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RHODIA anuncia investimento na fábrica brasileira de Plásticos de Engenharia.

09/05/2011
  •  Empresa vai investir R$ 5,3 milhões em 2011 na ampliação de produção de plásticos em São Bernardo do Campo (SP)
  • Novidades apresentadas na Brasilplast atendem aos mercados automotivo, eletroeletrônico e bens industriais de consumo 
  • Destaques são Technyl® A205F, nova tecnologia desenvolvida no Brasil que ajudará os clientes a obter maior economia de energia; uma nova gama de Technyl® livre de halogênio, para a indústria fotovoltaica; Evolite by Technyl®, nova gama de compósitos de alta performance que abrirá um mundo de inovações para projetistas e usuários.

A Rhodia Plásticos de Engenharia vai investir R$ 5,3 milhões em 2011 para a ampliação da produção de compostos de plásticos de engenharia em sua unidade industrial de São Bernardo Campo. Os recursos serão aplicados na implantação de uma nova linha de produção, que aumentará em 6 mil toneladas a atual capacidade produtiva da empresa. Essa nova capacidade deverá estar em funcionamento até o final deste ano.

As informações foram dadas hoje (09/5) por François Hincker, presidente da GBU (Global Business Unit) Plásticos de Engenharia da Rhodia, ao participar do primeiro dia da Brasilplast 2011 – Feira Internacional da Indústria do Plástico. Segundo Hincker, o aumento de produção esta inserido na estratégia de crescimento mundial dos negócios da Rhodia na área de plásticos de engenharia de poliamida, segmento em que a empresa é uma das líderes mundiais.

“Nossas posições de liderança, combinadas com uma forte presença nas regiões de rápido crescimento, como na América Latina, nos permitem atender o futuro crescimento do mercado”, acrescentou François Hincker, lembrando que outro eixo de expansão dessa atividade em termos mundiais está baseado na inovação.

As ambições de crescimento da Rhodia no segmento de plásticos de engenharia são solidamente baseadas na inovação sustentável e na presença em mercados com crescimento rápido e lucrativo. A Unidade Global de Negócios de Plásticos de Engenharia tem forte presença no mercado mundial e está particularmente bem posicionada em regiões de rápido crescimento: cerca de 38% de suas vendas estão na Ásia, e 18% estão na América Latina.

Inovação – Sob o slogan “Um Mundo de Soluções”, a empresa apresenta uma série de novidades em tecnologia e produtos na área de plásticos de engenharia. As quatro zonas temáticas no stand da empresa identificam claramente seu compromisso de agregar valor aos clientes:

  •  “A proximidade é uma força”, enfatizando como os clientes se beneficiam da presença global e força local da empresa;
  • “Eficiência é valor”, apresentando produtos e serviços que reduzem o tempo de colocação de um produto no mercado e aumentam a competitividade dos clientes;
  • “A vida é um ciclo”, apresentando inovações dedicadas às questões ambientais e de reciclagem;
  • “A inovação está no ar”, revelando as últimas inovações voltadas para produção de peças que combinam leveza e alto desempenho.

“Nossas equipes de produção, de P&D, comercial e de assistência técnica operam em sintonia fina com a cadeia produtiva do setor para identificar oportunidades e criar soluções que atendam as demandas do mercado”, afirma Marcos Curti, diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros América Latina.

Os plásticos de engenharia e polímeros em poliamida da Rhodia são empregados principalmente na produção de peças para os segmentos automotivo e de transportes, eletroeletrônicos e construção e bens industriais de consumo. O grupo Rhodia, que é um dos líderes mundiais desse setor, possui unidades produtivas e laboratórios de desenvolvimento de aplicações em quatro continentes. No Brasil, a fábrica e o laboratório estão instalados em São Bernardo Campo (SP).

Nos últimos meses, a Rhodia apresentou várias inovações importantes na área de poliamidas para Plásticos de Engenharia, incluindo a poliamida bioderivada Technyl® eXten, as soluções em reciclagem 4earth™, a Fuel’In by Technyl®, para aplicações de contato com combustível e Technyl® Super Impact, para a substituição de metais.

As novidades selecionadas para apresentação na Brasilplast 2011 incluem:

  • uma nova geração de Technyl®Star, denominada A205F, desenvolvida nos laboratórios brasileiros, que ajudará os clientes a obter maior produtividade, além de redução significativa dos custos com energia em seus processos de produção.
  • uma nova gama de Technyl®, livres de halogênio, para a indústria fotovoltaica;
  • Evolite by Technyl®, um compósito termoplástico revolucionário que abrirá um mundo de inovações para projetistas e usuários;
  • novos pós de poliamida, que irão desafiar os limites da fabricação rápida de peças plásticas.

Fonte: Rhodia

Discurso do presidente da Abiplast ressalta potencialidades da cadeia produtiva dos Plásticos, durante abertura da Brasilplast.

09/05/2011

Discurso de José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast, durante abertura da Feira Brasilplast 2011:

“Excelentíssimo Ministro de Ciência e Tecnologia Aluízio Mercadante,

Autoridades, companheiros, empresários senhoras e senhores – Bom dia a todos!

Para fazer este pronunciamento aqui representando a cadeia de  Produção dos Plásticos eu tinha preparado a minha fala, focando principalmente em fatores estruturais que tiram a competitividade de se produzir no Brasil. Mas falar aqui do tamanho da nossa carga tributária, que os juros são os mais altos do mundo, atraindo capital especulativos que pressionam o cambio valorizando o Real, ou mesmo dizer do estrago que importações da China e outros países tem feito no nosso Mercado, não seria novidade para ninguém.

Eu prefiro muito mais ressaltar as potencialidades da cadeia produtiva dos Plásticos, e fazer um agradecimento muito especial as autoridades e empresários presentes por virem ao Anhembi hoje e durante a feira para conhecer mais este setor produtivo, e também aos fabricantes de maquinas e resinas plásticas, os transformadores que vieram expor os seus produtos, para mostrar tendências, realizar negócios, estabelecer parcerias e buscar soluções conjuntas e inovadoras para este setor que é um dos mais dinâmicos e importantes da nossa economia.

O Plástico é o material preponderante nas embalagens dos alimentos, dos produtos de limpeza, dos cosméticos, medicamentos, dos insumos agrícolas, assim como na grande maioria dos produtos oferecidos pelo varejo e utilizados no dia a dia das pessoas.

Um dos seus principais destinos por exemplo, e a embalagem que é o ultimo passo para agregação de valor de um produto. Neste momento em que falamos tanto, na possibilidade de adicionar valor as nossas matérias primas e commodities, nada melhor do que termos uma indústria de embalagem forte e competitiva aqui no Brasil. Porque então, não aproveitarmos a força do nosso agronegócio para já exportarmos alimentos já processados ao invés de granel.

Temos também uma presença muito forte do Plástico na construção civil barateando e trazendo soluções inovadoras na construção de casas e obras de infraestrutura, nos eletroeletrônicos, utilidades domesticas, moveis, brinquedos, higiene e limpeza, cosméticos, farmacêuticos e hospitalares, brinquedos, calçados, aeronáuticos, automobilísticos entre outros.

O Consumo aparente dos transformados plásticos em 2010 pelos brasileiros foi de 6, 2 milhões de toneladas. O crescimento em relação ao ano de 2009 foi próximo de 10 %. Pena que as importações capturaram uma boa parcela do nosso consumo: foram importados 2,8 bilhões de dólares de transformados plásticos, neste numero não foram considerados a importações de resinas, maquinas, equipamentos e componentes. As importações de transformados plásticos dobraram nos últimos 5 anos e continuam crescendo.

Não podemos ficar acomodados com esta situação, precisamos reagir e rápido. Não podemos também ficar aqui o tempo todo reclamando dos Chineses, ou seja, lá de quem for. O que devemos fazer e reverter esta situação e nos tornarmos um centro de excelência do setor de Plásticos no Mundo.

Não faz o menor sentido termos preços das nossas matérias primas básicas, como se ainda fôssemos um grande importador de Petróleo. Somos autossuficientes e seremos logo um dos maiores exportadores do mundo com o Pré Sal. As referencias Brasileiras de preços para Nafta, correntes de C3, gás natural vem de países que são grandes importadores. Nos Estados Unidos que descobriram e passaram a produzir recentemente o shale gás, os preços de gás natural caíram em pouquíssimo tempo de quase dez para cerca de 4 dólares por milhão de BTU. Enquanto isto no Brasil estes preços estão próximos de 12,  encarecendo também nossa energia elétrica que já é certamente uma das mais caras do mundo. Cabe à Petrobras que e uma das maiores e mais rentáveis empresas do mundo, mudar esta situação.

Temos que desonerar os custos tributários dos investimentos, com acesso a credito a custos competitivos pelos menos para as empresas menores que tem enormes dificuldades para acessar estes recursos.

A Indústria de Manufatura Brasileira responde por cerca de 16% do PIB, mas responde por quase 38% de toda arrecadação de tributos dos 12 setores da economia Brasileira. Isto sem contar que no Brasil pagamos impostos antes de receber dos clientes, que é uma herança da época em que tínhamos inflação próxima a 2% por dia. Para fazer frente a este descasamento de cerca de 50 dias, temos que buscar capital de giro nos Bancos, sabendo que o nosso custo de capital é o maior do mundo. Não entrando nessa conta a burocracia envolvida com mais de 85 tributos no nosso pais, e a cada 26 minutos a Receita Federal cria uma nova regra.

No setor de Plásticos, faturamos anualmente mais de 50 bilhões de Reais e empregamos mais de 400 mil pessoas, sendo o sexto setor mais empregador da indústria Brasileira e o segundo de São Paulo, com presença em todos os estados brasileiros e na maioria dos municípios.

