Posts Tagged ‘Botijão Plástico’

Braskem amplia portfólio com resina que confere brilho às embalagens

08/12/2016

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Destinado especialmente para frascos soprados rígidos, lançamento reforça a oferta de produtos para o segmento de sopro

Atenta às tendências de mercado, a Braskem ampliou o portfólio de especialidades com nova resina que proporciona mais brilho e melhor acabamento às embalagens sopradas rígidas, afirma a empresa.

Os mercados prioritários para a nova resina são os de cosméticos, higiene e limpeza e alimentos. A novidade confere às embalagens uma película de brilho e melhor acabamento, o que dá mais visibilidade ao produto na prateleira perante os concorrentes opacos.

“O cuidado com o recipiente é tão importante quanto o conteúdo armazenado, pois a embalagem é responsável por reforçar a identidade da marca para o mercado e o consumidor”, afirma Zolder Stekhardt, gerente de conta responsável pelo mercado de sopro para embalagens de consumo na Braskem. “Com esse lançamento, a Braskem amplia sua oferta de produto oferecendo um portfolio ainda mais completo para a produção de recipientes por moldagem por coextrusão e sopro, agregando mais valor para a embalagem final”, completa Zolder.

A Braskem possui mais de 15 grades de polietileno para o segmento de sopro e busca desenvolver novas soluções que apresentem propriedades eficientes no que diz respeito à resistência, facilidade de processamento e alta produtividade e sustentabilidade, características que garantem embalagens de melhor qualidade, acabamento e maior resistência.

Fonte: Braskem

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Congresso SAMPE Brasil terá palestra sobre Falhas em Compressão de Compósitos com Fibra de carbono/epóxi

31/07/2015

A palestra analisará os modos de falha em compressão de polímeros reforçados com fibras de carbono/epóxi já relatados na literatura. Pretende-se, então, agrupá-los de acordo com o a sequência de fratura e das particularidades de cada um dos modos de falha.

A partir de uma extensa revisão da literatura, foi possível limitar os possíveis modos de falha a apenas quatro: falhas por cisalhamento, falhas interfaciais, falhas interlaminares e bandas de microflambagem. Além destes quatro modos de falha principais, foi necessário propor uma classificação secundária, a ser utilizada em casos especiais, como na análise fractográfica de compósitos reciclados. Finalmente, o conhecimento do modo de falha atuante pode ser utilizado de modo a identificar as propriedades dominantes na falha por compressão, auxiliando no projeto de estruturas em compósitos poliméricos reforçados com fibras de carbono.

O palestrante, Carlos Vinícios Opelt, é doutorando em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O III Congresso SAMPE Brasil acontecerá no dia 22 de outubro, durante a I Semana de Composites Avançados SAMPE Brasil (19 a 23 de outubro). Estes eventos serão realizados no Centro de Eventos e no LEL-Laboratório de Estruturas Leves/IPT, dentro do Parque Tecnológico de São José dos Campos (Eugênio de Melo), em São José dos Campos, SP, Brasil.

Serviço:

Data e horário do Congresso: 22 de outubro de 2015 – das 8h às 16h45
Nome da Palestra: “Modos de falha em compressão de compósitos fibra de carbono/epóxi”
Horário desta palestra: 13h30 – 14h
Local do Congresso: Centro de Eventos do Parque Tecnológico de São José dos Campos (Eugênio de Melo), São José dos Campos, SP, Brasil

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Bairro dos Compósitos será construído na Feicon

04/02/2014

       Responsável pela iniciativa, ALMACO quer mostrar que o material faz parte do cotidiano das pessoas

        Almaco_Bairro_CompositosEm breve, a cidade de São Paulo ganhará um novo bairro. O projeto vai chamar a atenção de muita gente, a despeito do tamanho e duração: 330 m² e apenas cinco dias. Trata-se do Bairro dos Compósitos que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) (www.almaco.org.br) erguerá na Feicon Batimat, o principal salão da construção civil da América Latina – de 18 a 22/03, no Anhembi.

         A iniciativa, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO, tem como principal objetivo mostrar à sociedade que os compósitos – um tipo de plástico de alta performance – estão presentes no dia a dia de todos, ainda que muitos não façam a mínima ideia.

