Posts Tagged ‘Camaçari’

Tigre encerrará atividades da fábrica de Camaçari em fevereiro de 2017

08/12/2016

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A empresa de tubos e conexões Tigre anunciou no dia 28/11 o encerramento da operação na unidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA). A fábrica deve encerrar as atividades em fevereiro de 2017, extinguindo 261 vagas diretas e 900 terceirizadas. Em nota divulgada à imprensa, a empresa afirma que a decisão foi tomada “após extensa análise de alternativas para garantir a competitividade das operações da companhia no País e assegurar a produtividade fabril com o melhor aproveitamento da capacidade das demais unidades existentes no Brasil”, garantindo a competitividade da empresa em todo país.

A Tigre ressaltou que os seus clientes continuarão a ser atendidos por outras unidades do Grupo e que a empresa “vem adotando medidas que assegurem a sustentabilidade e a perenidade do negócio”.

Entre as medidas adotadas para “minimizar os impactos” das demissões dos 261 funcionários, a empresa cita a criação de um núcleo de apoio com foco no auxílio aos funcionários no retorno ao mercado de trabalho, capacitação e qualificação profissional; priorização dos profissionais de Camaçari em vagas de trabalho em outras unidades da Tigre e parceria com instituições de apoio técnico e financeiros para empreendedores.

A unidade de Camaçari é a fábrica responsável pela produção de tubos de PVC que abastece, principalmente, o mercado nordestino.

A medida tem gerado protestos desde a sua divulgação. Neste dia 08/12, funcionários da Tigre realizaram um novo protesto contra o fechamento da unidade.

Fonte: Nota da Tigre

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Braskem investirá R$ 380 milhões para uso de gás etano em complexo petroquímico na Bahia

22/03/2016

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O investimento viabilizará o uso do gás etano oriundo dos Estados Unidos como matéria-prima alternativa, dando flexibilidade e maior competitividade na produção de petroquímicos básicos em Camaçari (BA)

A Braskem investirá cerca de R$ 380 milhões para permitir o uso de gás etano como matéria-prima em suas operações. O investimento será direcionado à adaptação da infraestrutura logística no Terminal Portuário de Aratu, no duto de interligação e na adequação tecnológica de sua Unidade de Petroquímicos Básicos, no Polo Petroquímico de Camaçari (Bahia).

Para abastecer a unidade industrial, a Braskem assinou acordo de longo prazo com a empresa norte-americana Enterprise Products, que fornecerá, a partir do segundo semestre de 2017, o gás etano oriundo do gás de xisto (shale gas), matéria-prima utilizada para a produção de produtos petroquímicos.

A decisão do investimento da Braskem está alinhada à estratégia de buscar a flexibilidade na produção petroquímica com fontes alternativas de matéria-prima, reforçando a competitividade da companhia. A planta industrial da Bahia, que hoje depende integralmente do fornecimento de nafta, passará a poder utilizar até 15 % de etano a partir dos investimentos a serem realizados. Atualmente, a nafta petroquímica representa 85% da matéria-prima usada nos crackers da Braskem no Brasil, e o gás, 15%. Com o fornecimento de etano para a unidade no Polo Petroquímico de Camaçari, o gás aumentará sua participação para 20% de toda a matéria-prima utilizada pela Braskem no país.

“O investimento tem como foco proporcionar maior competitividade e flexibilidade no uso de matéria-prima”, diz Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem. “Essa diversificação com o uso do gás como matéria-prima – hoje abundante no mercado norte-americano – é uma tendência global da indústria petroquímica. Esse movimento busca fortalecer a competitividade da cadeia química e petroquímica brasileira bem como a atuação nacional e internacional da Braskem no setor.”

Do Texas para a Bahia

Nos planos da Braskem, o gás etano comercializado pela Enterprise Products sairá do porto de Morgan’s Point, em Houston, no Texas, será liquefeito e transportado em navios especiais refrigerado a 90°C negativos até o Terminal de Gases Liquefeitos (TEGAL), localizado no Porto de Aratu (BA). Do terminal portuário, o produto seguirá por meio de duto até a Unidade de Petroquímicos Básicos, da Braskem, em Camaçari, onde novamente será transformado em gás para ser utilizado como matéria-prima.

