Posts Tagged ‘Construção’

BASF amplia sua gama de espumas de melamina para conforto acústico de interiores

15/04/2015
  • Espuma branca usada especificamente para aplicações visíveis em interiores
  • Excelente absorção acústica combinada com alto grau de reflexão de luz
  • Inúmeras opções para a criação de designs atrativos

Basf_Basotect_BA BASF expande sua gama de espumas de melamina Basotect® com uma versão que foi desenvolvida especificamente para aplicações visíveis. O novo Basotect® B é branco e atende aos padrões de exigências quando utilizado como absorvente de som para melhorar a acústica de ambientes internos, afirma a empresa.

Liberdade de novos designs em interiores

A nova espuma melamínica oferece novas opções de design. Ambientes iluminados com luz natural podem ser utilizados como vitrine para o Basotect® B branco. “A demanda de arquitetos e designers pela absorção acústica visualmente atraente é muito alta”, diz Johannes Kiefer, Professor no Departamento de Design, Ciência da Computação, Mídia na Universidade de Ciências Aplicadas de RheinMain em Wiesbaden. Segundo a BASF, o Basotect® B oferece possibilidades de design atraentes, graças à sua cor branca e as diversas opções para moldá-lo. Além de propriedades como a excelente absorção de som, elevada segurança ao fogo (não propaga chamas e não libera fumaça tóxica em situações de incêndio), alta rigidez, e facilidade de processamento, o Basotect® B tem um alto grau de reflexão de luz, que pode ajudar a diminuir a demanda de iluminação e, assim, economizar energia, afirma a empresa.

Projeto de alunos destaca opções criativas de design

Alunos que cursam design de interiores na Universidade de Ciências Aplicadas em Wiesbaden demonstraram em um projeto quais opções de design são possíveis com o Basotect® B branco. A estrutura ondulada do objeto em exposição foi desenhada por Vanessa Kaufmann e remete as ondas sonoras que são absorvidas pelo Basotect®. A combinação com a luz proporciona uma aparência atraente e animada. O design foi desenvolvido em conjunto com a BASF e exibido no estande da BASF no BAU 2015.

Fonte: BASF

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Convenção anual da Kömmerling discutirá eficiência do PVC em grandes obras

03/12/2013

De 29 de janeiro a 1 de fevereiro,  a Kommerling promoverá sua convenção anual em Santiago do Chile,  reunindo  20 parceiros brasileiros. Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de discutir o  tema  “Grandes Obras em PVC e Eficiência em Produção”, tendo o mercado chileno como referencial. ¨Trata-se de um país muito avançado no emprego de esquadrias usando esta matéria-prima, aspecto que permite antever o processo evolução pelo qual o Brasil passará  nos próximos anos¨, observa Oliver Legge, diretor da unidade brasileira, acrescentando que a Kömmerling é lider no Chile, tendo papel importante para o desenvolvimento do mercado local. Confiante, a empresa vê com bons olhos o futuro. ¨Em termos de volume de vendas, crescemos 50% em 2013¨, informa o executivo.

Fonte: Interativa / Kömmerling

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Termotécnica apresenta Sistema Construtivo com EPS durante Feira do Concreto em São Paulo

26/08/2013

Termotecnica_Monoforte_1O Sistema Construtivo Monoforte, feito a partir de painéis monolíticos de EPS (isopor®) e telas de aço galvanizado, será uma das atrações do Concrete Show, maior evento da cadeia produtiva do concreto do Brasil, que acontecerá entre os dias 28 e 30 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Muito utilizado na construção civil mundo afora, o EPS ― sigla que representa o poliestireno expandido ― traz, segundo a Termotécnica, uma série de vantagens às edificações, como o maior conforto térmico e acústico dos ambientes e a diminuição do custo final da obra, com economia nas fundações e redução do efetivo de mão de obra.

Ressalta a empresa que o uso do EPS, material 100% reciclável e reutilizável,  torna as obras ecoeficientes,  já que utilizam menos recursos naturais, como água e energia elétrica, e, graças à facilidade de transporte do material ― leve e compacto ―, emitem menores quantidades de CO2 na atmosfera.

“Existe uma enorme expectativa em torno do Monoforte, principalmente por parte dos profissionais que buscam sistemas inovadores e competitivos para propor melhores soluções para os seus clientes”, explica Adriano Vendramini Dessimoni, diretor comercial da Termotécnica, maior indústria transformadora de EPS da América Latina, desenvolvedora deste sistema construtivo.

As vendas têm se intensificado, com uma tendência de aumento da demanda ainda neste segundo semestre de 2013, destaca a empresa. “A lista de clientes potenciais não para de crescer e deve ficar ainda maior quando apresentarmos algumas novidades”, continua Dessimoni.

Adriano Dessimoni aproveita para explicar como o Monoforte se encaixa nessa demanda. “As grandes construtoras e incorporadoras estão cada dia mais exigentes com relação à garantia da qualidade dos materiais de construção e à quantidade cada vez maior de edifícios verdes nas grandes cidades. Isso tem aumentando significativamente as exigências técnicas e ambientais dos produtos utilizados nestas obras. A Termotécnica está atenta a tudo isso, trabalhando na pesquisa e desenvolvimento de produtos, entre outros fatores, para continuar trazendo soluções inovadoras e seguras para o mercado”.

Sobre a Termotécnica: Fundada em 1961, a Termotécnica é a maior transformadora de EPS (Poliestireno Expandido, conhecido como isopor®), da América do Sul. Fabrica sua própria matéria-prima e produtos acabados. Atua nos segmentos de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, construção civil, utilidades domésticas, agroindústria, alimentício, bebidas, produtos frágeis, entre outros. Dispõe de unidades em Joinville e Pirabeiraba (SC), Goiânia (GO), Sumaré (SP), São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), Petrolina (PE), Sapucaia do Sul (RS) e Manaus (AM).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Braskem Idesa assina contrato de serviços de engenharia e construção para o projeto petroquímico no México

04/10/2012

A Braskem Idesa S.A.P.I. firmou contrato de valor superior a US$ 2,7 bilhões, com uma joint venture formada pela Odebrecht (40%), Technip (40%) e ICA Fluor (20%), para as etapas de engenharia, aprovisionamento e construção (EPC) do complexo petroquímico Etileno XXI, a ser construído na região de Coatzacoalcos/Nanchital, no estado de Veracruz, México.

O complexo petroquímico irá incluir as seguintes instalações:

– Cracker de eteno a partir de etano, que produzirá 1 milhão de toneladas por ano utilizando tecnologia proprietária da Technip.

– Duas plantas de polietileno de alta densidade utilizando tecnologia INEOS Innovene.

– Uma planta de polietileno de baixa densidade utilizando tecnologia BASEL Lupotech.

– Instalações de armazenagem, tratamento de resíduos e utilidades, que incluirá uma usina de cogeração de ciclo combinado de energia e vapor de 150 MW.

– Uma plataforma logística multimodal para transporte de 1 milhão de toneladas de polietileno por ano através de trens e caminhões de carga ou ensacados.

– Prédios administrativos, de manutenção, de apoio e sala de controle.

A equipe da joint venture envolvida no projeto executará o contrato a partir de diversos centros operacionais localizados em Nanchital e Cidade do México (México), Roma (Itália), Lyon (França) e Rotterdam (Holanda). O projeto deverá ser concluído, e a planta disponibilizada para início de operações, em junho de 2015.

A concessão foi fruto da execução bem sucedida dos projetos de engenharia básica (front-end engineering design – FEED) dos contratos de eteno, PEAD e utilidades concedidos à Technip no primeiro trimestre de 2011 e dos contratos de engenharia básica das instalações off-sites pela Odebrecht e pela ICA Fluor em 2011.

Sobre a Braskem Idesa

Constituída em 2010, a Braskem Idesa S.A.P.I. é uma joint venture entre a Braskem S.A. (Brasil), a maior empresa petroquímica das Américas, e o Grupo Idesa, empresa mexicana líder em petroquímica. Juntas, as empresas estão desenvolvendo o projeto Etileno XXI, que constitui na construção e operação de um complexo petroquímico que produzirá polietileno no Estado de Veracruz, México. O projeto exigirá um investimento de US$ 3,2 bilhões de dólares e iniciará suas operações em 2015.

Fonte: Braskem

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Global Housing, DuPont e Braskem se unem para inovar no mercado brasileiro de construções.

07/11/2011

Fonte: Global Housing

Global Housing, DuPont e Braskem firmam parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações com alto padrão de qualidade, uso reduzido de madeira e água e mínimo desperdício de materiais.

 A versatilidade do sistema é destaque, pois possibilita aplicações tanto em construções mais simples como em projetos mais complexos, incluindo hospitais, creches, escolas, centros comunitários e galpões.

 Outros fatores que tornam este sistema inovador são: rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário, pelo menos, um período de 90 dias), durabilidade, imunidade aos fungos e bactérias, facilidade de limpeza e conservação e baixíssima manutenção. Além disso, não é necessária mão-de-obra especializada para a construção. Com estas características, o projeto visa contribuir para a reurbanização de diversas cidades do Brasil e do mundo.

 A sustentabilidade também representa um importante diferencial, já que o sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade – se comparado aos sistemas convencionais.

