronavírus. Mas, em breve, devemos ter vários outros”, afirma Simões.

Máscaras reutilizáveis

Desenvolvido com o apoio do PIPE-FAPESP, material possui partículas à base de sílica e prata com propriedades antimicrobianas e antifúngicas que dificultam a adesão do SARS-CoV-2 na superfície

Em Abril de 2020, a Nanox já havia desenvolvido em parceria com a indústria de plásticos Elka uma máscara reutilizável  para conferir maior nível de proteção contra a contaminação pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2.

A máscara é feita com um polímero flexível – semelhante a uma borracha –, moldável aos contornos do rosto e com micropartículas à base de sílica e prata incorporadas à superfície do material.

Desenvolvidas por meio de projetos apoiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), as partículas têm propriedades antimicrobianas.

“As micropartículas de prata e sílica aumentam o nível de proteção ao impedir a presença na máscara de fungos e bactérias, que podem facilitar a adesão do novo coronavírus na superfície de materiais”, disse à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

A fim de garantir a proteção contra o SARS-CoV-2, a máscara é totalmente esterilizável por meio da lavagem com água e sabão antes e após o uso.

Para proteger as vias respiratórias, o equipamento de proteção individual possui dois filtros descartáveis do tipo PFF2, similares ao do tipo N95 presente nas máscaras usadas hoje pelos profissionais de saúde.

Os filtros são inseridos em respiradores nas laterais da máscara e protegidos por tampas, que impedem o contato físico e a contaminação pelo toque direto com as mãos.

A quantidade de material necessário para produzir os filtros também é muito inferior à utilizada para produção das máscaras convencionais, compara Simões.

“O tempo para substituição dos filtros precisará ser estabelecido pelos serviços de saúde”, pondera.

Fotos: Nanox / divulgação;  Fonte: Agência Fapesp – Elton Allison

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Braskem firma parcerias para produção de calçados e máscaras para profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19

19/06/2020

  • A resina doada foi utilizada para produção de 18 mil calçados hospitalares e 250 mil máscaras de proteção para hospitais da rede pública em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins
  • Calçado hospitalar produzido pela Alpargatas em parceria com a Braskem

A Braskem se uniu à Alpargatas, indústria de bens de consumo, para confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs), como calçados e máscaras de uso hospitalar, destinados aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19. Os calçados já estão sendo distribuídos para hospitais em São Paulo (SP) e as máscaras estão sendo doadas para a rede pública de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os calçados foram produzidos a partir de 4,6 toneladas de resina EVA doadas pela Braskem. Já as máscaras foram confeccionadas pela Alpargatas a partir de nãotecido, feito com resina de polipropileno (PP) doada pela Braskem à Fitesa, mais uma parceira da companhia nas iniciativas para o enfrentamento do novo coronavírus.

No estado de São Paulo (SP), os calçados, ao todo 18 mil pares, foram entregues ao governo estadual, responsável pela distribuição aos hospitais. No Rio de Janeiro (RJ) e em Duque de Caxias (RJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram distribuídas mais de 50 mil máscaras de proteção ao Hospital Municipal de Duque de Caxias e aos Hospitais Federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Graffé Guinle, Ipanema, Lagoa e Servidores, além da Secretaria de Estado de Saúde. Na Bahia, a rede municipal de Camaçari recebeu 150 mil máscaras. Para a rede pública de saúde do Tocantins, a iniciativa repassou 10 mil máscaras.

Já para Maceió (AL), foram doadas 40 mil máscaras, sendo 20 mil para as Secretarias de Saúde do município e do Estado. Parte deste volume será repassada aos profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem inaugurado em abril deste ano pela própria Braskem, com apoio do Governo de Alagoas, com o objetivo de desafogar a rede pública da saúde durante a crise da covid-19. O espaço é utilizado para atender pacientes com sintomas de gripe.

