Posts Tagged ‘Butadieno’

Linha de resinas hidrocarbônicas Unilene é destaque da Braskem na Expobor 2018

27/06/2018

A linha de resinas hidrocarbônicas é usada para produção de compostos em borracha

A Braskem reforça sua presença e atuação junto aos clientes do mercado de borracha na Expobor 2018, que está acontecendo de 26 a 28 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa apresenta os diferenciais de seu portfólio com produtos voltados para esse segmento.

O destaque da Braskem no evento é a linha Unilene, que são resinas hidrocarbônicas utilizadas na produção de compostos de borracha, adesivos e tintas. De acordo com a empresa, funcionam como auxiliares de processamento de borrachas, aumentando produtividade e reduzindo consumo de energia, sem alterar as propriedades finais. Em veículos automotivos, por exemplo, seu uso garante melhor aderência do pneu ao chão molhado e menor resistência ao rolamento, afirma a Braskem. Desta forma, oferecendo mais segurança a motoristas e passageiros, além de reduzir o consumo de combustível.

“Como líder na produção de resinas hidrocarbônicas na América Latina, a Braskem garante agilidade em suas entregas e segue desenvolvendo novos produtos e aplicações para o mercado”, explica Adriana Morasco, responsável pelo Negócio de Especialidades Químicas da Braskem. “Além disso, a empresa atua no mercado internacional, com equipes de venda nos Estados Unidos, Europa e Ásia, clientes em mais de 20 países e exportando mais de cinco mil toneladas por ano”, conclui.

Para a feira, a Braskem também está levando a solução Polibuteno (PIB), que pode ser utilizado em filmes, adesivos, óleo e lubrificantes, explosivos para mineração, couro e cosméticos. A matéria-prima impede a passagem de ar na borracha e a torna mais resistente, afirma a empresa. Com isso, os produtos que levam o composto em sua fabricação podem ser feitos com paredes mais finas sem perder suas propriedades. Além disso, a Braskem garante que o PIB torna a massa crua de borracha sintética mais fluida, permitindo que as máquinas produzam mais em menor tempo e economizem energia.

“Nossa expectativa é bastante positiva para o evento, uma vez que o setor de borrachas é muito importante para a Braskem, que possui um amplo portfólio para o segmento. Temos desde o Butadieno utilizado na confecção de borracha, até as especialidades químicas, como a Braskem Unilene e o PIB. Nosso objetivo é reforçar o comprometimento da empresa com o fortalecimento da cadeia produtiva da região, que vem demonstrando sinais claros de recuperação produtiva”, complementa a executiva.

Soluções Braskem para o mercado de borracha:

Pneus – Bandas de Rodagem
Produto: Braskem Unilene

Pneus – Inner Liner
Produto: PIB Braskem
Função: No Inner Liner, é um promotor de barreira a gás, reduzindo a quantidade de borrachas especiais utilizadas no composto.

Solados
Produto: Braskem Unilene
Função: Otimizar o processamento dos componentes do solado, funcionando como auxiliar de fluxo, o que permite a incorporação de materiais de difícil processamento como por exemplo, os materiais reciclados. Aplicável para solados à base de borracha.

Mangueiras
Produto: PIB Braskem
Função: Aumentar a barreira a gás de borrachas usadas em mangueiras.

Borracha Sintética
Produtos: Butadieno, Eteno, Propeno, Benzeno.
Função: Dar origem a diversas borrachas, como BR, NBR, SBR, PBR e PSBR.

Artefatos em borracha
Produto: Braskem Unilene
Função: Auxiliar no processamento da borracha. Benefícios: Facilita a moldagem de peças em borracha, como por exemplo, anéis, buchas, coxins e batentes de borracha.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Anúncios

Genomatica e Braskem confirmam produção direta de butadieno de base biológica em laboratório

25/11/2015

Braskem_Genomatica

A Genomatica, empresa norte-americana de bioengenharia, e a Braskem anunciaram a produção de butadieno em escala de laboratório, através de processo direto a partir de fontes renováveis. As empresas desenvolvem em conjunto uma nova tecnologia para a produção renovável do insumo desde 2013.