 O sistema construtivo, desenvolvido pela Global Housing e com tecnologia da DuPont e Braskem, acaba de receber a aprovação da Caixa Econômica Federal para a construção de 1.000 casas em todo o país. Este foi o primeiro passo para obter a homologação no programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ do Governo Federal. Com isso, Global Housing, DuPont e Braskem esperam contribuir para a realização do sonho da casa própria de uma parcela mais ampla da população brasileira.

 Para a comercialização do sistema no mercado brasileiro, as três empresas parceiras envolveram todos os órgãos competentes locais, visando o cumprimento de todas as normas técnicas e exigências legais do país, necessidades e expectativas da população. O Sistema Construtivo Concreto PVC foi devidamente analisado e obteve uma avaliação técnica positiva conforme a diretriz SINAT 004 (Sistema Nacional de Avaliação Técnica) e a NBR 15575.

Fonte: Braskem

Unipac apresenta reservatório plástico para obra limpa na feira Construir Minas

13/09/2011

A empresa marcou presença na feira Construir Minas, destacando as vantagens do uso do Pramassa, um reservatório plástico para o preparo de massas de concreto, rebocos e argamassas, desenvolvido para evitar o desperdício de material na obra

A Unipac, uma divisão de negócios do Grupo Jacto  participou da Construir Minas 2011 – Feira Internacional da Construção –  realizada entre os dias 7 e 10 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

 No evento, a empresa destacou o Pramassa, um reservatório plástico para o preparo de massas de concreto, rebocos, argamassas, etc. Além de evitar desperdícios de materiais, esse produto contribui para a preservação da limpeza de cidades e municípios, pois evita a utilização da rua ou da calçada para o preparo destas misturas, que pode até gerar multa ao infrator, seja ele proprietário ou responsável pela obra.

 O Pramassa é produzido a partir de polietileno de alta densidade (PEAD), material que proporciona maior resistência e menor peso ao produto, permitindo grande facilidade de manuseio. Suas dimensões são de 2m x 1m x 0,25m, com volume total de 380 litros.

 “Nossas expectativas para o evento são positivas, o que deve favorecer o contato com clientes, a oportunidade de novos negócios e o fortalecimento da marca, que é reconhecida por gerar soluções inteligentes, como o Pramassa, que beneficia o mercado de construção civil, principalmente as empresas que prezam por uma obra limpa e sem desperdícios”, explica Vailton Carlos Bonfim, gerente comercial da Unipac.

Fonte: Unipac

Cipatex apresenta novidades para revestimento de piscinas.

10/08/2011

A Cipatex, indústria 100% brasileira e líder na fabricação de laminados sintéticos, lança no mercado nacional três novas estampas para piscinas de vinil. Todas são da Linha Cipavinil®, revestimento vinílico para piscinas, e foram desenvolvidas de acordo com as tendências nacionais e internacionais de design para áreas de lazer. A linha dispõe de diversos padrões de estampas, que permitem composição de fundos e bordas e podem transformar piscinas de vinil em artigos de decoração, valorizando o projeto.

 Os lançamentos da marca são o 3D, com o tema golfinhos, novo conceito que valoriza a estampa e causa a impressão de aumento na dimensão da piscina de uma forma lúdica; Pastilhas Miscelânia e Vidro Verde, que estão em alta no mercado de decoração por seu estilo e variedade.

 O Cipavinil® apresenta resistência, estilo e qualidade, principalmente em relação à facilidade de adaptação a qualquer tipo de piscina, com rapidez e praticidade. Os produtos possuem diferenciais técnicos como a proteção antimicrobiana Microban®, que evita a proliferação de microorganismos, resistência aos raios ultra-violeta, às variações de temperatura e aos produtos indicados para o tratamento da água da piscina.

 “O objetivo, com este lançamento é oferecer ao consumidor mais opções e inovações tecnológicas constantes, para atender às necessidades e estilo de cada um. Além disso, reforçamos o posicionamento do Cipavinil®” no mercado de piscinas como uma marca aberta a possibilidades de criação e desenvolvimento, afirma Amauri Rosa, vendedor técnico da linha Cipavinil.

 Praticidade, resistência e visual moderno são apenas algumas das vantagens da Cipavinil®. Outros benefícios são a fácil conservação, limpeza, transporte e a rápida instalação. Além disso, o revestimento pode ser trocado quando quiser e se adequa a qualquer projeto, até os mais ousados.

 O Cipavinil tem como garoto-propaganda o nadador brasileiro Cesar Cielo, campeão mundial e olímpico. O material promocional já está sendo utilizado e pode ser visualizado nos pontos de venda e parceiros da marca.

Fonte: Instituto do PVC / Cipatex

PVC é usado em produto com sensores de fibra ótica.

02/05/2011

Em função de sua versatilidade, o PVC é parte de um estudo sobre folhas inteligentes usadas no monitoramento de exames médicos, no segmento automotivo, entre outras funções.

O PVC ganha mais uma aplicação, além daquelas mais conhecidas como em tubos e conexões. O pesquisador Alexandre Ferreira da Silva, doutorando da Universidade do Minho (Uminho), em Portugal, é o responsável pelo premiado ‘Estudo da formulação de PVC para produção de folhas inteligentes baseadas em elementos de fibra ótica’.

Esse tipo de produto funciona como um sensor para realizar diversos tipos de monitoramento, podendo ser usado, por exemplo, na área biomédica, como uma “segunda-pele”, ou seja, em peças como luva, joelheira ou cotoveleira para o acompanhamento de exames, ou então no setor automotivo, para o monitoramento de chassis em tempo real e durante as revisões no mecânico. Na construção civil, a folha pode ser usada para detectar o aparecimento de fissuras em estruturas como muros ou pilares. Segundo Alexandre, “o PVC foi um diferencial no desenvolvimento desta tecnologia, devido à performance e vantagens do material como custo-benefício”.

O PVC é um produto versátil e muito presente no dia a dia, sendo, por exemplo, um dos principais plásticos usados em equipamentos e produtos da área médica. Suas características o tornam um produto essencial, uma vez que é um bom isolante térmico, elétrico e acústico, moldável, resistente, duradouro, impermeável, entre outras características.

O Instituto do PVC promove as aplicações desse plástico nas mais diversas áreas. “Em função de sua versatilidade e custo-benefício, o PVC esta a cada dia em aplicações mais diversificadas”, lembra Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC no Brasil. E completa: “além disso, o PVC é 100% reciclável, o que o qualifica ainda mais para atender às atuais demandas de sustentabilidade em todo o mundo”.

Fonte:  Instituto do PVC

Relatório prevê que até 2015 o mercado de janelas de PVC vai superar 141 milhões de unidades

06/04/2011

Segundo uma recente pesquisa realizada pela Global Industry Analists, Inc., as janelas de PVC estão se tornando mais populares ao redor do mundo, tanto em novas construções como em reformas, devido a seu baixo custo, diversidade de estilo e formas, resistência, durabilidade, fácil manutenção e bom controle de qualidade.

Apesar da redução de demanda na indústria de produtos para construção, o mercado de janelas planeja uma retomada com o boom nas construções em países em desenvolvimento, e um momento de crescimento na substituição de produtos tradicionais por PVC em janelas por exemplo. Prevê-se que até 2015 o mercado global de janelas de PVC exceda a produção de 141 milhões de unidades.

O desempenho superior e o aumento da eficiência energética vão também fortalecer o mercado de portas e janelas de PVC, à medida que a preocupação com o meio ambiente aumenta ao redor do mundo, e governos continuam a sancionar leis que visam o uso da energia de forma mais eficiente.

O relatório ‘Vinyl Doors and Windows: A Global Strategic Business Report‘ fornece uma ampla revisão das tendências de mercado no auge da recente recessão econômica global, questões e desafios enfrentados pela indústria, atividades industriais recentes incluindo fusões e aquisições, lançamentos de produtos, e perfis dos principais fabricantes do mercado mundial.

O relatório mostra que os carregamentos mundiais de portas e janelas de PVC, que tiveram uma grande redução no período de 2008-2009, voltaram a crescer e continuam a penetrar no mercado. Em um futuro próximo, o PVC tende a ocupar uma maior participação de mercado em detrimento da madeira, do alumínio e do aço nos países em desenvolvimento.  Nestes, o crescimento do mercado de portas e janelas de PVC está sendo conduzido por maior variedade de produtos, importância que a arquitetura moderna dá para portas de pátios e janelas para jardins, e introdução de projetos inovadores, cores e estilos.

Espera-se que o novo mercado de construção venha a oferecer melhores oportunidades, especialmente nos países em desenvolvimento, com novos construtores solicitando produtos que sejam econômicos, resistentes, com eficiência térmica, que dispensem manutenção e com beleza arquitetônica.

O relatório mostra que a Europa representa o maior mercado regional de janelas de PVC. Dentro do continente existe uma grande disparidade no uso das janelas de PVC, com países tais como a Inglaterra com grande consumo, enquanto que o uso do PVC em países escandinavos não atinge 25%. O maior potencial de crescimento e o maior aumento de demanda de janelas de PVC é previsto para os países em desenvolvimento na Ásia ocidental, América Latina, Oriente Médio, com a China liderando o mercado da Ásia ocidental.