Para que seja possível o uso da nova matéria-prima, serão realizados investimentos na modernização do terminal de Aratu, no duto de interligação e na unidade industrial. Os investimentos incluem a construção de um sistema de descarregamento, aquecimento e transferência de etano; adequação de duto existente para uso de etano; recondicionamento de tanque criogênico e sistemas de liquefação de gases; além de adequações nos sistemas do terminal portuário. As adaptações serão iniciadas durante a parada de manutenção, agendada para outubro deste ano. A previsão é que a unidade industrial já comece a utilizar gás etano como matéria-prima a partir de outubro de 2017.

O gás etano

O gás etano é utilizado para a produção de eteno, principal matéria-prima para a produção do polietileno (PE), PVC e também do EVA. O polietileno é um dos mais versáteis polímeros existentes, possuindo aplicações nos mais diversos mercados, dentre as quais sacolas plásticas, filmes e embalagens, lonas e silos-bolsa para plasticultura, caixas d’água, fios e cabos elétricos, tubos para água e gás, tanques de combustível e entressolas de calçados (EVA). Já o PVC pode ser utilizado na construção civil na forma de tubos e conexões, janelas, portas, pisos, forros e telhas, além de produtos médico-hospitalares, como bolsas de sangue e na agricultura na forma de galpões e tubos de irrigação.

Fonte: Braskem

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BASF inaugura Complexo Acrílico de escala mundial em Camaçari

19/06/2015

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  • Primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes na América do Sul
  • Investimento de mais de € 500 milhões é o maior aporte da história da BASF em mais de 100 anos na América do Sul.
  • Planta de acrilato de butila em Guaratinguetá passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila

A BASF inaugurou hoje (19/06) o seu complexo de produção em escala mundial de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes na América do Sul, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano. Com um investimento de mais de € 500 milhões, este é o maior aporte da história da BASF em mais de 100 anos na América do Sul.

“A BASF é líder global na cadeia de valor de ácido acrílico. Este grande investimento irá fortalecer ainda mais a nossa posição no crescente mercado sul-americano”, diz Michael Heinz, membro do Conselho de Administração Executivo da BASF SE.

Polímeros superabsorventes (SAPs) são importantes produtos na cadeia de valor de ácido acrílico e são utilizados na produção de fraldas para bebês e outros produtos de higiene. O acrilato de butila, um importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir adesivos, produtos químicos para construção e tintas decorativas.

“Este complexo vai garantir o abastecimento nacional e regional de produtos que atualmente são importados”, diz Ralph Schweens, Presidente da BASF na América do Sul. “Além disso, ele vai impactar positivamente a economia local, incentivando o investimento e a inovação na região, e atrair novas empresas para o polo industrial de Camaçari”, acrescentou.

A BASF espera que o investimento traga um impacto positivo à balança comercial do País, de cerca de US$ 300 milhões por ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução das importações e US$ 100 milhões em função da criação de exportações.

Colaboradores treinados nos EUA, Bélgica e China

A construção do novo complexo começou em março de 2012. Para operação, as três unidades produtivas criaram 230 empregos diretos e 600 indiretos na região. A BASF está estabelecendo os mais altos padrões no Brasil, aproveitando a expertise da unidade chinesa que entrou em operação recentemente.

Com o novo complexo de Camaçari, a BASF irá converter sua fábrica de acrilato de butia, localizada em seu site em Guaratinguetá, em uma unidade de produção de acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e revestimentos especiais. Esta será a primeira fábrica desse tipo na América do Sul. A produção está prevista para começar em 2016, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari.

O portfólio de produtos da BASF oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Empresa química líder mundial, a BASF tem 150 anos de história e contabilizou vendas de mais de €74 bilhões em 2014, contando com mais de 113 mil colaboradores no final do ano.

