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Rhodia e Top Shoes Brasil apresentam calçado conceito desenvolvido com poliamida biodegradável

28/07/2018

Um protótipo de calçado esportivo foi a novidade que a Rhodia, empresa do Grupo Solvay, apresentou no Inspiramais 2019_II (17 e 18 de julho, em São Paulo). O modelo foi desenvolvido em parceria com o estúdio Top Shoes Brasil, um dos mais renomados centros de design e inovação para o desenvolvimento de calçados.

O cabedal do calçado foi desenvolvido com uma técnica de tecelagem 3D, conhecida como Knit, um processo inovador em que a peça é tecida de forma individual e customizada. Segundo a Rhodia, o Knit oferece otimização de custos em todo o processo produtivo e redução de resíduos calçadista. A grande novidade trazida pela Rhodia para este calçado é o uso da poliamida sustentável da família Amni® Colors, fios mesclas, brancos e pretos, que, de acordo com a empresa, já nascem com uma tonalidade especial para suprimir a etapa de tingimento do tecido/malha do cabedal. Os fios Amni® Colors podem ser utilizados em sua forma natural, mesclando suas tonalidades e evitando assim o processo de tinturaria.

A combinação do Knit com os fios de poliamida sustentáveis da família Amni® Colors proporciona ao consumidor e ao mercado produtos de alto valor agregado, que aliam design, sustentabilidade, conforto, tecnologia e custo-benefício, garante a Rhodia.

A empresa afirma também que, além de garantirem a sustentabilidade do setor têxtil ao permitirem a redução do consumo de água, energia e de insumos durante o processo de fabricação da malha ou tecido do cabedal, os fios Amni® Colors oferecem conforto, respirabilidade, durabilidade e evitam o risco de manchas e a perda da intensidade da cor.

No calçado também foram utilizados a linha de costura Green Fiber® da empresa Linhasita e a palmilha e cadarço da empresa Cofratec, todos desenvolvidos a partir do Amni Soul Eco®, fio de poliamida biodegradável da Rhodia. Segundo a empresa, materiais feitos a partir do Amni Soul Eco® se biodegradam em 3 anos quando descartados em aterros sanitários, reduzindo o impacto ambiental.

Os produtos têxteis da Rhodia têm a certificação internacional Oeko-Tex (standard 100, classe 1), que atesta a sua segurança de uso para a confecção de roupas e calçados para adultos, crianças e bebês. “Cada vez mais os consumidores estão interessados em produtos que sejam amigos do meio ambiente e, ao mesmo tempo, ofereçam conforto, design e tecnologia. O nosso trabalho é traduzir esse desejo em produtos têxteis inovadores, que entreguem conforto e funcionalidade à vida das pessoas”, diz Renato Boaventura, presidente da unidade global de negócios Fibras do Grupo Solvay.

O projeto desenvolvido pelo estúdio Top Shoes Brasil inclui um solado especial em PU (poliuretano), com matéria-prima da Rhodia. “A solução que criamos para o solado atende aos requisitos desejados pelos fabricantes: mais conforto, durabilidade, flexibilidade e leveza”, diz Marlise Margaritelli, gerente de marketing de Fenol e Derivados da Solvay. Segundo Marlise, a empresa está atenta aos avanços do setor calçadista e busca desenvolver projetos com profissionais e empresas reconhecidas no setor, como a Top Shoes Brasil.

Para Gustavo Dal Pizzol, o projeto criado com a utilização dos produtos e matérias-primas da Rhodia está em linha com as tendências do setor calçadista, que valoriza os materiais com apelo tecnológico e têm pegada sustentável. “É uma satisfação criar um projeto como esse que desenvolvemos com a Rhodia, que agrega inovações sustentáveis para a indústria têxtil e o setor de componentes de calçados. Temos a certeza de que o mercado vai saber reconhecer o valor desse produto que estamos criando”, disse.

Dados divulgados pela Assintecal, associação do setor de componentes de calçados, a partir de estudos da consultoria britânica Euromonitor, mostram que a venda de calçados esportivos movimentou R$ 12,71 bilhões no País em 2017. Dentro desse mercado, o segmento de calçados de performance, que inclui tênis para corrida, futebol e academia, gerou cerca de R$ 6,80 bilhões em 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa -Rhodia

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Centro de Tecnologia e Inovação da Braskem investe em laboratório para EVA

08/08/2016

Braskem-eva-laboratorio

Novo espaço trabalhará com EVA, resina utilizada principalmente no setor calçadista

O Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) da Braskem, localizado no polo petroquímico de Triunfo, investiu em junho R$ 500 mil em um novo laboratório. O local é específico para o processamento de EVA, voltado para desenvolvimento de novas aplicações e suporte para os clientes desenvolverem suas próprias formulações.