A indústria de Manufatura e responsável por 23% da arrecadação da Previdência Social no Brasil, sendo que aqui os encargos trabalhistas representam 32,4% do custo da mão de obra industrial, enquanto que a média de em 34 Países que representam mais de 90% do PIB mundial a média é de 21%.

Temos urgência em desonerar a nossa folha de pagamento, eu entreguei na ultima sexta feira uma proposta elaborada pela Fiesp por determinação do presidente Paulo Skaf, na ultima sexta feira ao secretario Nelson Barbosa.

Vamos disputar mão de obra qualificada com outros setores da economia, temos que formar pessoas, melhorar gestão, buscar escala ótima de produção. Sabemos que se não fossem os Plásticos, hoje estaríamos gerando três vezes mais volume de lixo, e por isto mesmo devemos estar atentos as exigências ambientais da nossa sociedade, e fazer a nossa parte na implementação da Politica Nacional de Resíduos Sólidos.

Temos que investir em Pesquisa e Desenvolvimento, setores como nanotecnologia, melhorando o desempenho dos nossos produtos, em biotecnologia para as resinas de fontes renováveis. design, moldes, processos, materiais, soluções inovadoras para suportar o desenvolvimento e o crescimento dos nossos clientes.

Só queria aqui lembrar ao Ministro, que uma das forças da Petrobras que permitiu buscarmos nas profundezas do pré sal petróleo de boa qualidade foi o seu desenvolvimento tecnológico. Se hoje temos a tecnologia necessária, foi porque dentre outras coisas pela Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997), em seu Art. 8º, alínea X, a ANP é obrigada a estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias na exploração, produção, transporte, refino e processamento.

Por este motivo, a partir de 1998, a ANP incluiu nos Contratos de Concessão para Exploração, Desenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural cláusula determinando que o concessionário seja obrigado a realizar Despesas Qualificadas com Pesquisa e Desenvolvimento em valor equivalente a 1% (um por cento) da receita bruta da produção para tal campo. É a chamada “participação especial”, tributo adicional aos royalties.

A lei estabeleceu ainda que, no mínimo, 50% do valor dos investimentos devem ser aplicados em instituições de pesquisa e desenvolvimento – P&D – credenciadas pela ANP para esse fim, podendo os demais recursos serem aplicados em despesas qualificadas como P&D executadas em instalações próprias dos concessionários e de empresas afiliadas.

Porque não fazer o mesmo com contribuições como esta que seriam repassadas a jusante nas diversas cadeias produtivas como a nossa dos Plásticos, e também naquelas de matérias primas ou commodities onde temos indiscutivelmente vantagens comparativas sobre outros países, e que as divisas de suas exportações contribuem enormemente para valorizar o Real, evitando a já conhecida doença holandesa, já presente na nossa economia.

Já chegando ao final da minha fala, o que nos não gostaríamos e de engrossar as filas em Brasília, pedindo para aumentar as alíquotas de importação de nossos produtos, o que nos queremos e o direito de sermos competitivos e participar desta enorme mudança que o nosso pais vem atravessando. Queremos fabricar os produtos que serão consumidos pelos brasileiros e também ter uma forte presença dos nossos produtos e serviços no Mercado Mundial.

Apesar de termos muitas coisas e mudanças a serem feitas, as condições de vida dos brasileiros tem melhorado muito. Em 2003 tínhamos 66 milhões de pessoas na classe C, e as ultimas projeções indicam que teremos cerca de 113 milhões de pessoas nesta classe social em 2014.

Este pessoal com renda maior tem todo o direito de ter acesso a produtos e serviços que vão estar presentes no seu dia a dia. Eles não vão às lojas para comprar minério de ferro, pasta de celulose, barril de petróleo, correntes de C3, Nafta Petroquímica, etc. Eles vão para comprar alimentos processados e embalados, tubos e conexões, televisores, automóveis, DVD’s, liquidificadores, geladeiras, medicamentos, escorredores de macarrão, contentores de lixo, seringas de injeção, escovas de dente, celulares, computadores, brinquedos, sacos de lixos, shampoos, desinfetantes, calçados e centenas de milhares de produtos onde a presença do Plástico no seu processo produtivo e uma condição essencial e insubstituível para baratear o seu custo e melhorar o seu desempenho, e aqui que temos o desafio diário de produzir em tempo cada vez mais reduzidos produtos inovadores e diferenciados.

Mais uma vez agradeço a presença dos representantes de todas as entidades parceiras para a realização deste tão importante evento para o nosso setor, com a certeza de que poderemos aqui, durante a realização da Brasilplast, e nos nossos encontros futuros, buscar soluções para grandes avanços da Cadeia produtiva dos Plásticos.”

José Ricardo Roriz Coelho

Fonte: Assessoria de Imprensa BRASILPLAST

13a. Edição da Feira Brasilplast é aberta em São Paulo.

09/05/2011

 Até 13 de maio, a feira reúne 1390 expositores da indústria do plástico e deve receber 65 mil compradores interessados em soluções e tecnologias que aumentem a competitividade do setor no mercado interno 

 Em sua 13ª edição, a BRASILPLAST (Feira Internacional da Indústria do Plástico), terceira maior feira do mundo, teve início nesta segunda-feira, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.  A solenidade de abertura contou com a presença de diversas autoridades de entidades parceiras do setor. Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, chamou a atenção para os recordes da feira nesse ano, a exemplo do número de profissionais interessados em participar do evento: até a véspera da abertura, 42 mil pessoas já haviam se credenciado.

 “Esta edição da BRASILPLAST é motivo de orgulho pela competência e qualidade com que a empresas participam da feira”, disse De Vera. O evento ocupa todo o Pavilhão do Anhembi com 1390 expositores e espera receber mais de 65 mil visitantes/compradores das principais capitais do Brasil e de 36 países, como Itália, Turquia, Portugal, China, Taiwan, Alemanha, Estados Unidos, Coréia do Sul e Índia.

 Em meio aos avanços em tecnologia no setor, os porta-vozes da ABIMAQ e da ABIQUIM frisaram a preocupação com o trabalho em busca de melhorar a competitividade da indústria nacional. Visão compartilhada pelo presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, que reforçou a necessidade da indústria investir no mercado interno. “O consumidor não compra barril de petróleo e sim o produto transformado. Temos que fazer um grande esforço para sermos um centro de excelência em tecnologia e soluções para setor de transformação”, afirmou.

 O plástico está presente em grande parte dos objetos e produtos consumidos e usados pelos brasileiros, desde carros, eltrodomésticos, celulares a embalagens para alimentos, cosméticos e medicamentos. O setor de transformadores plásticos gera 349,4 mil empregos diretos no Brasil, sendo o 6º maior empregador do Brasil e 2º maior de São Paulo, com grande potencial de crescimento.

A abertura ainda contou com a presença do vice-presidente do SIRESP, do presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Assessorias para a Indústria do Plástico da ABIMAQ, do presidente da Agência de Desenvolvimento Industrial e do cônsul geral da Itália em São Paulo. da Sra. Liliane Bortolucci, diretora da Brasilplast 2011, do Sr. José Veloso Dias Cardoso, vice-presidente da ABIMAQ,  Sr. Henri Armand Slezynger, presidente da ABQUIM,  Sr. Wilson Carnevalli, presidente da Câmara Setorial de máquinas e assessores para a indústria do plástico da ABIMAQ, Roberto Noronha dos Santos, vice-presidente do SIRESP,  Sr. Mauro Borges Lemos, presidente da agência de desenvolvimento industrial, Sr. Mauro Marsilli, cônsul geral da Itália em São Paulo e Sr. Alencar Burti, presidente do conselho deliberativo do SEBRAE em São Paulo, entre outras autoridades e representantes setorais.

Fonte: Assessoria de Imprensa: Brasilplast

OPERAÇÃO RECICLAR reprocessará material plástico coletado durante a Brasilplast

05/05/2011

Maior feira da América Latina da indústria do plástico, BRASILPLAST terá um “reciclometro” para medir a quantidade de material reciclado

Uma equipe de reforço foi convocada para fazer a coleta de todo o material processado pelos 1390 expositores da BRASILPLAST 2011, que será destinado para reciclagem. Batizada de Operação Reciclar, a ação é uma iniciativa da Reed Exhibitions Al-cantara Machado e conta com a coordenação da Plastivida, que tem concentrado esforços no  desenvolvimento de estudos e práticas socioambientais sobre os benefícios da reciclagem dos plásticos. No Brasil, o maior mercado é o da reciclagem primária, que consiste na regeneração de um único tipo de resina separadamente. Este tipo de reciclagem absorve 5% do plástico consumido no país e é geralmente associada à produção industrial (pré-consumo).

Em uma área de 204 metros quadrados, localizada na entrada do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes poderão acompanhar, de 9 a 13 de maio, algumas atividades e obter mais informações sobre o processo de reciclagem, produtos diferenciados feitos a partir de plástico reciclado, o lado humano da reciclagem e mecanismos para desenvolvimento da qualidade e consumo responsável. Um “reciclometro” irá mostrar em tempo real tudo que é reciclado durante a Feira.

Fonte:  Reed Alcântara Machado

Brasilplast 2011: Rhodia mostra novidades e planos na área de Plásticos de Engenharia.

05/05/2011

O presidente da GBU (Global Business Unit) Rhodia Plásticos de Engenharia, François Hincker, apresentará à Imprensa as novidades em tecnologias e produtos e os planos de crescimento dessa área de negócios na próxima segunda-feira, dia 09/5, às 14h30, no estande da empresa na Brasilplast 2011 – Feira Internacional da Indústria do Plástico.

Também participarão da entrevista o presidente da Rhodia América Latina, Marcos De Marchi, e o diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia América Latina, Marcos Curti.

A GBU Plásticos de Engenharia é um dos core business do grupo Rhodia. Tem fábricas e laboratórios em quatro continentes (América do Sul, América do Norte, Ásia e Europa). Suas tecnologias e produtos são empregadas para produção de peças para os mercados automotivo e de transportes, construção e eletroeletrônicos, bens industriais e bens de consumo.

 O estande da Rhodia, criado sob o slogan “Um Mundo de Soluções”, está localizado nas ruas D/E do Pavilhão de Exposições do Anhembi (SP).

Fonte:  Rhodia

Nanotecnologia é abordada em Palestra durante Conferência Brasilplast.

05/05/2011

A nanotecnologia aliada ao plástico. É isso que o público vai poder ver e entender durante a BRASILPLAST (13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico).  Essa tecnologia consiste em manipular átomos e moléculas para modificar ou criar novos materiais, fazendo com que estes tenham características diferentes como maior resistência, maior durabilidade, resistência ao fogo, vedação mais eficiente, entre outros benefícios.

Usada em diversos segmentos, na indústria do plástico é possível encontrar a nanotecnologia em embalagens, materiais usados na indústria automotiva, entre outras. Os “Avanços da Nanotecnologia e sua Aplicação em Polímeros” é um dos temas que será apresentado pelo professor Dr. Henrique Toma, do Departamento de Química Fundamental do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), durante a Conferência BRASILPLAST 2011, no dia 11 de maio.

Segundo Henrique Toma, a Nanotecnologia já está em sua segunda fase. “Na primeira etapa, os pesquisadores desenvolveram os Nanocompósitos, que são plásticos mais resistentes, de fácil moldagem e com características sustentáveis. Estamos na segunda etapa, onde estão sendo desenvolvidos materiais funcionais, que podem virar condutores elétricos, extremamente resistentes, bloquear chamas, gases, ajudando até a aumentar o tempo de prateleira ou validade dos alimentos. A próxima etapa será o desenvolvimento de materiais inteligentes, capazes de se regenerar e reagir de acordo com funções determinadas. Na quarta e última etapa, esses materiais não serão mais polímeros, e sim materiais biológicos, próximos a outros encontrados na natureza”, explica o professor.

A Nanox, empresa que atua nos mercados de aditivos antimicrobianos, lançará com exclusividade na BRASILPLAST, um produto antimicrobiano o NANOXClean, um pó que é incorporado em qualquer tipo de plástico e torna o material antimicrobiano, bactericida, fungicida e acaricida. É o primeiro produto desenvolvido e fabricado no Brasil com a nanotecnologia e certificado pela ANVISA. O produto foi criado pela empresa com o financiamento da FAPESP, FINEP e CNPq, ou seja, tecnologia 100% nacional.

Além dos avanços da Nanotecnologia, a Conferência traz temas como Sustentabilidade na Cadeia do Plástico, tendências e novas tecnologias, como a Aplicação Estrutural de Materiais Compósitos; Desempenho e Eficiência em Injetoras; e Utilização e Aplicação de Injetores Híbridos e Elétricos. Também estará em pauta ampla análise do cenário econômico nacional com foco na competitividade para o mercado de plástico, importação de matérias primas, tendências de preços, investimentos e gestão de parques industriais de transformadores.

Fonte: Reed Alcântara Machado

Wortex apresentará na Brasilplast sistema de reciclagem com dupla degasagem.

05/05/2011

Em 2010, a produção de lixo no Brasil chegou a 195 mil toneladas de resíduos sólidos por dia. Se comparado a 2009 que produziu 182.728 toneladas houve, no ano passado, um aumento de 6,8% na geração de lixo. Os dados são do “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2010”, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Mas o que fazer com todo esse material, que, muitas vezes, não é reciclado, e acaba indo para lixões a céu aberto?

Em um lançamento inédito no Brasil, a Wortex desenvolveu um sistema que torna a reciclagem do plástico mais eficaz. A empresa lançará, durante a 13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico (BRASILPLAST), a linha Challenger Recycler dupla degasagem. A máquina é capaz de reciclar plásticos de diversas densidades, sem a necessidade de aglutinar, que já foram utilizados para embalar, armazenar ou proteger materiais e alimentos. A linha retira os gases provocados pela pigmentação e tintas aplicadas no produto e prepara o material para ser reutilizado.

 O grande diferencial da linha está no sistema de degasagem, ou retirada de gases. No processo para reciclar os materiais plásticos, há geração de gases, que se não forem extraídos com rapidez, podem contaminar o material e inutilizá-lo. Com a dupla degasagem o equipamento também remove a umidade gerada no processo.

A Wortex também terá em exposição no espaço da Operação Reciclar, a Linha Challenger Compounder modelo WEX-105-38D dupla degasagem, que, como a Challenger Recycler, remove gases e umidades dos produtos de plástico. O diferencial do aparelho é que ele é capaz de reciclar materiais mais densos, como garrafas, frascos, entre outros.

A Operação Reciclar é uma iniciativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado e conta com a coordenação da Plastivida. Em uma área de 204 metros quadrados, localizada na entrada do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes poderão acompanhar, de 9 a 13 de maio, algumas atividades e obter mais informações sobre o processo de reciclagem, produtos diferenciados feitos a partir de plástico reciclado, o lado humano da reciclagem e mecanismos para desenvolvimento da qualidade e consumo responsável.As máquinas estarão em funcionamento, durante todos os dias da feira, no estande da Wortex e da Operação Reciclar.

Fonte: Wortex / Reed Alcântara Machado

Com número recorde de 43 empresas, a Itália se apresenta na BRASILPLAST 2011

04/05/2011

Reconhecida mundialmente na área de tecnologia em maquinário e moldes para materiais plásticos e borracha, a Itália vem reforçar sua presença no país e apresentar seu potencial para o setor durante a BRASILPLAST 2011, de 09 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

 Com o objetivo de firmar novas parcerias estratégicas, bem como consolidar a presença das empresas italianas no país, a iniciativa conta com a organização do ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior, entidade ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, em parceria com a ASSOCOMAPLAST – Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas para Matéria Plástica e Borracha.

 O Pavilhão Italiano reúne 43 empresas líderes em seus setores de atuação, apresentando crescimento de 40% em sua área expositiva e 38% em relação ao número de participantes, comparado à edição anterior, em área expositiva de quase mil metros quadrados.

 Comércio Bilateral

O Brasil é o 5º maior mercado mundial de exportação italiana no segmento. Além disso, a Itália ocupa atualmente o 3º lugar entre os principais fornecedores de instalações para o mercado brasileiro, tendo quase duplicado, em 2010, o valor de suas vendas para o setor, chegando a quase 100 milhões de euros (versus 2009).

O setor na Itália

Em termos de faturamento e exportação, os fabricantes italianos de máquinas para matéria plástica e borracha, ocupam o segundo lugar, a nível mundial, com mais de 11% sobre o total, atrás da Alemanha. Equiparado tecnologicamente com o país europeu, a Itália apresenta a vantagem de oferecer uma melhor relação qualidade/preço, o que a torna mais competitiva, sobretudo em relação aos países mais orientados à produção de alta qualidade e valor agregado.

Em mais de 50 anos de atividade, o setor italiano passou por um constante processo de evolução, que lhe permitiu desenvolver uma indústria completa, com ampla gama de produtos: extrusoras mono e duplo parafuso, máquinas à injeção, máquinas para extrusão-injeção/sopro, máquinas para estampagem rotacional e linhas diversificadas de máquinas para espumas poliuretânicas rígidas e flexíveis, entre outros.

Destaque especial para o segmento de reciclagem (mecânica) de termoplásticos e borracha, com soluções que englobam a inclusão de matérias-primas de segunda-mão, que podem ser valorizadas e recolocadas no ciclo produtivo e instalações, máquinas e equipamentos que ofereçam soluções tecnológicas voltadas a processos de transformação sustentável e com menor impacto ambiental, como máquinas com reduzido consumo de energia, que também permitem a produção de artigos de plástico cada vez mais leves e com as mesmas características técnicas.

 O desenvolvimento da indústria italiana nos últimos anos

Os principais indicadores do setor mostram avanços positivos. Para a indústria italiana o balanço de 2010, em relação ao ano anterior, apresenta uma substancial retomada, superior às estimativas dos meses anteriores. O bom momento da indústria italiana é confirmado pelo incremento da produção de máquinas para a indústria do plástico e da borracha (+ 9,1%) em relação a 2009, com um valor de 3,6 bilhões de euros. Quanto às exportações, estas somaram, no mesmo período, 2,01 bilhões de euros (+ 9,7%)  e um saldo positivo na balança comercial de 1,4 bilhões, tendo como principais destinos Alemanha e China (dados ICE/ ASSOCOMAPLAST).

Entidades

 ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior

(www.ice.gov.itwww.italtrade.com)

Instituição do Governo Italiano que, com uma rede de 117 escritórios espalhados por 87 países e outros 17 na Itália, promove os produtos, as tecnologias e os serviços italianos no mundo, dando particular atenção aos interesses e às necessidades das pequenas e médias empresas. Também trabalha para estimular o investimento direto no país e no exterior, bem como atrair investimentos estrangeiros à Itália.

