Posts Tagged ‘Casa de PVC’

A Braskem e IAB-Alagoas lançam o concurso Casa PVC

12/07/2013

A Braskem e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Departamento Alagoas, lançaram no último dia 10 de julho, Concurso Público Nacional de Arquitetura para a elaboração do projeto de uma casa, cujos elementos construtivos sejam prioritariamente os plásticos, e em especial, o PVC. As inscrições  estão abertas até o dia 9 de agosto. Os projetos devem ser enviados ao IAB do dia 28 de agosto até o dia 06 de setembro.

O concurso faz parte das comemorações da inauguração da primeira unidade de PVC em Alagoas, em 1988. Um dos seus objetivos é dar visibilidade para novas tecnologias aplicadas na construção civil, incorporando  os conceitos de habitação sustentável global. A utilização do Concreto de PVC como matéria prima para o projeto se configura como o grande diferencial no atendimento de requisitos como durabilidade e conforto térmico, sendo ainda, o PVC um material reciclável.

O júri será composto por arquitetos indicados pelo IAB e pela Braskem. A premiação total será de 18 mil reais, sendo 10 mil reais para o 1º colocado, 5 mil reais para o  segundo colocado e 3 mil reais para o terceiro colocado. O resultado do concurso, que terá abrangência nacional, será divulgado no dia 23 de setembro e a solenidade de premiação será no dia 30 de setembro. Os trabalhos vencedores serão objeto de uma exposição aberta ao público, em local ainda não definido.

Para Rafael Tavares, Presidente IAB AL: “A realização de concursos públicos para projetos executivos é uma ação que merece todo apoio e envolvimento do IAB, visto que esta não é uma prática corrente. Outra questão importante é a possibilidade de estimular os profissionais do setor para a incorporação de novas tecnologias em seus projetos”. Para Milton Pradines, Gerente de Relações Institucionais da Braskem, “o concurso é mais uma ação de divulgação do PVC  produzido em Alagoas e que é utilizado em larga escala na construção civil”.

Para Marco Aurélio Campêlo, Gerente da Planta de PVC da Braskem em Alagoas, o “estado é o maior produtor de PVC da América Latina e devemos estimular toda e qualquer ação que dê visibilidade ao produto. Além disso, o país convive um alto déficit habitacional e o PVC é uma das melhores alternativas para utilização nas construções habitacionais”.

As informações sobre o concurso estão disponíveis no site: www.casapvcbraskem.iabal.com.br

Fonte: Braskem

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Uso do plástico na construção civil reformula produtos e contribui para elevar ecoeficiência

23/05/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No ano em que diversos países se reunirão, na Rio+20, para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.

A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.

“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.

Menos entulho

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.

Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.

Alternativa

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.

Origem renovável

O polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.

O “polietileno verde” tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera – gás causador do efeito estufa – durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Fonte: Braskem

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Casa de PVC será montada a cada três horas durante a Feira da Providência, no Rio de Janeiro.

29/11/2011

As aplicações dos plásticos em projetos sustentáveis como em perfis construtivos, assim como a sua reciclabilidade, serão abordados nos cinco dias do evento.

Uma casa feita com perfis construtivos de PVC será montada e desmontada a cada três horas, durante a Feira da Providência, que acontece entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro, no Rio Centro, Rio de Janeiro. Esta será uma das atrações do estande das entidades ligadas ao setor dos plásticos, que vão discutir a sustentabilidade desses produtos, assim como sua reutilização e reciclagem. Uma máquina que retira o ar do Isopor® para que seja reciclado, um telão eletrônico que aborda os mitos e fatos sobre os plásticos, além de um processo de coleta dos resíduos descartados na feira para serem destinadas à reciclagem, tudo isso fará parte do evento.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC e da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, é importante que a população conheça a utilidade dos plásticos e sua capacidade de promover economia, bem estar e sustentabilidade. “Não é possível imaginar a vida moderna sem os plásticos e, para que possamos usufruir de seus benefícios sem prejudicar o meio ambiente, é necessário levar à sociedade informações sobre uso responsável e descarte adequado”, afirma o executivo.

Casa de PVC – Ideal para a construção de habitações com rapidez, limpeza e segurança, a casa que será montada durante a feira é feita de painéis de PVC preenchidos com concreto. Durante o evento, os participantes vão ver que esses perfis são montados como ‘lego’: os painéis são acoplados entre si por meio de encaixes nas laterais e podem ser usados em construções de até cinco pavimentos.

O sistema construtivo em PVC facilita a gestão da obra e dos materiais necessários, uma vez que o kit vem pré-estabelecido. Outro benefício desse tipo de construção é que não demanda acabamento, uma vez que o PVC cumpre essa função. A maior vantagem para o morador é a durabilidade e a baixa manutenção do sistema em PVC. A durabilidade da edificação chega a 50 anos, com garantia de 15 anos. Além disso, com água e sabão neutro se faz a limpeza das paredes, sem necessidade de pintura freqüente. E o conforto ambiental fica assegurado pelo alto desempenho termoacústico do material.

Segundo Bahiense, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, promovendo a qualidade de vida da população, gerando economia e, ainda, podendo ser reciclado. “Hoje o Brasil tem uma taxa de 15% de reciclagem de PVC, índice expressivo, se levarmos em conta que grande parte desse material é usado em aplicações de longa duração”, lembra o executivo.

Parceria com a Eccovida – Os plásticos são 100% recicláveis. Para reforçar esse conceito e promover junto aos visitantes da feira ações de responsabilidade no consumo e no descarte dos produtos, a Plastivida, em parceria com a ONG Eccovida, que atua no Rio de Janeiro, realizarão a coleta de todo o resíduo gerado no evento para a reciclagem. “A Eccovida realiza um trabalho de promoção à coleta seletiva no Rio de Janeiro e pretende, com esse projeto, incentivar a comunidade a participar cada vez mais”, afirma Edson Freitas, diretor da entidade. Diariamente serão divulgados boletins sobre a quantidade do material coletado na feira, que será doado a entidades assistenciais para reciclagem.

Isopor® é plástico e é reciclável – Também será demonstrado como é feito o processo de reciclagem do Isopor®, que poucos sabem que é um plástico 100% reciclável e que pode se tornar rodapés, molduras para quadros, pranchetas e réguas escolares, por exemplo. “O Isopor® também pode ser reutilizado na construção como revestimento acústico, como no preenchimento das paredes da própria casa de PVC”, explica Miguel Bahiense.

Os visitantes do evento também poderão verificar seus conhecimentos sobre os plásticos e tirar dúvidas em um painel eletrônico que as entidades levarão até o pavilhão. “Todas essas ações têm a mesma finalidade, chamar a atenção da população para a importância dos plásticos em nosso cotidiano e para as boas práticas que garantem a sustentabilidade”, completa Bahiense.

Serviço:

Feira da Providência

Rio Centro – 30/11 a 04/12

http://www.feiradaprovidencia.org.br/

Fonte:  Instituto do PVC

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida