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Sinalização viária com Sistema Plástico a frio da Evonik reduz acidentes em estrada colombiana

11/02/2014

Sistema Plástico a Frio à base de resinas metacrílicas: medida preventiva de redução de acidentes de baixo custo em estrada colombiana

Uma constante preocupação ronda as mentes das autoridades rodoviárias de todo o mundo em função do volume de acidentes ocorridos todos os dias nas estradas. Não por outro motivo, a busca e os esforços para redução dessas ocorrências são incessantes. Dentre as mais variadas ocorrências, um chama atenção pela gravidade: a saída de pista por cansaço, desatenção ou distração.

Estudo realizado pela Traffic Injury Foundation, em 2005, atesta tal afirmação ao apontar que 20% dos condutores canadenses entrevistados admitiram uma condição de microsleep (micro adormecimento) uma vez no ano anterior. Na prática, se um motorista, viajando a 100 km/h, tiver 3 segundos de microsleep, o veículo ficaria sem controle por 83 metros. Circunstância mais do que suficiente para ocorrência de acidentes.

Embora seja inquestionável que os motoristas devam melhorar a atenção dormindo o necessário antes de viagens longas, ou por meio de paradas para descanso, outra condição, tão importante quanto, necessita ser levada muito a sério: o planejamento de infraestrutura rodoviária, com medidas de alerta aos condutores em caso de fadiga ou distração.

Exemplo de sucesso vem da Colômbia, que adotou para uma importante estrada do país o sistema Plástico a Frio, tendo como principal componente as resinas metacrílicas reativas DEGAROUTE®, fornecidas pela Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A nova sinalização viária implantada resultou em maior segurança da via litorânea Guillermo Gaviria Correa, um caminho que liga a cidade de Medellin ao Golfo Uraba, parte do Mar do Caribe.

O sistema Plástico a frio DEGAROUTE® implantado na estrada – que conta também com um efeito sonoro – em combinação com o túnel mais longo da America do Sul melhorou sobremaneira a mobilidade na região. “E os acidentes rodoviários diminuíram consideravelmente desde a aplicação desta sinalização viária”, comemora José Fernando Flórez Duque, diretor de operação e manutenção do túnel Fernando Gómez Martínez. Com um tráfego médio diário de 5.000 veículos, o local recebe mais de 13.000 veículos nos finais de semana em busca de relaxamento nas áreas turísticas de Santa Fé da Antioquia, San Jerónimo e Sopetrán.

Características e eficiência

A pista colombiana é composta por uma combinação de diferentes tipos de asfalto. O substrato da faixa de rolamento leva um asfalto flexível betuminoso enquanto que as áreas de pedágio têm pavimentação asfáltica com microaglomerantes.

Anteriormente, conforme explica o diretor de operação e manutenção do túnel, as sinalizações viárias acrílicas à base de água costumavam ser utilizadas no local, entretanto, sem sucesso: “A estrada é composta de algumas curvas, o que aumenta o desgaste do material de sinalização, além de termos uma região com altos níveis de precipitação que chegam a até 160 mm por mês. O sistema de sinalização à base de água que era tradicionalmente aplicado não estava durando mais do que sete meses sob essas condições. Sendo uma região de clima quente e chuvoso fez-se necessária a adoção de uma sinalização viária resistente a estas intempéries”, afirmou.

Diante do impasse, e a fim de oferecer maior segurança aos motoristas, optou-se, então, pela sinalização rodoviária com maior visibilidade durante a noite e sob condições chuvosas, combinada a um aviso sonoro de alerta. As linhas centrais foram sinalizadas com o sistema plástico a frio sob a forma de pontos regulares. O alarme sonoro de aviso ocorre quando os pneus tocam a sinalização, e pode ser ajustado pela altura dos pontos e pela sua uniformidade. As linhas de bordo foram feitas com sinalização Plástico a frio DEGAROUTE® em estrutura com altura média de 3,7 mm para melhor resistência antiderrapante e também recursos sonoros. A elevada estabilidade térmica e resistência a raios UV das resinas DEGAROUTE®, são os fatores determinantes para a não deformidade da sinalização em forma 3D.

“Decidimos aplicar uma sinalização rodoviária que proporcionasse melhor desempenho, durabilidade e sustentabilidade garantindo vida útil mais longa, portanto, redução de custos administrativos e operacionais de obras frequentes. Além disso, temos uma melhor visibilidade noturna sob chuva, uma vez que as microesferas de vidro da sinalização não são encobertas pela água da chuva”, avalia Duque.

“É claro que fizemos test drives na nova sinalização e a primeira coisa que veio à mente é que esta é a sinalização viária que fala aos motoristas! Ouvimos dos usuários da estrada que o som emitido pelos pneus quando passam por cima da sinalização leva a um comportamento de direção mais cuidadoso. Isso é exatamente o que buscamos”, completa.