 ASSOCOMAPLAST – Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas para Matéria Plástica e Borracha

(www.assocomaplast.org.it)

Associação que atua desde 1960, reunindo cerca de 170 importantes empresas italianas fabricantes de máquinas, equipamentos auxiliares e moldes para trabalhar matéria plástica e borracha, com o objetivo de promover, mundialmente, o conhecimento e a difusão da tecnologia italiana para a transformação da matéria plástica e da borracha.

Fonte:  RM Press

Grandes compradores internacionais confirmam presença no Projeto Comprador na Brasilplast

03/05/2011

Cada vez mais o Brasil tem atraído olhares, atenções e investimentos estrangeiros, por sua tecnologia e crescimento econômico. Um cenário propício para negócios é a quantidade de feiras e eventos que o país sedia. No setor do plástico, o Brasil se destaca na realização da Brasilplast, terceira maior feira do segmento do mundo, realizada a cada dois anos.

As empresas associadas ainda podem manifestar seu interesse em participar das rodadas de negócios, que serão realizadas pelo Programa Export Plastic, no dia 9 de maio, das 15h às 20h, no Espaço Premium da feira.

Tradicionalmente, o Programa promove a vinda de importantes compradores internacionais, media contatos, estimula a interação dos empresários nacionais e estrangeiros e incentiva a divulgação dos avanços tecnológicos das empresas associadas, o diferencial competitivo do país e a qualidade dos produtos brasileiros.

Nesta edição da Brasilplast não será diferente. O Programa promoverá o 24º Projeto Comprador e o Projeto Imagem, além de viabilizar visitas às empresas e intermediar negócios entre os brasileiros e os visitantes. “Queremos mais uma vez disseminar a cultura exportadora e valorizar o produto brasileiro”, afirma Marco Wydra, gerente executivo do Programa Export Plastic.

O Projeto Comprador contará com a participação de representantes de sete grandes empresas internacionais interessadas em negociar com empresários brasileiros. Uma delas é a Atlantic Packing, uma das maiores distribuidoras de embalagens americana, com 12 unidades de negócios somente nos EUA e bases na América Latina e Caribe. A empresa busca laminados em BOPP, filmes shrink e outros produtos destinados à indústria alimentícia e de embalagens.

A corporação mexicana Distribuidora y Comercializadora de Productos para La Construcción y Geosinteticos SA participa pela primeira vez do evento e traz uma grande oportunidade de geração de negócios com os fabricantes de geosintéticos e produtos para setores agrícolas e de construção civil.

A gigante chilena SPL, empresa detentora de uma das maiores minas a céu aberto de sal do mundo, também marcará presença no Projeto Comprador. No Brasil, a empresa busca, desde stand up pouches e shrink film em PVC até big bags em polipropileno e sacaria de ráfia para acondicionamento do sal.

Os participantes do Projeto Comprador e os importadores terão a oportunidade de assistir uma palestra sobre o mercado europeu de embalagens, com o pesquisador convidado pelo Programa, Robbin Leggett.

Na edição anterior da Brasilplast, em 2009, o Programa Export Plastic realizou um Projeto Comprador que contou com 193 encontros comerciais e que gerou US$ 160.000 em negócios. A expectativa da organização dessa ação é de dobrar o montante este ano.

A Brasilplast 2011 contará com 1300 expositores e deverá receber 65 mil pessoas, entre brasileiros e visitantes de 60 países, interessados em conhecer as novidades em equipamentos, máquinas, matérias-primas e produtos transformados de plástico.

Fonte:  Boletim Export Plastic

Dow apresenta família de polímeros HEALTH+ para a indústria de Saúde na Brasilplast 2011

02/05/2011

Qualidade, consistência lote a lote e alto nível de pureza são alguns dos principais atributos da solução para a indústria da Saúde

Pela primeira vez a The Dow Chemical Company traz ao Brasil sua família de polímeros para Saúde HEALTH+. O portfólio é composto por polietilenos de baixa densidade (LDPE) para fabricações de Blow-fill-seal (BFS ou sopro-enchimento-selagem) e traz o padrão Dow de qualidade, o qual segue a filosofia Six Sigma para garantir o alto nível de consistência em todos os lotes de resinas e processos de produção.

O portfólio é composto por polímeros com diferentes densidades, as quais atendem a demandas de aplicação distintas: recipientes e ampolas que resistam a uma temperatura de esterilização de até 110o C, e recipientes, ampolas e frascos que não exijam esterilização a calor.

No mercado de saúde o controle de produtos é fundamental. Mudanças nas matérias primas implicam requalificar o produto envolvido. Neste segmento, as aprovações são complexas e prolongadas.  Consistência durante a aprovação do produto, e mudanças planejadas quando comercializado são requeridas..“As resinas HEALTH+ são fabricadas com especificações rigorosas, garantindo sua qualidade e consistência. Os polímeros não sofrem alterações durante seu desenvolvimento, testes, e qualificações. Caso ocorra alguma mudança ou alteração, esta será comunicado com antecedência via uma Notificação de Mudança informando a mesma, por exemplo:  composição, localização de origem e descontinuação do produto”, explica Dolores Brizuela, Gerente de Marketing para Food & Specialty Packaging e Health & Hygiene (embalagens especiais para alimentos, higiene e saúde).

As resinas apresentam conformidade regulatória, ou seja, estão certificadas de acordo com as exigências para algumas aplicações em saúde. Por serem fabricadas de acordo com rígidas especificações de boas práticas de fabricação, apresentam conformidade de qualidade.

As resinas de LDPE HEALTH+ apresentam ainda outras vantagens, como ampla janela de processamento, excelente claridade e transparência, alta flexibilidade e suavidade, além de capacidade de esterilização com diferentes técnicas: a vapor, EtO (óxido de etileno) e gama.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Nanox Clean para contato com alimentos: pioneiro no Brasil e certificado pela Anvisa

02/05/2011

Será lançado na Brasilplast 2011 o produto para contato com alimentos Nanox Clean , da Nanox, uma empresa de soluções em nanotecnologia focada nos mercados de aditivos antimicrobianos que recebeu investimentos do Fundo Novarum (Araújo Fontes + Jardim Botânico Investimentos), sendo a primeira empresa de nanotecnologia a receber este tipo de investimento.

 Trata-se de um produto pioneiro no Brasil, o primeiro certificado pela Anvisa para contato com alimentos (embalagens, geladeiras etc), um pó que é incorporado em qualquer tipo de plástico e torna o material antimicrobiano, bactericida, fungicida e acaricida – é o primeiro inorgânico a ser fabricado (e certificado) no país, desenvolvido com recursos do programa Subvenção da Finep (Financiadora de Estudos e projetos).

De acordo com Gustavo Simões, da Nanox, “o produto também pode ser transformado em temperaturas superiores a 600º C, é seguro e tem baixa toxicidade (como atestam laudos do Laboratório Ecolizer), alta performance com baixa concentração e mantém as características de cor, transparência e resistência mecânica dos polímeros. No caso de embalagens, que tem contato com alimentos, o produto pode dobrar ou triplicar o shelf-life dos alimentos”.

O Nanox Clean estará exposto no estande da Nanox, na Brasilplast, de 09 a 13 de maio de 2011, no Pavilhão de Exposições de Anhembi, à Avenida Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo (SP). O evento deve receber cerca de 1300 expositores, 65 mil visitantes/compradores de 60 países, reunidos num ambiente de lançamentos e serviços em que serão apontadas as principais tendências desse mercado.

Fonte: Brasilplast / Tamer Comunicação Empresarial

FCC lança na Brasilplast 2011 o Fortiprene TPE VERDE, primeiro elastômero termoplástico com 50% de origem renovável

02/05/2011

A FCC faz na Brasilplast 2011 o lançamento do Fortiprene TPE VERDE, com até 50% de materiais renováveis, de origem vegetal. O desenvolvimento deste material pioneiro representa um importante passo na busca de soluções para as questões de sustentabilidade do planeta, minimizando a degradação do meio ambiente e a exaustão dos recursos naturais.

Para atender à demanda deste mercado, a FCC investiu R$ 10 milhões na instalação de uma unidade produtiva junto à sua matriz, em Campo Bom/RS, e na ampliação da unidade de Conceição de Jacuipe/BA. Com estes investimentos, a empresa duplica sua capacidade de produção da matéria-prima, passando a ter capacidade para 10.000 toneladas/ano.

A apresentação da nova matéria-prima acontece como mais um esforço da FCC para manter o ritmo de aceleração de sua participação neste segmento – a indústria teve crescimento de 40% nas vendas de TPEs em 2010.

Fortiprene TPE VERDE é totalmente reciclável e sua funcionalidade e demais propriedades mecânicas e físicas permanecerão similares aos demais produtos convencionais atualmente disponíveis no mercado.

O Fortiprene TPE VERDE pode ser utilizado em qualquer aplicação em que os TPEs tradicionais já são utilizados, como por exemplo, na substituição de peças feitas em borracha vulcanizada, utilidades domésticas, cabos de ferramentas e utensílios, além de peças de vedação automobilísticas, brindes e brinquedos, entre outros.

Resultado de pesquisas próprias, o desenvolvimento do produto esteve focado também na questão econômica. O Fortiprene TPE VERDE não custa mais caro que um TPE convencional de propriedades similares, o que é um apelo importante para sua aceitação. Além de não custar mais, a nova matéria-prima da FCC pode ser processada no mesmo tipo de equipamento que qualquer outro TPE – injeção, extrusão, sopro e calandragem. Ou seja, para usar a matéria-prima renovável, as indústrias não terão que fazer qualquer modificação em seus processos.