O butadieno é uma matéria-prima utilizada na fabricação de borracha para pneus, com aplicações também em aparelhos elétricos, calçados, plásticos, asfalto, materiais de construção e látex. A crescente demanda mundial pelo insumo já é, hoje, de mais de 9 milhões de toneladas por ano. A produção a partir do biobutadieno pode tornar produtos cotidianos feitos com o material, como pneus, mais sustentáveis, além de reduzir a sua pegada ambiental.

Alguns dos resultados do programa são:

1)    Produção contínua direta: As equipes do programa desenvolveram com sucesso um microrganismo que consome açúcar e o converte em butadieno em escala laboratorial, em fermentadores de 2 litros.  O butadieno foi produzido, coletado e mensurado continuamente ao longo de diversos dias de cada fermentação.

2)    Desenvolvimento de diversas rotas diretas e enzimas inéditas: Na busca pelo desenvolvimento do melhor processo, a Genomatica utilizou ferramentas computacionais na análise de todas as maneiras possíveis em que um microrganismo poderia, em teoria, produzir butadieno, identificando 60 rotas biológicas potenciais. As cinco melhores rotas foram escolhidas para validação empírica, conduzida pelas equipes da Genomatica e da Braskem em San Diego e Campinas, juntamente com cientistas residentes da Braskem no Centro de Inovação da Genomatica. A equipe explorou um grande número de enzimas possíveis, através da aplicação de amostragem ambiental e metagenômica em cada passo das rotas metabólicas potenciais.   A Genomatica então aumentou em 60 vezes a atividade enzimática em substratos não nativos através de triagem de alta capacidade e engenharia enzimática.

3)    Mais propriedade intelectual: A equipe do programa acrescentou muito à propriedade intelectual da Braskem e da Genomatica nessa área. O trabalho aborda o desenvolvimento dos melhores microrganismos e processos, oferece apoio às próximas fases de desenvolvimento e representa uma importante vantagem competitiva.

“Nossa equipe mista utilizou bem a plataforma integrada de bioengenharia da Genomatica, incluindo suas técnicas computacionais e processos de clonagem e triagem de alta capacidade, para alcançar um novo nível rapidamente”, destacou Nelson Barton, Vice-presidente Sênior de P&D da Genomatica.  “Nossa abordagem ‘racional’ à criação de cepas deve acelerar o programa, permitiu maior previsibilidade durante o aumento da escala e elevar a eficiência econômica à medida que avançamos”.

“É uma grande satisfação anunciar este significativo avanço técnico”, disse Patrick Teyssonneyre, Diretor de Inovação e Tecnologia Corporativa da Braskem.  “Isso representa a base para um importante e inédito processo na indústria. O trabalho que estamos realizando junto a Genomatica é mais um exemplo do sucesso do nosso sistema aberto de inovação, que visa oferecer aos clientes vantagens competitivas para os seus negócios. Acreditamos que a química renovável é uma parte importante do futuro do setor e do nosso”.

Desde a sua criação, em 2002, a Braskem investe em processos tecnológicos que resultam em produtos mais eficientes e sustentáveis. Além do projeto em parceria com a Genomatica, a Braskem produz polietileno a partir de etanol desde 2010, sob a marca “I’m greenTM”, além de manter outros acordos de cooperação com parceiros para o desenvolvimento de isopreno verde.

A Braskem tem capacidade anual de produção de mais de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, produz o polietileno derivado do etanol de cana-de-açúcar (Plástico Verde), com capacidade de 200 mil toneladas anuais. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 36 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA e Alemanha. Lidera ainda a construção de um complexo industrial petroquímico no México, em parceria com a mexicana Idesa, cujo investimento é avaliado em cerca de US$ 5,2 bilhões.