Fonte: Evonik

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Pesquisa do Export Plastic identifica oportunidades para transformadores brasileiros no mercado colombiano

08/08/2012

Apontada como um dos mercados prioritários do Programa Export Plastic, a Colômbia foi alvo de um estudo sobre suas características, atratividade, as especificidades do mercado de plásticos, obstáculos e oportunidades que oferece às empresas brasileiras.

O estudo traz informações sobre economia – taxa de câmbio, saldo da balança comercial, reserva de divisas e PIB por setor; aspectos geográficos, especialmente em relação à logística (portos, aeroportos e companhias de navegação); e legislação (preferências tarifárias, acordos comerciais bilaterais e multilaterais, regime alfandegário, impostos, licenças, marcas e patentes). Além da análise macroeconômica, o estudo também aprofunda em setores de interesse da indústria brasileira de plásticos, como o de Utilidades Domésticas, Filmes Plásticos, Nãotecido, Rótulos e Etiquetas, Estruturas Laminadas em BOPP e PE com outras estruturas, Sacolas-Camiseta e Sacolas Alça-Fita.

Um dos principais pontos abordados foi em relação à internacionalização da economia colombiana e o processo de abertura nas últimas duas décadas. Cada mercado apresentou uma especificidade, no entanto, a pesquisa mostrou que a indústria de Utensílios Domésticos Plásticos, por exemplo, é pouco desenvolvida e sofisticada. Ou seja, há espaço para os transformadores brasileiros, que agregam valor aos seus produtos, se inserirem nesse segmento. Quanto aos parceiros comerciais, no setor de Plásticos, os principais exportadores para a Colômbia são a China e os Estados Unidos, seguidos de Brasil, Peru e Equador.

Hoje, a Colômbia ocupa a 29ª posição entre as economias mundiais em termos de PIB (US$ 378,7 bilhões (FMI, 2011) sendo a quarta maior da América Latina. Fica atrás somente de Brasil, México e Argentina. O país viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer em 2011, alcançando a marca dos 5,9% frente aos 4% registrados em 2010. A capital Bogotá abriga mais de 15% da população nacional e, além dela, outros nove distritos foram contemplados no estudo, entre eles Barranquilla, Cartagena, Cúcuta e Popayán.

Segundo a Apex-Brasil, a corrente de comércio entre o Brasil e a Colômbia (exportações mais importações) alcançou um total de US$ 3,9 bilhões em 2011, com aumento de 17,36% das exportações. Na última década, o valor exportado vem crescendo constantemente, tendo passado de US$ 515 milhões em 2000 para US$ 2,57 bilhões em 2011. “Especificamente para os transformadores de plástico associados ao Programa, a Colômbia foi o nono destino mais importante no ano passado”, avalia o gerente executivo do Export Plastic, Marco Wydra.

O país é sede de eventos de grande porte voltados à geração de negócios, como a Andina- Pack e a Colombiaplast, feiras que reúnem empresas do setor de Embalagens para alimentos, bebidas, cosméticos, produtos farmacêuticos, de higiene e limpeza e que estão entre os eventos previstos no calendário do Export Plastic.

Para conhecer detalhes do estudo, entre em contato com o Programa Export Plastic pelo site: http://www.exportplastic.com.br.

Fonte: Boletim Export Plastic

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Export Plastic levará empresas brasileiras para feira Andina-Pack, na Colômbia.

05/10/2011

O Export Plastic dará mais um passo na atuação junto ao mercado colombiano entre os dias 8 e 11 de novembro, quando levará 20 empresas associadas à 11ª edição da Andina-Pack, feira realizada a cada dois anos na capital  Bogotá. O evento reúne empresas dos setores de embalagens para alimentos, bebidas, cosméticos, produtos farmacêuticos, de higiene e limpeza, dentre outras.

O alcance geográfico da Andina Pack é o destaque do evento, que recebe compradores de toda a América do Sul. “A feira é fundamental também para as empresas que tem o foco em países vizinhos à Colômbia, como a Bolívia, o Peru, o Equador e a Venezuela”, afirma Cristina Sacramento, especialista de Mercado do Export Plastic.

A última edição, realizada em 2009, contou com 700 expositores e cerca de 20 mil visitantes. Na ocasião, 16 empresas associadas participaram do evento e realizaram 755 contatos com comerciantes colombianos e de toda a região andina.

A Colômbia é a quarta maior economia da América Latina e um importante mercado para os transformados plásticos brasileiros. Em 2010, o país registrou um PIB de US$ 283,11 bilhões e a projeção do governo é de que sua economia cresça 5% este ano. A balança comercial com o Brasil fechou o ano em US$ 1,1 bilhão, com superávit para os brasileiros. No mesmo período, a Colômbia importou 4,73% das 310 mil toneladas de plásticos transformados produzidos pelo Brasil, segundo dados da Abiplast.