Os hospitais beneficiados foram selecionados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde das respectivas regiões. “Estamos mobilizando diversos parceiros e demais integrantes da nossa cadeia de valor para encontrar alternativas rápidas, seguras e eficazes que possam ajudar o Brasil a atravessar esse período desafiador. Estamos engajados em uma série de iniciativas que apoiam hospitais e comunidades próximas das nossas unidades fabris no país e a Alpargatas e a Fitesa são aliadas essenciais nesse movimento. O momento é de união e de demonstrar, na prática, o quanto o nosso setor pode ajudar a sociedade, especialmente na área de saúde”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

“Acreditamos que o caminho para superarmos a crise humanitária que estamos vivendo é trabalhar em união de esforços com outras empresas, representantes de comunidades, entidades de ajuda. Com empatia e solidariedade somos mais fortes para combater o coronavírus e seus efeitos”, afirma Roberto Funari, CEO da Alpargatas.

“As doações junto aos parceiros reforçam a importância da consciência coletiva nos mais diversos segmentos para superarmos este momento delicado da saúde mundial. Ficamos felizes em poder fornecer material com o nível de exigência técnica necessária no combate à pandemia. Tornamos isso uma questão prioritária em nossa operação”, afirma Silverio Baranzano, CEO da Fitesa.

Iniciativas da Braskem para apoiar os profissionais da saúde durante o período de covid-19

Além da ação recente com Alpargatas, a Braskem doou mais de 370 toneladas de resinas plásticas para produção de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel e 500 mil almotolias, um tipo de frasco plástico utilizado em ambiente hospitalar para preservar álcool líquido ou em gel. Parte da resina também foi utilizada pela Fitesa, parceira da Braskem, para confecção do nãotecido (TNT) usado na produção de mais de 60 milhões de máscaras e aventais. Todos os itens foram doados para hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para os hospitais, a Braskem ainda distribuiu 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. Além disso, a empresa, está doando 90 toneladas de gás liquefeito de petróleo, conhecido como GLP, para dois hospitais de campanha construídos na cidade de São Paulo, um no centro de eventos do Anhembi, na zona norte, e outro no Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul. O gás está sendo utilizado na preparação de mais de três mil refeições diárias para pacientes e profissionais da saúde, no aquecimento de chuveiros e no funcionamento de lavanderias.

Em Maceió (AL), onde a companhia também está presente, uma ação conjunta com o governo estadual viabilizou a construção de um Centro de Triagem com 30 salas de atendimento, salas de raio-x, exames laboratoriais e administração de medicamentos. Os profissionais da saúde atendem a pacientes com sintomas de gripe e a iniciativa evita aglomerações no Hospital Geral do Estado, contribuindo para desafogar a rede pública da cidade.

Ações da Braskem para apoiar comunidades no enfrentamento do novo coronavírus

Neste momento, as iniciativas se concentram na doação direta de itens essenciais considerando o atual cenário. Para os trabalhadores de cooperativas de reciclagem, por um período de três meses, a companhia vai doar cestas básicas. Mais de duas mil famílias, cerca de 15 mil pessoas, serão beneficiadas com essa ação.

Entre o fim de abril e o início de maio, a Braskem também doou mais de 50 mil kits de limpeza contendo produtos como detergente, água sanitária, álcool em gel, sabonete em barra e um folheto informativo com dicas de prevenção à covid-19. A iniciativa beneficiou cerca de 200 mil pessoas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Braskem para ajudar o Brasil a enfrentar o novo coronavírus, acesse o site www.braskem.com.br/covid-19 .