Fonte:  Instituto do PVC / www.vinylnewsservice.com

 

Grupo Tigre anuncia crescimento de 18% e faturamento recorde

30/03/2011

A empresa teve o melhor ano da história em 2010 e anuncia investimentos de R$ 250 milhões em 2011, quando completa 70 anos

A Tigre, multinacional brasileira líder na fabricação de tubos e conexões em PVC no Brasil e na América do Sul, acaba de divulgar as demonstrações financeiras de 2010. O Grupo Tigre apresentou uma receita bruta de R$ 2,6 bilhões e uma receita líquida de R$ 2,1 bilhões, valor 18% superior a 2009. O EBTIDA teve um crescimento 23,3% e o lucro líquido consolidado atingiu R$ 165 milhões. A Tigre também aderiu ao padrão internacional de contabilidade – IFRS, International Financial Reporting Standards – conjunto de normas e pronunciamentos de contabilidade internacionais publicados e revisados pelo International Accounting Standards Board (IASB).

Em 2010 a empresa investiu na aquisição e ampliação das unidades fabris, aumentando em 25% sua capacidade produtiva (atualmente o Grupo tem uma capacidade de produzir mais de 350 mil toneladas/ano) para atender a forte demanda do mercado de materiais de construção. O número de contratações no período foi superior a 700 pessoas, atingindo um quadro total de 6.763 postos de trabalho. “O ano de 2010 confirmou a tendência positiva de crescimento prevista em nosso planejamento. Foi o melhor ano da história da Tigre: apostamos na inovação, lançando mais de 300 produtos neste período, o que reforça ainda mais nossa liderança no mercado”, avalia Evaldo Dreher, presidente da Tigre.

No Brasil, houve crescimento em todos os segmentos, com destaque para os setores de infraestrutura, construtoras e varejo, este último impulsionado principalmente pelo aumento de linhas de financiamento e ampliação de renda nas classes C e D.

As unidades fora do Brasil também registraram bom desempenho. A Tigre avançou no mercado internacional com a aquisição dos ativos da Israriego, no Equador. A Tigre-ADS (joint venture voltada para a fabricação e comercialização de tubos corrugados de polietileno de alta densidade) apresentou desempenho acima do esperado, e atualmente possui operações no Brasil, Chile, Argentina e Colômbia.

Perspectivas 2011

Em 2011, a empresa prevê investir R$ 250 milhões em inovação, aumento de capacidade produtiva (inclusive com inauguração de novas unidades fabris no Brasil e no exterior) e ações de marketing e relacionamento. A previsão para o ano de 2011 é de 10% de crescimento em relação a 2010, com a contratação de 300 novos profissionais. “Estamos confiantes de que os projetos previstos para eventos como a Copa do Mundo e Olimpíadas impulsionarão ainda mais nosso crescimento no País, e no exterior nossa presença é cada vez mais consolidada. Vislumbramos um cenário positivo para novos investimentos nos próximos anos”, finaliza Dreher.

Fonte: Tigre

TIGRE-ADS inaugura sua primeira fábrica no Brasil

15/03/2011

Joint venture foi criada para atuar na América do Sul e no Brasil introduz solução inovadora para grandes obras de infraestrutura

A Tigre, líder na produção de tubos, conexões e acessórios em PVC e a ADS (Advanced Drainage Systems Inc.), líder na fabricação de tubos corrugados em Polietileno de alta densidade (PEAD) nos Estados Unidos, anunciaram no dia 02 de março a inauguração da primeira fábrica no Brasil de sua joint venture TIGRE-ADS, em Rio Claro, interior de São Paulo. O investimento para a criação da joint venture e início de suas operações na América do Sul foi de US$ 40 milhões no triênio 2009 a 2011.

Criada em agosto de 2009, a nova companhia atua na América do Sul para a produção e comercialização de tubos, conexões e acessórios de PEAD de grandes diâmetros (de 100 mm a 1200 mm) para aplicação em sistemas de saneamento, drenagem, detenção e retenção de água. Atende principalmente aos mercados de infraestrutura, mineração, agricultura, aterros sanitários e drenagem esportiva. “A inovação dos produtos da TIGRE-ADS é nossa principal estratégia para atuar no mercado brasileiro, que desconhece nosso conceito moderno em soluções de PEAD para grandes obras de infraestrutura. Cito o Brewery Parkade, um gigantesco centro comercial de 42 acres inaugurado em 2001, que utilizou em seu projeto nosso sistema de retenção e detenção de águas pluviais. Foram instalados 5 mil metros de tubos corrugados de dupla parede e diâmetro interno de 1.200 mm, resultando em uma capacidade de armazenamento e escoamento de 8,5 milhões de litros de água, afirma Joseph Chlapaty, CEO da ADS.

Um dos principais motivos para a construção de uma fábrica no Brasil foi ter uma estrutura capaz de atender os importantes projetos que o País implementará nos próximos anos. “Temos uma expectativa muito positiva para o desenvolvimento de grandes obras por conta dos eventos esportivos, como a Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016”, completa Evaldo Dreher, presidente da Tigre.

No Brasil, os tubos TIGRE-ADS já estão sendo utilizados no projeto Água Viva de Uberaba (MG) para um sistema de esgotamento sanitário e também no município de Cruz das Almas, na Bahia. “Podemos citar algumas vantagens de nossos produtos em relação a outros materiais: dependendo do tipo de solo, o tempo de instalação é três a cinco vezes mais rápido; a relação custo x benefício é superior, chegando a 10% de economia; e o tempo médio de vida útil do produto é 75 anos, em média, entre outros”, explica Igor Nelsen, gerente geral da TIGRE-ADS no Brasil.

A cidade de Rio Claro está a 177 km de São Paulo e foi escolhida para abrigar a fábrica da joint venture, ao lado do complexo industrial da Tigre. A cidade possui excelentes vias de escoamento de produtos e mão-de-obra qualificada. A planta possui quatro linhas de produção com processos automatizados de tubos corrugados de parede simples e de parede dupla (drenagem e saneamento), conduítes corrugados de PEAD (energia, telecomunicações e predial) e Sistemas de Retenção & Detenção / Conexões Padrão e Customizadas.

Tigre em números

Presente no mercado brasileiros há 70 anos
20 fábricas no Brasil e no exterior
Mais de 6.763 funcionários
Volume produzido de mais de 350 mil toneladas/ano

ADS em números

Presente no mercado americano há 45 anos
42 fábricas e 30 Centros de Distribuição
2.800 funcionários
Volume produzido de mais de 270 mil toneladas/ano

SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC no Brasil e na América do Sul e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem oito plantas no Brasil, incluindo fábrica de pincéis (Pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile (3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.763 funcionários e mais de 350 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

SOBRE A ADS

Drenagem Advanced Systems, Inc. (ADS) é o maior produtor mundial de tubo corrugado em polietileno de alta densidade (PEAD). Fundada em 1966, tem uma rede global de 42 fábricas e mais de 30 centros de distribuição. Além do seu carro-chefe, os tubos N-12, a empresa oferece uma linha completa de conexões e outros acessórios, incluindo produtos renomados como: StormTech ®, Nyloplast ®, BaySaver Technologies ®, FLEXSTORM ™ Inlet Filtros e vários geotêxteis.

SOBRE A TIGRE-ADS

A TIGRE-ADS é uma joint venture criada em 2009 pela brasileira Tigre e pela americana ADS (Advanced Drainage Systems Inc.) para atuar na produção e comercialização de tubos corrugados de Polietileno de alta densidade (PEAD) para sistemas de drenagem, saneamento e detenção, retenção e infiltração. A empresa atende aos mercados de infraestrutura, mineração, irrigação, aterros sanitários e drenagem esportiva. Sua atuação é na América do Sul com sede em Santiago, Chile, onde possui duas fábricas. A terceira unidade inaugurada em março de 2011 fica localizada no Brasil, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Na América do Sul, a empresa conta com 175 funcionários e investiu US$ 40 milhões no triênio de 2009 a 2011, para dar suporte à construção de suas plantas e início das operações.

Fonte: Tigre

Reciclagem de Revestimentos de Pisos de PVC poupa recursos.

03/01/2011

O revestimento de piso de PVC de fácil manutenção tem sido usado em prédios públicos e particulares há muitos anos. No entanto, mais cedo ou mais tarde, tal revestimento precisará ser trocado. O que fazer com o piso antigo? A ARP Switezerland – um consórcio para reciclagem de piso de PVC promove o reuso do revestimento e assim, favorece o meio mais ecológico e economicamente sensato de recuperação.

A ARP Switzerland, fundada em Aarau em 1996, composta por um consórcio de produtores, importadores e varejistas de revestimentos de piso, criou um sistema logístico para coletar e reciclar produtos usados, aparas e resíduos de revestimento de PVC.  A Planzer Transport Ag transporta os pisos de PVC desmontados das empresas de demolição e instaladores de pisos para a planta de Reciclagem de Revestimentos de Piso de PVC (em inglês AgPR) da Associação em Troisdorf, Alemanha. Lá, o material proveniente da Suíça contribui imensamente para a quantidade total de material a ser reciclado. Graças ao apoio financeiro das empresas consorciadas, a ARP Switzerland cobre os custos de coleta e transporte de materiais. Dessa maneira, as empresas além de economizarem recursos financeiros, apóiam o desenvolvimento sustentável de produtos. Diferente dos aterros sanitários, a reciclagem devolve recursos valiosos ao ciclo de materiais. “O PVC é ecologicamente importante porque é adequado para reciclagem. As empresas que fazem uso das soluções da ARP Switzerland contribuem para o aproveitamento de recursos valiosos e energia”, afirma o presidente Alfred Fassler. E o mesmo se aplica a muitas empresas de outros países que aderiram ao compromisso voluntário do Vinyl 2010, a iniciativa sustentável da indústria de PVC européia que contribui anualmente com milhões de euros para apoiar a reciclagem de produtos pós consumo em seu final de vida útil.

Novo revestimento de piso feito de PVC reciclado

Em se tratando de revestimento de piso homogêneo ou heterogêneo e revestimento de paredes feitos de PVC, a AgPR processa o material recuperado reduzindo-o a partículas minúsculas com no máximo 0.4 milímetros de diâmetro. O PVC reciclado é usado principalmente por produtores de revestimento de piso para fabricação de novos revestimentos de alta qualidade, principalmente com camadas duplas e ecologicamente compactos. Enquanto o PVC reciclado é usado nas camadas internas, PVC virgem é usado na camada externa para atender ao padrão de aparência exigido.

Convincentes econômica e ambientalmente.

Os pisos de PVC são, sobretudo, atrativos ao avaliarmos seu grau de sustentabilidade, por seu custo de manutenção extremamente baixo devido a sua superfície sem porosidade e seus custos de produção acessíveis. O estudo a respeito da sustentabilidade de revestimento de pisos publicado em 2005 pela Consultoria em Sustentabilidade Austríaca GUA (Corporation for Comprehensive Analysis GmbH, Viena) deu notas impressionantemente altas ao piso de PVC. De acordo com avaliações feitas pela Alemanha da vida útil total de revestimento de pisos em hospitais, o revestimento de PVC oferece economias de aproximadamente 20% em comparação a outros produtos alternativos em termos de materiais e custos.

Fonte: Instituto do PVC  / adaptado de PVC TODAY – Summer 2010

Novas soluções ecológicas da SABIC Innovative Plastics para sistemas de iluminação em LED se destacam pelo elevado desempenho, estética e durabilidade

19/11/2010

A SABIC Innovative Plastics lança uma nova linha de resinas e compostos especiais que permitem melhorar o desempenho, a vida útil e a estética de dispositivos de iluminaçãoem LED (Light Emitting Diode). Esses novos materiais são a resina de policarbonato (PC) Lexan* com retardante à chama (FR) isento de bromo e cloro e o novo composto branco termicamente condutivo LNP Konduit*, usado em dissipadores de calor que permitem o aumento da vida útil das lâmpadas de LED.

Lâmpadas de LED podem ser feitas usando-se a resina de PC Lexan* FR da SABIC Innovative Plastics e o composto termicamente condutivo LNP* Konduit*

Cento e treze anos após a invenção da lâmpada elétrica, a SABIC Innovative Plastics desenvolve soluções que marcam a evolução dos sistemas de iluminação ao utilizar materiais energeticamente eficientes e duráveis.

“À medida que o movimento global de substituição das lâmpadas incandescentes ganha força, os clientes procuram alternativas duráveis e energeticamente eficientes que possam oferecer design semelhante, ou até melhor, a um preço acessível”, afirma Hans-Otto Schlothauer, gerente de marketing global de produtos de Iluminação da SABIC Innovative Plastics.

“Nossas tecnologias Lexan FR e LNP Konduit permitem o desenvolvimento de projetos com design diferenciado para dispositivos de iluminação de LED e que também ajudam a reduzir custos do sistema. Outro aspecto importante, é que nossos materiais apresentam benefícios ecológicos, que agregamvalor ambiental aos materiais feitos em LED”.

Inovações da resina Lexan oferecem opções para lâmpadas de LED
Para atender à demanda por novos materiais que permitam o desenvolvimento de lâmpadas de LED de alto desempenho, econômicas e com espessuras mais finas, a SABIC Innovative Plastics desenvolveu as resinas Lexan FR para aplicações em sistemas difusos e e transparentes. Essas resinas atendem às normas UL94 (V0 à 1,5 mm de espessura) eoferecem retardância à chama sem o uso de aditivos bromados ou clorados.

Além do grade transparente, as resinas Lexan FR estão disponíveis em três opções que proporcionam uma difusão padronizada, que oferecem alta transmissão de luz e apresentam uma aparência mais suave. As cores incluem três matizes de branco, além do natural. No entanto, é possível oferecer cores e níveis de difusão personalizados para atender a exigências específicas.

Essas resinas apresentam resistência ao impacto, qualidade óptica, capacidade de processamento semelhante às demaisresinas de PC Lexan, proteção contra raios ultravioleta (UV) e estabilidade térmica. Elas são apropriadas para moldagem por injeção e por extrusão.
Dissipadores de calor para LEDs permitem designs diferenciados com o uso do composto LNP Konduit.

Os dissipadores de calor são essenciais para dissipar a energia térmica, que pode reduzir a vida útil dos LEDs, normalmente de 50 mil horas. Tradicionalmente, eles são feitos em alumínio ou com resinas condutivas pretas ou cinzas. Para atender às necessidades dos clientes que buscam projetos de iluminação de LEDs mais atraentes, o composto LNP Konduit está disponível atualmente na cor branca para combinar com lâmpadas brancas e coloridas.

Além da condutividade térmica superior, esse material oferece benefícios de custo e de projeto. O composto LNP Konduit permite o aumento da produtividade em comparação aos sistemas feitos em alumínio fundido, que requerem operações secundárias. O material também oferece mais liberdade de projeto, permitindo a criação de formas com área de superfície maior para um gerenciamento térmico aprimorado.

Fonte: SABIC Innovative IP

Braskem amplia portfólio de resinas nos setores de construção e automotivo

18/11/2010
Novos produtos já estão disponíveis no mercado

Sempre buscando inovar em seus produtos, a Braskem acaba de lançar novas resinas para suprir as necessidades de seus clientes. Os produtos S 501XP e CP 286 atenderão os setores de construção e automotivo, respectivamente, oferecendo mais facilidade, segurança e economia ao consumidor.

O setor automobilístico é responsável por cerca de 9% das vendas totais de polipropileno (PP) da Braskem. A nova resina CP 286 chega ao mercado com volume de vendas projetadas em 2,8 mil toneladas somente neste ano. Já para a S 501XP estima-se um volume de vendas de 30 toneladas por mês no primeiro ano, com potencial de aumento puxado pelo vigoroso crescimento do setor de construção civil no Brasil.

CP 286
Desenvolvida para atender os diversos requisitos dos processos produtivos da indústria automotiva brasileira, a nova resina atende a todos atributos exigidos em acabamento e segurança.

As aplicações para este composto no exterior do veículo são principalmente em peças grandes como parachoques e saias laterais, que requerem altos índices de fluidez, além do aumento nos requisitos mecânicos por conta da segurança. Já para aplicações no interior do veículo, os compostos de polipropileno, além de proporcionar excelente estética e aparência, atendem ainda às restrições crescentes de emissões de voláteis (também chamados de baixo VOC – volatile organic compounds).

S 501XP
Elaborada para ser usada em toldos e coberturas translúcidas obtidas com chapas alveolares, chega ao mercado a resina S 501XP. Desenvolvida pela Braskem para atender a demanda por materiais mais competitivos no setor de construção civil, a nova resina tem como vantagem a redução no consumo de energia por meio da iluminação natural para o consumidor final.

Recomendada para ambientes residenciais, toldos, fachadas, coberturas e passarelas, as chapas translúcidas de polipropileno podem se adequar a qualquer estrutura de materiais já instalada, bem como em casos de reforma ou na instalação de novas estruturas. O mecanismo de instalação é o mesmo utilizado em uma estrutura preparada para chapas similares.

Além de ser um material de fácil manipulação e acabamento, oferece também excelente relação custo-benefício, baixa densidade, alta durabilidade e chega ao consumidor final já tratado pelo transformador com agente anti-UV sem risco à exposição externa.

A resina S 501XP é um PP homopolímero modificado de baixo índice de fluidez, desenvolvido especialmente para extrusão de chapas de alta rigidez e excelente resistência ao impacto quando exposto a baixas temperaturas.

Poly Easy vislumbra novas possibilidades de fornecimento de produtos para o mercado de saneamento na Colômbia

17/11/2010

Com uma participação ativa na Colombiaplast, a Poly Easy expôs sua linha de produtos, denominada Sistema Easy Ramal – composta por Te de serviço autotravado e conexões de compressão, desenvolvida para solucionar definitivamente o problema de vazamentos nas instalações prediais e infraestrutura. “Tivemos uma excelente resposta no contato com o mercado colombiano, que nos ofereceu novas possibilidades de fornecimento. Uma delas foi receber a visita de várias empresas de saneamento, interessadas na compra, representação e distribuição de nossos produtos”, relata João Rocha, gerente de Vendas da Poly Easy do Brasil Ind. e Com. Ltda.

Entre as empresas, Rocha destaca a Acueducto – Água y Alcantarillado de Bogotá, maior empresa colombiana no mercado de saneamento, que atende à capital e outras 11 cidades da região metropolitana, com mais de 700 mil residências. “Nossa expectativa é a melhor possível. Vamos dar continuidade aos contatos iniciados no evento e desenvolver um trabalho mais intenso para levar nossos produtos para esse mercado, no qual vislumbramos grandes possibilidades de atuar a médio prazo”, deseja o executivo.

Atendendo às grandes empresas de saneamento do Brasil, a Poly Easy já ultrapassou fronteiras, exportando seus produtos para países como Angola, Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

Fonte: Boletim Export Plastic

Estação Científica construída pela Marinha do Brasil na Ilha da Trindade utiliza o sistema construtivo concreto/PVC

11/11/2010

Foto por Anderson Buss Woelffel

Características como ótima durabilidade, alta resistência e versatilidade, são essenciais em produtos que serão utilizados em condições ambientais extremas como exposição a intempéries, ação de maresia, entre outros. Por apresentar todas as características necessárias, além de se adequar à logística disponível, o sistema construtivo concreto/PVC foi o escolhido pela arquiteta Cristina Engel de Alvarez para a construção de uma estação científica na Ilha da Trindade, localizada no Oceano Atlântico a 1.140 quilômetros de Vitória (ES). Trata-se de um sistema constituído por perfis de PVC autoencaixáveis preenchidos com concreto e aço.

A estação científica da Ilha da Trindade tem como principal objetivo abrigar os pesquisadores que realizam trabalhos científicos em diferentes áreas e que devem permanecer na ilha por cerca de dois meses, período no qual os navios da Marinha realizam a troca de equipes. Os pesquisadores são oriundos de vários locais do Brasil e desenvolvem pesquisas principalmente nas áreas de geologia, biologia, oceanografia e ciências atmosféricas. Considerando estas características, a estação foi desenvolvida levando em conta as diferentes necessidades, buscando criar ambientes confortáveis e locais específicos para o desenvolvimento dos trabalhos.

A edificação é composta por dois camarotes para quatro pessoas cada um e dois sanitários (masculino e feminino), cozinha, sala de estar, depósito e dois laboratórios (seco e úmido) bem como amplo avarandado na parte frontal. Segundo Cristina, o PVC se apresenta como o principal material construtivo, como resposta às condições locais. “Características como resistência às intempéries, à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores, baixo custo de manutenção, possibilidade de pré-fabricação e relação custo-benefício adequados, colocaram o PVC como a primeira opção neste caso”, afirmou a arquiteta. E completa: ”além disso, o produto é atóxico e auto extinguível, não propagando chamas em caso de incêndio, fatores importantes, principalmente em locais mais isolados como na Ilha”.

“É importante ressaltar que está sendo desenvolvida uma pesquisa específica de acompanhamento do desempenho do PVC e os usuários da Estação – os pesquisadores – serão os principais elementos que auxiliarão nessa avaliação através de respostas a um questionário que abordará desde o conforto (térmico, acústico, lumínico, ergonômico e psicológico) até as facilidades ou dificuldades de manutenção. Além disso, serão realizados testes relacionados à qualidade interna do ar na construção”, lembra a arquiteta.

Segundo Carlos Eduardo Torres, diretor geral da Royal do Brasil, fabricante dos perfis de PVC utilizado na construção da estação, a vantagem é a simplicidade na montagem, já que se consegue uma produtividade das mais altas já vistas na construção. Ele também enumera as vantagens ambientais do produto: redução de entulho de até 97%, economia de água na construção de até 73%, economia de energia na obra de cerca de 50%, ganhos de área construída de aproximadamente 7%. “Além disso, trata-se de uma tecnologia que quando corretamente especificada pode ajudar nos níveis de isolamento térmico e acústico, assim como pode contribuir para a diminuição do consumo de energia no uso da moradia”, afirma o executivo.

Base na Antártica

Cristina Engel de Alvarez já havia tido experiência com PVC em locais com características peculiares, no projeto da base brasileira na Antártica conhecida como Estação Comandante Ferraz, na qual as esquadrias aplicadas são de PVC. “Essa decisão foi em função de ter sido constatado, em uma janela de um pequeno refúgio instalado afastado da Estação Ferraz, que a esquadria de PVC se mantinha intacta, mesmo sem qualquer procedimento de manutenção”, conta a arquiteta.

Alvarez acredita que quando alguns aspectos relacionados à qualidade na construção civil começarem a tornar-se obrigatórios, os materiais e técnicas construtivas tradicionais tenderão a ser substituídos por novos produtos e processos, mais eficientes, de menor manutenção e de maior vida útil, como o PVC.

Miguel Bahiense Neto, presidente do Instituto do PVC, concorda com Alvarez. “O PVC possui características e propriedades que o tornam ideal para ser utilizado na construção civil e arquitetura. Além de ser leve, resistente, impermeável e de não propagar chamas, ele permite a redução de troca de calor em ambientes, possibilitando a redução de consumo de energia por aquecedores e ar condicionados, atualmente itens chave para a arquitetura sustentável”, completa o executivo.

Fonte: Instituto do PVC

Setores Automotivo, Calçadista e de Construção Civil são os destaques do 4º dia dos Painéis Setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

10/11/2010
11 de novembro de 2010: Dando seguimento, no quarto dia, às atividades e aos painéis setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010, maior e mais importante feira de materiais composites, poliuretano e plásticos de engenharia das Américas, os temas Automotivo, Calçadista e Construção Civil reunirão, em três salas, apresentações sobre tecnologias para os ambientes automotivo, calçadista e construção civil em composites, poliuretano e plásticos de engenharia. As palestras desses três painéis podem ser assistidas por qualquer interessado, que deve se inscrever com antecedência. As palestras terão tradução simultânea.

Na sala 1, às 8h10, como introdução ao Painel Automotivo, Renan Holzmann, da MVC Soluções em Plásticos, apresentará em “RTM-S um novo conceito de superfície ‘classe A’ para Compósitos” as principais características, propriedades e vantagens desse processo em relação aos tradicionais. Às 8h50, em “Aplicação de adesivos estruturais em compósitos de uso automotivo”, Josué Garcia Quini, da Masterpol (Brasil), abordará conceitos sobre adesão estrutural de compósitos por meio de adesivos estruturais uretânicos e epoxílicos, em substituição aos sistemas convencionais de fixação mecânica, melhorando o desempenho estrutural de peças automotivas e permitindo a utilização de diferentes materiais em conjunto. Às 9h30, em “Fabricação de peças automotivas nos processos SMC/BMC, RTM e RTM Light”, Dirceu Vazzoler, da Reichhold (Mogi das Cruzes, SP), mostrará esses processos, em termos de suas viabilidades de escala, diversidade de tipos de peças e principais características, com destaque ao processo de moldagem a frio mais em voga no momento, que é o RTM Light. Após um coffe-break de 20 minutos, Rob Seats, da Ashland Performance Materials (Estados Unidos), apresentará, às 10h30, em “Uso das resinas Envirez em aplicações SMC”, o uso das resinas poliéster insaturado com base em matérias-primas com potencial de reciclagem Envirez para uso em SMC (Sheet Molding Compound) em ampla gala de aplicações, inclusive os transportes, mantendo as características de performance das matérias-primas derivadas de óleo mineral. Em seguida, às 11h10, em “Soluções em adesivos estruturais para aplicações automotivas”, Paulo R. Steiner, da Lord (Brasil), apresentará os produtos da empresa para diversos mercados, com destaque para o automotivo. Já às 11h50, Rafael de Campos, da Huntsman (Brasil), apresentará em “Uso de polióis de soja em espumas acústicas para o setor automotivo” em que consiste o uso de polióis de base soja em espumas de poliuretano utilizadas em aplicações acústicas (tais como isoladores de painel de instrumentos e carpetes), assim como o impacto obtido com a adição de 10% de bioconteúdo nas propriedades físicas e acústicas da espuma. Após um almoço informal às 12h30, as atividades do Painel Automotivo serão retomadas às 13h com a palestra “Novas tendências do poliuretano para o mercado automotivo”, ministrada por André Néri Ritter, da BASF (Brasil). Nessa palestra, Ritter apresentará o portfolio de produtos BASF para o segmento automotivo, com foco na baixa emissão de odores e outros atributos técnicos levados em conta as oportunidades geradas pelo forte crescimento da indústria automotiva. Já às 13h40, Len Nunnery, da BulkMolding Compounds (Estados Unidos), abordará, em “BMC – Bulk Molding Compound: uma alternativa de grande valor para os metais e termoplásticos de engenharia”, as características de peças fabricadas por esse processo, que torna o material uma alternativa interessante para peças em metal ou em termoplásticos de engenharia. Às 14h20, Kleber Peres, da BaySystems, da Bayer MaterialScience (Brasil), apresentará, em “Bayer – Compósitos de poliuretanos para produção de peças para a indústria automobilística”, as tecnologias de poliuretanos associadas a outros materiais para produção de peças mais leves com excelentes propriedades físicas, além de ganhos em produtividade. Após um coffee-break de 15h20 às 15h40, Ana Paula Nakajato, da Evonik (São Paulo, SP), apresentará a palestra “Aditivos e polímeros de alta performance para a indústria automotiva”. Logo a seguir, às 16h, em “Zytel Plus – Poliamida com Alta Performance a Temperatura e Fácil Processamento”, Carlos Eduardo Camargo Hanazaki, da DuPont (Barueri, SP), explicará em que consiste a nova família de náilons Zytel PLUS, da empresa, com respeito à combinação da facilidade de processamento com os excelentes níveis de resistência ao ar quente, óleo, cloreto de cálcio e outras substâncias químicas agressivas utilizadas na indústria automotiva, o que as torna ideais para diversas aplicações até então restritas a metais ou termoplásticos de alto desempenho consideravelmente mais caros. Como última palestra, Paulo Barboza, da Sabic IP (Brasil), mostrará, em “Plásticos de engenharia para a fabricação de faróis automotivos”, as contribuições da empresa no melhoramento de design, segurança, performance, sustentabilidade e redução de custos com o uso de termoplásticos de engenharia. Essa palestra encerrará as atividades do Painel Automotivo.