Fonte: BASF

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Braskem investe R$50 milhões na Bahia para ampliação da produção de polietilenos especiais

21/10/2013

 Companhia vai modernizar e expandir fábrica para suportar crescimento de seus clientes e garantir abastecimento de resina base metaloceno à indústria plástica

A Braskem está investindo aproximadamente R$ 50 milhões para ampliar sua capacidade de produção de polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) em 120 mil toneladas anuais – deste total, 100 mil toneladas farão parte da família Braskem Flexus®, a marca do polietileno base metaloceno da Braskem. A empresa vai converter uma de suas linhas industriais de produção de polietileno a fim de oferecer uma resina com tecnologia mais moderna para a indústria de transformação de filmes plásticos.

A unidade, localizada no polo petroquímico de Camaçari, na Bahia, terá uma linha totalmente dedicada à produção desta resina. Para a conversão da planta, a Braskem já concluiu os estudos de engenharia. A previsão é que a linha de produção comece a operar no primeiro semestre de 2015. “Estamos ampliando nossa oferta de produtos da família Braskem Flexus® a fim de garantir suporte ao crescimento dos nossos clientes em segmentos de mercado que requerem resinas de alta tecnologia”, diz o vice-presidente de Poliolefinas da Braskem, Luciano Guidolin.

“Com esse investimento, conseguiremos atender ao crescimento demandado pelo mercado brasileiro nos próximos anos além de atender à necessidade dos nossos clientes por filmes com melhor desempenho”, diz o diretor de Negócio Polietilenos da Braskem, Edison Terra. O Braskem Flexus® é utilizado em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem. É voltado à indústria de transformação em aplicações de filmes especiais, bobinas técnicas e filmes industriais.

Desde 2004, a Braskem lidera o mercado da América Latina na oferta de polietileno base metaloceno, com capacidade superior a 350 mil toneladas por ano. Além disso, a empresa oferece uma estrutura de engenharia de aplicação para os clientes desenvolverem as formulações para seus filmes.

Fonte: Braskem

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BASF inicia processo de recrutamento para o Complexo Acrílico de Camaçari

18/11/2012

O processo de recrutamento de colaboradores para vagas de 2012 e 2013 do Complexo Acrílico da BASF teve início no dia 14 de novembro

A BASF iniciou o processo de recrutamento de colaboradores para essa localidade. A primeira fase de recrutamento acontecerá entre este ano e o próximo, 2012 e 2013. No estado da Bahia, onde está localizado o Complexo Acrílico de Camaçari, o parceiro da BASF para as atividades de treinamento e desenvolvimento de pessoal é o SENAI-BA (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), que é vinculado ao SENAI Nacional.

Além desta parceria, a BASF contará também com parceiros da região para a realização dos processos seletivos.

Para acessar o canal de recrutamento e inscrever-se para o processo seletivo das vagas abertas para o projeto, clique aqui.

Sobre o Complexo Acrílico de Camaçari

A BASF anunciou em 2011 a construção do seu maior investimento em sua história na América do Sul. O Complexo Acrílico, a ser instalado no Polo Industrial de Camaçari, na Bahia, terá três fábricas – ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes.

Com o Complexo Acrílico, a BASF busca assegurar o fornecimento de importantes matérias-primas, como: superabsorventes para fraldas, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos, e produtos para construção civil. O investimento, de €500 milhões, representará um benefício de 300 milhões de dólares na balança comercial. O investimento irá gerar 230 empregos diretos e 600 indiretos durante a operação, além de gerar cerca de 2000 postos de trabalho durante a construção.

Fonte: BASF

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Braskem adia planos de construção de novas plantas de Polietileno e Polipropileno

20/07/2012

Segundo o jornal Valor Econômico, a Braskem adiou para 2013 os planos para construção de três novas unidades de Polietileno e Polipropileno. Essas três unidades compreendem duas plantas para produção de Polietileno e Polipropileno, respectivamente, a partir do etanol e uma terceira planta no Pólo Petroquímico de Camaçari para produção de Polipropileno a partir da nafta.

