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Setor do plástico tem queda de 5,1% no primeiro bimestre de 2015

14/04/2015

A fabricação de transformados plásticos caiu de 11,1 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2014 para 10,5 milhões de toneladas em igual período deste ano o que representa uma queda de 5,1% no volume de produção do setor.

“Não tivemos uma redução tão significativa nem em 2009, em meio à crise financeira. Os últimos três anos foram de queda, mas nenhuma havia chegado a 5%”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plásticos (ABIPLAST).

Este foi o pior primeiro bimestre da indústria de transformados plásticos desde a fundação da Abiplast, em 1947.

O prognóstico é de que a situação fique mais crítica ainda nos próximos meses, pois o período analisado não sofreu os efeitos da alta do câmbio. “Algumas matérias primas ficaram até 25% mais caras por causa do dólar”, afirma Roriz. “As empresas terão de repassar custos, o que é difícil em um momento em que o consumidor não está propenso a fazer gastos.”, complementa.

Em janeiro e fevereiro deste ano, a indústria de plásticos contratou 3.322 funcionários, uma queda de 39% em comparação com o mesmo bimestre de 2013. O setor emprega 355,6 mil trabalhadores no país.

O consumo aparente (produção nacional que fica no país mais as exportações) de transformados plásticos atingiu a cifra 1,15 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2015, o que significou uma contração de 4,96% sobre o mesmo período do ano passado.

O faturamento real (descontada a inflação) do setor também caiu de 10,54 bilhões de reais no primeiro bimestre de 2014 para R$ 9,44 bi no mesmo período de 2015. “O plástico está presente em quase todos os setores da indústria. O país está vivendo uma queda generalizada”, completa Roriz.

Fonte: Abiplast / Folha de São Paulo

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Conair reforça estrutura comercial no Brasil e indica dois novos representantes no país

09/01/2014
Conair_Brasil

José Eduardo Poeta de Carvalho (à direita), Bill Hricsina, diretor administrativo da Conair para a América Latina (centro) e Ronis Sanchez (à esquerda).

O grupo Conair nomeou, para o mercado brasileiro, dois representantes independentes de vendas para comercializar sua linha de equipamentos auxiliares para processadores de plásticos. Com mais de 30 anos de experiência no mercado, Luciano Giannasi estará à frente das oportunidades de negócios no segmento de injeção. Já as vendas para o setor de extrusão ficarão sob responsabilidade da Poeta Tecnologia Representações, comandada por José Eduardo Poeta de Carvalho e Ronis Sanchez, ambos com mais de 20 anos de vivência no mercado. A Conair está buscando um terceiro representante com conhecimentos e experiência para trabalhar no mercado de embalagens PET.

“Esperamos contribuir para o aumento da participação da Conair no mercado”, observa Luciano Giannasi. “A experiência e os conhecimentos são os diferenciais competitivos da Conair e estamos contentes em contribuir com nossa experiência no mercado brasileiro, para essa marca poderosa”, acrescenta José Eduardo Poeta.

A Conair reforça sua estrutura comercial, tendo como base a rápida expansão do mercado brasileiro de processamento de plásticos. O objetivo é  elevar o volume de vendas de equipamentos e atender a demanda por projetos de sistemas completos, bem como serviços de instalação. “Esses novos representantes nos ajudarão a criar uma base sólida para o futuro, quando começarmos a fabricar e abrirmos o escritório de vendas/serviços no Brasil”, justifica Bill Hricsina, diretor administrativo da companhia para a América Latina.

A Conair está presente no Brasil desde o início dos anos 70. Atualmente os equipamentos para os clientes brasileiros são fabricados nos EUA. As peças de reposição são fornecidas pelos EUA ou pela Conair mexicana, que é o centro de suporte para toda a América Latina. Os serviços técnicos continuarão a ser prestados por Analdo Monteiro, profissional da Conair que vêm atendendo os processadores brasileiros há quase 20 anos. O gerenciamento dos negócios, sob a direção de Bill Hricsina, será administrado pela Conair mexicana.

Planos futuros

Com a nomeação de dois representantes no Brasil, a Conair prepara as bases para aumentar seu crescimento no país. Mesmo sem dar detalhes sobre o assunto, Bill Hricsina confirma a existência de planos para estabelecer uma unidade fabril no país.

Estes planos demonstram a importância do Brasil para a expansão da Conair. Bill Hricsina explica que a estratégia da Conair é crescer globalmente para atender os clientes que mudam para novos mercados e, em seguida, desenvolver essa base. “Vemos muito potencial no país. Hoje não se trata de uma questão de se iremos expandir aqui, mas sim como iremos expandir.” Esperamos que o Brasil seja um dos principais mercados da Conair na próxima década.

O Grupo Conair (www.conairgroup.com) é um importante fornecedor global de equipamentos auxiliares para processadores de plásticos, incluindo sistemas de secagem de resina, misturadores, alimentadores e sistemas de transporte de materiais, equipamentos de controle de temperatura e granuladores. Soluções para extrusão incluem sistemas de controle de linha, sistemas de reciclagem de filmes e rebarbas de extrusão de tubos e perfis. Mais de 450 produtos individuais resolvem problemas, economizam energia elétrica, reduzem desperdícios e são fáceis de usar. A Conair é uma companhia internacional, com operações de longa data na Europa, Ásia e América Latina. A linha de produtos mais completa do setor, excelente engenharia e serviços insuperáveis, tudo combinado para dar aos processadores a confiança que precisam para serem bem sucedidos no mercado competitivo global atual.

Fonte: Interativa / Conair

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Braskem e Styrolution planejam joint-venture para produção de ABS e SAN no Brasil

21/10/2013
  • A nova joint venture seria o único produtor de especialidades ABS e SAN na América do Sul.
  • A se confirmar o projeto, a fábrica, com capacidade para produzir 100 mil toneladas anuais, oferecerá aos clientes de vários segmentos em crescimento garantia de abastecimento e serviços locais.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, e a Styrolution, líder global no segmento de estirênicos, anunciaram hoje a assinatura de  um memorando de entendimento (MOU) para avaliar a formação de uma joint venture no Brasil. Será analisada a viabilidade econômica de implementação de uma planta, com capacidade de produção de 100 mil toneladas por ano, capaz de fornecer especialidades estirênicas e copolímeros de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) e estireno-acrilonitrila (SAN) para clientes no Brasil e em toda a América do Sul.

Nos últimos anos, o Brasil observou um forte crescimento dos setores de eletrodomésticos e automotivos, ambos clientes-chave para as especialidades estirênicas que a joint venture deverá produzir. Tradicionalmente, ABS e SAN têm sido importados para a região por fornecedoras de estirênicos, como a Styrolution. A nova empresa entre Braskem e Styrolution deve buscar aproveitar essa dinâmica de mercado favorável para criar um produtor local que deve oferecer aos clientes atendimento e maior segurança no fornecimento.

A Styrolution deve contribuir com sua expertise no desenvolvimento e produção de estirênicos, com o maior portfólio de produtos dessa indústria, com licenciamento de tecnologia e com os seus negócios já existentes na região. A Braskem, por sua vez, como uma das principais empresas petroquímicas da região, deverá prover infraestrutura da cadeia de fornecimento e o local para a planta.

A consumação da joint venture está sujeita a aprovações regulatórias e concorrenciais. Planeja-se que Styrolution seja o acionista majoritário com 70% da companhia e a Braskem deve deter os 30% remanescentes. Sujeita a conclusão de um acordo entre as partes e que as respectivas aprovações sejam obtidas, o início da construção da planta deve ser esperado para o começo de 2015 com a produção provavelmente em 2017.

“A Styrolution divulgou recentemente uma nova estratégia que requer mudanças em três áreas do negócio: expansão da presença em mercados em desenvolvimento, crescimento do negócio de estirênicos especiais e foco em setores de alto crescimento”, disse Roberto Gualdoni, CEO da Styrolution. “Para a Styrolution, a proposta da joint venture reúne as três iniciativas e estamos satisfeitos em realizar essa parceria com a Braskem para explorar as oportunidades que a associação poderá nos trazer”.

“Essa parceria representa um passo importante no fortalecimento da indústria petroquímica no Brasil. Ela contribuirá ainda para o desenvolvimento de oportunidades de negócios domésticos em áreas como ABS, na qual o país depende hoje de importações, atraindo novos investimentos para as cadeias de materiais derivadas”, afirma Carlos Fadigas, CEO da Braskem. “Com base na experiência da Styrolution em estirênicos especiais, esperamos chegar à melhor solução para viabilização deste importante projeto.”

Fonte: Braskem

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Inmetro publica portaria que regulariza a certificação de pneus no Brasil, entrando em vigor a partir de outubro de 2016

26/11/2012

O Inmetro (Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) publicou no Diário Oficial da União, no final de outubro, uma portaria que regulamenta a certificação de pneus no Brasil a partir de outubro de 2016, quando todos os pneus produzidos e importados no país deverão ter um rótulo que especifica sua qualidade em três critérios: consumo de combustível, segurança e emissão de ruídos.

“Tenho certeza que a publicação da portaria do Inmetro é mais um avanço para os consumidores brasileiros. Com a certificação dos pneus no mercado nacional, o Brasil se iguala a mercados mais maduros como o europeu, por exemplo”, afirma Marcelo Lacerda, presidente da LANXESS no Brasil.

O PBE-Pneus (Programa Brasileiro de Etiquetagem de Pneus), como vem sendo chamada a certificação de pneus nacional, é resultado de uma parceria do Inmetro com a LANXESS e todo o setor da cadeia pneumática.

Certificação no dia a dia

Assim como existem selos de qualidade para determinar o consumo de energia em eletrodomésticos ou aparelhos de ar-condicionado, o Inmetro definiu uma padronização para os pneus no Brasil.

O selo de qualidade dos pneus vai mostrar aos consumidores a eficiência de combustível (consumo de combustível), aderência em piso molhado (segurança) e as emissões de ruído que o produto provoca. Veja alguns exemplos:

A resistência à rolagem dos pneus da categoria A (melhor qualidade) será cerca de 40% menor do que dos pneus da categoria F (pior qualidade). Um carro com pneus da categoria A precisará de uma distância de frenagem de cerca de 20 metros menor (a uma velocidade de 80 km/h), do que um carro com pneus da categoria F, por exemplo.

Os pneus de alta performance serão um pouco mais caros no ato da compra, mas reduzirão o consumo de combustível em até 7% – o que o tornará mais vantajoso no médio prazo.

Fonte: Lanxess

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BASF expandirá negócio de poliuretanos do Brasil.

16/10/2011
  •  Investimentos no negócio de poliuretanos e especialidades irão fortalecer a posição de mercado.
  • A localidade Mauá será integrada nas localidades Demarchi e Guaratinguetá da BASF

 A BASF anunciou que investirá para expandir seus negócios de sistemas de poliuretanos (PU) e especialidades no Brasil. As fábricas de sistemas de PU, polióis, TPU (poliuretano termoplástico) e Cellasto® serão expandidas e consolidadas no Complexo Químico da BASF, em Guaratinguetá. Além disso, um novo centro de desenvolvimento e serviços técnicos será inaugurado na localidade Demarchi, em São Bernardo do Campo, para criar uma estrutura que dê suporte aos clientes e às atividades de desenvolvimento do mercado. Devido a restrições de espaço físico, esta expansão não poderá ser realizada na localidade de Mauá.

“Com este investimento, a BASF vai assegurar o futuro do negócio de poliuretanos na América do Sul. Além disso, também destaca nossa posição como líderes no mercado global de poliuretanos”, afirma Wayne T. Smith, Presidente Global da Divisão de Poliuretanos da BASF. “Iremos nos posicionar de forma a atender aos clientes do mercado de poliuretanos da melhor forma possível, ajudando-os a atingir ainda mais o sucesso.”

Anton Traunfellner, Diretor do Negócio de Poliuretanos da BASF para a América do Sul, complementa: “queremos que nosso negócio cresça de forma rentável e utilizaremos as estruturas existentes nas localidades Demarchi e Guaratinguetá, que oferecem benefícios excelentes de logística e Verbund. Como consequência, poderemos oferecer ótimos serviços de desenvolvimento e mais qualidade de produtos aos nossos clientes”. O mercado brasileiro de poliuretanos é direcionado, principalmente, pelas indústrias de móveis, calçados, aplicações e transporte.

Sob a marca Cellasto®, a BASF desenvolve, produz e distribui componentes de elastômeros de poliuretano microcelular que aumentam o conforto ao dirigir automóveis na forma de batentes de amortecimento. A BASF é a líder mundial no fornecimento de componentes de PU microcelular. Cellasto® está dentro de um em cada dois carros fabricados no mundo. Nove entre dez montadoras utilizam os batentes de suspensão da BASF.

O TPU da BASF é comercializado sob a marca Elastollan®, um elastômero de poliuretano termoplástico com ótimo potencial de inovação. Em desenvolvimento constante e adaptado às necessidades do mercado, Elastollan® se estabeleceu muito bem como um material com talentos múltiplos para diversos nichos da indústria.

Fonte: BASF

BASF realiza estudo de viabilidade de nova planta de polímeros superabsorventes e ácido acrílico no Brasil.

10/03/2011

A BASF está explorando oportunidades para um novo investimento no Brasil. Os projetos em análise incluem a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP).  A empresa está realizando estudos para avaliar a viabilidade técnica, comercial e econômica de operar um complexo de escala mundial no Brasil.