O diretor de termoplásticos da FCC, Julio Schmitt, acredita na aceitação da nova matéria-prima, que oferecerá a fabricantes de utensílios, embalagens, a possibilidade de fazer uso de um material reciclável para a produção de peças e detalhes com toque macio e com característica anti-derrapante. O Fortiprene TPE Verde é feito para ser usado em peças que requeiram maciez de toque e o efeito anti-derrapante, como os cabos de ferramentas, cabos de escovas de dentes, embalagens de cosméticos, entre outros.

LINHA DE TPVs

A FCC está apresentando na Brasilplast também a linha completa de TPVs (Elastômeros Termoplásticos Dinamicamente Vulcanizados à base de PP/EPDM), o primeiro elastômero termoplástico dinamicamente vulcanizado (TPV) com tecnologia brasileira.

A FCC é a precursora brasileira na concepção dessa tecnologia. O Fortiprene TPV tem grande aplicação em autopeças de vedação.

A FCC projeta incremento significativo de sua participação no mercado de TPVs, “porque um produtor brasileiro de TVP atende mais rapidamente aos seus clientes, tanto no fornecimento quanto no desenvolvimento de peças”. Com o mercado doméstico aquecido, “as indútrias que usam esta matéria-prima precisam de um fornecedor local, para reduzir o tempo de desenvolvimento de novas peças, além dos recursos aplicados em estoque. A racionalização agiliza a produção e contribui para a formação de preços”.

CAPACIDADE DE DISTRIBUIÇÃO AMPLIADA

Para melhor atender aos clientes da região Sudeste, a FCC não investiu apenas na ampliação da capacidade de produção. A empresa está inaugurando uma unidade de distribuição em São Paulo, capital, com estoque, laboratório, show room e local de atendimento e suporte de serviços ao cliente.

O investimento faz parte do projeto da FCC, de oferecer agilidade no atendimento ao cliente, tanto para o fornecimento do produto quanto para o desenvolvimento de peças técnicas.

Fonte: Brasilplast / FCC

Dow lança resinas para filmes “shrink” e “stretch”, direcionadas para mercados de paletização / unitização de produtos.

27/04/2011

A The Dow Chemical Company lança novas resinas para a produção de filmes industriais – aplicados na unitização de produtos – na Brasilplast 2011 (9 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi). Este mercado é um dos maiores consumidores de polietileno em todo o mundo e a Dow tem soluções para os principais métodos de unitização – stretch (esticáveis), shrink (encolhíveis) e stretch hood.

 Para filmes Shrink, a Dow oferece a nova resina Elite AT XUS 59999.18, um pós-metaloceno linear de baixa densidade (P-mLLDPE), especificamente desenhada para uso em filmes shrink, os quais podem ser utilizados na unitização de garrafas de bebidas, latas em geral, produtos de higiene e limpeza, entre outros.

 A nova solução apresenta excelente balanço de propriedades como processabilidade, boa estabilidade de balão, excelentes propriedades óticas e, principalmente, alta resistência à perfuração. Tudo isso combinado à possibilidade de redução de espessura do filme, gerando beneficios para cadeia, bem como o meio ambiente. “Esta resina viabiliza a modificação da formulação normalmente usada, para um filme com alta porcentagem de Polietileno Linear, resultando na redução da sua espessura e melhoria das propriedades óticas”, explica Sérgio Coleoni, Gerente de Marketing para Industrial, Consumer Packaging e Tubos.

 Segundo o executivo, o mercado de filmes termoencolhíveis continua demandando o máximo desempenho das resinas de polietileno. “Dependendo do tipo de carga a ser unitizada e do processo de transporte usado, os requerimentos mecânicos do filme podem ser bastante altos. Somam-se a isso as constantes reduções de espessuras que filmes termoencolhíveis vem sofrendo ao longo dos anos, obrigando sempre a mesma proteção, mesmo com menor volume de filme”, explica.

 Os filmes Stretch representam aproximadamente 75% do total de volume de filmes usados globalmente para unitização ou paletização e os filmes Shrink para paletização, cerca de 21% (AMI Stretch & Shrink 2009). Os Filmes Stretch Hood ainda aparecem com uma menor participação de mercado, porém este volume vem crescendo a taxas superiores que os demais mercados de unitização. Mercados como Linha Branca e Cimentos são os com maiores taxas de crescimento devido à alta proteção que este tipo de filme proporciona.

 Esse movimento deve ocorrer em virtude das vantagens que os filmes Stretch Hood apresentam: maior velocidade de paletização, economia de energia e unitização completa do produto, com maior qualidade. Para a confecção de filmes Stretch Hood, a Dow também traz uma nova resina: a XUS 59999.02 um pós-metaloceno linear de baixa (P-mLLDPE), parte da família de resinas Elite AT. Ela oferece um conjunto de características bastante relevantes para este tipo de filme como boas propriedades óticas, excelente resistência mecânica, recuperação elástica e força de retenção de carga.

 Ainda para o mercado de Stretch Hood, a Dow tem uma extensa e inovadora linha de resinas polielefínicas que pode ajudar os convertedores a desenvolver formulações diferenciadas, com excelente desempenho e produtividade. “Uma ampla gama de soluções pode ser desenvolvida e otimizada, dependendo da aplicação final do filme”, afirma o executivo.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Presidente da ABIPLAST destaca potencial de crescimento da indústria plástica brasileira.

19/04/2011

Atual presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho vê com bons olhos as oportunidades que o Brasil tem perante outras nações

Com um consumo médio per capita de plástico de 27,94%, o Brasil tem muito a crescer quando comparado aos Estados Unidos, com 105%, e Europa, com 99%. Diante desses números, José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), afirma que o País tem uma grande oportunidade de crescimento.

Em entrevista concedida à Assessoria de Imprensa da BRASILPLAST (13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico), José Roriz destaca a importância do evento para o setor, como o mercado brasileiro enxerga a questão da sustentabilidade, entre outros assuntos. Acompanhe:

Assessoria de Imprensa: Qual a importância da BRASILPLAST para o mercado nacional?
Roriz – Uma feira de negócios do porte da BRASILPLAST é uma excelente oportunidade para que as empresas se atualizem com as últimas novidades em termos de tecnologia e novos produtos, avaliem tendências, conheçam novos clientes e fornecedores e fechem bons negócios.

A.I.: Quais as expectativas da entidade em relação à BRASILPLAST 2011?
Roriz – Esperamos que o período de 9 a 13 de maio de 2011 sirva para que as empresas do setor plástico avaliem mercados, sejam estimuladas a investir em novas tecnologias e estudem a viabilidade de acesso a novos mercados. Enfim, acreditamos que a BRASILPLAST seja uma oportunidade para que as empresas conheçam o mercado e possam formatar estratégias para alavancar sua competitividade.

A.I.: Em termos mundiais, como o senhor compararia o evento brasileiro?
Roriz – A BRASILPLAST está no rol das feiras do setor plástico mais importantes do mundo e, seguramente, é o principal evento do setor na América do Sul.

A.I.: Muito tem se falado em “plástico verde”. Como esses produtos complementam a cadeia do plástico como um todo?
Roriz – A Braskem inaugurou em setembro/2010 uma fábrica com capacidade de produção de 200 mil toneladas/ano de polietileno “verde”, isto é, um plástico proveniente de fonte renovável (etanol – cana de açúcar) e já anunciou investimentos para instalação de planta para produção de polipropileno verde.

O uso dos produtos plásticos “verdes” ainda está restrito a alguns segmentos e o preço desse material é acima do valor do produto convencional, até porque se trata de uma nova tecnologia, que ainda não tem produção em escala suficiente para substituir os produtos convencionais.
É preciso salientar que existem diferenças entre o que se chama de plástico “verde” e o plástico biodegradável. O plástico “verde” é o material obtido através de fontes renováveis, que não necessariamente são biodegradáveis. O plástico biodegradável é aquele em que há depois de certo tempo a degradação do polímero, desde que exposto em condições ideais.

A.I.: Quais são as regiões brasileiras que se destacam na indústria de transformação do plástico?
Roriz – O setor plástico é composto por 11.526 empresas, sendo que 85% delas estão concentradas nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Somente no Estado de São Paulo existem 5,1 mil empresas, o que representa praticamente 45% do total do Brasil. O segundo Estado com maior concentração de empresas é Rio Grande do Sul, com 1.200 empresas, seguido por Santa Catarina e Paraná, com cerca de 940 empresas cada.

A.I.: Embora as exportações estejam em queda, para quais países o Brasil mais exporta seus produtos transformados?
Roriz – Só fazendo uma correção. As exportações não estão em queda. Elas crescem, porém a um ritmo bem menor do que as importações. Os principais parceiros comerciais do Brasil nas exportações de plástico são: Argentina, que recebe 26% do total das exportações brasileiras; Países Baixos (Holanda), que capta mais 15%; e os Estados Unidos, que responde por outros 8% do total das exportações de transformados plásticos brasileiros.