O novo laboratório passa a ser uma referência na área de EVA no país, pois conta com uma infraestrutura que permite realizar desde a formulação de um composto até a produção de protótipos. “Esse investimento permitirá uma maior interação com os clientes, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias para a indústria calçadista”, afirma Giancarlos Delevati, engenheiro de Aplicação PE Performance do CTI.

A Braskem produz anualmente 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos e tem faturamento anual de R$ 54 bilhões, atuando em mais de 70 países, com 8 mil integrantes e 40 unidades industriais localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México (esta última em parceria com a mexicana Idesa).

Fonte: Braskem

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Rhodia lança inovações na Fimec para ampliar sua participação no fornecimento de componentes para calçados

22/03/2016

Emprefimec2016sa é uma das patrocinadoras da Fábrica Conceito de Calçados da Fimec

Rhodia e Basf desenvolvem um inovador solado de performance para calçados esportivos

Setor coureiro-calçadista representa 7% das vendas anuais de produtos químicos da Rhodia no Brasil

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, para atender às demandas por inovações e maior produtividade do setor calçadista/coureiro do País, reservou para a 40ª edição da Fimec (de 15 a 17 de março, em Novo Hamburgo- RS), o lançamento de uma série de novidades nas áreas de insumos e produtos químicos. O objetivo da empresa é reforçar sua participação no fornecimento para esse segmento, que em média representa em torno de 7% do total das vendas da empresa no Brasil.

Entre as novidades, destacaram-se o trabalho conjunto da Rhodia com a Basf para a criação de um solado composto de entressola de poliuretano e estabilizador de TPU – poliuretano termoplástico -, para aplicação em calçados esportivos (tênis, sapatênis etc). Esse desenvolvimento permite a produção de um solado de menor peso, maior absorção de impacto e aumento do conforto do usuário do calçado.

O solado todo em poliuretano foi utilizado no tênis de alta performance X-System, protótipo criado pelo projeto Inspira Mais, coordenado pela Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos), reunindo tecnologias destinadas aos calçados esportivos.

Segundo Marlise Margaritelli, gerente comercial e de marketing para a América Latina da área global de negócios Poliamida e Intermediários, o desenvolvimento desse solado é uma resposta da indústria de matérias-primas às necessidades do setor coureiro-calçadista por soluções com alta tecnologia e inovação, capazes de gerar valor ao produto final.

“A cadeia produtiva do setor no Brasil, desde as indústrias de matérias-primas até o fabricante do produto final, é altamente qualificada para a criação de produtos que atendam aos desejos dos consumidores finais tanto no Brasil quanto no Exterior”, diz ela.

De acordo com Letícia Mendonça, gerente de Transportes e Bens de Consumo da divisão de Materiais de Performance da BASF para América do Sul, a dinâmica do setor coureiro-calçadista exige dos fornecedores de insumos o desenvolvimento de soluções que sejam inovadoras e representem ganhos de produtividade para toda a cadeia industrial.

“Nosso foco são os sistemas de TPU (poliuretano termoplástico) da linha Elastollan® e os sistemas de PU (poliuretano) da linha Elastopan®. O primeiro se destaca pelos materiais de alta performance que conferem a melhor maciez do mercado brasileiro para o conforto ao calçado e o segundo, pela liberdade ilimitada de design em termos de forma, cor e textura para sistemas de calçados”, afirma.

Sílicas para calçados – No segmento de sílicas precipitadas, um insumo de larga utilização na produção de solados de borracha para calçados, o foco do trabalho da Rhodia é o desenvolvimento em conjunto com seus clientes de aplicações em linha com as atuais tendências do mercado.

“Por exemplo, há muito espaço para os calçados esportivos de uso no dia a dia ou para prática de esportes de performance, que exigem um solado de borracha de maior desempenho, o que só se obtém com o uso de nossa sílica”, diz Paulo Garbelotto, Gerente Comercial e de Marketing na América Latina da área global de negócios Sílica, do Grupo Solvay.

Além disso, observa, está ocorrendo um crescimento do mercado de calçados para segmentos específicos de consumidores, tais como os calçados “anti stress” ou para pessoas que tem alguma necessidade especial, o que exige solados diferenciados de borracha. “Essa nova demanda tem levado ao aumento dos serviços de desenvolvimento conjunto de aplicações”, acrescenta Garbelotto.

Reconhecido fornecedor do setor com a marca Zeosil®, a área de Sílica tem investido no desenvolvimento de novos produtos que ajudam os clientes a obter maior produtividade em seus processos, melhorar a qualidade final de seus produtos e reduzir os custos de produção. Um dos exemplos desse trabalho de inovação foi a criação da sílica Efficium®, que oferece melhor dispersão e compatibilidade com a borracha, permitindo menor consumo de energia elétrica do misturador e menor tempo do uso do maquinário”, acrescenta.