A Braskem tinha planejado iniciar a construção nos próximos meses, com investimentos aproximados de 1 bilhão de reais.

Para se adequar à presente desaceleração global na indústria petroquímica, as prioridades da Braskem passaram a ser o aumento de capacidade de produção de plantas e a modernização do seu parque petroquímico, segundo relato de Carlos Fadigas, presidente da Braskem, ao Valor Econômico.

Outros investimentos da empresa em andamento compreendem a conclusão de uma nova planta de butadieno no Rio Grande do Sul e uma nova unidade de PVC no Estado de Alagoas, que estão incluídos no orçamento de R$ 1,8 bilhões, previstos para 2012.

De acordo com Carlos Fadigas, o projeto de Polipropileno derivado do Etanol (“PP verde”) é o que está mais adiantado e deve ser iniciado antes dos outros dois, que deverão esperar mais um pouco.

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BASF lança construção de Complexo Acrílico de escala global no Brasil

24/11/2011
  • Maior investimento da história da BASF na América do Sul: 500 milhões de Euros
  • Início das atividades produtivas planejado para 2014
  • Braskem S.A. será o parceiro estratégico no fornecimento de matérias-primas e utilidades

A BASF lança hoje a pedra fundamental de seu Complexo Produtivo de escala global para a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia, Brasil. Será a primeira fábrica de ácido acrílico e superabsorventes da América do Sul. Com um investimento superior a 500 milhões de Euros, este será o maior aporte da BASF ao longo de sua história de 100 anos na América do Sul.

Além disso, a BASF passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e tintas especiais, no atual Complexo Químico de Guaratinguetá, São Paulo. Esta também será a primeira fábrica do produto na América do Sul.

A BASF é líder global e regional na cadeia acrílica e, com o novo Complexo Acrílico, vai assegurar o fornecimento de matéria-prima para importantes produtos, como: fraldas, químicos para construção civil, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos.

“Este momento é muito importante. Estamos evoluindo para a construção de nosso Complexo Acrílico no Brasil”, afirma Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

O Polo de Camaçari foi escolhido em função da disponibilidade de matéria-prima (propeno) e utilidades, fornecidas pela Braskem S.A., a maior indústria química do Brasil e parceira estratégica da BASF neste projeto.

A construção do novo Complexo Acrílico começará em 2011, gerando cerca de 1.000 empregos durante a construção. O início das atividades produtivas está previsto para o quarto trimestre de 2014, gerando 230 empregos diretos e 600 indiretos. A produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá está planejada para iniciar em 2015, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari, BA.

“Esperamos que o investimento traga um impacto muito positivo para a balança comercial do País de cerca de US$ 300 milhões ao ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução de importações e US$ 100 milhões em função do aumento das exportações”, diz Hackenberger.

O ácido acrílico é um importante produto na cadeia de valor dos superabsorventes, componentes ativos de fraldas de bebês e outros produtos de higiene. Éster acrílico, o mais importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir matérias-primas para adesivos, químicos para construção e tintas decorativas, como as da Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF e líder no segmento Premium no Brasil.

Fonte: BASF

BASF fortalece sua posição em polímeros superabsorventes (SAP) nos mercados emergentes

16/10/2011
  • BASF acompanha o crescimento de clientes nos mercados emergentes com unidades de produção locais
  • As novas fábricas de SAP em Camaçari, Brasil, e Nanjing, China, têm capacidade produtiva de 60.000 toneladas cada
  • Produção será inicia em 2014

A BASF fortalece sua posição no mercado de polímeros superabsorventes com investimentos em unidades de produção locais em mercados emergentes de rápido crescimento. Recentemente, a BASF anunciou a finalização do estudo de viabilidade da construção de uma nova fábrica de polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Brasil. O início da produção está previsto para 2014 e a capacidade produtiva anual será de 60 mil toneladas.