A.I.: Qual a importância do BNDES Proplástico para a cadeia produtiva do plástico? Quais os principais benefícios para as empresas e o que isso significa para a cadeia?
Roriz – O BNDES Proplástico é um programa de fomento ao investimento para a cadeia do plástico lançado em uma hora bastante propícia para indústria de transformação. O BNDES Proplástico atua com cinco modalidades de financiamento, sendo: financiamento à produção e modernização do parque fabril; renovação de bens de capital; fomento à inovação, pesquisa, desenvolvimento e tecnologia; incentivo ao fortalecimento das empresas do setor por meio do apoio a incorporações, fusões, aquisições; e financiamento de projetos socioambientais, que apoiam tanto projetos de desenvolvimento de tecnologias limpas, reciclagem, até projetos sociais para melhoria da qualidade de vida de colaboradores e da comunidade no entorno da empresa.
Essa ampla gama de possibilidades de financiamentos, aliada a possibilidade de acessar os recursos do BNDES Proplástico diretamente com a instituição, sem precisar passar por intermediários financeiros, torna o programa bastante atrativo para as empresas do setor de transformação de material plástico.
Mas mesmo sendo um programa que atende os anseios do setor, cabe uma crítica construtiva, que deveria ser estudada pela diretoria do BNDES. O setor de transformação de plástico é composto em sua grande maioria por empresas de micro e pequeno porte, que muitas vezes não têm estrutura para implementar um projeto de mais de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais – valor mínimo para enquadramento de projetos no BNDES/Proplástico). Ou seja, o grande universo de empresas do setor não consegue acesso ao programa. Sabemos que existem outros produtos do próprio BNDES que podem atender essa demanda, porém se BNDES/Proplástico contemplasse esse público seria mais eficiente na concretização de seu objetivo de servir como um instrumento de desenvolvimento e aumento de competitividade do setor plástico.

A.I.: O senhor poderia traçar um perfil do mercado brasileiro e a questão da sustentabilidade?
Roriz – A primeira coisa a destacar é a oportunidade da indústria de plástico no Brasil. Temos um potencial enorme porque o consumo per capita de plástico é muito baixo. O crescimento do País está trazendo para o mercado milhares de consumidores que antes não tinham acesso a produtos manufaturados, o que torna a oportunidade do setor de plástico no Brasil é gigantesca. Aliado a isso, temos um país que nos próximos dois ou três anos deve começar uma trajetória de exportação de petróleo, o que torna nossa cadeia produtiva autossuficiente em produtos e matérias-primas. O Brasil, que antes era voltado à indústria regional de plástico pode se tornar uma das regiões mais competitivas do mundo na produção de produtos plásticos para atender a demanda do mercado interno e até para exportar. Por isso, reforço, essa é uma oportunidade gigantesca.

Com relação a problemas, como em toda a cadeia produtiva, o padrão de consumo vai mudando e com isso a sociedade vai gerando novas demandas. Uma delas é que os produtos sejam ambientalmente amigáveis. E isso exige que os produtos utilizem o mínimo de matérias-primas, sejam mais leves e, ao mesmo tempo, gerem o mínimo de lixo possível. Hoje a questão da sustentabilidade é uma exigência da sociedade e não vejo nenhum problema em desenvolvermos produtos cada vez mais adequados a essa demanda, sendo inovadores, com qualidade e que sejam baratos, porque quando se desenvolve produtos mais baratos, maior parte da população tem acesso a isso.

A.I.: Como o senhor avalia a balança comercial do setor?
Roriz – Esse é o maior problema da indústria de transformação hoje no Brasil. E quando digo setor da transformação estou englobando todos os setores da economia e não somente o de plástico. O Brasil é o maior país importador em crescimento desde o início do ano, então se compararmos o País com outros em desenvolvimento e mesmo com os desenvolvidos, a taxa de importação tem aumentado bastante. O crescimento das importações de transformados plásticos brasileiro tem sido muito maior do que o crescimento das exportações. Isso mostra que nós estamos perdendo competitividade para os produtos feitos fora. E as razões para isso são o custo da matéria-prima, o câmbio, as taxas de juros, tudo isso inibe o investimento. A carga tributária brasileira acaba onerando a produção interna de produtos transformados e muitas vezes o consumidor final prefere importar, pois o preço é mais  acessível.

A.I.: E isso acaba impactando também no setor de máquinas?
Roriz – Boa parcela das máquinas adquiridas no último ano foi importada. Além disso, temos o problema do câmbio, matérias-primas caras, preço alto do aço. A somatória desses fatores tira parte da nossa competitividade. Por outro lado, nós que somos compradores de máquinas, à medida que esse crescimento do mercado vai acontecendo os transformadores brasileiros poderiam comprar mais máquinas. Em contrapartida, vejo o pessoal adquirindo máquinas para diminuição de custo e poucos comprando máquina para aumentar volume. Até porque se há aumento do volume de produção há dificuldade em exportar por causa do câmbio. E quando se vai vender no mercado interno bate-se de frente com produtos importados. Vejo isso com muita preocupação.

A.I.: Qual o tempo médio das máquinas no Brasil?
Roriz – Em torno de 10 anos. Embora possam ser consideradas relativamente novas, hoje em dia a tecnologia tem se desenvolvido muito rapidamente. Então a questão não é comprar uma máquina que dure muito tempo e sim aquela que tecnologicamente tenha incorporadas todas as evoluções necessárias para ter um produto competitivo.

A.I.: E quanto aos nossos recursos humanos? Qual a sua avaliação?
Roriz – É preciso fazer um trabalho muito forte na parte de gestão das empresas. A indústria de transformação plástica tem hoje 11.500 fábricas, sendo que a maioria possui menos de 100 funcionários. Com isso carecem de um trabalho de melhoria da qualidade de gestão, inclusive para enfrentar todas essas dificuldades. E em relação à cadeia produtiva do plástico existem poucas universidades especializadas e também poucos cursos técnicos num mercado que agrega 327.073 empregados. A melhoria da qualidade de gestão associada à uma melhor formação de pessoal técnico será um grande avanço. Com máquinas tecnologicamente avançadas, pessoal qualificado e uma boa gestão teremos uma indústria muito mais competitiva.

A.I.: Qual a proposta da ABIPLAST e os objetivos em sua gestão?
Roriz – A proposta é mudar para nos adequarmos às novas realidades que existem e capturar as oportunidades. Temos que ter a cadeia unida e mostrar para o mercado financeiro que este é um setor atrativo para investimento. A ABIPLAST tem o papel fundamental de discutir isso com os empresários do setor, aproveitar as oportunidades e fazer com que a cadeia seja uma das mais competitivas do mundo.

A.I.: Deixe uma mensagem para expositores e visitantes da BRASILPLAST 2011.
Roriz – De uma forma bastante objetiva: “Desejo a todos excelentes negócios.”

Fonte: Brasilplast / Assessoria de Imprensa

Dow lança nova resina para filmes de etiquetas na Brasilplast.

18/04/2011

DOW™ LDPE 525E: combina brilho, transparência e rigidez, adequando-se às diversas e avançadas tecnologias de impressão

A The Dow Chemical Company apresenta a resina DOW™ LDPE 525E para filmes de etiquetas na Brasilplast 2011 (de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo).

As etiquetas auto-adesivas têm se tornado uma interessante opção para as empresas de bens de consumo destacar seus produtos nos pontos de venda, atraindo, assim, a atenção dos consumidores e alavancando as vendas. Mas para conseguir bons resultados, os filmes de etiquetas devem ser de alta qualidade e estar adequados às atuais tecnologias de impressão.

A nova resina da Dow para filmes com essa finalidade se destaca pelo brilho, transparência e rigidez.  Durante o processo de extrusão com balão (blown film), apresenta excelente estabilidade, resultando em filmes mais planos, o que é critico neste segmento para garantir uma impressão de qualidade e facilitar a aplicação da etiqueta/rótulo.

“A solução tem baixos valores de coeficiente de fricção, o que é fundamental para linhas de empacotamento de alta velocidade”, destaca Dolores Brizuela, Gerente de Marketing para Food & Specialty Packaging e Health & Hygiene.

A gerente destaca ainda que os índices de rigidez da resina a tornam adequada a quaisquer aplicações que exijam alta rigidez, especialmente no segmento de filmes de etiqueta. Suas propriedades óticas também podem ser consideradas um diferencial, permitindo que a resina seja utilizada em rótulos. “A DOW™ LDPE 525E está em conformidade com os regulamentos europeus de contato com alimento, quando utilizado sem modificações e processados de acordo com as boas práticas de fabricação para aplicações de contato com alimento”, afirma Dolores.

Fonte: Dow /PorterNovelli

Dow apresenta linha inovadora de resinas para rotomoldagem na Brasilplast 2011

14/04/2011

Novos grades de base hexeno atendem às diferentes demandas do mercado, viabilizando a produção de peças muito grandes ou ainda que exijam acabamento superior ou tenham desenhos complexos

A The Dow Chemical Company apresenta uma linha inovadora de resinas para rotomoldagem na  edição de 2011 da Brasilplast, maior feira de plástico da América Latina, que será realizada entre 9 e 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

 O lançamento XDPDA 3220, polietileno de base hexeno, de índice de fluidez mais baixo, combina alta processabilidade, baixo empenamento e excelente resistência mecânica. “O baixo índice de fluidez aumenta a resistência do material fundido, o que viabiliza o seu uso para peças muito grandes ou de paredes espessas”, explica Mariana Mancini, líder de Suporte Técnico e Desenvolvimento América Latina para Rigid Packaging & Durables (embalagens rígidas e duráveis).

 Já o novo grade DPDA 3170 também pode ser considerado uma inovação no mercado de rotomoldagem brasileiro. Com alto índice de fluidez e comonômero hexeno, o produto viabiliza a produção de peças com acabamento superior ou com desenhos complexos. Tudo isso aliado à altíssima resistência a impacto, proporcionando resistência mecânica às peças. O produto é aditivado para garantir estabilidade térmica e resistência a raios UV.

 Todas as resinas contêm pacote de aditivos que garante resistência ao calor e aos raios UV, gerando grande janela de processo, durabilidade e retenção de cor. O convertedor pode optar ainda por uma versão sem aditivos, de acordo com sua necessidade. “Neste caso, o convertedor também pode acrescentar o aditivo que lhe for mais conveniente”, explica Mariana.

 A família de resinas da Dow para rotomoldagem permite uma rápida sinterização, tornando possíveis reduções de, no mínimo, 10% nos tempos de cozimento, refletindo em economia de tempo e energia para o convertedor. São aplicações típicas desse portfólio de resinas: brinquedos, tanques muito grandes, caixas d’água, caiaques, peças agrícolas, cisternas, poços de inspeção, containers plásticos e peças rotomoldadas em geral.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Wittmann Battenfeld apresenta na Brasilplast 2011 lançamentos mundiais.

13/04/2011

A Wittmann Battenfeld apresentará na feira Brasilplast 2011 muitos lançamentos mundiais, entre eles 3 modelos de máquinas, uma máquina elétrica da nova linha ECOPOWER com força de fechamento de 110 toneladas, uma máquina hidráulica da linha HM com 240 toneladas e acionamento servo-drive na bomba o que reduz consideravelmente o consumo de energia durante o processo de injeção e a terceira máquina apresentada será da novíssima linha MACROPOWER com força de fechamento de 800 toneladas e sistema de travamento hidráulico com tecnologia de duas placas. Como novidade em processos, a máquina ECOPOWER apresentará o sistema BFMOLD™ , também conhecido com VARIOTHERM. Este processo permite aquecer e resfriar o molde rapidamente durante o ciclo de injeção, resultando uma superfície com excelente acabamento e brilho.

Todas as máquinas serão equipadas com os periféricos da Wittmann, com integração completa pelo comando da injetora, robôs, alimentadores, desumidificadores, termorreguladores e moinhos completarão todas as células em pleno funcionamento.

A linha de máquinas HM já é reconhecida no mercado brasileiro à mais de 10 anos e a grande sensação no momento será a linha ECOPOWER e MACROPOWER que foram lançadas recentemente no mercado mundial e agora serão apresentadas durante  a BRASILPLAST 2011.

Fonte: Battenfeld / Brasilplast

Grupo Bener estreia na Brasilplast com linha de eletroerosão para aplicações em ferramentarias.

13/04/2011

O Grupo Bener participa pela primeira vez da maior feira do setor de transformação de plástico do país com uma linha completa de máquinas de eletroerosão, da marca Novik-Electrocut. Elas passaram a integrar o catálogo da Bener Veker recentemente e representam uma opção concreta para quem procura alta qualidade com preço acessível.

Segundo Paulo Lerner, diretor comercial do Grupo Bener, a estrutura de pós-venda e a confiabilidade da Bener no mercado são outro diferencial importante e agregam valor às máquinas. “Temos um serviço de atendimento e assistência técnica consolidados, somos reconhecidos como um fornecedor confiável”, afirma.

A nova linha compreende máquinas de eletroerosão por penetração, com aplicação principalmente no setor de moldes para plásticos, e máquinas de erosão a fio de molibdênio e de latão, destinadas às ferramentarias de corte, repuxo e dobra. “Precisávamos trazer ao mercado brasileiro uma solução de usinagem diferenciada, para trabalhar com aço temperado, o que só pode ser conseguido com eletroerosão. Este setor ainda sente falta de fornecedores no Brasil. Há uma grande demanda não atendida”, avalia o gerente de vendas da Bener, Wilson Borgneth.

A linha é composta de cinco modelos, com variadas configurações dimensionais, para atender às diferentes demandas. “Temos equipamentos direcionados desde os processos mais simples até máquinas de alta performance, para usinagem 3 D”, explica Borgneth. Ele lembra que o Grupo Bener está sempre atento às necessidades do mercado “e movimenta-se para atendê-las da forma mais completa possível”. “Pretendemos avançar muito no mercado de eletroerosão. Nossa expectativa é conquistar 30% de participação no segmento, em dois anos”, antecipa.

SOBRE O GRUPO
Fundada em 1995, a Bener tornou-se destaque no setor brasileiro de máquinas-ferramenta. Atuando como associada de fabricantes nacionais ou em parceria com grandes corporações internacionais, a companhia é hoje uma das principais fornecedoras do mercado interno. Para suprir esta intensa demanda, formou em 2008 o Grupo Bener, que conta com as divisões Bener High-tech, Bener Presses e Bener Veker. No segundo semestre de 2009 ampliou mais uma vez sua atuação e, em parceria com a fabricante portuguesa Adira, passou a comercializar máquinas de corte a laser no Brasil. A empresa atende a todo o território nacional a partir de Vinhedo, na Região Metropolitana de São Paulo, onde mantém uma moderna sede administrativa e um completo centro de assistência técnica e distribuição. Possui ainda show-rooms em São Leopoldo(RS), Caxias do Sul (RS), Joinville (SC), Contagem (MG), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: Grupo Bener / Brasilplast

 

Termocolor marca presença na Brasilplast 2011

06/04/2011

A Termocolor, uma das maiores especialistas em masterbatches do país, participa da 13ª edição da Brasilplast – Feira Internacional da Indústria do Plástico, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Ao lado de cerca de 1.300 expositores de 30 países, a Termocolor apresentará na feira além de sua tradicional linha de masterbatches, aditivos, compostos, resinas tingidas e de beneficiamento de compostos e tingimento, uma nova linha de produtos aditivados com ação antimicrobiana e os novos masterbatches perolizados de alta performance.

O aditivo antimicrobiano tem função bacteriostática, que evita o desenvolvimento de microorganismos. Desenvolvidos a partir da nanotecnologia da prata, o aditivo têm excelente estabilidade de temperatura, está disponível para diversas aplicações como, por exemplo, em utilidades domesticas em geral, cutelaria, produtos de higiene pessoal, embalagens para laticínios, embalagens de cosméticos, assessórios para banheiros, etc.

Já a linha de masterbatches perolizados traz para a indústria do plástico uma opção de alto desempenho com excelente acabamento. A Termocolor investiu no desenvolvimento e testes consistentes para alcançar uma linha de alta performance, que resiste a temperaturas de até 250º.C sem perder a qualidade de dispersão e garantindo um excelente resultado final, em uma aplicação sem manchas ou oscilação de cores.

Sobre a Termocolor
Empresa nacional, com mais de 27 anos de mercado, a Termocolor é uma das líderes em seu mercado e prima pela excelência de seus produtos e serviços. Certificada na NBR ISO 9001:2008 desde 2002, pela Fundação Vanzolini, seus produtos obedecem aos critérios mais rigorosos de fabricação, utilizando matérias-primas livres de substâncias nocivas ou que agridam ao meio ambiente, alinhadas à normativa européia RoHS, certificada desde 2008, que garante materiais e processos isentos de metais pesados de forma a evitar riscos de contaminação ambiental.

Localizada em Diadema (SP), com capacidade instalada de 50 mil ton/ano a empresa conta com 130 colaboradores diretos, sendo 30 especialistas técnicos, e tem investido fortemente na aquisição de equipamentos que forneçam mais qualidade e produtividade, que possam potencializar sua produção e modernizar, ainda mais, seus laboratórios de testes.

Fonte: Brasilplast

Steelmach estréia na Brasilplast expondo injetora elétrica.

01/04/2011

A Steelmach estará expondo pela primeira vez na Brasilplast e apresentará, durante o evento, uma injetora de plástico 100% elétrica da coreana LS Mtron (Grupo LG). Alguns dos diferenciais do equipamento mencionados pela empresa são:

1. Consome até 70% menos energia, é 50% mais silenciosa e livre de contaminação por não utilizar óleo hidráulico.

2. Apresenta controlador HICOM-β com Loop Fechado completo:

* Sistema de fechamento toggle de 5 pontos;

* Microprocessador 32bits, base Windows;

* Auto diagnóstico, alarmes e monitoração.

3. Acionamentos via servomotor AC com resposta rápida.

4. Aumento da produtividade através da operação de movimentos simultâneos.

5. Projeto e design de acordo com os padrões de segurança.

6. Projeto da estrutura otimizado por análise de elementos finitos:

* Simples mas confiável e com placas rígidas;

* Ciclo de vida longo.

7. Expansão opcional.

8. Injetora de 2 cores de 110ton e 150ton (injeção paralela).

A série LGE oferece injetoras nas capacidades de 30 a 550 toneladas em três versões: standard, high speed e super high speed, podendo chegar até 800mm/s de velocidade de injeção.

Fonte: Steelmach

ADIRPLAST reforça a importância do distribuidor na cadeia de consumo de plásticos

30/03/2011

Entidade deve destacar na Brasilplast 2011 todas as vantagens que só um distribuidor pode oferecer ao mercado, como a agilidade e rapidez na entrega e os serviços de pós-vendas

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – marcará presença na Brasilplast 2011, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Por lá, a entidade, que conta com um estande de 25 m² tem como foco o tema Distribuição Sustentada. “Pretendemos reforçar no evento as vantagens que a distribuição pode oferecer para as mais de 10.000 empresas que transformam resinas plásticas no país”, explica Laércio Gonçalves, presidente da entidade.

E os benefícios oferecidos por esses distribuidores são inúmeros. A começar pela capacidade de pulverização, já que o mercado transformador, que conta com 11.465 empresas, 94,2% delas pequenas e médias e 65% com até 20 funcionários, está espalhado por todo o imenso território nacional. “Graças aos nossos centros de distribuição, conseguimos atender esse cliente mais rapidamente e a um custo menor”, diz Gonçalves.

Atualmente os distribuidores conseguem entregar pedidos no mesmo dia ou até em 24 horas. Outra vantagem oferecida pelos associados da ADIRPLAST aos transformadores é a conveniência: “Um distribuidor de resinas plásticas trabalha com vários tipos de produtos, oferecendo assim mais opções de compra aos seus clientes, que podem incluir diferentes tipos de resinas ao mesmo pedido”, diz o presidente da associação.