A decisão sobre as plantas a serem construídas, assim como as suas capacidades de produção, será tomada depois da conclusão do estudo de viabilidade, o qual se espera ser concluído em 2011. Com este investimento, a BASF está mirando o mercado Sul-Americano, com foco especial no Brasil.

“A BASF está atualmente produzindo acrilato de butila no Brasil, mas, no momento, não há nenhuma planta na América do Sul para a produção de ácido acrílico e polímeros superabsorventes (SAP) – todo o produto é importado,” afirma Dr. Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul. “Com estes novos investimentos, nós seremos a primeira empresa a produzir ácido acrílico e SAP na América do Sul, o que nos permitirá servir melhor a nossos clientes,  promover mais a nossa posição nesses mercados e abrir oportunidades adicionais para nossos negócios na América do Sul,“ conclui Hackenberger.

Para garantir a competitividade do investimento em análise, a BASF e a Braskem assinaram um Memorando de Entendimento. Este memorando define as condições de suprimento, a longo prazo, do propileno que é usado como matéria prima para a produção de ácido acrílico, assim como o suprimento de utilidades da Braskem para a BASF.

O ácido acrílico é um importante precursor na cadeia de produção dos polímeros superabsorventes, que são componentes ativos de fraldas descartáveis e outros produtos do setor de  higiene. Ésteres acrílicos, os mais importantes derivados do ácido acrílico, são usados para produzir revestimentos arquitetônicos, matérias primas para adesivos e produtos químicos para construção.

Fonte: BASF

Importantes empresas do setor de plásticos confirmam presença na Brasilplast 2011.

28/01/2011

Evento anterior teve aprovação satisfatória acima dos 90%, tanto de expositores quanto de visitantes compradores

Principal evento do setor na América Latina, a BRASILPLAST 2011 (13ª Feira Internacional da Indústria do Plástico), que ocorre de 9 a 13 de maio do próximo ano, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, já tem a confirmação de importantes empresas, como: BRASKEM, CROMEX, DOW, CLARIANT, BASF, RHODIA, ROMI, CARNEVALLI, BATTENFELD, PAVAN ZANETTI, FLEXO POWER, FLEXOTECH e PIOVAN.

Realizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a Feira espera reunir 1.300 expositores, de 63 países, em 78 mil metros quadrados de exposição e receber 65 mil profissionais qualificados. “Temos uma expectativa bastante positiva para a BRASILPLAST 2011, uma vez que se trata de um evento consolidado e aceito pelo setor, seja por parte de expositores e compradores”, comenta Liliane Bortoluci, Diretora de Feiras da promotora.

A aceitação dos expositores pode ser comprovada em pesquisa realizada com alguns expositores da última edição, quando 96% declararam estar satisfeitos ou completamente satisfeitos com o evento; e 99% mostraram interesse em participar da edição de 2011. No que se refere aos objetivos definidos pela empresa em participar do evento, 41% apontou que é para prospectar novos clientes; 20% promover produtos / serviços ou a própria marca; 14% participação institucional; 9% apresentar lançamentos; 2% ter um canal a mais de distribuição; e 3% mencionaram outros motivos, como prospectar clientes latino-americanos, representar o setor nos assuntos relativos ao meio ambiente e todas as questões mensuradas anteriormente.

Outro dado interessante é em relação à expectativa de negócios a serem realizadas por conta da BRASILPLAST: 19% dos entrevistados apostam num incremento entre 10% e 20% nos negócios; outros 16% dos que responderam a pesquisa esperam um acréscimo de 21% a 50% nos negócios.

Quanto aos compradores visitantes, 95% dos que responderam a pesquisa mostraram-se satisfeitos ou completamente satisfeitos. Já 96% mostraram interesse em visitar a edição de 2011. Dentre as razões que os levaram a visitar o evento estão: 62% para conhecer as tendências da indústria; 60% ver novos produtos; 39% procurar novos fornecedores; 39% encontrar os atuais parceiros / fornecedores; 29% manter o relacionamento com os colegas do mercado; 19% encontrar expositores internacionais; e 8% outros motivos.

Na BRASILPLAST os visitantes encontrarão todo o ciclo da indústria do plástico, desde a matéria-prima até máquinas e equipamentos de grande porte, que permitem a produção compactada, passando por diversos processos de produção, conhecendo assim as tendências tecnológicas visando a preservação do meio ambiente e o produto final. O evento tem o apoio da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), da ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), do SIRESP (Sindicato das Indústrias de Resinas Sintéticas do Estado de São Paulo) e da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química).

Fonte: Reed Alcantara Machado.