O segundo estudo de viabilidade, que está relacionado a um investimento em uma unidade fabril de SAP da BASF com a co-participação da SINOPEC em Nanjing, China (BASF-YPC Company Limited), também foi concluído e as empresas decidiram começar a construção das novas instalações em meados de 2012. A fábrica de SAP em Nanjing também irá operar a uma capacidade anual de 60 mil toneladas e o primeiro produto manufaturado pela nova fábrica estará disponível no mercado no início de 2014.

 A BASF acompanha o crescimento de seus clientes

O crescimento mais relevante da demanda por polímeros superabsorventes é nos mercados emergentes. “O objetivo das duas iniciativas é acompanhar o crescimento de nossos clientes e torná-los mais independentes das importações”, diz Gabriel Tanbourgi, Presidente Global da Divisão de Care Chemicals da BASF. “Com nossos dois investimentos podemos facilmente servir o crescente mercado de polímeros superabsorventes da América do Sul e China”.

 Os investimentos no Brasil e na China marcam o compromisso da BASF em longo prazo com seus clientes e os mercados emergentes.

 “As duas fábricas serão construídas com as últimas tendências em tecnologias, sendo considerada uma futura integração à fábrica de ácido acrílico”, diz Teressa Szelest, Vice-presidente Sênior Global dos Negócios de Higiene. “Isso permite a produção do nosso SAP premium de alta qualidade também nos mercados emergentes.” Com seus inovadores polímeros superabsorventes, a BASF segue as tendências dos mercados de fraldas, produtos de incontinência para adultos e aplicações para higiene feminina. “As fraldas, em particular, tornam-se cada vez mais finas”, comenta Szelest. “Com nossas inovações apoiamos nossos clientes no desenvolvimento de uma nova geração de fraldas”, ela conclui.

 Como já anunciado no início deste ano, a BASF está conduzindo outro estudo para avaliar a viabilidade técnica e econômica de operar um sistema integrado na fábrica de SAP em Kuantan, na Malásia, que ainda não foi concluído. A decisão sobre qualquer investimento em Kuantan depende dos resultados do estudo de viabilidade.

 Variedade de aplicações dos Polímeros Superabsorventes

Polímeros superabsorventes têm capacidade de absorver e armazenar até 500 vezes seu próprio peso em líquido – mesmo sob pressão. A absorção é reduzida, surpreendentemente para 50 vezes o seu peso com fluidos corporais, como urina. O produto é utilizado na forma de pó branco e granulado principalmente para fazer fraldas para bebês. Os produtos para incontinência para adultos e higiene feminina são outras áreas prioritárias de pesquisa para os grânulos brancos. Outras aplicações, não consideradas de higiene, são o poder de absorção de polímeros superabsorventes usados para o controle de umidade em assentos de carros e embalagens de alimentos.

Fonte: BASF

MVC anuncia abertura de nova unidade em Camaçari.

12/09/2011

Agendada para partir em janeiro de 2012, fábrica atenderá apenas o mercado de energia eólica, produzindo  peças de compósitos para a Gamesa.

A MVC vai inaugurar em janeiro de 2012 uma fábrica em Camaçari (BA). A unidade, voltada ao mercado de energia eólica, abastecerá inicialmente a filial brasileira da espanhola Gamesa, companhia especializada em aerogeradores que, em julho, abriu uma planta na mesma cidade.

“A partir de 2013, pretendemos expandir a carteira de clientes desse segmento”, comenta Gilmar Lima, diretor geral da MVC. Com cerca de 2.000 m², a fábrica da MVC em Camaçari partirá com um potencial para processar 1.000 toneladas/ano de materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance que dá forma a diversas peças dos aerogeradores, como nacelles, bicos (noses) e coberturas. “A nova unidade terá capacidade para chegar a até 3.000 toneladas/ano, mas tudo vai depender da demanda”. De início, serão 60 funcionários, número que pode chegar a 200 em 2015.

 Produzir as gigantescas pás eólicas, também feitas de materiais compósitos, não faz parte da estratégia da MVC. “Queremos nos especializar nos outros componentes dos aerogeradores, tendo como diferencial o uso de processos mais automatizados e de melhor desempenho, como RTM e infusão”.