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Eastman destaca esforços globais de combate à Covid-19

19/06/2020

Companhia adota diversas iniciativas ao redor do mundo para contribuir com profissionais da saúde e ajudar a enfrentar a pandemia

Ao redor do mundo, membros da Eastman têm colaborado para auxiliar profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19. A Eastman, uma fabricante de especialidades químicas encontradas em uma gama de produtos utilizados no cotidiano, está fornecendo materiais para ajudar na produção de itens críticos necessários para produtos médicos, de saúde e de higiene que estejam em falta ou com estoque baixo. Até o momento, a companhia fez as seguintes contribuições:

  • 10.000 protetores faciais para hospitais de Massachusetts, graças a uma colaboração com a SMC Ltd.;
  • Doação de resinas de copoliéster para a PRP Creation como parte de um esforço de companhias de cosméticos para produção de 475.000 garrafas de álcool em gel para mãos para organizações de saúde na França;
  • Distribuição de películas para vidros para a Harlow College produzir mais 300 protetores faciais para trabalhadores de hospitais do Reino Unido;
  • Colaboração com a Comissão de Ensino Superior do Tennessee e as universidades do estado para ajudar na produção de 10.000 protetores faciais;
  • Ajuda à Universidade de Purdue com doação de mais de 50 metros quadrados de material para a produção de mais de 3.000 lentes para óculos de proteção e 4.000 protetores faciais para equipes médicas;
  • Parceria com a Rotuba para produção de 75 a 100 mil protetores faciais por semana para proteger profissionais da saúde, donos de pequenos negócios e cidadãos na luta contra a COVID-19;
  • Doação de copoliésteres para companhias (3D Lab e MMS Plásticos) no Brasil produzirem mais de 20.000 protetores faciais para hospitais;
  • Doação de EPIs críticos incluindo 180 máscaras N95 e 4.400 luvas de nitrilo para atendentes primários em Massachusetts;
  • Parceria com o Groupe SEB (Arno) e a MMS Plásticos para a produção de mais de 25.000 protetores faciais para doação, sobretudo, na região nordeste;
  • Doação de US$ 1 milhão em apoio às organizações de apoio comunitário e de apoio à trabalhares da linha de frente no combate à pandemia através da Eastman Foundation;
  • Parceria com a Suntech para produção de óculos de proteção doados pelo Brasil;
  • Doação de 600 unidades de protetores faciais para a prefeitura de Mauá, onde localiza-se uma das plantas da Eastman no Brasil, doar para os trabalhadores essenciais (saúde, limpeza pública, defesa civil, guarda municipal);
  • 3.000 m2 de material doado para a ETC, fabricante de tecnologia de iluminação e de aparelhamento, que vai produzir protetores faciais para serem distribuídos no Wisconsin e nos Estados Unidos;
  • Conversão de uma planta-piloto em sua maior fábrica nos Estados Unidos para produzir álcool em gel para mãos para escolas da área e profissionais que trabalham em emergências.

“Colaborações rápidas e criativas em nossas comunidades estão causando um impacto”, diz o membro do conselho e CEO da Eastman, Mark Costa. “Estou muito orgulhoso do trabalho duro dos funcionários da Eastman, guiados pela perspectiva compartilhada de que nosso trabalho hoje ajudará a conter a expansão do vírus amanhã. A coragem, determinação e espírito inovador de cada um deles vai ajudar a Eastman e nossas comunidades locais a atravessarem essa situação e contribuirem com as necessidades do mundo”.

As capacidades de produção da Eastman já existentes também ajudam a prevenir a propagação da Covid, assim como no tratamento médico daqueles que contraem o vírus ou outras doenças. Os produtos da Eastman estão em produtos de limpeza, embalagens para prevenir a contaminação de alimentos, medicamentos e produtos de cuidados médicos e de cuidados pessoais, produtos de higiene pessoal, sabonetes e antissépticos, equipamentos de proteção individual utilizados por equipes médicas e medicamentos sob prescrição e isentos de prescrição.

A Eastman também produz intermediários tais como polímeros PCT usados em filtros de inaladores, copoliésteres Eastman Tritan e os elastômeros Ecdel, que podem ser encontrados em biorreatores e bolsas de bioerrator utilizados no desenvolvimento de vacinas, o Tritan e os celulósicos Tenite, usados para a entrega de medicamentos de administração intravenosa e em câmaras de bureta e o plastificante não ftalato Eastman 168, usado para a produção de bolsas para aplicações intravenosas e tubulação médica. Por conta da sua durabilidade, afirma a Eastman, produtos médicos feitos com Tritan suportam uma ampla variedade de desinfetantes hospitalares e rigorosos protocolos de limpeza, usados para impedir a propagação de infecções. Os produtos da Eastman também aparecem em descartáveis médicos, como cotonetes e tubos de ensaio, e em produtos duráveis, como monitores de pacientes e termômetros eletrônicos.

