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Prédio-sede do Departamento de Energia dos EUA instala coberturas frias de PVC para reduzir custos de energia.

15/02/2011

O prédio oeste da sede do Departamento de Energia (DOE) recebeu a proteção de 2.322 m2 de cobertura branca de PVC, econômica, durável e energeticamente eficiente.  A instalação da cobertura fria não gerou custos adicionais ao projeto de reforma.

Esse tipo de cobertura possui superfície com cores suaves ou revestimentos especiais para refletir o máximo da luz solar, aumentando a eficiência do edifício, reduzindo custos com refrigeração e compensando as emissões de carbono. A nova cobertura do DOE utiliza PVC com espessura de 60 milímetros e colabora com o plano de metas do Presidente Obama para redução das emissões de gases do efeito estufa.

O secretário de Energia, Steven Chu, aconselhou a instalação das coberturas frias, quando financeiramente viáveis, em todos os escritórios do Departamento de Energia em construção ou em reforma. Ele afirmou: “O Departamento de Energia está tomando a liderança, por exemplo, ao demonstrar como as coberturas frias podem ajudar a obter significativa redução de custos e de consumo de energia. Essa é uma tecnologia simples, de baixo custo, que pode gerar benefícios para o governo, para as empresas e proprietários de residências em todo país.

Durante o primeiro semestre, o DOE vai instalar uma nova cobertura no prédio sul, de aproximadamente 6.100 m2. Como resultado da instalação nos dois prédios, os contribuintes irão economizar anualmente USD 8.000,00 com custos de energia.

Os telhados e o asfalto das ruas cobrem de 50 a 65% das áreas urbanas. Os materiais tradicionais, de cor escura, utilizados nos telhados absorvem de 80 a 90% da energia solar, elevando as temperaturas na superfície e consequentemente o calor interno dos edifícios. Esse fato requer mais instalações de aparelhos de ar condicionado. Os telhados brancos, ou com “cores frias” absorvem 50% a menos da energia solar, diminuindo a temperatura do telhado e a demanda do pico de energia em torno de 10%.

Um telhado escuro pode atingir temperaturas entre 65 a 87 oC em dias quentes, enquanto que o telhado frio, sob as mesmas condições,  irá aumentar somente de 10-25 graus a temperatura ambiente, isto é, menos 50 graus  em comparação aos telhados escuros. Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (LBNL) chegou à conclusão que os telhados ou pavimentações frias podem auxiliar a reduzir a demanda por ar condicionado, diminuir a temperatura de cidades inteiras, e cancelar potencialmente os efeitos do aquecimento das emissões de dióxido de carbono, em até dois anos. Eles estimam que se três em quatro prédios comerciais nos Estados Unidos recebessem cobertura fria, as economias de energia no funcionamento dos aparelhos de ar condicionado poderiam reduzir as emissões de CO2 em aproximadamente 6 milhões de toneladas/ano, o equivalente à retirada de 1 milhão de veículos de circulação das ruas.

Muitos proprietários de grandes complexos comerciais, industriais e residenciais, assim como associações nacionais e órgãos governamentais estão instalando laminados refletivos de PVC branco nos telhados de forma a reduzir custos e energia. O laboratório nacional do Departamento de Energia em Oak Ridge, Tennesse, instalou as coberturas frias, assim como o fez a Agência de Proteção ao meio ambiente, em Research Triangle Park, Carolina do Norte.

Além de economizar energia, as coberturas de PVC também apresentam grande resistência ao fogo, que se autoextingue assim que a fonte da chama é removida. Como uma prova de suas qualidades de resistência ao fogo, a cobertura de PVC foi instalada na sede da Associação Nacional de Proteção contra Incêndios em Quincy, Massachusetts.

A Vinyl Roofing Division da Chemical Fabrics and Film Association também observam que os sistemas de coberturas refletivas de camada única aumentam a expectativa de vida útil tanto do laminado como do equipamento de refrigeração dos prédios.

O Departamento de Energia lançou um vídeo com o Secretário Chu que mostra a instalação da cobertura e explica alguns dos benefícios decorrentes dessa importante tecnologia. O vídeo está disponível no Blog Energia no endereço (http://blog.energy.gov/blog/2010/12/14/cool-roofs-easy-upgrade).