 O mercado de energia eólica deve gerar cerca de R$ 10 milhões em receitas para a MVC em 2012 – 6% do total projetado para o período. “A meta é que responda por 15% de uma receita estimada em R$ 400 milhões em 2015”, afirma o diretor geral.

Fonte: SLEA Comunicação

Unigel anuncia investimentos de R$ 40 milhões em Centro de Tecnologia e Inovação em Camaçari (BA).

22/08/2011

A Unigel apresentou no último dia 16/08 ,  no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia – FIEB, o projeto do seu novo Centro de Inovação e Tecnologia (CITU).  O Centro ocupará uma área de 2 mil metros quadrados nas instalações da empresa, em Camaçari,  e receberá investimentos  de aproximadamente R$ 40 milhões no decorrer dos próximos anos. O Centro de Pesquisas contará com laboratórios, equipamentos e plantas pilotos e um quadro técnico de aproximadamente 50 pesquisadores, engenheiros e técnicos.

“A inovação e a pesquisa fazem parte do DNA da Unigel; por isso a criação deste centro representa a frutificação de investimentos de longa data em tecnologia”,  afirma o presidente do grupo Unigel Henry Armand Slezynger, fazendo menção ao fato de que a origem da empresa, na década de 60, teve relação com pesquisas para o desenvolvimento de resinas acrílicas.

Segundo Luiz Pontes, diretor-presidente do Centro de Inovação e Tecnologia da Unigel, a Unigel irá formar parcerias com agências financiadoras de projetos como a FINEP e Fapesb para o lançamento de editais na área de ciência e tecnologia. “Também vamos apoiar teses de mestrado e doutorado e estimular pesquisadores da academia a estudar os problemas da indústria”, explicou Pontes,  que também professor é da UNIFACS.

Empresa finlandesa Huhtamäki Oyj adquire fabricante de filmes no Brasil

22/08/2011

A Huhtamaki Oyj, empresa finlandesa especializada na fabricação de embalagens, firmou um acordo para adquirir a fabricante brasileira de filmes higiênicos Prisma Pack Indústria de Filmes Técnicos e Embalagens Ltda. A aquisição marca um passo importante na estratégia da Huhtamaki de crescimento rentável e reforça significativamente a abrangência geográfica da sua unidade de negócios de Filmes, bem como a sua presença no crescente mercado de filmes higiênicos.

A Prisma Pack, sediada em Camaçari (BA),  detém uma fatia relevante do mercado de filmes higiênicos no Brasil. Filmes higiênicos são usados ​​principalmente em produtos de higiene pessoal, tais como fraldas descartáveis, absorventes femininos e fraldas para incontinência. As vendas líquidas Prisma Pack em 2010 foram de aproximadamente 40 milhões de euros. A empresa tem um forte histórico de crescimento de vendas desde o seu início em 2003. A empresa emprega aproximadamente 200 pessoas. A subsidiária brasileira da Huhtamaki vai adquirir a totalidade das quotas da Prisma Pack por um preço de compra líquido de 20 milhões de euros (R$ 47 milhões).

“Estamos muito animados com esta aquisição”, diz Jukka Moisio, CEO da Huhtamäki Oyj. “A adequação estratégica é perfeita. Com a Prisma Pack, ganhamos uma posição forte no mercado de filmes higiênicos, em rápido crescimento no Brasil, e melhoramos a nossa capacidade de servir nossos clientes globais na América do Sul”.

“Nossa meta é chegar a uma posição de liderança mundial em filmes para aplicações de higiene”, diz Peter Wahsner, Vice-Presidente Executivo para o negócio de Filmes. “A aquisição da Prisma Pack complementa a nossa plataforma de produção, pois estamos apenas começando as operações em nossa planta na Tailândia. Com fábricas na Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul, estamos agora em condições de servir os nossos clientes globais a partir de uma posição-chave de abastecimento local em todo o mundo. ”

A aquisição está prevista para ser concluída até o final de agosto de 2011.

Fonte: Huhtamaki

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida