Posts Tagged ‘Competitividade’

PICPlast realiza workshop sobre compliance e competitividade

22/11/2018

Com o objetivo de discutir conceitos sobre compliance e os benefícios de suas aplicações, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – promoverá em São Paulo, no próximo dia 27 de novembro, o workshop com o tema “Compliance como diferencial para a competitividade”. A iniciativa será ministrada pelo palestrante Wagner Giovanini, consultor especialista e diretor fundador da Compliance Total. Entre os assuntos da palestra, serão discutidos temas relacionados à legislação atual e as mudanças previstas, além da aplicação dos mecanismos de integridade, o impacto nas empresas e seus negócios e a corrupção no Brasil e no mundo, entre outros temas.

As vagas são limitadas, por isso, os interessados devem confirmar a sua participação até o dia 22 de novembro pelo e-mail workshopcompliancepicplast@tlvmail.com.br ou no RSVP pelo telefone (11) 3198-4539.

Serviço:
Workshop PICPlast “Compliance como diferencial para a competitividade”
27 de novembro
Das 8 às 12 horas
Local: São Paulo Center. Avenida Lineu de Paula Machado, 1088, Cidade Jardim, São Paulo.
Inscrições: workshopcompliancepicplast@tlvmail.com.br ou no RSVP pelo telefone (11) 3198-4539.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Feira Plástico Brasil terá dois dias dedicados ao PETtalk

24/01/2017

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Parceria estabelecida entre a Informa Exhibitions e a ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do Pet traz para a Plástico Brasil palestras com informações técnicas e mercadológicas para os profissionais do setor. Inscrições podem ser feitas no site do PETtalk (www.pettalk.org.br) a partir de meados de janeiro.

Promovidas tradicionalmente pela Associação Brasileira da Indústria do Pet, os encontros da entidade são concorridos por trazerem novidades tecnológicas, números atualizados do setor e debates importantes. Pesquisa realizada pela ABIPET confirma o acerto das PETtalks, que têm 90% de conceito relevante, por parte dos participantes, do seu conteúdo.

Durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, será realizada o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico, evento que traz informações, novidades internacionais, palestras e debates aprofundados. Também será apresentado o novo núcleo industrial da ABIPET, o Núcleo de Chapas e Termoformagem. Os termoformadores utilizam resina PET virgem e reciclada e produzem embalagens para diversos segmentos – inclusive o alimentício. Na ocasião serão apresentados os números de mercado relativos a 2016, palestrantes inéditos e cases de mercado.

Um movimento importante vem acontecendo desde 2010 com a aprovação e regulamentação da Lei da Política nacional de Resíduos Sólidos, tema que deverá ser abordado em virtude da sua relevância para toda a cadeia industrial de embalagens – corresponsável pela destinação adequada dos resíduos sólidos.

Serviço

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio: Romi
Mais informações: www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Indústria 4.0 é tema de destaque em Seminário sobre Competitividade no setor plástico

28/09/2015

Federico Tagliani, do Grupo Assa, abordou nova realidade baseada na colaboração de elementos computacionais controlando os processos físicos  

Mesmo que o Brasil não estivesse às voltas com a grave crise econômica atual, ainda assim a indústria nacional teria de estar em busca de novas e mais eficientes formas de produção. Isso é o que se pode deduzir da exposição feita pelo vice-presidente regional do Grupo ASSA, Federico Tagliani, durante o Seminário Competitividade, realizado conjuntamente pela Abiplast e a Plásticos em Revista, no Hotel Meliá Paulista, dia 24/9.

“O Brasil não é tão grande que possamos nos esconder do que acontece no mundo”, ressaltou Tagliani. “Há uma transformação puxada pelas tecnologias. Redes sociais impactam nos negócios e quem não faz nada corre o risco de sair do mercado”, observou, fazendo uma ligeira provocação àqueles que preferem empatar capital no mercado financeiro em vez de investir em produção e inovação.

A indústria inteligente, segundo ele, integra dados e informações baseados em redes que provêem o entendimento, o planejamento e o gerenciamento de todos os aspectos da fabricação e da cadeia de suprimentos.

De acordo com o especialista, vivemos hoje a quarta revolução industrial: a primeira se deu com o advento da máquina a vapor; a segunda, com a massificação da produção; a terceira se deu com o controlador lógico programável; e, hoje, estamos na era dos sistemas ciber-físicos (CPS), em que temos a colaboração de elementos computacionais controlando os processos físicos. Estes podem ser aplicados às áreas mais diversas – aeroespacial, automotiva, química, infraestrutura civil, energia, saúde, manufatura, transporte, entretenimento e produtos de consumo.

As novas aplicações analíticas avançadas podem processar bilhões de dados gerados a partir de todos os objetos em rede, conectados por dispositivos, sensores etc. E, de acordo com Tagliani, a implantação de Sistemas Inteligentes de Fabricação desenha os contornos da transformação no setor industrial mais avançado no mundo.

As economias mais maduras estão atentas a essa tendência. O governo norte-americano, por exemplo, lançou vários planos orientados à modernização do seu setor produtivo, incluindo a criação de institutos de inovação em todo o país. Destacam-se os institutos nas  áreas de Fabricação aditiva (Impressão 3D) em Ohio, Fabricação de Semicondutores de Baixa Potência, na Carolina do Norte, e de Fabricação digital e inovação em design  (DMDI) e Materiais leves, em Michigan.

Na Alemanha, a Indústria 4.0 é uma iniciativa nacional. Lançada na Feira de Hannover em 2013, capturou a atenção de diversos segmentos da manufatura global e o governo criou um plano baseado em sistemas ciber-físicos para fomentar sua nova Revolução Industrial.

Na América Latina, ainda estamos engatinhando nesta área. “E a era da indústria inteligente não comporta atitudes de isolamento”, alerta Tagliani, que cita como exemplo de nossa propensão ao isolamento a adoção do padrão de tomada de três pinos em todo o território nacional.

De acordo com o palestrante, é preciso que o Brasil adote uma agenda de inserção nessa nova “revolução”. E enfatiza: “Recriar uma indústria exige criatividade. Devemos participar dos processos abertos de normatização internacional, qualificar nossa mão de obra, otimizar a cadeia de importação e exportação, fomentar a criação de comissões-espelho na ABNT e coordenar investimentos públicos e privados para acelerar o desenvolvimento de um ecossistema nacional de indústria inteligente, com foco nas vertentes em que existam necessidades e/ou vocações brasileiras”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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