Essas características fazem do país um dos mercados prioritários da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e, também, um dos focos do trabalho do Programa Export Plastic. Nos resultados consolidados da exportação brasileira de transformados plásticos, de janeiro a junho de 2011, a Colômbia aparece como o nono destino mais importante.

Segundo Marco Wydra, gerente do Programa Export Plastic, esta dinâmica do país o coloca como um mercado promissor para o Brasil. “A Colômbia é um importante destino para as empresas brasileiras, pois registra uma economia em crescimento, com a melhoria das condições de vida e o aumento do poder aquisitivo da população, que está em torno de 40 milhões de habitantes”, afirmou.

Para conhecer mais detalhes sobre o evento, entre em contato com o Programa Export Plastic pelo site: www.exportplastic.com.br.

Fonte: Boletim Export Plastic

Export Plastic: Colombiaplast supera expectativas e negócios podem ultrapassar US$ 4 milhões

12/11/2010

As empresas associadas ao Export Plastic que participaram da Colombiaplast, na Colômbia, voltaram satisfeitas com os contatos feitos durante o evento. De imediato, realizaram negócios da ordem de US$ 567 mil com compradores da Colômbia, Equador e Peru, que no prazo de 12 meses devem chegar a US$ 4 milhões. No total, as associadas realizaram mais de 770 reuniões com importadores de 19 países das Américas do Sul e Central, da Ásia e da Europa. Participaram do evento as empresas Ag Remy, Altafilm, Caixaplast, Cartonale, Cromex, Embrasa, EuropackNE, Geraldiscos, Jaguar, Poly Easy, Topack, Unipac Embalagens, Valfilm, Védat, Wyda e Zaraplast.

Fonte: Boletim Export Plastic

Braskem reforça sua presença internacional com novos escritórios no exterior.

06/10/2010

Escritório da Colômbia abre suas portas na próxima quinta-feira. Para 2010, estão previstos novos escritórios em Cingapura e Peru

Em reforço à estratégia de internacionalização, a Braskem inaugura na próxima quinta-feira, dia 7/10, o novo escritório da Colômbia que, juntamente com o de Cingapura, que deverá entrar em funcionamento ainda em 2010, serão os núcleos comerciais da companhia no Exterior. E também neste ano a empresa se prepara para inaugurar sua sucursal em Lima, no Peru, responsável pelo desenvolvimento de novos e importantes projetos petroquímicos na região.

A Braskem estuda desenvolver no Peru um projeto petroquímico para produção de polietileno, que será o maior complexo petroquímico integrado da Costa Oeste das Américas. O escritório de Lima, que será inaugurado até o final deste ano, vai facilitar os trâmites de desenvolvimento do futuro projeto. Além disto, o escritório também vai coordenar ações da Braskem em países vizinhos como Bolívia e Venezuela.

O escritório em Bogotá, na Colômbia, começará a operar no dia 7 de outubro deste ano e será responsável por negociar resinas com os mercados da América Central e Região Andina. A localização é estratégica, pois é onde há a maior concentração de mercados e zonas francas, que facilitam o negócio. Além disso, a economia estável na região contribui para um cenário favorável. A Braskem pretende ampliar sua participação naqueles mercados, trabalhando mais próximo dos Clientes através da oferta local de resinas e de serviços de desenvolvimento de aplicações e assistência técnica.

Cingapura foi escolhido por ser o maior e mais importante ponto logístico da Ásia. O escritório vai facilitar a comunicação da Braskem com o mercado asiático para a estruturação de futuras operações da empresa. Também vai permitir o atendimento mais próximo de Clientes da própria Cingapura, China, Índia, Indonésia, Coréia e Japão. Focado inicialmente em produtos petroquímicos básicos, o escritório proporcionará suporte comercial mais próximo e ágil.

O primeiro escritório comercial que a Braskem abriu fora do Brasil foi na Argentina, em 2002. Desde então, foram abertos também nos Estados Unidos, Holanda e Venezuela, entre outros. A proximidade com os Clientes permite conhecer melhor as suas necessidades e as peculiaridades dos mercados onde eles atuam.

Com base nesse conceito, a Braskem ampliou o escritório localizado em Roterdã, na Holanda, que comercializava resinas termoplásticas, e que passou a negociar também produtos petroquímicos básicos, como ETBE, olefinas e aromáticos. Dessa forma, ampliam-se a atuação local na Europa e a gama de produtos aos Clientes. O mesmo aconteceu com o escritório comercial localizado em Houston, nos Estados Unidos, dedicado a atender todo o mercado norte-americano.

Fonte: Braskem