Durante a pandemia, os plastificantes não ftalatos Benzoflex, fabricados em Chestertown, nos Estados Unidos, continuam a ser usados em adesivos e rotulagens de embalagens de alimentos, auxiliando a segurança do armazenamento e suprimento desses produtos. As resinas adesivas da Eastman produzidas em Jefferson, também nos EUA, são usadas para fabricação de máscaras N95. Essas mesmas resinas estão presentes em produtos de limpeza e desinfetantes procurados nos mercados. A empresa também produz acetato de etila, um material-chave para a embalagem de testes para COVID-19, que abastecem diretamente hospitais.

Saber que os materiais da Eastman são úteis para o mundo mantém Jeff Mann motivado. Mann é um dos milhares de membros da Eastman que estão mantendo as plantas globais da companhia ativas. “Tenho orgulho do trabalho que estamos fazendo como companhia. Isso me ajuda a entender como o meu trabalho e o do meu time são importantes para o mundo”, diz ele. “Eu acordo todos os dias ciente de que o que faço está fazendo uma diferença na nossa comunidade”.

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Covid-19: Materiais Solvay são usados no primeiro reanimador manual brasileiro 100% autoclavável a temperatura de 134º C

11/06/2020

Equipamento desenvolvido pela empresa brasileira Protec contou com apoio da área de polímeros especiais da Solvay

O primeiro reanimador manual 100% autoclavável e que suporta uma temperatura de 134º C foi desenvolvido no Brasil pela Protec, empresa líder nacional na fabricação de reanimadores manuais e circuitos respiratórios.

A criação do produto contou com a utilização do polímero UDEL® PSU (polisulfona) do Grupo Solvay, um material avançado que permite a produção de peças resistentes a altas temperaturas.

O reanimador manual é equipamento essencial em UTI’s e em salas de emergência médica e em situações de resgate médico. Sua finalidade é a promoção de ventilação artificial com o envio de ar comprimido ou enriquecido de oxigênio para os pulmões do paciente. É usado no enfrentamento de parada respiratória, asfixia, afogamento, infarto ou outras situações que podem levar o paciente a sofrer uma parada cardiorrespiratória.

“Com essa linha Premium de reanimador manual desenvolvida no Brasil, nós estamos dando nossa contribuição para o setor de equipamentos médicos hospitalares. E contamos com o apoio da Solvay”, diz Alexander Massadi, Diretor da Protec Export.

“Com esse apoio, acrescenta – pudemos desenvolver vários produtos com qualidade e durabilidade, que oferece resistência, repetibilidade e confiabilidade em reanimação (Ambú), circuitos ventilatórios e conectores para produtos respiratórios. É por este motivo que hoje no Brasil somos a única empresa a atender aos mais renomados fabricantes mundiais”

A Protec, de capital nacional, tem se tornando reconhecida como desenvolvedora de tecnologia nacional na fabricação e comercialização de equipamentos de suporte à vida, dentro de rigorosos níveis de qualidade exigidos pelo setor médico­hospitalar. Sua atuação tem sido ampliada em nível nacional, uma vez que é empresa fornecedora de itens essenciais aplicados no combate à pandemia da COVID-19.

Do mesmo modo, a Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, tem adotado ações adicionais para apoiar os projetos de desenvolvimento de seus clientes nesse período de pandemia de coronavírus, segundo informa Mônica Martins, gerente do mercado Healthcare da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Uma dessas ações foi acelerar a importação para o País de polímeros especiais para os clientes empenhados em atender à crescente demanda por equipamentos e instrumentos médicos hospitalares.