Os serviços de pós-vendas e suporte técnico oferecidos pelos distribuidores aos seus clientes também são diferenciais de destaque. Isso sem falar na capacidade que essas empresas têm de financiar o crescimento dos transformadores. Através da facilitação da compra das resinas, elas acabam por permitir que toda a cadeia geradora de produtos e a indústria plástica como um todo experimentem um desenvolvimento sustentado.

A entidade A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidaç ão com petroquímicas, além da internacionalização. Além disso, a entidade trabalha para promover os benefícios do plástico. Para o biênio 2011-2012, a associação, que conta com uma nova diretoria, tem ainda como focos a criação de um projeto de auto-regulamentação para o setor. Atualmente, a ADIRPLAST agrega 13 empresas distribuidoras de resinas plásticas, que só em 2010 tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 2,4 bilhões e responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todos os associados da entidade são credenciados pelos fabricantes e carregam suas bandeiras, o que ajuda a garantir a qualidade do serviço.

Fonte:  Brasilplast / Baião de 3 comunicação e design

Starlinger apresenta novidades tecnológicas na Brasilplast 2011

28/03/2011

A STARLINGER estará presente na BRASILPLAST 2011 com três lançamentos para o mercado brasileiro. Serão expostos e estarão em funcionamento os seguintes equipamentos:

1.       Bobinadeira com troca automática twinTAPE para a produção de bobinas de ráfia com comprimentos uniformes.

A bobinadeira é equipada com um novo sistema de acionamento, eliminado diversos componentes mecânicos, substituindo-os por soluções eletrônicas, que reduzem sua manutenção. Ela está preparada para trabalhar com tubetes de 35 mm de diâmetro interno e velocidades de até 600 m/min.

2.       Tear circular OMEGA 1000 HV

O novo modelo de tear circular funciona com um sistema de liços metálicos e segmentos de cerâmica, que aumentam significativamente sua vida útil. Ele pode produzir tecidos circulares e planos com até 160 g/m2. Largura de trabalho: 300mm – 850mm, em duplo plano. Respectivamente, 600mm – 1700mm tecido plano trabalhando com até 1000 lances por minuto.

3.       Máquina de corte e costura multiKON

Novo modelo de máquina de corte e costura para sacos de tecido tubular de ráfia (laminados e não-laminados), com velocidade de produção de até 55 sacos por minuto. Equipada com novo cabeçote de costura da Union Special, a máquina permite uma produção constante com altíssima velocidade e precisão. Diversos opcionais podem ser incluídos, permitindo a produção de produtos especiais, incluindo sistemas de easy open (abre fácil) e alças para transporte do saco.

RECICLAGEM

Além disso, a Starlinger também terá especialistas da área de reciclagem de polímeros (PP, PE, PET, etc.), que apresentarão as novidades dos equipamentos recoSTAR – linha de reciclagem da empresa. A Viscotec, empresa do grupo Starlinger, que produz reatores para a descontaminação e elevação de viscosidade de PET também terá um representante durante todo o evento.

Fonte: Alcântara Machado / Brasilplast

Na BrasilPlast 2011, Clariant destaca sua linha de pigmentos, masterbatches e aditivos para plásticos.

24/03/2011

Empresa apresente produtos seguros, sustentáveis e economicamente viáveis para o segmento de plásticos.

A Clariant estará presente na Brasilplast 2011 exibindo suas linhas de pigmentos, corantes, masterbatches e aditivos para a indústria de plásticos

Pigmentos
A Clariant promoverá os pigmentos orgânicos e corantes das linhas TelaColTM, PV Fast®, Graphtol®, Hostaperm®, Solvaperm, Hostasol e Polysynthrende, diferenciadas pela excelente performance, pureza de matiz e ótimo custo/benefício.Também serão destaque os pigmentos de alta performance (HPP – high performance pigments) como os vermelhos, laranjas e amarelos que conferem vivacidade e solidez de cor às peças plásticas, sendo isentos de metais pesados,
seguindo normas internacionais de qualidade e pureza. Os pigmentos metálicos e de efeito da marca Eckart também estarão presentes no portfólio de produtos.

Aditivos
A Clariant apresentará sua ampla linha de aditivos para plásticos, entre eles seus agentes antioxidantes Hostanox®, antiestáticos Hostastat®, retardantes de chama não halogenados Exolit® e os estabilizantes de luz Hostavin®. Também promoverá as ceras Licocene®, Licowax®, Licolub® e Licomont® com especial destaque para as aplicações em WPC e hotmelt para tecidos, carpetes e grama sintética.

Masterbatches
Será apresentada a linha de cores e aditivos compostáveis CESA®-compostable e Renol®-compostable para o crescente mercado de biopolímeros. Produzidos em conformidade com a norma EM 13432 e certificados pela Vincotte (Ok Compost), esses pigmentos e aditivos possibilitam que sejam mantidas as compostabilidades nos produtos acabados. Oferecem um amplo leque de cores, ótima processabilidade e solidez à luz. Os aditivos CESA®-compostable incluem estabilizantes UV, agentes split/antiblock, antiestáticos e branqueadores ópticos. Em masterbatches líquidos serão apresentadas as novidades de aplicações para poliolefinas nos processos de extrusão, injeção e sopro. A Clariant divulgará também o ColorWorksTM , serviços integrados de concepção e desenvolvimento de design e cor oferecidos pela empresa a seus clientes.

Sobre a Clariant
A Clariant é líder global em especialidades químicas.  A Clariant é representada globalmente por mais de 100 unidades, empregando cerca de 16.200 pessoas. Com sede em Muttenz, na Suíça, suas vendas anuais geram CHF 7,1 bilhões (2010). Os negócios da Clariant estão organizados em dez Business Units: Additives; Detergents & Intermediates; Emulsions; Industrial & Consumer Specialties; Leather Services; Masterbatches; Oil & Mining Services; Paper Specialties; Pigments; e Textile Chemicals .

Fonte: Clariant / Brasilplast

Villares Metals lança na Brasilplast 2011 novo aço inoxidável para aplicações em moldes de injeção.

22/03/2011

A Villares Metals acaba de confirmar sua participação na BRASILPLAST 2011 – 13ª. Feira Internacional da Indústria do Plástico, que vai acontecer no período de 9 a 13 de maio de 2011, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Seu mais recente desenvolvimento, o VIMCOR, um aço inoxidável de alta usinabilidade para aplicações como câmaras quentes, porta moldes e moldes de injeção de termoplásticos, será o principal destaque de seu stand. Entre as principais características deste novo aço, que possui os principais requisitos desejados pelas ferramentarias e usuários finais de moldes e componentes para injeção de plásticos, estão a excelente usinabilidade em desbaste e em furação profunda, bem como a excelente soldabilidade, uniformidade de dureza, estabilidade dimensional e boa resistência a corrosão.

O VIMCOR, extremamente adequado para utilização em ambientes de elevada umidade e de estocagem como os encontrados em câmaras quentes, placas de refrigeração e porta moldes, pode ser fornecido em formato redondo (máx. 600mm), quadrado (máx. 600mm), retangular (área máx. 3.000cm2/para espessura máx. de 500mm) ou em outras dimensões, sob consulta.

Na oportunidade também serão apresentados outros dois tipos de aço indicados para aplicação em moldes para plásticos: o VP100, um aço desenvolvido com menor uso de elementos microligantes, que pode ser endurecido em condições de resfriamentos diferentes da têmpera tradicional e cujo processo de tratamento térmico diferenciado contribui para a sustentabilidade, com menor emissão de CO2, e o N2711M, aço com usinabilidade melhorada aplicável a moldes que utilizam material pré temperado para 40HRc, garantidas as propriedades de polibilidade e limpidez desejados para fabricação de itens com alto grau de transparência e espelhamento.

Os produtos da Villares Metals têm sua qualidade certificada de acordo com as normas ISO 9001:2000, ISO / TS 16949:2002, EMBRAER GQP/SQF, D2000W0, Ü-NORM e P.E.D DIRETIVA 97/23/EC.

Fonte: Brasilplast

Ineal traz para a Brasilplast novidades em equipamentos para controle do processo de extrusão.

17/03/2011

A Ineal apresentará na Brasil Plast 2011 novidades a respeito de equipamentos para controle de extrusão que serão fabricados no território nacional através da parceria com uma empresa líder mundial. Essa parceria visa unir a melhor tecnologia do segmento com a confiabilidade e forte penetração que a Ineal conquistou ao longo dos seus 21 anos de experiência.

A empresa apresentará também a tradicional linha Ineal, com algumas novidades em seu design e melhorias tecnológicas que visam á otimização energética e o atendimento aos mais diferenciados processos, fortalecendo o compromisso da Ineal com a sustentabilidade e com a satisfação total do nosso cliente.

Poderão ser conferidos no stand os seguintes equipamentos:
-Linha SDI, desumidificadores indicados para secagem contínua de matérias primas higroscópicas,atua com secagem regulada individualmente no silo de secagem, o que permite grande flexibilidade e economia de energia;
-Linha SA, secadores que possuem alimentação do silo incorporada utilizando uma única motorização para secagem e alimentação da matéria prima, a linha agora conta com um novo controlador de temperatura que identifica anomalias do processo e quebra o ciclo, evitando a perda de materiais;
-Moinhos de baixa rotação destinados á recuperação de peças defeituosas, refugos do processo e canais de injeção;
-Sistema de Alimentação e Dosagem, otimiza o trabalho com o material reciclado e elimina em 100% o desperdício de matéria prima e pigmento.

Fonte: Brasilplast / Ineal