Rhodia na Fábrica Conceito – A Rhodia também participou como um dos parceiros do projeto Fábrica Conceito, desenvolvido pelo Ibtec.- Instituto Brasileiro de Tecnologia de Couro, Calçados e Artefatos – para apresentar as tecnologias da empresa voltadas ao setor coureiro-calçadista. O foco da empresa foram os intermediários químicos aplicados nos solados de poliuretano e no tacão de PU e os solventes oxigenados usados na produção de adesivos. Durante a Fimec 2016, a Fábrica Conceito produziu 1 mil pares de calçados femininos e masculinos, entre sapatilhas, scarpin, botas femininas e sapatênis masculinos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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BASF apresenta soluções para calçados de segurança na A + A 2015, em Düsseldorf

03/11/2015

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  • O Infinergy® apresenta propriedades de suspensão e absorção para calçados de segurança
  • Para temperaturas extremas, a BASF um grade com propriedades de alta resistência à flexão, mesmo a temperaturas de – 45 °C

Neste ano, a BASF apresentou seu novo portfolio de poliuretano (PU) e poliuretano termoplástico (TPU) para calçados de segurança na A + A 2015, a feira internacional de saúde e segurança ocupacional em Düsseldorf (Alemanha). De 27 a 30 de outubro, os visitantes do evento puderam conferir as soluções de PU/TPU da BASF em calçados de segurança.

Infinergy® – elástico como borracha, porém mais leve

O primeiro poliuretano termoplástico expandido do mundo  (TPU-E)  está sendo usado pela primeira vez em calçados de segurança. De acordo com a BASF, a espuma de células fechadas de partículas elásticas apresenta baixa densidade, alta elasticidade, elevada resistência à abrasão, força de tração e uma boa durabilidade a longo prazo com um amplo intervalo de temperaturas (chegando até a -20 °C), juntamente, com uma boa resistência química. Entretanto, a principal característica do Infinergy® é a sua alta resiliência. Segundo a empresa, o teste de elasticidade de rebote de acordo com a norma ISO 8307 (teste de rebote de bola) e DIN 53512 (com martelo pêndulo definido) demonstra que o Infinergy® atinge uma altura de rebote de mais de 55%, colocando-o à frente em comparação com outros tipos de espumas, tais como polipropileno expandido (PPE) a 30%, acetato de vinilo etileno (EVA) a 37%, e polietileno expandido (EPE) a 50%. O Infinergy® não perde sua alta resiliência, mesmo com o uso contínuo, tornando-o o material ideal para entressolas nos calçados de segurança.

O Infinergy®  é usado pela primeira vez na linha de calçados de segurança “Wellmaxx”, produzidos pelo fabricante inovador ELTEN. “Nenhuma entressola produziu até agora maior retorno de energia. Na prática, a nova tecnologia de amortecimento torna a vida mais fácil para todos os membros de equipes cujo trabalho envolve corridas – um fator importante em alguns setores, pois significa uma grande melhoria na prevenção da fadiga e problemas de articulação”, confirma Stefan Tintrup, sapateiro ortopédico e especialista líder em tecnologia de calçados da fabricante Elten, na Renânia do Norte. As pessoas que participaram do teste de desgaste ficaram muito entusiasmadas com as propriedades únicas de suspensão e absorção dos sapatos.

Elastopan® Light Safe – leve e antiestático

No Elastopan® Light Safe, a BASF oferece outro sistema de baixa densidade. Segundo a BASF, este é um poliuretano expandido por água, extremamente antiestático e com baixa densidade. As entressolas feitas com esse novo material são até 40% mais leves do que os sistemas de PU padrão utilizados em entressolas em calçados de segurança e, portanto, proporcionam maior conforto para o usuário, afirma a empresa.

Ele pode ser usado em combinação com TPU ou sola exterior de borracha para produzir uma camada de dupla densidade que atende à norma ISO EN20344: 2011. O material não requer qualquer tecnologia de produção especial, pode assim ser processado com máquinas injetoras e de casting convencionais com a finalidade de produzir solas e sapatos.

Grades de Elastopan® para as temperaturas mais baixas

A BASF oferece uma família de sistemas de PU sob o nome Elastopan® Extreme Frost, projetada especialmente para condições climáticas muito frias. Em contraste com os sistemas convencionais, as solas feitas desse material exibem uma resistência à flexão a -45 ° C em mais de 50.000 ciclos, no  Teste canadensa de flexão Ross, e em mais de 8.000 ciclos, nas condições do Certificado Russo de Conformidade GOST, afirma a empresa. Outras propriedades principais incluem alta resistência ao deslizamento em superfícies molhadas e congeladas, baixa abrasão e alta absorção, segundo a BASF.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba todo o know-how de materiais da BASF em  plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo,  a Divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 6,5 bi em 2014.

Fonte: BASF

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Masterbatches da Clariant com antimicrobianos combatem odores em calçados

20/05/2014
  • Desempenho contra odores bacterianos
  • Resiste à perda de eficiência
  • Masterbatches oferecem uma forma fácil e segura de incorporar antimicrobianos em calçados

Clariant_antimicroA Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, anunciou a disponibilidade do aditivo CESA®-antimicro em masterbatches que oferecem proteção comprovada contra as bactérias que causam odores em tênis, botas, sandálias e outros calçados com palmilhas poliméricas.

“Os calçados representam um desafio especial na prevenção do desenvolvimento de micróbios que causam odores”, explica Brett Watkins, Gerente de Produto – Clariant Additive Masterbatches. “A pressão e o atrito dos pés contra as solas e os revestimentos internos dos calçados e sandálias reduzem a eficiência da maioria dos tratamentos antimicrobianos comuns: antimicrobianos Silano amina quaternária (Si-quat). A tecnologia de íons de prata, que também é um antimicrobiano comumente usado, é eficiente apenas a altas dosagens, o que pode ser proibitivo em termos de preço para diversas aplicações em calçados”.

Os antimicrobianos Si-quat, explica Watkins, ligam-se quimicamente quando são aplicados a uma superfície e a transformam em uma barreira microbiana através da criação de “lanças” microscópicas que destroem micro-organismos, como mofo e bactérias que causam odor, quando entram em contato com a superfície. Entretanto, quando os Si-quats são usados em calçados, as “lanças” são quebradas pela pressão e atrito dos pés do usuário e podem reduzir a eficiência da prevenção contra o surgimento de micróbios. Os masterbatches com aditivo CESA®-antimicro da Clariant Masterbatches, por outro lado, baseiam-se em materiais organometálicos que são misturados ao polímero durante o processamento, fixando-os à superfície onde despolarizam as membranas dos micróbios e os desativam. O atrito com a superfície não reduz a eficiência do CESA®-antimicro.

Os masterbatches com CESA®-antimicro são mais eficientes no controle de certas bactérias causadoras de odores, como Trichophyton mentagrophytes, em comparação com produtos à base de prata. Em relação a outras bactérias causadoras de odores, como Klebsiella genus, as duas tecnologias são eficientes, mas o CESA-antimicro oferece melhor custo-benefício, segundo a Clariant. Isso porque os aditivos de íons de prata devem ser usados em concentrações muito maiores – até dez vezes mais do que o aditivo organometálico usado nos masterbatches antimicrobianos da Clariant.

Um grande fabricante de calçados realizou, ao longo de seis meses, um teste subjetivo envolvendo um grupo de avaliadores. Foram submetidos ao teste calçados tratados com Si-quat, compostos de íons de prata ou o produto CESA®-antimicro.

Segundo a Clariant, a cada quatro semanas, o grupo de analistas avaliava os odores deixados nos calçados. Eles relataram que os calçados com o produto da Clariant apresentaram menos odores do que os outros tratamentos.

Vantagens dos masterbatches com antimicrobianos

Os masterbatches são materiais peletizados que incorporam altas concentrações de um aditivo (e/ou corante), dispersos uniformemente em um material plástico, chamado de resina veículo. Durante o processamento, os pellets do masterbatch são adicionados à resina natural (não tratada) para gerar produtos acabados com as características criadas pelo aditivo, neste caso um antimicrobiano registrado. Ao contrário dos antimicrobianos Si-quat e de íons de prata, os masterbatches com CESA®-antimicro são mais fáceis de usar e seguros de armazenar do que o material antimicrobiano base, pois a Clariant já realizou a encapsulação do antimicrobiano na resina.

Mesmo se comparado a outros masterbatches que utilizam composições químicas antimicrobianas similares, o Clariant CESA®-antimicro tende a apresentar melhor desempenho, segundo a empresa, pois pode ser especificamente fabricado de acordo com os materiais e processos dos clientes. “A maioria dos masterbatches da concorrência é à base de resinas como polietileno e etileno-vinil acetato”, explica Brett Watkins. “Dependendo da aplicação, esses veículos ‘universais’ podem causar problemas para o processador e afetar o desenvolvimento de importantes propriedades de desempenho. Os veículos da Clariant são fabricados para a aplicação do cliente, visando um desempenho superior. Eles podem inclusive conter embalagens de dispersão especializadas, se necessário”.

Afirma a Clariant que os masterbatches CESA®-antimicro possuem aditivos capazes de ampliar as opções antimicrobianas para diversos produtos diferentes do plástico. Além de calçados, estão entre as aplicações típicas de masterbatches antimicrobianos as fibras e têxteis usados em roupas atléticas, mobiliários domésticos, utensílios de cozinha, produtos para o banho, volantes automotivos, peças internas e uma grande variedade de outras aplicações plásticas que requerem um alto nível de proteção antimicrobiana. A Clariant tem uma colaboração de longa data com a Sanitized AG, uma empresa suíça que oferece aditivos antimicrobianos para uma variedade de usos.

Fonte: Clariant

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Dow destaca vantagens de elastômero para espuma reticulada de alto desempenho voltada para o setor de calçados

01/07/2013

Segundo empresa, a novidade permite oferecer, ao mesmo tempo, conforto, durabilidade e beleza

 Focada em contribuir para o desenvolvimento tecnológico do setor calçadista, a área de Elastômeros da Dow participará da 8ª edição do Inspiramais, maior salão de design e inovação de componentes da América Latina, que ocorrerá nos dias 10 e 11 de julho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. “Demonstraremos que os nossos elastômeros são uma ótima opção para a criação de calçados com flexibilidade de design, conforto, leveza, durabilidade e boa processabilidade”, adianta André Menezes, Gerente de Marketing de Elastômeros para a América Latina.

A tecnologia INFUSE™ que combina várias propriedades em um único produto para entressolas e palmilhas será o principal foco da palestra da Dow no espaço Inovamais, uma novidade desta edição do Inspiramais, que abre oportunidades para os fabricantes apresentarem soluções para calçados de alto desempenho. Segundo a Dow, seus  polímeros apresentam um pacote de propriedades melhoradas, entre as quais estão o melhor desempenho sob altas temperaturas e melhor deformação por compressão.

Na prática, essa tecnologia permite que o designer tenha opção de escolha de materiais para criar, por exemplo, sapatênis com solado leve, tênis ultra macios que transmitem a sensação de estar descalço, toque emborrachado para sandálias e outras vantagens. “Estamos promovendo um intercâmbio de tecnologias que resulta num produto bem diferenciado. A Dow investe globalmente US$ 1,8 bilhão em Pesquisa e Desenvolvimento e por isso nosso portfólio é capaz de contribuir com componentes mais leves, confortáveis e duráveis para o mercado calçadista. Nossa preocupação é sempre oferecer o que há de melhor para os nossos clientes”, afirma Menezes.

Durante o Inovamais, além da tecnologia INFUSE™, a equipe técnica da Dow destacará as propriedades e vantagens da linha ENGAGE™ para o setor de calçados.

Fonte: Dow

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Braskem lança nova resina EVA para o segmento calçadista

16/01/2013

Inédito no mundo, o produto simplifica o processo de confecção, trazendo maior produtividade e oferecendo uma solução mais sustentável para os clientes

A Braskem, líder em produção de resinas termoplásticas nas Américas e maior produtora mundial de biopolímeros, acaba de lançar uma resina inédita no mundo, direcionada ao segmento calçadista. A nova resina de EVA (copolímero de etileno e acetato de vinila) permite a confecção mais rápida e sustentável dos sapatos, extinguindo o processo de cura na colagem de solas, o que elimina a emissão de ozônio e reduz em até 26% o custo desta etapa de produção. O lançamento integra o portfólio do selo Braskem Maxio®, criado para identificar resinas que oferecem uma maior eficiência à cadeia do plástico e reduzem o impacto ambiental no processo de transformação.

Nesse segmento, a colagem das entressolas à base de EVA é uma etapa importante do processo, pois a durabilidade de um calçado está diretamente vinculada à qualidade de aderência dos seus componentes após o processo de cura. A resina VA3010A, desenvolvida pela Braskem, permite que o processo de colagem ocorra sem a necessidade da etapa de cura U.V. (irradiação de luz ultravioleta). Esta inovação dispensa a utilização do equipamento de cura ultravioleta, que exige constante manutenção e controle de processo, e ainda é emissor de ozônio, um gás nocivo à saúde humana e ao meio ambiente. Além disso, com a nova resina, há redução no consumo de energia no processo produtivo, tornando a confecção dos calçados mais segura e o processo mais sustentável.

A economia gerada com esta inovação na indústria calçadista pode proporcionar uma redução de custo de até 26% na etapa de colagem do processo produtivo do calçado, além de permitir designs mais diferenciados na confecção da entressola. O tamanho desta redução dependerá do tipo de calçado e da configuração de cada linha de produção. A nova resina possibilita ainda ganho na qualidade dos solados, o que resulta na redução da devolução de calçados por conta de defeitos, e por consequência custos ainda menores aos transformadores.

Para alcançar este resultado, foi desenvolvido junto com a empresa Killing (www.killing.com.br), parceira da Braskem, um novo primer aplicado a frio que complementa a colagem da resina em diferentes substratos como borracha, PVC e couro sintético, substituindo a solução com o primer antigo. A solução baseia-se em um conceito em que os dois novos componentes são necessários para a aderência, tanto o EVA, quanto o primer, sendo esta tecnologia patenteada.

“Esta nova resina trará maior competitividade para o setor calçadista, que no Brasil foi responsável pela confecção de mais 800 milhões de pares em 2011. A resina VA3010A é resultado do trabalho que temos feito em nosso Centro de Tecnologia e Inovação para identificar tendências e encontrar soluções inteligentes para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, destaca Edison Terra, diretor de Polietileno da Braskem.

“Estimamos atingir 60% do mercado nacional nos dois primeiros anos de atuação. Esse desenvolvimento é mais um exemplo do comprometimento da Braskem na busca contínua por inovações e por oferecer soluções sustentáveis aos clientes, alinhadas com a visão de tornar líder mundial em química sustentável até 2020”, afirma Terra.

Fonte: Braskem

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BASF apresenta poliuretano flexível mais leve e seguro para calçados

05/06/2012
  • Tecnologia inovadora e de excelente custo-benefício proporciona mais segurança e conforto ao calçado
  • Parceria para aplicação do produto nos calçados “Pegada”, da Amazonas, já traz importantes resultados
  • Elastopan® Grip Tec apresenta excelente resistência ao escorregamento, além de ser 30% mais leve que a borracha

A BASF apresenta o sistema de poliuretano flexível Elastopan® GripTec,  tecnologia inovadora que proporciona excelente custo-benefício, já que o produto é mais resistente e resiliente que os similares usualmente aplicados em solados.

O Elastopan® GripTec foi aplicado em parceria com a Amazonas em calçados da marca“Pegada“. “O trabalho em conjunto com a Amazonas prova mais uma vez que estamos muito próximos das necessidades do mercado, aliando design a desempenho e agregando muito valor ao nosso negócio”, afirma Fernando França, Gerente do Departamento de Marketing e Vendas de Poliuretanos da BASF para a América do Sul.

Esta aplicação do produto trouxe resultados importantes para a Amazonas. “O calçado foi muito bem recebido pelo consumidor, graças ao seu desenvolvimento com o uso de tecnologias inovadoras”, explica Fábio Moreira, gerente da divisão de solados da Amazonas.

Benefícios em seus pés

Elastopan® Grip Tec apresenta excelente resistência ao escorregamento, o que significa mais segurança ao usuário do calçado. Além disso, o produto proporciona mais conforto, porque é 30% mais leve que a borracha, material usado neste tipo de aplicação. “O calçado fica mais leve e confortável, além disso, o poliuretano é um material mais resistente e resiliente para este tipo de aplicação. Assim a vida útil do calçado é otimizada, com impacto direto em seu custo-benefício”, finaliza França.

Sobre a BASF Poliuretanos

A BASF é líder no fornecimento de soluções de Poliuretano para sistemas, especialidades e produtos que contam com essa matéria-prima na composição. Com sua rede global de 38 casas de sistema que produzem o material, a marca BASF “Polyurethane Solutions” representa mais de 40 anos de experiência de mercado e liderança em tecnologia para sistemas de poliuretano. Por meio de sua rede de casas de sistemas, a BASF fornece suporte local rápido, de assistência técnica e vendas até produção e comercialização durante o desenvolvimento de soluções customizadas.

Fonte: BASF

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Setores Automotivo, Calçadista e de Construção Civil são os destaques do 4º dia dos Painéis Setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

10/11/2010
11 de novembro de 2010: Dando seguimento, no quarto dia, às atividades e aos painéis setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010, maior e mais importante feira de materiais composites, poliuretano e plásticos de engenharia das Américas, os temas Automotivo, Calçadista e Construção Civil reunirão, em três salas, apresentações sobre tecnologias para os ambientes automotivo, calçadista e construção civil em composites, poliuretano e plásticos de engenharia. As palestras desses três painéis podem ser assistidas por qualquer interessado, que deve se inscrever com antecedência. As palestras terão tradução simultânea.