A Genomatica é uma empresa líder amplamente reconhecida no campo de bioengenharia. A empresa desenvolve processos com base em fontes renováveis que permitem aos seus parceiros fabricar produtos químicos a partir de matérias-primas alternativas, com melhores resultados econômicos e de sustentabilidade se comparados aos insumos e processos tradicionais. A Genomatica utiliza sua plataforma de engenharia de bioprocesso e mais de 600 patentes e aplicações no desenvolvimento de processos para produtos químicos adicionais.  Entre eles estão os intermediários butadieno e poliamida, em parceria com a Braskem e a Versalis.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Braskem e Genomatica fecham acordo para o desenvolvimento do butadieno verde

11/12/2013

Braskem reforça  compromisso com a pesquisa de rotas de matérias-primas químicas renováveis

A Braskem e a Genomatica, empresa norte-americana de biotecnologia, fecharam acordo para o desenvolvimento conjunto de uma nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável. Com a parceria, a Braskem reafirma seu compromisso no investimento em pesquisas de matérias-primas químicas renováveis, fortalecendo seu papel de liderança neste segmento.

O objetivo da Braskem com o butadieno verde é atender principalmente ao mercado de borrachas sintéticas, suprido essencialmente pelo butadieno de base nafta, do qual a empresa já é a terceira maior produtora mundial. Com a expectativa de recuperação do crescimento econômico global nos próximos anos, a previsão é de uma demanda crescente pelo insumo, utilizado pela indústria de pneus, maior consumidor do produto.

A pesquisa entre a Braskem e a Genomatica busca não somente encontrar alternativas baseadas em matérias-primas renováveis, mas também desenvolver rotas competitivas em termos de custos de produção. A Braskem, em conjunto com a Genomatica, vai destacar um time de pesquisadores para o desenvolvimento do butadieno verde utilizando o açúcar como matéria-prima. Pelo acordo, se os resultados forem bem sucedidos, a Braskem e Genomatica vão construir uma planta-piloto e uma planta demonstração nos próximos anos. O acordo também garante certos direitos de exclusividade à Braskem no uso da tecnologia nas Américas.

“A Braskem tem uma estratégia clara de investir na pesquisa e no desenvolvimento de insumos renováveis como alternativas complementares às rotas de origem petroquímica. Assumimos a liderança da química verde quando anunciamos a produção do plástico feito a partir da cana de açúcar em 2010 e agora reforçamos essa visão”, afirma Alexandre Elias, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

Para Christophe Schilling, CEO da Genomatica, o acordo ajuda a fortalecer a posição da empresa como desenvolvedora e licenciadora de processos de tecnologias renováveis para a indústria química. “Nossa parceria aproxima a indústria de uma comercialização de butadieno mais sustentável e economicamente viável”, diz Schilling. A Genomatica, fundada em 1998 por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Diego (UCSD), possui 71 patentes registradas e 450 pedidos adicionais de patentes aplicando sua tecnologia no desenvolvimento de múltiplas abordagens para a produção comercial de bio-butadieno, utilizando várias matérias-primas renováveis.

Além de matéria-prima para a indústria de pneus, o butadieno é utilizado na produção de eletrodomésticos, calçados, plásticos, modificadores de asfalto, aditivos para óleos lubrificantes, tubos, componentes de construção e de látex. O butadieno produzido pela rota tradicional tem sofrido escassez estrutural de oferta nas Américas em decorrência da ascensão do shale gas, que ao contrário da nafta quase não gera co-produtos.

Plástico verde

Desde setembro de 2010, a Braskem produz em escala industrial a resina de polietileno oriunda do etanol de cana-de-açúcar, matéria-prima 100% renovável, para o qual investiu cerca de R$ 500 milhões na construção de uma fábrica com capacidade de 200 mil toneladas anuais no polo petroquímico de Triunfo, na região Sul do Brasil. Identificado pelo selo “I’m greenTM”, o polietileno verde brasileiro está presente em diversas embalagens de alimentos e bens de consumo.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Braskem inaugura fábrica de butadieno no Rio Grande do Sul

13/09/2012

Governador Tarso Genro participa da inauguração da Fábrica de Butadieno na Braskem Pólo Petroquímico (foto: Caco Argemi/Palácio Piratini)

A Braskem inaugura hoje, 13 de setembro, sua nova fábrica de butadieno no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), com a presença do governador Tarso Genro. A unidade, que demandou investimentos de R$ 300 milhões, confirma o compromisso da Braskem com o desenvolvimento industrial e da cadeia produtiva química do Rio Grande do Sul e do Brasil. O butadieno é a matéria-prima utilizada para a obtenção de borrachas sintéticas que são usadas na fabricação de pneus e de artefatos de borracha em geral.

Este é o segundo grande investimento inaugurado pela Braskem no Brasil em 2012. “A empresa está focalizada em projetos importantes para consolidar sua posição como uma das líderes da petroquímica mundial e para o fortalecimento da indústria brasileira”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem. Nos últimos quatro anos, os desafios do cenário econômico mundial não impediram a empresa de inaugurar quatro novas unidades industriais: uma fábrica de polipropileno na cidade de Paulínia (SP), em 2008; de eteno e polietileno verde em Triunfo (RS), em 2010; uma unidade de PVC em Alagoas, no último mês de agosto, além da nova planta de butadieno em Triunfo (RS).

Com capacidade de produção de 103 mil t/ano e geração de 60 novos empregos diretos, a planta de butadieno irá dobrar o volume dessa matéria-prima processada no polo de Triunfo e contribuirá com o avanço da cadeia de borrachas sintéticas no estado. A unidade já está operando a plena capacidade de produção, o que eleva a oferta máxima de butadieno em Triunfo para cerca de 210 mil t/ano. A empresa também produz 180 mil t/ano de butadieno em Camaçari (BA) e 80 mil t em Capuava (SP).

A unidade entrou em operação 50 dias antes do previsto. Essa antecipação foi possível graças a um modelo de gestão de projeto que minimiza riscos e otimiza os prazos definidos nas etapas de engenharia, suprimento e construção. Com duração de 14 meses, as obras envolveram a instalação de 930 toneladas de tubulações, 570 toneladas de estruturas metálicas e mais de 200 mil metros de cabos.

Liderada pela Construtora Norberto Odebrecht (CNO), a empreitada gerou no período 1,8 mil empregos diretos. A mão de obra foi contratada principalmente dos municípios de Montenegro e Triunfo. Parte dos trabalhadores participou do programa de capacitação denominado Acreditar, realizado em parceria com a Prefeitura de Montenegro e o Senai.

O investimento está alinhado com a estratégia da Braskem de buscar, ao mesmo tempo, a competitividade dada pelo gás como matéria-prima em seus novos complexos e trabalhar para maximizar sua posição no mercado de produtos derivados da nafta petroquímica, que têm se tornado mais escassos no mercado mundial.

Além de representar uma oportunidade de atender à demanda mundial, a decisão de investir na expansão de butadieno baseia-se no potencial da cadeia produtiva de borrachas sintéticas no Brasil. Um bom exemplo é o da indústria automotiva nacional, que vem crescendo cerca de 8% ao ano, o que tem motivado fabricantes de pneus a investirem em novas unidades no País. “Adicionalmente ao potencial de crescimento de empresas já instaladas no Brasil, estamos em contato com companhias da indústria global de borracha sintética interessadas em produzir no País. Desta forma o butadieno, inicialmente destinado ao mercado internacional, poderá ser gradativamente industrializado internamente”, afirma Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem.

O investimento também reforça o compromisso da Braskem com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “A empresa investiu no estado mais de R$ 2 bilhões nos últimos quatro anos, em novas fábricas, aumento de capacidade de produção, paradas de manutenção e em saúde, segurança e meio ambiente”, ressalta Fadigas.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Braskem inicia operações na nova planta de butadieno no Rio Grande do Sul

21/06/2012

A Braskem colocou em pré-operação a sua nova unidade de butadieno localizada no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), marcando o início das atividades da planta 50 dias antes do prazo anunciado inicialmente pela Braskem. O produto, utilizado como matéria-prima na indústria de pneus e de borrachas em geral, foi especificado na terça-feira (12/6), o que significa que já está dentro do padrão exigido para ser comercializado.

A nova planta, com capacidade de produção de 103 mil toneladas/ano, entrou em operação 14 meses após o início das obras. No período, gerou 1,8 mil empregos. O investimento total foi de R$ 300 milhões. A unidade já está operando na sua capacidade máxima de produção e está recebendo os últimos retoques, que envolvem a pintura e atividades de acabamento. A inauguração da unidade está prevista para o próximo mês.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Rio Grande do Sul receberá investimento de R$ 300 milhões da Braskem para duplicação de unidade de butadieno.

30/03/2011

Após algumas semanas de negociações que envolveram as secretarias da Fazenda e de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, a Braskem garantiu ao governador Tarso Genro que investirá R$ 300 milhões na duplicação da produção de butadieno no Polo Petroquímico de Triunfo. O produto é a matéria-prima utilizada na indústria de pneus e de borrachas em geral, oportunizando o crescimento da cadeia de elastômeros no Estado.

A confirmação foi feita pelo vice-presidente de Relações Institucionais da empresa, Marcelo Lyra, e pelo membro do Conselho de Administração, Alfredo Tellechea, durante reunião ocorrida nesta terça-feira (29) no Palácio Piratini. “A decisão, que ainda precisará ser ratificada pelo Conselho de Administração da empresa, foi influenciada pela visão estratégica do Governo visando o crescimento do Estado e está alinhada com o compromisso da Braskem com o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul”, afirmou Lyra.

O Governo do Estado garantiu a isenção de ICMS na importação de máquinas e equipamentos que não sejam produzidos no Rio Grande do Sul e que cheguem ao Brasil por portos gaúchos. Além disso, não cobrará impostos sobre máquinas e equipamentos adquiridos de empresas gaúchas e autorizou a Braskem a pagar fornecedores do Estado com parte dos créditos.

“Nossa equipe agiu com muita responsabilidade. Os incentivos que estamos concedendo trarão benefícios na geração de emprego e renda, mas também para toda uma cadeia produtiva gaúcha que terá privilégios na venda de máquinas e equipamentos para a Braskem. Desta forma, nós valorizamos e beneficiamos outras regiões”, ressaltou o governador Tarso Genro.

A divulgação formal do investimento será realizada no Palácio Piratini. Na mesma data, a intenção é anunciar o início da construção de um programa para o desenvolvimento das cadeias do plástico e da borracha. O investimento prevê a instalação de capacidade adicional de 100 mil toneladas de butadieno/ano. Atualmente, a Braskem possui capacidade instalada de 105 mil toneladas/ano deste produto no Rio Grande do Sul.

A decisão de apostar na expansão baseia-se no potencial da cadeia produtiva do elastômero no Estado, que tem como principais players a Lanxess e a Borrachas Vipal, e nos bons resultados que a matéria-prima vem apresentando no mercado internacional com alta em mais de 50% no ano passado em relação a 2009. O aumento é reflexo de fatores como limitação da oferta mundial pela maior competitividade do gás natural e a redução do uso da nafta, restringindo a oferta de co-produtos, como o butadieno.

A construção da nova fábrica deve estar concluída até o final de 2012. A obra irá gerar mil empregos diretos e, em operação, 60 postos de trabalho permanentes. Em visita a Porto Alegre, em janeiro último, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, destacou a relevância do Estado para a empresa. “No período 2007 a 2012, a Braskem está investindo R$ 2,2 bilhões no RS com destaque para a fábrica de plástico verde a partir de etanol, a maior unidade do mundo na utilização dessa tecnologia. Esse montante também inclui investimentos em incremento de produtividade e modernização dos ativos e em paradas de manutenção”.

Fonte: Braskem