As atividades do Painel Calçadista ocorrerão na sala 3, no período de manhã. As atividades terão início, às 8h40, com “Especialidades de PU para a indústria calçadista”, por Rudnei Assis, da BASF (Mauá, SP), focando as várias soluções apresentadas pela empresa para o segmento, entre palmilhas, sistemas base poliéter, sistemas com alta resistência à hidrólise, entressolas de baixa densidade, etc. Serão abordados também os diversos benefícios e dados técnicos para os clientes, com foco em conforto, resistência e versatilidade do PU. Às 9h20, haverá um coffee-break. As atividades continuarão às 9h40, com “Poliamidas em calçados”, por Marcos Santana de Araújo, da Radici Plastics (Brasil), focando as características das poliamidas para a indústria, em especial a resistência à fadiga e a flexibilidade após hidratação. Às 10h20, Fábio Paganini, da Arkema (Brasil), apresentará “PEBAX – TPE de alto desempenho para calçados”, indicando que a resina citada é considerada a melhor solução técnica para tênis de alto desempenho, com a mais baixa densidade, elevada resistência à fadiga dinâmica, o elevado retorno de energia e a baixa formação de calor. O PEBAX é injetado facilmente e é disponível em versões transparente e de origem vegetal. Às 10h40, com “Luperox – inovações em sistemas de cura”, Aldo Carneiro, também da Arkema (Brasil), mostrará a tecnologia SP (scorch protected) da empresa utilizada para melhorar a produtividade e a qualidade na reticulação. Dois novos grades de peróxidos – Luperox Rubbersole e Luperox EVAsole – também serão abordados. Por último, às 11h20, Ricardo Araújo, da FCC (Brasil), abordará, em “Dispersões uretânicas”, o desenvolvimento de tecnologia de ponta em dispersões uretânicas, eliminando totalmente os solventes orgânicos, originários da síntese e coalescência do filme, além de outros aspectos técnicos.

O Painel Construção Civil ocorrerá na sala 2, no período de manhã. A primeira palestra, às 8h10, será “Novas chapas em composites (PRFV) e suas aplicações”, de Robert Garbe, da Polydet (Alemanha), que irá abordar as principais características diferenciadas das chapas em composites em relação aos materiais metálicos tradicionais, além da combinação de diferentes tipos de resinas, materiais de reforço e filmes de superfície, e a flexibilidade dos processos produtivos. Às 8h50, Rodnei Abe, da Dow Brasil, abordará, em “Espumas de poliisocianurato aprimoradas para painéis com faces metálicas”, as principais características da laminação de correia dupla de faces rígidas (Rigid Faced Doublé Belt Lamination, RF-DBL) para aplicações em construção civil. Abe abordará também suas propriedades em termos de resistência à flamabilidade e o lançamento dos sistemas Voratherm para espumas de poliisocianurato. Às 9h30, Erivelto Mussio, da Poloplast Painéis/MVC Plásticos (Brasil), explicará, em “Sistemas construtivos em compósitos com alta velocidade de implantação”, o uso de materiais compósitos na construção civil, com foco no desenvolvimento de matérias-primas. Às 10h10, com “Revestimentos spray de poliureia: uma introdução”, Daniel Rosenvasser, da Huntsman (Estados Unidos), apresentará uma visão geral da tecnologia de poliureia, assim como discutirá as formulações e a química envolvidas, e mostrará alguns novos blocos de construção desenvolvidos pela empresa. Após o coffee-break, de 10h50 às 11h20, Giorgio Solinas, da Texiglass (Vinhedo, SP), abordará, em “Estruturas e trincas – fibras de alto módulo”, os tecidos de fibra de vidro, aramida e carbono em aplicações estruturais e de acabamento, assim como em elementos arquitetônicos de fachada e na economia de energia com isolamentos térmicos. Às 12h, em “Multitec – Maior produtividade no reforço de produtos da linha sanitária”, Paulo Bergantini, da Bayer MaterialScience (Brasil), explicará em que consiste o Multitec, poliuretano rígido bi ou tricomponente aplicado por aspersão com ou sem fibras de vidro para reforço, com uso na indústria sanitária, e suas vantagens. Às 12h40, Ademir de Marchi, da Reichhold (Mogi das Cruzes, SP), abordará, em “Reservatórios de água em composites com baixo estireno residual”, a utilização de composites para esse tipo de aplicação, com o lançamento da nova resina poliéster insaturada Polylite 33209-50, de forma a atender as mais rígidas exigências de toxicidade destacadas pela norma NBR 13210 para migração específica de estireno e clorometano e estireno residual. Por último, às 13h20, em “Soluções e inovações BASF para a construção civil”, Robson Zago Ottati, da BASF (Brasil), apresentará as inovações e o portfolio de produtos da indústria, com foco em atributos técnicos e as oportunidades geradas por eventos esportivos e megatendências da sociedade. Com isso, estarão encerradas as atividades do Painel Construção Civil.

Serviço

Painéis Setoriais “Automotivo 2010”, “Calçadista 2010” e “Construção Civil 2010” da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

Data: 11 de novembro de 2010, a partir das 8h, nas salas 1, 2 e 3.

Local: Expo Center Norte, Pavilhão Verde

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo / SP – Tel.: +55(11) 2089-8500

Visitação: Gratuita
Inscrições e informações
: www.feiplar.com.br

Fonte: Feiplar / Feipur

Painel sobre Construção Civil apresentará Sistemas Construtivos em compósitos com alta velocidade de implantação

24/09/2010

No dia 11 de novembro de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, acontecerá a quarta edição do Painel Construção Civil, com o objetivo de apresentar as novas tecnologias em composites, poliuretano e plásticos de engenharia (plásticos de performance diferenciada) como soluções para redução de peso, aumento de resistências química e mecânica, maior eficiência de isolamentos térmico ou acústico, além da redução de desperdício e menor dano ao meio ambiente

Erivelto Mussio, coordenador geral da Poloplast Painéis, braço da empresa MVC para a construção civil, abordará os materiais compósitos na construção civil. Sua apresentação tratará da evolução da Construção Civil através do desenvolvimento das matérias-primas nela utilizadas.

Além da Poloplast Painéis, outras empresas apresentarão novas tecnologias para este segmento industrial: Embrapol, Huntsman, Dow, Reichhold, BASF, Texiglass, Bayer e Optiplan.

O Painel “Construção Civil”, da mesma forma como os outros 18 Painéis Setorias, será realizado na semana de 8 a 12 de novembro de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, paralelamente à FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010 (a feira acontecerá de 10 a 12 de novembro de 2010).

O evento é gratuito aos participantes, e focado exclusivamente para profissionais que especificam, projetam e desenvolvem soluções para construção civil.

As inscrições podem ser feitas através do site www.feiplar.com.br (clique em congressos e painéis) ou através do tel.: (11) 2899-6377 com Tábatha.

A FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010 – Feira e Congresso Internacional de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia acontecerá de 10 a 12 de novembro de 2010 no Pavilhão Verde do Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. A exposição de produtos de mais de 250 empresas será realizada das 12h às 21h. Os congressos e painéis setoriais serão apresentados das 8h às 18h, do dia 8 ao dia 12 de novembro, também no Expo Center Norte. A entrada é gratuita tanto para a exposição como para os congressos e painéis. Mais informações estão disponíveis no site www.feiplar.com.br
Fonte: Feiplar & Feipur

Dow lança os Sistemas de Compósitos VORAFORCE™

22/09/2010

Os sitemas de compósitos VORAFORCE baseados em epóxi e poliuretano permitem que os fabricantes desenvolvam e produzam soluções inovadoras e efetivas para uma ampla gama de aplicações e indústrias.

A Dow Formulated Systems, unidade de negócios global da Dow Chemical Company, anunciou o lançamento da sua nova linha de Sistemas de Compósitos VORAFORCE™.  Os Sistemas de Compósitos VORAFORCE™ oferecem soluções baseadas tanto em epóxi como em poliuretano, as quais facilitam bastante os esforços de inovação para designers e fabricantes,  em aplicações que incluem transmissão de energia, transportes, construções, infra-estrutura, aplicações marítimas e muitas outras.

“Compósitos mais fortes, mais leves e mais duráveis são possíveis com os Sistemas de Compósitos VORAFORCE™,” destacou Marcel Loyson, Líder de negócios de compósitos industriais na Dow Formulated Systems. “Eles permitem que os fabricantes ganhem uma significativa vantagem competitiva em uma ampla gama de aplicações e produções industriais, em linha com a estratégia da Dow de sempre adicionar valor aos produtos e ofertas dos seus clientes” disse Loyson.

“Enquanto as nossas novas soluções VORAFORCE baseadas em epóxi se caracterizam por excepcionais propriedades termo-mecânicas e uma excelente compatibilidade com fibra de carbono, algumas das forças-chave dos Sistemas de Compósito VORAFORCE baseados em poliuretanos são uma tenacidade excelente e uma cura rápida,” acrescentou Kenneth Chan, Diretor Comercial para a Área do Pacífico do Negócio de compósitos e energia alternativa da Dow Formulated Systems. “A ausência de emissões de estireno durante a fabricação e o baixo VOC estão entre as vantagens comuns para a nossa gama completa de Sistemas de Compósitos VORAFORCE™,” observou Chan.

Os Sistemas de Compósitos VORAFORCE™ foram concebidos para serem usados com muitas tecnologias de fabricação, desde a mais avançada até as mais tradicionais. Estas incluem Filament Winding, Pultrusão, RTM, Injeção com Fibra Longa, Hand Layup e Spray Up. Os Sistemas de Compósitos VORAFORCE™ também alavancam a experiência e a posição técnico-comercial da Dow como líder em Infusão na indústria de energia eólica.

Sobre a Dow Formulated Systems

A Dow Formulated Systems, uma unidade de negócios global da  Dow Chemical Company, é um líder industrial global no desenvolvimento e formulação de sistemas completos de poliuretano e epóxi, focalizado no fornecimento de soluções inovadoras e personalizadas para seus clientes ao redor do mundo. A Dow Formulated Systems fabrica e comercializa espumas de poliuretanos rígidas e semi-rígidas, de pele integral e microcelulares, além de sistemas completamente formulados e também revestimentos, adesivos, selantes, elastômeros e binders, usados em aplicações que vão desde a construção de casas e escritórios até o reparo de infra-estruturas, soluções para energia eólica, petróleo e gás, equipamentos, móveis, solados de sapatos, moldagens decorativas e equipamento esportivo

Sobre a Dow Chemical Company

A  Dow Chemical Company teve um volume de vendas anual de 45 bilhões de dólares em 2009 e emprega aproximadamente 52.000 pessoas no mundo todo. Os mais de 5.000 produtos da empresa são fabricados em 214 instalações em 37 países ao redor do mundo.

Fonte:  Dow

Bayer fornece coberturas inteligentes para Estádios de Futebol com chapas de policarbonato.

21/09/2010

Concepção artística do novo estádio nacional Lia Manoliu, em Bucareste, na Romênia.

Competições esportivas especiais merecem um palco especial. E é por este motivo que tem crescido constantemente nos últimos anos o interesse mundial no planejamento e aperfeiçoamento de praças esportivas, para se atingir os mais altos padrões no que se refere à arquitetura e instalações. Em resposta a este crescente interesse, a Bayer MaterialScience tem desenvolvido soluções totalmente integradas baseadas em chapas plásticas fabricadas com o material de alta tecnologia Makrolon®, o qual ela está apresentando na Feira Estádio, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 6 a 8 de outubro de 2010. Este é também o motivo pelo qual a empresa é freqüentemente solicitada a fornecer consultoria no projeto de estádios e na preparação para eventos esportivos de destaque.

“Chapas sólidas e de paredes múltiplas fabricadas com Policarbonato são incrivelmente fortes, mas também elásticas e podem resistir a cargas de ventos fortes sem a necessidade de subestruturas complexas. Segurança é o fator decisivo para nós”, explica Dr. Volker Benz, Gerente Global para projetos de destaque no setor de chapas de policarbonato, na Bayer MaterialScience. Tendo sido usadas em uma ampla gama de projetos de referência, as chapas provaram ser um material ideal para a construção de estádios. “Pesando somente uns poucos quilogramas por metro quadrado, o material é também leve e ideal para adequar estádios e outras praças esportivas para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”, completa Dr. Benz.

Praças esportivas de ponta para a Copa Européia de Futebol de 2012. As preparações para a construção de estádios para a próxima Copa da UEFA em 2012 na Polônia e Ucrânia já estão bem adiantadas. De fato, a Bayer MaterialScience já produziu mais de 45.000 metros quadrados de chapas especiais 3X25 ES  a partir de Makrolon® , somente para a Arena PGE Gdansk, na Polônia. As chapas estão sendo usadas tanto para a cobertura como para o revestimento externo do estádio – uma coisa que nunca tinha sido feita antes. Mas as propriedades diversificadas deste material tem ajudado a tornar possível uma outra característica importante do estádio: cada chapa individual foi colorida para fazer o estádio inteiro reluzir âmbar. “Como resultado, a arena incorpora a marca da região e está em sintonia com a sua vizinhança. Afinal de contas, o âmbar é também conhecido como o “ouro do Mar Báltico””, diz Dr. Benz. Para conseguir esta aparência, o Makrolon®  foi colorido com seis diferentes tonalidades, desde o branco até o âmbar escuro. “Nós fomos capazes de implementar as idéias criativas dos designers usando a nossa tecnologia de compostagem” acrescenta o gerente do projeto. A conclusão dos trabalhos de construção da arena está prevista para ocorrer no meio do próximo ano.

Um outro projeto de referência é a arena Legia Warszawa em Varsóvia, onde aproximadamente 7.600 metros quadrados da superfície de cobertura já foram montadas com chapas de policarbonato. As chapas especiais com paredes múltiplas usadas aqui tem até 12 metros de comprimento e 1,2 metros de largura – uma largura especialmente projetada para aumentar a capacidade de resistir a cargas, já que ventos fortes e muita neve não são incomuns na região durante os meses de inverno. O policarbonato usado neste projeto é completamente transparente e, portanto, permite uma passagem de luz suficiente para a grama crescer naturalmente e para criar uma atmosfera aberta e agradável para os espectadores.

Mas o material polimérico é também usado regularmente em outras partes do mundo, sempre que os designers querem criar praças esportivas bonitas e ao mesmo tempo funcionais. O novo estádio nacional Lia Manoliu que sediará a Euroliga em 2012 está sendo hoje construído em Bucareste, na Romênia. Este projeto colocou uma ênfase particular na harmonização da funcionalidade com o design, a fim de atender completamente a todas as exigências. Chapas sólidas de Policarbonato foram o material escolhido, já que elas são incrivelmente transparentes e oferecem uma grande liberdade para o projetista no que se refere à combinação da funcionalidade e estética. As chapas sólidas de 8 milímetros de espessura tem 12 metros de comprimento e são montadas como uma única estrutura.

Um estádio de futebol que gera a sua própria energia.
O time de futebol SV Werder Bremen da Bundesliga alemã está também usando chapas de Policarbonato para obter uma cobertura energeticamente eficiente, como parte do trabalho de renovação do seu estádio. Em breve, módulos fotovoltaicos transparentes instalados sobre uma área de mais de 3.000 metros quadrados estarão transferindo eletricidade para o suprimento de energia do estádio, economizando, portanto, em torno de 100 Watts de eletricidade por metro quadrado. O compósito “sanduíche”, desenvolvido conjuntamente pela Sunovation GmbH e a Bayer MaterialScience, compreende células flutuantes de silício embutidas entre uma chapa sólida de Makrolon® , de um lado, e uma chapa de parede tripla de Makrolon® , no outro lado. O compósito é à prova de água, flexível e ostenta uma longa vida útil, graças especialmente à capacidade de suportar cargas da chapa de paredes múltiplas.

Graças aos Jogos Olímpicos de 2008 na China, as chapas de Policarbonato provavelmente serão um componente integral de estruturas espetaculares nos anos que virão. Por exemplo, os 23.000 metros quadrados de chapas de policarbonato dão ao design em forma de asa do estádio de Shenyang um sentimento de elegância e leveza. Processos de curvamento a frio usados nas chapas permitiram que os designers pudessem adaptar a forma do estádio às suas vizinhanças. E, desde que o produto teve que satisfazer a exigências muito severas em termos de resistência mecânica, a Bayer MaterialScience desenvolveu uma chapa que atendeu a todas as demandas de uma vez só – a Makrolon® multi UV 3X/25-25 ES. Esta chapa possui uma espessura de apenas 25 milímetros, mas pode resistir a uma carga superior a 5 kNewtons por metro quadrado. Nem neve pesada nem ventos fortes são problema para estas fortes chapas multifuncionais.

Sobre a Bayer MaterialScience:
Com vendas de  7.5 bilhões de Euros em 2009, a Bayer MaterialScience é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. As suas atividades de negócio se focalizam na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de solução inovadoras para produtos usados em muitas áreas do cotidiano. Os principais segmentos servidos as indústrias de automóveis, elétrica e eletrônica, construção, esporte e lazer. No final de 2009, a Bayer MaterialScience  tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.300 pessoas mundialmente. A Bayer MaterialScience é uma empresa do grupo Bayer.

Fonte: Bayer MaterialScience

BASF lança novos plásticos com propriedade retardante de chama, em cores claras.

20/09/2010
  • Ideal para uso em eletroeletrônicos, linha de produtos Ultramid® FRee e Ultradur® FRee, cumprem com os padrões mais rigorosos como antichamas isentos de halogênio
  • Produtos têm cor natural clara e satisfazem padrões de segurança mesmo em paredes finas, proporcionando maior liberdade de design
  • Linha apresenta excelente processabilidade, com ótimas características de fluidez e rápido resfriamento

A BASF introduziu em seu portfólio grades adicionais de poliamida (PA) e de polibutileno tereftalato (PBT) antichamas e lançou as novas linhas de produtos Ultramid® FRee e Ultradur® FRee. O sufixo FRee remete às palavras antichama (Flame Retardant) e eletroeletrônico. O nome também indica que o produto é livre (free) de halogênio e proporciona maior liberdade de design.

Como resultado de anos de pesquisas e desenvolvimento, os produtos empregam sistemas antichama inovadores, e, com seu perfil de propriedades mecânicas e econômicas, definem novos padrões no mercado.