Na sala 1, às 8h10, como introdução ao Painel Automotivo, Renan Holzmann, da MVC Soluções em Plásticos, apresentará em “RTM-S um novo conceito de superfície ‘classe A’ para Compósitos” as principais características, propriedades e vantagens desse processo em relação aos tradicionais. Às 8h50, em “Aplicação de adesivos estruturais em compósitos de uso automotivo”, Josué Garcia Quini, da Masterpol (Brasil), abordará conceitos sobre adesão estrutural de compósitos por meio de adesivos estruturais uretânicos e epoxílicos, em substituição aos sistemas convencionais de fixação mecânica, melhorando o desempenho estrutural de peças automotivas e permitindo a utilização de diferentes materiais em conjunto. Às 9h30, em “Fabricação de peças automotivas nos processos SMC/BMC, RTM e RTM Light”, Dirceu Vazzoler, da Reichhold (Mogi das Cruzes, SP), mostrará esses processos, em termos de suas viabilidades de escala, diversidade de tipos de peças e principais características, com destaque ao processo de moldagem a frio mais em voga no momento, que é o RTM Light. Após um coffe-break de 20 minutos, Rob Seats, da Ashland Performance Materials (Estados Unidos), apresentará, às 10h30, em “Uso das resinas Envirez em aplicações SMC”, o uso das resinas poliéster insaturado com base em matérias-primas com potencial de reciclagem Envirez para uso em SMC (Sheet Molding Compound) em ampla gala de aplicações, inclusive os transportes, mantendo as características de performance das matérias-primas derivadas de óleo mineral. Em seguida, às 11h10, em “Soluções em adesivos estruturais para aplicações automotivas”, Paulo R. Steiner, da Lord (Brasil), apresentará os produtos da empresa para diversos mercados, com destaque para o automotivo. Já às 11h50, Rafael de Campos, da Huntsman (Brasil), apresentará em “Uso de polióis de soja em espumas acústicas para o setor automotivo” em que consiste o uso de polióis de base soja em espumas de poliuretano utilizadas em aplicações acústicas (tais como isoladores de painel de instrumentos e carpetes), assim como o impacto obtido com a adição de 10% de bioconteúdo nas propriedades físicas e acústicas da espuma. Após um almoço informal às 12h30, as atividades do Painel Automotivo serão retomadas às 13h com a palestra “Novas tendências do poliuretano para o mercado automotivo”, ministrada por André Néri Ritter, da BASF (Brasil). Nessa palestra, Ritter apresentará o portfolio de produtos BASF para o segmento automotivo, com foco na baixa emissão de odores e outros atributos técnicos levados em conta as oportunidades geradas pelo forte crescimento da indústria automotiva. Já às 13h40, Len Nunnery, da BulkMolding Compounds (Estados Unidos), abordará, em “BMC – Bulk Molding Compound: uma alternativa de grande valor para os metais e termoplásticos de engenharia”, as características de peças fabricadas por esse processo, que torna o material uma alternativa interessante para peças em metal ou em termoplásticos de engenharia. Às 14h20, Kleber Peres, da BaySystems, da Bayer MaterialScience (Brasil), apresentará, em “Bayer – Compósitos de poliuretanos para produção de peças para a indústria automobilística”, as tecnologias de poliuretanos associadas a outros materiais para produção de peças mais leves com excelentes propriedades físicas, além de ganhos em produtividade. Após um coffee-break de 15h20 às 15h40, Ana Paula Nakajato, da Evonik (São Paulo, SP), apresentará a palestra “Aditivos e polímeros de alta performance para a indústria automotiva”. Logo a seguir, às 16h, em “Zytel Plus – Poliamida com Alta Performance a Temperatura e Fácil Processamento”, Carlos Eduardo Camargo Hanazaki, da DuPont (Barueri, SP), explicará em que consiste a nova família de náilons Zytel PLUS, da empresa, com respeito à combinação da facilidade de processamento com os excelentes níveis de resistência ao ar quente, óleo, cloreto de cálcio e outras substâncias químicas agressivas utilizadas na indústria automotiva, o que as torna ideais para diversas aplicações até então restritas a metais ou termoplásticos de alto desempenho consideravelmente mais caros. Como última palestra, Paulo Barboza, da Sabic IP (Brasil), mostrará, em “Plásticos de engenharia para a fabricação de faróis automotivos”, as contribuições da empresa no melhoramento de design, segurança, performance, sustentabilidade e redução de custos com o uso de termoplásticos de engenharia. Essa palestra encerrará as atividades do Painel Automotivo.

As atividades do Painel Calçadista ocorrerão na sala 3, no período de manhã. As atividades terão início, às 8h40, com “Especialidades de PU para a indústria calçadista”, por Rudnei Assis, da BASF (Mauá, SP), focando as várias soluções apresentadas pela empresa para o segmento, entre palmilhas, sistemas base poliéter, sistemas com alta resistência à hidrólise, entressolas de baixa densidade, etc. Serão abordados também os diversos benefícios e dados técnicos para os clientes, com foco em conforto, resistência e versatilidade do PU. Às 9h20, haverá um coffee-break. As atividades continuarão às 9h40, com “Poliamidas em calçados”, por Marcos Santana de Araújo, da Radici Plastics (Brasil), focando as características das poliamidas para a indústria, em especial a resistência à fadiga e a flexibilidade após hidratação. Às 10h20, Fábio Paganini, da Arkema (Brasil), apresentará “PEBAX – TPE de alto desempenho para calçados”, indicando que a resina citada é considerada a melhor solução técnica para tênis de alto desempenho, com a mais baixa densidade, elevada resistência à fadiga dinâmica, o elevado retorno de energia e a baixa formação de calor. O PEBAX é injetado facilmente e é disponível em versões transparente e de origem vegetal. Às 10h40, com “Luperox – inovações em sistemas de cura”, Aldo Carneiro, também da Arkema (Brasil), mostrará a tecnologia SP (scorch protected) da empresa utilizada para melhorar a produtividade e a qualidade na reticulação. Dois novos grades de peróxidos – Luperox Rubbersole e Luperox EVAsole – também serão abordados. Por último, às 11h20, Ricardo Araújo, da FCC (Brasil), abordará, em “Dispersões uretânicas”, o desenvolvimento de tecnologia de ponta em dispersões uretânicas, eliminando totalmente os solventes orgânicos, originários da síntese e coalescência do filme, além de outros aspectos técnicos.

O Painel Construção Civil ocorrerá na sala 2, no período de manhã. A primeira palestra, às 8h10, será “Novas chapas em composites (PRFV) e suas aplicações”, de Robert Garbe, da Polydet (Alemanha), que irá abordar as principais características diferenciadas das chapas em composites em relação aos materiais metálicos tradicionais, além da combinação de diferentes tipos de resinas, materiais de reforço e filmes de superfície, e a flexibilidade dos processos produtivos. Às 8h50, Rodnei Abe, da Dow Brasil, abordará, em “Espumas de poliisocianurato aprimoradas para painéis com faces metálicas”, as principais características da laminação de correia dupla de faces rígidas (Rigid Faced Doublé Belt Lamination, RF-DBL) para aplicações em construção civil. Abe abordará também suas propriedades em termos de resistência à flamabilidade e o lançamento dos sistemas Voratherm para espumas de poliisocianurato. Às 9h30, Erivelto Mussio, da Poloplast Painéis/MVC Plásticos (Brasil), explicará, em “Sistemas construtivos em compósitos com alta velocidade de implantação”, o uso de materiais compósitos na construção civil, com foco no desenvolvimento de matérias-primas. Às 10h10, com “Revestimentos spray de poliureia: uma introdução”, Daniel Rosenvasser, da Huntsman (Estados Unidos), apresentará uma visão geral da tecnologia de poliureia, assim como discutirá as formulações e a química envolvidas, e mostrará alguns novos blocos de construção desenvolvidos pela empresa. Após o coffee-break, de 10h50 às 11h20, Giorgio Solinas, da Texiglass (Vinhedo, SP), abordará, em “Estruturas e trincas – fibras de alto módulo”, os tecidos de fibra de vidro, aramida e carbono em aplicações estruturais e de acabamento, assim como em elementos arquitetônicos de fachada e na economia de energia com isolamentos térmicos. Às 12h, em “Multitec – Maior produtividade no reforço de produtos da linha sanitária”, Paulo Bergantini, da Bayer MaterialScience (Brasil), explicará em que consiste o Multitec, poliuretano rígido bi ou tricomponente aplicado por aspersão com ou sem fibras de vidro para reforço, com uso na indústria sanitária, e suas vantagens. Às 12h40, Ademir de Marchi, da Reichhold (Mogi das Cruzes, SP), abordará, em “Reservatórios de água em composites com baixo estireno residual”, a utilização de composites para esse tipo de aplicação, com o lançamento da nova resina poliéster insaturada Polylite 33209-50, de forma a atender as mais rígidas exigências de toxicidade destacadas pela norma NBR 13210 para migração específica de estireno e clorometano e estireno residual. Por último, às 13h20, em “Soluções e inovações BASF para a construção civil”, Robson Zago Ottati, da BASF (Brasil), apresentará as inovações e o portfolio de produtos da indústria, com foco em atributos técnicos e as oportunidades geradas por eventos esportivos e megatendências da sociedade. Com isso, estarão encerradas as atividades do Painel Construção Civil.

Serviço

Painéis Setoriais “Automotivo 2010”, “Calçadista 2010” e “Construção Civil 2010” da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

Data: 11 de novembro de 2010, a partir das 8h, nas salas 1, 2 e 3.

Local: Expo Center Norte, Pavilhão Verde

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo / SP – Tel.: +55(11) 2089-8500

Visitação: Gratuita
Inscrições e informações
: www.feiplar.com.br

Fonte: Feiplar / Feipur