         “Não é possível imaginar mais as nossas vidas sem o material, e a construção civil é um dos setores que melhor exemplificam isso”, ele afirma. Pias, tanques de lavar roupa, assentos sanitários, caixas d´água, telhas e até casas inteiras são feitas a partir da combinação entre resinas plásticas e fibras de vidro, as principais matérias-primas dos compósitos.

         Como não poderia deixar de ser, o Bairro dos Compósitos terá uma casa e uma escola. Os sistemas construtivos adotados em ambas foram homologados, respectivamente, pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação. O espaço contará ainda com posto de saúde, loja e área de lazer.

         “Toda a exposição será baseada no material. Dos postes de energia, minigeradores eólicos, banheiros e placas de trânsito até os pontos de ônibus e itens de decoração, tudo será de compósitos”, observa o presidente da ALMACO. O bairro, ele lembra, é uma ação baseada no mesmo conceito da bem-sucedida Compocity, minicidade construída pela ALMACO em 2012. “Na ocasião, cerca de R$ 2 bilhões em negócios foram gerados. A expectativa agora é de, pelo menos, repetir esse número”.

Construção civil lidera o consumo

        As aplicações na construção civil responderam por quase a metade das 210.000 toneladas de compósitos fabricadas no Brasil em 2013. Ano passado, o setor representado pela ALMACO faturou R$ 3,250 bilhões, alta de 8,9% em comparação a 2012. Para este ano, a previsão é de crescimento de 11,5%, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo projetado de 216.000 toneladas (+2,9%).

        Os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

       Fonte: Almaco

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Consumidores brasileiros testam botijão de gás multicamadas, fabricado com aço, compósito de PP / fibra de vidro e Polietileno de Alta Densidade.

05/09/2012

Cerca de 12 mil consumidores das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre estão testando novas embalagens de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) fabricadas pela empresa portuguesa Amtrol Alfa. Os botijões, batizados de LEV,  consistem de três camadas básicas: um invólucro interno fabricado em aço especial com revestimento de zinco, uma camada intermediária em compósito de polipropileno e fibra de vidro e uma camisa externa fabricada com polietileno de alta densidade injetado. Os rótulos do botijão são aplicados através da tecnologia de IML (in-mould labelling).

Mais detalhes sobre os aspectos construtivos do novo botijão podem ser vistos no site da empresa: http://www.amtrol-alfa.com/comet/

Esses botijões são mais leves que as tradicionais embalagens de aço. O produto é inédito no Brasil e foi trazido ao país pela Liquigás Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os testes começaram a ser feitos em fevereiro.

De acordo com o diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta, a nova embalagem é uma inovação no mercado brasileiro. O novo botijão já é sucesso nos mercados americano, europeu e asiático. Ele se destina, principalmente, ao consumidor residencial “e também a consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem diferença, como os usuários de trailers e embarcações”.

Segundo Ditta, o produto é sustentável já que a cobertura rígida é confeccionada com material reciclável.  O projeto está sendo conduzido no Brasil em parceria da Liquigás com a Amtrol Alfa e a Braskem.

A Liquigás informou que, após a avaliação dos resultados dos testes, será elaborado um relatório sobre a viabilidade da comercialização e a instalação de uma fábrica para produção do invólucro de fibra de vidro no país. A empresa informou também, por meio de sua assessoria, que a certificação do produto é dada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Além disso, segundo a subsidiária da Petrobras, os resultados dos testes serão encaminhados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula o mercado de GLP quanto à armazenagem e distribuição. A avaliação da nova embalagem, porém, será feita pelos próprios consumidores, que irão constatar ou não a eficiência do novo botijão.

Se aprovado pelos consumidores, o novo botijão poderá ser comercializado em todo o país. Sua adoção, entretanto, não será obrigatória pelas distribuidoras de GLP. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello, disse à Agência Brasil que, desde que foram introduzidos no país, há 75 anos, os botijões de aço vêm experimentando inovações contínuas, mudando inclusive de tamanho e volume.