Exigências mais rigorosas para materiais antichama
De modo a garantir mais segurança aos consumidores, há aproximadamente cinco anos, as regulamentações promulgadas pela International Electrotechnical Commission (IEC) tornaram-se mais rigorosas às exigências para a aditivação antichama de eletrodomésticos. De acordo com o padrão atual, qualquer chama que entra em ignição deve se apagar em cinco segundos – enquanto ainda estiver em contato com um fio incandescente a uma tempera de 750ºC. Os novos produtos da BASF correspondem à essas exigências.

Isento de halogênios e econômico
Há aspectos que, embora não sejam de natureza técnica, ainda assim são extremamente importantes para os clientes, agregando mais valor ao produto.

Primeiramente, há uma tendência no mercado para termoplásticos antichama que sejam isentos de halogênios. Uma das principais razões é a norma européia para a destinação de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos, a qual exige que os materiais antichama que contém halogênio sejam descartados separadamente. Desta maneira, a nova linha de produtos FRee não apenas satisfaz as necessidades exigentes de ausência de halogênios, como também reduzem os custos de descarte.

Além disso, a indústria de eletroeletrônicos possui uma preferência cada vez maior por plásticos de cor clara. Por exemplo, em interruptores, conectores e disjuntores de aplicações domésticas ou industriais, a cor clara é normalmente utilizada para satisfazer aos requisitos especiais de design. Os novos produtos FRee são ideais para a fabricação de componentes elétricos em todos os tons de cor, proporcionando mais possibilidades aos designers.

Os produtos FRee não apenas se harmonizam com o material matricial, mas também com diversos aditivos durante a composição e o processamento. Isso inclui sinérgicos e corantes, bem como componentes de reforço como fibras de vidro.

Por último, os produtos também possuem um preço competitivo, sendo capazes de combinar desempenho e economia.

Os produtos FRee
Na Feira K 2010, a BASF apresenta os quatro primeiros novos grades: Ultramid® FRee A3U40 G5, Ultramid® FRee B3U31 G4, Ultradur® FRee B4440 G5 e Ultradur® FRee B 4450 G5. Todos apresentam excelente processabilidade, ótimas características de fluidez e rápido resfriamento.

O Ultramid® FRee A3U40 G5, resistente ao impacto, é um produto à base de poliamida 66 que satisfaz de maneira confiável as necessidades da versão mais nova do padrão de segurança para eletrodomésticos. Paredes mais finas também significam o uso otimizado do espaço, traduzindo-se em menores custos de materiais.

Projetados para um mercado crescente
Os novos plásticos de engenharia FRee da BASF possuem muita oportunidade de crescimento. Em 2009, foram vendidas cerca de 280.000 toneladas de poliamidas e polibutilenos tereftalatos retardadores de chamas. Com taxas de crescimento estimadas de seis a dez por cento ao ano, o avanço dos plásticos de engenharia antichama isentos de halogênio é consideravelmente maior que os plásticos antichama convencionais.

Com os grades nas novas linhas de produtos Ultramid FRee e Ultradur Free, a BASF terá mais força nesse mercado.

Antichama com matéria-prima renovável
A nova gama de produtos plásticos antichama da BASF combina três características centrais: excelente propriedade antichama, livre de halogênios e em cores claras. Incorporando a linha FRee ao novo produto Ultramid Balance (PA 6.10), foi possível produzir o Ultramid FRee S3U40G5 Balance.
“Somado às características da linha FRee, o novo produto da BASF fornece essas propriedades em uma poliamida com elevada resistência química, baixa absorção de água, e proveniente em grande parte (63%) de recursos renováveis” explica Willy Hoven-Nievelstein, vice-presidente senior da unidade de plásticos de engenharia na Europa.
“Em resposta a um pedido específico do cliente, nossos pesquisadores conseguiram pela primeira vez combinar algumas de nossas propriedades formuladas sob medida, em um produto completamente novo.”

Fonte: BASF

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida

A Copa da sustentabilidade

24/08/2010

(Artigo de Miguel Bahiense – Presidente do Instituto do PVC)

A Copa da África do Sul acabou e parece que a bola do próximo mundial já começou a rolar por aqui. Para nós, brasileiros, começa a rolar um sentimento diferente. A impressão é que os próximos quatro anos passarão numa velocidade bem maior, tamanha a ansiedade de ver o Brasil voltar a sediar um evento desse porte.

Aos poucos começamos a sentir este movimento. O País segue confiante no desenvolvimento de sua economia e amplas perspectivas de crescimento, o que é fundamental para estarmos preparados para a grande oportunidade de o Brasil estar na “vitrine” para o mundo. É a nossa chance de contribuirmos para o desenvolvimento do País, como em melhorias de qualidade de vida, permitindo soluções urbanas e ambientais.

A infraestrutura necessária para recebermos um evento deste porte é tema central de uma discussão invariavelmente pessimista e que parece não ter fim. O governo, por sua vez, já começou a tratar da melhoria nos transportes, estádios, hotéis e diversos pontos necessários para a realização dos jogos nas 12 cidades-sedes da Copa de 2014. Somam-se pelo menos R$79 bilhões de investimentos em obras. Esse montante impressiona e nos dá a real idéia da dimensão dos negócios que podem ser gerados e revertidos em desenvolvimento.

Muitos do que hoje julgam a infraestrutura como a principal adversária do Brasil na próxima Copa esquecem que o País é pioneiro em diversas tecnologias “verdes”. Este avanço tecnológico é muito importante neste momento pois espera-se que nosso mundial entre para a história como o primeiro a estabelecer padrões ambientais a serem cumpridos por empresas privadas e governo na busca de soluções sustentáveis.

A sustentabilidade ambiental será a marca da Copa do Brasil de 2014. O evento abre uma série de oportunidades para as indústrias ligadas à construção civil e saneamento básico, exigindo não só a construção e reforma de estádios como obras nas cidades sedes e em outras que tem apelo turístico. O País deverá se movimentar não só para atender às exigências da FIFA, mas principalmente para resolver problemas que atingem diretamente seus cidadãos a décadas. Aos que criticam, fica o alerta para que joguem no mesmo time, pois precisamos deixar um legado pós copa do mundo, independente de quem vai levantar o Caneco.

A indústria, por sua vez, faz sua parte, desenvolvendo soluções e tecnologias que ajudem neste equilíbrio,  conscientizando-se de que os processos de melhorias dependem de um todo. A cadeia produtiva do PVC, por exemplo, tem dado sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e tecnológico do Brasil, pois queremos que o País tenha cada vez mais indústrias e energia limpas, serviços competentes, utilização de recursos naturais com tecnologia e sustentabilidade.

O PVC que é o principal plástico da construção civil e do saneamento básico, sem contar a sua importante participação na arquitetura, vai contribuir bastante nos processos de saneamento, tratamento de esgoto, reutilização de água, revitalização de bairros entre outros benefícios, necessários ao evento e principalmente seu legado.

O PVC é o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, já que 57% de seu peso têm como matéria-prima o sal marinho, um recurso inesgotável na natureza. Adicione-se a isso o fato de que o Brasil detém tecnologia de ponta para substituir os 43% de petróleo que o compõe por cana-de-açúcar ou seja – o PVC 100% derivado de recursos naturais inesgotáveis. Outro aspecto que mostra a sustentabilidade do PVC é o fato de ser 100% reciclável. Os índices de reciclagem do PVC beiram os 20% no Brasil.

Assim o uso do PVC contribui definitivamente para uma nova vertente na arquitetura: a sustentabilidade. O PVC atende às exigências para projetos contemporâneos, reformas, restauração no Brasil, onde vem se tornando uma das melhores opções para projetos residenciais, comerciais e industriais. A arquitetura e a construção civil respondem por 64% do consumo de PVC, o que mostra suas vantagens para essa aplicação. Suas propriedades de isolamento térmico e acústico, além de ser anti-chamas, ter longa vida útil, alta resistência e ser de baixa manutenção, são algumas das características que dão ao PVC ótima relação custo-benefício, proporcionando, assim, a competitividade necessária neste segmento.

O Green Building Council dos Estados Unidos, o mais importante órgão quando o tema é Construção Sustentável, divulgou um relatório que atesta a segurança do PVC. Ele mostra que a performance do PVC é igual ou até mesmo melhor que materiais concorrentes utilizados no setor. Fica claro que o PVC é completamente adequado a todos os padrões no que diz respeito a impactos ambientais e de saúde humana.

Na Copa da África do Sul, o PVC permitiu a solução tecnológica para a cobertura do estádio Green Point, em Cape Town. Já na Copa da Alemanha, cinco dos sete estádios construídos ou reformados usaram o material, experiência iniciada na Copa da França. Assim, as obras de arquitetura e infra-estrutura que cada cidade vai necessitar para ser sede da copa prometem incrementar o uso do PVC.

O legado que um evento como Copa do Mundo deixará para o país é o que nos impulsiona a tomarmos medidas que possam manter a expansão nos anos seguintes, focando na eficiência e produtividade. Porém, para que o Brasil consiga aproveitar todo esse potencial, há uma partida que precisa ser vencida todos os dias nos próximos quatro anos, para sairmos do mundial  vitoriosos, que é o planejamento. Um evento como esse favorece não apenas o esporte e a economia, mas principalmente o futuro da sociedade.

Fonte: Instituto do PVC / Yellow Comunicação