Toda essa oferta de produtos emergenciais pode ser conhecida no site especial criado pela empresa em COVID-19.

A Solvay é líder mundial na área de polímeros especiais aplicados em diversos mercados industriais. Um dos segmentos mais relevantes é o de polímeros para a produção de peças e partes para equipamentos e instrumentos médicos, incluindo os respiradores, ventiladores artificiais e reanimadores, implantes ortopédicos e odontológicos, caixas de instrumentos cirúrgicos, entre outros. Fundada em 1863 e contando com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

04/06/2020

O acrílico atende às especificações de variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura

A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou, quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. Com esse objetivo, o acrílico têm desempenhado um papel importante nesse sentido. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em aplicações como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas a laser. Nesses projetos, a grande variedade de espessura das chapas, além de cores, pode ainda permitir que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano e não apenas nas circunstâncias atuais. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos, caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira com estética e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é fabricado e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. “Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem à demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro”, explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

A área médica também não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e por algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além de diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. “Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode”, conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

Vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:

Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Inúmeras opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade de qualquer projeto.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

A matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais.

Serviço:
Acrinox – http://www.acrinox.com.br – (61) 3202-7577
Acriplanos – http://www.acriplanos.com.br – (71) 3023-9261
Artcryl – http://www.artcryl.com.br – (11) 4207-5652
Bold – http://www.bold.net – (47) 3274-6565
Brascril – http://www.brascril.com.br – (51) 3362-7052
Casa do Acrílico – http://www.acrilico.com.br – (19) 3728-2931
Castcril – http://www.castcril.com.br – (11) 3062 0199
Cristal e Cores – http://www.cristalecores.com.br – (11) 4661-7340
Emporium Acrílicos – http://www.emporiumacrilicos.com.br – (14) 3313-6605
Menaf – http://www.menaf.com.br – (11) 2412-0081
Tudo em Acrílico – http://www.tudoemacrilico.com.br – (11) 3732-1688
Solugrav – http://www.solugrav.com.br – (48) 3052-3322

Para encontrar o fornecedor de acrílico mais perto, acesse: https://www.indac.org.br/guia-acrilico/

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

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Milliken oferece concentrado de Polipropileno transparente para aumentar a disponibilidade de materiais para fabricação de protetores faciais

04/06/2020

Milliken está viabilizando a expansão da oferta de material plástico transparente para viseira de proteção facial

Especialista mundial em ciência de materiais, a Milliken & Company está mais uma vez usando suas capacidades para ajudar a produzir equipamentos médicos de proteção individual (EPIs) necessários no meio da pandemia da COVID-19. A atual escassez de materiais plásticos utilizados para viseiras de proteção facial está levando os fabricantes a disponibilizarem o polipropileno, que apresenta maior oferta no mercado. O material, porém, tende a ser naturalmente translúcido. Por isso os fabricantes de plástico estão recorrendo à Milliken para utilizar o seu concentrado de polipropileno NX UltraClear e gerar materiais plásticos com níveis de transparência adequados para as viseiras de proteção facial usadas na área da saúde.

“Nesta pandemia, a necessidade de EPIs médicos continua aumentando”, diz Halsey M. Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Estamos empenhados em encontrar soluções que ajudem nossos clientes e nos permitam participar da luta contra a COVID-19 onde quer que possamos fazer a diferença”.

A Milliken tem colaborado com vários fabricantes de plástico, desde grandes multinacionais a empresas regionais, para avaliar o produto NX UltraClear nesta sua nova aplicação. A Impact Plastics está entre as empresas nos Estados Unidos que utilizam os concentrados NX UltraClear para tornar o polipropileno transparente para uso em viseiras de proteção facial. Algumas empresas no Brasil e a Mezger na Alemanha também estão utilizando os concentrados NX® UltraClear para produzir chapas de polipropileno adequadas para essa aplicação.