Fonte: Instituto do PVC / VynilNewsService

Bayer fornece coberturas inteligentes para Estádios de Futebol com chapas de policarbonato.

21/09/2010

Concepção artística do novo estádio nacional Lia Manoliu, em Bucareste, na Romênia.

Competições esportivas especiais merecem um palco especial. E é por este motivo que tem crescido constantemente nos últimos anos o interesse mundial no planejamento e aperfeiçoamento de praças esportivas, para se atingir os mais altos padrões no que se refere à arquitetura e instalações. Em resposta a este crescente interesse, a Bayer MaterialScience tem desenvolvido soluções totalmente integradas baseadas em chapas plásticas fabricadas com o material de alta tecnologia Makrolon®, o qual ela está apresentando na Feira Estádio, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 6 a 8 de outubro de 2010. Este é também o motivo pelo qual a empresa é freqüentemente solicitada a fornecer consultoria no projeto de estádios e na preparação para eventos esportivos de destaque.

“Chapas sólidas e de paredes múltiplas fabricadas com Policarbonato são incrivelmente fortes, mas também elásticas e podem resistir a cargas de ventos fortes sem a necessidade de subestruturas complexas. Segurança é o fator decisivo para nós”, explica Dr. Volker Benz, Gerente Global para projetos de destaque no setor de chapas de policarbonato, na Bayer MaterialScience. Tendo sido usadas em uma ampla gama de projetos de referência, as chapas provaram ser um material ideal para a construção de estádios. “Pesando somente uns poucos quilogramas por metro quadrado, o material é também leve e ideal para adequar estádios e outras praças esportivas para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”, completa Dr. Benz.

Praças esportivas de ponta para a Copa Européia de Futebol de 2012. As preparações para a construção de estádios para a próxima Copa da UEFA em 2012 na Polônia e Ucrânia já estão bem adiantadas. De fato, a Bayer MaterialScience já produziu mais de 45.000 metros quadrados de chapas especiais 3X25 ES  a partir de Makrolon® , somente para a Arena PGE Gdansk, na Polônia. As chapas estão sendo usadas tanto para a cobertura como para o revestimento externo do estádio – uma coisa que nunca tinha sido feita antes. Mas as propriedades diversificadas deste material tem ajudado a tornar possível uma outra característica importante do estádio: cada chapa individual foi colorida para fazer o estádio inteiro reluzir âmbar. “Como resultado, a arena incorpora a marca da região e está em sintonia com a sua vizinhança. Afinal de contas, o âmbar é também conhecido como o “ouro do Mar Báltico””, diz Dr. Benz. Para conseguir esta aparência, o Makrolon®  foi colorido com seis diferentes tonalidades, desde o branco até o âmbar escuro. “Nós fomos capazes de implementar as idéias criativas dos designers usando a nossa tecnologia de compostagem” acrescenta o gerente do projeto. A conclusão dos trabalhos de construção da arena está prevista para ocorrer no meio do próximo ano.

Um outro projeto de referência é a arena Legia Warszawa em Varsóvia, onde aproximadamente 7.600 metros quadrados da superfície de cobertura já foram montadas com chapas de policarbonato. As chapas especiais com paredes múltiplas usadas aqui tem até 12 metros de comprimento e 1,2 metros de largura – uma largura especialmente projetada para aumentar a capacidade de resistir a cargas, já que ventos fortes e muita neve não são incomuns na região durante os meses de inverno. O policarbonato usado neste projeto é completamente transparente e, portanto, permite uma passagem de luz suficiente para a grama crescer naturalmente e para criar uma atmosfera aberta e agradável para os espectadores.

Mas o material polimérico é também usado regularmente em outras partes do mundo, sempre que os designers querem criar praças esportivas bonitas e ao mesmo tempo funcionais. O novo estádio nacional Lia Manoliu que sediará a Euroliga em 2012 está sendo hoje construído em Bucareste, na Romênia. Este projeto colocou uma ênfase particular na harmonização da funcionalidade com o design, a fim de atender completamente a todas as exigências. Chapas sólidas de Policarbonato foram o material escolhido, já que elas são incrivelmente transparentes e oferecem uma grande liberdade para o projetista no que se refere à combinação da funcionalidade e estética. As chapas sólidas de 8 milímetros de espessura tem 12 metros de comprimento e são montadas como uma única estrutura.