Ele acredita que a adoção maciça do novo botijão vai depender muito mais do mercado. Mello disse não ver problema em relação aos botijões de aço, “que são muito seguros e amplamente utilizados no mercado mundial”. Para ele, a nova embalagem não substituirá o velho botijão de aço porque eles foram desenvolvidos “de forma tão eficiente, que são retornáveis e recicláveis ao final de sua vida útil”. Algumas das vantagens do novo botijão, apontadas por Mello, são a leveza e o fato de não enferrujarem.

O vídeo a seguir descreve outras aplicações dos botijões da Amtrol Alfa, assim como alguns trechos do processo produtivo.

Fontes: Agência Brasil (texto original de Alana Melo) / Amtrol-Alfa / Guimarães Digital

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Liquigás realiza testes de mercado para novo botijão de gás de cozinha

05/06/2012
  • Produto inédito no País é testado por consumidores nas regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro
  • Vasilhame já é sucesso na Europa e traz vantagens como menor peso, design moderno e ergonômico.

 A Liquigás Distribuidora – empresa do Sistema Petrobras que atua no envase e distribuição de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – realiza no Brasil os testes do LEV, o novo botijão de gás feito a partir de novos materiais incluindo termoplásticos reforçados com fibra de vidro e polietileno de alta densidade, que se destaca por seu design inovador, pela leveza e modernidade.

É a primeira vez que este tipo de botijão chega ao mercado nacional, depois de ter obtido sucesso internacionalmente. O projeto do LEV se insere na política da Liquigás de atuar de forma inovadora, conforme orientação estratégica do acionista, e de disponibilizar uma ampla gama de produtos ao mercado de GLP.

A Companhia importou cerca de seis mil vasilhames do LEV, com capacidades de 5 kg e 9 kg de GLP. Estes botijões estão sendo utilizados para teste de mercado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Sete revendedores Liquigás realizaram a distribuição do novo botijão para consumidores finais, durante 90 dias, com o objetivo de avaliar a aceitação do novo vasilhame. A expectativa é que 12 mil consumidores avaliem o LEV.

“Com o LEV, a Liquigás reforça mais uma vez seu pioneirismo e posicionamento de empresa inovadora, capaz de oferecer variedade de produtos, conveniência e qualidade aos seus consumidores finais”, destaca o Presidente da Liquigás, Antonio Rubens Silva Silvino.

O LEV possui internamente um invólucro de aço, reforçado com fibra TWINTEX (fibra de vidro com termoplástico), e externamente é revestido com uma cobertura rígida de polietileno de alta densidade. Essa configuração da embalagem, já certificada pela TÜV Rheinland, órgão acreditado pelo INMETRO, faz com que esse vasilhame seja aproximadamente 20% mais leve do que o tradicional botijão de aço, e tenha um acabamento mais bonito e elegante, com linhas mais harmônicas, e novas cores.

“Sucesso nos mercados americano, europeu e asiático, o LEV se destina a todos os consumidores finais de GLP, principalmente os residenciais, e também para consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem a diferença, como os usuários de trailers e embarcações”, afirma o Diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta.

O LEV – marca desenvolvida para a Liquigás – ainda apresenta vantagens econômicas e de sustentabilidade, pois toda sua cobertura rígida, de polietileno de alta densidade, é elaborada com material reciclável. Por ser mais leve, toda a movimentação logística do botijão poderá gerar uma redução no consumo de combustíveis da frota de caminhões da empresa, reduzindo assim as emissões de poluentes na atmosfera. Além de peso menor, o LEV possui alças ergonômicas que facilitam o transporte e o manuseio pelo consumidor. A válvula de acoplamento é igual à do tradicional botijão de 13 kg, o que permite o uso dos reguladores presentes no mercado.

O projeto do LEV no Brasil está sendo dirigido pela Liquigás, e trata-se de uma parceria da Companhia – líder nacional em vendas de botijões de até 13 kg – com as empresas AMTROL ALFA, a maior fabricante de botijões do mundo (responsável pelo desenvolvimento do produto em Portugal) e a Braskem, a maior petroquímica das Américas em capacidade de resinas termoplásticas e fornecedora das resinas para os botijões deste piloto. Há ainda um estudo entre as três parceiras de testes para a fabricação do novo botijão no Brasil.

Fonte: Liquigás / Foto: Blog Fatos e Dados Petrobrás