As viseiras de proteção facial para uso médico feitas com o polipropileno NX UltraClear já estão sendo comercializadas e utilizadas pelos profissionais que estão na linha de frente.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Transformadores de plástico produzem 150 mil protetores faciais para ajudar no combate à contaminação pela Covid-19

02/06/2020

Batizado de #EmpresasdoBem, grupo com mais de 30 empresas mobilizou diversos setores da transformação para confeccionar protetores faciais para os profissionais da saúde.

Sensibilizados com o cenário de pandemia e conscientes do quanto o plástico é essencial para a saúde, empresários da indústria de transformação desenvolveram uma rede de colaboração para atuar no fornecimento de itens de proteção. A ideia é produzir e disponibilizar, em alta escala, equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, fundamentais para profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. A parceria, denominada #EmpresasdoBem, é formada por cerca de 30 empresas de diversos setores como compostos, injeção, impressão, logística entre outros, todas empenhadas em dedicar suas expertises para fazer a diferença durante essa crise.

A mobilização surgiu quando Wagner Catrasta, gerente comercial da Termocolor, empresa de masterbatches, compostos e aditivos, foi procurado por um cliente interessado em comprar insumos para a produção de máscaras para uso próprio. Então, ele sentiu que poderia fazer algo maior e ajudar mais pessoas que necessitam deste equipamento. Inspirado pelo trabalho realizado com impressão 3D para a confecção de protetores de rosto, face shields, Wagner buscou alternativas que produzissem o mesmo tipo de equipamento, porém com mais rapidez. “Conversei com meus clientes e chegamos à conclusão de que a injeção era o método mais rápido para produzir as hastes. Ao comparar os dois métodos, percebemos que o primeiro produzia 20 hastes por dia, enquanto o segundo era capaz de confeccionar 400 peças por hora”, explica Wagner.

Animados com o aumento de produtividade, o grupo estabeleceu como meta, confeccionar 150 mil máscaras. “Este número representa praticamente 3 estádios lotados, com cada pessoa usando uma”, diz o executivo. O passo seguinte foi buscar no mercado quem já tivesse o molde das hastes para a injeção. Eles chegaram, por meio de outra parceira, a produtora de espelhos retrovisores Metagal, à Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais, a Abinfer, que tinha o molde das peças, mas não tinha quem injetasse. “Conversamos então com a Astra, indústria voltada para o setor da construção, pois sabíamos que eles tinham injetora. Eles aceitaram imediatamente e nosso projeto começou a ganhar forma” conta o gerente.

Mão na massa – Com o molde, a injetora e resinas (cedidas pela Termolocor e pela Activas, distribuidor de resinas termoplásticas, mais uma indústria a fazer parte do projeto), o desafio passou a ser o laminado transparente, o material da parte frontal da viseira. “Encontramos a Petroquímica Suape, a PQS, produtora de PET. Eles ficaram tão animados com a ideia que decidiram doar toda a matéria-prima restante para a produção de todas as máscaras”, diz Catrasta. Outro parceiro, a BWB, ofereceu a mão de obra para transformar o PET doado pela PQS em chapas e a gráfica Printi ficou responsável pelo corte no material no formato das viseiras.

Para a montagem, a Termocolor contou com uma ajuda muito especial. Cerca de 15 funcionários foram convidados para atuar, de formar voluntária, no processo. A empresa Astra também colaborou com a montagem e a Activas ficou responsável pela logística. O grupo também contou com a colaboração da empresa de embalagens Embaquim, que forneceu as sacolas plásticas para embalar as máscaras.

A expectativa é que as 150 mil máscaras sejam entregues, durante os meses de maio e junho, em todos os estados das regiões Sul e Nordeste e também nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santos, Goiás, Distrito Federal, Acre e Amazonas, incluindo duas aldeias indígenas. “Torcemos para que iniciativas como esta inspirem outras empresas a mostrar a importância do nosso setor em um momento tão delicado como este que estamos vivendo, encerra Wagner.

Foto: Portal Activas

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