Um estádio de futebol que gera a sua própria energia.
O time de futebol SV Werder Bremen da Bundesliga alemã está também usando chapas de Policarbonato para obter uma cobertura energeticamente eficiente, como parte do trabalho de renovação do seu estádio. Em breve, módulos fotovoltaicos transparentes instalados sobre uma área de mais de 3.000 metros quadrados estarão transferindo eletricidade para o suprimento de energia do estádio, economizando, portanto, em torno de 100 Watts de eletricidade por metro quadrado. O compósito “sanduíche”, desenvolvido conjuntamente pela Sunovation GmbH e a Bayer MaterialScience, compreende células flutuantes de silício embutidas entre uma chapa sólida de Makrolon® , de um lado, e uma chapa de parede tripla de Makrolon® , no outro lado. O compósito é à prova de água, flexível e ostenta uma longa vida útil, graças especialmente à capacidade de suportar cargas da chapa de paredes múltiplas.

Graças aos Jogos Olímpicos de 2008 na China, as chapas de Policarbonato provavelmente serão um componente integral de estruturas espetaculares nos anos que virão. Por exemplo, os 23.000 metros quadrados de chapas de policarbonato dão ao design em forma de asa do estádio de Shenyang um sentimento de elegância e leveza. Processos de curvamento a frio usados nas chapas permitiram que os designers pudessem adaptar a forma do estádio às suas vizinhanças. E, desde que o produto teve que satisfazer a exigências muito severas em termos de resistência mecânica, a Bayer MaterialScience desenvolveu uma chapa que atendeu a todas as demandas de uma vez só – a Makrolon® multi UV 3X/25-25 ES. Esta chapa possui uma espessura de apenas 25 milímetros, mas pode resistir a uma carga superior a 5 kNewtons por metro quadrado. Nem neve pesada nem ventos fortes são problema para estas fortes chapas multifuncionais.

Sobre a Bayer MaterialScience:
Com vendas de  7.5 bilhões de Euros em 2009, a Bayer MaterialScience é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. As suas atividades de negócio se focalizam na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de solução inovadoras para produtos usados em muitas áreas do cotidiano. Os principais segmentos servidos as indústrias de automóveis, elétrica e eletrônica, construção, esporte e lazer. No final de 2009, a Bayer MaterialScience  tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.300 pessoas mundialmente. A Bayer MaterialScience é uma empresa do grupo Bayer.

Fonte: Bayer MaterialScience

“Jogadores” da SABIC brilham na Copa do Mundo.

16/07/2010

A SABIC (Saudi Basic Industries Corporation) teve uma forte presença, do seu próprio modo, na partida final da Copa do Mundo da África do Sul. Duas das suas estrelas – Lexan e Polietileno – tiveram um excelente desempenho,  junto com Xavi, Robben e Sneidjer,  jogadores chaves da Espanha e Holanda que disputaram as finais em Johanesburgo, em 11 de julho.

Os gols do Lexan e do Polietileno não contaram no placar final, mas de qualquer forma tiveram um forte impacto sobre os milhares de fãs presentes no estádio e nos milhões que assistiram o jogo pela televisão em todo o mundo.  O estádio Soccer City em Johanesburgo, onde a final foi disputada, é coberto com um teto de 14.000 m2 fabricado com placas de Policarbonato Lexan da SABIC.  Estas placas oferecem a claridade do vidro sem as desbantagens do peso e fragilidade,  proporcionando uma experiência satisfatória para os fãs do futebol. As premiadas placas de Policarbonato LEXAN da SABIC foram também cuidadosamente projetadas para se assemelhar à água em movimento e proteger até 95.000 espectadores das mudanças de condições do tempo. Elas também permitem a entrada de luz natural, criando um ambiente agradável.

Combinando um desempenho excepcional, responsabilidade ambiental e estética, as placas de Policarbonato LEXAN da Sabic também foram usadas nas juntas de construção do estádio Moses Mabhida em Durban, assim como no teto do estádio Peter Mokaba em Polokwane. ing outstanding performance, environmental responsibility and aesthetics, SABIC’s Lexan PC sheet has also been used for the building joints of the Moses Mabhida Stadium in Durban as well as for roof glazing at the Peter Mokaba Stadium in Polokwane.

Fonte: SABIC